Miami By Night

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Mensagem por Melisa em Qua Jan 09, 2019 2:07 am

- Ora, então finalmente o Sabbat resolveu revidar depois de tantos anos lambendo as feridas. Não me leve a mal, criança, mas há quanto tempo você foi abraçada?

Caramba! Eu não esperava ouvir algo assim... Essa gente antiga não tem um pingo de respeito pelos neófitos... Não, calma não sou só uma neófita...Sou membro de uma seita... A seita da liberdade! Serei educada com essa velha até onde eu quiser. Preciso dela. (pensou Melissa).
Mas Melissa responde a Tia Poulet dizendo:
- O Sabbat espera o momento oportuno  para agir...Quanto tempo você se esconde nesta casa?

Logo Melissa vê a velha trazendo um galo de cor negra, amarrado... Melissa não faz ideia do que ela prepara ali. Só sente por um momento que foi em vão sua procura pela velha, pois  Tia Poulet pareceu tão despreocupada com a seita.
Tia Poulet ainda diz:
- Bem, eu esperava que quando a Espada de Caim resolvesse agir, iriam mandar um reforço um pouco maior do que uma mera neófita, sem ofensa. Existe mais alguém nessa cruzada ou apenas nós duas?
Melissa novamente sentindo-se insultada respira e continua respondendo educadamente pelo fato da velha ser antiga e rezingona.
- Não me considero reforço... Mas acredito que sou parte importante dessa estratégia de retomada dos territórios de nossa seita. Com certeza sei da minha condição de neófita e dentre muitos e muitas neófitas fui escolhida para encontra-la.  Ops! Eu deveria ter trazido mais alguém comigo?! Sem ofensa...  Tudo que sei é que você é famosa por suas estratégias, é suficiente... E mais... abraços em massa podem ser realizados, meus contatos, cobro favores dos q me devem... Essa é a hora, Tia Poulet!
Melissa vendo a velha fazer o sangue do galo escorrer logo pensou que era um ritual de macumba... só que diferente, sei la... (sem ofensa).
- Hunf, como sempre o Sabbat deixando tudo nas minhas costas. Mandam apenas uma neófita e dizem que com isso estão fornecendo toda a ajuda que eu preciso para retomar a cidade. Felizmente eu já esperava por isso e andei tomando minhas próprias providências, siga-me, criança!
Melissa só escuta com paciência...
Mas seu pensamento era o mesmo de antes...  Como se acham os fodões esses antigos, mas que “mamerto”, quando se precisa deles onde é que estão,... Botam gente como eu nas ruas enquanto eles se escondem em suas tumbas... Sei que na Camarilla é assim...Como é que pensei ser diferente com esta...
Melissa segue com a vela na mão a antiga Cainita e se surpreende ao ver que a casa era bem maior do que esperava. Em seguida, Melissa vê no porão corpos de pessoas mortas... Alguns bem preservados envoltos em sal grosso e outros não guardados  sem cuidado algum.
O mais interessante acontecia a seguir... Tia Poulet usava a mesma faca usada no ritual com sangue do galo para cortar seu próprio pulso, derramando seu sangue na boca de um dos cadáveres ali conservados enquanto pronunciava algumas palavras em língua desconhecida por Melissa, uma língua estranha. O cadáver se transforma em uma espécie de zumbi reconhecendo rapidamente sua senhora.
- ...
Melissa fica sem palavras e fascinada pelo que vê acontecer diante de seus olhos...
Só exclama...
- “Asombroso” !! ( encantada com o que presenciou)
Tia Poulet Prossegue...
- Aprenda, criança. Nós já temos nosso próprio exército. Um exército que não precisa de comida, descanso ou repouso, e o que é melhor, pode ser facilmente reposto! Um antigo truque que aprendi no Haiti.
Com tais palavras da antiga Cainita, Melissa sente que precisa melhorar seus conhecimentos. Ela mal pode esperar pelo caos que este novo exército fará acontecer. Diante da maravilha vista, promete pra si mesma ir até o fim derrubando cada inimigo da seita.
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Mensagem por Heathcliff em Qua Jan 09, 2019 1:51 pm

AMADO

      OFF: Vou levar em conta que você já utilizou sangue para se recuperar do ferimento, o que o deixaria com apenas 2PS em seu organismo, pode ser?


      O Malkaviano descia ao esgoto com o jamaicano quase no momento em que os porcos chegavam. Lá embaixo, ele esperava silenciosamente, escutando os sons dos policiais. Mierda, além de estragar seu terno, agora toda a sua roupa vai ficar fedendo a dejetos humanos. Por sorte seu dinheiro estava bem guardado.

      Ele percebia um pequeno túnel rumo à escuridão, grande o suficiente para passar, mas pequeno o suficiente para que ele tivesse de andar agachado (algo muito desconfortável se tiver de fazer isso por um longo caminho, sobretudo carregando um corpo). Seria difícil enxergar lá dentro, mesmo com sentidos aguçados. Por sorte ele tinha seu celular para iluminar o caminho, pelo menos por algumas horas até a bateria acabar.

     
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      Assim que os policiais se afastavam um pouco, ele seguia arrastando o saco de batatas com tranças. Por sorte a presença da Camarilla na cidade era quase nula, tomara que não houvesse nenhum Nosferatu sacana nesses túneis querendo cobrar pedágio para poder passar.

      Enquanto caminhava naquele lugar imundo e escuro, o stress ia tomando conta dele. Ele fazia força para arrastar aquele peso morto, além disso, o odor ardia em suas narinas e sua fome estava consumindo-o. Ele decide que talvez fosse melhor acordar o defunto do que ficar arrastando-o por aí, então grita com ele, dá tapas em seu rosto, e nada. Por fim, ele enterra as presas no pescoço do entorpecido na última esperança de acordá-lo e sentia o doce sabor de seu sangue, então percebia que talvez não devesse ter feito aquilo, pois a besta dentro dele urrava pelo néctar.


Teste autocontrole diff 8:
Amado: 3, 8, 3= 1 sucesso.

      Por muito pouco, Amado consegue se controlar, mas percebia que ainda havia bastante vitae no corpo do Membro em Torpor. Ele poderia usufruir deste vitae para recarregar sua reserva, mas corria o risco de perder o controle e acabar diablerizando o Rastafari. Escolhas, escolhas...


Status:
PS: 2/14
FV: 5/5
Vitalidade: OK
Revólver .38: 0/6


OFF: Considere também que em seus bolsos você apenas encontrou alguns objetos estranhos (como cabeças encolhidas, penas e pequenos ossos) e sua carteira, contendo documentos e 800 Dólares. Se tentar ligar para sua Sire, perceberá que não há sinal nos túneis de esgoto.
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Mensagem por Heathcliff em Qua Jan 09, 2019 6:46 pm

MELISSA

- O Sabbat espera o momento oportuno  para agir...Quanto tempo você se esconde nesta casa?

- Não diria que esconder é a palavra correta, mas eu espero aqui com certeza desde antes de você ter sido abraçada, neófita!

      A velha estava começando a irritar Melissa, mas ela não ousava revidar, pois além de muito respeitada, a anciã com certeza era muito poderosa e seria muito útil em sua missão de reconquistar Miami.

      Após levar a Tzimisce para o porão, a velha usava seu sangue para "ressuscitar" um corpo, tornando-o um zumbi, como daqueles filmes B de terror. Ele se dirigia até sua senhora esperando sua primeira ordem.

      O odor de putrefação do porão ofendia o olfato aguçado de Melissa, mas isso não era problema para ela. A pior parte eram essas enormes moscas voando por todo o lado...

- Desculpe-me, criança, meus modos devem ter ficado para trás, junto com minha antiga vida humana, mas qual exatamente é seu clã?

      A bruxa nem mesmo havia perguntado seu nome, mas desejava saber seu clã. Seria irritante se ela ficasse o tempo todo chamando-a de "criança" ou "neófita". Assim que Melissa responde, a idosa sorri.

- Tzimisce é?! Os Loas com certeza ouviram minhas preces! Como pode ver, estes corpos carecem de inteligência, mas compensam isso com sua total lealdade em cumprir qualquer ordem que lhes seja dada sem questionamento. O problema é que corpos putrefatos andando nas ruas podem chamar muita atenção, mas acho que com suas habilidades de moldar carne, podemos torna-los mais apresentáveis!

      A velha agora sangrava o pulso na boca de outro cadáver e repetia sua estranha ladainha. Assim que o segundo corpo se erguia, ela voltava-se novamente para Melissa.

- Realmente, acho que você me será mais útil do que eu pensei inicialmente. Começo a pensar que dessa vez valha a pena sair de meu esconderijo para retomar a cidade!

      A mulher repetia o ritual com um terceiro corpo antes de continuar.

- Tenho uma tarefa para você, minha jovem. Não estamos tão sozinhos nessa cidade quanto você pensa! Existe uma família de Revenantes* residindo no bairro de Little Haiti, não muito longe daqui. Eles costumavam ser fieis ao Sabbat, mas depois que a seita foi expulsa da cidade, permaneceram por aqui, escondidos. Não tenho muito contato com eles, mas sei que ainda vivem por aqui. Tome cuidado, criança, não sei se ainda permanecem leais à Espada de Caim, mas poderiam ser um ótimo reforço para nosso exército. E se eles não toparem nos servir em vida, ainda podemos fazer com que nos sirvam após a morte, embora seria um desperdício de suas habilidades serem transformados em zumbis!

      Novamente o ritual era repetido em um quarto cadáver.

- Procure pela família Romero, eles possuem um abatedouro e uma funerária no bairro. Preciso me alimentar um pouco antes de continuar, que os Loas velem por você!- Dizia ela, antes de alimentar um quinto zumbi e lamber a ferida no pulso para estancar.

      Tia Poulet então lhe dá o endereço do abatedouro e da funerária antes de sair para se alimentar.

* Revenantes são carniçais que foram alimentados com sangue vampírico por tantas gerações que acabam nascendo com uma pequena parcela de vitae em suas veias.


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Mensagem por Black Thief em Qui Jan 10, 2019 6:36 pm

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Ela primeiro despertou em um pulo e olhou para o lado. Seus olhos estavam abertos como quem iriam saltar para fora. Ela não pensou, nenhum um segundo se quer, apenas se levantou. Seu mundo era como uma câmera lenta, ela corria mas parecia que apesar de sua urgência jamais chegaria ao quarto de Abigail. Os lençois ainda esvoaçavam quando ela já tinha aberto a porta com tamanha rapidez e pâncio. O mundo ainda girava como uma câmera lenta que não queria acelerar nunca, só para que ela não chegasse a tempo. O corredor era longo e escuro, não pela ausência de luz, mas pelo medo que corria pelas sua mente e o coração morto, e após uma eternidade é que Julianne chegava ao quarto de Abigail e abria a porta...

Lá estava ela, dormindo o sonho dos anjos... Com um livro ao lado... Aquela visão era única para Julianne, nem mesmo o tão conhecido clã da rosa podia qualquer dia conseguir imaginar como é contemplar tal beleza. Não, não era atraída fisicamente pela sua irmã, seu amor por ela era muito maior que qualquer conceito mundano pudesse conseguir definir, era mais profundo, mais bonito, mais puro... Julianne se aproximava agora lentamente, com medo de acordar sua irmã mais velha. A Malkavian tinha a mão no peito, no coração, não podia senti-lo, é verdade, não fisicamente, mas sentia que ainda estava ali porque Abigail estava lá. Agora esse coração estava apaziguado. Julianne já estava ao pé da cama e se agaichava para ver o rosto belo e tranquilo da sua irmãzona mais de perto, e foi quando reparou melhor no título que ela estava lendo. Ela mexia levemente numa mecha de cabelo de Abigail, e depois de alguns segundos sentava-se ao lado dela na cama, para poder fazer uma surpresa, mas antes precisava tirar o livro de onde sentaria. Ela pegou o olhou melhor o título: Morro dos Ventos Uivantes... Era algo bem... Chato... No conceito de Julianne, o tipo de leitura para mulheres que... Bem... Não eram como Julianne, mas certamente eram como Abigail. Ela olhou para a irmã e sorriu, e então deu uma olhada curiosa no trecho que ela estava lendo.


"Nesse instante a porteira do jardim foi aberta.O casal estava voltando. Eles não tem medo de nada. Juntos, desafiariam Satánas e todas as suas legiões."


Por mais que não fosse fã de Emily Bronte, não conseguia negar que a história era de alguma forma, marcante... Uma tragédia, do tipo que não desajava pra ninguém, uma escuridão que era capaz de cobrir o juízo e aí que Julianne se perguntava, até onde o Amor era realmente saudável, para ambas as partes. Felizmente, o caso de Julianne não era como de Heathcliff... Primeiro porque Abigail era o oposto de Catherine, na concepção de Julianne, segundo porque o amor deles era carnal, o Amor por sua irmã ultrapassava isso, muito além, e também, e terceiro e mais importante, a morte não as separou e nunca as separaria. Julianne conseguiu trespassar a barreira da morte e conseguiu extender parte dessa imortalidade para sua irmã, então jamais seriam separadas por algo como a morte. Mas por que apesar de todas essas diferenças, algo dentro de Julianne era tão... Forte...Romance ruím nunca a tocou ela... Talvez, estivesse ficando mais parecida com sua irmã... Sim... Sim... Com certeza era isso, não havia mais nada empático com a situação de Heathcliff e Catherine... Devia ser apenas Julianne começando a ficar coração mole.

Movida pela curiosidade desses sentimentos, ela virava a folha do livro e lia outro trecho.

"E eu rezo uma oração.. hei de repeti-la até que minha língua se entorpeça... Catherine Earnshaw, possas tu não encontrar sossego enquanto eu tiver vida! Dizes que te matei, persegue-me então! A vítima persegue seus matadores, creio eu. Sei que existem fantasmas que vagam pela terra. Fica sempre comigo.. encarna-te em qualquer forma... torna-me louco! Só não me deixes neste abismo, onde não posso te encontrar! Oh, Deus! é inexprimível! Não posso viver sem minha vida! Não posso viver sem minha alma!" - Heathcliff

As palavras "Fica sempre comigo.. encarna-te em qualquer forma... torna-me louco! Só não me deixes neste abismo, onde não posso te encontrar!" saíram leves e sussurradas de sua boca.

"Seja qual for a matéria de que as nossas almas são feitas, a minha e a dele são iguais" - Catherine.

"Tenho tido sonhos que ficam comigo o resto da vida e alteram minhas idéias. Vão mergulhando dentro de mim, como o vinho mergulha na água e mudam a cor do que penso"

"Se tudo o mais perecesse e ele ficasse, eu continuaria, mesmo assim, a existir; e, se tudo o mais ficasse e ele fosse aniquilado, o universo se tornaria para mim uma vastidão desconhecida, a que eu não teria a sensação de pertencer" - Catherine.


Ela então viu a página manchar-se sozinha de vermelho, ela imediatamente se assustou e estranhou com o que viu e então sentiu algo no rosto, ela tocou no rosto com o dedo médio e viu sangue... O sangue escorrendo de seus olhos e então Julianne imediatamente fechou o livro, um misto de frustração, raiva, mas acima de tudo... Medo... Olhou para sua frente como se tivesse visto um fantasma e ela sentia algo que queria agarrá-la, mas ela não queria que isso a agarrasse, não, nunca poderia chegar até ela. Sofreria a Morte-Final antes que chegasse, as manchas de sangue tocaram a cama, os lençois e Julianne imediatamente usou a camisola para limpar aquilo e se recusou a ler mais qualquer trecho daquele livro horrivel. Emily Bronte devia ser uma mulher muito triste e patética para ter aquilo como o fruto de uma inspiração. Ela então lembrou do seu pesadelo, era só um pesadelo, como todos os outros em que sua irmão morria, era apenas o medo de que um dia isso acontecesse que fazia ela ter esses sonhos, seu subconsciente lhe pregando peças, elas já tinham vencido isso, transcenderam a morte, e ficariam juntas pela eternidade.

Julianne botava o livro na cabeceira e se levantava, era melhor não acordar Abigail, logo ela ter emoções cheias e precisaria de energia. Já de pé ao lado do leito, ela observa novamente sua irmã e seu coração se acalma ao vê-la tão bem como nunca estivera, agora que eram só elas contra o mundo, sem mais familia, sem mais amigos, sem mais Peter, sem mais ninguém que não fosse apenas elas duas. Julianne sorriu levemente com a sensação de euforia e saiu do quarto dando uma ultima olhada na irmã mais velha indo em direção à sacada.

Julianne sentia a brisa, mesmo não sendo verão Miami fazia parecer que era. Detroit era muito fria, suja, com um céu muitas vezes acinzentada, muito parecida com Phoenix. Ela apoiava o cotovelo na sacada e observava as praias, as pessoas passeando livremente, e agora ela e sua irmã eram mais dessas pessoas lá em baixo... Era uma pena só não poder ver o nascer do sol, naquela visão devia ser algo divino, mas não tinha problema... Abigail ainda podia filmar para ela essa cena desse mesmo ponto. Iria pedir à ela para gravar e poder ver na televisão grande na parede, ou quem sabe, comprarem um projetor para verem cenas assim. Ela suspirava com a ideia.

Finalmente, ela voltava, ia para o banho onde rapidamente se limpava e botava sua maquiagem de forma rápida, era tão acostumada a usar aquelas sombras fortes que fazia elas em menos de 5 minutos, a vida toda usou assim, desde os seus 13 anos quando começou a chutar o balde de verdade na familia e fazer o que lhe dava na telha. Depois de arrumada, a vampira saía de casa, mas antes deixava um bilhete para sua irmã na geladeira:


"Oi raios de lua!
Vou precisar dar uma saída, beber um pouco
e depois falar com o manda-chuva desse lugar pra não termos problemas.
Me liga qualquer problema.
Amo você. S2"


E ela pegava suas coisas, a sua glock, sua jaqueta (roupa reforçada - Armadura nível 1), seu canivete suíço de estimação, seu soco inglês, sua moto e por fim partia para as ruas deixando tudo bem trancado. Abigail tinha as chaves dela, mas já tinha conversado com ela sobre não sair do apartamento até ela fazer a apresentação do Príncipe, coisa que ela ainda pretendia fazer essa noite, não porque sentia-se no dever, achava um saco essas leis da Camarilla, mas queria evitar arrumar confusão que botasse Abigail em perigo. Assim, ela parte para as ruas, primeiro precisava se alimentar e procurava bares, lugares públicos, quem sabe shows na orlha, ou quiosques. Iria estacionar e depois, com sentidos aguçados ia procurar sangue fresco, estava sedenta e queria aliviar esse incomodo e manter-se em dia com seu vício.

OFF:
Como conversado no whats, uso Auspicios 1, sentidos aguçados, para ajudar no teste de caçada.

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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 10, 2019 8:49 pm

JULIANE BLACK


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      Juliane não sabia o que acontecia com ela. Não era uma apreciadora daquele tipo de leitura e muito menos sentimental. Com certeza eram esses malditos pesadelos pregando uma peça em seu subconsciente.

      A Malkaviana deixava a irmão dormindo no apartamento, pegava sua moto e seguia em busca de um local movimentado para se alimentar. Após alguns minutos, seus sentidos aguçados percebiam uma grande movimentação, e ao segui-la, chegava a um clube. "Clube Malibu" hein! Parecia ser uma boate mais voltada para a elite da cidade, mas Juliane não deixava a desejar neste quesito.

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      As luzes de neon, os sons vindos de dentro da boate, os odores de perfumes importados, suor e feromônios sexuais, aquilo tudo provocava sensações sinestésicas na jovem, e aplacavam ainda mais sua sede.

      Estacionada ali, sua moto parecia risível perto de limousines e carros esportes dos figurões da cidade. Na entrada ela podia perceber que haviam clientes VIP (celebridades locais, atores e pessoas famosas) que entravam diretamente, e uma fila enorme (composta por playboys, ricaços e filhinhas do papai).

OFF: pode postar se decide esperar na fila, entra de outra forma, escolher outro clube, ou tomar qualquer situação que desejar.
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Mensagem por Black Thief em Qui Jan 10, 2019 10:00 pm

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Aquilo era horrível. Julianne olhava do outro lado da rua tirando o capacete... Claro, as luzes eram bonitas, coisa e tal, as pessoas também eram lindas... Mas o tipo de ambiente barulhento, badalado, cheio de playboy e patricinha fazia a Malkavian sentir-se uma estranha fora do ninho. Boa parte dos seus colegas eram esse tipo de gente, playboys e patricinhas, muitos mimados, não todos é claro.... Mas ainda assim isso trazia certas recordações. Julianne não se sentia a vontade naquele tipo de ambiente, não sabia onde estava com a cabeça quando resolveu ir até ali.

A Vampira balançava a cabeça negativamente e colocava o capacete novamente. O jeito era caçar do método antigo... Espreitando a presa... Tinha muito mais haver com ela do que ficar de papinho furado com playboyzinho e patricinha... É claro que os hormonios e suor pareciam exalar o cheiro de sangue e isso era convidativo, mas a vampira sabia usar a cabeça, sabia onde tinha mais vantagem como uma caçadora e tinha que ser esperta. Ela então colocava no gps o caminho mais rápido para ir até o centro, normalmente centros são ótimos lugares, becos, avenidas, alguns lugares até isolados, sempre tem gente passando por lá de alguma forma, bastava dar uma olhada rapida na região pra saber onde era o melhor ponto pra caçar. Assim com o gps já configurado com o melhor caminho pro centro, a Malkavian seguia rumo à ele, e ao chegar lá, ela iria procurar um bom ponto, ou já presas em potencial a um caminho. Iria parar a moto em um lugar que parecesse adequado, guardaria o capacete embaixo do banco e começaria a procurar com seus sentidos aguçados.
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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 10, 2019 11:07 pm

JULIANNE BLACK


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      O odor de feromônios no ar lhe cheirava a presas fáceis, mas aquela definitivamente não era a praia da Malkaviana. Os flashes e o som alto incomodavam seus sentidos aguçados, e velhos ricos, playboys filhinhos de papai e patricinhas que se prostituem para frequentarem esses lugares estavam entre o pior tipo de companhia que ela desejava.

      Inconformada, Julianne sobe novamente na moto, coloca seu capacete e ruma para o centro da cidade. Ali as coisas pareciam mais fáceis. Ela estaciona a moto em um local propício, se afasta um pouco e se esconde em um beco.

      Sua primeira vítima era um jovem correndo com uma garrafa de água à noite. O jovem era atlético e poderia ser considerado atraente, mas isso parecia não chamar a atenção da vampira, que apenas interessava-se em seu sangue. Ele se assusta quando uma sombra pula sobre ele, vinda de um beco escuro. Muito provavelmente pensando ser um assaltante, até que presas são enterradas em sua jugular e a dor cede lugar ao prazer.

      Em poucos minutos, Julianne limpava os lábios enquanto deixava o homem desacordado no beco. Ela sabia que seria melhor continuar a caçada em outro bairro para não levantar suspeitas, então segue com sua moto até uma rua pouco movimentada, a estaciona e repete a tática. Desta vez ela via de cara um mendigo. Ele andava em passos incertos, de cabeça baixa, como que esperando algo que nunca virá. Julianne o segue furtivamente por algumas quadras até que ele chega em um terreno baldio e nem percebe o que o atacou.

      Temporariamente saciada, a neófita agora seguia com seu plano de encontrar a família Mason. Seguindo o endereço, ela acaba se vendo em um bairro de classe média bastante comum.

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      Neste horário todos pareciam estar dormindo. Praticamente não haviam luzes acesas nas casa e os únicos movimentos visíveis na escuridão eram gatos curiosos. Acasa também era bastante comum, e pelo silêncio, seus ocupantes já deviam estar dormindo, mas Julianne não tinha nada a perder.

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      Ela toca a campainha e espera. Nada. Toca novamente, e mais uma vez, nada. Até que após alguns segundos esperando, ouve uma voz feminina resmungando lá de cima, seguida por uma voz masculina reclamando. Sua audição apurada podia captar detalhes, mas não conseguia descrever exatamente o que ouvia. Aparentemente a esposa estava brigando com o marido para ver quem era.

      Ela ouve passos descendo a escada e o som de um homem bufando. Antes de abrir a porta, a clássica pergunta:

- Quem é?! Não tem mais o que fazer do que acordar os outros a essa hora?
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Mensagem por Black Thief em Sex Jan 11, 2019 12:01 am

Miami By Night - Página 2 4bebbd10


A vampira estava num canto escuro, quase abaixo de uma escada de incêndio. Ela prendia seus longos cabelos louros a fim de que não atrapalhassem na dominação da presa. Sua boca começava a salivar só de lembrar do maravilhoso gosto do sangue escorrendo em sua garganta, queimando como ácido doce e viscoso. Ela inconscientemente tinha as presas afiadas expostas. Olhava para o relógio, logo começaria a ficar tarde, as pessoas iriam começar a se recolher, então se não conseguisse comida agora não teria melhores chances dali pra frente. Ela esperava, e esperava, com seus sentidos aguçados bem acentuados, e então ela ouvia a aproximação... Solas de borracha estalando no chão da calçada... Seus olhos ficaram vermelhos-sangue por dois segundos, eles denunciavam a ansiedade de Julianne em cravar suas presas em pele macia sua lingua sugar todo o liquido delicioso que escorreria das veias perfuradas... Seus dedos mechiam como se tivessem garras anciosas para agarrar algo. Ele se aproximava... Sentia o cheiro do suor... O cheiro das secreções humanas eram como sentir o cheiro da comida sendo servida... Ela olhava para o chão, estava nas sombras, mas onde ele passaria havia luz... A sombra dele se aproximava, o som dos passos também, o cheiro acima de tudo...

Não mportava para Julianne se sua presa era homem ou mulher, bonito ou feio... Sangue era sangue e não precisava de mais ninguem em sua vida, além da sua irmã. Esse tipo de anseio por companhia já era descartado pela Malkavian desde que tenha Abigail consigo. Quando ele passava, Julianne rapidamente saltava sobre ele, tão naturalmente quanto um lince pula no antilope, cravando suas presas no pescoço apertando a cabeça e as costas, uma com cada mão, para manter a prensa bem posta... Mas ele não resistiria, ninguem resistia ao seu Beijo. Ele era sublime, ele era extansiante, era a própria luxuria concentrada em apenas um ato e como a recompensa era boa para os dois. Julianne se estremecia toda sentindo o sangue passar por sua lingua e sua garganta, seus olhos estavam vermelhos como as de um demonio sedento, mas estavam fechados de todo modo. Ela então sentia o gosto e o anseio por secá-lo de uma vez, conseguir mais e mais, porém ela não podia deixar esse impulso dominá-la, então bruscamente ela largava do pescoço do rapaz, impedindo a si mesma saciar-se completamente às custas da vida daquele sujeito. Ela inspirava o cheiro do sangue, ele estava mole em seus braços, ela naquele momento o amava como um filho, um amante, por deus... Quando se alimentava de um humano parecia que o amava tanto quanto sua irmã, mas sabia que era o vicio do sangue falando... Provavelmente se havia algo tão precioso quanto sua irmã, seria a sensação de beber o sangue dos vivos para manter seu corpo morto forte. Ela então lambia o pescoço do rapaz a fim de fechar as feridas, impedindo mais sangramento e apagando as pistas de alimentação. Ela dava um ultimo beijo no pescoço dele, como querendo pegar os restinhos de mancha de sangue e então o solta. Ela olhava para o rapaz caído no beco, lambia os beiços e o que não conseguia tirar fácil com a lingua passava o braço e depois lambia as manchas de sangue no braço com o fim de não desperdiçar nada.

- Muito obrigada, amigão...

Dizia ela entre suspiros e o deixava num canto do beco fazendo a água do squeeze que ele tinha descer todo o resto pela garganta, para ajudá-lo um pouco a se recuperar, embora o que preciasse mesmo agora seria comer. Ele logo ficaria bem, havia tirado apenas o suficiente para que ele ficasse cansado mas recupasse as forças logo pra voltar pra casa. Entretanto não era o suficiente, Julianne queria mais, mais um pouco... E amanhã se alimentaria denovo para garantir que sua fome fosse mantida em cheque, seus olhos brilham vermelho mais uma vez refletindo o ainda existente desejo de consumir sangue quente. Ela voltava até sua moto e subia na mesma, novamente botando o capacete e mudando o território de caça para outro bairro. Não demora muito para ela chegar em outro bairro onde Julianne acha um bom lugar para estacionar a moto e guardar o capacete. Ela então começava a procurar outro bom lugar, até que um mendigo, sem muita fé na própria vida... Por um instante Julianne sente-se um pouco mal por tirar sangue de um sem-teto, o probre mal tinha nada... Teria ainda o sangue drenado... Porém... Ela não pretendia matá-lo, nunca ainda havia matado para consumir todo um ser humano, não tinha motivos pra tirar a vida de alguém nisso uma vez que sabia como se manter satisfeita se investisse o tempo certo na medida certa. Ela então seguia o mendigo a passos longos e silenciosos, olhava para os cantos para ver se não tinham mais ninguem os vendo. Ele nem estava atento à pessoas que podiam querer fazê-lo mal, o coitado não tinha nada de valor para se preocupar com assaltantes, ainda assim... Ele era presa boa para se alimentar. A Lunática então via ele entrar em um terreno baldio, não tinha lugar melhor... É nesse momento que ela se aproximava mais com passos silenciosos, eles estavam sozinhos num terreno escuro, Julianne então o abraçava por trás imendando suas presas perfurando as artéreas no pescoço do sem-teto e sugando-lhe o sangue quente e vivo. Julianne sentia o cheiro horrivel daquele mendigo, por isso ela parava de inalar os odores do ambiente, isso facilitaria um pouco. Não tinha como não deixar a sensação de nojo de abocanhar um mendigo no pescoço ser quase nula comparado ao gosto do sangue, e assim, da mesma forma que com o rapaz, ela largava-o de seu aperto condenado pra não matá-lo, ele não merecia isso e Julianne sentia-se mais saciada. Podia beber mais um desses e ainda sobrar espaço em seu apetite para um pouco mais, mas por hoje estava de bom tamanho. Ela lambera a ferida no pescoço do mendigo e suas enzimas na saliva fariam a magica de apagar rastros de sua alimentação.

Ela então recuava andando para trás enquanto o mendigo ficava zonzo, ela lambias os labios, limpava a boca com o braço e lambia o que conseguia pegar do resto do braço e então começava a voltar para a sua moto... Agora vinha a parte que sentia alguma vontade de procastinar... Os Masons... Julianne voltava para sua moto botando o capacete, olhava no GPS o endereço dos Masons pensando se realmente deveria fazer aquilo... Já vieram até aqui, pela Abigail, para conhecer os pais biológicos dela... Mas Julianne começou a se questionar se sua decisão realmente era o melhor para sua irmã, se o melhor realmente não eram deixar que eles não soubessem mesmo da existência dela, nem eles nem mais ninguem... Um peso começou a crescer em Julianne, olhou no relogio, estava tarde... A essa hora humanos já estavam dormindo... Mas num lapso repentina de se auto sabotar e confirmar que os Masons eram cretinos e não mereciam Abigail, a Malkavian acha que não pode esperar até amanhã mais cedo, pois o assunto era importante demais para se esperar, não importava se iria encomodá-los. A vampira então disparava em direção ao endereço da família e então ela chegava num bairro no suburbio. Como esperado, a vizinhança estava dormindo, mas não ligava, isso era importante demais para esperar e se os Masons eram boas pessoas e se arrependiam de terem doado sua filha para o orfanato (O que Julianne torcia para que não fosse o caso), eles iria ficar felizes e satisfeitos por ter incomodado o sono deles.

Ela chegava na porta, estacionava a moto em frente à rua da caixa de correios. Ela se aproximava da porta e tocava a campanhia. De começo nada e Julianne pensou em dar meia volta, mas não... Estava fazendo aquilo pela sua irmã mais velha, sabia que isso a deixaria feliz, embora Julianne começava a pensar se conhecer os pais não faria Abigail se afastar dela para repor o tempo perdido com a familia biologica, ela ficava receosa, mas apertava novamente a campanhia já em mente que se não atendessem era porque deveria tentar novamente outra noite, (na verdade era uma auto sabotagem, uma procastianação do que devia fazer) mas ela finalmente notou movimentação com seus sentidos aguçados, ouviu uma discussão de uma mulher, um homem, resmungando, irritado...Ele antes de abrir a porta, com certeza estava olhando no olho mágico e perguntando quem era. Julianne então responde:

- Senhor Mason? Desculpa incomodar o senhor e a sua esposa a essa hora. Meu nome é Julianne, e... Hum... Eu vim falar com o senhor e a sua esposa sobre... Um bebê deixado na porta do Orfanato Brookhaven de Detroit, há 25 anos atrás.

A voz de Julianne sempre fora um ponto muito forte nela... A maioria já elogiara a voz encantadora que ela tinha, diziam que dava vontade de interromper todos os outros sons só pra ouvir ela falando. A vampira desejava não ter uma voz tão bonita assim nesse momento. Com seus sentidos aguçados se atentava ao Sr. Mason, principalmente se atentava se conseguia ouvir seus batimentos cardíacos, se havia alteração no ritmo ao falar do Orfanato onde sua irmã foi deixada no nascimento.
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Mensagem por Heathcliff em Sex Jan 11, 2019 1:15 pm

JULIANNE BLACK


- Quem é?! Não tem mais o que fazer do que acordar os outros a essa hora?

      Julianne podia sentir que o homem estava bem em frente à porta, a espionando pelo olho mágico.

- Senhor Mason? Desculpa incomodar o senhor e a sua esposa a essa hora. Meu nome é Julianne, e... Hum... Eu vim falar com o senhor e a sua esposa sobre... Um bebê deixado na porta do Orfanato Brookhaven de Detroit, há 25 anos atrás.

      Silêncio. O único som que a Malkaviana podia ouvir era o da respiração do homem mudando de ritmo, assim como seu batimento cardíaco. Isso até outro grito lá de cima quebrar o gelo.

- QUEM É, HARRY? MANDE IR EMBORA, SEU INÚTIL!

- CALE A BOCA E DESÇA, MARYSA!

      O homem então abria a porta. Um homem de cerca de 40 e poucos anos (bastante jovem para o pai de uma filha de 25) atendia, sem camisa, sem se importar de estar pouco em forma.

Harry Mason:

Miami By Night - Página 2 Dad-bod-main

- Hã... entre, quer tomar alguma coisa?

      Então, da escada descia uma mulher furiosa, vestindo um roupão e uma máscara facial que parecia de lama. Apesar de seu rosto não ser visível, ela também aparentava estar na casa dos 40 anos.

Marysa Mason:

Miami By Night - Página 2 19725509-girl-with-clay-facial-mask-and-curler

- O que está acontecendo aqui? Harry, seu imbecil, quem é essa vagabunda? - gritava com ele, apontando o dedo em riste para Julianne.

- Quer calar a boca, ela veio falar de... da nossa filha!

- Nossa filha? Nós não temos filhos, seu idiota!- dizia ela, ascendendo um cigarro. - O que você quer de nós? Se deseja nos chantagear por dinheiro veio à casa errada, saia daqui antes que eu chame a polícia!
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Mensagem por Melisa em Ter Jan 15, 2019 12:52 am

- Não diria que esconder é a palavra correta, mas eu espero aqui com certeza desde antes de você ter sido abraçada, neófita!
Melissa não ousou responder a antiga cainita. Mas novamente os insultos... Ser chamada de neófita era ruim de se ouvir embora verdade.
O odor vindo daquele lugar (o porão) era terrível, as moscas enormes... Era um lugar podre e Melissa tinha de cobrir a boca pois era um nojo estar ali naquele ambiente, ela sentia-se desconfortável.
Melissa pensava...  Não sei como essa cainita aguenta isso, esse fedor... e se faz tanto tempo assim que ela tá nessa casa... ô velha maluca.  

- Desculpe-me, criança, meus modos devem ter ficado para trás, junto com minha antiga vida humana, mas qual exatamente é seu clã?
- A neófita aqui é do clã Tzimisce. Respondeu Melissa.
Os Loas com certeza ouviram minhas preces! Como pode ver, estes corpos carecem de inteligência, mas compensam isso com sua total lealdade em cumprir qualquer ordem que lhes seja dada sem questionamento. O problema é que corpos putrefatos andando nas ruas podem chamar muita atenção, mas acho que com suas habilidades de moldar carne, podemos torna-los mais apresentáveis!
- Realmente uns corpos andando pela cidade nesse estado ia dar mer*** ... O cheiro deles é de um túmulo aberto... Se bem que não me importo muito com a quebra da máscara, isso é preocupação para os cachorrinhos fiéis da Camarilla! Essa gente não sabe mesmo o que é viver nossa não vida livremente!.
- Posso dar um jeito, faço qualquer coisa pra ver o Sabbat vencendo e ficando por cima outra vez.

Melissa se empolga ao saber de sua pequena importância na causa.
- Farei o meu melhor Tia Poulet! Tenho certeza que nossos objetivos são os mesmos... Temos algo em comum, eu acho... Certamente!  (diz melissa, mas duvidando da antiga cainita, pois por ela ser antiga melissa teme que não tenha muito em comum com a velha) ...  
Em seguida a antiga cainita repete seu ritual esquisito com um terceiro corpo e logo depois propõe que melissa vá encontrar uma família de Revenantes num bairro próximo dali, que costumava ser fiel ao Sabbat... Tia Poulet os vê como reforço para o exercito.
A antiga alerta Melissa ...
-Tome cuidado, criança, não sei se ainda permanecem leais à Espada de Caim! E mais... se eles não toparem nos servir em vida, ainda podemos fazer com que nos sirvam após a morte, embora seria um desperdício de suas habilidades serem transformados em zumbis!
Mais um ritual em um quarto corpo...
- Procure pela família Romero, eles possuem um abatedouro e uma funerária no bairro. Preciso me alimentar um pouco antes de continuar, que os Loas velem por você!
Melissa gosta da ideia e aceita a missão. Com endereço dado por Tia Poulet imediatamente se ajeita,  se preparando para sair em busca da família. Suas expectativas são grandes, pois espera logo de cara que aceitem se unir com a seita. Pega então sua moto, verifica o combustível munição de sua pistola preparando-se caso não abraçarem a causa.
Melissa chega ao bairro Little Haiti, do endereço dado pela cainita. Observa o bairro, quem tá por perto, as casas como são... Melissa tenta analisar cada espaço contando que não tenha problemas durante sua busca. Ela segue o caminho dirigindo procurando  por  um dos negócios (o abatedouro ou a funerária) da família que procura.
Ao encontrar  o abatedouro ela estaciona sua moto em um lugar meio furtivo mas próximo do local. Entrando no abatedouro ela verifica se há alguém ali que possa atende-la para lhe dar informações sobre a família Romero, onde ela pode encontra-los, se ainda comandam o abatedouro ou se mudaram-se e possível endereço novo, etc... sobre a funerária, onde  fica, etc

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Mensagem por Heathcliff em Ter Jan 15, 2019 4:20 pm

MELISSA


      A Tzimisce se preparava e subia em sua moto para seguir em direção a Little Haiti. Ela já havia passado pelo bairro para chegar até o refúgio escondido de Tia Poulet, mas não havia reparado muito nele. Agora ela percebia que era um bairro bastante movimentado á noite, e com altos índices de criminalidade. Seus sentidos podiam captar sirenes policiais constantes no tempo em que dirigia por suas ruas.

Miami By Night - Página 2 051517+little+haiti+philly+grub+shooting

      Em pouco tempo, Melissa localizava o abatedouro com o nome da família Romero estampado na entrada. Como o nome indicava, parecia um daqueles antigos Açougues familiares, com peças de carne à mostra. Algo não muito higiênico.

Miami By Night - Página 2 Old-BevansButchers-Kingston

      O local estava aberto, mesmo a esta hora da noite. Ao adentrar o açougue, ela podia sentir no ar em todas as direções o cheiro de sangue fresco. Por sorte estava bem alimentada, pois tinha a impressão de em meio ao sangue de porcos, gado e galinhas, parecia também estar sentindo o doce aroma de sangue humano vindo dos fundos da loja.

Miami By Night - Página 2 Detail-from-Sevellecs-butchery

      Sua percepção apurada captava um rato correndo escondido por entre as sombras, à espera de restos de carne para se alimentar. Parecia não haver ninguém lá para recebê-la, até que da sala dos fundos (onde provavelmente as carnes eram cortadas) surgia um homem sujo de sangue.

Miami By Night - Página 2 Butcher

- Pois não, senhora?
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Mensagem por Melisa em Qua Jan 16, 2019 10:38 pm

Melissa toma bastante cuidado ao perambular pelo bairro Little Haiti pelo fato dele ser bem perigoso á noite. Tenta não chamar a atenção.
Entrando no abatedouro da família Romero, logo na entrada Melissa repara nas carnes da vitrine que por sinal estão aparentemente estragadas, o cheiro de sangue fresco vindo de dentro do açougue e ainda um doce aroma de sangue humano vindo dos fundos da loja.
Miami By Night - Página 2 Detail11
Sua percepção apurada captava um rato correndo escondido por entre as sombras, à espera de restos de carne para se alimentar. Parecia não haver ninguém lá para recebê-la, até que da sala dos fundos (onde provavelmente as carnes eram cortadas) surgia um homem sujo de sangue.
Miami By Night - Página 2 Fff10
- Pois não, senhora?
Melissa responde com tom de voz firme para não parecer uma perdida no bairro. Responde com cuidado educadamente já imaginando o pior, pois os açougueiros devem estar acostumados lidar com pessoas briguentas, enfim, pelo fato do bairro ser cheio de criminalidades devem assaltar aos montes lugares assim... (sei lá, Melissa teme pensarem que ela está tentando dar algum golpe... por outro lado ela nem pensa na hipótese de pensarem isso dela... mas desde já se prepara).
- Hola! Buenas noches... Que bom encontrar o lugar aberto altas horas da noite (Diz educadamente). ¿es de la familia romero??
- Procuro algum miembro de la familia. Como posso falar com ele ou ela... preciso hablar sobre um tema de su interés, interesse ... A propósito meu nome é Melissa. Como que faço, marco um horário para conversar... ou o dono (a) da loja se encontra na loja agora? Agradeço desde já.

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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 17, 2019 12:14 am

MELISSA


- Procuro algum miembro de la familia. Como posso falar com ele ou ela... preciso hablar sobre um tema de su interés, interesse ... A propósito meu nome é Melissa. Como que faço, marco um horário para conversar... ou o dono (a) da loja se encontra na loja agora? Agradeço desde já.

      O homem coberto de sangue olhava para a garota de forma desconfiada.

- Membro da família Romero? Eu sou Gildo Romero! O que você deseja falar conosco?

      Melissa pede para falar com o dono do estabelecimento, no que Gildo novamente pergunta "Falar sobre o que?". Melissa começava a perder a paciência, mas estava dando o máximo de si para não causar um confronto, impedindo a aliança com a família.

      A Tzimisce finalmente cita que foi enviada por "Tia Poulet", e a expressão do homem muda.

- Tia Poulet? - Então cuspia no chão - "Aquilo" ainda vive? Lembro que histórias de terror sobre ela já eram contadas quando eu ainda era um garotinho. Nosso pai, Pablo Henrique está aqui nos fundos, siga-me!

      Gido conduzia Melissa pelo corredor até os fundos da loja, onde o cheiro de sangue fresco a atingia mais forte do que nunca. Aqui, diversas carnes pendiam, penduradas no teto, sangrando livremente no chão. Um antigo aparelho tocava música clássica. Ao fundo, um homem parecia estar cortando em pedaços... um corpo humano?!








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- Papi, temos visitas!

      Então, Pablo Henrique se virava. Assim como o filho, também estava coberto de sangue, e lambia os dedos.

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      Melissa notava que atrás do homem havia uma porta, e por detrás dessa porta, ela podia captar sons de vozes humanas abafadas vindo lá de dentro.

- Gido, onde você está com a cabeça para me trazer alguém vivo e desamarrado para o abatedouro? Termine logo o serviço!

- Não, papi, ela disse que foi enviada pela bruxa haitiana da casa mal assombrada!

- Tia Poulet?! - Então repetia o gesto do filho e também cuspia no chão - O que aquela vaca deseja conosco?
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Mensagem por Melisa em Qui Jan 17, 2019 5:31 pm

- Tia Poulet? - Então cuspia no chão - "Aquilo" ainda vive? Lembro que histórias de terror sobre ela já eram contadas quando eu ainda era um garotinho. Nosso pai, Pablo Henrique está aqui nos fundos, siga-me!
Melissa percebe que a aliança da família com Tia Poulet não era lá muita boa antigamente e agora não era diferente. Melissa teme que não aceitem se juntar ao sabbat mais uma vez. E com essa atitude de Gido ela já imagina o trabalho que irá ter pra convencer o tal Pablo Henrique...
Pensava consigo mesma...  *Mas que família einh...só o que falta não aceitarem... Bom Tia Poulet disse que se não forem uteis vivos serão mortos... Se bem que... o que Tia Poulet fazia pra família no passado?... Ela era o que da família... ok ok não interessa, vim aqui pra fazer com que essa podre família se junte ao nosso plano de esmagar os Giovani.
Melissa segue logo atrás de Gido para os fundos da loja onde seu pai está. O cheiro de sangue fresquinho era muito bom para Melissa, sorte de ela estar bem alimentada. A paisagem do lugar era a mesma... carnes penduradas no teto, sangrando... O cheiro de sangue cada vez mais forte a medida que iam se aproximando do local... Um antigo aparelho tocava música clássica. Ao fundo, um homem parecia estar cortando em pedaços... um corpo humano?!

Miami By Night - Página 2 5-the-10


Melissa se apavora um pouco. A música é muito boa e calma, parece até deixar o clima de terror mais leve...Melissa pensa que esse tipo de coisa não deveria acontecer ali no bairro, não pensava que a família fosse tão cruel. Na hora ela teme por sua segurança mas também lembra de sua missão, e decepcionar a cainita não estava em seus planos Ela ignora a cena.  
Gido diz ao seu pai que eles tem visitas.  Então, Pablo Henrique se virava. Assim como o filho, também estava coberto de sangue, e lambia os dedos.

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Naquele momento Melissa vê o rosto de um sádico e psicopata. Ela espera conseguir o que quer por bem e sem violência, caso contrário, terá que apelar para a mesma.
- Gido, onde você está com a cabeça para me trazer alguém vivo e desamarrado para o abatedouro? Termine logo o serviço!

- Não, papi, ela disse que foi enviada pela bruxa haitiana da casa mal assombrada!
Enquanto se falavam Melissa permanecia em silencio observando o comportamento dos dois.  Ainda... notava que atrás do homem havia uma porta, e por detrás dessa porta, ela podia captar sons de vozes humanas abafadas vindo lá de dentro.
- Tia Poulet?! - Então repetia o gesto do filho e também cuspia no chão - O que aquela vaca deseja conosco?
Melissa responde:
- O senhor tem visto os acontecimentos recentes na cidade, todo o negócio bom e lucrativo que tínhamos estão indo por agua abaixo?! A cidade estava melhor antigamente antes dos necromantes aparecerem... Éramos mais livres para fazer o que quiséssemos... Tais notícias tem chegado ate sua casa?! O senhor, o que acha disso tudo, apoia os novos no poder ou simplesmente permanece neutro nem pra um lado nem pra outro?! Venho em paz, pedindo uma união entre sua família e nossa seita...  Acreditamos, junto com Tia Poulet, que vamos conseguir um bom progresso na expulsão dos necromantes da cidade...
- Tia Poulet me enviou para fazer esta aliança, não sei o que aconteceu no passado entre sua família e a antiga, o importante agora é fazer algo para defender nossos negócios e nossa cidade, pois muitos dos outros se beneficiam através dos amantes dos mortos, já noa chegava os mandões da camarilla, esses menso merosos nos privando da liberdade!
- A família tem interesse em fazer parte de nosso estratégico exército?
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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 17, 2019 8:20 pm

MELISA




      Melisa os falava sobre os planos do Sabbat em recuperarem a cidade dos necromantes e espera pela resposta do patriarca da família. Pablo Henrique limpa a faca de cortar carne com os dedos, e novamente os lambe antes de responder.

- Então aquela vaca haitiana decidiu mandar neófitos na espera de que a ajudemos, é?! Pois bem, mandaremos de volta seus ossos, depois de devorarmos sua carne fria e bebermos seu vitae. Já faz um bom tempo que não tenho a oportunidade de beber sangue vampírico. GIDO, PEGUE-A!


OFF: Não vou colocar aqui as jogadas pois foi uma luta muito extensa, e daria muito trabalho, fora que a descrição da cena em si ficou muito mais empolgante.


      Gido saca seu machete sujo de sangue, mas Melisa foi mais rápida e sacou sua pistola, acertando um disparo em seu estômago, e deixando-o sangrando profundamente no chão, à beira da morte. Furioso, Pablo a golpeava nas costas com sua faca de cortar carne, que mal a feria. Melisa reage disparando contra ele também, mas erra o tiro, atingindo o aparelho de música, que para de tocar. Pablo segura o braço que Melisa segura a arma, forçando sua mão a apontar para outra direção, errando outro tiro, enquanto com a outra, tenta golpeá-la novamente com a adaga, errando e atingindo a parede de madeira. A adaga havia ficado presa e não havia tempo de retirá-la, então Pablo tenta tirar o revólver de Melisa e ambos iniciam uma luta corporal, onde Pablo finalmente consegue retirar a arma das mãos da Tzimisce.

      Desarmada, Melisa procura o primeiro objeto que vê pela frente, e encontra outra faca sobre uma mesa, usando-a imediatamente para golpear Pablo. Ela atinge seu braço, fazendo um corte profundo que sangra profusamente. Pablo não desiste e dispara contra ela, atingindo seu ombro. Ela mal sentia o disparo e o golpeava novamente no estômago com a adaga.

      Pablo estava gravemente ferido. Melisa provavelmente havia atingido algum órgão vital, mas ainda assim ele não desistia e disparava novamente contra ela... sem causar qualquer dano. O último golpe de Melisa o atinge no rosto, ferindo um de seus olhos. Ele estava caído no chão, sangrando por múltiplos ferimentos, acabado. A cainita facilmente retira a arma de sua mão e aponta para ele, ameaçando-o de matar a ele, seu filho e toda a sua família se não topasse se juntar à causa do Sabbat.

      Pablo não parecia ser o tipo de homem que se entrega para não morrer, mas a visão de seu filho agonizando no chão falou mais alto. Era interessante como uma família de psicopatas canibais poderia nutrir sentimentos como este.

- Tudo bem... arf... eu topo, apenas salve meu filho. Um pouco de seu sangue será suficiente para curá-lo! Salve-o e minha família lutará ao seu lado nesta batalha suicida!

      Melisa confia na palavra do patriarca e se agacha em frente a seu filho, corta o pulso e lhe concede sua vitae em busca de salvá-lo.

      Em alguns instantes, o ferimento em seu estômago parecia sangrar menos, embora não tivesse sido totalmente curado. Era o suficiente para que ele não morresse de hemorragia e fosse punido por sua audácia em atacá-la.

      Pablo Henrique se levanta com dificuldade, apertando o ferimento no estômago com uma mão, e o olho perfurado com a outra. Era incrível ele pouco ligar para ferimentos como estes.

- Aquela velha ainda terá o que merece, mas não hoje. Sobre esta sua proposta de tomar a cidade. É apenas um ataque suicida como eu imagino ou vocês já possuem algum plano? Quantos homens vocês tem até agora? E quanto a armas?



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Mensagem por Melisa em Qui Jan 24, 2019 12:04 am

- Tudo bem... arf... eu topo, apenas salve meu filho. Um pouco de seu sangue será suficiente para curá-lo! Salve-o e minha família lutará ao seu lado nesta batalha suicida!
- Ótimo! Melhor assim... pois caso o senhor ou sua família não nos servisse vivos, serviriam mesmo mortos,rsrs... (deu uma leve risada)
Melisa fica até surpresa ao ver Pablo se levantar,com dificuldade, mesmo todo quebrado... Parecia nem ligar pra todos aqueles ferimentos. pensa consigo... - É um psicopata mesmo! Canibais.
Pablo então fala: - Aquela velha ainda terá o que merece, mas não hoje. Sobre esta sua proposta de tomar a cidade. É apenas um ataque suicida como eu imagino ou vocês já possuem algum plano? Quantos homens vocês tem até agora? E quanto a armas?
Melisa: - Esse merda ainda ameaça... eu devia ter matado ele quando tive oportunidade!! (pensou).
- O plano é detonar da pior forma possível esses idiotas dos necromantes... Tia Poulet ainda trama um plano melhor, mas eu já lhe adianto isso... esmagar esses filho de uma ** ... concentrar todo nosso ódio e força contra esses malditos, e se a Camarilla se meter vamos atacar eles também... Sua família deveria se orgulhar por fazer parte de uma luta tão magnifica! E mais... Tia Poulet prepara um exército infalível... u exército que não precisará de necessidades básicas... Tenho alguns contatos ai que é só eu chegar neles que me darão todo o armamento que precisarmos... o senhor tem algum contato que possa nos ajudar?    Quanto mais gente e armas melhor...
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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 24, 2019 2:18 am

MELISA



     A Tzimisce conseguiu subjugar o patriarca da família Romero e convencê-los a apoiar a causa do Sabbat. Pablo então lhe mostra o que esconde na parte de trás do abatedouro:

Spoiler:

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     Segundo o próprio Pablo, são mendigos, drogados e pessoas indesejadas que a família captura para sustentar seu vício em carne humana (Melisa já havia ouvido falar que toda família Revenante costuma desenvolver perturbações, pelo visto a dos Romero era esta). Desta vez, porém, Pablo tem outra ideia em mente, utilizar os capturados como bucha de canhão em um abraço em massa, agora que tinham a Tzimisce do seu lado.

      Além dos homens que ofereciam para o abraço em massa, Pablo apresentava o restante de sua família que auxiliariam no ataque:
Diego:

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Muniz:

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Onofre:

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Julieta:

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***



     Após alguns dias de trabalho, Melisa consegue modificar a aparência dos cerca de 30 zumbis de Tia Poulet, tornando-os um pouco mais apresentáveis.

Spoiler:

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     Neste meio tempo, a Tzimisce procura por seu contato, o traficante Pedro Garcia. O Mexicano possuía um arsenal que ajudaria muito o bando, mas Melisa não tinha dinheiro o suficiente para compra-las.

Miami By Night - Página 2 Weapons-arsenal-e1522157760233

      Alguns membros da família Romero sugerem assaltar um banco para conseguirem a soma de dinheiro necessária, mas Pablo tinha uma ideia melhor: entrar em contato com Reni Wassulmaier, um/a Cainita alemã/o que já residiu em Miami quando a cidade pertencia ao Sabbat. Reni é um/a cainita exótico/a até mesmo no Sabbat. Dizem que ela/a nasceu como uma garota em Munique/Alemanha. Ela era uma garota psicologicamente instável e com crises de identidade.  Em 1930, ela decidiu mudar de sexo e se tornar um homem, porém, alguns anos depois, ele/a enfrentou uma nova crise de identidade e decidiu que queria ser uma garota novamente. Frustado/a pelo fato da cirurgia ser irreversível, Reni procurou ajuda em diversas clínicas clandestinas, até que finalmente encontrou alguém que pudesse... lhe ajudar. Após ser abraçado/a, Reni mudou de sexo muitas vezes ao longo de sua não-vida.
      Dizem que a perturbação de Reni apenas aumentou após seu abraço. O/a Tzimisce se tornou um/a produtor/a de snuff films, incluindo um infame vídeo de tortura infantil em uma pizzaria de Berlim e um vídeo de um rinoceronte tendo relações sexuais com uma placa de neon. Conta-se que Reni também atuou como atriz/ator em filmes adultos na Europa e DJ de rádio nos EUA. Sua carreira lhe rendeu uma boa fortuna, que com certeza seria suficiente para armar o bando.
      Para a surpresa de todos, Reni aceita prontamente ajudar o grupo, com uma pequena condição: a de que o líder dos Giovanni, Tommy Vercetti, fosse capturado “vivo” e entregue a ele/a.

      Reni chegaria à cidade em cerca de três noites. Neste período, a família Romero se encarregaria de capturar mais indigentes para o abraço em massa, Tia Poulet conseguiria mais cadáveres para seu pequeno exército e Melissa deveria investigar para descobrir o máximo possível de informações sobre Tommy e os Giovanni na cidade.
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Mensagem por Rian em Qua Jan 30, 2019 10:28 am

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Logo que a noite começava em Nova Iorque, Magnólia já estava de pé pensando sobre tudo aquilo. Nos últimos dias a ideia de procurar outro lugar havia surgido em sua mente. E essa ideia não passou, pelo contrário, ela foi se solidificando cada vez mais ao ponto de a Toreador realmente tomar aquela decisão.
"- Está decidido! Pelo que ouvi dizer no Elísio, Miami ainda está a ser conquistada. Pode ser perigoso... mas ações de alto risco são as de maior rendimento! A vida tem mesmo dessas coisas. Se queremos chegar mais rápido à casa da vovó, temos que nos arriscar pela floresta, correndo o risco de depararmos com o lobo mal..."
Um sorriso singelo se formava no canto de sua boca. Ela estava sentada na cama de sua mansão. Olhava o telefone em cima do criado mudo e como num impulso tirava-o do gancho discando o número do hangar onde o seu avião ficava no aeroporto de NY.
- Oi! Boa noite! Gostaria de decolar no meu avião para Miami hoje mesmo!... - Sim, aguardo!... - Sim, Bombardier Challenger 350  prefixo HS-KEL.
- Sim... Gostaria que incluísse os pilotos no serviço. Não! Sem serviço de bordo, por favor! Somente os pilotos.
- Sim, vou pagar com cartão! Ok! Obrigada!

Ela desliga o telefone e começa arrumar suas malas. Levará apenas algumas roupas, notebook, documentos e pertences pessoais. Com certeza caberia dentro de uma única mala. Magnólia não era mais uma mulher mortal. Muitas itens que fariam a bagagem de uma mulher mortal não fazia a dela. Assim que terminava atravessava a mansão até a garagem onde estava a sua Mercedes C200 blindada, jogava a mala no banco do carona e acelerava para o aeroporto. No caminho fazia uma ligação para o presidente da Mag Transportes, encomendando para sua própria empresa transportar a Mercedes e a moto no dia seguinte para Miami.
Assim que chegava ao aeroporto fazia o pagamento, entrava no jato e aguardaria a decolagem.

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Mensagem por Heathcliff em Qua Jan 30, 2019 1:34 pm

MAGNÓLIA


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      Miami, a terra das oportunidades e recomeços. Mag já possuía uma residência na cidade, mas esta apenas era usada durante férias. Hoje, porém, a Toreador não estava à passeio. Ela estava cansada da não-vida em NY, e decidia se mudar para a Flórida, em busca de um lugar de destaque, ali onde a presença da Camarilla era mínima.

      A mudança era também uma oportunidade de negócios. Ela decidiu abrir uma filial de sua empresa de transporte em Miami, um dos maiores portos dos EUA. Alguns dias após instalar-se na cidade, Mag foi convidada para uma festa noturna em um iate, tendo como companhia as maiores celebridades locais.


     


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      Além de fazer propaganda de sua empresa, essa era uma boa oportunidade para conhecer mais da elite de Miami, bem como seus possíveis parceiros e rivais comerciais. Além dela, ali estavam presentes alguns políticos proeminentes da Flórida, discutindo temas que iam de superavit econômico a um debate entre progressismo e conservadorismo na sociedade.

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      Dick, um antigo rockeiro aposentado que flertava com Mercedes Cortez (uma garota um tanto quanto curiosa, pois sua aparência de 20 e poucos anos não combinava com sua idade de 40. Mas Mag podia sentir o som de seu coração batendo forte e bombeando seu saboroso sangue por todo seu corpo, o que indicava que não era uma imortal. Talvez alguma carniçal de algum membro proeminente da cidade?)  Outra curiosidade é que ela era a filha única do ex Coronel Juan Garcia Cortez, um antigo ditador de algum país da América Latina e segundo boatos, um dos maiores e mais bem sucedidos traficantes do Novo Mundo. Assim como o pai, a filha possuía imunidade diplomática e enquanto Mag passava, Mercedes a olhava nos olhos com lascívia e desejo carnal.

Dick e Mercedes:

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      Não muito longe, via-se Candy, uma famosa ex atriz de filmes adultos que agora havia se tornado uma educadora. Um influente pastor da cidade era visto conversando com ela sobre moralidade.

Candy:

Miami By Night - Página 2 Viviane

      Mas a pessoa mais importante no local era sem dúvida, Tommy Vercetti.

Thomas Vercetti:

Miami By Night - Página 2 Bhephs

      Tommy encontrava-se sentado em um canto isolado do iate, como se os atores famosos ou socialites tivessem certo receio dele. Tommy era um dos homens mais ricos da cidade e haviam muitos boatos ruins contra sua reputação, mas ninguém ousava dizer nada em sua presença. Uma das mulheres que ofereciam bebidas no iate passava por ele e lhe oferecia um drink. Ele aceitava, mas não o bebia.

      Vercetti era o único homem no barco em que Mag não podia escutar os batimentos cardíacos, e ele a encarava à distância. Subitamente ele cochicha algo no ouvido da mulher que lhe servia a bebida. A distância e o som da música e conversas paralelas impediu que Mag captasse o que era dito, mesmo com seus sentidos aguçados, mas momentos depois, a mulher oferecia uma garrafa de champanhe à Toreador.

- Cortesia do senhor Tommy Vercetti. Ele gostaria de ter uma conversa com a senhora!


OFF: Pode interagir com a cena e NPCs como desejar. Se quiser, também pode descrever o que sua personagem fez na semana entre sua chegada e o convite para a festa VIP.
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Mensagem por Rian em Qua Jan 30, 2019 11:48 pm

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Ao chegar em Miami Magnólia logo tratava de transformar sua casa de férias em sua residência fixa. Haveria muito trabalho na primeira noite, como conferir todas as portas e janelas, conferindo possíveis pontos de entrada de luz. Solucionados todos os pontos em relação à segurança de seu novo refúgio ela acessa um classificados online e coloca um anúncio na seção de empregos:

“Contrata-se uma secretária de boa aparência e seguranças com disponibilidade para dedicação exclusiva, jornadas noturnas e viagens. Preferência por ex-militares de unidades especiais e artistas marciais habilidosos. Remunera-se muito bem. Contato pelo email: contratacao.miami@yahoo.com”

Obviamente Magnolia havia criado um novo email exclusivamente para este feito. Ela era uma vampira, mas não tinha habilidade nenhuma de combate e nem com armas de fogo. Seu campo era exclusivamente o social e financeiro. No entanto, isso não significava que ela estaria isenta de ser atacada. Precisaria de algumas buchas de canhão, nem que fosse para que ela ganhasse tempo suficiente para fugir de algum ataque.
Ela marcaria a entrevista dos candidatos em um galpão nas docas e contraria 3 seguranças e 1 secretária para atuar durante o dia no seu lugar.

--

Dias depois Magnólia recebia um convite irrecusável. Uma festa em um iate com o clube dos ricaços da cidade. Certamente ela não deixaria de ir. Ela escolhe uma roupa provocante, sem ser vulgar, e coloca um casaco por cima para disfarçar o colete kvlar.
E a noite prometia. Magnolia explorava os frequentadores do iate, tentando parcerias comerciais e conhecendo de perto seus concorrentes. Havia ali também políticos e os políticos eram peças de interesses da Toreador. Ela com certeza trocaria algumas palavras com um ou outro na tentativa de descobrir um potencial capacho para aumentar a sua influência. Talvez alguém que precisasse de apoio ou dinheiro para ganhar as próximas eleições, ou se manter no poder.
O tempo passava e então uma mulher, que segundo Mag ficou sabendo se chamava Mercedes trocava olhares lascivos  com a vampira. Ela não podia deixar de sorrir para Mercedes e sussurrar em seu ouvido:
- Alguma coisa em você mexeu comigo, e eu não sei o que é... Mas você me excita!
--
Algum momento depois Magnólia era surpreendida pela garçonete:
- Cortesia do senhor Tommy Vercetti. Ele gostaria de ter uma conversa com a senhora!
- Ah, muito obrigada!
A Toreador pegava uma taça e preenchia com a champanhe. Ela bebia um gole no mesmo instante que fitava o vampiro com um olhar incauto, por fim caminhava na direção do senhor Tommy Vercetti. Certamente os presentes ali viam-na como uma ovelha ignorante que caminhava na direção da boca do lobo sem ter noção do perigo que lhe aguardava. Talvez. Os pensamentos que vinham na cabeça da Toreador eram:
"- O fato de Tommy me oferecer a bebida pode ter dois significados: O primeiro que ele não faz nem ideia de que eu seja um membro. Talvez tenha me visto apenas como uma forasteira do rostinho bonito e tenha algum plano para essa pobre mortal. O segundo, que talvez ele saiba que eu seja um Membro e usou a desculpa da champanhe apenas para iniciar a conversa. De qualquer modo, se for a primeira opção eu preciso manter a "máscara" para descobrir mais sobre ele."

- Obrigada pela bebida, senhor Tommy Vercetti. Está ótima, o sabor é único. Aposto que uma garrafa dessas deve custar uma nota. Vamos brindar! O senhor não aceita um gole?  
Ela observava com uma certa malícia em seu olhar esperando a resposta do vampiro. É claro que ela sabia que ele recusaria... afinal, Magnolia era uma rara exceção entre os Membros capazes de comer e beber como os mortais. E ela sabia disso.

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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 31, 2019 11:40 am

MAGNÓLIA


      Ao chegar em Miami, os primeiros passos da Toreador são cuidar de sua segurança. Alguns dias após anunciar as vagas, diversas pessoas surgiram. Após escolher bem, seus novos empregados eram:

Secretária:

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Maria Hoover: 21 anos, com experiência.


Seguranças:

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John Sawyer: 25 anos, participou em operações no iraque.


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Fernando Gonzáles: 51 anos, ex-militar.

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Gilbert Gordeau: 30 anos, lutador de MMA. Ex policial.


***


      No iate, em certo momento, Magnólia se envolve em um diálogo com um dos políticos presentes. Ela já havia ouvido falar de seu nome, um deputado de menor porte dos Democrats que durante as eleições, prometeu um programa para auxílio e alimentação de moradores de rua, mas recentemente se viu envolvido em um escândalo quando se descobriram indícios de que ele estava desviando a maior parte da renda de tal programa para si e suas amantes (sim, além de casado e com filhos, parece que ele tinha várias amantes). Após uma conversa descontraída, ele diz que precisa limpar sua imagem para as próximas eleições. Ele estaria até mesmo disposto a auxiliar no financiamento da empresa de Mag caso ela o ajudasse espalhando entre pessoas importantes, que tudo não passa de intriga da oposição de políticos mesquinhos que odeiam pobres. Ao final, ele dá uma cantada em Magnólia e pergunta se não gostaria de jantar com ele após a festa.


***



      Após fazer o comentário para Mercedez, ela percebe que os batimentos cardíacos da jovem aceleravam. Ao que parece seu comentário a deixava excitada. Ela olhava novamente para Mag, enquanto mordia o lábio de forma sensual. Durante todo o resto da festa, a Toreador podia vê-la encarando-a à distância.


***


      Magnólia era pega de surpresa com a oferta de Tommy. O que isso queria dizer afinal?! Ela não perderia a oportunidade, mesmo que o homem (ou Membro, ao que tudo indicava) parecesse um lobo entre cordeiros no iate.

Mag: - Obrigada pela bebida, senhor Tommy Vercetti. Está ótima, o sabor é único. Aposto que uma garrafa dessas deve custar uma nota. Vamos brindar! O senhor não aceita um gole?  

      A Toreador o encarava com certa malícia no olhar, que era retribuída por ele, com um sorriso quase imperceptível nos lábios.

- Desculpe, acho que já bebi o suficiente por esta noite, e um homem de negócios precisa sempre manter sua classe! Espero não tê-la ofendido!

      Mesmo não bebendo, ele brinda com ela, então começa falando sobre negócios.

- Assim que soube da nova empresa na cidade, andei estudando um pouco sobre ela. Soube que ela também serve como transporte para... "cargas exóticas". Eu também trabalho com transporte de cargas, (entre diversos outros negócios) mas não creio que precisemos ser concorrentes, muito pelo contrário, poderíamos até ser parceiros comerciais!

      Parecia haver uma certa ideia implícita quando ele frisava "cargas exóticas". Estaria ele tentando descobrir se Mag era um membro?! Talvez tivesse ouvido algum boato sobre transporte de membros e queira saber se isso é mesmo real.

      Caso pergunte sobre que tipo de material Tommy costuma transportar, ele apenas diz que trata-se de materiais vindos da América do Sul. Caso a conversa flua, ele diz que seus navios atualmente não estão dando conta de uma grande quantidade de cargas vindas diretamente da Colômbia e gostaria de saber se ela toparia um negócio com ele, para ajudar no transporte do excedente e ambos dividiriam os lucros.
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Mensagem por Rian em Qui Jan 31, 2019 4:00 pm

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Nos primeiros dias após a contratação, Magnólia convida seus empregados e insiste veemente para que eles confraternizem com ela. Vinho ou suco de uva (para os que não bebem) regado ao sangue da portuguesa. A fidelidade de seus empregados só seria possível, ao nível que a vampira desejava, com o emprego do laço de sangue. Repetiria o feito por 3 noites até que o laço se estabelecesse com todos os quatro funcionários.

--

No iate, a portuguesa conhece um deputado corrupto e pervertido. Ao que parecia ele estava enterrado até o pescoço com denúncias e dinheiro sujo. A vampira já tinha uma certa influência política estabelecida (influência 2). Claro que novos aliados viriam sempre bem a calhar, no entanto a Toreador avaliaria o risco do empreendimento. Não queria ver sua empresa envolvida em um escândalo de corrupção. De qualquer modo um deputado a mais na mão era algo que não podia ser desperdiçado e, pensando nisso, ela dava mole para o político cafajeste, insinuando que eles poderiam sim se encontrar após o término da festa no iate.
“- Vou fazer esse safado comer na minha mão, sem precisar investir tão alto...” Pensava ela no momento em que levantava o copo de sua bebida para o deputado sinalizando um brinde ao passo que pedia licença para conhecer mais pessoas no iate.

E era então que ela se encontrava com Mercedes. Fazia a mesma jogada do deputado, perguntando se elas não poderiam terminar a noite juntas. Assim, logo depois que Magnolia despachasse o político cafajeste, quem sabe curtiria um fim de noite com aquela senhoria quarentona.

--

- Desculpe, acho que já bebi o suficiente por esta noite, e um homem de negócios precisa sempre manter sua classe! Espero não tê-la ofendido!
O sorriso quase imperceptível seguido daquela frase era um sinal para Magnolia medir bem seus passos. Com certeza ela estava lidando com um Membro, frio e calculista em suas palavras e atitudes. Seria bom não subestimá-lo.
- De forma nenhuma, senhor Vercetti. Inclusive farei o mesmo, acho que já bebi o suficiente para esta noite. Dizia a portuguesa após brindar com Tommy, colocando seu copo de lado.
- Assim que soube da nova empresa na cidade, andei estudando um pouco sobre ela. Soube que ela também serve como transporte para... "cargas exóticas". Eu também trabalho com transporte de cargas, (entre diversos outros negócios) mas não creio que precisemos ser concorrentes, muito pelo contrário, poderíamos até ser parceiros comerciais!
- Vejo que fez o dever de casa, senhor Vercetti. Dizia Magnolia a despeito de Tommy ter estudado sua empresa. “- Certamente o convite que eu recebi foi obra dele...” Concluía ela em seus pensamentos. A vampira continuava tirando suas conclusões. “- Posso estar enganada, mas acredito que o senhor Vercetti não tem certeza sobre minha condição vampírica.” De fato Magnolia podia se passar facilmente por mortal. Não só o fato de poder comer e beber, mas por algum motivo sua pele não tinha aquela aparência pálida características dos vampiros. Aos olhos nus ela realmente parecia apenas uma mulher, uma linda mulher, diga-se de passagem. Talvez, devesse a isso parte de seu sucesso no meio social.

A portuguesa dava um sorriso, tirava um feixe de cabelos de seu rosto com a mão esquerda jogando-o atrás da orelha e fixando seu olhar em Tommy prosseguia:
- Mas é exatamente isso, senhor Vercetti. Agora não havia mais sorriso no rosto da vampira. Magnolia conversava como uma empresária, uma visionária que buscava o lucro e sua expressão refletia isso. – A nossa empresa é a pioneira nesse ramo. Temos o orgulho de afirmar que somos a primeira empresa dos EUA a fazer transporte de vampiros, mesmo durante o dia. Temos navio e avião adaptado para a segurança das “cargas exóticas”, além de pessoal adestrado.
Primeiro ela rasgava a palavra “vampiro”, que Tommy parecia estar com medo de pronunciar, demonstrando que ela tinha conhecimento das criaturas da noite. E segundo usava o mesmo termo utilizado pelo seu interlocutor. Ela continuava:
- Nossa empresa é que foi responsável pela evacuação dos Membros de NY no último ataque Sabbá. É claro que... esse tipo de transporte costuma ser bem mais caro do que um pacote turístico de verão corriqueiro.

Ela então voltava a sorrir e continuava: - Acredito sim que podemos formar uma parceria, para dividir os lucros provenientes da Colombia. Mas o que é que vocês trazem de lá?
Magnólia já imaginava que seria drogas ilícitas... O que mais um magnata de Miami estaria comprando justamente da Colômbia? Com certeza não seria missangas ou CD’s piratas de lambada ou qualquer outro tipo de música latina! Não mesmo...

“- Por fim acredito que consegui explicar para o senhor Vercetti o que minha empresa faz sem afirmar de fato se sou ou não sou um Membro...” Magnólia quase tinha um orgasmo com esse tipo de jogatina social. Ela gostava disso.
“- Agora é hora de sabermos um pouquinho mais sobre o misterioso senhor Tommy Vercetti!”
- Como estava dizendo antes... nossa empresa viu em Miami uma excelente oportunidade. Um enorme porto e uma cidade cujos interesses e jogos de poder ainda não estão definido. Sabe o que isso significa, senhor Verceti? Mais “cargas exóticas” vindo e saindo de Miami. Isso significa oportunidade de ganhar mais!
Mais uma vez a vampira escondia o principal interesse por trás do interesse financeiro.
- Agora... o problema é que eu cheguei na cidade e não tenho conhecimento de quem são as “pessoas” daqui. Certamente precisarei de alguém como o senhor... (Magnolia enfatizava a expressão “como o senhor” para deixar claro que ela havia percebido que ele era um membro) ... para me apresentar à sociedade local. Quem sabe o senhor também não pode ganhar um pouco aí. Afinal, um aval do senhor Verceti para os “seus amigos”  será de extrema importância para a nossa empresa. Compreende, senhor Vercetti?
"- É bem possível que neste exato instante ele deva estar se perguntando se eu sou uma vampira, uma carniçal ou apenas uma humana que mantem negócios com vampiros!"
Ela pegava novamente o seu copo, dava um gole da bebida, enchia o peito de ar e devolvia a taça à sua posição anterior enquanto, fitando-o, aguardava uma resposta do vampiro.

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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 31, 2019 8:41 pm

MAGNÓLIA







      A Toreador portuguesa se sentia em casa nessa festa e não deixava a desejar no jogo social. Em breve ela poderia ter um deputado na palma da mão e quem sabe a atraente filha do ex coronel como sobremesa.


***


      Ao que tudo indicava, Tommy havia sido quem a convidou para a festa, e ele havia a estudado bem antes disso.

Mag: - Mas é exatamente isso, senhor Vercetti. A nossa empresa é a pioneira nesse ramo. Temos o orgulho de afirmar que somos a primeira empresa dos EUA a fazer transporte de vampiros, mesmo durante o dia. Temos navio e avião adaptado para a segurança das “cargas exóticas”, além de pessoal adestrado.

      Os olhos de Tommy brilhavam quando ele a ouvia mencionar a palavra "vampiros".

- Ora, vejo que não estou lidando com uma amadora. Ótimo, nesse caso podemos ir direto ao ponto. Primeiro, das duas uma, ou você é uma "de nós", que consegue se mascarar muito bem entre o gado, ou uma carniçal de algum Membro importante, e cá entre nós, prefiro a primeira hipótese, pois não desejo ficar utilizando uma carniçal como pombo-correio para me comunicar com um senhor que não quer mostrar o rosto. Qual o meu palpite?! Acredito que você seja um membro, muito provavelmente da Camarilla. Eu chutaria uma Ventrue por suas habilidades no campo político ou uma Toreador por sua beleza, sem querer parecer atrevido!

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Mag: - Como estava dizendo antes... nossa empresa viu em Miami uma excelente oportunidade. Um enorme porto e uma cidade cujos interesses e jogos de poder ainda não estão definido. Sabe o que isso significa, senhor Verceti? Mais “cargas exóticas” vindo e saindo de Miami. Isso significa oportunidade de ganhar mais!

Mag: - Agora... o problema é que eu cheguei na cidade e não tenho conhecimento de quem são as “pessoas” daqui. Certamente precisarei de alguém como o senhor... para me apresentar à sociedade local. Quem sabe o senhor também não pode ganhar um pouco aí. Afinal, um aval do senhor Verceti para os “seus amigos”  será de extrema importância para a nossa empresa. Compreende, senhor Vercetti?


- Vejo que você é uma visionária, assim como eu. Esse pode ser o começo de uma bela relação comercial! - Então fazia um novo brinde - Sim, como uma novata na cidade, prudência é sempre primordial, principalmente aqui em Miami. Esta era uma cidade do Sabbat até os anos 80 quando cheguei, fui enviado pela "família" para expulsá-los e tomar o controle do maior porto de exportação de cocaína dos EUA. Hoje, me orgulho em dizer que sou o membro mais poderoso da cidade, e ninguém entra ou sai sem que eu saiba. A presença da Camarilla aqui é mínima, e de certa forma, isso até pode ser bom, pois você não deve obediência servil a ninguém. Aqui neste iate estão nada mais que a elite mortal da cidade, os políticos mais corruptos, filhos de traficantes ricos, atores e atrizes hollywoodianos usuários das drogas refinadas que trago para a cidade, ou seja, pessoas da mais baixa índole, e como tal, deve-se prestar muita atenção aonde pisa ao lidar com eles, mas pelo que andei observando, você está se saindo muito bem!
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Mag: - Acredito sim que podemos formar uma parceria, para dividir os lucros provenientes da Colombia. Mas o que é que vocês trazem de lá?      

      Tommy a olhava profundamente nos olhos por longos segundos antes de responder.

- Já que decidimos ser sinceros um com o outro, vou colocar todas as cartas na mesa. Sim, como você deve imaginar, o que trago da América do Sul é o famoso ouro branco que inunda as ruas da cidade. Não cocaína qualquer, mas a cocaína mais pura vinda das florestas sul americanas. Obviamente o carregamento vem escondido dentro de objetos comuns como móveis, esculturas, madeiras exóticas e alimentos importados do terceiro mundo. Normalmente os objetos que apenas servem como máscara para o ouro branco são descartados, pois seu preço é irrelevante perto dos 40 mil dólares/quilo que escondem, mas se você desejar, pode fazer o que quiser com eles. Imagine toneladas do produto sendo transportados para Miami mensalmente, e a soma dos lucros que podem gerar! Você poderia fazer parte desse império se assim desejasse. Se aceitar, estou disposto a dividir os lucros de toda a cocaína que você puder transportar em 50% para cada um, o que me diz?
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Mensagem por Melisa em Sex Fev 01, 2019 8:17 pm

Nos fundos da loja... Era de se esperar:
- Corpos é... Servirão para um bem maior. Não me interessa quem eram, rsrssrs (risadinha  pirat )... E que vicio nojento, sem ofensa... Tia Poulet vai gostar de mais uns bonecos reanimados, rsrsrs...
A família Romero é bem doida... Melissa até desconfia de boa parte da família, se realmente vão se empenhar e fazer o trabalho direito, se vão ajudar fielmente... Ela sabe o que fazer se haver alguma traição.
Missão cumprida, em parte...
Os zumbis modificados por Melissa ficaram bons de aparência. Estão longe do trapo que eram antes.
O arsenal de armas que Melissa precisa para o bando custa caro... Alguns membros da família Romero sugerem assaltar um banco para conseguirem a soma de dinheiro necessária, mas Pablo tinha uma ideia melhor: entrar em contato com Reni Wassulmaier, um/a Cainita alemã/o que já residiu em Miami quando a cidade pertencia ao Sabbat.  Para a surpresa de todos, Reni aceita prontamente ajudar o grupo, com uma pequena condição: a de que o líder dos Giovanni, Tommy Vercetti, fosse capturado “vivo” e entregue a ele/a.
Reni chegaria à cidade em cerca de três noites. Neste período, a família Romero se encarregaria de capturar mais indigentes para o abraço em massa, Tia Poulet conseguiria mais cadáveres para seu pequeno exército.
Sugerem então que Melissa investigue o máximo possível de informações sobre Tommy Vercetti e os Giovanni na cidade.
Com isso ela tenta se disfarçar com roupas diferentes das que ela usa normalmente dentro de suas condições, para buscar informações uteis sobre os Giovanni e Tommy, primeiramente nos locais pequenos (lembrando que ela deve conhecer +ou- os locais, localização e tal, pois antes eram territórios do Sabbat), onde há venda de drogas e demais negócios que os necromantes estão envolvidos. Melissa usa sua moto para se deslocar para os lugares que precisará ir e leva junto sua pistola. Antes, verifica o combustível da moto e certifica-se de estar bem alimentada.
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Mensagem por Rian em Sab Fev 02, 2019 7:21 pm

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- Ora, vejo que não estou lidando com uma amadora. Ótimo, nesse caso podemos ir direto ao ponto. Primeiro, das duas uma, ou você é uma "de nós", que consegue se mascarar muito bem entre o gado, ou uma carniçal de algum Membro importante, e cá entre nós, prefiro a primeira hipótese, pois não desejo ficar utilizando uma carniçal como pombo-correio para me comunicar com um senhor que não quer mostrar o rosto. Qual o meu palpite?! Acredito que você seja um membro, muito provavelmente da Camarilla. Eu chutaria uma Ventrue por suas habilidades no campo político ou uma Toreador por sua beleza, sem querer parecer atrevido!
"- Esse sujeito é bom de palpite!" Pensava a Toreador enquanto demonstrava um sorriso e respondia a indagação do Giovanni.
- E por que não uma Toreador com as habilidades de um Ventrue, senhor Vercetti? Vejo que és muito bom de palpite! Dizia ela revelando-se para o vampiro.
- Vejo que você é uma visionária, assim como eu. Esse pode ser o começo de uma bela relação comercial! - Então fazia um novo brinde - Sim, como uma novata na cidade, prudência é sempre primordial, principalmente aqui em Miami. Esta era uma cidade do Sabbat até os anos 80 quando cheguei, fui enviado pela "família" para expulsá-los e tomar o controle do maior porto de exportação de cocaína dos EUA. Hoje, me orgulho em dizer que sou o membro mais poderoso da cidade, e ninguém entra ou sai sem que eu saiba. A presença da Camarilla aqui é mínima, e de certa forma, isso até pode ser bom, pois você não deve obediência servil a ninguém. Aqui neste iate estão nada mais que a elite mortal da cidade, os políticos mais corruptos, filhos de traficantes ricos, atores e atrizes hollywoodianos usuários das drogas refinadas que trago para a cidade, ou seja, pessoas da mais baixa índole, e como tal, deve-se prestar muita atenção aonde pisa ao lidar com eles, mas pelo que andei observando, você está se saindo muito bem!
Um sorriso singelo surgia enquanto a vampira processava a informação. Ela já tinha ouvido algo a respdeito da "família". Não sabia muito sobre eles, os Giovanni. Mas bastava prestar atenção nas palavras de Tommy para Magnólia perceber que era melhor tê-lo como aliado do que como inimigo.
- Realmente... ninguém entra ou sai sem que o senhor saiba. Veja eu por exemplo, não é mesmo? Brincava enquanto brindava novamente com o Giovanini.
- Bom, fico contente em saber que poderei atuar sem algumas limitações que a Torre de Marfim acaba nos impondo. Já que estamos abrindo jogo em relação a isso... poderia me dizer o que sabe sobre os jogos de poderes da cidade? Eu não gostaria de tomar domínio da polícia local sem saber que com isso estou pisando no terreno do "vampiro mais poderoso da cidade"... Mencionava as próprias palavras de Tommy.
- Já que decidimos ser sinceros um com o outro, vou colocar todas as cartas na mesa. Sim, como você deve imaginar, o que trago da América do Sul é o famoso ouro branco que inunda as ruas da cidade. Não cocaína qualquer, mas a cocaína mais pura vinda das florestas sul americanas. Obviamente o carregamento vem escondido dentro de objetos comuns como móveis, esculturas, madeiras exóticas e alimentos importados do terceiro mundo. Normalmente os objetos que apenas servem como máscara para o ouro branco são descartados, pois seu preço é irrelevante perto dos 40 mil dólares/quilo que escondem, mas se você desejar, pode fazer o que quiser com eles. Imagine toneladas do produto sendo transportados para Miami mensalmente, e a soma dos lucros que podem gerar! Você poderia fazer parte desse império se assim desejasse. Se aceitar, estou disposto a dividir os lucros de toda a cocaína que você puder transportar em 50% para cada um, o que me diz?
Magnólia não pensava duas vezes antes de responder afirmativamente. - Fechado, senhor Vercetii! Tudo que eu tenho que fazer é só enviar um navio para a Colômbia? É que eu sou nova nesse ramo, entende?
De fato Magnólia construíra seu patrimônio sem adentrar à esfera ilícita do narcotráfico. Aquilo seria novidade para a vampira. Ela aceitara o trato pensando no lucro, mas será que sua consciência estava pronta para aquilo? Ela ainda era uma vampira jovem que preservava muito dos valores humanos e pouco havia descendido na escala moral. Diferente do Giovanni.
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Depois que terminasse com Tommy, Magnólia se dirigiria para falar com o tal influente pastor da cidade...

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