O Retrato de Caim (Crônica Oficial)
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Re: O Retrato de Caim (Crônica Oficial)
Quando se vê livre do embate o assamita aproxima-se do branquelo ansiando pelo seu prêmio, ele crava suas presas e o mundo a sua volta começa a escurecer, nunca havia experimentado algo tão delicioso, seu corpo se fortalecia, sua mente aos poucos começava a vagar para fora daquele quarto e ele nada via, apenas sorvia.....por um momento ele não tinha mais conciência de quem era, ou oque fazia ali, apenas bebia, e bebia, tudo era prazer.
"SANGUE!!! MAIS!!MAIS!!"
Suas entranhas imploravam por mais, mas o sangue havia acabado e ele podia sentir a essência lutando desesperadamente para permanecer no corpo, fazendo com que parte dos pensamentos do assamita voltassem e ele continuou sugando....sugando...até que a última centelha de vida abandonou o dono e passou para o seu, ele tremia, tinha espasmos involuntários, uma permanente sensação de êxtase, tinha vontade de se deixar levar por aquela essência, aquela sensação de poder, extravassar, se entregar. Apenas perto de quebrar a última barreira de sua mente e tornar-se a própria besta foi que a conciência do assamita imprimiu certo senso de urgência no diablerista, ele não sabia porque mas tinha pressa de terminar o intuito e voltar a raciocinar.
Levantando-se com os pensamentos ainda embaralhados o assamita se lembra de sua urgência e ao mesmo tempo que se lembra foi como se recebesse um soco no estômago:
"O índio! sangue! mais!"
Porém enquanto caminha em direção a sua próxima vítima percebe o animal e o homem que o acompanhava.
"MALDITO!! Essa era a MINHA presa!! MEU sangue! Você vai pagar pelo sangue roubado com o seu próprio "
A mente do assamita era puro ódio, não chegou nem a reparar que estava a sós no quarto, não tinha idéia de quem era aquele sujeito, apenas sabia que perdera duas vítimas na mesma noite, e após tanto planejamento aquilo o frustrara muito, mas acima de tudo não podia conter sua vontade de sangue e não importava se seria o do indio ou o do recem chegado, apenas queria mais. Seu corpo estava pulsando pura energia, ele se sentia pronto para enfrentar um exército! que venha o inimigo! Já preparava-se para atacar quando ouve uma voz pelo headset
- Esse é o Sr. Lins. Eu e Sophia já estamos do lado de fora. Saia pela janela.
Apesar de não considerar a possibilidade de abandonar o local sem ter sua sede saciada a voz o desconcentrou um pouco e o trouxe um pouco mais à realidade.
Então a fumaça começou a encher o quarto e a ordem de Cassandro ecoava clara no headset:
- Nem pense em ficar. Esse homem é forte demais.
Foi oque precisava para o assamita voltar a si. Teria que experimentar sua nova força uma outra noite. Apesar de gostar de se colocar em risco ele não era burro, sabia pesar seus inimigos e ter humildade de se retirar quando necessário. Havia tido a ajuda de Cassandro para derrubar os subordinados daquele homem, como esperava derrota-lo e a seu bichinho de estimação sozinho sem ao menos um plano?
Não, aquele desejo quase suicida de atacar não partia dele e sim da vontade de sangue, o sangue era apenas um benefício e não o objetivo principal, percebeu que havia se desviado do contrato e não poderia mais contrariar Cassandro.O assamita sentiu que teria que lidar com aquela vontade hipnótica pelo vitae dali em diante e não seria uma batalha fácil.
Voltando-se em direção a janela ele ainda agarra a arma que estava presa as costas do branquelo que no momento não era mais do que cinzas. Ao mesmo tempo que cruza a janela e o ar da noite bate em seu rosto ele se sente no controle de sua mente novamente.
Alguns instantes depois de encontrar com seu cliente e Sophia, Cassandro os deixa a sós para atender uma ligação e antes mesmo de ouvir um sermão do assassino sobre os perigos de uma ligação:
- É confiável, não posso deixar de atender.
Quando se vê sozinho com Sophia, Kiah cortando o pulso e oferecendo o sangue à Sophia:
-Beba Criança. Apesar de relutante ela bebe
-Agora concentre-se em estar bem fisicamente. Mesmo estranhando e ainda tentando entender oque seu amado queria dizer Sophia se sentia compelida a obedecer cada ordem e viu espantada os ferimentos de seu corpo se fechar
-Temos muito oque conversar no caminho de volta, tenho que lhe ensinar sobre o mundo do qual você faz parte agora. Você vem comigo de volta para os E.U.A, mas sinta-se a vontade para visitar seus pais antes e diga que irá continuar seus estudos por lá.
Instantes depois diante da recusa de Cassando à sua proposta devido a falta de tempo o Assamita conforma-se com relativa facilidade. Havia conseguido dinheiro, novas armas para suas missões, contatos, uma lacaia fiel e um novo desconhecido poder que pulsava fresco em suas veias. Quem sabe sua mestra agora esteja mais propensa a inicia-lo na trilha dela? Se tivessem que ir a Alamut ele se certificaria, na volta, de passar no Egito e cobrar o favor de Cassandro. Por hora considerava-se feliz com a escolha que fizera noites atrás diante de dois bilhetes de contrato, gostaria que todas suas missões fossem assim, um sucesso.
"SANGUE!!! MAIS!!MAIS!!"
Suas entranhas imploravam por mais, mas o sangue havia acabado e ele podia sentir a essência lutando desesperadamente para permanecer no corpo, fazendo com que parte dos pensamentos do assamita voltassem e ele continuou sugando....sugando...até que a última centelha de vida abandonou o dono e passou para o seu, ele tremia, tinha espasmos involuntários, uma permanente sensação de êxtase, tinha vontade de se deixar levar por aquela essência, aquela sensação de poder, extravassar, se entregar. Apenas perto de quebrar a última barreira de sua mente e tornar-se a própria besta foi que a conciência do assamita imprimiu certo senso de urgência no diablerista, ele não sabia porque mas tinha pressa de terminar o intuito e voltar a raciocinar.
Levantando-se com os pensamentos ainda embaralhados o assamita se lembra de sua urgência e ao mesmo tempo que se lembra foi como se recebesse um soco no estômago:
"O índio! sangue! mais!"
Porém enquanto caminha em direção a sua próxima vítima percebe o animal e o homem que o acompanhava.
"MALDITO!! Essa era a MINHA presa!! MEU sangue! Você vai pagar pelo sangue roubado com o seu próprio "
A mente do assamita era puro ódio, não chegou nem a reparar que estava a sós no quarto, não tinha idéia de quem era aquele sujeito, apenas sabia que perdera duas vítimas na mesma noite, e após tanto planejamento aquilo o frustrara muito, mas acima de tudo não podia conter sua vontade de sangue e não importava se seria o do indio ou o do recem chegado, apenas queria mais. Seu corpo estava pulsando pura energia, ele se sentia pronto para enfrentar um exército! que venha o inimigo! Já preparava-se para atacar quando ouve uma voz pelo headset
- Esse é o Sr. Lins. Eu e Sophia já estamos do lado de fora. Saia pela janela.
Apesar de não considerar a possibilidade de abandonar o local sem ter sua sede saciada a voz o desconcentrou um pouco e o trouxe um pouco mais à realidade.
Então a fumaça começou a encher o quarto e a ordem de Cassandro ecoava clara no headset:
- Nem pense em ficar. Esse homem é forte demais.
Foi oque precisava para o assamita voltar a si. Teria que experimentar sua nova força uma outra noite. Apesar de gostar de se colocar em risco ele não era burro, sabia pesar seus inimigos e ter humildade de se retirar quando necessário. Havia tido a ajuda de Cassandro para derrubar os subordinados daquele homem, como esperava derrota-lo e a seu bichinho de estimação sozinho sem ao menos um plano?
Não, aquele desejo quase suicida de atacar não partia dele e sim da vontade de sangue, o sangue era apenas um benefício e não o objetivo principal, percebeu que havia se desviado do contrato e não poderia mais contrariar Cassandro.O assamita sentiu que teria que lidar com aquela vontade hipnótica pelo vitae dali em diante e não seria uma batalha fácil.
Voltando-se em direção a janela ele ainda agarra a arma que estava presa as costas do branquelo que no momento não era mais do que cinzas. Ao mesmo tempo que cruza a janela e o ar da noite bate em seu rosto ele se sente no controle de sua mente novamente.
Alguns instantes depois de encontrar com seu cliente e Sophia, Cassandro os deixa a sós para atender uma ligação e antes mesmo de ouvir um sermão do assassino sobre os perigos de uma ligação:
- É confiável, não posso deixar de atender.
Quando se vê sozinho com Sophia, Kiah cortando o pulso e oferecendo o sangue à Sophia:
-Beba Criança. Apesar de relutante ela bebe
-Agora concentre-se em estar bem fisicamente. Mesmo estranhando e ainda tentando entender oque seu amado queria dizer Sophia se sentia compelida a obedecer cada ordem e viu espantada os ferimentos de seu corpo se fechar
-Temos muito oque conversar no caminho de volta, tenho que lhe ensinar sobre o mundo do qual você faz parte agora. Você vem comigo de volta para os E.U.A, mas sinta-se a vontade para visitar seus pais antes e diga que irá continuar seus estudos por lá.
Instantes depois diante da recusa de Cassando à sua proposta devido a falta de tempo o Assamita conforma-se com relativa facilidade. Havia conseguido dinheiro, novas armas para suas missões, contatos, uma lacaia fiel e um novo desconhecido poder que pulsava fresco em suas veias. Quem sabe sua mestra agora esteja mais propensa a inicia-lo na trilha dela? Se tivessem que ir a Alamut ele se certificaria, na volta, de passar no Egito e cobrar o favor de Cassandro. Por hora considerava-se feliz com a escolha que fizera noites atrás diante de dois bilhetes de contrato, gostaria que todas suas missões fossem assim, um sucesso.
Kiah- Data de inscrição : 18/03/2011
Re: O Retrato de Caim (Crônica Oficial)
A garota saia de sua transformação parecendo uma empresária de sucesso. Com cabelos longos (criados por apliques), negros e cacheados, unhas bem feitas, sem qualquer piercing visivel. Um belo terninho de risca giz, com uma camisa social branca, seu colar bem visivel fazendo parecer que aquelas crianças são seus filhos e um anel dourado mostrando possivelmente casada. Sua maquiagem era totalmente diferente do que estava acostumada a usar seus olhos tinham tons que variavam do creme até um marrom chocolate e sua boca era um tom de nude, ao contrário dos olhos totalmente escuros e lábios contrastantes que estava acostumada a usar.Aproveitando que estava com uma profissional fazendo a maquiagem pediu para ela caprichar na parte de contornos e em um ar de "saudável", assim um desavisado acreditaria apenas que ela é uma humana que não pega muito sol, mas ainda assim humana.Qualquer pessoa que a visse diria que é uma mãe de familia indo trabalhar em algum outro país, provavelmente enfrentando reuniões muito chatas. Saindo da loja olhou para o relogio para saber quanto tempo demoraria para Clarisse Cooper chegar.
- Obrigada por tudo, saia vivo disso.
Deu um aceno para o homem que estava saindo de cena. E saiu no sentido contrario por onde a Sra. Cooper caminhava. Foi até uma revistaria próxima e procurou 1 dicionário em espanhol. Apesar de conhecer fluentemente aquela lingua era bom tem um por perto, afinal ela era uma turista no outro país.
"Eu vou dar 1 olhadinha se eu ver que a situação fica muito preta eu vazo... Se ficar passável eu viajo de qualquer jeito.Afinal, a Sra Cooper não vai deixar isso barato e o sabá vai continuar na minha cola. Lembre-se eles tem o tempo que quiserem pra me eliminar e isso vale a pena. Quero saber pelo menos no que exatamente eu tropecei antes de morrer."
Deu uma enrrolada olhando o que tinha naquela revistaria, quem sabe alguma coisa pra se ler durante a viagem? Olhou novamente para o relogio e quando deu aproximadamente 20 min após a chegada de Clarisse voltou a entrar no aeroporto. Procurou um lugar afastado dos olhos dos menos atentos, mas que ao mesmo tempo desse para ver a dupla.
Assim que teve certeza que ninguém a observava usou ofuscação (nível 1) para ficar ainda mais invisível. E ficou observando até ter alguma movimentação de alguém no local.
- Obrigada por tudo, saia vivo disso.
Deu um aceno para o homem que estava saindo de cena. E saiu no sentido contrario por onde a Sra. Cooper caminhava. Foi até uma revistaria próxima e procurou 1 dicionário em espanhol. Apesar de conhecer fluentemente aquela lingua era bom tem um por perto, afinal ela era uma turista no outro país.
"Eu vou dar 1 olhadinha se eu ver que a situação fica muito preta eu vazo... Se ficar passável eu viajo de qualquer jeito.Afinal, a Sra Cooper não vai deixar isso barato e o sabá vai continuar na minha cola. Lembre-se eles tem o tempo que quiserem pra me eliminar e isso vale a pena. Quero saber pelo menos no que exatamente eu tropecei antes de morrer."
Deu uma enrrolada olhando o que tinha naquela revistaria, quem sabe alguma coisa pra se ler durante a viagem? Olhou novamente para o relogio e quando deu aproximadamente 20 min após a chegada de Clarisse voltou a entrar no aeroporto. Procurou um lugar afastado dos olhos dos menos atentos, mas que ao mesmo tempo desse para ver a dupla.
Assim que teve certeza que ninguém a observava usou ofuscação (nível 1) para ficar ainda mais invisível. E ficou observando até ter alguma movimentação de alguém no local.
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