Morte Negra

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Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Seg Fev 19, 2018 12:36 pm


O lugar tinha um ar vitoriano, a mobília cuidadosamente disposta era antiga, Banes conseguiu identificar alguns grãos dispersos de poeira na mobília antiquada e aquilo gerou um contraste paradoxal aquela sala tão zelosa, ele fitou por alguns instantes os imensos quadros nas paredes, todos de paisagens mortas e ou longas colinas cinzentas com uma grama esverdeada, a sala, era pequena, mas estava abarrotada de livros antigos em prateleiras que iam até o teto, tal teto era em forma de uma abóboda cuidadosamente pintada com a tragédia da queda do paraíso, uma obvia alusão á Paraíso Perdido de John Milton , o anho semi nu caindo do alto dos céus, em direção a uma paisagem flamejante, sob o julgo e olhar aguerrido de um arcanjo poderoso, semi nu e com umas espada flamejante.
A sala ao entrar era retangular, porém quando Banes se sentou de frente para a mesa onde seu interlocutor sentara era oval, e essa distorção espacial era notada gradativamente quando se olhava par a porta de madeira trancada no flanco direito do jovem Tremere.

A demais, simbologia farta hermética que, que variava do caduceu até o símbolo da ordem de Melquisedeque, porém o que chamou a atenção de Walter foi o busto de prata na forma do Baphomet de St James, uma figura aterradora em forma de bode com os principais símbolos herméticos.

Walter Bannes fora chamado as pressas para uma reunião na Capela de Nova Orleáns, um casarão antigo na St Charles Avenue, não muito distante do Quarter French, a cidade transpirava misticismo, o ar noturno era cajado com odor de amêndoa e uma brisa fria vindo do Mississip, apimentada pelos saxofones entoando melodias Jazz, Bannes recebera instruções para ficar no bairro negro chamado Tremor ou Tremer, uma piada de mal gosto com o nome da casa de feiticeiros.

Por fim seu interlocutor uma figura emblemática, usava um terno antigo, bengala e uma cartola a qual ele por espeito a sua visita a depositou sobre a mesa, ele tinha feições finas e cheiro de erva doce com algo mais adocicado a qual Banes não identificara.

- Obrigado Aprendis Bannes Bann Tremere. Disse o home quebrando o silêncio da sala.

- Sua casa, seu clã o convoca para honrar o juramento, e o senhor foi apontado como apto para essa missiva em nome de nosso clã.; Bannes acha curioso a voz melodiosa, quase monótoma do Regente Phillip Marie Veledeux, o senhor das Capelas locais.

- Mas antes devemos tomar alguns cuidados com os amaldiçoados locais. Diz ele olhando para o aprendiz.

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Re: Morte Negra

Mensagem por F4Ng0rN em Sab Fev 24, 2018 3:09 pm

PS: Desculpa a demora.

Walter entra na luxuosa Capela de Nova Orleans usando um terno grafite com uma camisa azul marinho por baixo, sem gravata, e se perde por alguns segundos observando o local. Quando uma figura de voz melodiosa e surpreendentemente calma dirige a palavra a Banes. Era o Regente das capelas locais, Phillip Marie.

"Relamente digno de uma capela da nossa família. Incríveis adornamentos e livros contendo uma poderosa aura encontram-se aqui, sem mencionar os feitiços aqui dispostos, impressionante."

-Honrado em conhecê-lo Regente Phillip. - Banes cumprimenta-o com uma leve reverência indicando respeito à figura do Regente. - Conforme a urgência do pedido não fui muito bem informado ainda sobre a situação atual local mas farei o possível para atender o chamado do clã. Se possível gostaria de receber mais informações, até por quê, parece que estamos lidando com alguns amaldiçoados no momento.


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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Seg Fev 26, 2018 11:18 am

O Regente se ajeita na cadeira, abre uma gaveta da pesada mesa de mogno e deposita vagarosamente encima da mesa, uma pasta cor vermelho, sob a luz pálida do gabinete reluz aos olhos de Walter, o regente fita a pasta como um signo de poder, algo revelador que a qualquer momento poderia alterar circunstancialmente a realidade, talvez vá, ou talvez apenas alimente as intrigas na Capela, o que era algo mais corriqueiro que Walter gostaria de assumir.
A intricada política dos Membros era uma perfídia de assassinatos, chantagens, suborno e outras atrocidades, mas a política da piramidal dos Tremere avançava para um nível transcendental esse conceito de manipulação, poder e majestade. A pasta poderia ser um gatilho que iniciaria algo, ou um meio para um fim escuso, seja como for, Walter estava no meio daquilo, e não poderia voltar, não sem se prejudicar imensamente, nunca havia ouvido falar de um aprendis recusando uma " tarefa" determinada pelo clã, especialmente um dever determinado pelo Regentus de uma Capela alheia, claro, Walter é um dos itinerantes, alguém lá encima ainda não o fixou "nunha" Capela, o que prejudica de forma política, pois não pode forjar alianças para si, e claro seus conhecimentos taumatúrgicos não avançam muito, sem tempo e sem recursos, ele acaba se tornando uma massa de manobra para manter os poderosos do clã no seu conforto.
Walter tem sua linha de raciocino interrompido pela voz melodiosa do Regenbte Phillip Marie:

- Devo confiar a você Aprendis Walter Bannes, aprendis secundus, uma tarefa árdua, mas que poderá manter a segurança do clâ Tremere.

Um Regente normalmente tem aprendizes e outros Membros de Sua capela a sua disposição, por que ele simplesmente não " convidou" algum deles, porque chamar alguém que estava centenas de kms de distancia daqui, existia algo na logistica Tremere que as vezes era um mistério aos olhos de Walter.

- Pois bem. Continua o Regente. -
- Nessa pasta tem alguns detalhes de seus novos afazeres, que a partir de agora, deve ser o ponto central de sua agenda noturna. Após uma pausa ele suspira, como se precisasse daquele ato, talvez ele tenha esquecido que não é e nem está entre mortais.


- Fomos solicitados pela corte local, convidados a esclarecer um equivoco, tal equivoco resultou na morte final de dois mortais, e uma criança da noite recém abraçada, isso gerou desconforto e pode trazer caos a sensível política local, os corpos estão em uma ala do hospital universitário, estão sendo guardados por dois " familiares" Naquele ponto, a palavra familiar é grifada com aspas, gesticuladas com os dedos indicadores do Regente.

- Um Tremere foi retido pela corte local, acusado dos crimes, ele tinha um relacionamento com a criança da noite e secretamente mantinha um caso com um dos mortais assassinados, ele foi encontrado no apartamento do terceiro mortal, Marcel Verbeux, sua majestade solicitou que o clâ Tremere ajudasse a elucidar o caso, porém por uma questão de honra, não indiquei ninguém de minha Capela, no intuito de reduzir qualquer acusação de ajuda ao magus detido.


Em seguida o regente olha a pasta indicando para que Walter abra.

Na pasta tem um relatório dos eventos.

01 Corpo de Anthonny Carvage é encontrado em um lixão nos limites da cidade, ele tinha marcas escuras pelo corpo e sangramentos nos ouvidos olhos, boca e ânus.
Ele era enfermeiro no Memorial Hospital, era mortal porém colaborador da família, era controlado para fornecer informações de atividades suspeitas. era dominado não se sabe por quem. Morava com a mãe e era namorado de Jean Clement

Jean Clement criança da noite abraçado por Vidal. Médico cirurgião recém formado, abraçado pela Família Ventrue de Nova Orleáns. Corpo encontrado no sue apt no centro financeiro, marcas escuras na pele, sangramento pelos orifícios anal, ouvido e olhos e poros do ante braço, inflamação detectada na axila.

Janet Mccoungh reporter local do Monday. encontrada enterrada no canal do Mississipi, manchas negras no corpo, sangramentos anal ouvidos olhos vaginal, cabeça, membros inferiores e superiores arrancados por o que parece uma serra.

Após uma investigação detectada que Gerard Lapont estava seguindo os passos das vitimas, em seu refugio particular, oculto da liderança Tremere havia fotos das vitimas. Encontrado no apartamento de Jean Clemente, entrou após dominar os seguranças e porteiro do prédio.
Suspeito detido aguardando ordens de sua majestade para execução,.


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Re: Morte Negra

Mensagem por F4Ng0rN em Seg Fev 26, 2018 6:29 pm


O Regente senta-se, pega uma pasta e começa a explicar a situação. Walter acompanha a explicação com a maior atenção possível e em seguida analisa as informações contidas na pasta com o maior cuidado possível também para não deixar passarem pequenos detalhes. As manchas são estranhas e os sangramentos suspeitos. Banes divaga em seus pensamentos por alguns instantes após a análise e dirige novamente a palavra ao regente em seguida.

"Se fossem apenas mortais, poderia ser uma doença, mas para uma criança da noite sofrer estes efeitos, o mais provável é que seja algum poderoso ritual, ou técnica de algum clã, mas acredito que nem mesmo o caldeirão de sangue seria capaz de causar esse tipo de dano... ou seria?.... Ou outro tipo de criatura... ou até mesmo um veneno capaz de nos afetar."

-Senhor Phillip, estes "familiares" Também gesticula as aspas. são de nosso clã? E, sinto lhe perguntar algo assim mas sua experiência é sem dúvidas imensamente maior que a minha, Mais uma vez faz uma referência demonstrando respeito ao regente. por acaso em seus longos anos noturnos você se deparou com alguma técnica, nossa ou de outros, capaz de infligir este tipo de dano interno aos dos pacientes? Com certeza também não descarto a possibilidade de algum veneno poderoso, capaz de afetar até mesmo nossa família, mas não tenho conhecimento sobre tal no momento.


Legenda:
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PS: Quem é o médico abraçado pela família ventrue? Jean Clement ou Vidal? Ficou confuso esse ponto.
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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Ter Fev 27, 2018 3:08 pm

O Regente se levanta da cadeira, aquela reunião particular acaba, mas ainda teria uma agenda noturna. A noite vai ganhando tom, aquilo parecia ter sido breve, mas Walter percebe em um pesado relógio "Cuco" que já são quase 09:00PM, mais de uma hora de reunião, entre a espera pela chegada do Regente e a leitura do relatório de Vincent Black, o Membro responsável por aquele relatório tendencioso para a execução de Gerard Lapont.


- Como pode perceber. Diz de forma interessada. - Esse relatório foi montando pelo senhor Black, que aliás é o responsável pela segurança da cidade, ele quem apreendeu Gerard, ele quem conduz as investigações, e claro ele não parece ter muito interesse em elucidar o caso, está mais interessado em executar Gerard, ou é algo pessoal ou porque ele é um Tremere. O regente diz aqui ajeitando o pesado casaco escuro.

- Não posso discutir com o senhor sobre detalhes do caso, é a condição fundamental para que essa investigação exista, caso contrário Gerard será executado e o clã Tremere será responsabilizado pelos crimes, posso no entanto ser inquirido como testemunha ou informante.Me desculpe mas dei minha palavra de honra a Marcel que conduziria com lisura esse caso e que um imparcial a Capela iria investigar, ele irá montar uma equipe.

- Já ouvi falar de doenças de sangue, doenças que afetavam mortais e imortais igualmente, mas algo assim é raro, Vidal o senhor de Jean Clement, um notório e sábio Ancião do clâ Ventrue disse ter algo a dizer, mas só diria a você.
- Quando eu disse familiares, podem ser carnçais ou empregados da corte local, e não, não são serviçais da capela ou meu, ou de qualquer Tremere, talvez do príncipe da cidade, Marcel, mas isso seria interessante você indagar diretamente á ele, e sobre a equipe contará com um pesquisador forense, ou melhor pesquisadora, Marciana que vai se reunir ao senhor no hospital, e um especialista em informatica, de nome Null.

Ps Vidal é o ventrue senhor de Jean Clement

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Re: Morte Negra

Mensagem por F4Ng0rN em Ter Fev 27, 2018 5:24 pm


A reunião se extendera por 1h e o regente responde com algum interesse à possibilidade de o culpado ser de fora do clã. Walter novamente saluta o regente para retirar-se e dar início às suas investigações.

- Muito grato por sua colaboração Sr. Phillip. Me apresentarei agora ao príncipe Marcel e seguirei em seguida para o hospital.

"Black é? Suspeito número 1 encontrado hehehe. Creio que será necessário alguma vantagem quando lidando com ele, já que nem mesmo o regente Phillip parece estar de certo modo restrito por ele."

Enquanto se retira do espaçoso saguão onde reunira-se com o regente, Walter Banes liga para o diretor de sua empresa e pede que a equipe encontre toda e qualquer informação sobre Black, o senhor da segurança local, mesmo que tenham que invadir o pentágono para obtê-las.

Walter então dirige-se ao seu carro, um Audi R8, quando entra no mesmo, pega um pedaço de papel e escreve as seguintes palavras "Caro Príncipe Marcel, para poder conduzir essa investigação, será necessário que eu tenha certo grau de liberdade, gostaria de pedí-lo permissão para investigar o círculo interno da cidade, e claro, que me conceda temporariamente a autoridade para tal.", dobra o papel em 6, coloca-o no bolso interno do seu terno e encaminha-se em seguida para o centro do poder cainita em Nova Orleans, o Elísio do Príncipe Marcel a fim de apresentar-se e talvez conseguir alguma(s) informação(ões) pertinente(s) à investigação.



Legenda:
"Pensamento"
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EDIT: Aidicionei "Elísio do" na última linha... tinha esquecido o nome hahaha


Última edição por F4Ng0rN em Ter Fev 27, 2018 8:52 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Ter Fev 27, 2018 7:54 pm

A reunião entre Walter e Phillip se encerra sem maiores vicissitudes, fora apenas uma apresentação da natureza da investigação
e a entrega do relatório emitido pelo Xerife Vincent Black, um documento tendencioso, que visava apenas culpar e manejar
Laponte para a morte final. Walter já esperava isso, afinal os outros odeiam e desconfiam dos Tremere mais do que qualquer outro clâ
da Camarilla, a fachada de mistério e poder concedem aos Tremere a culpa por serem poderosos, majestosos e o clâ dominante da
temível magia do sangue, algo que causa inveja e constrangimento na Família.

Superada essa preposição polítca inter clâs, Walter se debruça a resolver aquele imbróglio, além do óbvio, a não vida de um Tremere
dependia do sucesso de Walter, presumindo claro que LAponte seja inocente, era a não vida de um Membro, e que tipo de monstro iria
permitir que um irmão de sangue fosse brutalmente executado; Naquele momento as palavras que concluem o dossiê;

"Aguardando a ordem de sua majestade para Execução."

Aquilo causava irritação em Walter, um tribunal injusto e corrompido, tipico da Camarilla.
Tinha também o orgulho dos Tremere, que poderia ser violado, e Phillip exalava majestade, e Walter não pode deixar de perceber
a simbologia do Refúgio, era mais que um mero regente, era um High Regent, ele comandava outros Regentes e nos círculos de Misterios
estava acima dos Regentes, aprendizes e iniciados, abaixo apenas da ordem dos Pontifixex, líderes continentais que respondiam ao
veneravel Council of seven.

A caneta desliza pelo papel, transcrevendo a solicitação que lhe condedia poderes para esmiurçar a não vida dos poderosos da cidade,
aquilo com certeza iria irritar muita gente gráuda.

- Alô. Diz uma voz rouca do outro lado. Monotona, mas decidida a cumprir o ordenado, buscar informações de Vincent Black.
Após amenidades ficou decido que enviaria os dados via Internet, um servidor seguro, para Walter.

Manipulação 000 + Liderança 01 Dif 6 - 2 por exercer cargo de liderança na empresa " Dono"
WALTER BANNES rolou 4 dado(s) com dificuldade 4 para Convencer diretor da empresa a buscar informações e obteve 2 sucesso(s)
Re-rolar 10: não
Ignorar 1: não
Link: https://warleiramos.com/rolador/?q=31988

Alguns minutos depois o carro de Walter cruza a cidade em direção á St Charles AVenue 2666, endereço a qual os Membros da Cidade
reconhecidamente se reunem, o logrado Elísio da Cidade, a avenida, o principal endereço da zona sul da cidade, imersa em jardins laterais
arborizada de ponta a ponta, mansões margeiam os dois lados da avenida.
O carro de Walter estaciona de frente da mansão, é percetivel a presença de duas viaturas da polícia do outro lado da rua, provavelmente
" Familiares" ou carniçais ou apenas peões respondendo ao poder do príncipe.
Um belo jardim está de frente da mansão que parece uma replica da casa Branca, que nem parece ser tão menor assim, longas vigas
branco neve sobem pelos céus, sem muros ou portões, de frente jaz um chafariz de anjo fluindo água pela boca e pênis.

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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Ter Fev 27, 2018 8:28 pm

O apartamento não tinha mobílias e ou coisas que pudessem compor ou identificar aquilo como um lar, estava mais próximo de
um QG, e de fato era isso, o QG de Dav Null, ele lidava com um fluxo imenso de informações, seja ela aberta, ou em códigos aos
quais os conhecimentos de informatica eram testados rigorosamente, a luz do monitor jorrava na face pálida de Dav, cuspindo uma
série de cripto informações e dados descodificados rodando através de seu sistema.

Recentemente Dav conseguiu a duras penas acesso a um chat ambientado dentro de uma rede privada, algo semelhante a deep Web, porém
em níveis ainda mais pronfundos, a qual acesso era dado mediante convite, tal invit veio mediante um link que Anoun usava através de
camadas e camadas de pura criptografia. Algo que a mente paranóica do Hacker previa, isso era algo em comum entre Dav e Anoun,
ambos acreditavam existir uma mega conspiração controlando a sociedade, uma Tecnocracia, um grupo ultra secreto, tal como os Iluminat,
porém eles existiam em um nível aterrador.

- Nosf66 Says Qual é galera, tá parado sa bagaça aqui,tô com umas infos pelando.
- G2 says idiota, da última vez c diz a mesma coisa e era só lendas urbanas, deixa de ser lotter
todo mundo aqui e profess
- Mark062555 Says galera tão sabendo vazou um pacote da relaçãoe entre Trump Jr e os russos, FBI abafando.
- Bella says eu vi, já deu down o up foi ontem por Rat um Nsoferatu de Milwake

Quando Dav lê aquilo sua atenção é voltada imediatamente para aquele janela, eles falaram mesmo aquilo, claro esse chat tem um nível de
segurança absurdo, mas aquilo era quebra de Máscara.

Nosf66 says Tô sabendo conheço esse cara, ele desapareceu depois que vazou, dizem que uma tal ADNG pegou ele e está torturando,caras, não esqueça,,
se cairem apaguem tudo, apaguem essas conversas.
g2 Says estupido, só um noob deixaria esse papo aqui, se foder Nosf66
Enquanto acompanha a conversa uma janela pisca freneticamente informando que um pacote deve ser entreggue, uma espécie de ataque Hacker com um Ip de Anoun.

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Re: Morte Negra

Mensagem por F4Ng0rN em Ter Fev 27, 2018 9:46 pm


Walter chega ao Elísio de Nova Orleans. Encontrava-se num bairro luxuoso da cidade e parecia ser bastante seguro, tendo em vista as duas vituras estacionadas em frente à mansaão em questão, mansão esta que lembrava e muito àquela do presidente estadounidense, a famosa Casa Branca. Walter para ao portão e após ter sua entrada liberada dirige-se para o interior dela, contemplando o longo jardim que se extende pelo terreno.

"Nada humilde este príncipe Marcel, mas se pararmos para pensar príncipes costumam ser assim."

Walter anda até a entrada da casa e acompanha quem o receber indo esperar para ser recebido pelo príncipe.


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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Qua Fev 28, 2018 2:00 am

O interior da mansão era tão suntuoso quanto sua fachada, internamente o salão inicial tinha quase 200 metro de espaco, amplamente decorado com móveis antigos.
Suas paredes cobertas por um papel de parede cinza claro, possuia quadros variados, pinturas a óleo renascentistas ate modernismo com figuras pouco assimetricas de forma exagerada. Bustos de figuras romanas divia o ambiente com sofás nos 20. Um piano de caldas estava ali no centro, acima um lustre com palida iluminação avermelhada.
No piano jaz um homem de cabelos longos usando um terno azul, terno slim com camada de verniz. Do seu lado duas mulheres com vestidos de festa, um cor azul profundo e outra preto. Tem outros homens e mulheres pela sala, todos sussurrando entre si, o tom de voz se eleva minimamente com a entrada de walter que imediatamente e recepcionado por um homem negro com dreads longos e piercings, ele usa um terno sem gravata.

- Walter Bannes, o cara fa vez. Diz Vincent de forma ironica.
- Lhe dou boas vindas a Crescent city.
A musica do piano para em uma nota delicada e o homem que tocava faz um sinal para Vincent e Walter para se aproximarem.
Ao se aproximarem o homem ao piano se torna mais visível, debaixo de seus lobgos e cachedos cabelos um rosto fino emoldurado em uma pele palida e olhos cinza.

- Sr. Bannes, sua presença foi anunciada. O príncipe emana uma aura de controle que Walter sente co.o um fardo, se torna ate difícil sustentar o olhar dele por algum tempo.
- Mas me parece que temos uma conversar em particular. Diz o príncipe se levantando e caminhando de forma elegante.
Os três foram para uma biblioteca no segundo piso, subiram a longa escadaria. O principe se senta em uma mesa na biblioteca cuja as luzes emanam de carticais.
- O que aquela velha cobra do Phillipe lhe contou?

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Re: Morte Negra

Mensagem por F4Ng0rN em Qui Mar 01, 2018 10:13 pm


Walter entra tranquilamente na mansão e observa rapidamente o seu interior bem decorado, passando seus olhos por todos os presentes, parando por alguns instantes no piano e apreciando a melodia até ser trazido de volta por um membro que se aproxima cumprimentando-o de forma irônica, resultando em Banes fechando parcialmente a cara, enquanto uma aura de frieza emana momentaneamente como resposta, e no abrupo e claramente contrariado encerramento da melodia. O pianista então sinaliza para que o homem e Walter se aproximem. Logicamente, este pianista era o príncipe.

"Quem diabos é este engraçadinho? Seria este o suspeito número 1?"


Walter claramente contrariado com o cumprimento, nem o responde, apenas consentindo com a cabeça e relaxando novamente seu semblante e em seguida aproxima-se do príncipe conforme requisitado sem mais delongas. Ao se aproximar Walter sente claramente a pressão emanada pelo príncipe em seu olhar. Era imensa. Walter o saluta com uma reverência, claramente afetado pela assombrosa presença e Marcel.


"Realmente príncipes estão em outro nível. Esta presença insana seria capaz de fazer muitos mortais desmaiarem em instantes."

- Muito boa noite Príncipe Marcel Verbeux. Sim, seria muito apreciado Vossa Excelência.


Percebendo que não havia necessidade de apresentar-se ou aos seus objetivos, Banes restringe-se apenas a cumprimentar Marcel respeitosamente e responder sobre a conversa particular. O príncipe então levanta-se e caminha elegantemente com Walter e Black seguindo-o até uma biblioteca no segundo piso. Após sentar-se Marcel dirige novamente a palavra a Walter que estava de pé à sua frente, com uma postura um tanto tensa devido à pressão emanada pelo príncipe. Banes fita o homem que dirigira-lhe as irônicas palavras de boas vindas mais cedo e pensando que se não fosse-lhe permitido estar ali ele não estaria, começa a narrar superficialmente os detalhes da conversa com o Regente Phillip.


- Bom, ele discutiu os detalhes do caso e até que ponto e resultado as investigações do Senhor Vincent Black haviam ido.
(até o momento Walter ainda não tinha certeza de que Black e este engraçadinho eram de fato a mesma pessoa) Logicamente que após ver os resultados da investigações eu fiz algumas perguntas a ele, porém devido à palavra dada à Vossa Excelência, Príncipe Marcel, ele não pode responder boa parte delas, resguardando-se a fazê-lo num momento posterior, oficialmente como um consultor se necessário.

"Agora que lembrei disso... naquela ocasião ele falou testemunha.... Talvez ele saiba muito, mas muito mais sobre isso do que de fato pôde compartilhar. Não posso permitir que outros saibam dessa possibilidade ou poderão tentar calá-lo, se já não o estiverem fazendo. Até onde dessa corte vai chegar essa sujeira?" Pensando nisso um calafrio corre a espinha de Banes apenas de imaginar levemente uma possibilidade. "Espero honestamente que isso não envolva diretamente o príncipe, do contrário esta terá sido minha última viagem."


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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Sex Mar 02, 2018 2:52 pm

O príncipe permanece sentado, agora com as pernas cruzadas, além da aura poderosa que emana dele, Walter não pode deixar de perceber que ele possui também uma segurança de ferro ao falar, as palavras fluem de sua boca como leis absolutas, Walter tem a sensação que se ele mandasse Vincent o matar ali, seria feito sem o menor pudor, e nada iria satisfazer o Xerife mais do que isso.
Mas por que?



- Phillip é um luminar de nossa espécie, não tive a intenção de colocar em xeque a conduta honrosa do clã Tremere, só queria saber até onde o senhor sabe, Walter.
Diz o príncipe de forma eloquente.
- Dado minha agenda, e devo confessar que depois de alguns séculos, retrabalho é algo a qual me deixa descontente. Ao dizer isso Vincent de pé com os braços cruzados, como alguém que foi profundamente contrariado, mantém a cabeça baixa, como se tivesse imerso em algo que definitivamente não o livrava da suspeita da culpa a qual Walter nutria dele.
- Vincent o senhor providenciou todos os detalhes, para que Walter possa inquirir os Membros? Indaga de forma sutil, mas como uma pergunta retórica.

- Sim Majestade, tudo providenciado. Diz ele olhando para Walter de uma forma que apenas inimigos podem se entre olhar.

Por que ele o odeia tanto?

- Para a sua segurança Bannes, providenciei um cronograma com visitas a pessoas de interesse e locais dos quais o senhor possa se certificar da culpa de seu companheiro de clã. Ao dizer isso Walter sabe que aquilo não era uma investigação imparcial.


Em seguida entrega uma segunda pasta.

01 Visitar Acusado para se certificar da integridade dele.
02 Inquirir Vidal Sanchéz
03 Visitar corpos no Necrotério do Hospital Memorial.
04 Inquirir lideranca Tremere frente ao conselho da Primigênie.

Tudo vinha com fotos das pessoas e endereços dos lugares.

- Walter. Diz de forma serena Marcel.
- Entenda que minha misericórdia se deve ao bom relacionamento e favores a qual consta em débito da coroa com o Clâ Tremere, não desperdice, a execução vai ocorrer na próxima lua cheia, isso lhe dá menos de 30 noites.

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Re: Morte Negra

Mensagem por Krauzer em Sex Mar 02, 2018 9:19 pm

Dados, a realidade era formada por dados, nós respiramos dados, nos alimentamos deles, e retornaremos para a fonte de dados quando não mais fizermos parte do mundo material. Para Dev/Null, os dados possuem massa, odor, cor, testura e sabor.

O apartamento onde se encontrava era seu QG, seu computador o barco onde ele navegava na imensidão azul de dados da net. Mas os dados vão se tornando mais escuros e densos quando você se aprofunda na internet. Existe algo de sombrio nos recantos mais obscuros do mundo virtual, aquilo que a maioria das pessoas está acostumada a ver na superfície do oceano não passa da minúscula ponta do iceberg. A própria Deep Web nada mais é do que apenas uma extensão do iceberg.

Poucas pessoas são capazes de navegar nas profundezas e menos pessoas ainda são capazes de retornar com sua sanidade intacta. Mas isso não é problema para alguém cuja mente já foi partida em diversos pedaços há muito tempo.

Dev navegava por um fórum ultra-secreto, e as palavras digitadas pelos usuários tinham um odor que lembrava água de esgoto. o cheiro rançoso atravessava a tela e Dev podia senti-lo no ar, cheiro de conspirações, de cor verde-escura. As informações sobre uma suposta ligação entre os eternos inimigos da guerra fria, (a ágia azul e vermelha, e o urso da foice e do matelo) não eram tão importantes quanto o fato dos seus amigos ratos de esgoto estarem quebrando a máscara no oitavo mar.

Dev printava o que havia lido, antes que as palavras afundassem no mar de dados e as enviava para seu companheiro Anon. Enquanto esperava a resposta do hacker da realidade, Dev abria outras janelas, utilizando programas criados por ele mesmo para visualizar (através de Spywares e Screenwares) os diálogos de membros de seitas rivais (como o Sabbat e os Anarquistas) que tenham seus computadores infectados por seus Malwares.

Em seguida, uma nova guia era aberta para se comunicar com seu companheiro dos esgotos, Mitnik. Ele mandava uma mensagem criptografada com o mesmo print retirado do fundo do oceano digital, com os dizeres:

AcReDiTo QuE AlGuNs RaToS NaDaDoReS EsTeJaM InDo LOnGe DeMaIs, TeM AlGuM D2o PaRa CoMpArTiLhAr?
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Re: Morte Negra

Mensagem por F4Ng0rN em Dom Mar 04, 2018 4:29 am


Marcel escuta calmamente a Walter, porém sua presença e pressão não diminuem nenhum pouco, nem quando Banes tocara a palavra dada por Phillip, demonstrando que o Príncipe Marcel, a princípio, não era tão amistoso aos Tremeres quanto Banes imaginara, pondo em cheque, pelo menos por enquanto, a possibilidade de investigar "abertamente" o circulo interno, incluindo Vincent Black, que parecia possuir uma imensa confiança do Príncipe Marcel.

"Bom, com certeza é melhor eu não me afobar, se a sujeira incluir o príncipe, este bilhete seria como pedí-lo que me destruísse aqui mesmo. Preciso de mais informações... e com certa urgência. Por quê diabos sinto tanta hostilidade vindo de Black? Apesar da presença do príncipe ser incomensurável, o intento assassino de Black parece estar à flor da pele para comigo. Será que ele é mais que o suspeito #1? Vamos primeiro lidar com este problema antes que torne-se impossível."


Enquanto Walter assistia o díalogo entre os dois, ele leva suas mãos ao rosto como um "facepalm" e neste movimento ativa furtivamente o modo de gravação do seu "Google Glass", sem ao menos tocar seus botoes físicos, fizera-o com um simples movimento do mindinho esquerdo e anelar direito numa curvatura levemente fora do comum enquanto dirigiam-se ao facepalm. Uma cena um tanto quanto ridícula, porém espontânea e verdadeira dada a realização de que aquele era Vincent Black.

As suspeitas parcialmente apresentadas por Phillipe pareceiam condizer com a verdade portanto dali em diante, Banes evitara um contato prolongado direto com os olhos, e mesmo com o próprio se possível, do príncipe, já que olhando indiretamente poderia gravar suas reações da mesma forma, tentando de todo modo evitar que sentido de observação dele fosse ativado. Em seguida, mesmo percebendo claramente o olhar de Vincent, sem pestanejar ou hesitar, ele muda seu completamente comportamento desconfiado, e age aos olhos do príncipe e de Vincent, como um membro justo, importando-se com a discrição da Máscara e o nome e honra da família Tremere. Erros podem ser cometidos em casos isolados mas se permitidos que propaguem-se sujariam a imagem que o clã com tanta dificuldade conseguiu criar, o que seria um tanto natural devida situação.

- Vincent? Vincent Black? (momento do facepalm) Desculpem-me por notar tão tardiamente que este aqui conosco é o Senhor Vincent Black. Muito prazer em conhecê-lo, peço-lhe desculpas por minha postura anterior. Dizendo isso com um sorriso tão natural que parecia assustadora a repentina mudança, Banes o saluta e toda frieza e hostilidade dirigidas a Vincent até aquele momento desaparecem. Se você ao menos não tivesse sido tão irônico anteriormente poderíamos ter evitado este clima constrangedor. Peço-lhe desculpas por tal também Príncipe Marcel. Claramente mais relaxado e aparentemente concordando com as conclusões atuais, walter prossegue. Agradeço-lhes imensamente pela consideração em providenciar tantos arranjos. Não posso fechar meus olhos para um membro que quebra abertamente a máscara e causa tanto caos, principalmente um que compartilhe do mesmo sangue que eu (tremeres). Nossa família Tremere não admite engraçadinhos soltos por aí, nem podemos nos dar ao luxo de tal visto o dano que isto pode causar. Desde já me desculpo pelos inconvenientes provindos dos atos de tal membro.

"A situação é ainda mais grave do que Phillip me informou. Bom, como testemunha com certeza ele está mais que ciente disso, por isso agiu como o fizera. Não podemos baixar nossas guardas, nem mesmo com o próprio príncipe."


Marcel então entrega-o a segunda pasta, após alguns instantes analisando-a retorna novamente a palavra para os dois.


- Já que tenho tantos afazeres programados me retirarei logo... Walter se move como se fosse se despedir e sair, entretanto para no meio e retorna o olhar para o príncipe e black novamente. O semblante de Walter entretanto tornara-se tão sério que até mesmo a pressão imposta pelo príncipe parecia sumir de Banes momentaneamente naquele instante. No entanto, foi me requisitada uma investigação o mais imparcial possível, portanto creio que o mais correto seria juntar a maior quantidade de informações possível sobre todas as possibilidades... e gostaria de compartilhar meus pensamentos com Vossa Excelência e o Senhor Black antes de me retirar, e claro, ouvir suas sinceras opinões, visto que nossa experiência pode ser comparada à de um sábio com uma criança. À final de contas, para um novato, um Conhecedor da arte e um Mestre da mesma, parecem possuir uma diferença tão infinita de si mesmo que fica difícil distinguir claramente. Portanto opinem ambos livremente sobre seus conhecimentos.


Walter diz isso enquanto saluta-os respeitosa e o mais amigavelmente possível. Olha então ao redor admiriando a incrível quantidade de livros daquela biblioteca por alguns instantes antes de continuar.


-Bom, conforme com certeza vocês perceberam, todas as mortes estão ligadas pelo MO (modus operandi) da morte. Honestamente, eu nunca vi nada parecido com isso e gostaria das suas opiniões honestas quanto às possibilidades e suas devidas porcentagens, conforme os sintomas apresentados.
(só vou pular linhas p deixar organizado, a fala segue sem pausas demasiadas)
Ao meu ver, poucas são as razões para estes sintomas:
1- Uma disciplina de algum clã. Isso inclui nossa Família Tremere e seu Caldeirão de Sangue como vocês devem imaginar.
2- Um poderoso veneno capaz de afetar até mesmo nossa espécie.
3- Uma maldita doença de sangue... se esses humanos soubessem se portar não teríamos que lidar com tantas delas.
4- Uma criatura e/ou habilidade, pelo menos à mim, desconhecida.
5- A fucking Great Magus. (Sorry, no better way to put it o/ Ah... that may be the reason, to some extent at least, for my grammar to be so off. My english is much better than portuguese lol)
6- Exposição à altos níveis de radiação. Mesmo com nossos níveis de regeneração, acredito que somente um lobisomem poderia sair ileso de uma quantidade de radiação capaz de tanto estrago.

Logicamente que após alguns exames, algumas possibilidades serão rapidamente descartadas, porém meu conhecimento de fato é infinitesimalmente menor que o de vocês, portanto gostaria, e muito, de suas honestas opiniões quanto a tais possibilidades. Claro, consideremos por um instante que nosso acusado não exista e estejamos agindo às cegas.


Walter olha amigavelmente para ambos enquanto seu olhos fitavam o espaço entre ambos afim de gravar as reações, focando o príncipe, já que Black era um suspeito enquanto Marcel parecia ser no máximo um cúmplice levado pela maré sem conhecimento até o moemnto. Banes devia com a maior urgência possível, descobrir com o quê Marcel de fato se importava no momento.


Legenda:
"Pensamento"
-Fala

Ação
Ação em fala.


PS: Muito tempo que não jogo, muitos termos ainda estão voltando. O ponto 4 da pasta, Inquirir liderança tremere..., seria inquirir o Phillip em frente ao príncipe? Ou a um conselho da Camarilla? Ou ao próprio conselho Tremere? Desculpa pela pergunta @nonimous, sério, mas é para evitar futuras confusões na crônica e principalmente agir corretamente.
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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Seg Mar 05, 2018 2:52 pm

Dev


A luz dos monitores se tornaram ainda mais reluzentes, mas Dev não repara naquele detalhe, estava absorto no fluxo de informações, sua própria consciência repartida, fragmentada pelo sangue de Malkav as vezes deixava um lastro de confusão para processar informações, e na maioria das vezes ele retirava a substancia verdadeira da situação e do pacote de dados. O haker Malkaviano sabe como as coisas operam nesse mundo, sabe que senhores controlam a humanidade, assim como os Membros têm a Máscara para dirigir uma mentira de 500 anos, outros manipuladores tem suas próprias conspirações. Como se a realidade fosse um paralelo com a teoria do mundo das ideias de Platão, existe uma realidade sensível, cognição possível a mente coletiva, e um mundo onde as ideias são brutas e perfeitas de lá surge todo o resto e é nessa realidade que ele opera, mas como ele é limitado a essa realidade tais conceitos acabam limitados, Anoun já falou com ele certa vez que é possível ir para esse outro mundo, sem os limites da realidade consensual as ideias puras eram perfeitas.

Os prints são salvos sem maiores problemas, enquanto isso conversas eram baixadas para espionar grupos de interesse, e em seguida o malkavian dando alguns comandos envia uma mensagem para o Rato de Esgoto que responde rapidamente.

- Esse é um chat independente, qualquer um pode entrar desde que seja convidado, por la não existe limites das seitas, você consegue conversar com um torturador Tzimisce Sabá ou um artista Toreador da Camarilla, o objetivo é variado, ideia do Dr. King, sim aquele mesmo, o Gangrel da California.

Enquanto os dados eram descriptografados uma janela em forma de player se abre no computador, assume todos os monitores, aquilo já não seria esquisito o suficiente se não fosse o fato que o player usado não está instalado.

Então o vídeo começa:

Está com interferências, por ser digital está com pausas e delays, a imagem é ruim escura, porém é visível a silhueta de Anoun, ele usa um casaco moleton pesado cobrindo a cabeça o rosto é tão familiar a Dav e a voz está distorcida em algumas partes da transmissão, ele parece estar dentro de uma garagem ao lado de uma land rover agachado.

" Estou enviando isso porque se alguém receber é porque estou encrencado, estou tentando expor uma mentira do governo americano, eles tem deixado nações inimigas agir em solo americano, influenciar eleições desde Clinton, O FBI tem se isentado e contratado empresas de segurança para fazer seu trabalho sujo, e tudo isso dirigido por um escritório chamado O Sindicato."


O vídeo começa a ficar trêmulo e é possível ouvir passos ao longe e gritaria.

" Eles me acharam, não vão me expor porque não tenho personalidade no mundo, não vão acabar comigo como fizeram com Edward Snow ou Assange, eles vão atirar na minha nuca e me enterrar em uma cova suja em Washington. Dav, preciso de sua ajuda,;;;;;;;

ALI. Um grito ao fundo, - atrás do carro!
- Se entregue, ou vamos atirar. Grita uma outra voz.

- Procure por Sam, ela vai poder me ajudar. Em seguida Anoun começa a correr com respiração pesada ao som de tiros e a transmissão finaliza.

Dav fica paralisado, ele sabe que aqueles momentos de stress pode gerar uma pane nele, e aquilo geralmente acarreta que outros podem assumir seu corpo, os médicos chama de Transtorno dissociativo de identidade, naqueles momentos que está ausente coisas ruins podem acontecer, e aquilo agora seria muito muito ruim.
O silêncio do medo é interrompido por uma chamada voip desconhecida, os dois botões aparecem na tela, aceitar desligar, botão verde e vermelho.


Walter Bannes



Os dois ouvem atentamente Walter Bannes, naquele momento os dois luminares aceitam ele como um igual, um luminar, alguém que mereça respeito. O que difere habitualmente da dinâmica de status da Camarilla, neófitos são desprezados o tempo todo, como cidadãos de segunda classe, isso reflete o pensamento feudal da seita, claro que existem algumas atenuantes, ser a cria de sangue de um senhor importante lhe confere respeito e alguma atenção.

Marcel o príncipe da cidade ainda sentado segura seu queixo delicadamente a medida que seus cabelos lhe caem emoldurando o rosto pálido, seus olhos duas profundas esferas cinzentas focam em Walter, com verdadeira atenção que aquele momento merece.
A seu turno Vincent, de pé, se mostra insatisfeito, inquieto, gestos negativos são feitos por ele, cruza os braços demostrando resistência ao que é dito, coça a cabeça com a ponta dos dedos demonstrando irritação e por fim vira a cabeça um pouco para esquerda ainda de braços cruzados.

- Pela natureza e experiência do meu cargo, o que é um fardo penoso. Começa o príncipe a responder a pergunta de Bannes.

- Devo confessar minha insensibilidade a essas bizarrices, com a maldição herdamos truques, esses dons de sangue, essas disciplinas podem e fazem milagres e horrores ao mesmo tempo, então a barreira do possível e impossível para mim está muito perto já vi e presenciei horrores que nossa espécie é capaz de fazer, fui notificado sobre o caso após Vidal me dizer que sua criança da noite, que estava sobre sua guarda a alguns meses havia desaparecido, tão logo soube designei o senhor Black para investigar, não acompanhei de perto, primeiro que confio inteiramente nele, segundo porque tenho uma agenda a cumprir e tem sido um semestre difícil, pois bem, recebi estarrecido a notícia que Jean havia sido encontrado no seu apartamento, estava no chão de seu escritório, após conversar com Vidal e com o primogeneo Ventrue , Cristopher Klee, pessoalmente manifestei minhas condolências, não suspeitava ainda que pudesse ser assassinato, até que Vincent seguiu algumas pistas na casa de Jean o que levou até o senhor Anthony Carvage, as mesmas marcas negras estavam no corpo, sangramentos tal qual em Jean, imediatamente determinei investigação, notifiquei o conselho da primigênie de minhas ações, duas noites seguintes o corpo de Janet foi encontrado, foi jogada no Mississipi, mesmos sinais, hemorragia e manchas negras. O príncipe fala aquilo com um profundo pesar na voz, em seguida parecer fazer algum esforço tentando se lembrar de algo mais antes de olhar Vincent Black que iniciai seu relato.


- Eu investigava o roubo de um livro, destaquei um grupo de neófitos para tal feito, era aparentemente um livro medieval com informações da Família, quando fui notifica de sua Majestade para encontrar Jean, ele era uma criança da noite não liberta ainda, estava sendo educada de nossos costumes por Vidal, Procurei no círculo de amizades der Jean, ele é solteiro, sua família mortal é seu pai e mãe, que já são bem idosos, era amigo intimo de Carvage, se conheceram em uma missão humanitária no Iraque, após o abraço ele desenvolveu um Affar não aprovado por Vidal com Gerard Lapont, após localizar os corpos o único elo solto era Lapont, passei a seguir ele, ele tinha um refugio secreto, algo desconhecido por Phillip, o que é muito suspeito, quando eu o prendi estava no apartamento de Jean, ele dominou os porteiros do prédio e entrou, minha experiência me diz que criminosos costumam visitar cenas de crime para apagar pistas. De forma direta Vicnet termina seu relato olhando para Walter que recebe uma mensagem do diretor de sua empresa com as informações pedidas.

Vincent Black está morto desde 1930, era um pastor Angligano lider creoulle que executava mulheres acusadas de bruxaria, matou cerca de 6 mulheres, todas queimadas vivas.

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Re: Morte Negra

Mensagem por Krauzer em Ter Mar 06, 2018 6:50 pm

Então aquilo era uma espécie de fórum oculto, acessado apenas por "membros". Dev nunca gostou muito desta designação, membros de quê exatamente? Da Camarilla? Uma sociedade secreta que manipulava o mundo das sombras. Mas eles não eram os únicos, até mesmo membros do alto escalão da Camarilla desconhecem o verdadeiro significado de palavras como "tecnocracia", "homens de preto", "Nova ordem Mundial". Dev não os culpava, eles eram apenas membros do gado, da massa manipulada que não consegue ver a verdade diante de seus olhos. Apenas alguns seres "iluminados" são capazes de transcender a Matrix e ver o mundo como ele realmente é. Dev já fez parte destes presenteados, mas sua conexão com o mundo das ideias de Platão foi cortada pelo "abraço". Quem diabos pode chamar tal ato de abraço? Isso só pode ser uma ironia, mas enfim... O sangue de Malkav permitiu que ele ainda pudesse ver o mundo das ideias de forma oracular, mas agora ele não tinha mais acesso físico a ele.

Enquanto se perdia em seus devaneios, Dev/Null digitava vertiginosamente em seu teclado, enquanto visualizava dezenas de janelas diferentes em seus muitos monitores. Era como se ele fosse uno com a máquina, embora a um nível muito inferior ao que havia sido no passado. Oh que saudade de poder se teleportar para outra dimensão com um clique de mouse...

Então, algo chama sua atenção, uma janela toma conta de seu sistema, aberta em todos os monitores. Parecia um daqueles estranhos vídeos de terroristas encontrados na Deep Web, mas era de seu amigo Anon (um dos poucos iluminados que Dev ainda tinha contato, e que diferente dele, ainda tinha acesso à dimensão superior da realidade). O conteúdo do vídeo assusta Dev, Anon parecia estar se escondendo de algo ao mandar a mensagem. Suas suspeitas se concretizam ao ouvir a voz do colega:

" Estou enviando isso porque se alguém receber é porque estou encrencado, estou tentando expor uma mentira do governo americano, eles tem deixado nações inimigas agir em solo americano, influenciar eleições desde Clinton, O FBI tem se isentado e contratado empresas de segurança para fazer seu trabalho sujo, e tudo isso dirigido por um escritório chamado O Sindicato."

A voz de Anon saía de baixo de sua máscara em uma cor azul-escura e cheirava a pavor. Como Dev sempre suspeitou, o $indicato possui tentáculos infiltrados no governo americano. A próxima mensagem de Anon assusta o Malkaviano ainda mais:

" Eles me acharam, não vão me expor porque não tenho personalidade no mundo, não vão acabar comigo como fizeram com Edward Snow ou Assange, eles vão atirar na minha nuca e me enterrar em uma cova suja em Washington. Dav, preciso de sua ajuda,;;;;;;;

ALI. Um grito ao fundo, - atrás do carro!
- Se entregue, ou vamos atirar. Grita uma outra voz.

- Procure por Sam, ela vai poder me ajudar. Em seguida Anoun começa a correr com respiração pesada ao som de tiros e a transmissão finaliza.

O som dos tiros tinha um estranho odor metálico, só podia ser coisa da tecnocracia. Péssima hora, o cérebro morto-vivo de Dev tem uma pane, seus circuitos travam por uma questão de segundos, mas isso já é o suficiente para que outra personalidade tome conta de seu corpo. AMAROCK surge, se encolhe em posição fetal em cima da cadeira, segurando fortemente seus joelhos com as mãos, e chorando lágrimas de sangue.

AMAROCK está perdido, ele não sabe onde está ou como veio parar ali, ele apenas sente medo, medo deste quarto escuro, das telas de monitor piscando. Uma chamada aparece na tela do monitor, e ele deveria escolher entre aceitar ou desligar.

Tudo o que ele queria era ficar em paz, AMAROCK morde seu joelho e tampa os olhos e ouvidos, porém algo, como uma voz em sua cabeça (talvez uma daquelas outras malditas personalidades) o instiga a aceitar. AMAROCK chora e grita:

- Am a rock... am a rock... AM A ROOOOOOOCK!

Então ele finalmente cede para que o impulso cesse, e clica no verde. Após isso, AMAROCK se refugia novamente no subconsciente profundo juntamente com as outras personalidades, enquanto Dev/Null retoma o controle.
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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Qua Mar 07, 2018 7:20 pm


Dev
O elevado fluxo de informações flutua brilhante nos monitores de Dev, enquanto descriptava camadas densas
de dados ele recebe uma transmissão que viola padrões básicos de informática, mas ele suspeita o que pode ser aquilo, alguepm
em algum lugar deu uma foda se para a realidade consensual, aquilo provavelmente é um conceito familiar a Anoun, TecnoMagika
uma espécie de ciência iluminada avançada, que de certa forma estava em um nível acima do que qualquer mortal poderia sonhar,
ultrapassa a ideia quantica de informática.
E pela suspeita de Dev, seja lá quem for que tiver iniciado a transmissão provavelmente não perto algo nem perto de um computador
quantico.
Então o estômago de Dev sente como se fosse um soco potente, aquilo o retira dos eixos, sua realidade é atirada na escuridão,
sua consciencia fragmentada tenta dar lugar a outros moradores, parte do todo, o branco se instala por alguns minutos.

Parece uma Eternidade.

Amarock

Ele estava preso na escuridão da mente de Dev, na verdade Dev é que é o hospedeiro, mas ele é mais forte, mais articulado,
por isso ele sempre viaja na janela, Amarock vivia na escuridão em um recanto lugubre da mente de Dev, pesadelos o assombravam noite pós noite
vivia em um quarto escuro e em partes das lembranças dele, as vezes podia ouvir, sentir fica perto da suprficie e observar
de longe, sem controle o mundo que o cerca.
Mas sempre que ele chegava perto da superficie ele era atirado de novo na escuridão.

Aquele momento ele percebeu uma brecha, Dev estava cedendo, então ele conseguiu acesso, mas tudo era rápido demais apra administrar
ele sentiu uma onda de frio e medo, então ele se pegou tampando os olhos, aterrozado, não sabia onde estava, e em um click sua dor
cessa, e ele volta para o quarto escuro.

Dev

Como um estalo Dev desperta, e uma nova transmissão havia se iniciado, mas dessa vez uma video chamada em todos os seus monitores,

do outro lado uma garota ruiva, usando jaqueta jeans, falando muito rápido escondida debaixo de uma ponte.

" ..................Dev, acorde, preste atenção,.....Me contre no Blackdelicious, você foi descoberto saia já daí.
Quando a transmissão finaliza as luzes do apt se apagam desligando todos os computadores.

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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Sex Mar 09, 2018 3:00 pm

Joseph Zedwards

Joseph desceu do imenso ônibus articulado de cor azul, era a principal rua da cidade de Jackson, Lousiana, uma pequena cidade na área de Baton Rouge, o lugar tinha um ar bucólico, eram por volta das 10:00PM, não tinha uma estação rodoviária, então o veículo parou de frente para um prédio antigo em uma rua larga no centro da cidade.
O clima frio denunciava que uma pequena chuva havia caído antes da chegada dele, as ruas ainda estavam molhadas, as pessoas iam descendo do veiculo e pegando suas bagagens mais pesadas no maleiro.
Joseph estava fugindo, as perseguições tinha ganhado uma frequência mais forte, foi difícil escapar de seus perseguidores em Hattiesburg, foram dois detetives um deles evidencialmente um servo de sangue pela rapidez com que ele se movia, o outro policial foi ferido na empreitada mas vai sobreviver.
O modus operandi de seus perseguidores se tornou mais incisivo, eles o colocaram na lista de procurados pela polícia, o próprio FBI agora parece esta no caso, e os malditos até investigaram os crimes de Joseph e entregaram provas, reais e forjadas, pra justificar a presença na lista de fugitivos do FBI.
Zakarys parece ter perdido a paciência para brincar de gato e rato, Joseph sempre suspeitou haver um desejo sombrio na caçada por ele, claro, cometue crimes, matou e estuprou pessoas, em alguns casos até revelou pistas da natureza dos mortos, mas aquela caça era algo como um esporte para Zakarys, e agora anos depois do encontro, o cerco se fechou.
Ele sente um ardor no estômago, uma onda de fraqueza percorre seu corpo, ele se lembra que faz três noites que não se alimenta, e o confronto na cidade anterior o fez consumir sangue para sobreviver, ele sente a fome, algo aterrador e sombrio, um impulso poderoso que pode colocar sua não vida em risco,o risco de perder o controle é alto, e viajar em meio aos mortais aguça a vontade de se alimentar, ele conguense sentir o cheiro do sangue, ao fechar os olhos pode jurar que ouve os batimentos cardíacos da mulher que passa por ele. Eram poucos passageiros, na sua maioria trabalhadores.
Então ele percebe a viatura do Xerife de Jackson se aproximar, a viatura está andando lentamente, mas com o giroflex ligado e solta um único e agudo sinal sonoro, aquilo faz com que Joseph se sinta ameaçado, poderia ser paranoia, mas precaução o tem mantido vivo por hora.
E naquele momento ele tem duas preocupações, se alimentar e se esconder.



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Re: Morte Negra

Mensagem por Zed em Sex Mar 09, 2018 7:02 pm

A vida na estrada era uma Aventura constante, hora estava enfrentando investigadores por Mississipi, depois estava resistindo a fome dentro de um ônibus que parava por Louisiana. Sentia uma fraqueza junto a uma nebulosidade mental, sentia demora no processo de informação e reação. “Eu devia ter pelo jantado no caminho... ” Descia naquela parada quase aleatória em frente a um prédio antigo. “Parece um local pequeno. Devo conseguir descansar direito por hoje. ” Ao menos era o que queria acreditar.

Infelizmente uma sirene barulhenta estava por perto. Um carro de patrulha policial que passava. “Policia... Só o que faltava. ” Despreocupadamente fitava o carro policial durante alguns segundos. Não desviava o olhar, apenas pretendia agir com neutralidade, e momentos depois voltar a olhar para frente e seguir caminhando. “Eu até consigo lidar com eles se precisar, mas é melhor eu procurar uma refeição... ” Era minha primeira vez na cidade, então ainda estava me adaptando a geografia local. Por hora iria apenas tentar me afastar das ruas centrais.

Ainda que fosse uma cidade pequena era melhor manter distância de onde pudesse haver um maior fluxo de pessoas. Iria me dirigir até o que parecesse ser uma área comercial, ou com pouca incidência de residências familiares. Ainda era cedo, mas a maioria dos humanos já devia ter se dirigido pra casa, e esse tipo de ambiente tendia a ficar mais vazio com o fechamento das lojas. Teria apenas de ficar à espreita de alguma figura mais desavisada andando solitária pela região.

A uma distância segura tentaria analisar a fisionomia do alimento, para garantir que ele não tivesse nenhuma infecção obvia ou algo do tipo. Se não tivesse notado nada do gênero, não iria me conter muito. Procuraria um beco escuro que cortasse a caminhada da vítima e me manteria oculto por ali em silencio. Aguardando ansiosamente pela aproximação. Uma vez que estivesse próximo iria dar o bote, tentando puxá-lo para dentro do beco escuro, tapando a boca com uma das mãos enquanto jogava a cabeça pra um lado e abria espaço com a outra afastando o ombro para abocar o pescoço de quem quer que fosse o azarado. A fome e minha indiferença quanto aos mortais eram apenas incentivos para não me conter. Pouco me importava se ele sobreviveria ou morreria, a única preocupação que tinha era em cessar aquele incomodo e sensação de fraqueza.

Unicamente me preocuparia em manter um pouco de sangue no corpo morto. Depois de fechar a ferida das presas com a saliva iria golpear a garganta com a faca de combate que trazia comigo. “Melhor que procurem um assassino em série do que um vampiro. ” Ainda que não ser procurado fosse melhor. Mas pelo menos desta vez isso não era uma preocupação tão grande, ao menos não se comparada a fome.


Legenda:
- Fala
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Re: Morte Negra

Mensagem por F4Ng0rN em Sab Mar 10, 2018 4:50 am


Enquanto fala Walter presta atenção às reações de ambos. Suas suspeitas para com Vincent não conseguem encontrar sequer um ponto digno de serem reduzidas em suas reações, já o príncipe por outro lado parece bastante contrariado com toda a situação e "desligado" do caso, acalmando profundamente Banes.

"Talvez o príncipe seja mesmo um velho amigo do Sr Phillip. Vincent por outro lado parece cada vez mais suspeito. Terei de encontrar um bom momento para pedir autorização ao príncipe para investigá-lo.... ou poderia pedir ajuda ao hacker Dev também."


Marcel e Vincent relatam suas versões quanto aos fatos e Marcel compartilha um pouco de seu conhecimento quanto aos sintomas. Neste momento Walter recebe a breve informação encontrada sobre o Senhor Black, prontamente mostrada em seu Google Glass, informação esta que não parecia nada agradável para a situação do caso.


"Então Vincent tem um problema com bruxaria desde seu tempo humano huh? Será que ele calculou tudo isso apenas para executar Lapont? Não não, se ele realmente conseguir incriminar Lapont, nossa família sofrerá um grave golpe. Este deve ser o objetivo maior dele. Afetar a nós feitiçeiros. Mas que fdp. Bom, não posso deixar transparecer tanta desconfiança sobre Vincent mas não posso deixar um oportunidade como esta de inquirir ao príncipe sobre ele passe em branco. Melhor não enrolar para pedir autorização já que ele pode não estar agindo sozinho."

- A situação parece um tanto clara. Algumas poucas dúvidas devem ser sanadas no entanto e meu objetivo aqui é exatamente este. Vossa Majestade, posso pedir uma palavra a sós com o Senhor antes de me retirar com o Senhor Black para visitarmos Lapont? Algumas dessa dúvidas só podem ser sanadas por Vossa Senhoria e por mais que o Senhor Vincent Black tenha tal prestígio, Walter faz uma respeitosa reverência tanto ao príncipe quanto a Vincent demonstrando zero de hostilidade no momento, tomando cuidado para deixar clara a intenção de discutir um pouco mais aprofundadamente sobre os impossíveis mencionados e não acusando qualquer um dos dois de suspeitos. creio que quanto menos pessoas souberem dessas informações melhor. Seria muito bom se pudesse fazê-lo ainda agora considerando que sua agenda deve ser substancialmente preenchida e já tirou este momento para me receber, gostaria de aproveitá-lo ao máximo Vossa Majestade, com todo o respeito.

Legenda:
"Pensamento"
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Re: Morte Negra

Mensagem por Krauzer em Sab Mar 10, 2018 7:39 pm

AMAROCK voltava a se refugiar no canto mais escuro, úmido e depressivo do subconsciente de Dev/Null, enquanto Dev voltava como se emergisse subitamente de um mar de óleo. Ele via a tela de seu computador, uma garota com cabelos de ferrugem escondida de baixo de uma ponte:



" ..................Dev, acorde, preste atenção,.....Me contre no Blackdelicious, você foi descoberto saia já daí."

(OFF: Dev conhece a garota?)


Quando a transmissão finaliza as luzes do apartamento se apagam desligando todos os computadores.

Que noite... Dev lutava para manter sua consciência neste momento de pânico.

(Se for necessário, gasto 1FDV para que ele se mantenha "lúcido" e não ceda lugar à nenhuma outra personalidade no momento)

O quarto encontrava-se escuro, iluminado apenas pelas luzes das estrelas e da bela deusa Luna. Ele olhava furtivamente pela janela, para ver se havia alguém lá embaixo ou subindo pelas escadas de emergência de fora do prédio.

Caso veja alguém, ele se esconde em algum canto escuro do quarto, segurando uma faca que deixa logo atrás de um dos monitores (Ofuscação 1)

Caso não veja ninguém, ele apenas puxa sua faca (e talvez algum pendrive ou objetos pequenos do computador que possa retirar rapidamente) e desce furtivamente pelas escadas. (é uma pena não poder levar seu HD junto, mas com certeza eles terão um trabalho e tanto para descriptografar suas informações, aqueles imbecis provavelmente nem sabem qual cheiro emitem os dados de seu computador).

Caso consiga escapar ileso, Dev segue furtivamente até o local indicado pela garota.
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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Dom Mar 11, 2018 9:33 pm

Joseph Zedwards


Uma brisa fria açoitou o rostou pálido de Joseph, aquela era a última estação do ônibus,
por isso desceu ali, parmanecer em movimento para não ser pego, com seu nome figurando na lista
de criminosos procurados cedo ou tarde seria pego, por mortais, vampiros ou os servos de sangue, o que
fatalmente poderia significar um fim trágico para o "desgarrado" Aquela palavra grudou na mente de Joseph,
sentia algo pouco respeitoso nela, preferia Caitiff, talvez pela sonoridade, ou quem sabe por não saber
o sentido literal daquela palavra usada para descrever vampiros que não era de um dos grandes clâs que andavam pela
noite.Ouviu ambas pela primeira vez pelos "homens" de Zakary, "desgarrado" pelos mais antipáticos e Caitiff pelos
menos agressivos, no fim era a mesma coisa.

Pouco importa agora, ele não era perseguido por ser um pária de sangue manchado, mas porque era um grandioso filho da mãe
assassino, torturador e por ter enfurecido um vampiro antigo, não faz sentido. Ele se lembra das palavras de um dos antigos
quando estava preso, " Haverá um tempo em que os sem clâ terão um príncipe" que profecia de merda era aquela.

Enquanto ponderava a respeito a realidade lhe fez presença no sinal sonoro da viatura que para devagar perto dele.

- Está tudo bem filho? Pergunta um policial idoso, calvo e branco.
- Se não tiver onde ir, no final da New Orleans Avenue tem uma hospedagem boa e barata, a Whiteflag, comida boa e bom preço, até mesmo para estrangeiros.
E antes que Joseph pudesse esboçar uma reação a viatura que nem estacionou adequadamente sai lentamente e depois em disparada, algo surreal, mas o clima no sul
é um tanto quanto pitoresco.

Em seguida ele se junta as sombras da noite, frio e fome são suas companheiras leais, espera uma refeição melhor do que o Pessoal da Whiteflag possa oferecer.

Rolar Caçada Percepção+sobrevivência


Dados 8,10,2,3,1
Joseph rolou 5 dado(s) com dificuldade 6 para caçada e obteve 1 sucesso(s)
Então ele pode ver um homem de meia idade caminhando em passos rápidos, olhando para trás como se escondesse de alguém, ele usa
um casaco pesado da força aérea amaericana, e então Joseph se lembra de ter passado perto de uma base militar na estrada, pela idade deve ser algum aposentado, embora
seja velho o porte fisico ainda é saudavel, será uma refeição decente.

Agarrar
Dados 8,2,3,9,9 Joseph rolou 5 dado(s) com dificuldade 6 para caçada e obteve 3 sucesso(s)
+ 1 sucesso auto de potência
Total 4 Sucessos


O homem não consegue esboçar nenhuma reação na medida em que os braços poderosos de Joseph o puxam e o envolve em um abraço mortal, o medo se torna
o mais absoluto terror na face dele, os óculos de grau caem ao chão, então Joseph crava as presas no seu alvo, sorvendo vitae que adentra seu corpo
doce, inebriante, a sensação é algo viciante, um pedaço do mais intenso prazer, cada gota representa um sentido para prazer, satisfação,
felicidade e êxtase, o mortal se rende as presas do vampiro, aquilo também causa prazer ao mortal, que relaxa nos braços de Joseph, deixando ele sorver seu sangue.
O mortal perde a consciência, fica desfalecido, Joseph luta contra a besta interior para frear seus impulsos mais bestiais, mas sabe
que deve " mascarar" aquele ataque, lambe a ferida e rasga a garganta com sua faca de combate, o que sobrou de sangue desce em um pequeno filete de sangue que toca o chão sujo e úmido.
Saciado, sua preocupaçãoa gora se resume a se esconder do sol que nasce em algumas horas e fugir de seus perseguidores, que estão por ai, em algum lugar.



Walter Bannes


A tensão crescente na sala se torna quase palpavel, Vincent se mantém de pé, braços inqueitos acostumam se mais vezes cruzados,
em claro sinal de resistência a Bannes, ou a situação, não da para saber por hora.
Marcel, se mantém calmo todo o tempo, seu rosto uma moldura angelical não possui uma única ruga ou sinal, é quase como
se ele fosse um anjo saído de uma pintura renacensista para aquele pesadelo a qual Walter foi jogado.
Três vitimas, sofrem uma morte agonizante e tem sinais de violência extrema, corpos enterrados, as manchas negras tudo aquilo
era nauseante, enquanto Walter faz sua petição para uma audiência privada mais dois pacotes de informações chegam no visor dos óculos
de Walter, o primeiro fotos de Vincent, tiradas no inicio do século, e recortes de jornais com ele na capa, ele fora preso
pelos assassinatos e condenado a morte por enforcamente. Walter pode ler a matéria, ele um filho de escravo, vendido para uma plantação
de algodão, de fato, a escravidão no sul demorou acabar, o jornal é de 1928, segundo fieis ele se dizia servo do senhor contra
os filhos do demônio que usavam magia para matar crianças.
- Sim. Walter tem sua concentração quebrada com a voz do príncipe, que faz com que o Tremere preste atenção nele inteiramente

Marcel Usa presença 01 Fascinio
Dados: 3,5,9,7,10,4,4,7
Marcelrolou 8 dado(s) com dificuldade 7 e obteve 4 sucesso(s)

O magnetismo anterior se converte imediatamente em um desejo de apoiar Marcel, ele sente uma onda crescente de que aquele anjo ali presente, belo e incrivelmente
nobre, é não só o mestre da cidade, mas uma figura de fato notavel, Walter sente crescer dentro dele a vontade de primeiro estar com o príncipe, segundo discordar dele
é algo pavoroso demais para ser concebido.

- Saia. Diz o príncipe de forma suave, sem olhar para Vincent, que acata a ordem sem questionar, sem cara de discordancia.
A porta se bate após ranger.

- O senhor agora tem minha atenção particular senhor Walter Bannes do clâ Tremere.


Dev/Null

Imerso na escuridão do apartamento Dev luta para não ceder a escuridão interior, se perder essa batalha ele perde espaço, e seus
outros "eus" iriam emergir na superficie de sua consciência, e isso poderia significar a morte final para todos, ele não consegue
saber se os outros podem ser tão sagazes quanto ele, sobreviver nesse mundo assombrado por demônios não é algo fácil.
A imagem de um maluco babão caminhando pela noite em um pijama com o corpo encoberto de sangue é uma imagem comum atribuida aos
filhos e filhas de Malkav, Dev sabia que era mais que isso, poucos podiam entender a transcedencia a qual ele foi submetido
quando seu senhor o concedeu o Abraço.
E isso atormenta profundamente Dev.

Essa imagem é exagerada, mas não necessariamente mentirosa, e Dev suspeita que seus outros "eus" possam preencher satisfatoriamente
esse estereotipo Malkaviano. E isso os assusta profundamente. Ele fecha os olhos, mergulha nunha segunda escuridão, se pudesse suspirar
profundamente ele o faria, mas seu corpo estático não demanda tais atos.
Ele se limita a emitir um grito interno, ordenando os outros que permaneçam na escuridão, ele vê um garoto, parecido com ele, nunha sala escura, suja de sangue e tinta preta
o garoto está em um canto, chorando lágrimas de sangue, em posição fetal gritando

" AMROCK""!!!!!!!!!!!!!!!
Então dev se aproxima dele vagarosamentem, ele se assusta, Dev então calmamente pede a ele que fique quieto, não tente subir para a superficie.



Então dev desperta, e lembra do rosto da garota, ele nunca a viu, mas sabe que é a Sam, a aliada de Anoun,
Lá fora um Cadillac 69 preto estacionado, eles estão aqui.Quando alguém mexe na porta do apartamento, " como entrarm tão rápido"

Ele foge para o canto mais escuro da sala, as sombras o acompanham, então ele sabe que está oculto, um truque que seu senhor ensinou para se esconder ao se alimentar, mas que agora será
usado para sobreviver.

A porta se abre vagarosamente, rangendo a medida que a luz do corredor jorra dentro da sala, mas não o suficiente para iluminar completamente o lugar,
uma silhueta entra no local, uma sombra de homem usando um chapeu de feltro, terno preto.

Eles estão aqui.


Em seguida outro homem, também usando terno escuro e chapéu de feltro.

O primeiro que entrou está com sua face borrada pela escuridão não é possivel ver sua fisionomia, ele leva a mão até o ouvido e aperta algo que está preso na sua
orelha em seguida fala:

- Estamos dentro do perímetro de perigo, autorização para leitura térmica e sensor de espectro eletromagnético."

- Ok, supervisor de campo.

Agente Kane testa Arete
Rotina espectro Forças 01 Primordio 01
Arete 03
Dados 6,1,3
Agente Kane Rolou 03 dados com dificuldade 4
Falha


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Re: Morte Negra

Mensagem por Zed em Dom Mar 11, 2018 11:41 pm

Era apenas paranoia pura. Enquanto esperava por problemas, o velho na viatura apenas tinha uma sugestão amigável para um estrangeiro transeunte. Ele nem mesmo esperava uma resposta antes de sair, o que era bom, dificilmente teria algo de positivo a dizer para um humano de aparência tão envelhecida. “Nunca fui tão grato pela maldição. ” A ideia de um dia perecer para o tempo era repugnante demais para que pudesse imaginá-la. Mas caso não me alimentasse logo algo como perecimento não eram inimagináveis. Fui logo espreitar em um beco escuro, esperando pacientemente até que um velho foi a primeira presa da noite.

“Finalmente ” Ainda que não fosse bem o que tinha em mente. “Fazer o que, já passou do ponto, mas é melhor do que ficar de estomago vazio. ” Tinha algumas preferencias, mas guardava esse tipo de coisa pra quando realmente tinha tempo. Puxava o idoso e terminava com ele de imediato, deixando apenas uns restos na carcaça antes de preparar a cena falsa. “Agora, o toque final. ” Roubá-lo. Checar os bolsos e pegar tudo que pudesse. Feito isso checaria os espólios enquanto me afastava da cena do crime. “Agora eu preciso de um local pra ficar. ” Na presença de um relógio de bolso/pulso no corpo, ou algum eletrônico visível tentaria estimar quantas horas até o nascer do sol.

“Tem a tal Whiteflag caso eu fique sem opções. ” Mas ainda tinha tempo para procurar um local decente pra me hospedar. Bem como checar as ruas, procurando por um carro mais antigo e uma rua mais deserta. A ausência de humanos por motivos óbvios de discrição, E um carro mais antigo por ter menor chance de possuir segurança sistema de alarme, e também pela nostalgia. Na ausência de meios de arrombar a porta, quebraria a janela do carona batendo com o cotovelo, destrancando a porta entraria e tentaria ligar o carro mexendo diretamente nos fios elétricos. Em sucessos constantes teria apenas de dirigir para longe dali, conhecendo a cidade e procurando por uma local decente para dormir. Uma casa familiar qualquer, um apartamento com dono. Preferencialmente uma de classe média-alta, onde pudesse também procurar por alguns bens. Dinheiro, joias, esse tipo de coisa. Era fútil para quem não tinha nenhuma necessidade. Mas nesse tipo de vida nunca se sabe o que vai ser útil e quando.
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Re: Morte Negra

Mensagem por F4Ng0rN em Seg Mar 12, 2018 12:03 am


O desconforto e a agitação de Vincent eram claramente visíveis, o que só aumentava a tensão dentro do cômodo. Walter recebe mais dois pacotes de dados sobre Black. Quando começara a ler a matéria de 1928 relacionada a ele no entanto, o príncipe corta sua concentração concedendo o pedido de Walter e ordenando que Black se retirasse, Bannes no entanto sente-se estranhamente atraído ao príncipe, fazendo com que ele inconscientemente dê 2 passos em direção à mesa em que o príncipe se encontra, admirando-o e claramente hipnotizado por aquela presença antes de conseguir relembrar o motivo de estar ali naquele momento, agitando rapidamente a cabeça para os lados.

"Oops... tenho coisas a fazer, deixemos essa admiração toda de lado por um instante."

-Desculpe pela estranheza em meus atos neste momento Vossa Majestade. Não sei o que me deu.


Walter claramente constrangido e afetado pelo fascínio utilizado desculpa-se ao príncipe enquanto aproxima-se meio inseguro, leva sua mão ao bolso interno de seu terno e entrega a mensagem que escrevera mais cedo, com olhos cheios de respeito e admiração pelo príncipe. Antes mesmo que o príncipe tenha a oportunidade de desdobrar o papel, Walter continua.


-Além do conteúdo desta nota, gostaria também de saber, Príncipe Marcel, como o senhor avaliaria sua relação com o Regente Phillip, o Senhor Vidal e o Senhor Black? Se Vossa Majestade já se deparou com sintomas como os encontrados nas vítimas em sua longa existência? Como fizemos antes, desconsideremos novamente a existência de Lapont, qual sua sincera opinião sobre este caso? Aos seus experientes olhos, parece esta ser a obra de um Tremere? Neste momento walter para por um instante com um sério semblante. E por último, infelizmente é uma situação bastante desagradável, mas não temos como simplesmente ignorar as reações do Senhor Black mais cedo. Ele pareceu-lhe suspeito Vossa Majestade?


Legenda:
"Pensamento"
-Fala

Ação
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Re: Morte Negra

Mensagem por @nonimous em Seg Mar 12, 2018 10:02 pm

Joseph Zedwards

O corpo estava morto naquele beco escuro e sujo, que forma indecente de morrer, ão que houvesse
alguma forma decente de morrer, mas ser comida de um monstro em um beco sórdido não era algo decente.
A fome passou, saciado pelo sangue, fortalecido pela vida roubada, Joseph agora se concentra no que
ele tem feito desde antes do abraço, arrumar um lugar seguro e seguir viagem no próximo por do sol.
Então ele tira a sorte grande.

No bolso do homem ele encontra duas chaves, uma de carro e outra de um apt alugado em um motel na beira da estrada, está olhando
o mapa que estava com ele cerca de 15 minutos de caminhada dali, encontra cerca de 47 dolares, muita grana para se andar as 11:00PM da noite,
na drivelicense consta seu nome e endereço Jackson Carrol, nascido em 17/07/1950 e uma outra identificação, essa militar, engenheiro de
computação da 71ª Zona militar, nascido em Kansas city.

Como o homem estava a pé Joseph deduz duas coisas, primeiro deixou o carro onde estava, a chave tem a logo marca de uma bandeira branca astiada, parece que
essa Whiteflag é o único local em Jackson, ele provavelmente deixou o carro no estacionamento e caminhou até aquela região central.
O motivo Joseph consegue ver claramente, o recibo de saque de 100,00
Após roubar sua vitima ele caminha pelo centro da pequena cidade, as ruas são pouco iluminadas, o centro possui muitos prédios antigos, e algumas estátuas de soldados
da guerra civil, os sulistas de fato tem orgulho de sua herança escravocata e atrasada, ele cruza uma praça larga e entra em uma pequena rua e vê alguns carros estacionados,
a maioria dos carros são antigos, modelos anos 70 e oitenta, predileção de um poco tradicionalista, fords ou Cadillacs, realmente não são fâs de industrias estrangeiras.
O carro escolhido e um Cadillac 84, longo e com calda, o vidro explode no cotovelo de Joseph, os bancos de couro e um cheiro de cigarro toma o interior do veículo.
Sem sistemas elétricos avançados e obviamente sem alarme ou antifurtos, Joseph arranca a parte debaixo do painel fazendo fios surgirem como entranhas de um cadaver, em seguida
ele tenta se lembrar da montagem correta para um curto que ligaria o velho Cadillac.

Joseph Testa Raciocionio 4 + Oficios 0 Dif 8 para ligação direta.
Dados 10,9,8,4

O motor 2.0 do Cadillac ruge como uma fera noturna, Joseph sente uma pontada interna perto do que pode chamar de satisfação e arranca com o carro debaixo da pouca luz e ruas vazias da pequena cidade sulista
em busca de abrigo.
Então ele dirigi para o sul da cidade, estava no centro e sua percepção de andarilho dizia que centro sul costuma ser bons locais para dormir e fazer furtos médios.
Então o carro passa em frente uma casa com pequeno jardim, sem cerca, dois andares com luzes apagadas, ou os donos estavam de férias ou dormindo, de todo jeito a casa tinha o perfil perfeito para
uma visita noturna e passar o dia, não levantava suspeitas em meio a outras casas daquela região.
O carro estacionou de frente para a residencia o que estranhamente não chamou a atenção de ninguém.
Joseph segue pela porta dos fundos que estava aberta, caminha pela casa no escuro, quando ouve som da televisão ligada, é parece que não estavam de férias.


Walter BAnnes

O príncipe fica de pé, arruma o fino paletó no seu delicado corpo, leva um indicado até um de seus olhos que agora são de um profundo azul, sua outrora pálida pele, ganha um rubor
avermelhado, fazendo com que sua aparência ganhe ainda mais aspectos angelicais, mas ainda assim o peso de sua presença e magnetismo pessoal ainda fazem Walter titubiar e
considerar errivelmente qualquer ofensa ou articular uma ação ofensiva.
Ele pega delicadamente o papel da mão de Walter, os olhos ainda pesando sobre os olhos de um constrangido Walter Bannes, então ele Lê o papel.

- Sabe, eu era apenas um pintor enquanto Robspierre quilhotinava o rei da França, nunca fui muito interesado em política, mas então certa noite
meus pais, que eram nobres foram arrancados do Versalhes, duas noites depois foram espancados e decaptados em Place de La Concorde em Champ Elisè.
O vampiro ancião faz uma pausa dramática.

- Eram tempos sombrios aqueles, e esses a qual vivemos também o são, já sobrevivi mais investidas da Mão Negra, Lupinos, caçadores e outros
monstros que posso contar, e na maioria dessas investidas o conselho da primigênie de Nova Orleáns, apesar de mostrar muito liberdade
e críticas a meu governo me apoiou, Vincent e o senhor dele antes dele, não foram diferente. Em que o senhor se apoia para violar a intimidade de alguns anciões
e acusar o o Gerdamme Vincent Black? O vampiro indaga sem acusar, aponta de forma firme, mas sem tomar partido, só queria indicios para comprar uma guerra com sua própria
corte noturna.

E antes que Walter pudesse responder ele suspira, Walter sente uma onda de vergonha queimar sua face, e o príncipe responde sua pergunta sobre relacionamentos.

- Phillip é o representante Tremere ele tem agido em casos onde a seus talentos mágicos, diplomáticos e como
um estadista hábil para servir as tradições, Vidal o representante Ventrue da cidade o faz tão fielmente quanto Phillip, Vincent
cuida de nossa segurança e nunca titubeou, entendo que ele possa parecer grosseiro, irritado. Mas me diga, Walter, você tb não sentiria assim
se tal fardo não fosse depositado em seus ombros?Se sua família mortal não fosse assassinada por feiticeiros, se seu senhor vampiricio
não tivesse sido presa de um ritual Tremere?Se quiser essa autorização será concedida mediante aprovação do conselho...quando ia continuar
um som de telefone tocando se faz ouvir, Walter não havia reparado, mas um telefone vermelho antigo estava sobre a mesa do Ancião.
Marcell fita o objeto com uma epxressão de medo,, como se aquilo fosse morder ele.
Por fim atende.

Seja lá o que foi dito. Seu rosto perdeu o ar angelical e assumiu a máscara do próprio demônio

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Líder Nato


" Seu tolo, entregou sua lealdade para mestres profanos, agora sinta a dor da traição, não precisar implorar por perdão, eu sou o arauto da morte, nosso clã já te julgou culpado, e pouco me importo, tudo o que sei é que você é uma ameaça, e será expurgada da pirâmide."
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