Amaya Takenouchi - Gangrel - Autarkis

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Amaya Takenouchi - Gangrel - Autarkis

Mensagem por Amaya Takenouchi em Dom Out 07, 2018 3:26 pm

Nome: Pablo
Personagem: Amaya Takenouchi
Clã: Gangrel
Natureza: Idealista
Comportamento: Celebrante
Geração: 13ª
Refúgio: Pequena casa afastada do Centro de Las Vegas
Conceito: Ambientalista

Saldo de XP: 0/0


2. Atributos

Físicos (3)
- Força: 1 + 0 = 1
- Destreza: 1 + 2 = 3
- Vigor: 1 + 1 = 2

Sociais (5)
- Carisma: 1 + 3 = 4 (Eloquente)
- Manipulação: 1 + 1 = 2
- Aparência:  1 + 1 = 2

Mentais (7)
- Percepção:  1 + 2 = 3
- Inteligência:  1 + 3 = 4 (Autoridade em Áreas Específicas)
- Raciocínio: 1 + 2 = 3


3. Habilidades

Talentos (5)
- Prontidão:
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva: 1
- Empatia: 2
- Expressão:
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha:
- Lábia: 2

Perícias (9)
- Empatia c/ Animais: 5 (Cachorros, Treinamento de Ataque)
- Ofícios:
- Condução:
- Etiqueta:
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas: 1
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade: 1
- Sobrevivência: 2

Conhecimentos (13)
- Acadêmicos: 2
- Computador:
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Linguística: 2 (Vernáculo: Japonês + Inglês e Francês)
- Medicina: 2
- Ocultismo: 2
- Política:
- Ciências: 5 (Biologia, Química)

4. Vantagens

Antecedentes

Lacaios (3) - Lobos carniçais: Fenrir (Macho), Amaterasu e Hera (Fêmeas)
Recursos (2)

Disciplinas

Animalismo (2 + 1 = 3) (7 PB)
Metamorfose (1)


5. Virtudes

Virtudes
- Consciência: 3
- Autocontrole: 3
- Coragem: 4

Humanidade: 6 + 4 = 10 (4 PB)

Força de Vontade: 4 + 1 = 5 (1 PB)


Qualidades e Defeitos (12 PB Disponíveis)

Código de Honra (-2 PB) - Proteção à todas as formas de vida (e não-vida). Se não for possível evitar mortes ou se a sua vida for diretamente ameaçada, escolherá a opção que trará o mínimo dano possível.
Sentido Aguçado (-1 PB) - Visão


Observações
-


6. Prelúdio

Mote: "Tudo que nos rodeia é Gaia. Tudo o que está abaixo de nossos pés é Ennoia. É meu dever proteger o que Gaia criou e o que Ennoia mantém."


Amaya Takenouchi nasceu na gélida região da ilha de Hokkaido, no Japão (vernáculo, Japonês), no ano de 1939. Ela morava em uma pequena casa de campo onde convivia com os mais diversos animais, meia hora afastada da capital da região, Sapporo, seu principal local de estudos. Toda a sua vida, ela se dedicou aos estudos e às pesquisas. Como uma típica japonesa, de estudos rígidos e de costumes comedidos, mesmo no período da Segunda Guerra Mundial.

Ela era relativamente nova quando aconteceram os ataques americanos a Hiroshima e Nagasaki. Ela não podia compreender totalmente o que havia ocorrido na época, mas cresceu achando que o Japão, talvez não fosse tão seguro para ela sobreviver, influenciada pro seus pais.

Dedicava-se à línguas estrangeiras para estudos, principalmente na adolescência, no período pós-guerra (Inglês e Francês), bem como a sua vocação maior, a biologia. Algo para o qual ela despertou na sua juventude, em diversas visitas a zoológicos e reservas naturais, onde pôde ter contato com diferentes formas de vida (Empatia com animais 5). Isso fez com que ela se dedicasse para se promover em sua turma e, com o apoio americano, que estava ajudando na reconstrução do Japão graças ao Plano Marshall, ela se mudou para a Universidade de Tokyo, onde começou seus estudos, e pela sua atuação e suas notas dentro da Universidade, foi convidada a terminar a sua graduação de biologia nos Estados Unidos (Inteligência 4, Raciocínio 3).

Despedindo-se de seus pais, ela fez a sua graduação em Biologia na tradicional Universidade de Yale, em Connecticut, além de se especializar em Bioquímica (Ciências 5). Mantinha-se por bolsa de estudos dada para jovens cientistas para desenvolver os Estados Unidos, além de um estágio em laboratório, o que fez com que ela desenvolvesse alguns conhecimentos maiores, como a melhor forma de tratar ferimentos (Medicina 2), ou a apresentação de artigos científicos (Acadêmicos 2, Carisma 4, Lábia 2).

Ela tinha seus 35 anos, na década de 70, e estava montando uma reputação por si, trabalhando em conjunto com reservas naturais para manutenção de espécies em extinção (Recursos 2). Mas algo estava para mudar. E ela não sabia muito bem o que era.

Em uma viagem de trabalho, ela foi enviada para uma floresta na região de Nevada, onde ela estava estudando a vivência de animais noturnos, para um de seus trabalhos. Naquele momento, ela se sentiu atraída por aquele cenário de floresta fechada, de várias vidas que poderia ver ali. Estava acompanhada de dois ajudantes. Entretanto, tudo o que ela podia lembrar daquela noite, é que foram atacados por uma matilha de lobos.

Quando ela acordou, horas depois do ataque, ela tinha desmaiado. Os seus dois ajudantes morreram. E em face dela, estava uma mulher, com mais ou menos da mesma idade que ela, de aparência latina. A japonesa só lembra do terror, e ao mesmo tempo, do fascínio que essa mulher causou. E lembra da primeira frase que ela te disse.

"- Eu não sei dizer o porquê. Mas você deveria estar morta depois de invadir meu território. Eles não quiseram te matar."

Dessa forma, ela mostrou dois animais atrás de si. Dois lobos. Um macho e uma fêmea, ela podia distinguir, de longe. O fato é que logo, saberia quem ela era. Elisa Gonzales era um ser, que logo, Amaya aprenderia que era uma vampira. E com mais detalhes, do clã Gangrel.

Amaya passou por 5 anos com ensinamentos, vivendo como uma carniçal. Ela continuava fazendo seu trabalho no mundo humano, porém estava sumindo cada vez mais. Apesar de Elisa ser uma mestra distante, esta viu potencial no Abraço, que foi feito depois deste treinamento, onde ensinou algumas coisas que sabia, para ela (Armas Brancas, Furtividade, Segurança, Lábi, Ocultismo). Principalmente sobre alguns lobisomens, que viviam na região de Nevada, o básico que necessitava para não ser morta por eles (Ocultimsmo 2), além de ter ganhado algumas habilidades sobrenaturais no processo (Sentido Aguçado - Visão; Disciplinas).

A esta altura, a presença de Amaya no mundo humano se limitava a artigos científicos. Mas não é como se ela se demonstrasse muito presente na Sociedade dos Membros, já que a sua própria mestra estava à parte da Jyhad, desinteressada pela sede de poder entre Camarilla e Sabbat. Por consequência, Amaya não se interessava com isso, tampouco. A convivência entre as duas era, apesar de distante, benéfico para ambas, apesar de divergências. Elisa apenas defendia a sua terra e seus iguais, e nada mais. Já Amaya, acreditava que deveria defender a toda a vida. Inclusive aos humanos e outros cainitas, isso partindo de sua rígida educação japonesa, misturada com seu convívio com o natural e com  diversas formas de vida, que a fizeram lutar por isso (Idealista, Celebrante, Humanidade 10), desenvolvendo uma conduta extremamente pautada na proteção à vida (Humanidade 10, Código de Honra). Isso as fazia discutirem, mas não o suficiente para colocarem-se em pé de guerra. Elisa levava isso como uma "ingenuidade de uma criança da noite").

Entretanto, um grave incidente vitimou a sua mestra. Um descuido em sua caçada fez com que ela fosse vitimada em uma armadilha de lobisomens, por mais que tivesse conhecimento sobre os mesmos. Ela aprendeu a duras penas, que às vezes, teria que lutar por sua vida. E por isso, se mudou, para fazer um território pequeno, perto de Las Vegas. E neste ínterim, mais uma vez, se deparou com uma matilha de lobos. Porém, conectada com seu Animalismo, ela conseguiu ganhar a confiança de três dos melhores lobos da matilha. Fenrir, o macho alfa negro, e as suas duas principais companheiras, Amaretasu, uma loba branca, e Hera, uma loba cinzenta (Lacaios 3).

Às vezes, aparecia na sociedade dos Membros e no mundo humano, de forma a não perder o seu contato com outros indivíduos e sua humanidade. Pois a japonesa acredita que isso faria com que ela se conectasse melhor à sua Besta. E que pudesse controlar seus impulsos. Ela não tentaria suprimir a besta, ao contrário do que muitos Gangrel pensam dela. Mas sim, coexistir com a natureza, de modo a cooperar com ela e desenvolver a sua ligação com a mesma.

Alimentar-se apenas do necessário, e não matar humanos ou animais para isso. Não caça por prazer pervertido de um cainita. Mas pela necessidade pura e simples da predadora. Entretanto, como parte da Natureza, de Gaia, da Terra, aprendera com Elisa que deve se harmonizar com ela e não lhe causar males. Isso a faz parecer ainda mais humana.


7. Banco de Dados
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Re: Amaya Takenouchi - Gangrel - Autarkis

Mensagem por Amaya Takenouchi em Dom Out 07, 2018 11:09 pm

Fiz uma pequena correção de pontuação que estava errada.

Creio que agora está ok, por enquanto.
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Re: Amaya Takenouchi - Gangrel - Autarkis

Mensagem por Arcebispo Altobello em Ter Out 09, 2018 9:26 pm

Experiência - Sua última ficha tinha 80exp computados. Você pode fazer um personagem Ancilla pagando 75exp (trocar a ficha de Neófito por uma de Ancilla não importa na diminuição de metade da experiência) , ou pode aplicar a metade disso na sua nova personagem neófita. Pode ser que haja até mais experiência que não foi incorporada na ficha. Me diz o nome da última crônica que jogou (ajuda dizer o subtítulo ou a época também) que eu posso dar uma conferida pra você.

Habilidades - As Habilidades, em ficha neófito, são limitadas até o nível 3. Para aumentar além disso, apenas com pontos bônus ou de experiência. 

Prelúdio 

- Amaya demonstra ter conhecimento profundo do clã e, inclusive, de sua origem. Considere a compra da Habilidade Secundária Conhecimento de Clã: 2

- O título diz que sua personagem é Autarca, contanto no final do prelúdio diz que ela aparece na sociedade vampírica. Para quem exatamente ela aparece? Camarilla? Como a Camarilla sabe da existência dela e não a considera uma deles ou uma inimiga? Ela segue as Tradições? Nesse caso, seria considerada um membro deles. Caso contrário um inimigo. Anarquistas? Ela conhece o bastante sobre essas divisões para entender a complexidade de se manter foda da política vampírica. Ela também pode ser um membro que segue as Tradições por obrigação mas se mantém afastada da política.

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E lá, mais alto que as nuvens, serei como o Altíssimo." 
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Re: Amaya Takenouchi - Gangrel - Autarkis

Mensagem por Amaya Takenouchi em Ter Out 09, 2018 10:57 pm

Eu creio que vou continuar com ela como neófita, mas com a metade dos XPs a mais. No caso, 40.

Eu não me lembro muito bem qual foi a última crônica, mas lembro que tinha New York no nome e era do Beaumont.

irei comprar as habilidades que faltam (ou que devem ser compradas) por meio de XP.

Sobre o prelúdio, vou ajustar logo abaixo na ficha consertada, mas adiantando aqui:

A Amaya não se envolve na política vampírica. Não é o foco dela. Porém, ela respeita as Tradições, e se apresenta na maioria das vezes para outros Gangrel, tão independentes como ela. Sim, o Príncipe sabe da existência dela. Mas é bem provável que a ignore.

Talvez, ela possa ser um "membro" da Camarilla que aceite as tradições. Mas que seria tão independente quanto boa parte dos Gangrel se considera da Seita. Cabível de corrigir no título, quando a ficha for aceita.

Eis a ficha com correções, abaixo, com alguns pequenos detalhes novos no prelúdio:

---------------------------------

Nome: Pablo
Personagem: Amaya Takenouchi
Clã: Gangrel
Natureza: Idealista
Comportamento: Celebrante
Geração: 13ª
Refúgio: Pequena casa afastada do Centro de Las Vegas
Conceito: Ambientalista

Saldo de XP: 40/40


2. Atributos

Físicos (3)
- Força: 1 + 0 = 1
- Destreza: 1 + 2 = 3
- Vigor: 1 + 1 = 2

Sociais (5)
- Carisma: 1 + 3 = 4 (Eloquente)
- Manipulação: 1 + 1 = 2
- Aparência: 1 + 1 = 2

Mentais (7)
- Percepção: 1 + 2 = 3
- Inteligência: 1 + 3 = 4 (Autoridade em Áreas Específicas)
- Raciocínio: 1 + 2 = 3


3. Habilidades

Talentos (5)
- Prontidão:
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva: 1
- Empatia: 2
- Expressão:
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha:
- Lábia: 2

Perícias (9)
- Empatia c/ Animais: 3 + 2 = 5 (Cachorros, Treinamento de Ataque) (14 XP)
- Ofícios:
- Condução:
- Etiqueta:
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas: 1
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade: 1 + 1 = 2 (2 XP)
- Sobrevivência: 2

Conhecimentos (13)
- Acadêmicos: 2
- Computador:
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Linguística: 2 (Vernáculo: Japonês + Inglês e Francês)
- Medicina: 2
- Ocultismo: 2
- Política:
- Ciências: 3 + 2 = 5 (Biologia, Química) (14 XP)
- Conhecimento de Clã: 2 (5 XP)

4. Vantagens

Antecedentes

Lacaios (3) - Lobos carniçais: Fenrir (Macho), Amaterasu e Hera (Fêmeas)
Recursos (2)

Disciplinas

Animalismo (2 + 1 = 3) (7 PB)
Metamorfose (1 + 1 = 2) (5 XP)


5. Virtudes

Virtudes
- Consciência: 3
- Autocontrole: 3
- Coragem: 4

Humanidade: 6 + 4 = 10 (4 PB)

Força de Vontade: 4 + 1 = 5 (1 PB)


Qualidades e Defeitos (12 PB Disponíveis)

Código de Honra (-2 PB) - Proteção à todas as formas de vida (e não-vida). Se não for possível evitar mortes ou se a sua vida for diretamente ameaçada, escolherá a opção que trará o mínimo dano possível.
Sentido Aguçado (-1 PB) - Visão


Observações
-


6. Prelúdio

Mote: "Tudo que nos rodeia é Gaia. Tudo o que está abaixo de nossos pés é Ennoia. É meu dever proteger o que Gaia criou e o que Ennoia mantém." (Conhecimento de Clã 2)


Amaya Takenouchi nasceu na gélida região da ilha de Hokkaido, no Japão (vernáculo, Japonês), no ano de 1939. Ela morava em uma pequena casa de campo onde convivia com os mais diversos animais, meia hora afastada da capital da região, Sapporo, seu principal local de estudos. Toda a sua vida, ela se dedicou aos estudos e às pesquisas. Como uma típica japonesa, de estudos rígidos e de costumes comedidos, mesmo no período da Segunda Guerra Mundial.

Ela era relativamente nova quando aconteceram os ataques americanos a Hiroshima e Nagasaki. Ela não podia compreender totalmente o que havia ocorrido na época, mas cresceu achando que o Japão, talvez não fosse tão seguro para ela sobreviver, influenciada pro seus pais.

Dedicava-se à línguas estrangeiras para estudos, principalmente na adolescência, no período pós-guerra (Inglês e Francês), bem como a sua vocação maior, a biologia. Algo para o qual ela despertou na sua juventude, em diversas visitas a zoológicos e reservas naturais, onde pôde ter contato com diferentes formas de vida (Empatia com animais 5). Isso fez com que ela se dedicasse para se promover em sua turma e, com o apoio americano, que estava ajudando na reconstrução do Japão graças ao Plano Marshall, ela se mudou para a Universidade de Tokyo, onde começou seus estudos, e pela sua atuação e suas notas dentro da Universidade, foi convidada a terminar a sua graduação de biologia nos Estados Unidos (Inteligência 4, Raciocínio 3).

Despedindo-se de seus pais, ela fez a sua graduação em Biologia na tradicional Universidade de Yale, em Connecticut, além de se especializar em Bioquímica (Ciências 5). Mantinha-se por bolsa de estudos dada para jovens cientistas para desenvolver os Estados Unidos, além de um estágio em laboratório, o que fez com que ela desenvolvesse alguns conhecimentos maiores, como a melhor forma de tratar ferimentos (Medicina 2), ou a apresentação de artigos científicos (Acadêmicos 2, Carisma 4, Lábia 2).

Ela tinha seus 35 anos, na década de 70, e estava montando uma reputação por si, trabalhando em conjunto com reservas naturais para manutenção de espécies em extinção (Recursos 2). Mas algo estava para mudar. E ela não sabia muito bem o que era.

Em uma viagem de trabalho, ela foi enviada para uma floresta na região de Nevada, onde ela estava estudando a vivência de animais noturnos, para um de seus trabalhos. Naquele momento, ela se sentiu atraída por aquele cenário de floresta fechada, de várias vidas que poderia ver ali. Estava acompanhada de dois ajudantes. Entretanto, tudo o que ela podia lembrar daquela noite, é que foram atacados por uma matilha de lobos.

Quando ela acordou, horas depois do ataque, ela tinha desmaiado. Os seus dois ajudantes morreram. E em face dela, estava uma mulher, com mais ou menos da mesma idade que ela, de aparência latina. A japonesa só lembra do terror, e ao mesmo tempo, do fascínio que essa mulher causou. E lembra da primeira frase que ela te disse.

"- Eu não sei dizer o porquê. Mas você deveria estar morta depois de invadir meu território. Eles não quiseram te matar."

Dessa forma, ela mostrou dois animais atrás de si. Dois lobos. Um macho e uma fêmea, ela podia distinguir, de longe. O fato é que logo, saberia quem ela era. Elisa Gonzales era um ser, que logo, Amaya aprenderia que era uma vampira. E com mais detalhes, do clã Gangrel.

Amaya passou por 5 anos com ensinamentos, vivendo como uma carniçal. Ela continuava fazendo seu trabalho no mundo humano, porém estava sumindo cada vez mais. Apesar de Elisa ser uma mestra distante, esta viu potencial no Abraço, que foi feito depois deste treinamento, onde ensinou algumas coisas que sabia para ela (Armas Brancas, Furtividade, Segurança, Lábia, Ocultismo, Conhecimento de Clã). Principalmente sobre alguns lobisomens, que viviam na região de Nevada, o básico que necessitava para não ser morta por eles (Ocultismo 2), além de ter ganhado algumas habilidades sobrenaturais no processo (Sentido Aguçado - Visão; Disciplinas).

A esta altura, a presença de Amaya no mundo humano se limitava a artigos científicos. Mas não é como se ela se demonstrasse muito presente na Sociedade dos Membros, já que a sua própria mestra estava à parte da Jyhad, desinteressada pela sede de poder entre Camarilla e Sabbat, apesar de terem se apresentado formalmente à Seita e obedecido às Tradições para não atrair problemas. Por consequência, Amaya não se interessava com isso, tampouco. A convivência entre as duas era, apesar de distante, benéfico para ambas, apesar de divergências.

Elisa apenas defendia a sua terra e seus iguais, e nada mais. Já Amaya, acreditava que deveria defender a toda a vida. Inclusive aos humanos e outros cainitas, isso partindo de sua rígida educação japonesa, misturada com seu convívio com o natural e com diversas formas de vida, que a fizeram lutar por isso (Idealista, Celebrante, Humanidade 10), desenvolvendo uma conduta extremamente pautada na proteção à vida (Humanidade 10, Código de Honra). Isso as fazia discutirem, mas não o suficiente para colocarem-se em pé de guerra. Elisa levava isso como uma "ingenuidade de uma criança da noite".

Entretanto, um grave incidente vitimou a sua mestra. Um descuido em sua caçada fez com que ela fosse vitimada em uma armadilha de lobisomens, por mais que tivesse conhecimento sobre os mesmos. Ela aprendeu a duras penas, que às vezes, teria que lutar por sua vida. E por isso, se mudou, para fazer um território pequeno, perto de Las Vegas. E neste ínterim, mais uma vez, se deparou com uma matilha de lobos. Porém, conectada com seu Animalismo, ela conseguiu ganhar a confiança de três dos melhores lobos da matilha. Fenrir, o macho alfa negro, e as suas duas principais companheiras, Amaterasu, uma loba branca, e Hera, uma loba cinzenta (Lacaios 3).

Às vezes, aparecia na sociedade dos Membros e no mundo humano, de forma a não perder o seu contato com outros indivíduos e sua humanidade. Pois a japonesa acredita que isso faria com que ela se conectasse melhor à sua Besta. E que pudesse controlar seus impulsos. Ela não tentaria suprimir a besta, ao contrário do que muitos Gangrel pensam dela. Mas sim, coexistir com a natureza, de modo a cooperar com ela e desenvolver a sua ligação com a mesma.

Alimentar-se apenas do necessário, e não matar humanos ou animais para isso. Não caça por prazer pervertido de um cainita. Mas pela necessidade pura e simples da predadora. Entretanto, como parte da Natureza, de Gaia, da Terra, aprendera com Elisa que deve se harmonizar com ela e não lhe causar males. Isso a faz parecer ainda mais humana.


7. Banco de Dados
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Re: Amaya Takenouchi - Gangrel - Autarkis

Mensagem por Amaya Takenouchi em Ter Out 16, 2018 9:39 pm

Nome: Pablo
Personagem: Amaya Takenouchi
Clã: Gangrel
Natureza: Idealista
Comportamento: Celebrante
Geração: 13ª
Refúgio: Pequena casa afastada do Centro de Las Vegas
Conceito: Ambientalista

Saldo de XP: 40/40


2. Atributos

Físicos (3)
- Força: 1 + 0 = 1
- Destreza: 1 + 2 = 3
- Vigor: 1 + 1 = 2

Sociais (5)
- Carisma: 1 + 3 = 4 (Eloquente)
- Manipulação: 1 + 1 = 2
- Aparência: 1 + 1 = 2

Mentais (7)
- Percepção: 1 + 2 = 3
- Inteligência: 1 + 3 = 4 (Autoridade em Áreas Específicas)
- Raciocínio: 1 + 2 = 3


3. Habilidades

Talentos (5)
- Prontidão:
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva: 1
- Empatia: 2
- Expressão:
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha:
- Lábia: 2

Perícias (9)
- Empatia c/ Animais: 3 + 2 = 5 (Cachorros, Treinamento de Ataque) (14 XP)
- Ofícios:
- Condução:
- Etiqueta: 2
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas: 1
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade: 1 + 1 = 2 (2 XP)
- Sobrevivência: 2

Conhecimentos (13)
- Acadêmicos: 2
- Computador:
- Finanças:
- Investigação: 2
- Direito:
- Linguística: 2 (Vernáculo: Japonês + Inglês e Francês)
- Medicina: 2
- Ocultismo: 2
- Política:
- Ciências: 3 + 2 = 5 (Biologia, Química) (14 XP)
- Conhecimento de Clã: 2 (5 XP)

4. Vantagens

Antecedentes

Lacaios (3) - Lobos carniçais: Fenrir (Macho), Amaterasu e Hera (Fêmeas)
Recursos (2)

Disciplinas

Animalismo (2 + 1 = 3) (7 PB)
Metamorfose (1 + 1 = 2) (5 XP)


5. Virtudes

Virtudes
- Consciência: 3
- Autocontrole: 3
- Coragem: 4

Humanidade: 6 + 4 = 10 (4 PB)

Força de Vontade: 4 + 1 = 5 (1 PB)


Qualidades e Defeitos (12 PB Disponíveis)

Código de Honra (-2 PB) - Proteção à todas as formas de vida (e não-vida). Se não for possível evitar mortes ou se a sua vida for diretamente ameaçada, escolherá a opção que trará o mínimo dano possível.
Sentido Aguçado (-1 PB) - Visão


Observações
-


6. Prelúdio

Mote: "Tudo que nos rodeia é Gaia. Tudo o que está abaixo de nossos pés é Ennoia. É meu dever proteger o que Gaia criou e o que Ennoia mantém." (Conhecimento de Clã 2)


Amaya Takenouchi nasceu na gélida região da ilha de Hokkaido, no Japão (vernáculo, Japonês), no ano de 1939. Ela morava em uma pequena casa de campo onde convivia com os mais diversos animais, meia hora afastada da capital da região, Sapporo, seu principal local de estudos. Toda a sua vida, ela se dedicou aos estudos e às pesquisas. Como uma típica japonesa, de estudos rígidos e de costumes comedidos, mesmo no período da Segunda Guerra Mundial.

Ela era relativamente nova quando aconteceram os ataques americanos a Hiroshima e Nagasaki. Ela não podia compreender totalmente o que havia ocorrido na época, mas cresceu achando que o Japão, talvez não fosse tão seguro para ela sobreviver, influenciada pro seus pais.

Dedicava-se à línguas estrangeiras para estudos, principalmente na adolescência, no período pós-guerra (Inglês e Francês), bem como a sua vocação maior, a biologia. Algo para o qual ela despertou na sua juventude, em diversas visitas a zoológicos e reservas naturais, onde pôde ter contato com diferentes formas de vida (Empatia com animais 5). Isso fez com que ela se dedicasse para se promover em sua turma e, com o apoio americano, que estava ajudando na reconstrução do Japão graças ao Plano Marshall, ela se mudou para a Universidade de Tokyo, onde começou seus estudos, e pela sua atuação e suas notas dentro da Universidade, foi convidada a terminar a sua graduação de biologia nos Estados Unidos (Inteligência 4, Raciocínio 3).

Despedindo-se de seus pais, ela fez a sua graduação em Biologia na tradicional Universidade de Yale, em Connecticut, além de se especializar em Bioquímica (Ciências 5). Mantinha-se por bolsa de estudos dada para jovens cientistas para desenvolver os Estados Unidos, além de um estágio em laboratório, o que fez com que ela desenvolvesse alguns conhecimentos maiores, como a melhor forma de tratar ferimentos (Medicina 2), ou a apresentação de artigos científicos (Acadêmicos 2, Carisma 4, Lábia 2).

Ela tinha seus 35 anos, na década de 70, e estava montando uma reputação por si, trabalhando em conjunto com reservas naturais para manutenção de espécies em extinção (Recursos 2). Mas algo estava para mudar. E ela não sabia muito bem o que era.

Em uma viagem de trabalho, ela foi enviada para uma floresta na região de Nevada, onde ela estava estudando a vivência de animais noturnos, para um de seus trabalhos. Naquele momento, ela se sentiu atraída por aquele cenário de floresta fechada, de várias vidas que poderia ver ali. Estava acompanhada de dois ajudantes. Entretanto, tudo o que ela podia lembrar daquela noite, é que foram atacados por uma matilha de lobos.

Quando ela acordou, horas depois do ataque, ela tinha desmaiado. Os seus dois ajudantes morreram. E em face dela, estava uma mulher, com mais ou menos da mesma idade que ela, de aparência latina. A japonesa só lembra do terror, e ao mesmo tempo, do fascínio que essa mulher causou. E lembra da primeira frase que ela te disse.

"- Eu não sei dizer o porquê. Mas você deveria estar morta depois de invadir meu território. Eles não quiseram te matar."

Dessa forma, ela mostrou dois animais atrás de si. Dois lobos. Um macho e uma fêmea, ela podia distinguir, de longe. O fato é que logo, saberia quem ela era. Elisa Gonzales era um ser, que logo, Amaya aprenderia que era uma vampira. E com mais detalhes, do clã Gangrel.

Amaya passou por 5 anos com ensinamentos, vivendo como uma carniçal. Ela continuava fazendo seu trabalho no mundo humano, porém estava sumindo cada vez mais. Apesar de Elisa ser uma mestra distante, esta viu potencial no Abraço, que foi feito depois deste treinamento, onde ensinou algumas coisas que sabia para ela (Armas Brancas, Furtividade, Segurança, Lábia, Ocultismo, Conhecimento de Clã). Principalmente sobre alguns lobisomens, que viviam na região de Nevada, o básico que necessitava para não ser morta por eles (Ocultismo 2), além de ter ganhado algumas habilidades sobrenaturais no processo (Sentido Aguçado - Visão; Disciplinas).

A esta altura, a presença de Amaya no mundo humano se limitava a artigos científicos. Mas não é como se ela se demonstrasse muito presente na Sociedade dos Membros, já que a sua própria mestra estava à parte da Jyhad, desinteressada pela sede de poder entre Camarilla e Sabbat, apesar de terem se apresentado formalmente à Seita e obedecido às Tradições para não atrair problemas. Inclusive, concluindo a Tradição da Hospitalidade, quando precisava voltar à cidade, ou sair para outras, controladas pela Camarilla. De qualquer forma, Amaya não se interessava por isso, usava tais coisas para poder realizar serviços relacionados ao conhecimento cainita (Ocultismo 2, Conhecimento de Clã Gangrel 2, Investigação 2). Ela tem uma lealdade muito maior ao seu próprio clã, entretanto.

Quanto à convivência entre Elisa e Amaya, apesar de distante e com certas divergências no que concernem visões de mundo distintas, era benéfico para ambas.

Elisa apenas defendia a sua terra e seus iguais, e nada mais. Já Amaya, acreditava que deveria defender a toda a vida. Inclusive aos humanos e outros cainitas, isso partindo de sua rígida educação japonesa, misturada com seu convívio com o natural e com diversas formas de vida, que a fizeram lutar por isso (Idealista, Celebrante, Humanidade 10), desenvolvendo uma conduta extremamente pautada na proteção à vida (Humanidade 10, Código de Honra). Isso as fazia discutirem, mas não o suficiente para colocarem-se em pé de guerra. Elisa levava isso como uma "ingenuidade de uma criança da noite".

Entretanto, um grave incidente vitimou a sua mestra. Um descuido em sua caçada fez com que ela fosse vitimada em uma armadilha de lobisomens, por mais que tivesse conhecimento sobre os mesmos. Ela aprendeu a duras penas, que às vezes, teria que lutar por sua vida. E por isso, se mudou, para fazer um território pequeno, perto de Las Vegas. E neste ínterim, mais uma vez, se deparou com uma matilha de lobos. Porém, conectada com seu Animalismo, ela conseguiu ganhar a confiança de três dos melhores lobos da matilha. Fenrir, o macho alfa negro, e as suas duas principais companheiras, Amaterasu, uma loba branca, e Hera, uma loba cinzenta (Lacaios 3).

Às vezes, aparecia na sociedade dos Membros e no mundo humano, de forma a não perder o seu contato com outros indivíduos e sua humanidade, além de não perder o trato com outras pessoas, coisa que aprendeu ao longo da vida. (Humanidade 10, Etiqueta 2). Pois a japonesa acredita que isso faria com que ela se conectasse melhor à sua Besta. E que pudesse controlar seus impulsos. Ela não tentaria suprimir a besta, ao contrário do que muitos Gangrel pensam dela. Mas sim, coexistir com a natureza, de modo a cooperar com ela e desenvolver a sua ligação com a mesma.

Alimentar-se apenas do necessário, e não matar humanos ou animais para isso. Não caça por prazer pervertido de um cainita. Mas pela necessidade pura e simples da predadora. Entretanto, como parte da Natureza, de Gaia, da Terra, aprendera com Elisa que deve se harmonizar com ela e não lhe causar males. Isso a faz parecer ainda mais humana.


7. Banco de Dados
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Amaya Takenouchi

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Re: Amaya Takenouchi - Gangrel - Autarkis

Mensagem por Arcebispo Altobello em Ter Out 16, 2018 10:20 pm

Ficha aprovada.

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E lá, mais alto que as nuvens, serei como o Altíssimo." 
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Re: Amaya Takenouchi - Gangrel - Autarkis

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