Frias Noites em Denver

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Mensagem por Rian em Qua Maio 22, 2019 10:01 pm

Ignus


Troy e seus recrutas estavam reunidos em volta de uma mesa. Sebastian mascava um chiclete e tinha um gibi na mão que às vezes o olhava quando o momento não parecia requerer atenção. Mike fumava um cigarro de palha, estava sentado em uma cadeira e descansava seu pé sobre a cadeira que era para Boris, que por sua vez estava de pé encostado em uma parede observando o plano de Troy. Juan estava com um disc man, um fone no ouvido esquerdo. Ele não conseguia largar aquela porcaria dos anos 90. Vanessa apenas observava silenciosamente dentro dos olhos de Troy.

Ao final vinham as perguntas. Mike dizia: - Pra mim parece perfeito. E dava de ombros com um sorriso na cara, sem deixar o cigarro cair.
Sebastian levantava então uma questão: - E se ele não souber quem é esse tal primogeno ventrue? E se ele nunca viu esse vampiro? Temos que ter um plano B... não acha, senhor? Eu já morei em condomínio, pode acontecer!

- É, pode acontecer... dizia Vanessa olhando para Troy.

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Mensagem por Ignus em Qui Maio 23, 2019 3:32 am

Depois de adotar o caminho tortuoso e seguro (talvez levemente paranoico) para voltar  era bom finalmente estar em casa com sei Bando.

- E se ele não souber quem é esse tal primogeno ventrue? E se ele nunca viu esse vampiro? Temos que ter um plano B... não acha, senhor? Eu já morei em condomínio, pode acontecer!

- É, pode acontecer... dizia Vanessa olhando para Troy.

-Bem observado. Caso ele não reconheça a foto ou o nome nós poderíamos procurar pelo nome nas caixas de correio, mas, realmente, o Primogeno pode não ter registrado no prédio o nome que temos. Deixe-me pensar... Poderíamos usar o alarme de incêndio para tentar fazer ela sair, mas nesse caso haveria um pandemônio e dificilmente conseguiríamos eliminar ela discretamente, como Larassa nos pediu, então melhor seguir outro caminho... Uma outra possibilidade seria usar o porteiro que estivesse saindo para entrar no prédio e então usar os dons do sangue em outros empregados ou moradores que passem pela portaria para tentar obter a resposta. Depois eu apago a memória deles ou eliminamos alguém cuja mente seja particularmente difícil de apagar. Mas estamos em fase de por ideia na mesa aqui. Alguém tem alguma sugestão?
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Mensagem por Winterfell em Qui Maio 23, 2019 12:18 pm

xXx

Eu continuo aqui? embora esse “aqui” não seja a residência do lixeiro (onde estava antes), nem tão pouco a estrada com Miesha (onde podia ter estado).... Droga, que merda confusa. Meus sentidos ainda estão meio zoados, mas a “ficha vai caindo”.  

Haarrrrr! E a raiva aumentando... Porra! Nada foi o que deveria ser! Larassa devia ter nos reconhecido sem aquela fuleragem toda! As “coisas” começaram a dar errado muito rápido depois disso! Pior deram errado por causa disso! Pouco se fodendo pro Código de Milão e os caralhos! Usando uns ziriguiduns em min! Ordenando na cara dura a morte de Franchesca, (uma Sabá Verdadeira. zoando com a cabeça do Lincoln! Mas dentre tudo esse foi o pior. Porra se ele não tivesse programado o brucutu nada disso teria acontecido! (Obviamente a culpa de tudo ter dado tão errado não é do Obertus) MALDITO LARASSA! (Ao menos na cabeça do próprio Obertus). Se ‘errei’ em alguma coisa, foi em ter seguido a indicação da Anne e procurado esse lamparão! Culpo o Arcebispo! O Lincoln! A Franchesca! E até esse tal “fusível” que nem nome direito tem! ESTAVAMOS MUITO MELHORES ANTES! quando estávamos sozinhos. Porra! Vou dar uma trolha de pau no teu cú! Penso vingativo e rancorosamente, puto com tudo que houve comigo. Mas quer saber, isso foi um erro operacional contornável. Afinal, erros levam a descoberta de fraquezas e a descoberta dessas fraquezas possibilitam sua eliminação. Agora preciso minimizar as perdas, controlar a situação emergente e me reestabelecer. Pois quem perde e quem vence não se define em uma única batalha. Se define ao fim da guerra.

xXx

Se meu peito já doía antes, agora mais lembra uma puta com sífilis. Essa porra abriu ainda mais! Mais um pouco e meu coração ficaria visível. Cacete! E ainda tem coisa faltando... CADE A MINHA PERNA!? Me fuderam com rola de gilete e lubrificaram com sal e caco de vidro... Não pira! Não pira! PARA PORRA! VOCÊ PRECISA PENSAR! Não da pra ser sentimental agora. Depois você fica putinho... É dor é imensa, mas como demônio (Tzimisce) não chega a ser estranha. Agora para de fazer sala a essa vadia, (Tento ignorar a dor o máximo possível). e foca na outra vadia a sua frente. A pervertida Franchesca. – Apaguei por quanto tempo? Onde estamos? E Lionel? O que houve depois que apaguei? Faço algumas perguntas objetivas e necessárias, mas nem sei direito como elas soaram... (Meu ouvido ainda esta um pouco zoado).  

Franchesca logo se levantava com o ferimento de onde antes tinha o seu braço exposto e ficava de costas para Marko. Ela rangia os dentes pontiagudos e urrava como um animal ferido e olhos vermelhos luminosos de raiva com a situação. Por mais que tivesse sido escolha dela carregar aquele saco de bosta rasgada chamada Marko Cerveni Obertus pra cima e pra baixo, por uma merda de conceito chamado "lealdade", ela ainda não podia deixar de sentir raiva daquele que devia direcionar o bando e não aleijá-lo.

Franchesca olhou para o Obertus com um misto de raiva e desprezo por cima dos ombros, ela via Marko, ele ainda tinha uma perna sobrando, e então, ela esboça um sorriso maldoso.

- Ok, Obertus, é hora de você me ajudar a tirar a gente dessa. Faça um braço pra mim usando algo do seu corpo, transformar essa sua perna no meu braço substituto deve servir, ou me empreste o seu outro braço. Vou precisar parecer normal pra poder atrair a comida e nós podermos ficar no nosso 100% e sairmos do estado de merda que estamos.

Considerando que não me abandonou pelo molecote (como supus que faria) e ainda que zelou por mim enquanto estive inconsciente. Já que enfim tomei ciência de meu próprio torpor. Vou reconsiderar essa merda que você está cuspindo. De toda forma ela engata a falar, sem me dar a palavra.

-Ah, e pensando bem, é melhor mesmo eu te falar. Você ficou dormindo por um mês depois que o Lincoln te deu uma surra. Temos sorte que eu consigo assustar até o diabo, se não você não teria passado daquela noite. Depois daquele monte de massa sem cérebro ter recuperado a memória que o imprestável do Arcebispo alterou, passou a não confiar mais na gente, mais especificamente em você, e aí aquele bebezão fugiu chorando pra casa da mamãe. Uma noite dessas vamos ter que dar o troco naquele traidor de sangue-ruim, mas antes temos muito o que fazer, tem alguma coisa atrás da gente e vamos precisar ser espertos e cuidadosos e nos livrar dela primeiro. Eu não sei o que está na nossa cola, mas não é pouca bosta, precisamos voltar ao nosso auge. Um bando de dois Cainitas não é um bando, é uma dupla, vamos precisar de recrutas, nem que tenhamos que criar os nossos depois, mas antes vamos nos recuperar. A Toreador então olhava para Marko esperando uma resposta, ela tinha muito mais chances de conseguir uma presa do que ele. Era era bonita, persuasiva, e tinha o dom mais estimado do sangue Toreador do seu lado para manipular emoções e atrair presas como queijo atrai ratos.

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Quando penso que as coisas não podem piorar... – COMmm...suaa...ra...ppideEZz,...um.BbraçoO...vaiiI..ter..de..Bbastar. Tento ir me sentando, bem devagar, sem exteriorizar muito da dor que estou sentindo, embora uma careta ou outra ainda deforme o meu rosto. –..De.QqualquerR..forMA... Sinto todas minhas chagas queimando quando tento me arrastar um pouco para sentar. – Éé..sÓ..o.QUe...temossss...PoOR..Aagoraaa...TenhoO..de..Mme...recuULperarR....ANTtes..de..MOLdaR..o..queEE ..QUuer...qUE...SEeja... Toda minha carcaça reclama... e a minha voz mal sai. É bom que minha bexiga não funcione mais... Sentindo-me agonizar como estou, se ainda fosse vivo, certamente acabaria me mijando. Miesha... pela condição vampírica e a possibilita de manter alguma dignidade nessa situação... obrigado. Levo uma mão a boca, movendo um pouco a mandíbula. Minha garganta está tão seca... estou faminto. Droga... É duro e difícil continuar consciente. Foco na Franchesca Marko, não pense na dor, não sinta a dor. Mas de toda forma, nunca nada é fácil pra mim. Você se acostuma a essa merda... ou ao menos quero acreditar que seja possível se acostumar alguma hora. Se não conseguir me acostumar com toda essa dor, vou acabar enlouquecendo. “Não pense na dor, não sinta a dor, não pense na dor, não sinta a dor...” Começo quase a entoar mentalmente esse ‘mantra’, torcendo pra que de alguma forma isso me ajude a enganar meu próprio cérebro e tornar o intolerável, mais tolerável. “Não pense na dor, não sinta a dor, não pense na dor, não sinta a dor...” Acima de tudo, não vou gritar e me contorcer no chão como uma bicha alucinada na frente de Franchesca. – MMAas...nãoO.. EsqueCER..TAMbém.. Deixo claro, saber o que ela fez por mim e também quem está ou não do meu lado. Já que a lealdade (quando dirigida a mim) deve ser valorada. Também vou lembrar do que você fez Lincoln... Mas a vingança vem depois...

(Se a minha mochila estiver visível vou apontar pra ela e me poupar de falar ao menos um pouco, se não vou perguntar se ela pegou a mochila). –LLAaa...temM..Uma..BOOa...jaQUetA...joguE..Por...ciMA. Se ela precisa se misturar com a comida, sugiro que jogue uma das jaquetas que tenho por cima do corpo ocultando superficialmente a perda do braço. Não é muito mais já é alguma coisa. Depois que ela pegar a jaqueta para si mesma, vou indicar com a mão que quero a mochila e assim que ela me der, vou verificar como esta meu estoque de terra. (Caso ela tenha conseguido assegurar a terra direi): – BOMm...traBALHO... Observando meus arredores e também o que há na mochila, vou fazer um levantamento mental do que temos. (Considere que estou tentando procurar algo que possa ser improvisado numa “perna de pau”).

Agora o abraço coletivo é uma má ideia, pode até servir como alguma distração emergencial, mas não temos como conter esses recém-abraçados nem estamos em boas condições de fuga. Acabaríamos ou mortos pelos próprios recrutas em frenesi ou ainda dizendo onde estamos a essa ‘coisa’. – AbraaaçARR faço um “não” com a cabeça, me poupando de falar quando isso é possível. – SErr..discRETO...Ficar...emMOVimenTO. Acho que acabei de engolir um dos meus dentes... Ele devia estar frouxo na minha boca. Ao menos vou ter algo no estomago então. Antes de vomitar...

– VOCe....conseGUE...TRAzer...comIDA...AQUI? Obviamente não estou em condições de caçar por mim mesmo.... – OUu...diviDA...SEu.. sangUE..COMigo...
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Mensagem por Rian em Qui Maio 23, 2019 1:53 pm

Franklin Oswald Walker; PdS.: 6/10; FdV: 7/7; Vit. Escoriado]
garras: força +1


Franklin movia como uma fera para cima do policial sua visão se turvava e a última vez que ele tinha o controle da situação estava cravando suas garras no peito de Phill, o policial gordo. Suas garras desciam abaixo abrindo o abdomem do humano como se fosse uma navalha cortando manteiga de pão. As vísceras de Phill caíam no chão formando uma enorme poça de sangue. Antes de cair, Phill ainda tentara dar um último tiro no vampiro. No entanto a pistola travava. De qualquer forma, era tarde demais.

Após recolher as duas pistolas dos policiais e 2 pentes extras, 1 de cada policial, o Gangrel colocava os dois patrulheiros dentro da viatura. Colocava o câmbio no D enquanto seu pé direito segurava o freio e com um pouco de custo ele conseguiu posicionar a perna direita do policial no acelerador. Franklin consegue pular fora e vê o carro acelerando rumo à auto-estrada. No entanto, talvez por ser um carro de polícia e estar com a sirene ligada, a viatura ganhava a preferência dos outros motoristas, andava 100m sem causar acidente nenhum para então perder velocidade e andar lentamente saindo da pista e encostando no guarda rei a 20km/h...
Spoiler:

Franklin rolls 9 dice to garras 7,3,8,7,2, 4,5,1,10 [3 successes]
Franklin rolls 8 dice to dano 9,7,8,3,7, 1,3,10 [4 successes]
Phill rolls 5 dice to atirar (Diff Cool 6,4,6,2,1 (BOTCH x 1)
Franklin rolls 5 dice to soltar direção (Diff Cool 3,6,5,10,8
destino rolls 1 die to acidente entre carros (Diff 4) 1 (BOTCH x 1)[2 successes]



Última edição por Rian em Qui Maio 23, 2019 4:41 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Rian em Qui Maio 23, 2019 1:54 pm

Ignus
-Bem observado. Caso ele não reconheça a foto ou o nome nós poderíamos procurar pelo nome nas caixas de correio, mas, realmente, o Primogeno pode não ter registrado no prédio o nome que temos. Deixe-me pensar... Poderíamos usar o alarme de incêndio para tentar fazer ela sair, mas nesse caso haveria um pandemônio e dificilmente conseguiríamos eliminar ela discretamente, como Larassa nos pediu, então melhor seguir outro caminho... Uma outra possibilidade seria usar o porteiro que estivesse saindo para entrar no prédio e então usar os dons do sangue em outros empregados ou moradores que passem pela portaria para tentar obter a resposta. Depois eu apago a memória deles ou eliminamos alguém cuja mente seja particularmente difícil de apagar. Mas estamos em fase de por ideia na mesa aqui. Alguém tem alguma sugestão?

- O único aqui que sabe se passar por outras pessoas e manipular a mentes, é o senhor! Respondia Sebastian.

- Não sei quanto ao plano, mas vamos precisar de equipamentos. E se o arcebispo quer essa gorda morta pela segunda vez, presumo que ele nos fornecerá o que precisamos, correto? Senhor... Indagava Mike levantando a sobrancelha esquerda.

- Apenas diga o que eu devo fazer! Respondia Boris. - Eu também! Emendava Juan junto com Boris.

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Mensagem por Rebelk em Sex Maio 24, 2019 9:23 am

Rian escreveu:Franklin Oswald Walker; PdS.: 6/10; FdV: 7/7; Vit. Escoriado]
garras: força +1

No entanto, talvez por ser um carro de polícia e estar com a sirene ligada, a viatura ganhava a preferência dos outros motoristas, andava 100m sem causar acidente nenhum para então perder velocidade e andar lentamente saindo da pista e encostando no guarda rei a 20km/h...
OFF: No turno anterior eu tinha me alimentado do segundo policial e me Curando tbm, Então ainda estou com 6 ptos de sangue? E tbm peguei as carteiras só pra registro. =D

Uma ponta de irritação aparece no rosto do cainita. Usando seu sangue para curar um de seus ferimentos.

*Mais que porra! Vamos ver...*

Olho ao redor e escuta atentamente por um segundo antes de agir. Caso não haja indicações de mais policiais e também de motoristas curiosos o cainita corre até seu carro e vai até próximo da viatura, desengata a marcha, puxa o freio de mão, pega as duas estacas e vai para a viatura entra no carro desliga as luzes e sirene direciona o carro para a contra-mão. Pára mais um instante olhando ao redor e novamente tentando ouvir novas sirenes ou algo semelhante.

- Vamos ver se agora não vai.

Coloca a marcha novamente no D e prende agora o acelerador com uma das estacas para que não solte até uma colisão ou capotamento. Saindo do carro logo em seguida ficado em pé novamente olhando rapidamente ao redor atrás de olhos curiosos e voltando sua atenção para a viatura. Assim que houver um capotamento ou colisão corre para o seu carro e segue seu caminho para o centro de Denver ainda tinha que encontrar seus pares.
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Mensagem por Rian em Sex Maio 24, 2019 11:51 am

Marko Cerveni Obertus, PS: 02/13; Força de Vontade: 1/8
Vitalidade: Escoriado (X) Machucado (X) Ferido (X) Ferido Gravemente (X) Espancado (/) Aleijado (/) -5;

Franchesca Sardou; PS: 04/13; FV: 4/7; Vitalidade: Ferido Gravemente (/)


A conversa entre o Tzmisce e a Toreador era interrompida por um barulho na porta do galpão. Seria um gato? Talvez sim... no entanto esta hipótese era logo descartada, no momento em que o barulho persistiu e ficou mais que claro que o ruído era alguém tentando arrombar a porta para conseguir entrar. Será que a coisa que estava atrás dos cainitas havia os encontrado? Por sorte Franchesca havia colocado uma barra de ferro impedindo que a porta se abrisse sem uma intervenção sobrenatural ou ferramentas adequadas. No entanto a coisa produtora dos ruídos não desistiria fácil. Alguns minutos depois Franchesca e Marko escutam ruídos vindo do telhado. Alguém batia algo forte no telhado. Os ruídos ecoavam dentro do galpão escuro e empoeirado. Então uma das telhas se partia e o indivíduo saltava para dentro do galpão, usando roupa preta. Ele caía em cima de umas caixas de madeira, provocando uma barulheira e então gemia de dor....
- Aiii droga! Mas que merda....
O indivíduo se lentava observava atentamente o local e procurava... algo para roubar. Era só um ladrão...

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Mensagem por Rian em Sex Maio 24, 2019 12:19 pm

Franklin Oswald Walker; PdS.: 8/10; FdV: 7/7; Vit. ok
garras: força +1



Após alimentar-se novamente e curar a última ferida, Franklin usava uma das estacas que havia pego com os caçadores e fixava entre o acelerador do carro e o corpo do policial puxando o banco do motorista para frente e travando-o enquanto segurava o pé direito com o freio. O carro forçava a saída e ele precisava segurar firme no freio antes que chegasse o momento certo de soltar. O vampiro observava o movimento do trânsito que vinha na pista, corrigia o volante e aguardava o momento certo para soltar o carro contra algum veículo estivesse vindo. Sirenes já eram ouvidas e uma viatura passava na pista contrária, certamente para pegar o retorno. O Gangrel precisava ser rápido, seu tempo estava acabando.

Vendo o momento certo, Franklin soltava o carro. O potente motor arrancava a toda velocidade e arrastava o vampiro por alguns metros no asfalto. Por sorte o Gangrel se soltava. Levantava o mais depressa possível enquanto via o carro de polícia indo na contra mão. Bateria de frente com um carro, no entanto, o motorista via o que estava prestes a acontecer e conseguia desviar. O vampiro sentia-se frustrado. Mais uma vez nada aconteceria e o reforço policial estava a menos de 1 minuto. No entanto... atrás do primeiro carro vinha uma van, que foi pego de surpresa com a manobra brusca do motorista da frente. Esse, por sua vez, quase conseguira evitar a colisão, no entanto a viatura colidia com a lateral da van, jogando-a na pista contrária. O veículo batia na proteção que dividia as duas pistas e tombava do outro lado. Uma caminhonete freava na pista do outro lado e não conseguia parar batendo na van. Enquanto rodopiava na pista a caminhoneta atingia outro carro que capotava. Um sedan que vinha em alta velocidade tentava parar mas também colidia com a caminhoneta. Se por um lado o vampiro havia se frustrado achando que nada aconteceria novamente, agora ele se surpreendia. O vampiro ainda podia ver uma carreta carregada de combustível se aproximando. Fumaça levantava em todos os pneus e cheirava a queimado. Seria impossível. Foi muito de repente. O caminhão chocava-se contra os outros veículos enquanto tombava atravessando na pista e bloqueando-a. O combustível espalhava por toda a via e então uma enorme bola de fogo surgia levantando suas chamas a metros de altura e largura. Por um instante pareceu que não era mais noite e sim dia. O vampiro podia enxergar claramente e logo sua visão era também ofuscada. O vampiro sentia sua pele arder visto a proximidade e o tamanho do fogo. As chamas pareciam que iria engoli-lo e a Besta, temendo pelo pior se descontrolava. Seus olhos ficavam de uma cor vermelho rubro e Franklin perdia a consciência.

Algum tempo depois Franklin recuperava sua consciência. Ele havia corrido "sem ver" por mais de 200 metros. Estava em uma rua da zona industrial. Ainda podia ver as chamas ao longe, lá na rodovia. Sirenes de viaturas estavam por todos os lados. E um helicóptero com um canhão de luz aproximava-se rapidamente...



Rebelk rolls 4 dice to coragem (Diff 7) 5,4,6,2 [failure]

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Mensagem por Rebelk em Seg Maio 27, 2019 11:28 am

Rian escreveu:Franklin Oswald Walker; PdS.: 8/10; FdV: 7/7; Vit. ok
garras: força +1


Algum tempo depois Franklin recuperava sua consciência. Ele havia corrido "sem ver" por mais de 200 metros. Estava em uma rua da zona industrial. Ainda podia ver as chamas ao longe, lá na rodovia. Sirenes de viaturas estavam por todos os lados. E um helicóptero com um canhão de luz aproximava-se rapidamente...


Ao recobrar o controle o cainita rapidamente avalia a situação e recupera o senso de direção ao visualizar as chamas na auto-estrada e o barulho das sirenes que vinham de lá. Mas não pode deixar de reparar no helicóptero.

* Que droga um helicóptero! O plano era que as viaturas ficassem ocupadas com seus oficiais e me dessem uma vantagem na fuga... Mais também não fazia parte do plano uma explosão tão grande assim.

Ele não podia confessar seu Medo Vermelho, não podia confessar que se acovardava então prefere não pensar nisso.

* Droga! Não adianta ficar choramingando feito uma velha. A prioridade é fugir e me esconder pelo menos por essa noite eles vão me caçar. Caçar!

Olha imediatamente para as roupas imundas com o sangues dos policias.

*Caralho mesmo! Eu não esperava uma equipe tão grande assim. Se eles mandaram helicópteros com certeza tem cães. Roupas! Preciso de roupas novas.

A cabeça de Franklin trabalhava a mil naquele momento, todos os pensamentos surgiam enquanto se afastava da luz do helicóptero. Observando ao redor verifica que está em uma zona industrial, começa a se preocupar com possíveis câmeras de segurança tentar esconder seu rosto e busca alguma arvore, marquise ou guarita de uma das fabricas, e assim que consegue se esconder do canhão de luz tira sua jaqueta e camisa e coloca a camisa na cabeça afim de ocultar seu rosto também veste a jaqueta e observa atentamente uma oportunidade para sair dali se possível segue o caminho de Denver.

* Roupas! Abrigo!

Olha novamente para suas vestimentas e decide que é melhor tirar tudo que esteja banhado em sangue. Pega apenas a grana nas carteiras e fica com uma arma e um pente reserva.

Off: Se quiser deixar um cainita nu, essa é a hora.
Vai procurar primeiro roupas mais se não der agora que se livrou do cheiro de sangue tbm procura um abrigo seguro... o que vier primeiro.
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Mensagem por Ignus em Seg Maio 27, 2019 3:29 pm

A reação geral dos rapazes faz Troy se sentir satisfeito por ter escolhidos seus recrutas entre militares. Os homens gostavam de obedecer ordens mais do que em eles próprios decidirem as coisas. Uma característica que sem duvida tornava a não-vida de um Ductus muito menos complicada.


- Não sei quanto ao plano, mas vamos precisar de equipamentos. E se o arcebispo quer essa gorda morta pela segunda vez, presumo que ele nos fornecerá o que precisamos, correto? Senhor... Indagava Mike levantando a sobrancelha esquerda.


"Claro. Quando eu compro um martelo para bater em pregos eu espero que o martelo me peça por equipamentos adicionais."

Em vez de deixar lançar sua ironia contra Mike, Troy prefere lhe dar uma resposta mais "motivacional".

-Ele provavelmente espera, e com razão, que nós sejamos capazes de nos preparar sem sua intervenção. E ele já nos providenciou com o recurso mais valioso que poderíamos querer: o endereço do refúgio do alvo. Nós teremos o elemento surpresa de nosso lado, e isso é mais do que quase sempre um ataque da Espada conta.

***

-Certo, então vamos fazer o seguinte:

Troy passa então a detalhar seu plano.

Para seus garotos ele deixaria as seguintes funções:

Depois que Troy entrasse Juan seria o olheiro na porta do edifício. Ele deveria alertar Troy caso o alvo aparecesse (entrando ou saindo) do prédio. Caso eles estivesse saindo além de avisar ele deveria atrasá-la por qualquer meio necessário. De preferência com palavras, mas se isso não bastasse por força bruta. Ele estava autorizado a usar força letal se preciso, hipótese na qual deveria eliminar testemunhas depois, mas era aconselhado a não começar uma briga sozinho se fosse possível. Caberia a ele tb avisar se algo digno de nota surgisse (a polícia, uma dúzia de carros em comboio, etc.).

Vanessa, Boris, Sebastian e Mike deveriam entrar  pela garagem assim que Troy desse o sinal, cada um em um carro diferente (se for preciso roubaremos carros novos). Cada um desses carros deve ter 2 galões da gasolina no porta malas. Ao entrarem eles devem imediatamente matar silenciosamente qualquer funcionário ou morador que esteja no caminho e esconder o corpo. Se for um funcionário e se revelar possível devem pegar o uniforme dele. A seguir devem manobrar os veículos de forma que bloqueiem a saída com seus carros, mas sejam capazes eles próprios de dirigir para fora rapidamente. A seguir eles devem retirar os galões de gasolina e deixá-los em algum lugar fora da vista, como atrás de algum dos carros estacionados. A seguir quem estiver no 1o subsolo deve chamar todos os elevadores, menos 1, e bloquear a porta para que eles não saiam do andar. Depois disso eles devem rasgar 2 pneus de cada um dos carros que estiverem parados ali (os 2 menos visíveis) e que não forem os deles.

Caso haja 1 só pavimento devem ficar juntos até segunda ordem. Caso haja dois devem se separar da seguinte forma: Mike e Boris, Vanessa e Sebastian. Caso haja 3 Mike e Boris ficam juntos e os demais sozinhos. A equipe com Mike deve ficar no 1o subsolo na eventualidade de haver mais de um.

Mike deve paralisar qualquer humano que saia do elevador com sua Serpentis e revistar o sujeito. Caso encontre algo que sugira que ele é um carniçal (uma estaca, uma arma de fogo, etc) deve informar o ocorrido ao Ductus e manter o sujeito vivo e paralisado. Caso não encontre pode secar o barril, esconder o corpo, se limpar e se reposicionar. Ele deve ter uma toalha molhada com ele para se limpar caso se suje enquanto se alimenta. A depender de como a coisa se desenrolasse Troy iria deliberadamente enviar alguns barris para o 1o subsolo. Barris que aparecessem nos demais subsolos pela escada deveria ser imediatamente mortos, seus cadáveres ocultados, revistados e suas carteiras recolhidas.

Todos os homens, incluindo Troy, vão raspar a cabeça e fazer a barba antes do assalto. Vanessa deve pintar os cabelos de outra cor.

Todos os membros da equipe devem ir com uma roupa reforçada, uma estaca escondida, uma arma de fogo ocultável, uma faca na bota e um isqueiro.

Troy irá avisá-los que caso tenha de trocar de aparência usará a palavra "Marrocos" para demonstrar que se trata dele mesmo.

Quanto à parte de Troy, seu plano era o de ficar Ofuscado em frente ao lugar de olho no que acontece. A princípio ele irá aguardar até que ocorra a troca de porteiros.

Se ela ocorrer como ele espera ele irá seguir o porteiro que saiu por algumas quadras e então trocar um ideia amigável com ele (Presença 3, Dominação 2) para saber/mandar (i) se ele já viu o alvo e se for o caso qual seu apartamento, (ii) retornar até o prédio sob o pretexto de que esqueceu algo lá e está indo pegar e levar um tempo anormalmente alto para fechar a porta de entrada, (iii) olhar para a parede e contar até 50 sem prestar atenção no que acontece ao seu redor ao chegar a portaria, (iv) ensinar para Troy como operar os comandos da portaria (como abrir a porta de pedestre, as garagens, como usar o interfone, como mexer no sistema de monitoramento por câmera  e qualquer outra coisa que pareça útil), (v) informar onde ficam as gavetas de correio de cada um dos apartamentos, (vi) informar se além da entrada principal e da garagem existe outro meio de sair do edifício.


Ao entrar no prédio Troy pretende se manter ofuscado até o porteiro começar sua contagem, ocasião em que irá neutralizar o outro porteiro e tirar seu corpo de vista (seja escondendo fisicamente, seja com ofuscação).


Última edição por Ignus em Seg Maio 27, 2019 3:53 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Acrescentei o último parágrafo)
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Mensagem por Rian em Seg Maio 27, 2019 4:29 pm

Franklin Oswald Walker; PdS.: 8/10; FdV: 7/7; Vit. ok
garras: força +1


Franklin estava em uma rua escura. De um lado apenas um campo gramado que ia até a auto-estrada, onde toda a confusão havia acontecido, um lugar onde ele seria facilmente localizado. Dali, de onde estava ele via ao longe lanternas, provavelmente de policiais que faziam uma varredura a pé e logo chegariam onde ele estava. De outro alguns galpões e armazéns, além de empresas e indústrias. O cainita olhava rapidamente à sua volta à procura de câmeras e não via nenhuma, no entanto, um pouco ainda atordoado e dado a fato de que os prédios eram grandes, ele conseguia olhar apenas superficialmente, pois boa parte do lugar era mal iluminado. Demandaria tempo e atenção vasculhar cada local com detalhe, na situação em que ele estava naquele instante. A menos que ele pensasse em algo...

Por outro lado, se tinha algo que o Gangrel pensava era em se livrar de suas roupas manchadas de sangue. Assim o vampiro desafazia-se de sua camisa e de suas calças. Por via das dúvidas, o vampiro ficava completamente nú e levava apenas um dinheiro, uma pistola e um pente extra. Corria feito uma fera selvagem pelas procurando um lugar para esconder-se bem como uma nova muda de roupas.

O vampiro havia corrido alguns metros e então via uma viatura de polícia virando na esquina de trás, perto de onde ele havia deixado suas roupas. O policiais usavam os cilibrins dos dois lados iluminando pontos escuros e suspeitos da rua. O cainita por sua vez estava na outra esquina. Ele tinha três opções. À sua esquerda ele voltava para a auto-estrada, atravessando o pasto aberto e indo de encontro com o local do acidente. Poderia seguir em frente, pela rua. Ou então teria que tomar a rua da direita, afastando-se do local do acidente e entrando ainda mais dentro do bairro industrial, mas afastando-se da cidade, por outro lado. E agora?

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Mensagem por Rian em Seg Maio 27, 2019 5:58 pm

Troy fazia Mike engolir suas palavras de modo a sugerir que o cainita estava sendo insolente, não com o ductus, mas com a própria Espada, algo bem maior do que ele. De qualquer forma os rapazes do ductus eram como cães acorrentados que não queriam saber o porquê e nem como, apenas queriam escutar a ordem “pega!”.

Em seguida o cainita expunha seu plano a cada um dos membros, tirando dúvidas e detalhando a participação de cada vampiro. Os cainitas ficavam empolgados com a ideia de ir a campo. Conversavam entre eles, “trocavam figurinhas”, expunham situações hipotéticas e dividiam experiências. Bóris contava sobre uma missão parecida que fizera uma vez durante um sequestro de um diplomata europeu pelo Talibã.
Mike contava então de uma missão em que eles eram apenas 4 tanques e ficaram emboscados dentro da cidade iraquiana de Mossul, cercados por uma força tarefa de 10 tanques e infantaria. Juan tomava o cigarro da boca de Mike, dava uma tragada e também contava como tinha sido o desembarque dos marines no litoral iraquiano, fazendo uma piada com Mike enquanto ele estava em seu tanque. Sebastian era zoado pelos três, por ser o único militar que não tivera experiência de combate. O governo gastara milhares de dólares treinando-o à bordo de um caça e ele era um mauricinho que tinha mamado o saco de alguém para não ter que ir para a guerra. No fim todos riam.
Vanessa estava de olhos fechados como se fosse uma surda que estivesse em outra dimensão, sentada com as pernas cruzadas. Troy escuta um barulho do lado de fora da casa que eles usavam como refúgio. Aparentemente ele era o único ali que escutara algo diferente, pois os demais continuavam conversando. Ao sair do lado de fora, Troy tinha uma surpresa. O Arcebispo estava ali fora sozinho embaixo da sombra de uma árvore. Ele parecia um sujeito que adorava o escuro e evitava luzes. Era possível ver apenas sua silhueta e a brasa vermelha do charuto cubano que ele adorava fumar.
- É um vício que eu não consigo largar...

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Mensagem por Rian em Qua Maio 29, 2019 6:33 pm

Ignus

A primeira parte da noite era usada para obter cinco carros do gado. Esta operação demandou um certo tempo. Com os carros no refúgio todos pegaram os seus equipamentos, embarcaram e seguiram com destino ao refúgio. Uma vez lá Troy fica de campana aguardando a troca de turno da portaria. O tempo passava.... passava.... passava... e então à meia noite Troy via um sujeito chegando com uma mochila. Ele entrava e após alguns minutos o sujeito que estava na portaria deixava o local às 00h12min. Troy seguia o seu alvo por 5minutos à pé. Às 00h17min ele o abordava e com os dons do sangue tentava obter alguma informação. O porteiro informava que já tinha visto aquela mulher uma vez ou outra, mas não sabia que ela morava no prédio. Segundo ele só havia uma única entrada e saída, o que facilitava as coisas para o Ventrue.

De volta à guarita o Ventrue neutralizava* o segundo porteiro enquanto primeiro obedecia aos seus comandos. A esta altura Juan estava de tocaia na frente do prédio conforme havia ordenado o ductus. Troy então via os 4 carros entrando na garagem. Pelo que ele sabia agora o prédio tinha dois níveis de garagem, S1 e S2. Mike e Boris se posicionavam em S1 enquanto Vanessa e Sebastian em S2. Até o momento tudo estava dando certo. As equipes estavam dentro do prédio e a essa altura já tinham bloqueado as saídas com seus carros. A rua e a portaria estavam bastante vazias. Era pouco mais de meia noite e ninguém havia entrado ou saído, ainda. E agora?



* Especifique o termo neutralizar (matar?)

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Mensagem por Rian em Sex Maio 31, 2019 10:48 am

Alex Troy; Pds 13/15; FdV 10/10; Vit.: Ok
destreza +1
vigor +1


Alex Troy subia ao 24º andar juntamente com Vanessa, Juan e Sebastian. Mike ficava na portaria conforme o combinado. No 24º andar o bando deixava o combustível e queimava sua vitae ao tornando-se mais rápidos e mais vigorosos. Com o manto das sombras o ductus conduz seu bando até o26º andar. A escada dava em um enorme e largo corredor. Tudo ali era requintado, do bom e do melhor. Um apartamento como aquele deveria custar não menos que 1 milhão de dólares. Havia uma única porta. Ela era uma porta dupla, grande. Bóris tomava a frente e suas garras dilaceravam a tranca. Era uma porta comum e não sofreu nenhuma resistência quando o Ventrue jogou seu corpo contra ela. Os pedaços da madeira caíram no chão. Eles estavam em um corredor de aparoximadamente 20m de comprimento e 1,5 de largura com um tapete vermelho no chão. Havia alguns quadros na parede. Ao final do corredor, outra porta, esta por sua vez era uma porta menor, simples. Mas não havia maçaneta ou tranca nela. Pelo menos, não daquele lado....

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Mensagem por Rian em Qua Jun 05, 2019 2:50 pm

Jogado por whatsapp:


Frias Noites em Denver - Página 3 2022-17

Tentando manter alguma dignidade em meio a fraqueza física e mental, hora serrando os dentes para me impedir de uivar, hora fechando os olhos para impedilos de lacrimejar. A dor alucinante quase me deixa insano. "Porra como esse caralho dói!"

Estava tentando ignorar o máximo possível (ainda que não fosse realmente possível ignorar). Enquanto me focava em Franchesca.

"EU NÃO VOU CHORAR! EU NÃO VOU GRITAR!" Mas porra, como está doendo. Me sinto prestes a quebrar (FdV 1), mais frágil agora do que já estive em toda a minha vida. "PORRA!" Mas não vou! Não posso! (Megalomaníaco e Unificador). Me seguro ao que me resta da minha dignidade como um um escalador escorregando com as mãos suadas a beira do precipício.... "Não.... Não..." Mas antes que Franchesca me responda, e antes também que eu termine de quebrar. A porta é forçada o que coloca tanto eu, quanto a pervertida em alerta.

Estou literalmente tão na merda que mal consigo me preocupar (raciocinar) antes que o ladrãozinho caia pelo teto. "Não é nosso perseguidor". Ainda.mais importante que isso "Comida!" Estou tão fraco e com tanta fome que a dor até parece diminuir pela espectativa do sangue.

Como se depois de toda merda que aconteceu com a gente, tivesse enfim recebido um presente de natal. "Se eu conseguir pegá-lo..."

Entretanto sempre ganho carvões e agora não havia de ser diferente. "Droga!" Franchesca se lança sobre o barril antes que eu consiga sequer ficar de pé.

Enquanto ela bebe, digo do lugar em que estou sentado. –Deixe algo pra mim.


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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Marko: idem post anterior
Franchesca PdS 13/13; FV 4/7; Vit. Ferido Gravemente (-2)

Aproveitando-se do momento em que o humano ainda recompunha-se após a queda do telhado, a albigiense movia-se através de sua rapidez surpreendendo a caça por trás. Ela puxava a cabeça do ladrão pelos cabelos para trás e cravava suas presas na jugular. Sem chances de reagir o homem logo entregava-se ao prazer do beijo que o conduziria à morte. Seus olhos se fechavam e ele morria sem sangue nas veias sem nem saber o que causara a sua morte. Satisfeita a Toreador estava alimentada enquanto, em vão, o seu ductus pedia uma sobra daquele jantar.

Marko sentia a necessidade do sangue. A besta parecia ameaçar comer seu próprio corpo caso ele não se alimentasse logo. Pior de tudo era ver Franchesca tomando um refresco e no fim das contas sobrar apenas o saco vazio sem nem uma sobra do suquinho.

E agora?

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Frias Noites em Denver - Página 3 2022-17

Pior do que estar na merda, é pensar que vai sair dela, só pra se ver de novo preso lá. "Porra Franchesca! Fominha do caralho!" Obviamente precisava mais daquele sangue que ela, mas justamente por estar muito mais fodido não tive como competir com a Depravada. "Porra....." Aquele sangue parece tão bom..... Doce, fresco, suculento... "Que caralho!" Tô com fome porra! "Você precisa parecer tão feliz!?" E ela parecia mesmo, ter curtido cada golada da vitae, como a puta que abocanha o gozo.

"Caralho...." Que inveja que estou sentindo....

Por quanto tempo todo mundo vai continuar me fudendo assim? "Que porra". Tampo meus olhos com as mãos e ranjo os dentes. Tentando conter a fome já grande, que ainda foi atiçada pelo cheiro e visão do sangue.

Quando ela fala que vai trazer algo pra mim, faço que sim com a cabeça. Vez que dolorosamente (e doendo tanto figurativa quanto literalmente) tudo que posso fazer por enquanto é contar com a Toreadora.
–E...euuu....voooU...oOFUscarrr...mMAsss...esTAR ..AQUi.
Me ofuscar agora é tudo que posso fazer, tanto para me defender, quanto para ocultar minha miséria.
Então vou observar o reestabelecimento da Toreador (enquanto me seguro pra não chorar ou gritar), me ofuscando tão logo ela saia do galpão para não ter de 'fingir' não estar quase louco pela dor.
Vou aproveitar a ausência da toreador, para 'lamber minhas próprias feridas', (ativar ofuscação, por precaução), e lentamente (bem lentamente mesmo), tentando não abrir ainda mais qualquer ferida e me arrastando pelo chão (já bque minha vitalidade está em alejado e estou sem uma perna) vou ir me arrastando até minha mochila. (Conferir se ainda tenho ou não minha terra).

(No caminho, caso encontre um pedaço de madeira, cano, cabo de metal ou coisa assim que possa improvisar em uma perna de pau por favor avise).

--


Parece que a desgraça sempre anda acompanhada. "Porra!" Não estou fudido o suficiente sem que a Franchesca deboche da minha cara? "PORRA!" Pior que estou tão na merda que sequer posso recusar a 'gentileza debochada' dela.

"Bom". Assim que ela joga o celular e a mocha pra mim, começo a checar esse material (vendo primeiro a mochila, tendo em conta a importância de assegurar a minha terra). E posteriormente fazendo um breve inventário dos ítens que ela conseguiu assegurar (se todas as minhas coisas estão ali, se ela perdeu algo, ou ainda se tem algum pertence que seja dela misturado aos meus). Depois começando a olhar o celular da comida, quando ela vem já com novo visual tripudiando do meu estado de 'carne moida'. –PARaaa...caralHOoo... Olho nas configurações do celular do barril, depois dizendo a ela. –xxxxxxx (digo a número do telefone do ladrão, que no caso está comigo, para que ela possa me contactar caso precise). – SEeee...dER...MErda....me....DEIXeeee....sabER... Digo como se mesmo no meu estado de 'trapo morto-vivo' ela ainda pudesse contar comigo.


Última edição por Rian em Ter Jul 02, 2019 7:44 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Rian em Qua Jun 05, 2019 2:58 pm

Narrado por whatsapp:

Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

Senhor Arcebispo. É uma surpresa e uma honra ve-lo aqui. Deseja entrar? Nao temos charutos cubanos, mas alguns do rapazes apreciam tabaco. Estávamos agora mesmo discutindo os detalhes daquela incumbência que o Sr. nos passou.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

O arcebispo dava uma tragada no charuto. Jogava a sobra no chão e pisava sobre a brasa. - não obrigado, meu caro irmão. Ele então dizia sorrindo. - vou te contar um segredo, que fique só entre nós... Eu dei uma fugidinha e fui jogar futebol americano. Como foi próximo daqui, resolver passar aqui despretensiosamente. Já estava de saída quando você apareceu. Era Então que Troy reparava como o corpo do arcebispo estava banhado em sangue e ele parecia deveras descontraído e de bom humor. - quanto ao trabalho eu sei de sua competência e não estou aqui para checar o que fez ou o que pretendes fazer. O cainita então caminhava até próximo a rua ficando de costas para Troy, enquanto observava o céu e guardava suas mãos nos bolsos da calça...

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

Troy se surpreendia com a escapadinha de Larassa. Era prática corriqueira no Saba praticar esportes de contato com o gado para se divertir, mas eles esperava que alguem na posição de Larassa não fosse se entregar a essas frivolidades.

Bem, se decepcionar com o Arcebispo nao era exatamente uma novidade...
-Compreendo. É sempre bom aliviar o stress antes que ele nuble nosso julgamento. Aquela situação com o Lionel foi resolvida? Eu e meus garotos não o avistamos perto da praça municipal
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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

A conversa corria bem até o momento em que Troy citava o nome de Lionel. O semblante de Larassa, por um décimo de segundo tornava-se um misto de puro ódio e reprovação ao ouvir aquele nome. Era como uma expressão que antecedia ao frenesi de raiva de um vampiro. Mas fora tão rápido que no segundo seguinte parecia que nada havia acontecido e Troy talvez até se perguntava se fora coisa de sua imaginação ou se a face do arcebispo mudara por um pequeno instante. O Lassombra tirava a mão direita do bolso, cerrava o punho e arremessava depois do meio fio um pequeno pedaço de papel que havia amassado.
- Ele não será mais um problema...
Respondia sem olhar para Troy enquanto caminhava indo embora.


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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

A expressão de Larassa por um instante faz Troy considerar que sua integridade física poderia estar em risco. Antes que ele tivesse tempo para fazer algo a respeito, contudo, a ameaça de frenesi se dissipa tão logo como veio.

Troy observa o Arcebispo se afastando até perdê-lo de vista. Será que ele estava no momento pensando em mil detalhes a respeito de como fazer a Espada sobrepujar a Bastarda ali assim como ele? Bem, não havia como saber.

O Ventrue volta então para dentro para discutir quaisquer detalhes que seus irmãos desejassem em preparacao ao ataque da noite seguinte.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Logo que volta para dentro de seu refúgio, Troy encontra Boris assistindo TV. Os demais vampiros já haviam se retirado e certamente preparavam-se para dormir.
Passava um jornal na TV que prendia a atenção do irmão cainita.
- Olha só... alguém aprontou uma merda das grandes na I-70, a principal auto-estrada que corta o colorado e que chega em Denver. Mataram 2 tiras e cinco pessoas morreram em um acidente no mesmo lugar... Isso não tá me cheirando um acidente comum...

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

Troy balança a cabeça em anuência. Uma vez mais Boris demonstrava sagacidade ao analisar as coisas. No futuro quem sabe ele não pudesse ser um bom Ductus caso ele próprio ascendesse a o posto de Bispo? Ou de Arcebispo.

-Concordo com sua opinião. Seria coincidência demais. De repente isso pode ser até bom pra gente. Mais pessoal da Bastarda ocupado em investigar e abafar esse incidente pode fazer com que haja menos gente disponível para nos caçar amanhã caso algo fuja do controle.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Troy guardava para si mesmo a opinião acerca de Boris. O grandão indagava se o ductus ainda queria ver algo na TV e caso a resposta fosse negativa, ele a desligava, deixava o controle sobre o sofá e se colocava frente a frente com Troy, com os braços cruzados olhando-o de cima para baixo.
- Senhor, se eu não voltar da missão de amanhã... não só de amanhã, mas quando acontecer a minha última missão, eu tenho um último pedido. Leve o que puder das minhas cinzas e quando tiver a oportunidade jogue-a aos pés do farol da praia de Alborg, na Dinamarca. Permissão, senhor!
Bóris fazia uma continência militar e saía. Troy sabia que a noite seguinte poderia tanto ser uma noite de glórias e triunfos, elevando seu nome e seu bando quanto poderia ser sua ruína...

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

Troy agradece, mas diz que já vai se recolher em breve também.

-Estou confiante de que teremos cinzas apenas de nossos inimigos amanhã, mas apenas um inconsequente não pensaria no pior. Farol de Albotg, Dinamarca. Pois bem, anotado. Caso algo saia errado farei de tudo para atender seu pedido.

Troy pondera se deveria fazer um pedido semelhante, mas conclui que seria se colocar em uma posição de excessiva igualdade com seu comandado. Além disso ele duvidava que Boris teria meios para exterminar Maximus com menos de uma dácada de existência, então era melhor não dizer nada.

-Dispensado, soldado.

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Mensagem por Rian em Dom Jun 23, 2019 5:00 pm

Franklin - Narrado por whatsapp


Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62
Franklin Oswald Walker; PdS.: 8/10; FdV: 7/7; Vit. ok
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Franklin estava em uma rua escura. De um lado apenas um campo gramado que ia até a auto-estrada, onde toda a confusão havia acontecido, um lugar onde ele seria facilmente localizado. Dali, de onde estava ele via ao longe lanternas, provavelmente de policiais que faziam uma varredura a pé e logo chegariam onde ele estava. De outro alguns galpões e armazéns, além de empresas e indústrias. O cainita olhava rapidamente à sua volta à procura de câmeras e não via nenhuma, no entanto, um pouco ainda atordoado e dado a fato de que os prédios eram grandes, ele conseguia olhar apenas superficialmente, pois boa parte do lugar era mal iluminado. Demandaria tempo e atenção vasculhar cada local com detalhe, na situação em que ele estava naquele instante. A menos que ele pensasse em algo...
Por outro lado, se tinha algo que o Gangrel pensava era em se livrar de suas roupas manchadas de sangue. Assim o vampiro desafazia-se de sua camisa e de suas calças. Por via das dúvidas, o vampiro ficava completamente nú e levava apenas um dinheiro, uma pistola e um pente extra. Corria feito uma fera selvagem pelas procurando um lugar para esconder-se bem como uma nova muda de roupas.

O vampiro havia corrido alguns metros e então via uma viatura de polícia virando na esquina de trás, perto de onde ele havia deixado suas roupas. O policiais usavam os cilibrins dos dois lados iluminando pontos escuros e suspeitos da rua. O cainita por sua vez estava na outra esquina. Ele tinha três opções. À sua esquerda ele voltava para a auto-estrada, atravessando o pasto aberto e indo de encontro com o local do acidente. Poderia seguir em frente, pela rua. Ou então teria que tomar a rua da direita, afastando-se do local do acidente e entrando ainda mais dentro do bairro industrial, mas afastando-se da cidade, por outro lado. E agora?


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Frias Noites em Denver - Página 3 2828-3

Franklin começava a andar o mais rápido possível para sair de perto das roupas e tentar evitar o campo aberto. Escutando os policiais e pensando nas opções o cainita vai para a rua da direita que mesmo afastando-se mais da cidade a prioridade era roupas e abrigo, não adiantaria nada chegar lá totalmente nu e com a polícia em seu encalço.

OFF: Sempre tentando se afastar da polícia e procurando um abrigo e/ou roupas...


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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Franklin virava a esquina o mais rápido que podia e rezava a Caim para que os policiais não tivessem visto sua sombra dobrando o quarteirão. Ele avançava a passos rápidos enquanto procurava um esconderijo. Nenhum lugar parecia ser adequado, e toda entrada parecia difícil de passar. Pouco depois avistava uma pessoa que caminhava ao longe, duas esquinas a frente.


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Frias Noites em Denver - Página 3 2828-3

Ao avistar a pessoa o Cainita ainda seguindo nas sombras ao máximo que conseguia, começou a segui -lo esperando o momento certo para atacar, afim de deixá-lo inconsciente e pegar suas roupas num canto mais escuro que tiver por perto. Sempre porém atento ao menor sinal de policiais, e quando estiver com as roupas do mortal e aproveitando -se da escuridão o cainita se alimenta para saciar-se completamente. Coloca a pistola na cintura e o pente extra no bolso de trás, revista o mortal inconsciente pegando a carteira, relógio e celular se tiver. Procurando mais uma vez por abrigo.

OFF: como está o clima? Se tiver algum indício de policiais ele não ataca e foge para o lado oposto...

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Ao perceber que seu alvo começou a correr e a fugir dele o cainita também aperta o passo agora cuidando somente para não ser visto pelo helicóptero já que seu alvo já havia percebido aproximação do cainita, não ia deixar seu alvo fugir não sabia quanto tempo ia demorar para achar outro mortal na região e ainda tinha que encontrar um abrigo.

Que merda! Será que ele percebeu minha aproximação ou foi apenas uma coincidência? Não que isso nunca tenha más, não é sempre. Não vai demorar...*

------------------------

Ao se aproximar de sua presa o cainita percebe que ela está parada com a arma sacada na direção dele, instintivamente aponta a sua arma também, más no momento seguinte quando escuta a palavra cainita e uma analogia que não está muito familiarizado baixa sua arma e se aproxima ainda cuidando com o helicóptero.

- Merda! Então você também é uma cainita?

Enquanto dizia isso ele procurava nos detalhes para confirmar sua pergunta antes da resposta dela.

- O que você está fazendo por aqui?

Mesmo que a cainita ainda estivesse com a arma apontada para ele o cainita continua concentrado nela e rapidamente no céu. Alternando entre um e outro.

----------------------------

O cainita ouve atentamente as palavras da Cainita e então logo após uma olhada rápida para o céu diz:

- Isso? Uma diversão seguida de um contratempo...

Deixa as palavras no ar afim de ver o impacto que causaria na cainita, e continua.

- Sim Sim, vou entrar em contato com ele assim que eu conseguir despistar esses barris e também roupas.

Pequena pausa.

- Código? Hum, de que tipo de código estamos falando?

Logo após a resposta diz finalizando a conversa a não ser que a cainita faça outra pergunta.

- Certo vou me embora. Meu nome é Franklin e vc como se chama?

Aguarda poucos mais de alguns segundos e continua sua fuga tentando se distanciar da polícia.


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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Franklin seguia para um lado e Franchesca para outro. O helicóptero passava sobrevoando sobre eles depois que eles já haviam se separado. Franklim escondera embaixo de uma lixeira enquanto a aeronave sobrevoava a área em que ele estava. Por um instante o canhão de luz parava sobre a lixeira e o vampiro deitado com o peito e a cara encostados no chão, cheirando poeira chegava a pensar que tinha sido descoberto. Ele ainda conferir se seu corpo estava dentro da área escura, não invadido a porção iluminada, enquanto rezava a cain. Pouco a pouco ele conseguia se afastar do local e podia mover-se com mais velocidade. Então ele chegava em um ferro velho onde havia um sujeito tirando sucatas eletrônicas de dentro de uma pickup. Sujeito rústico, barba cerrada, um pouco gordo, olhos pequenos, usava um macacão azul e um boné vermelho.

Já Franchesca teve mais facilidade em mover-se. Em um momento que o helicóptero vasculhava uma área onde estava ela movia-se rápida e graciosamente com sua rapidez evitando o canhão de luz sem necessitar-se de uma cobertura. Após 15 minutos de caminhada ela chegava em um ponto onde dava para chamar um carro de aplicativo. Mas talvez não seria mais necessário... Ela via um sujeito caminhando com uma mochila nas costas. Certamente voltando do trabalho. Ela usava seus dons e então conduzia ele para o seu covil....



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Mensagem por Rian em Ter Jul 02, 2019 7:50 pm

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62
Marko apanhava a sua mochila. Estava ansioso e apreensivo. Será que sua preciosa terra romena ainda estaria ali dentro? Se não estivesse ele estaria na merda e sabia disso. Abria a bolsa e checava. Ela já estava mais leve do que deveria. O Vampiro então encontra um corte na parte de baixo da mochila. Certamente, quando ele e Franchesca foram interceptados a mochila fora atingida com algo cortante e certamente algumas coisas ficaram no caminho. Vistoriando tudo dentro da bolsa o vampiro encontrava sua preciosa terra. Mas ela estava pela metade. Além da terra havia algumas roupas. Uma meia faltando um par e... só. Era tudo que o vampiro tinha agora.


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Frias Noites em Denver - Página 3 2022-17

"Droga! DROGA!" Minha chave micha, meu bastão de luz negra, porra perdi umas paradas úteis e caras. "Não acredito nessa porra!" Não pense que porque não paguei por essas coisas não as valorizo. Minhas coisas são exatamente isso. Minhas! – AaffF! "Minhas armas ..." Vistoriando toda mochila e mesmo meu próprio corpo, só tinha algumas roupas e minha carteira...

Além do mais importante: "Minha terra! SIM!" A melhor notícia que tive nessa noite de cú. "Isso porra!" Tive uma grande perda de terra, mas ao menos ainda tenho o suficiente para sobreviver.

"Ainda bem que a outra metade está segura no apartamento da Mary". Por uma questão de seguridade e precaução, toda minha terra foi dividida por 3 vezes, estando:

1 parte em meu refúgio mais bem guardado, uma caverna no fundo do Lago Mead, próximo a Represa Hoover localizada a 48 km de Las Vegas.

1 parte camuflada em um vaso de plantas no apartamento da Mary. Um local mais próximo.

E mais 1 parte (a última) comigo propriamente, embalada em um saco de dormir dentro da minha mochila.

"Essa terra vai ter de bastar até estar reestabelecido o suficiente para voltar a casa da Mary." Já estou na merda demais pra ainda ter de lidar com a constrição do solo. "Nossa...." Por quanto tempo mais vou ter de lidar com essa dor? "Franchesca mal saiu.... E eu já quero que ela volte". E me odeio por estar assim. "Como fui reduzido a esse estado deplorável?" Já que literalmente mal consigo me mover, enquanto sinto tudo doer e a fome comprimir minha garganta seca. Fico repassando na minha cabeça tudo que me aconteceu desde que cheguei a essa cidade. "Não era pra estar assim agora...." Porra olha o meu estado! "Boa sobrevivemos a paquita do capeta, pra quase morrer por causa do Larassa?! Isso é o cúmulo"! Era um exemplo claro e dolorosamente visceral dos malefícios de um líder incompetente. "Você me paga seu corno, cheira cú do rola de sebo". Isso vai ter volta... Porra a se vai. "Mas não agora..." É preciso armar o palco antes da guerra.

"Por enquanto a minha reestauração e a derrota da bastarda vem primeiro". As coisas a fazer só continuam a se acumular.

"Ela disse um mês não foi?" Ainda recostado da forma mais imóvel possível (coloco o celular no vibracal) e depois começo a levantar as notícias desde o início do meu torpor até a data atual.....

Afinal, nada vai me distrair mais dessa dor maldita, do que come ar a armar o palco para o retorno do Devourers.

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Não demorou para Marko encontrar notícias de Denver. Havia manchetes espalhadas aos quatro cantos do google. "Dois tiras mortos na I-70. Acidente de grande proporções no local. A polícia e o bombeiro ainda não divulgou o número de mortos e feridos. Segundo informações, o suspeito é ariano e tem cabelos compridos, sendo um sujeito de alta periculosidade e está armado."
Era tudo que o vampiro encontrava. Havia diversos links, mas todos eles traziam a mesma informação. Não era muito, mas já era alguma coisa para quem sabia ler nas entrelinhas.
Logo que termina de informar o que havia ocorrido à Franchesca, Marko escuta uma voz dentro de sua mente...
- Marko!
Ele olhava à sua volta. Mas não havia ninguém ali.... Era uma voz masculina e meio familiar... O Ductus já tinha escutado aquele timbre em algum lugar...
- Marko! Ainda está em Denver?
Um segundo depois o Tzmisce lembrava-se que era a voz do Arcebispo...


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"Será o Sabá agindo novamente"? O jornal apontava o incidente como algo grande. "Vou lincar pra Franchesca". Repasso a matéria a Toreador AT. "Pena que não haja uma descrição, mas depois de ouvir as testemunhas e investigar mais pode ser que o incidente se esclareça". Só sendo sincero, não sei se isso é bom ou ruim... "Enfim..." Estava para continuar minha pesquisa quando:

- Marko!

Fico imediatamente em alerta. Olhando paranoicamente a minha volta por mais que a voz pareça vir de dentro e não de fora. Sinceramente sem saber ao certo o que pensar. Visto a estranheza de tudo isto.

"É familiar, mas ao mesmo tempo não sei ao certo quem é..."

– Marko! Ainda está em Denver?

Assim que lembro de quem é a voz, uma raiva imensa me irrompe, mas propositalmente me mantenho em silêncio mental. Temendo que por estar em minha cabeça, ele possa também de alguma forma ouvir meus pensamentos.

"...." Portanto propositalmente fecho meus olhos e silêncio o máximo possível meu mental.

Depois do que houve, Larassa é um líder que não merece meu respeito e que certamente não recebera atualizações minhas. (Até porque não vou ceder o pouco controle que ainda me resta e entregar minha localização estando vulnerável como estou).

[10:22, 28/5/2019] Bárbara: Aguardo ainda propositalmente em silêncio mental e de olhos fechados, depois já de um bom tempo desde a última fala do Arcebispo para só então voltar a pensar, (Considere que como precaução, estarei pensando no idioma romeno de agora em diante). "Então ele pode mesmo entrar na minha cabeça". Já era uma suspeita, mas confirmar isso n deixa de ser perturbador. "Droga! Como paro essa porra"? É óbvio que não o quero em minha cabeça. "Ainda bem que não sei onde estamos..." Assim mesmo que ele pudesse ler meus pensamentos, não saberia nossa localização. "AFFF! Mas que caralho!" Como lidar com essa merda? "Preciso expulsar o filho da puta de algum jeito!" Não deveria ser tão fácil assim aprontar uma dessas comigo... "A minha fragilidade atual não é só física..." Estou em frangalhos de várias formas. "Preciso me reestruturar, pra ontem!"

Passo a mão em meu peito ferido depois passo está mesma mão no solo em que estou deitado. "Miesha sempre disse que tudo têm a sua alma, seu espírito." Particularmente o espírito na terra era dotado de grande empatia pelos demônios (tzimisces). "Se eu tivesse tido mais tempo com ela, se eu tivesse aprendido mais, talvez pudesse recorrer ao místico agora". Tento por esse contato físico me ligar a terra, quase como um gangrel que submerge na terra como um bebê no seio materno.

"Está não é a rica Chernozem" ("Terra Negra" - inicialmente usada no Koldunismo na Europa Oriental) "Mas toda terra, é terra. Toda terra tem seu próprio espírito." E todo Tzimisce, ainda mais alguém já naturalmente arraigado a terra como eu sou (defeito dependência do solo ancestral), está em alguma escala conectado a ele.
[10:27, 28/5/2019] Bárbara: "Que a minha alma fraca, ressoe com a sua". Digo mentalmente, como quem fala com uma personificação da terra. "Que a grande mãe, o barro fundador, nutra essa carcaça seca e me faça florescer novamente".

[12:04, 28/5/2019] Bárbara: Off. Considere que estou em introspecção, usando inclusive auspícios para isso (para aumentar minhas percepções internas). Caso seja possível com isso perceber algum rastro de Larassa em minha mente, ou ainda algo desse "espírito da terra" (caminho Koldun da terra), ou um início da compreensão do que seria esse espírito (caminho Koldun do espírito). Por favor mencione.
[12:05, 28/5/2019] Bárbara: Off2. Além disso, por estar em introspecção, sem me desgastar ainda mais física e mentalmente, planejo me reestabelecer e me recuperar um pouco mais. (Me fortalecer mentalmente).

Meu corpo suplica cuidados enquanto meu estomago parece se autodevorar, minha garganta já obstruída pela fome. Mas tudo que me resta é, a espera.

Esperar...esperar....esperar.... sinto-me a cada qual, mais imergir em mim mesmo e a espera um pouco mais fácil. Preocupações já arraigadas a minha forma de pensar, como o planejamento de um novo refúgio, o retorno ao apartamento da Mary, meu processo de cura, o troco contra Lincoln, a diablerie de Ivan, aquele complexo episodio com Miesha e mesmo... Larassa. Tudo isso ocorrendo em conjunto com a tomada contra a Bastarda. (Ainda pensando em romeno): “Estou sobrecarregado”, ferido, cansado... “Mas se alguém consegue sou eu”. (Sobrevivente e megalomaníaco). “O Cerveni, que não mais servira”. Detesto tanto essa parte de meu nome (e ainda mais o que representa), o maldito passado de ‘escravidão serviu’ a que ele remete. “É preciso escalar” (se referindo a pirâmide de poder) “sem retroceder”.

“Para não retroceder é preciso alicerçar”. Qualquer estrutura não bem firmada rui, quer essa estrutura seja meu próprio corpo, quer seja minha reputação. “Tudo que deve durar, requer esse cuidado”. É por entender isso que agora não estou mais inquieto, debulhando o celular em busca de migalhas de informação, enquanto meu corpo se desestrutura ainda mais. “Não”. Estou me permitindo descansar, como o mar em calmaria se preparando para a tempestade.

Estou permitindo a ‘meu ser’ se curar e curar não só fisicamente. “O silencio mental, não chega a ser ruim...” Enfim concedo a meu fadigado cérebro ‘um intervalo de expediente’, lhe permitindo o descanso até então desconhecido. A parada revitalizadora.

Me permitindo pela primeira vez em muito tempo ‘ouvir’, sem ter de também ‘falar’. Ouvir o que está dentro de mim e também o que está a minha volta.

[16:51, 28/5/2019] Bárbara: Estava imerso em sensações e mais que disposto a este estado de ‘ausência de pensamentos’. “...................................................................” Sinceramente desfrutando de um estado de calmaria pouco familiar a mente ativa e perfeccionista abrigada neste corpo.

Quando ainda em introspecção percebo algo, um indicio que me obriga a deixar de imergir começando a subir de volta a superfície “acho que vi alguma coisa....” até por fim emergir completamente. “Quem é esse cara?” Com o corpo ainda imóvel, movimentando apenas os olhos, observo o homem sobre a mesa. “Droga”.

Sei que se ele quisesse me atacar, já poderia ter feito isso antes e pior, ainda pode fazê-lo quando quiser. Vez que não estou em condições de me defender. “Creio que um melhor plano de ataque, seja usar o sangue que ainda me resta em minha cura e induzir um frenesi de ataque sobre ele”. Entretanto um plano de ataque em si, não me parece uma ideia assim ‘tão brilhante’. “Interessante....” Sinceramente considerando a situação de merda em que estou, estou surpreso com minha própria calma. “Esse estado introspectivo parece ter algumas vantagens”. Embora todo meu corpo doa, e mal tenha condições de me defender, consigo pensar claramente. – EEEeeee....vooOOCCEEE...QQQQQUUuueemm....viIINHaaa...MEee...rRRrastTRreaANndo? Imediatamente penso no aviso de Franchesca, quanto a nosso perseguidor. Mas não faço nenhuma menção a Toreador enquanto uso minha voz um tanto desconectada para perguntar.

Uma completa dissonância entre meu corpo destruído e meus olhos vividos, observando o homem com uma serenidade sagas. “Se ele fosse Ivan, já estaria sendo torturado a essa hora....” Penso avaliando o homem. “Afinal quem é ele?” O observo em busca de indícios que revelem mais sobre ele, (como respiração, que indica mortalidade, oi ainda algum aspecto característico de algum clã, como a feiura dos nosferatu, ou as marcas das bestas dos gangrel).
[16:55, 28/5/2019] Bárbara: Obs. Caso ele apresente alguma caracteristica (como o sorriso perverso e tão bem conhecido de Ivan, favor informar).

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Marko cogitava diversas possibilidades em sua mente... Quem seria aquele sujeito que aparecera de repente? Um amigo? Um inimigo? Todas as cartas estavam sobre a mesa o Tzmisce podia apenas assistir e esperar para ver o que aconteceria.
- Por que ela me matou? Ela não precisava fazer isso!
Por diabos! Marko estava vendo o fantasma da comida de Franchesca!

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Vários cenários começam a surgir na minha cabeça. Sendo cada cenário subsequente pior que o anterior. “Barril, caçador, bastardo, feiticeiro, capacho do Larassa, Ivan”....

Essa ‘visita’, podia ser muitas ‘coisas’ e qualquer das possibilidades seria demais para lidar agora. “Droga...” Por mais que esteja me mantendo calmo, de forma serie tento identificar meu agressor e bolar um plano de contingencia quando então...

Ele diz: - Por que ela me matou? Ela não precisava fazer isso!

“Mais que porra....” É sério que estou vendo um fantasma? “Isso tá acontecendo mesmo?” Vai ver tomei tanta porrada que acabei ficando ‘mais pra lá’ do que ‘pra cá’. “De toda forma não sei se ele de fato é intangível como se supõe, nem se pode nos prejudicar de alguma forma”. Na dúvida... “Melhor fingir que me importo”. Por mais louca que toda essa situação seja. – PPPOoorqueee.....elLLA.. ..QUerrr...viiiVERRR. ..MESmoo...quuEE...TEnhaaa...deeEE.. MATar...prA...ISSO... Falar tanto faz o meu peito doer, já que preciso sorver um pouco de ar para ter o que expelir durante a fala. – OLHeee....paRAAaa... miM. Abro lentamente os braços, tentando não fazer movimentos bruscos no processo, mas ainda assim, exibir para ele meu estado lastimável. – VVOOooocêe... imAGINaaa.. o ... quanTOOOoo.. doII? COooMo..preCISOoo.. deeE.. SANGUeee? Paro um pouco de falar, como se precisasse tomar ar.... – VoooCÊEee ... mesMOO... tamBÉMmm... nãoOO.. FaZER.. o queee... PRECisaVAAA.. FAZer? O meu rosto se contorce um pouco, com uma carreta de dor. – OOoo...queE.. VOCee.. fazIAAA.. Aqui?

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Mensagem por Rian em Ter Jul 02, 2019 7:57 pm

Frias Noites em Denver - Página 3 2022-17


Já tinha até separado carteira, celular e chaves do barril, mas a checagem mais profunda da pervertida vem a calhar. Vai que ainda tem algo que podemos usar.

(Enquanto estou cortando a perna dele depois de medir vou comentando): – Não fiz nada, aquilo lá é a sobra do seu lanche. O ladrãozinho virou um fantasma, (nunca tinha visto uma coisa dessas antes mas prefiro não expor minha falta de conhecimento) – Ele estava se lamuriando comigo ter sido morto. Mas você voltou antes que conseguisse tirar algo de mais útil dele. Falo enquanto vou continuamente unindo a perna do cadáver a meu próprio corpo. "Não vai ficar perfeito," (afinal com meu domínio ainda intermediário, não consigo unir osso a osso como seria o ideal), "mais já vão servir de alguma coisa pelo menos". De toda forma ainda seria melhor que ficar pulando como um saci. – Tinha algo de interessante no corpo dele além do celular que você jogou pra mim?

Quando ela começa a falar do seu plano pro nosso bando, meu rosto fica mais sério. – Tenho de te deixar a par de uma parada bem seria. Enquanto estava aqui, Larassa tentou fazer contado com a minha mente estabelecendo comunicação dentro da minha cabeça. Mesmo paro o que estou fazendo e volto meu olhar pra Franchesca, tendo em conta a importância disso. – Ele perguntava se ainda estávamos em Denver, parece de alguma forma saber, ou ao menos supor que sobrevivemos. "Aquele filho da puta de um caralho". – Fiz silêncio mental até esse 'elo' se desgastar, mas fique sabendo dessa nova peripécia do filho da puta. Ele pode tentar algo pra cima da sua mente também. Ela sabe porque não respondi ao trilha de pica mole, aquele puto NÃO É CONFIÁVEL então nunca daria nossa localização (vulneráveis como estamos a ele).

Volto a olhar para o que estou fazendo, afinal meu próprio corpo também requer atenção. – Enfim, vamos priorizar sair daqui e despistar de vez essa coisa primeiro, no processo vamos firmar um refúgio, e a partir de lá você me conta esse seu plano. Precisamos de uma base incógnita, onde nós curar e para a qual retornar primeiro.

– Perigoso usar o carro do seu porco, afinal já faz um mês que ele foi morto. – A bastarda pode até não ter ligado os fatos ainda, caso seja muito incompetente – Mas a polícia local e o próprio Sabá vão estar procurando por ele. A polícia pelo homicídio do porco em si, e o Sabá por termos usado esse carro para sair do território do Larassa. – Se já não o tiverem localizado, só esperando que a gente de mole e volte pra pegar a condução. "Aff". Uma expressão de dor percorre o meu rosto. "Mesmo tomando cuidado, essa porra não é indolor". Preciso realmente praticar essa merda.... (Vicissitude) – Perdi as ferramentas que estavam na mochila, mas fazer uma ligação direta não é tão difícil. "Dependendo do modelo do carro." – Também podemos simplesmente abordar alguém já no carro. Vai depender das ferramentas que a noite nos der. Afinal nossa abordagem dependerá de quais carros encontrarmos.

Quando ela joga as roupas dele pra mim, desvio com o corpo, tentando não sujar essas roupas com a "minha arte". – Beleza. Depois que terminar com a minha perna vou usar minhas roupas sujas pra me limpar e então pegar as roupas limpas que ela me jogou e vestir.

[09:56, 29/5/2019] Bárbara: Ainda usando a faca dela conto uma manga da jaqueta que não estou mais vestindo, dou um no em uma das pontas e pela outra borda despejo a terra que ainda me restava. Em seguida dando outro no na outra borda. Vedando assim ambas as extremidades e criando um recipiente improvisado.
[09:58, 29/5/2019] Bárbara: Para poder guardar o pouco de terra que ainda tenho sem novas perdas. (Olho no celular do ladrãozinho para ver as horas). E depois abro o Google mapas. Para ver qual direção seria melhor a tomar, a partir da nossa direção atual.
Ainda utilizando o celular do ladrãozinho, tendo ver o mapa da região a partir da nossa localização atual. (Observando também a região da reportagem de explosão), para que nossa fuga evite aquela área, onde haverá mais policiamento.


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Franchesca revirava os olhos dizendo:

- ah não... Eles estão voltando agora? Se todo saco de sangue que a gente devorar ficar voltando pra nós encher vamos ter que ficar submissos aos Precursores do Ódio.

Antes que Marko mudasse a aparência da Toreador, ela dava o celular a ele pra ele tirar fotos dela de vários ângulos diferentes. Tanto para executar o seu plano, quanto para voltarem a aparência original quando for seguro.

Depois que ele tirara as fotos e começar a mexer, franchesca cerrava os punhos de dor mas não se mexia em mais nada, afinal não queria que Márko errasse seu novo rosto, e no final, quando ele terminou e usou as fotos do celular, a vampira ergue seu mais novo sorriso belo e disse dando pulinhos e abraçando o tzimisce

- EU AMEI, MEU DEMONIO FAVORITO! EU JA TE DISSE QUE TE AMO HOJE???

depois era a vez de Marko mudar a aparencia, ela tirava fotos dele de todos os ângulos e depois subia todas as fotos pra um conta na nuvem para garantir que mesmo que os aparelhos se perdessem as fotos estariam a salvo.

Para facilitar ao tzimisce a vampira segurava a câmera para ele enquanto ele remexia a carne como argila.

- sabia que isso é mto perturbador? Eu amei!

Depois de terminar a vampira ponderava um pouco e dizia

- você pode fazer melhor, se conseguiu fazer alguem quase tão linda quanto eu, o que é algo muito difícil, podia se dar algo melhorzinho tbm.

Ela dava de ombros e continuava após pegar mais trocados

- Você tem razão sobre o carro do jesse, não vale mais a pena, mas ainda temos que voltar ao apartamento dele porque deixei um lacaio de última hora cuidando do meu brinquedinho mais importante por lá. Pra conseguirmos veículos, podemos roubar e ir deixando em lugares, aleatórios, talvez até sirva pra criar rastros falsos. Mas e então meu ductus, qual o próximo passo?

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[09:48, 30/5/2019] Bárbara: Quando a pervertida revira os olhos falando do Gasparzinho, acompanho. – Também me surpreendi, os de minha casta por si me referindo ao clã Tzimisce – Tendem a ser tão mais traumáticos a suas telas, que a dita indignação dele quase me fez rir. Franchesca tinha sido quase misericordiosa, sinceramente não sei do que o saco de sangue estava reclamando. – De qualquer forma guarde os pertences que você pegou dele, vou pesquisar esse infeliz mais tarde. Afinal, caso ele se torne um problema precisamos estar preparados.

Antes de moldar a Toreador tiro várias fotos do corpo dela, do meu próprio e até também do ladrãozinho por via das dúvidas (precaução).

Depois então de tudo feito, sou surpreendido pelo entusiasmo da cantora que até me abraça. "Bom... só era necessário uma face diferente, mas não é ruim que você esteja satisfeita." Não que meu trabalho não seja grande, só não estou acostumado a ter quem perceba minha grandeza no meu entorno. "Não vou dizer, mas é bem satisfatório ver alguém relevante elogiando o meu trabalho. – Não, sorrio sutilmente, apenas o definir se um dos lados dá boca sem chegar a mostrar os dentes. – mas você sempre deixa implícito. Digo em tom de brincadeira, mesmo que brincar propriamente não seja algo muito natural pra mim. – Enfim... Enquanto ela segura o celular começo a mexer em mim mesmo, indiferente ao desconforto e a dor do processo, que inclusive era menor que a dor que vinha sentindo antes (em virtude dos ferimentos). "Já está bom". É até um pouco estranho ter a Franchesca observando minha metamorfose, sinceramente acho que passei tanto tempo sozinho que me tornei solitário. Então respondo a seu comentário apenas com um assentir com a cabeça.

Quando então ela comenta novamente, dessa vez falando que poderia ser melhor. – Sempre devesse melhorar, mas o rosto que tenho agora é exatamente o que desejo ter. Diferentemente da Toreador AT, almejo um rosto 'comum e esquecível', que torne a minha mesclagem ao gado mais fácil.

Depois que termino meu próprio rosto volto a mexer no celular checando algumas últimas informações enquanto respondo a Franchesca. – Brinquedinho mais importante? Isso pra mim é novidade. Indago um tanto curioso, a Toreador nunca tinha mencionado isso antes. – Mas imagino que não seja uma questão emergencial, afirmo e depois pergunto – ou é? Digo como quem pergunta querendo saber se é algo com que devo me preocupar ou se pode ser protelado para depois, quando já estivermos alocados.

– Tem um ponto a uns 10 minutos andando daqui, vamos até lá e depois vamos pegar condução até a área residencial mais próxima a 3km nos distanciando da explosão que certamente está bem policiada. O transporte público têm a vantagem das multidões, que podem servir tanto para ocultar a nossa presença, quanto como bolsas de sangue a mão, caso seja preciso. – Assim que estivermos na área residencial vamos trocar algumas vezes de ônibus e 'ziguezaguear' pelo transporte público pra ter certeza que o que quer que esteja nos rastreando vai perder o nosso rastro.

Quando parece que o plano está finalizado complemento. – Depois chamamos um táxi a partir de um orelhão e vamos para outra área residencial, paramos em um novo ponto qualquer de ônibus e daí a gente desce quando nos agradarmos com a vista de uma nova casa.
[09:51, 30/5/2019] Bárbara: Ou seja, o plano tinha o intuito claro tanto de despistar, 'a coisa', bastarda e até o saba, quanto também de nós viabilizar uma 'nova residência'. – Quer acrescentar algo? Comento enquanto checo minha carteira, feliz por ter o suficiente para 'financiar' esse plano.
[09:54, 30/5/2019] Bárbara: (Um financiamento legal, sem ter de roubar ou levantar a grana pelo percurso).
[10:07, 30/5/2019] Bárbara: Ainda no tocante ao 'acrescentar' que falei a Franchesca. – Se você souber qualquer coisa quanto a essa 'coisa' atrás da gente, agora é uma boa hora pra compartilhar.

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Franchesca guardava os pertences das vítimas todas dentro da mochila do universitário, agora eles teriam duas mochilas.

Quando Marko pergunta sobre o maldito Godoy (não lembro o nome do empresário agora), ela revirava os olhos e dizia:

- você já se esqueceu? Ele é nosso passaporte pra muito mais riqueza e poder, que a riqueza pode comprar. Ele e todos os meus antigos... "Amigos..."

Ela fala "amigos" com uma proposital face de nojo, e continua

- ainda tenho contas a acertar e não posso seguir em frente antes de acertar isso de uma vez por todas. Depois que eu fizer da vida deles um inferno vamos tomar as posses de toda a Aerofire, e isso não é pouco. O dinheiro não é a única fonte de poder Marko, mas não dá pra negar de que ele ainda é poder, e um bem grande. Minha vingança vai nos dar muito, então sim, é emergencial pois estou a um bom tempo sem vigiar aquele maldito e com certeza muito do meu plano foi prejudicado também pelo infeliz do Lincoln, que nos ainda vamos fazer se arrepender de ter nos traído.

Quando ele fala de pegar condução, a vampira diz:

- apenas não acho que o ônibus vai nos dar a vantagem de despistar, afinal ônibus param em muitos lugares, vai ser fácil ele sempre nos alcançar e ficar perto. Quem está nos perseguindo eu acho que é um caçador, Denver teve muitas exposições da máscara e tudo bate com um humano, o que também quer dizer que, querendo ou não, vamos precisar de alguém pra nós vigiar durante o dia.

Sobre pegar o táxi, não precisamos do orelhão, temos o 99 táxi e o Uber, a menos que o orelhão tenha outro papel que não chamar um táxi. Talvez fosse melhor a gente já pegar um táxi, e com ele dar instruções ao motorista de virar exatamente aonde querermos e quando queremos, isso, com um de nós vigiando atentamente se estamos sendo seguidos de fato.

Quando ela terminar de falar, ela diz:

- A propósito... Descobri o que aconteceu com a área, que pedi pra vc me enviar a matéria, que a propósito, não tive como ler, mas era um cainita tocando o terror nessa área da cidade, acho que um gangrel, ele tinha garras. Tombei com ele e dei o contato do Larassa pra ele se virar com ele. Não sei quem ele era, mas independente do que for, se ele encontrar o Larassa está por conta dele e risco, tanto se ele for da camarilla quanto um cara seguindo os mesmos caminhos do lincoln.

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Franchesca e marko finalmente sairiam do lugar onde estavam. Eles caminhavam para fora do galpão com suas mochilas nas costas em direção ao terminal do ônibus. No caminho eles percebem os sons da viatura e veem o helicóptero sobrevoando as proximidades em busca do fujitivo. Logo que eles param no ponto à espera do ônibus o helicóptero se aproxima muito rapidamente. Marko e Franchesca procuram um lugar para se esconderem mas a metros de distância o canhão de luz ofuscava-lhes completamente. A aeronave sobrevoava sobre os dois e uma voz saía no Mega Fone: - Parados onde estão!

Após alguns segundos, sem que nada fosse dito no mega fone, o foco da luz saía deles e então o helicóptero distanciava, indo embora...

Nisso o ônibus chegava. 15min depois Marko e Franchesca estavam noutro lugar, um pouco mais próximo do centro. Já não havia aquela paisagem deprimente, poluída e suja do bairro industrial, embora não fosse ainda um bairro de classe de um bom poder aquisitivo. E agora? Quais seriam os próximos passos da dupla?

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Enquanto Franchesca guarda os pertences das vitimas em nossas (agora) duas mochilas, apago meu histórico de pesquisas no celular (embora não tenha pesquisado nada comprometedor, e tenha apenas visto o mapa local). Jogando-o no chão posteriormente e pisando por sobre ele por diversas vezes até ele estar completamente inutilizado (potência 3). Depois tenho o cuidado de colocar o ‘recipiente improvisado’ de terra (a manga de jaqueta com nos nas duas extremidades), em outra parte da minha mochila (obviamente uma parte não furada, já que não posso me dar ao luxo de perder o pouco de terra que ainda me resta).

A pervertida então fala de um ‘passaporte’. – Depois me atualize, digo interessado em mais detalhes – mas de qualquer forma, pode contar comigo. Afinal somos ‘um bando’ (ainda que um bando de apenas dois) e as questões dela, são também minhas questões.

Quando ela começa a mencionar o dinheiro da banda, complemento. – Não se preocupe. Muitos Sabás ignoram recursos mais ‘humanos’, simplesmente tomando o que precisam quando precisam. Sem uma preocupação mais estável com essas ferramentas. – Poder é poder e eu não descrimino. Não que eu mesmo não tome o que preciso, quando preciso. Só não descarto ferramentas uteis, por preconceitos medíocres como ‘ser coisa de barril’. “Não tenho a mente tão estreita assim.” – Vamos nos fixar em um novo ponto primeiro (Refugio) – e então lidamos com isso.

Quando ela menciona aquele filho da puta arrombado, meu semblante até então neutro fica claramente mais fechado. – Você pode ter certeza. Paso uma das mãos sobre lentamente sobre a ferida no meu peito, como quem passou um bom tempo pensando em como ‘retribuir o favor’ ao Brujah.

((- apenas não acho que o ônibus vai nos dar a vantagem de despistar, afinal ônibus param em muitos lugares, vai ser fácil ele sempre nos alcançar e ficar perto. Quem está nos perseguindo eu acho que é um caçador, Denver teve muitas exposições da máscara e tudo bate com um humano, o que também quer dizer que, querendo ou não, vamos precisar de alguém pra nós vigiar durante o dia.))

– Sim, com certeza já tem uma penca de caçadores por aqui, provavelmente tem coisa pior que isso também. Como lobisomens e o caralho a quatro. Afinal a merda já voou no ventilador a muito tempo nessa cidade. – Enfim, a questão é que não sabemos como esse filho da puta está se mantendo na nossa cola, mas ele claramente está usando algum ‘rastro’ pra nos localizar, Destaco o principal problema. – como não é sabido o ‘rastro’ em especifico, tenho de me preocupar com todos eles. Exponho o motivo desse meio de ação. – Como a nossa descrição física já mudou, reconhecimento facial não é mais problema, mas ainda temos de nos preocupar com rastreamento eletrônico e coisas menos usuais como odor ou coisa mais sobrenatural, aponto pro telefone dela. – Decorre os números relevantes dá sua lista de contatos, depois vamos destruir essa merda e descarta-lo em uma lixeira pelo caminho. Caso seja algo eletrônico, só podem estar usando isso para nós rastrear já que eu mesmo sempre evitei ter um até então. – O transporte público deve fazer com que ele perca o nosso rastro justamente por ter tantas outras pessoas. A ideia é que o nosso cheiro, se misture com o dos barris e que outra forma de identificação sobrenatural também seja confundida pela interferência desses vários terceiros. Não aprecio expor os motivos por trás dos meus planos a terceiros, sinceramente não me agrada deixar que saibam como penso. Mas a Toreador tinha se mostrado uma aliada confiável e estando os dois no mesmo barco, cada um com um remo, tenho de fazer com que rememos para a mesma direção ou não sairemos do lugar.

Como já teríamos nos livrado dos celulares, um 99 taxi ou mesmo Uber, não seria possível e teremos de recorrer a formas mais padrão (antigas) de contatar um taxista. – Nos compramos novos telefones descartáveis depois. Um orelhão vai servir por enquanto.

((.... Talvez fosse melhor a gente já pegar um táxi, e com ele dar instruções ao motorista de virar exatamente aonde querermos e quando queremos, isso, com um de nós vigiando atentamente se estamos sendo seguidos de fato.)) – O ônibus é mais útil para nos livrar de cheiros e outros indícios sobrenaturais, como já foi explicado mais acima –sinceramente não creio que realmente seja um rastro dessa natureza que esse puto esta seguindo, mas prefiro não pagar pra ver. Qualquer merdinha humano, pé de chinelo seria fatal durante o dia, e esse cuzão já tinha se mostrado bem problemático ainda durante a noite. – Depois de algum ziguezague com os ônibus nessa área residencial a 3km, pelo menos descendo e subindo em uns 2 ou 3 diferentes – nós pegamos um taxi e vamos para outro bairro residencial, outro subterfugio – escolhendo então nossa casa em uma terceira área. Ao meu ver isso devia ser suficiente para nos livrar de qualquer possível perseguidor. – Agora, embora disfarcemos nos comportando como supostos barris, vamos estar vigilantes e tentando localizar possíveis perseguidores durante todo esse percurso, tanto dentro do ônibus, quanto no taxi. Não comentei isso antes por achar já estar subentendido. – Não devemos ter problemas com essa parte. Tanto Franchesca quanto obviamente eu, éramos competentes nos passando e lidando com o gado (o único inútil era o Lincoln), além disso, ambos podíamos recorrer aos poderes da percepção aumentada (auspícios).

((- A propósito... Descobri o que aconteceu com a área, que pedi pra vc me enviar a matéria,)) “Eu enviei logo depois”. ((...que a propósito, não tive como ler,...)) “Me fazendo pesquisar inutilmente então...” não que no fundo realmente seja uma informação útil... Só estava muito fudido na hora então pesquisar isso foi um grande esforço, pra ela falar depois que nem leu a porra da matéria. ((..Mas era um cainita tocando o terror nessa área da cidade, acho que um gangrel, ele tinha garras.)) “Garras...” – É deve mesmo ser um desses cachorros, quer caçador ou forasteiro. ((...Tombei com ele e dei o contato do Larassa pra ele se virar com ele. Não sei quem ele era, mas independente do que for, se ele encontrar o Larassa está por conta dele e risco, tanto se ele for da camarilla quanto um cara seguindo os mesmos caminhos do Lincoln)). – Merda é que pela sua descrição física anterior que esse cachorro vai dar, o Larassa vai ter a certeza “se é que já não tem” – que continuamos na cidade. O que torna ‘ficarmos na encolha’ ainda mais importante.

Por ultimo confiro a minha mochila e roupas, (vistoriando a existência de manchas de sangue até então não notadas). E coloco o corpo do playboyzinho e do ladrão, juntos (um por sobre o outro) em um canto mas escondido do galpão. De forma que estando nesse lugar abandonado eles provavelmente serão predados por carniceiros e entraram em decomposição avançada antes de serem encontrados pelas autoridades. (Caso aja algo que chame minha atenção nos corpos, por favor, mencione agora). Por fim, saindo do galpão com a pervertida.


Pertences de Marko: Roupas do “playboyzinho”, carteira (no banco dianteiro da calça com $1.480,00 dólares; 1 chave residencial) e mochila (terra romena).

[08:54, 31/5/2019] Bárbara: Saímos andando juntos como um casal ou mesmo dois amigos voltando juntos pra casa, indo ao terminal de ônibus mais próximo. No caminho percebemos sons de viatura e mesmo somos sobrevoados pelo helicóptero, que antes que possamos nos esconder acaba focando em nós. “Merda”. Uma voz saía no Mega Fone: - Parados onde estão!

Inicialmente no fundo fico nervoso, mas sabendo que minha aparência não é a do suspeito (até porque pesquisei a informação e fui atualizado depois por Franchesca), me acalmo rapidamente, fingindo a superfície ser só ‘uma pessoa de bem’ que estava voltando pra casa e parando assim que é solicitado pelo policial.

((Após alguns segundos, sem que nada fosse dito no mega fone, o foco da luz saía deles e então o helicóptero distanciava, indo embora...)) “Isso”. Sorrio por dentro, embora esse sorriso não chegue a aparecer na superfície, onde retorno a minha cara de paisagem habitual tão logo o helicóptero passe. – Vamos continuar. Falo para Franchesca, indo então até o ponto e continuando a executar o que fora planejado no galpão.
[09:05, 31/5/2019] Bárbara: Entro no ônibus me passando por barril e pagando tanto pela minha passagem quanto pela passagem da cainita que me acompanha (Franchesca). Indo então me sentar ao fundo do ônibus e observar tanto a paisagem no exterior do transporte (nossa localização atual e também possíveis perseguidores), quanto o interior da condução (observando as outras pessoas no vagão, em busca de pessoas suspeitas e que estejam encarrando a mim ou a Franchesca demasiadamente).

[09:07, 31/5/2019] Bárbara: Obs1. Caso Franchesca concorde com o Marko em se desfazer de seu celular, vindo a adquirir um novo posteriormente, o Tzimisce vai destruir o celular atual (Potência 3) e descarta-lo em uma lixeira qualquer pelo caminho, antes de embarcar no onibus.

[09:11, 31/5/2019] Bárbara: Obs2. O Marko assim como a Franchesca, sabe o endereço e senha da nuvem usada para armazenar as fotos da aparência anterior de ambos, assim como também a aparência do ladrãozinho. Mesmo tendo falado para Franchesca que caso 'de merda' e eles acabem se separando podem usar esse armazenamento na nuvem como uma forma indireta de comunicação (e-mail) e marcarem um local de reencontro.


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Mensagem por Rian em Ter Jul 02, 2019 8:13 pm

Narrado pelo whatsapp


Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Assim que Boris saía, Vanessa chegava indagando. Senhor, não temos os carros. Os rapazes estão esperando suas ordens....
Se por um lado ex militares eram bons em executar ordens , por outro eles esperavam por elas antes de agir.
Quem fornecerá os carros? Indagava a sacerdote


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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

Quantos carros temos agora? Apenas os 2 que vcs usaram mais cedo? Ou vcs os dispensaram?

Bem, não importa vamos precisar de 5 no total. Podemos obte-los do Gado com facilidade. Boris sabe fazer ligação direta e pode nos providenciar carros estacionados. Melhor ainda. Sebastian pode usar os dons do sangue (dominação 2) pra convencer qualquer motorista parado em um semaforo a pular para o banco do passageiro e ficar parado. Seria até bom para reabastecermos as reservas antes do ataque com os motoristas.

Caso eles dois nao sejam suficientes eu mesmo posso usar os dons do sangue para ajudar nisso.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Os vampiros haviam dispensado os carros roubados. Foi necessário fazer novos roubos. Mas a noite estava de findando. Na noite seguinte o bando saía para subtrair os 5 carros. Uma tarefa nada difícil de ser executada por vampiros. Antes da meia noite eles já estavam com os cinco carros em mãos. E agora?

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

Caso eles tivessem pego um petisco Troy tomaria 1pds de algum irmão e mandaria ele se resrabelecer por completo com o barril. Depois o Ventrue iria de carona com alguem (acho que o Boris, que eh o mais próximo dele), desceria a algumas quadras e se posicionaria em frente ao prédio esperando a troca de porteiros. Os demais membros do Bando deveriam ficar a uma curta distância aguardando contato de Troy.

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

[19:17, 29/5/2019] Ignus: Para neutralizar o alvo Troy lhe aplica um mata leão e o mata sufocado.

Ele revista, pega qualquer coisa util, e despe o porteiro morto e deixa as roupas dele ali à mão (atras do balcão por exemplo) para o caso de ser preciso usar um disfarce mais tarde. O cadaver em si ele despacha para o S2 via elevador após interfonar para a equipe de la avisando que ia mandar um “pacote para ocultação”.

Depois de aprender tudo que queria do segundo porteiro e pegar qualquer chave que ele possuísse ele o manda para o S1, orientado Boris a colocar o uniforme que ele tinha mandado.

O próximo passo de Troy era tentar descobrir qual o ap. da Ventrue discretamente. Sua suspeita natural recai no apartamento da cobertura, que eh mais fácil de defender, mas ele quer tentar confirmar sua suspeita antes de adotar uma ação mais direta. Ele procura pela caixa de correioa do predio para ver a correspondência enviada.

Troy procura por algo com o nome do alvo ou que de alguma forma o remeta de algum jeito a Camarilla ou aos Ventrue.
[19:18, 29/5/2019] Ignus: O início da pesquisa será a partir da caixa dos andares mais altos.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Troy checava as caixas de correio começando pelo último andar, o mais suspeito. O fato é que ele não encontrava nada ligado ao nome de Arthea. Ou ele não estava procurando direito ou não havia registros do nome da vampira nas caixas de correio. Nada de suspeito aparecia, nem em relação a vampira nem em relação a vampiros de modo geral. E agora?

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

A primeira e mais sutil das abordagens falhara. Estava dentro do esperado, então Troy não se deixa abalar. Além do mais olhar as caixas de correio permitia ao cainita verificar quantos apartamentos existiam ao todos (quantos são?).

O próximo passo seria ainda sutil, mas um pouco mais direto. Troy coloca o uniforme e ofusca-se para obter a aparencia e a voz do porteiro e de quem obteve respostas mais cedo e telefona para a cobertura. Se não ficasse idêntico não tinha problema, mas era melhor do que nada.

-Portaria, boa noite. Desculpe pelo incômodo a essa hora, mas um entregador acabou de deixar um pacote para a Sra. Aretha aqui e pediu para que ela fosse avisada imediatamente. Ele foi muito insistente quanto a isso...

(Eu consigo ver videos do circuito de segurança? Especialmente a câmera do elevador está acessível para mim?)

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Ignus rolls 8 dice to ofuscação 3 (Diff 7) 9,2,7,4,8, 6,4,7 [4 successes

Da sala da portaria, onde estava, Troy tinha acesso a todas as câmeras. Elas estavam posicionadas nos espaços públicos do prédio, inclusive o hall principal onde ficava a entrada dos elevadores. Sabendo agora que no prédio havia 26 andares o vampiro simulava sua aparência assumindo a identidade do porteiro. O vampiro conseguia assimilar todas as características do mortal e então ligava para a cobertura.

Uma mulher atendia. Ela parecia um pouco confusa e pedia um minuto. Em seguida ela voltava: - Não existe essa pessoa aqui. E desligava o telefone.

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Troy aguarda por alguns segundos para ver se alguém iria descer pelo elevador a despeito da negativa feita por telefone. Caso ninguém apareça em cerca de 2 minutos ele irá repetir a manobra com um apartamento do penúltimo andar.

(São quantos apartamentos por andar?)

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62
Os seis últimos andares eram 1 apartamento por andar. O restante eram 2. O vampiro repetia a manobra no apartamento de baixo. Desta vez, o homem que atendia informava: - Não tem essa pessoa aqui. Como os rapazes de Troy haviam travado o elevador, ninguém descia. Assim que ele desligava o interfone, ele tocava novamente. Era um morador reclamando que o elevador não estava funcionando.

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

-Boa noite, Sr. Realmente estamos com um probleminha operacional. Somente um dos elevadores está funcionando. Eu já entrei em contato com a assistência técnica e devem mandar um técnico pela manhã.

De toda forma, temos um elevador funcionando. Se ele está demorando deve ser porque alguém está carregando compras ou algo assim. Vou verificar o que aconteceu e o elevador já deve chegar aí.

(Quantos elevadores tem? Se tds estiverem bloqueados quero mandar minha equipe deixar um livre, como havia planejado).

Quando vir que o elevador passou do terreo vou ver em qie andar ele para e assim que começar a descer vou chamar o elevador para que ele pare no terreo.

Parando no terreo vou usar os dons do sangue (presenca 3 dominacao 2) para perguntar se ele conhece o alvo, se sabe onde ela mora e se ele proprio mora sozinho ou com mais alguém.

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Rian:
O edifício tinha 4 elevadores. O vampiro aguardava o alvo no térreo. Ele aguarda de frente à porta e quando esta se abre Troy interroga o mortal usando os dons do sangue. A vítima informava que morava com sua família, outro homem, que era seu marido e uma criança adotada. Ele informava que tinha visto apenas uma vez, na garagem, mas nunca havia conversado com ela.
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Ignus: Pelo menos esse sujeito ja havia visto a mulher. Troy pergunta se na ocasião ela estava acompanhada de alguém ou entrando/saindo de algum carro em particular.

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Rian: Ele contava que ela estava acompanhada de outros homens, cerca de 4. estavam entrando num carro quando ele chegava pra estacionar
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Ignus: Quatro carnicais? Faria sentido um Ventrue importante ter um número como esse.
Troy pergunta se ele ja sabe onde algum desses 4 mora ou pelo menos o nome deles. Ele pergunta tb qual o modelo e cor do carro.
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Ignus:
Antes de encerrar com o sujeito Troy pergunta para ele qual era seu apartamento e se ele conhecia ao menos seu vizinho de porta bem para eliminar o andar dele da lista de “prováveis”.

A seguir ele o envia para encontrar seu destino no 1S com Mike e Boris, orientado-o a nao fazer barulho. Assim que ele desce ele interfona para a equipe do S2 perguntando se eles havia algum Taurus preto estacionado ali. Caso houvesse eles deveriam verificar se havia crachá indicando algum apartamento ou se a vaga era numerada.

Depois Troy espera mais 2 minutos para dar tempo para a equipe do S1 esconder o corpo e interfona para ele com a mesma pergunta.

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Rian:

[13:12, 30/5/2019] Wel: O Cainita tentava retirar mais informações do barril. Mas não encontrava nada frutífero, uma vez que ele era do 16º e informava que conhecia o vizinho mas não se tratava daquela mulher. A seguir o sangue-azul o despachava para que ele pudesse ter sua prestação de contas. Aqui na terra seus dias estariam terminados.

Enquanto isso a equipe do S2 checava a garagem. O interfone tocava. Era a equipe dando o retorno da missão. - Senhor, tem 2 Taurus preto, aparentemente blindados.
[13:13, 30/5/2019] Wel: Vanessa fazia silêncio e em seguida complementava a informação: - Senhor... os taurus ocupam a vaga do 26º andar, a cobertura. Ela aguardava as novas ordens na linha.

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Ignus:

Carros blindados. E estacionados na cobertura.

Aquilo fazia sentido. Blindagem seria de todo desejável para um figurao da Camarilla se desocar. E a cobertura era o lugar mais fácil de defender.

Tanto que fora o primeiro palpite de Troy, que redundara naquela ligação feita mais cedo.

Claro que negaram conhecer alguem com aquele nome, contido a negativa quando ele interfonou mais cedo poderia ser simplesmente falsa. E poderia apenas ter despertado a atenção do alvo sobre algo estar errado.

De toda sorte, era melhor ter mais elementos de convicção antes de atacar o lugar.

Troy manda Boris ir ao S2 e abrir com suas garras o capo daqueles carros e retirar as baterias com o intuito de desativar alarmes anti-furto. A seguir ele deveria usar as garras para providenciar a abertura das portas.

A equipe do S2 deveria entao revistar o veículo atrás de algo suspeito (armas, estacas, etc) e se reportar ao Ductus.

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

Finalmente a confirmação. Era hora de agir.

O Ventrue pede que as duas equipes subam até o terreo.

Troy pede para que 1 galao de gasolina seja deixado em cada garagem e o resto seja trazido para cima.

Ele troca de roupa com Mike e deixa ele encarregado de ficar na portaria vestido de porteiro, de olho nas câmeras. Se alguém tentar entrar ou sair do predio ele deve matar e esconder o corpo ali por perto, sem beber dele.

Pede para Boris se trocar tb para colocar sua roupa reforçada de volta assim como ele. O Ductus queria a equipe toda o mais protegida possível e nao havia mais necessidade do disfarce nessa fase final.

A parte final do plano agora seria bem direta.

Troy, Vanessa, Boris e Sebastian subiriam de elevador ate o 24o andar e entao o mandariam para o terreo. Eles entao pegariam a escada, onde deixariam os galoes de gasolina no 24 andar.

A seguir eles vao subir ate o 26o andar e queimar vitae ate o limite do que podem manter por um bom tempo (6) em vigor e destreza.

Irao entao sair da escada para o andar e Troy irá cobrir o grupo com Ofuscação ate se posicionarem em frente a porta do apartamento.

Os membros que tem rapidez e forem entrar devem entao se preparar para usa-la. Boris deve dar um golpe com as garras ao redor de onde deve estar a trava e se afastar para Troy entao arromba-la dando uma ombrada (manobra encontrao).

Se houver apenas uma porta todos vao entrar atras do Ductus. A ordem eh matar qualquer um que eles encontrarem o mais rápido possível.

Caso haja mais de uma porta no corredor apenas Troy e Sebastian vão entrar para que Vanessa e Boris fiquem de guarda no corredor evitando uma possível fuga. Eles devem esperar ofuscados nesse caso.

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Alex Troy; Pds 13/15; FdV 10/10; Vit.: Ok
destreza +1
vigor +1

Alex Troy subia ao 24º andar juntamente com Vanessa, Juan e Sebastian. Mike ficava na portaria conforme o combinado. No 24º andar o bando deixava o combustível e queimava sua vitae ao tornando-se mais rápidos e mais vigorosos. Com o manto das sombras o ductus conduz seu bando até o26º andar. A escada dava em um enorme e largo corredor. Tudo ali era requintado, do bom e do melhor. Um apartamento como aquele deveria custar não menos que 1 milhão de dólares. Havia uma única porta. Ela era uma porta dupla, grande. Bóris tomava a frente e suas garras dilaceravam a tranca. Era uma porta comum e não sofreu nenhuma resistência quando o Ventrue jogou seu corpo contra ela. Os pedaços da madeira caíram no chão. Eles estavam em um corredor de aparoximadamente 20m de comprimento e 1,5 de largura com um tapete vermelho no chão. Havia alguns quadros na parede. Ao final do corredor, outra porta, esta por sua vez era uma porta menor, simples. Mas não havia maçaneta ou tranca nela. Pelo menos, não daquele lado....

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Frias Noites em Denver - Página 3 717-47

Não havia tempo para hesitação. Quem quer que estivesse do lado de dentro a essa altura já estaria ciente do ataque.

Pensando nisso Troy avançar para a próxima porta dando-lhe outra ombrada. Idealmente ele lançaria a porta voando cômodo adentro ou no mínimo avancaria com ela colada ao corpo.

1pds para rapidez no proximo turno

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Alex Troy; Pds 13/15; FdV 10/10; Vit.: Ok
destreza +1
vigor +1


Assim que Troy e seus homens entram no apartamento uma porta de metal surge descendo do teto até o chão no lugar da primeira porta que eles haviam acabado de arrombar selando completamente a entrada. Estavam agora presos dentro do pequeno corredor. E aquela porta não parecia ser uma porta frágil como a outra. As luzes se apagavam e os vampiros ficavam no completo breu. Não era possível ver nem um palmo à frente. Alex escutava gás exalando, sua pele sentia a pressão de jatos de gás vindos de diversas posições daquele corredor, provavelmente pequenos orifícios colocados em vários pontos.

Logo o odor de uma substância gasosa e, provavelmente inflamável, inundava seu olfato. Parecia ser propano ou butano. Rapidamente o Ventrue jogava seu corpo com toda força e velocidade contra a porta a frente. Impressionante a sua força. Mas a porta era uma porta simples apenas na aparência. Ela deformava tomando o contorno do corpo do vampiro em diversos amassados mas conseguia conter a potência sobrenatural do vampiro. Uma preocupação tomava conta dos corações mortos dos companheiros do sangue azul.

Mas aquela porta não seguraria o vampiro. Pelo menos não o Ventrue. Em um segundo movimento ele conseguia passar arremessando a porta longe com o seu corpo. No mesmo instante em que isto acontecia diversas faíscas eram disparadas por um sistema elétrico dentro do corredor. E então os jatos de gás se transformavam em jatos de fogo transformando o corredor em um inferno ardente.

Como Troy estava na frente, ele conseguia sair sem se queimar. Já seus companheiros não tiveram a mesma sorte. Quanto mais atrás, mais tempo para sair e portando mais queimaduras. Vanessa, Sebastian e Boris gritavam em dor e desespero. Boris que era o último era quem mais se queimava e empurrava os demais para saírem da frente, em pânico. Sebastian e Vanessa tinham pequenos ferimentos. Mas Boris havia se queimado mais e em diversos pontos de seu corpo a pele estava queimada.

Provavelmente qualquer outro vampiro da Camarilla teria entrado em frenesi ali mesmo. Mas a coragem daqueles ex militares era notável. Mesmo após sentir o fogo ameaçar por um fim às suas não vidas, eles mantinham o controle que a operação precisava. Sabiam que ceder ao medo vermelho seria um fracasso frente ao seu ductus, o ancilae que eles tanto admiravam e tinham-no por exemplo de liderança a ser seguida.

Contudo, mesmo não tendo sido afetado pela dor do fogo, a mera visão daquelas chamas naquele ambiente escuro alimentavam um terror sem fim na Besta que estava no coração de Troy ao ponto de ele chegar ao limiar do descontrole de suas ações. Troy precisaria desprender uma vontade imensa, agarrada firmemente a algum propósito para impedir que a Besta o levasse em pânico para qualquer lugar mais longe possível dali.

OFF: Troy não obteve nenhum sucesso no teste de coragem. Você pode gastar 1FV para manter o controle de suas ações no próximo turno. Para superar completamente o medo vermelho é necessário acumular 5 sucessos no teste de coragem.

Troy rolls 4 dice to coragem 3,2,1,10 [failure]
boris rolls 4 dice to coragem (Diff 7) 10,5,10,3 [2 successes]
Vanessa rolls 3 dice to coragem (Diff 7) 9,5,8 [2 successes]
Sebastian rolls 4 dice to coragem (Diff 7) 4,3,8,3 [1 success]
--
Sebastian: Escoriado (X) (-1)
Vanessa: Machucado (X) (-1)
Boris: Ferido(X) (-1)

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Mensagem por Rian em Ter Jul 09, 2019 12:15 pm

Rebelk - Narrado pelo whatsapp


Frias Noites em Denver - Página 3 2828-3

Ao visualizar o local onde o mortal estava, o cainita observa tudo a sua volta e principalmente o helicóptero. Tem que calcular tudo muito bem e então agir. Assim que percebe que vai ter tempo suficiente vai em direção ao homem já com a arma da direção da cabeça caminhando o mais furtivamente possível afim chegar encostar a arma na nuca dele. Caso ele perceba o cainita, ele antecede sua fala:

- Não mexa um músculo calado. Responda mexendo a cabeça com sim ou não. Entendeu?

Aguarda a resposta é segue:

- Você está sozinho?

Caso afirmativo.

- Para dentro!

Caso negativo.

- Tem mais de 2 pessoas com você?

Caso afirmativo.

- Agora responda baixo como eu estou falando, quem são e onde estão?

Off: Caso as garras atrapalhem logo antes de abordar o homem recolhe para ter mais precisão e destreza com a arma.

Off2: espero para saber se tem gente na casa se não tiver espero a descrição de dentro da casa...

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

[18:45, 30/5/2019] Wel: Ao chegar mais próximo Franklin percebia que não era bem uma casa, mas sim um depósito de sucata, certamente um local de trabalho daquele sujeito grande. Ele dizia:
Ei, calma... Eu estou sozinho. Vejo que precisa de ajuda... o que você quer? Dizia ele enquanto caminhava para dentro.
- Vem... acenava com a mão direita chamando o cainita. - Eu tenho uma roupa reserva aqui, posso te emprestar ela...
[18:48, 30/5/2019] Wel: O interior era bem simples, tinha um monte de objetos e sucatas eletrônicas velhas. Era na verdade um conteiner adaptado para uma moradia. A entrada era uma sala apertada, com uma poltrona, uma TV e mais ao fundo um banho, uma cama e umas roupas. Ele ficava próximo à poltrona e dizia: - Minha casa é simples, mas pelo menos não pago imposto para o caralho do governo. Tem uma roupa limpa lá no fundo. Pode se trocar no banheiro se quiser.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2828-3

Franklin acompanha o mortal até o interior da "casa" interessado na muda de roupa. Observando o lugar sem mudar sua expressão que era um misto de cautela e atenção. Quando o mortal termina de falar o cainita apenas diz:

- Não é necessário. Vou me trocar aqui mesmo! Pode trazer as roupas que eu vou me vestir aqui mesmo.

Sem deixá-lo sair do seu campo de visão Franklin aguarda as roupas e as coloca ali mesmo. Quando termina de se vestir olha novamente para o mortal e pergunta:

- Tem um telefone ou celular?

Logo após a resposta faz outra pergunta:

- Você tem uma navalha ou canivete?

De qualquer forma o cainita usa a navalha ou faca para cortar os cabelos deixando bem curtos mais não careca.
Caso tenha telefone ou celular:

- Preciso fazer uma ligação.

Vai ligar para o número de telefone que pegou com o outro Cainita.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62
O mortal buscava às roupas para o vampiro. Elas ficavam um pouco largas porque o homem era mais gordo. Mas serviam assim mesmo. Ele tirava um celular do bolso e dizia: - tem uma navelha e um espelho no banheiro.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2828-3

Pega o celular olha pra o mortal e diz:

- Pega-a pra mim!

Enquanto o mortal vai para o banheiro o cainita acompanha com os olhos e começa a discar o número.

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Rian:
A linha chamava o outro número. A ligação era atendida, no entanto ninguém dizia nada, embora a chamada estivesse correndo...

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Frias Noites em Denver - Página 3 2828-3


Assim que a chamada é completada o cainita aproveitando que o mortal está mais afastado diz o código antes mesmo de dizer Boa noite:

- "Código"

Aguarda alngus segundos e diz:

- Boa noite! Estou chegando agora na cidade vindo de Liverpool. Estava vindo com meus irmãos para ajudar más devido a alguns imprevistos estou sozinho agora.

Espera mais alguns segundos e diz mesmo se o mortal já estiver perto:

- Só preciso de um local e amanhã estarei lá.

Aguarda a resposta e se não houver mais perguntas desliga e apaga a chamada do celular. Pegando a navalha para cortar seu cabelo, jogando o que sobrou no vaso e dando a descarga.

... Quanto menos rastros melhor...

Seu instinto de caçador estava a mil, geralmente o cainita é que era o caçador desta vez era o caçado.

Off: vou parar por aki pois preciso saber da ligação se vou ter mais informações.

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Rian: áudio

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Rebelk:

Assim que escuta o cliquei pensa.

... Maldição... e eu até pensei em deixar o filha da puta vivo...

Usa o dom de Caim para fazer suas Garras mortais aparecerem novamente em suas mãos e segue em direção da porta usando-as na altura da tranca. E vai atrás do mortal.

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Frias Noites em Denver - Página 3 2305-62

Franklin Oswald Walker; PdS.: 7/10; FdV: 7/7; Vit. ok
garras: força +1

O vampiro mal esperava suas garras crescerem para estripar aquele porco traiçoeiro. Enquanto elas rasgavam a pele causando uma sensação de ardor, o Gangrel escutava a Ford antiga dando partida. O cainita mal esperava as garras ficarem prontas e cortava a porta de metal leve como se fosse papel sendo cortado por estilete. As garras partiam a tranca. Franklin dava um ponta-pé na porta que voava para fora. A caminhonete havia arrancado e saía com a carroceria ainda aberta derramando sucata de equipamentos de informática pelo caminho...

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Frias Noites em Denver - Página 3 2828-3

Franklin guarda muito bem o número daquela placa, ia acertar as contas com aquele velho nojento depois, não havia cabimento correr atrás da camionete.

- MALDITO!

Volta agora para o container e procura por algo de útil, um mochila, isqueiro e algumas ferramentas se houver, também algum material inflamável. Abre o registro do gás faz um coquetel molotov pega a navalha e vai para fora ficando a uns 10 metrôs de distância ascende e atira o artefato explosivo dentro da porta destruída da frente do container. Assim que o lugar começa a pegar fogo corre o mais longe dali possível, pois bem sabe que outra explosão vai atrair mais policiais para lá. Depois de correr bem uns 20 minutos pega o celular e liga chama um táxi.

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