O Véu Negro

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Re: O Véu Negro

Mensagem por Fox em Dom Nov 25, 2018 12:00 pm

Amaya Takenouchi

A mulher ao telefone ouvia as direções e o relato de Amaya sem tecer nenhum comentário. Era provável que os policiais responsáveis solicitassem a sua ajuda, já que era a única a saber o local exato onde os restos mortais estão localizados. Por esse motivo, a Gangrel decide esperar em sua casa após encerrar a ligação às autoridades. Sentada sobre uma cadeira de madeira rústica encostada a uma mesa pequena de mesmo material, ela folheia algum livro, algo sobre sua profissão ou quem sabe algum romance de literatura mais leve. Da janela guilhotina de vidro, com suportes envernizados quadriculados, corre uma brisa leve que percorre a sala de estar, balançando levemente o tecido fino bege que cobre o sofá de dois lugares e os cabelos lisos da asiática, e vai até a cozinha, saindo por uma abertura superior e fazendo um som de flauta velha quando se intensifica. Amaya levanta-se e vai até a pequena estante que estava atrás de si. O móvel fica em um extremo da sala, ao lado da escadaria que dá acesso ao alçapão do sótão. Ela guarda o que estava lendo e volta à mesa, olhando para a cozinha no percurso. Lá ficava uma bancada, um armário de parede, um fogão velho em desuso e uma geladeira usada pra guardar amostras. Improvisos de pesquisador. Além disso, no canto entre a parede da porta dos fundos e a de conexão com a sala de estar, ficava o acesso ao porão. O quarto, único cômodo ligado ao banheiro e que ficava à esquerda da entrada principal, estava com a porta fechada.

Ao sentar-se novamente, Amaya é surpreendida com o som de algum objeto lançado pela janela. Ele quica duas vezes pela sala e, antes dela conseguir identificar o que seja, mais um som, agora de vidro quebrando, destaca-se vindo da cozinha. Em um instante, nos dois cômodos, um gás branco espesso começa a ser liberado rapidamente do que parece ser uma bomba de fumaça. Apesar de não causa nenhum efeito adverso, uma vez que a vampira não respira, sua visão é quase que completamente bloqueada no ambiente confinado. Ela escuta passos pesados se aproximando na varanda, quase sobrepostos pelo som incessante da bomba. Quem seria? E por que estava ali? A Gangrel se sente encurralada como numa emboscada.

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Re: O Véu Negro

Mensagem por @nonimous em Dom Nov 25, 2018 9:03 pm

Após se esconder em uma caçamba de lixo para não ser visto o vampiro começa a repensar seu vestuário, aquela jaqueta de couro, cabelos longos era punk demais, chamava tanta atenção quanto um dedão inflamado, e enquanto arrombava a porta de entrada com sua força mental ele agradecia por nunca ter cruzado com um caçador,seria um desastre. Ele seria facilmente identificado como um vampiro, odiava ter de admitir mas seu senhor estava certo aquele vestuário era inadequado.
Adentrando a sala de arquivo, caminhando furtivamente pelo hospital ele lê a extensa ficha médica da mulher, anota mentalmente o endereço e vai embora, era hora de ter uma conversa com ela.

Mas antes ele precisava de um disfarce, ele procura por um vestiário, queria roubar um chaleco e roupas médicas, caso não tivesse sucesso iria procurar um enfermeiro ou médico e o nocauteraria com seu movimento da mente, imprimindo grande força na sua cabeça, roubaria suas roupas brancas de médico ou enfermeiro e iria até o endereço da mulher, enquanto saia através de seu telefone ele chamava um Uber.

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Re: O Véu Negro

Mensagem por Fox em Qua Nov 28, 2018 12:04 am

Stanislav Nottinghan

Ao conseguir as informações necessárias a seu objetivo, Stanislav sai da sala de arquivos. Quando fecha a porta atrás de si, vê uma faxineira que, andando na direção contrária a dele enquanto esfrega o chão, por sorte parece não ter percebido a presença do vampiro. Ele espera por um instante e se desloca furtivamente por outro corredor para longe da funcionária. No caminho até o local de sua entrada, ele verifica as portas de alguns consultórios aparentemente vazios, até encontrar uma aberta. Adentrando-o, pega um jaleco branco pendurado num cabideiro metálico junto à mesa e já o veste. Poderia passar despercebido se alguém o avistasse antes da saída. Não foi o caso, uma vez que o caminho para fora do hospital estava limpo como o chão do prédio.

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O táxi o deixa de frente à casa de número 1001. Aquele era o endereço apontado no prontuário de Beatrice. Passava das duas da madrugada e a rua estava vazia. Há, no pequeno jardim de entrada, um grande ulmeiro de galhos longos que deixa os arredores numa penumbra. A grama é baixa e as folhas pequenas de tom alaranjado a cobrem em sua maior parte. Uma simples caixa de correios branca marca o início da trilha de pedras que leva até os degraus da porta de entrada. A casa é pequena, mas cobre quase toda a largura do terreno, de forma que não é possível ver os fundos. À esquerda, quase abaixo de uma janela com persiana, há um alçapão de portas duplas de madeira colocadas sobre uma base de cimento que, ao que parece, leva a uma espécie de porão. O primeiro andar da casa possui mais janelas que o térreo e uma delas aparenta estar entreaberta.

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Re: O Véu Negro

Mensagem por Amaya Takenouchi em Qua Nov 28, 2018 10:20 pm

Eu pensava que poderia esperar de maneira um pouco mais tranquila do que a que se seguiria a seguir.

Eu ficava refletindo no que fazer e como contribuir para os humanos, sem que desse quaisquer pistas da minha real natureza. Entretanto... foi logo que eu vi a fumaça de gás entrando na minha casa, que percebi que havia mais coisas por trás naquela morte do que simples gangsters humanos lidando com alguém que estava no lugar errado e na hora errada.

A minha visão, logo se tornou encoberta. Então, não me restava muita coisa além de confiar na visão melhorada que apenas Ennoia poderia me dar (Ativar Metamorfose 1 - Olhos da Besta). A essa altura, eu me esgueirava, para encontrar o porão, o mais rápido possível. Ou, se não o encontrasse, qualquer coisa que me servisse para esconder ali.
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Re: O Véu Negro

Mensagem por Fox em Sex Nov 30, 2018 12:21 am

Amaya Takenouchi

As tramas do mundo sombrio, dizem, costumam procurar aqueles que surgiram dele. O dizer se provava verdadeiro nessa noite. Apesar de Amaya procurar se distanciar de seu lado sombrio e abraçar sua humanidade, a teia do destino parecia ser tecida de uma forma contrária. Sua casa estava prestes a ser invadida e ela buscava uma saída daquela situação. Em uma resposta instintiva, seus olhos começavam a tomar um aspecto bestial por ordem de seu Sangue. Em instantes, a metamorfose está completa, embora ela não surta efeito em meio a fumaça branca que toma conta da casa. Amaya percebe que os Olhos da Besta foram feitos para a escuridão, enquanto que aquelas bombas de fumaça eram uma tecnologia distante desta existência natural. Apesar disso, a Gangrel continua buscando uma alternativa e tateia a parede, chegando rapidamente até a porta próxima que liga a sala à cozinha. Ela vira-se para direita e segue, usando a parede como guia, até chegar à entrada que leva até o porão.

Tão rápido quanto é aberta, a porta atrás de si é fechada, mantendo a fumaça fora do local, porém não há chave para trancá-la. Amaya desce a escadaria rústica de madeira que liga os andares, chegando de fato ao porão. As luzes estão apagadas e o interruptor ficava na cozinha, mas isso não representa problema algum. Com sua visão sobrenatural, é possível distinguir todos os objetos do lugar, em sua maioria caixas de papelão e de madeira de tamanhos variados. Há também um par de vassouras velhas junto a um pé de cabra e um sofá sem estofado. Um som alto de portas sendo arrombadas é ouvido acima. No final do porão, ao que parece, existe uma porta dupla inclinada, barrada por uma grande viga de madeira, que dá passagem para o lado de fora.

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Re: O Véu Negro

Mensagem por Amaya Takenouchi em Sab Dez 01, 2018 5:24 pm

Eu tinha que sair dali. Imediatamente. Aquele não era mais um local seguro.

O dom que havia utilizado para melhorar minha visão, não me ajudou naquele momento. A fumaça encobria tudo. Mas eu sabia que no momento, o porão era a melhor opção para escapar. E através de meu tato, eu consegui pelo menos, evitar o pior... por enquanto.

Eu precisava observar bem o porão, para decidir o meu próximo passo. Agora, com a visão melhorada, eu poderia ver bem o que estava disposto para mim. Se estavam atrás de mim, iriam revirar esta casa, inclusive este porão. Ficar naquele lugar seria impraticável. Desta feita, a única coisa que eu fiz, foi pegar um pé de cabra, o mais rápido que pude.

Eu me direcionava então à porta inclinada, que parecia dar passagem para o lado de fora. A minha intenção, era então tirar aquela viga dali. Se conseguisse, eu abriria o porão e sairia daquele lugar, para achar um outro refúgio para me esconder...
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Re: O Véu Negro

Mensagem por Fox em Qua Dez 05, 2018 9:30 pm

Amaya Takenouchi

Amaya corre pelo porão escuro. O som dos passos que vem de cima começa a preencher a casa, indicando mais de um invasor. Pela urgência, não é possível distinguir muito mais que isso, a não ser que os movimentos são rápidos e pesados. Poeira cai do teto de madeira sobre o chão de cimento. Num instante, a Gangrel alcança o pé de cabra, se equipando contra um eventual ataque. Seus braços seguram o objeto desajeitadamente, mais como uma coisa do que uma arma. Ela própria talvez tenha esse pensamento, vendo aquilo como uma ferramenta para uma situação necessária. De toda forma, ela parte para a única saída disponível. A viga de madeira é maciça, pesando bem mais do que aparentava, e é preciso usar as duas mãos para sequer movê-la um pouco. Inevitavelmente, Amaya usa o sangue para fortalecer seus músculos, que incham-se e enrijecem em um instante. Só sob sua força sobrenaturalmente adquirida que a viga é erguida e jogada ao chão, fazendo um baque alto grave e rolando para longe.

A vampira abre a grande porta dupla para liberdade. Como pé de cabra em mãos, ela emerge da saída subterrânea já observando e planejando sua rota de fuga. Sua primeira opção e a mais atrativa é a mata. Ela conhecia a floresta bem o suficiente para não se perder e, quem sabe, deixar qualquer perseguidor para trás. Além disso, seus três lobos certamente a protegeriam lá. De repente, um disparo corta a noite, atingindo seu flanco esquerdo. A dor e o impacto fazem-na cambalear, mas sua resiliência a mantém de pé (Machucado). Embora queira identificar a origem do tiro, a quantidade de casas e árvores que funcionam de esconderijo, além da urgência de sair da linha de fogo, fazem Amaya bater em retirada para a floresta. Voltar para a casa seria uma péssima decisão. Suas pernas recém fortalecidas lhe dão um impulso a mais e ela embrenha-se pelas árvores e arbustos. Rapidamente, os sons de fumaça e passos são sobrepostos por grilos e galhos remexidos pelo vento. Achar seus companheiros animais era só questão de tempo, mas qual seria seus próximos atos?

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Re: O Véu Negro

Mensagem por Amaya Takenouchi em Qua Dez 05, 2018 9:55 pm

Eu só pensava em sair dali o mais rápido que podia. A preservação da minha vida falava mais alto naquele momento, então eu pensava em fazer tudo o que podia para sair daquele lugar. Inclusive usar a força de meu sangue.

Não era algo muito agradável ter que usar o sangue, já que isso faria com que a Besta que estava dentro de mim ficasse mais ávida pelo meu descontrole, mas vez ou outra, era necessário. Eu deveria lembrar constantemente de não ficar com (muita) fome.

Eu gostaria de ver quem estava fazendo aquilo, mas agora definitivamente não era a hora. Eu seguia para a floresta, era a única opção naquele momento. Por mais que eu não soubesse o que encontrar por ali, é fato que era muito mais seguro do que ficar na cabana, onde certamente encontraria minha Morte Final.

O pé de cabra que carregava junto comigo era algo que eu não pretendia usar, já que eu não teria forças para isso, além da que era proporcionada pela vitae. Mas não poderia usar o precioso líquido de forma irresponsável.

Assim, eu sentia que algo me atingiu. Um disparo. Um tiro. Isso me causou uma dor imediata. Mas senti que poderia continuar, ainda. Dessa forma, eu continuava a me mover dentro da floresta.

Seguia em frente. Mas eu sabia que não poderia passar a noite ali. Eu ia ter que passar a noite ao menos com um teto sob a minha cabeça. Eu aproveitava para ver se havia algum tipo de coisa parecida na própria floresta, ou se havia uma saída alternativa para a cidade. Eu precisava de tempo para pensar. Para planejar e para adquirir a melhor resposta.

Apenas seria bem complicado explicar o tiro que levei, caso eu fosse obrigada a ir para a cidade. Esperava que não tivesse de fazê-lo.
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Re: O Véu Negro

Mensagem por Fox em Qui Dez 06, 2018 6:25 pm

Amaya Takenouchi

Amaya continua vagando pela floresta. O ferimento causado pelo tiro na altura das costelas ao lado de seu seio direito incomoda e retarda levemente a movimentação. Apesar disso, não há sinal de mais ninguém. Quem quer que fosse o invasor, ou invasores, ou não conhecia a mata bem o suficiente ou desistiu de ir atrás dela por outro motivo. De qualquer forma, a Gangrel não se descuida. Fenrir aparece e caminha ao seu lado com uma expressão alerta.

Caso decida curar-se, o único resquício do confronto seria um buraco na lateral de sua blusa. Ela analisa as opções. O parque só é cercado em algumas áreas específicas, de forma que, a partir dele, é possível acessar três regiões da cidade: a saída ao norte fica próxima ao Salem Hospital, nos arredores do Centro; à leste, ganha-se acesso a uma área suburbana menos movimentada; e por fim, é possível voltar para a região onde sua casa alugada fica. Sabe-se também que há uma cabana próxima a uma área de conservação, cruzando toda a mata, e uma torre de vigia no centro do parque, locais estes que são as permutas do guarda florestal quando está em serviço.

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Re: O Véu Negro

Mensagem por Amaya Takenouchi em Sex Dez 07, 2018 11:36 pm

Havia a possibilidade de entrar em uma área de preservação. E de todo o coração, queria estar ali. Entretanto...

... o fato de haver um Guarda Florestal me demoveu da ideia. Se ele estivesse a serviço agora, eu iria precisar convencê-lo de alguma forma, que eu precisaria ficar um dia inteiro ali. E me arriscaria a pegar uns raios de sol nada desejáveis.

Outros cainitas simplesmente desacordariam esse guarda ou o matariam. Mas essa não era uma opção para mim. Não iria brincar com a vida de humanos dessa forma (Off.: Considerar Humanidade 10 e Código de Honra). Apesar de minha inevitável posição de sanguessuga, não iria agir contra humanos a não ser que viessem a atentar diretamente contra a minha não-vida.

Voltar para a casa alugada? Fora de questão. Poderia haver gente ainda lá, e o lugar não seria mais seguro. Eu estava certa que alguém da polícia estava desejando muito encobrir aquilo, ou pelo menos, alguém que conseguia pegar as informações da mesma.

A área suburbana poderia ser interessante, mas eu iria demorar ainda um tempo para achar algum lugar para repousar. E certamente não seria de graça. Apesar de ter os meios para pagar, demoraria um tempo, pois eu teria que acessar alguma máquina automática de banco e correr riscos.

Dessa forma, o mais interessante a fazer, seria ir em direção ao Hospital de Salem. Eu tinha levado um tiro, mesmo. Então, permitiriam-me entrar e passar por pelo menos, um tempo de observação. Como já estava tarde, provavelmente permitiriam-me passar um tempo ali, até a próxima noite. Decidi continuar com a marca do tiro, para isso.

E além disso... poderia haver alguma possibilidade de analisar as provas que eu tinha em minha posse. Um pedaço de pano, e o anel. Provavelmente, as provas já estariam avariadas, mas poderia ser um começo.

Eu queria resolver aquele caso. Mas não seria pela Polícia de Salem que eu conseguiria isso. Talvez, no hospital, contactando algum especialista ou ligando para um detetive, eu conseguiria.

Mas primeiro, eu ia ter que conseguir um leito, por lá. Assim, eu caminhava até o local, esperando que alguém me abordasse na entrada e visse a minha situação, com dificuldade, fazendo caretas, pois de fato, a dor daquele tiro me incomodava e eu tinha uma certa dificuldade para andar.

Tudo o que eu queria agora, era me esconder do sol. E pensar no que fazer mais tarde.
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Re: O Véu Negro

Mensagem por @nonimous em Seg Dez 10, 2018 2:17 pm

Sem maiores probemas Stanislav sai do hospital, a sorte parece enfim sorrir para o vampiro, se esgueira de forma ladina, atravessa a rua e chama um táxi indo em direção ao endereço que ele conseguiu, a primeira ponta estava amarrada, faltava descobrir o que a garota sabia e quem estava por trás de todo aquele imbróglio.

Embora pareça,não é tão simples, visitar alguém que possui experiências e traumas com o sobrenatural as 02 da manhã pode ser uma abordagem delciada, e Stanislav no caminho pensava nisso, esperava não ferrar com tudo.

Ele paga o motorista com um dinheiro embolado, faltava pouca para sua grana acabar, teria que mendigar de algum regente algum dinheiro ou sacar de sua conta pessoal, e o inferno estava aqui, tem horas da noite que ele ansiava por um serviçal ligado a ele pelo sangue, alguém que pudesse cuidar disso.
E talvez ele tinha a solução para as duas coisas.

Ele agradece o motorista por educação, salta do carro e vai olhando a casa, quando percebe uma janela entre aberta ele não hesita, faria uma abordagem frontal, assim como foi com ele, era hora de entender até onde ia o envolvimento da garota com o mundo da noite.

Ele entra pela janela, procura pela casa, faz uma investigação em busca de pessoas, não queria uma surpresa do tipo ter que lidar com a polícia de novo, caso a garota esteja sozinha ele vai ficar espionando ela em silêncio, caso esteja dormindo ele vai se sentar do lado dela, e a acordar jogando algo no chão.
Se tiver mais alguém na casa, pobre diabo, será nocauteado.


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