Vampiros - A Máscara
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

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Mensagem por Steven Le'Blon Ter Abr 24, 2012 10:48 pm

Boa noite meus pupilos, espero que estejam bem, e estejam animados. Acho que está na hora de começarmos a nossa brincadeira, certo?

Algumas informações básicas (as mesmas postadas no resumo)

Seitas: Camarilla/Indepedentes
Número de vagas: 3/ 4
Jogadores confirmados
~ Jasmine Polster
~ Kyle
~ Rafa (Nikita)

Observação:Os outros dois jogadores entrarão posteriormente na crônica (ou não). Kyle e Jasmine, suas fichas estão atualizadas? Se não estiverem, enviem para mim as atualizações para que eu possa iniciar a cena de cada um de vocês.

Resumo

Estamos na Pensilvânia, Filadélfia. Bem vindo ao caos!



Os últimos acontecimentos da cidade não são nada agradáveis para aqueles vampiros pertencentes à Camarilla. A torre de marfim não mais existe na cidade, ou melhor, existe, mas é tão fraca e tão pouco influente que até mesmo o próprio Xerife às vezes duvida de sua autoridade.

Aqui vão os fatos: Há alguns meses vários corpos foram encontrados pelas ruas da cidade. Cada um mais desfigurado que o outro e o mais intrigante, cada um trazendo uma mensagem especial: A quebra das Leis da Máscara. Todos os corpos tinham escritos em sangue que todas as Leis da Máscara ruiriam, todas cairiam por terra e apenas os mais fortes, corajosos e valentes sobreviveriam. A princípio ninguém levou a sério, contudo as coisas foram piorando. No ápice da audácia, vários vampiros ficaram presos dentro do Elísio da cidade e ao conseguirem sair – alguns melhores que outros – encontraram a parede externa do local com uma grande escritura em sangue de animal: O Domínio...

Todas as Leis foram quebradas, todos os vampiros ficaram assustados. O príncipe Victor Moonlight havia desaparecido. Allan, o primógeno Tremere da cidade se isolou na capela. Algo muito grave parecia ter acontecido, algo realmente perturbador para tirar ele de sua zona de conforto. A primigene praticamente se desfez. Os primógenos Ventrue, Brujah e Gangrel uniram suas influências para tentar manter a cidade sob controle, porém a tarefa não parecia estar muito fácil. Os primógenos Toreador, Malkaviano e Nosferatu simplesmente desapareceram da cidade, na realidade, ninguém ouviu falar deles em nenhum lugar dos Estados Unidos. O Senescal (Bryan), um vampiro ruivo de olhos escuros como as trevas, estava dando as ordens no momento. Apoiado pelos três primógenos ele tentava solucionar o problema dos vampiros desaparecidos e restaurar a ordem da Filadélfia.

O Xerife, um vampiro conhecido como Bartolomeu, trazia consigo um grupo de vampiros barra pesada para tentar acalmar os ânimos daqueles engraçadinhos que tentavam atrapalhar a cidade. Infelizmente a quantidade de anarquistas e sabá na cidade pareceram triplicar, fazendo o trabalho do Xerife ser falho em muitos pontos. Mesmo assim ele não parece que desistirá fácil das ordens dadas pelos três clãs.

O nome de um vampiro ressoava no gueto da cidade. Goldman era um nome que muitas pessoas, humanos e vampiros, pareciam conhecer, apesar de que nenhum deles conhecia a face desse vampiro. Quem seria ele? Qual a influência dele? Ninguém não fazia ideia. Os rumores eram controversos. Uns diziam que ele havia armado todo o circo, outros que ele era o responsável pelo desaparecimento do príncipe, outros que ele era apenas uma lenda para assustar neófitos.

O que está realmente acontecendo? Essa é uma pergunta que você poderá descobrir, isso se tiver coragem suficiente para entrar nessa cidade...



Última edição por Steven Le'Blon [Max. Sun] em Sex Abr 27, 2012 9:43 am, editado 1 vez(es)
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por Steven Le'Blon Qui Abr 26, 2012 11:38 pm



@Kyle
O gangrel havia passado por boas e poucas nos últimos meses. Após buscar a antiga rainha gélida, Blair, Kyle acabou por se envolver com diferentes vampiros e diferentes tramas, contudo, o que estava para acontecer ele jamais poderia supor...

O vampiro abriu os olhos lentamente assim como fazia todas as noites. O dia em estado de torpor fazia com que ele acabasse acordando de uma maneira mais lenta que a maioria. Seus olhos se acostumavam rapidamente a escuridão, contudo algo estava errado. Apesar do corpo pesado, ele ergueu-se rapidamente, tentando entender o que estava a seu redor. Kyle estava em um quarto pequeno. A sua direita estava uma porta travada com uma escrivaninha e a sua direita uma janela fortemente tapada, impedindo a entrada de qualquer claridade. O gangrel não fazia a menor ideia de onde estava ou como havia parado ali. Sua mente tentava processar tudo. Seu corpo não parecia hostil, ou seja, não parecia haver nenhum tipo de perigo ao redor, pelo menos por enquanto. Demorou cerca de um minuto até que aquele lugar parecesse familiar...

Kyle estava exatamente no quarto que havia dormido meses antes. Aquele quarto era de um hotel que ele havia reservado para passar a noite enquanto Quinn buscava algumas informações úteis ao redor da Filadélfia. Ao se lembrar desses detalhes, o corpo do vampiro se arrepiou. Como ele podia estar naquele mesmo quarto, sem se quer se lembrar de como havia parado ali? Seu corpo estava diferente, ele estava mais forte, ele sentia que seus dias anteriores haviam realmente acontecido, mas aquilo ali parecia errado.

Agora que seus olhos estavam acostumados à escuridão, o vampiro percebeu que os móveis estavam com bastante poeira e teias de aranha. A cortina parecia encardida e o ar do local parecia velho e umedecido. Ainda junto com todas essas bizarrices, ele via uma marca na palma de sua mão. O desenho lembrava um olho. Aquele símbolo já havia sido visto pelo cainita uma ou duas vezes. Se sua memória não estivesse falha, tinha algo a ver com algum deus egípcio. Ao visualizar o olho, um brilho vermelho surgiu momentaneamente, e o cainita percebeu que seu corpo não estava bem. Sua garganta coçava e suas presas estavam prestes a sair. O vampiro estava com fome, outro mistério, tendo em vista que ele havia se alimentado na última noite...

Sua mente também lembrava que naquela última noite, alguém ou alguma coisa havia falado com ele, porém o dia havia iniciado e seu sono pesado havia se iniciado. O que fazer agora?

Imagem que está desenhada na sua mão
Spoiler:
Status:
PdS: 8
FdV: 7


@Jasmine
Os olhos da vampira abriram rapidamente ao último raiar do sol. Suas presas estavam expostas, mostrando que algo estava errado naquele momento. Jasmine percebia que estava em um lugar totalmente estranho a ela. Levantando-se e sentando, ela via que estava sentada sobre uma cripta de pedra, gélida e aparentemente polida pois era extremamente lisa. O local era iluminado por algumas poucas tochas que estavam espalhadas. As sombras produzidas por elas eram assustadoras, contudo isso parecia não amedrontar tanto a cainita. Analisando o local ela percebia estar dentro de alguma tumba antiga. A sua direita havia um corredor que parecia subir para algum lugar. A sua esquerda havia uma antiga escrivaninha e um esqueleto sentado e debruçado sobre a mesa. Ainda de seu lugar, era possível ver que ele aparentemente estava sobre algum objeto menor. Não havia nenhum sinal de vida pelo lugar, não havia plantas – nem mesmo ervas daninhas – ou qualquer poça de água.

A mente da vampira estava confusa. Ela tinha certeza absoluta que não havia adormecido ali. Na realidade, ela tinha uma estranha sensação de que algo não muito bom estava acontecendo e que ela estava longe, muito longe de sua casa. Algo em seu estômago se remexeu ligeiramente. Naquele instante ela percebia que seu corpo precisa do néctar de sangue humano.

Tateando sua roupa, Jasmine percebia que seus pertences ainda estavam com ela, inclusive as duas pedras com o Ritual de repelente contra Lupinos, dada por seu mentor meses atrás. Como aquilo havia parado ali era uma boa pergunta. Coincidência ou não, logo que tocou nas pedras, ela ouviu um latido longo e solitário vindo de algum lugar muito distante. Onde, por céus, essa vampira estava? Essa é uma boa hora para descobrir...

Status:
PdS: 15
FdV: 8


@Nikita
A vida peculiar dessa vampira chamava a atenção de muitos outros do clã da rosa. Nikita fugia, de certa forma, dos padrões de seu clã, sendo muitas vezes vista sob olhares críticos e fuzilantes. Apesar disso, a cainita sabia se portar com classe e fazer o seu trabalho de uma maneira impecável.

A sociedade da torre de marfim estava abalada na Filadélfia, contudo isso ainda não parecia preocupar as pessoas importantes fora da cidade. Todo o assunto que estava acontecendo parecia passar despercebido pelas autoridades de Nova York e cidades vizinhas.

A noite havia começado novamente. Em especial, não havia nenhum trabalho para ser feito naquele dia, assim Nikita teria todo o tempo do mundo para fazer qualquer outra coisa que lhe chamasse atenção... Pelo menos era isso que ela imaginava que seria.

Poucos minutos após ter despertado, seu mentor, o senhor Rousseau ligava para a cainita, pedindo para que ela fosse até sua mansão. Algum assunto urgente parecia que estava prestes a surgir. Com o tempo livre e o chamado de seu mentor, não hviam muitas outras opções para a noite, assim, a cainita se dirigia para a mansão de Pierre.

Como sempre, ela fora bem recebida e os olhares dentro da casa eram diferentes. Alguns eram admirados, outros eram invejosos. Seu anfitrião esperava calmamente enquanto olhava para uma estranha estátua negra. Sem se virar para Nikita, ele perguntou com sua voz natural:

– O que acha de mais peculiar nessa obra, senhorita McGregor? Disse sem se quer dar boa noite

Logo após analisar a resposta, ele se virava para a mulher, olhando-a diretamente nos olhos.

Creio que tenha ouvido falar dos acontecimento da cidade vizinha, a Filadélfia. Parece que muita coisa estranha anda acontecendo por la e, coincidentemente, descobri que uma peça antiquíssima fora levada para lá. Talvez, apenas talvez, exista alguma relação entre as duas coisas. Caso encontre esse artefato, receberá um grande bônus de minha parte, caso não consiga, bem, imagino que não exista essa opção, não é mesmo? Após uma pequena pausa, ele continuou – Infelizmente não há muitos da rosa na cidade, então estará por conta própria. Aconselho a visitar o Elísio para reunir um pouco mais de informação, contudo, cuidado com o que fala, não quero que desapareça também.

Terminou o homem, entregando a ela uma folha recém impressa.

Imagem da estátua
Spoiler:
Imagem do artefato
Spoiler:
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por Jasmine Poslter Dom Abr 29, 2012 11:44 pm


{Off}:
Legenda: Lembranças

Drake


{On}:

Tudo era confuso para usurpadora, não recorda quem e como foi parar aqui. Vagas lembranças da conversa que teve com os vampiros que a seqüestraram não são tão frescas. Eles estariam envolvidos nisto também? Levanta da cripta, mas se posta logo ao chão por causa da terrível dor, a marca que ela recebeu do seu mestre.

Para ela isto é o pior castigo nesta sua condição de vampira, apóia sua mão na cripta para poder se levantar, a outra mão acudiu sua ferida que se regenera com intervenção de seu sangue vampírico no ritmo que ela se levanta, desabafando imenso alívio no fechamento da ferida e por calar a dor.

Ela se afasta das tochas, aproxima da escrivaninha jogando suas mechas pro lado, ela toca no crânio do esqueleto com seu indicador e desliza lentamente para mandíbula dando 2 tapinhas nela.

“Você não teve sorte mesmo. Muito tempo sentado, você está precisando mesmo de se levantar.” Empurra com o pé a cadeira que o esqueleto está para derrubá-lo e assim ver que objeto menor é este.

Seus instintos de não-vida dizem que ela está com fome, que é estranho para ela porque agora pouco não estava sentindo necessidade de beber vida. Tateando seu bolso, sente dois objetos, ao retirar ver as pedras dados ao seu senhor na noite que recebeu a encomenda. A vampira lembra muito bem que havia deixado isto no seu apartamento. Por que estava com ela? Ela procura pelo seu celular, se encontrá-lo, vai querer ver se tem sinal para uma ligação, mas algo interrompe seus planos. Ela escuta latido longo vindo de algum lugar distante, que mexe com sua natureza de sua Besta.

Donde ela está ela usa o magnífico dom dos sentidos para saber de quais 2 entradas há corrente de ar através do tato, o tato que a brisa ou a leve corrente de ar toca em sua pele. Ela quer saber o fluxo da corrente de ar, se vem da entrada da direita ou da esquerda. Após isto, vai fazer algo que não é habito dos vampiros, respirar... Ainda com dons dos sentidos vai querer farejar se já algum cheiro diferente e rapidamente a vampira fecha os olhos lembrando algo...


Longe da cidade, numa região de pouca mata, refúgio este usado por alguns tremeres para criação de novos rituais longe de olhares curiosos. Drake caminha com Jasmine.

“Estamos caminhando a horas e meus pés já estão doendo, o que viemos fazer aqui, Drake? Não é bom nos distanciarmos muito do refúgio.”

”Não notou nada desde quando entramos na floresta?”

“O que tem pra ser anotado nesta floresta? Só há animais e plantas. E meus pés estão doendo por falar isto.” Senta num tronco para desamarrar o tênis aliviar a tensão e os estragos que esta caminhada longa fez.

”Garota tola, por acaso viu ou ouviu algum animal?”

Jasmine não tinha reparado nisto.“Tem razão, eu não vi ou ouvi nenhum.” Coloca novamente o tênis nem ligando mais para o incomodo.

”Claro porque eles sabem da nossa presença, por isto estão escondidos. Se as plantas que você falou pudessem se mover, também não estariam aqui. Presta atenção em suas palavras e não fique tão desligada, criança tola.”

Aceitando a bronca.“Sim, mestre... obrigada... por esta lição.”

”Não podemos dar ao luxo de baixar a guarda, Jasmine. Todas as famílias nos olham como intrusos neste mundo de monstros. Não fazemos parte da legítima estirpe que descende do primeiro vampiro.”

“Agora podemos voltar pro refúgio? Eu já aprendi esta lição.” Limpa a calça quando se levanta.

”Não trouxe você aqui para caminhar, te trouxe aqui para ver se você consegue voltar inteira para o refúgio. Há um carniçal muito bom para emboscadas e ele está te caçando. Se você conseguir deslocar 50 metros, sem ser apanhada, já vou achar muito.”

“Merda!”Jasmine se concentra tentando captar (usando auspícios) sons e cheiro de alguém mais na floresta.

”O que você pensa o que está fazendo? Pensa que vai poder localizá-lo usando dons vampíricos? Ele é bom. Ele se move tão silenciosamente que mal se ouve e ele está a favor do vento, logo seus esforços estão inúteis e em poucos minutos será pega.”

Ela fecha os olhos para se concentrar mais e acaba agindo impulsivamente com seu Mestre. “Silêncio eu quero ouvir, porque não estou ouvindo nada.”

Jasmine não sabe o quê e como aconteceu, só se deu conta quando sua cara estava ao chão e Drake com pé na sua cabeça.

“O QUE FOI ISTO?”

”Isso, grita mais para atrair ele. Você esnobou tanto o terreno que estava machucando seus pés e agora você está de cara pra ele. Usando meios convencionais você nunca vai encontrar este caçador, porque ele é muito bom.”

“ESTÁ ME MACHUCANDO.” Se debatendo.

”Pare de reclamar e ouça a vibração no solo com seus dons. Concentre-se.”

Jasmine fica quieta e faz o que seu mentor diz, embora contra a vontade ela.

Depois de algum tempo se acostumando ela escuta algo. “Sim, eu estou ouvindo. O senhor tem razão eu estou ouvindo passos bem leves.” Drake tira o pé da cara dela.

”Então volte. Tente.”

Jasmine limpa seu rosto sujo de terra e segue caminho oposto dos passos. Depois de horas caminhando pela floresta, o tiro acerta a perna dela rompendo a ligação do joelho. Ela cai instantaneamente com fortes dores se rolando ao chão.

Drake aproxima de Jasmine ”Agora a dor no seu pé não te incomoda mais.” Olha decepcionado pra ela e sai dali deixando-a lá, acompanhado de um homem portando um rifle de precisão.

Drake anda um pouco e para. ”Eu estava enganado ao seu respeito, você ultrapassou muito os 50 metros, mas não chegou ao refúgio sã e salva. Eu esperava o melhor de você. Sua lição de hoje está encerrada.”


Ajoelha o máximo que pode e inclina seu corpo para tocar sua orelha ao chão para ouvir de onde vem possíveis aproximações, usando seu dom vampiro dos sentidos.




{Off}: Pode descrever melhor o objeto menor? ^^ porque quero saber como é para ver se levo ou não comigo ^^ na cena da caveirinha =x. Espero que você não tenha se incomodado com cenas de lembranças da jasmine =x.

Usei auspícios para tato, audição, olfato e para ouvir as vibrações no chão ^^/.

Gastei pontos de sangue para recuperar totalmente meus ferimentos do defeito que ela tem /^^/
Jasmine Poslter
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por No One Seg Abr 30, 2012 4:13 pm

Despertava extremamente sonolento de mais uma noite. Como sempre, eu costumava dormir muito além dos outros vampiros. Me ergui então, para não deixar que o sono voltasse a me atentar, e foi então que notei algo muito estranho. Os objetos naquele quarto, a janela fortemente tapada... Eu não tinha dormido ali na noite passada. Onde eu estava, afinal? E principalmente, como tinha ido parar ali?

Observando detalhadamente o quarto, percebi que ele era familiar, e comecei a buscar em minha memória que lugar seria aquele. Depois de algum tempo, consegui relembrar que aquele parecia ser exatamente o quarto em que havia dormido meses atrás, na mesma noite em que havia conhecido Quinn. Será que eu tinha voltado no tempo, afinal?

O meu corpo continuava fortalecido, eu me lembrava de tudo que tinha feito durante todos aqueles meses, tudo aquilo não tinha simplesmente sido um sonho. Além disso, os móveis estavam empoeirados e velhos, e até mesmo o ar estava empregnado com esse cheiro. Eu estava realmente confuso.

Mas toda aquela confusão não se comparava ao momento em que notei, na palma de minha mãe, um símbolo estranho representando um olho. Com meu conhecimento sobre o mundo oculto, reconheci aquilo com um símbolo de algum Deus egípcio. Que loucura era aquilo? E por fim, minha garganta estava seca, minhas presas quase voavam para fora em busca de algum pescoço. Mas isso seria até comum, se eu não tivesse me alimentado completamente na noite passada.

Por fim, lembrei de mais um fato intrigante. Na noite em que havia dormido naquele hotel, alguém tinha falado comigo após o amanhecer, e meu sono pesado tinha me feito apagar logo após aquilo. Será que tinha sido esse ser quem havia me colocado ali? Meu instinto sobrevivente dizia para sair depressa dali, e minha Besta me deixava irritadíssimo diante daquela situação. Que porra de símbolo era aquele? Já tinha passado por merdas suficientes naqueles últimos meses, e já tinha me tornado desumano o suficiente para destroçar impiedosamente qualquer filho da puta que tivesse me envolvido naquilo.

Levantei da cama e procurei por meus pertences básicos (celular e carteira). Caso encontrasse o celular, olharia a data e a hora nele. Independente do resultado, tiraria aquela escrivaninha da frente da porta e daria uma bela olhada do lado de fora da porta, me certificando de que o lugar era seguro. Se positivo, sairia do prédio e procuraria alguém na rua ou até mesmo dentro dele.

-Boa noite. Poderia me informar a data exata de hoje? - Supondo que o celular tivesse me informado a data e hora, aquilo serviria apenas de confirmação para Kyle, já que no mundo das trevas não era de forma alguma impossível que ele tivesse sido enviado de volta ao tempo ou coisa assim. Perguntaria de forma gentil, então. Caso a pessoa respondesse de forma ambígua ou debochada, eu a ignoraria e procuraria outras pessoas até conseguir uma informação verídica.

Depois disso, analisando que naquela noite eu estava com Quinn naquele hotel, e havia acordado lá meses depois, poderia supor que talvez algo semelhante tivesse acontecido com ela, então discaria seu número e ligaria (a cobrar, caso não tenha créditos sobrando).

-Alô, Quinn. Aqui é o Kyle. Onde você está? Aconteceu algo de estranho contigo hoje? - Perguntaria depressa então.
No One
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Post Nº 2 - Jasmine

Mensagem por Steven Le'Blon Ter maio 01, 2012 11:43 am

@Jasmine
A cainita sente seu corpo voltar lentamente ao normal. Aquela condição a perseguia durante décadas. Algum dia teria a cura? Quem sabe...

Ao se aproximar do esqueleto Jasmine percebe que não há mais vestígio de roupas nele. Seja quem for, aquele ser ficou ali durante muito tempo para ter até suas roupas apodrecido e desaparecido. Seus dedos deslizaram pelo rosto irreconhecível daquele ser e, ao menor toque dela, a mandíbula se desprendeu do crânio e caiu. Esse evento deu a sucessão a várias outras quedas. Primeiramente o restante da cabeça se inclinou para frente e caiu sobre o próprio corpo. Logo em seguida, a batida do crânio no tronco do esqueleto fez com que esse se inclinasse para frente e simplesmente quebrasse com um grande CLACK! a coluna dele. Esses dois conjuntos rolaram para ao chão da cripta, restando apenas a bacia e as pernas sobre a cadeira. A vampira inclinou o móvel de modo que o restante também encontrasse o chão, liberando assim a cadeira e a visão sobre a mesa.

Ao contrário do que achou inicialmente, sobre a mesa haviam vários objetos. Logo onde estava a mão do esqueleto havia um pequeno livro aberto em alguma página. Ao lado, uma caneta tinteiro estava parada há alguns anos. Seu tinteiro estava seco. Acima do livro haviam três colares lado a lado.

Assoprando a poeira que estava sobre a mesa, Jasmine conseguia ver melhor as escrituras, ou pelo menos parte decifráveis dela. Pegando o livro com cuidado, a cainita passava o olho por parte das escrituras.


Dia 364 do ano estrelar Noval,
O espécime encontrado ainda encontra-se em estado de torpor. Não sabemos de onde essa vampira surgiu, mas ele é bastante peculiar, tendo em vista os vampiros que existem atualmente. Será ela alguma descendente direta de Caim? Nenhum dos testes até então feitos foi capaz de datar as roupas dela, impossibilitando saber assim a verdadeira época dela...
...
Dia 138 do ano estrelar de Septal
Nós acabamos de mover o corpo encontrado para esse esconderijo longe da civilização. Pouquíssimas pessoas visitam essa área mais primitiva da terra, facilitando assim nossa isolação. Além disso, nós temos a proteção natural de alguns lupinos, claro que se eles nos descobrirem também estaremos em perigo, mas nossa tecnologias são fortes o suficiente para mantê-los longes daqui. Temos um estoque de comida grande pela galeria, o que nos da cerca de cem anos de sobrevivência sem a necessidade de buscar alimentos.

...
Dia 1 do ano estrelar de Septal
Um corpo foi encontrado numa das escavações feitas hoje. Mulher, próxima aos trinta anos. Pelos primeiros testes realizados ela parece ser uma vampira antiga. Se isso realmente for verdade, ela pode nos dar a explicação de como nossa raça perdeu tanto de seu poder e prestígio. Com ela foram encontrados três colares, cada um de uma forma: Borboleta, Lua e Crucifixo. O que significam?


Os trechos lidos eram aleatórios, pegando a última página, uma página aleatória no meio e a primeira página, respectivamente. A questão que intrigava era o que esses textos eram na verdade?!

Após a leitura não muito esclarecedora, Jasmine buscava mais algum item em suas roupas ou no local. Infelizmente nada encontrava, a não ser poeira e mais poeira. Ampliando seus sentidos a cainita começava a enxergar o mundo de uma outra maneira. Os ruídos se tornavam mais altos, os objetos mais precisos, o odor mais repugnante. Atenta a seu redor, Jasmie suspirava e então sua mente vagava para um momento muito antigo...

Ao retornar sua consciência, ela agora sabia que a situação poderia não ser muito diferente do que havia acontecido décadas atrás. Era hora de ela tentar ser perspicaz, predadora. Com seus sentidos aguçados, ela percebia que uma leve brisa vinha do corredor à direita, trazendo o comum cheiro da mata até o recinto que estava.

Abaixando-se ela tocava o solo com seus ouvidos e suas mãos. O latido novamente ecoava no recinto, porém nada parecia estar se movendo na direção da vampira. Daquela posição, Jasmine percebia algo a mais no cenário¹. Além do corredor de onde vinha o vento, a parede mais a esquerda do corredor chamava a atenção por ser o único lugar que não havia poeira acumulada, assim como o local que Jasmine estava sentada. Depois de todas essas descobertas, o que a jovem vampira faria?

Imagem dos colares
Spoiler:
Status:
PdS: 12
FdV: 8


Nota:
*) Não há problema algum em colocar lembranças, ao contrário, isso incrementa mais ainda a narrativa pois o prelúdio dos personagens nunca é capaz de cobrir toda a história do mesmo.

Rolagem de dados da cena
1 - Jasmine Polster
Inteligência + Investigação = 6 / Dif 8
4, 2, 4, 6, 8, 4 = 1 Sucesso


Última edição por Steven Le'Blon [Max. Sun] em Ter maio 01, 2012 11:47 am, editado 1 vez(es)
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Post Nº 2 - Kyle

Mensagem por Steven Le'Blon Ter maio 01, 2012 11:45 am

@Kyle
Kyle ficava irritado. Como era engraçado ver aquele gangrel se sentindo frustrado, pelo menos diante de uma situação sem o total controle dele. O vampiro colocava a mão nos bolsos e procurava ao redor alguma coisa que fosse dele. Sobre a cabeceira da cama ele encontrava seus dois pertences, o celular e a carteira, ambos aparentemente intocados. Ao segurar o celular o vampiro percebia que ele estava desligado. Apertando o botão de ligar, o aparelho deu sinal de vida e antes mesmo que todas as funções tivessem ligado, ele desligava sozinho. O azar estava seguindo aquele vampiro, pois a bateria ter acabado justamente naquele momento era extremamente frustrante. Sua carteira permanecia com todos seus documentos e algum dinheiro.

Movendo a escrivaninha da porta, o vampiro retirava as teias de aranha que haviam se formado e abria a porta. Assim que abriu, um vento seco, frio e forte adentrou o quarto, passando por ele como se fosse alguém correndo de algum inimigo. Essa passagem fria fez os instintos do gangrel ficarem mais alertas. Não parecia haver nenhum perigo por perto pois o vampiro sabia que quando algo grave estava para acontecer os sintomas eram diferentes. Ali, naquele instante, era mais como se alguém realmente tivesse passado correndo por ele...

Enquanto caminhava pelo corredor, Kyle percebia que todas as portas estavam abertas e uma escuridão tomava conta de todas. Ao passar por algumas, o vampiro conseguia ver o céu estrelado do lado de fora. Continuou caminhando até que chegou a recepção. Como todo o resto do hotel, tudo estava vazio. Antes de sair, ele caminhou até a recepção e viu que havia um telefone no local. Até que enfim um momento de sorte. Pegando o telefone ele discava para Quinn, a humana que estava ao lado dele. O telefone chamou cinco vezes até que alguém atendeu.

– Alô?. Kyle?!. Quem está falando de verdade aí? É bom você dizer a verdade ou vou aí e vou fazer todos os seus miolos irem pelo ralo!

A voz pareceu inicialmente assustada e logo em seguida extremamente nervosa. Logo que ela terminava a ameaça, uma explosão era ouvido do outro lado da linha...

– merda... esses punks de novo... aarrhhggg Dizia a mulher sem realmente estar dizendo ao telefone, apenas resmungando. – Mas então, se tu é o Kyle mesmo, me fala onde está que mandarei alguém te pegar.

Status:
PdS: 8
FdV: 7


Nota:
Coloquei apenas essa parte da conversa inicialmente para ver seus próximos passos.

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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por No One Qua maio 02, 2012 3:19 am

Frustrado até demais com aquela situação extremamente estranha, procurei por meus pertences, e logo os encontrei em cima da cabeceira da cama, intactos. Logo liguei o celular, ansioso para ver as informações sobre a data, mas apesar de inicialmente ele ter ligado, logo desligou antes mesmo de mostrar tais dados. Aquilo me irritou mais ainda, eu não costumava ser tão azarado, muito pelo contrário. Senti vontade de jogá-lo no chão com toda a minha força, mas se eu fizesse aquilo, além de perder o celular, provavelmente seria tomado pelo excesso de fúria e destruiria todo o quarto no processo. Guardei o objeto em meu bolso, e observei o interior da carteira, que estava com todos os documentos que havia deixado. Levantei sem hesitar, e não me dei ao trabalho de fazer nenhuma das necessidades básicas que realizava quando humano (escovar os dentes, tomar banho, etc). Caminhei até a porta, e retirei irritadamente aquelas malditas teias de aranha que estavam atrapalhando o caminho. Retirei a escrivaninha tentando não fazer barulho, mas minha vontade era de dar-lhe um belo chute e estraçalha-lá para aliviar minha ira. Tirei mais algumas teias de aranha daquela maldita porta e abri ela por fim.

Um vento forte, frio e seco tomou conta do lugar naquele momento, como se alguém com uma velocidade impressionante tivesse acabado de sair dali. Analisei aquele fenômeno e tentei compará-lo ao que eu fazia quando utilizava a minha disciplina de Clã (rapidez). Será que tinha sido realmente aquilo? De qualquer maneira, ao menos eu imaginava estar sozinho depois daquilo.

E realmente estava. Todo o lugar estava escuro e deserto, sem nenhuma alma viva e aparentemente nenhuma não-viva também. As portas dos quartos estavam abertas, e eu conseguia ver o céu estrelado por trás das janelas deles. Dei uma breve olhada em alguns deles, suspeitando que talvez encontrasse alguma coisa (ou algum cadáver).

Desci até a recepção, que também estava vazia, mas por sorte ainda tinha um telefone. Será que estava funcionando mesmo com todo o Hotel naquele estado? Não custava nada tentar. Levei algum tempo até conseguir relembrar o número de Quinn, que não sabia decorado. Quando consegui lembrar, disquei e torci para que funcionasse, e também para que ela atendesse. Depois de várias chamadas, ela finalmente atendeu.

– Alô?. Kyle?!. Quem está falando de verdade aí? É bom você dizer a verdade ou vou aí e vou fazer todos os seus miolos irem pelo ralo!

Ela parecia estar em um estado de medo e fúria ao mesmo tempo. Definitivamente algo estava errado.

-Alô, Quinn. Aqui é o Kyle. Onde você está? Aconteceu algo de estranho contigo hoje? - Perguntei depressa. - É claro que sou eu. E pelo visto estou numa fria assim como você. - Expliquei então, torcendo para que ela acreditasse. Aquilo era muito estranho, pois Quinn nunca tinha demonstrado desconfiança sobre as palavras de ninguém, muito pelo contrário, ela sempre parecia saber exatamente como agir em cada situação com qualquer um.

– merda... esses punks de novo... aarrhhggg Dizia a mulher sem realmente estar dizendo ao telefone, apenas resmungando. – Mas então, se tu é o Kyle mesmo, me fala onde está que mandarei alguém te pegar.

Um barulho de explosão podia ser escutado do outro lado da linha. Fiquei rapidamente preocupado. Não que eu fosse tão apegado a ela, mas sim porque eu sabia que com ela eu poderia obter mais informações sobre o que estava acontecendo, e se ela morresse isso já não se aplicaria. Mas foi então que ela parecia resmungar algo para si mesma, e então perguntou onde eu estava e que mandaria alguém me pegar. Mas por que não vinha ela mesma? Depois daquela explosão, começava a suspeitar que talvez ela estivesse encurralada em algum lugar.

-Estou naquele mesmo Hotel em que nos hospedamos meses atrás, e não me pergunte porque. - Disse enquanto corria para o lado de fora do Hotel, afim de olhar a placa para poder falar o seu nome (que eu já havia esquecido a muito tempo). Depois passei o nome do Hotel para ela. - Aonde você está? O que está havendo? Mande alguém vir me buscar depressa, esse lugar não é seguro. - Disse apressadamente, e após trocar mais algumas palavras, encerraria a ligação.

Após encerrar a ligação, procurei alguém na rua para obter informações. Caso não encontrasse ninguém por perto, procuraria numa rua mais próxima, mas tentaria me manter próximo ao Hotel, afinal de contas logo a minha carona chegaria.

-Boa noite. Saberia me informar o que houve com aquele Hotel? - Diria apontando para localização do mesmo, caso não estivesse muito próximo, diria seu nome. - Ah, e poderia me dizer qual a data exata de hoje? Isso inclui o mês também. - Perguntei então, não me importando se a pessoa acharia estranho ou não. Utilizaria também uma das disciplinas que tinha aprendido com Verônica, para facilitar a interação e obter as informações mais rápido (Fascínio - Presença 1 - Levar em conta existência abençoada).

Por fim, eu voltaria para perto do prédio e esperaria com cautela até que a minha carona chegasse. Estava assustado, nervoso e irritado. Sabia que até o momento não tinha motivos para tanto, mas que esse tipo de situação nunca significava coisa boa. Foi então que o meu tic-nervoso se manifestou, e eu comecei a esfregar as mãos compulsivamente. Provavelmente continuaria esfregando-as por um bom tempo, até que o meu nervosismo e estresse diminuíssem.

Droga, eu esperava que aquilo acabasse logo, e que realmente não fosse algo de muita importância. Mas aquele símbolo estranho em minha mão continuava a me fazer pensar que seria exatamente o contrário, por mais que eu tentasse pensar positivo. De qualquer forma, não me importava o que acontecesse, mesmo que eu tivesse que enfrentar um Deus Egípcio eu sobreviveria. Não apenas por mim, mas também pelo meu desejo de vingança. A minha tenacidade e meu ódio me manteriam vivo.
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty POST Nº 3 – Kyle

Mensagem por Steven Le'Blon Qua maio 02, 2012 8:22 am

@Kyle
Kyle enfim conversava com Quinn, contudo as coisas ainda não estavam totalmente nos eixos. A medida que falava, ele percebia que a voz dela, apesar de não estar muito diferente, parecia um pouco mais madura, um pouco menos sedutora e mais respeitável do que antes. Talvez fosse apenas o momento ou então a ligação que estava ruim, mas mesmo assim havia algo levemente diferente.

Os barulhos do outro lado da linha pareciam aumentar a cada minuto. Após a explosão, o gangrel podia ter a certeza que a carniçal começou a correr em direção devido a respiração um pouco mais forçada que ela começou a ter. Enquanto ela corria, o gangrel se afastava do telefone e ia até a frente do hotel relembrar o nome do mesmo, contudo...

As portas do Hall estavam apenas encostadas. Não foi difícil para o vampiro retirar a poeira e algumas teias que haviam ali e logo em seguida puxar a porta para dentro, deixando assim a passagem aberta para o lado de fora. Infelizmente a visão do lado de fora fez com que o predador se sentisse presa. Seus músculos ficaram travados e seus olhos se arregalaram. Sua respiração – mesmo sendo desnecessária – parou. Ele não foi capaz de dar um passo adiante, não sei antes recuperar-se da surpresa.
Visão
Spoiler:

Mas que porcaria teria acontecido? Isso seria só ali? Tudo estaria assim? Com o susto ligeiramente passado, Kyle deu três passos para frente, o suficiente para se virar e ver o nome Hotel Grand Voyage – Philadélfia Resort. Voltando para dentro da recepção, talvez não correndo, ele pegou o telefone novamente e disse o nome do lugar em que estava. Do outro lado da linha o som de algo parecido com um vídeo game ecoava a todo o tempo. Era como se alguém estivesse jogando Star Trek em alta definição.

– Por sorte você não está muito longe. Uma dica, “Kyle”. Cuidado! Se é aí mesmo que está, você precisar procurar lugares claros!

Nesse instante outra explosão, muito mais perto que a anterior, fez com que o telefone ficasse com sinal de ocupado. E agora? O que era tudo isso?
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por No One Qua maio 02, 2012 2:08 pm

A tonalidade e o modo com que Quinn falavam era realmente diferente. Seria possível que alguém estivesse se passando por ela? Eu sabia por experiência própria que Ofuscação não funcionava através de linhas telefônicas. Então as coisas deveriam estar realmente difíceis para ela. Ela parecia ter começado a correr logo após a primeira explosão, e sua respiração estava meio ofegante. Foi então que corri para fora do Hotel, para ver o seu nome e informar para ela.

Algumas teias de aranha e poeira atrapalharam a minha saída, mas não foi difícil abrir a porta, que estava só encostada. Difícil, na verdade, foi ver o que eu vi naquele instante. Pretendia sair e voltar o mais rápido possível, mas não foi possível diante daquela cena. Eu estava paralizado, minha respiração tinha parado e meu corpo estremecia a cada segundo. Meu corpo estava tenso, a Besta urgia dentro de mim quase me levando a um frenesi de tanto choque e terror. Meus olhos arregalaram levando uma imagem que me cérebro morto demorou alguns segundos até conseguir absorver.

-QUE PORRA É ESSA!!?? - Gritei irritadíssimo ao recuperar minha consciência. Tudo, absolutamente tudo estava acabado naquela cidade. Era um verdadeiro Caos. O que diabos tinha acontecido? Eu estava no Apocalipse? A Gehenna tinha começado? Todos os lugares estavam assim? Como tinha ido parar ali? De repente eu, um verdadeiro predador, me sentia uma de minhas presas.

Lembrei então que Quinn estava esperando na linha, e fui até o telefone informá-la sobre o nome do lugar. Talvez ela tivesse escutado o meu grito, e certamente já sabia do que se passava. O outro lado da linha parecia um jogo violento de ação, com inúmeras explosões e tiros.


– Por sorte você não está muito longe. Uma dica, “Kyle”. Cuidado! Se é aí mesmo que está, você precisar procurar lugares claros!

Como assim lugares claros? Foi o que eu quis perguntar, mas antes que pudesse uma explosão muito mais próxima fez com que a ligação caísse, ou algo pior acontecesse. O lugar onde ela estava não parecia ser de forma alguma seguro, mas o local onde eu estava também não. De qualquer maneira, iria seguir o seu conselho.

Dentro de quase 10 segundos, meu corpo iniciou-se numa metamorfose gasosa que pouco a pouco transformou toda a minha matéria em névoa (metamorfose 5). Durante a transformação, eu não conseguia parar de esfregar minhas mãos compulsivamente diante do nervosismo, até que já não possuía mais matéria para tal coisa. Estava um pouco mais confiante naquele momento, sabia que aquele nível de minha disciplina me fornecia uma invulnerabilidade contra diversas coisas. Eu procuraria esperar com que minha carona chegasse em um lugar bem iluminado diante de toda aquela confusão, de preferência próximo ao Hotel, e esperava que se algo de errado acontecesse, a minha forma de névoa fosse útil para me proteger de tal coisa.

Quando minha carona chegasse, eu rapidamente voaria em direção ao carro ou moto e observaria atentamente o motorista, assim como sua aparência física, afim de perceber a palidez de sua pele, o brilho de seus olhos e coisas do tipo que poderiam indicar que ele fosse um membro. Caso meu senso de perigo e minha intuição me indicassem que estava tudo bem, eu voltaria a minha forma humana já dentro do carro ou atrás da moto. Não tinha tempo e nem me importava com a máscara naquela situação, e se ele ainda fosse estúpido de questionar tais coisas, eu daria-lhe uma bela expressão assustadora e diria para me levar até a Quinn antes que eu explodisse seu crânio com minhas mãos. Eu realmente não estava tendo um dia muito agradável, e não me importaria de matar um mortal qualquer naquele momento.

Caso tudo ocorresse bem, eu tentaria me informar com o humano sobre onde Quinn estava e o que estava acontecendo, e usaria uma de minhas disciplinas para garantir que ele me fornecesse tais informações com precisão (Presença 1). Quando finalmente estivéssemos próximo ao local, eu pediria que o motorista diminuísse a velocidade e então daria-lhe um belo soco, aproveitando para amenizar minhas frustrações. Apertaria os freios e então cravaria minhas presas sem dó naquele pescoço suculento. Ah! Como era bom sentir o gosto de sangue humano diretamente da fonte, principalmente diante de toda aquela irritação. Eu não estava nem aí com a vida daquele motorista cretino, queria apenas beber mais e mais. Porém sabia que não seria uma boa se eu matasse um dos empregados de Quinn, ainda mais em um momento daqueles. Então bebi uma quantia considerável de sangue, mas que não seria suficiente para matá-lo (3 PDS, serão bebidos lentamente, pois ele está deliciando-se com aquilo). Lambi o ferimento e joguei o motorista no banco ao lado, assumindo o volante e chegando até o local esperado.
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty POST Nº 4 – Kyle

Mensagem por Steven Le'Blon Qua maio 02, 2012 4:28 pm


@Kyle
Kyle percebia agora que a realidade a sua volta não era exatamente a mesma. O grito emitido logo na entrada do hotel ecoou na cena de destruição a sua frente. Era como se dezenas de pequenas partículas quisessem manter esse grito ecoando por toda a distância.

Correndo de volta para o telefone ele recebia o aviso de Quinn antes de ter a ligação cortada. Indignado e sem muitas opções, o gangrel opta pela voz da razão e resolve seguir o conselho de sua amiga, não exatamente indo para um local claro, mas pelo menos mantendo-se num estado em que danos mundanos não poderiam acertá-lo. Usando seu sangue e os dons aprendidos com o tempo, o corpo do gangrel começa a se desmaterializar. Inicialmente seus membros superiores e inferiores juntos, depois o restante do corpo, deixando a cabeça por último.

Ao final da transformação, Kyle escuta e vê uma mulher entrando no hotel. Ela era bonita e parecia procurar, de um lado a outro, alguém. Seus olhos eram fundos e ela tinha uma aparência peculiar: parecia com fome.
Mulher
Spoiler:
Com uma voz fina ela começava a falar.

– Quem está aí? Escutamos alguém aqui no hotel... Pode aparecer, somos amigos

De algum modo Kyle sabia que não podia, em hipótese alguma, confiar nela. Apesar de seu corpo material não estar mais ali para se arrepiar, seus instintos naturais o impeliam para qualquer lugar que não fosse ali. A fumaça não era transparente e logo ela perceberia aquela estranha presença ali no hall.

O único lugar realmente iluminado era próximo as escadas que ele havia descido minutos atrás. Uma lâmpada velha ainda funcionava, jogando pesadas sombras para longe dela. Flutuando até o local, Kyle observava que a mulher ainda caminhava pelo Hall do hotel. Cerca de dez minutos se passaram – o que não ajudou em nada a paciência do gangrel – quando o barulho de explosões foi ouvido. A mulher que estava dentro virou-se e sai correndo. Deveria ser a carona do vampiro. Se aproximando cautelosamente de uma das janelas, ele podia ver o que acontecia do lado de fora. Uma mulher de cabelos verdes estava parado. Ao redor dela, vários humanos pareciam querer avançar, todos com os mesmos olhos da loira que havia entrado no hall. De dentro de sua jaqueta preta ela puxava um pequeno aparelho e apertava o botão vermelho que havia em cima.

– Oooooo Kyle, boa hora para você vir para cá

E terminando a sentença ela soltava o objeto que, ao tocar no chão, emitiu um flash gigantesco, ofuscando a visão de qualquer um que estivesse no local, incluindo a névoa que estava dentro do Hotel. Flutuando, ainda meio cego, ele chegava em cima da moto e se materializava novamente. A garota apenas olhou para trás e acelerou, com toda vontade, fazendo aquela bela Harley Davidson empinar.

Mulher e moto
Spoiler:
Apesar de ainda ter um ponto branco em sua visão, Kyle olhou para trás e viu que todos os humanos que estavam próximos a moto haviam desaparecidos. A mulher loira era a única que ainda estava de pé e observava a moto se afastar. Kyle sentia que aquela não seria a última vez que a veria.

– Hey bonitão, dentro da mala aí do lado da moto tem um frasco. Pegue-o e beba-o. Não queremos nenhum acidente no meio do caminho.

A voz da piloto era como se fosse de uma criança. A moto ultrapassava os 130 km/h e durante todo o percurso a visão não se alterava muito daquela destruição. Cortando por carros antigos em estado de decomposição ou mesmo prédios abandonados, o caminho continuava melancólico. Por duas ou três vezes Kyle podia ter a certeza que haviam espectadores nos prédios, mas a velocidade da moto não permitia que ele tivesse tanta certeza assim. Se ele realmente pegasse o frasco – mesmo naquela velocidade – o cainita perceberia ser uma pequena garrafa rubro. Apesar de não contar com paciência e tempo suficiente, abrindo a garrafa ele sentiria o cheiro inebriante de sangue, o puro sangue humano.

Foram dez minutos de velocidade pura. Apesar de Kyle tentar falar com a piloto, isso parecia meio difícil devido a alta concentração da garota para dirigir a moto naquela velocidade. Seus encantos, aprendidos recentemente, pareciam não surtir efeito, afinal era necessário um contato visual e se houvesse um contato visual naquela situação a moto provavelmente seria jogada longe. A despeito da mulher, Kyle sentia-se confortável perto dela, porém ainda não tinha tido a plena certeza se ela era um membro ou apenas uma humana. O rosto dela era branco, mas parecia ser maquiagem. O restante de seu corpo estava totalmente coberto, seja pela jaqueta, luvas ou calça e botas que ela vestia. O gangrel percebia que a noite estava fria. Apesar disso não o afetar mais, ele ainda sentia a diferença de temperatura do ambiente.

Como em um passe de mágica, o cenário em volta se modificou. A destruição deu lugar a uma rua lisa e retilínea. Os prédios destruídos deram lugares a arranha-céus impossíveis de definir o número de andares. O mais gracioso e misterioso é o fato desses gigantescos prédios não terem sido visto antes. As luzes, quase todas de neon, davam um ar diferente das cidades que o vampiro estava acostumado. A velocidade da moto mantinha-se constante até que, depois de quinze minutos nessa velocidade a moto parava em frente uma casa menor. Na frente dela, três pessoas muito parecidas com a piloto estavam paradas ostentando pequenas armas na mão. A primeira vista Kyle pareceu não reconhecer aquele tipo de arma, também, ele raramente precisava usar uma.

Vista da Cidade
Spoiler:
– Quinn está esperando lá dentro. Ela teve alguns problemas durante a sua ligação, mas conseguimos lidar com aqueles punks... Vá e não se preocupe, se quiséssemos você destruído apenas precisávamos deixa-lo com os ghouls.

A garota sorriu levemente e caminhou em direção a entrada. Até aquele momento ela não havia tirado os estranhos óculos que protegiam sua visão. Ela entrou e, junto com ela, as duas “irmãs” e acompanharam. O que Kyle faria? Estranhamente ele não pressentia um perigo imediato, mas tudo estava muito mudado naquela cidade, realmente muito mudado...

Status:
PdS: 7
FdV: 7


Nota:
1) Deixei em aberto se você vai ou não beber o conteúdo da garrafa
2) Deixei a parte de você bebendo o sangue do piloto em aberto, não a levando em consideração ainda. Caso ainda queira manter o plano, basta me falar que relatarei a cena seguinte

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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por No One Sex maio 04, 2012 12:24 am

Quando enfim a transformação estava concluída, vi uma mulher entrando no Hotel, o que poderia ser desde uma ajuda até um problema. Foi então que ela pronunciou algumas palavras, e foi mais do que o suficiente para o meu sexto sentido me alertar de que ela realmente não tinha boas intenções. Não senti medo, afinal de contas, estava numa forma de semi-imortalidade, mas ainda assim preferi seguir o conselho de Quinn. Na forma de névoa era de alguma forma mais fácil sentir as coisas no ambiente, afinal eu estava em contato direto com todo o ar próximo ao local, e não foi difícil encontrar uma lâmpada funcionando para me "proteger", se é que aquilo funcionaria.

Esperei alguns minutos, ainda curioso com tudo que estava acontecendo. Naquele tempo, fui capaz de observar a mulher. Ela parecia uma espécie de zumbi, mas ao contrário da maioria, ela era bonita. Fiquei cauteloso a sua proximidade, mas por algum motivo ela parecia evitar se aproximar da luz, e aproveitando que não estava sendo visto, utilizei o dom de minha ofuscação para ficar invisível (ofuscação 4). Tive que esperar por cerca de 10 minutos, e todos eles foram de muita curiosidade e cautela. Até que enfim pude ouvir algumas explosões, e me movi até um local onde poderia observar o que estava acontecendo. Com minha ofuscação ativada, me sentia mais seguro para sair de perto da luz.

Vários humanos, com uma aparência esquisita que nem a zumbi bonitona, pareciam tentar avançar diante de uma mulher que parecia uma daquelas vilões dos Powers Rangers. Se estivesse na minha forma humana, e em outra situação, admito que riria um pouco daquilo. Mas de qualquer forma, tinha gostado do estilo dela.

Ela me chamou e então soltou alguma coisa que fez emitir uma explosão de luz, que cegou até a mim. Mesmo assim eu sabia bem onde ela estava, e fui me aproximando até a garupa da moto enquanto isso. Recuperando rapidamente a visão, me firmei no local desejado e voltei a minha forma original. A mulher acelerou com tudo.

Olhei rapidamente pra trás, e vi que de todos os "humanos", apenas a zumbi bonitona estava lá. Deduzi então que a luz repelia a maioria deles, de alguma maneira, mas aparentemente aquela era a mais resistente. A motorista me deu um tipo de frasco contendo, aparentemente, sangue humano. Fiquei cauteloso, mas conhecia muito bem aquele cheiro e poderia apostar no meu taco. Além disso, ela tinha acabado de me salvar, ou pelo menos facilitar a minha vida. Bebi o sangue contido no frasco com uma das mãos e com a outra eu segurei firme na moto, visto que naquela velocidade, se eu caísse, até mesmo sendo vampiro poderia me machucar.

Alguns minutos se passaram, e na velocidade em que estávamos, pelo visto logo chegaríamos. Tentei utilizar o dom de minha presença na garota, mas logo percebi que seria inútil, uma vez que ela sequer estava olhando para mim. Também tentei perguntar para onde estávamos indo, quem ela era, e o que eram aquelas criaturas, mas a velocidade alta da moto atrapalhava muito as coisas.

Até que enfim o ambiente mudava drasticamente. Chegávamos a uma cidade extremamente iluminada, e deduzi que aquilo tinha referência aquelas criaturas que havíamos fugido. Prosseguimos por mais alguns minutos naquela velocidade altíssima. Diante da situação, sabia que nada poderia fazer naquele momento, então meu espírito de Bon Vivant falou mais alto. Abri um sorriso e curti intensamente o vento batendo no meu rosto. Embora eu não sentisse mais frio, eu podia perceber que o clima estava desse modo. Ah, como era bom sentir o vento batendo no meu rosto e fazendo minhas roupas quase voarem. Eu quase podia me sentir humano novamente, quase. Durante 15 minutos eu esqueci dos problemas a minha volta, e apenas desfrutei daquele clima.

Até que, distraído, voltei a realidade quando a moto parou. Estávamos em frente a uma casa não muito grande, e 3 pessoas armadas estavam na frente, com armas que eu desconhecia.

– Quinn está esperando lá dentro. Ela teve alguns problemas durante a sua ligação, mas conseguimos lidar com aqueles punks... Vá e não se preocupe, se quiséssemos você destruído apenas precisávamos deixa-lo com os ghouls.

"Ghouls"? Não sabia o que ela queria dizer com aquela palavra. De qualquer maneira, logo tiraria minhas dúvidas com Quinn, e meu sexto sentido não parecia detectar perigo algum.

-Valeu pela carona. E como é seu nome mesmo? - Perguntei sorrindo para garota de cabelo verde, e aproveitando-me do dom de minha presença para passar uma boa primeira impressão (Fascínio - Presença 1). Sabia que não tinha como escolher diretamente o meu alvo, mas de qualquer forma não sairia perdendo nada, desde que eu me mostrasse agradável, a maioria das pessoas e até mesmo alguns membros apenas me achariam uma pessoa realmente carismática. - Te vejo mais tarde. - Daria uma leve piscadela para garota de cabelo verde, e então iria em busca de Quinn.

Caso encontrasse ela lá, daria uma boa olhada em seu visual. Por mais que achasse a garota de cabelo verde até estilosa, eu esperava que Quinn não tivesse aderido aquele visual, pois embora como predador eu pouco valorizasse uma aparência física, o meu lado humano ainda admirava tais coisas, e ele particularmente se amarrava naqueles belos cabelos ruivos. Mas deixando de lado a estética, eu precisava me focar no que realmente estava acontecendo. Talvez o relaxamento da viagem tivesse realmente funcionado, mas naquele momento eu não podia simplesmente subestimar a situação.

-Viu? Sou eu mesmo, gatinha. Que diabos está acontecendo aqui? Eu creio que sequer seja necessário te fazer as perguntas, vou apenas simplificar toda a situação para você: eu fui dormir tranquilamente em minha cama na noite passada e hoje acordei naquele Hotel deserto com esse símbolo bizarro na minha mão, e então liguei pra você, quando um monte de zumbis ou coisa semelhante apareceram e sua amiga veio me buscar. - Ergui a mão mostrando para ela aquela coisa tosca. - Agora explique-me isso, afinal você com certeza está acordada a mais tempo que eu. - Concluí então.

OFF: Caso Kyle note que Quinn está machucada, considere a seguinte cena depois dessa interação:

Ora! Você se machucou feio, ein? Aposto que já deve ter gasto toda a Vitae que tinha armazenado este mês. - Mordi meu pulso, então. - Beba e cure-se. Não estou muito bem alimentado, mas caso seja necessário posso sair para caçar e voltar logo. - Disse então, oferecendo o pulso sangrando para ela. Eu não costumava me importar tanto com os outros desde que a Besta tinha consumido mais uma parcela de meu lado humano, mas eu gostava consideravelmente de Quinn, e também precisava dela naquela noite.
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por Jasmine Poslter Qui maio 10, 2012 9:18 pm

{Off}:

Legenda: ”Pensamentos“

{On}:

Dia 364 do ano estrelar Noval,
O espécime encontrado ainda encontra-se em estado de torpor. Não sabemos de onde essa vampira surgiu, mas ele é bastante peculiar, tendo em vista os vampiros que existem atualmente. Será ela alguma descendente direta de Caim? Nenhum dos testes até então feitos foi capaz de datar as roupas dela, impossibilitando saber assim a verdadeira época dela...

”Estranho! Esta não é a forma de referenciar um vampiro. Amostra que eles tiraram da roupa da vampira não revelou nada. Usaram tipo de teste bem rudimentar, diferente dos testes a base de carbono. O que seria Estrelar de Septal? “

Dia 138 do ano estrelar de Septal
Nós acabamos de mover o corpo encontrado para esse esconderijo longe da civilização. Pouquíssimas pessoas visitam essa área mais primitiva da terra, facilitando assim nossa isolação. Além disso, nós temos a proteção natural de alguns lupinos, claro que se eles nos descobrirem também estaremos em perigo, mas nossa tecnologias são fortes o suficiente para mantê-los longes daqui. Temos um estoque de comida grande pela galeria, o que nos da cerca de cem anos de sobrevivência sem a necessidade de buscar alimentos.

”Lupinos?“ Preocupada.

”Que tecnologia que eles referem que pode deter estes selvagens?“ Procura uma data nas escrituras e ver se nas pontas das folhas estão amarelas..

Dia 1 do ano estrelar de Septal
Um corpo foi encontrado numa das escavações feitas hoje. Mulher, próxima aos trinta anos. Pelos primeiros testes realizados ela parece ser uma vampira antiga. Se isso realmente for verdade, ela pode nos dar a explicação de como nossa raça perdeu tanto de seu poder e prestígio. Com ela foram encontrados três colares, cada um de uma forma: Borboleta, Lua e Crucifixo. O que significam?

”Borboleta, Lua e Crucifixo.“ Fecha o livrinho e a leva consigo.

Depois de analisar, ela opta por ir à passagem da esquerda, onde não há poeira, mas sem antes ver no chão empoeirado pegadas que sejam diferente das suas. Caso hajam pegadas vai querer determinar se são antigas ou não através de outra camada de poeira sobre elas, na ausência desta camada perceberia que é fresca. Ela ver quantas páginas tem este livrinho, caso estejam numeradas ela vai para a página 138.
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty POST Nº 5 - KYLE

Mensagem por Steven Le'Blon Sex maio 11, 2012 3:39 pm

@Kyle
Ainda na moto o vampiro abria a garrafa e sentia aquele inebriante cheiro de sangue humano. Apesar de desconfiado ele encostou a garrafa na boca e sentiu ainda mais a presença do sangue. Ele sabia que seu corpo estava necessitando daquilo e, já não aguentando mais, tomou o primeiro gole. Inicialmente o sangue desceu frio, mas algo era diferente. Algo era extremamente saboroso e viciante naquela vitae. O que teria ela? O gangrel sentia seu corpo se recuperando rapidamente. Seus anos de não-vida davam uma estimativa boa de quanto aquela garrafa o saciaria, contudo, ele foi surpreendido por ter tido toda sua fome praticamente extinta¹. O que era aquilo?!

Saciado ele continuava curtindo a viagem. O tempo foi passando e o cenário modificou-se. Enfim haviam chegado em algum lugar, aparentemente, importante. Descendo da moto o cainita impunha seu dom sobrenatural. A mulher de cabelos verdes retirou os estranhos óculos e apenas falou, já caminhando para dentro da casa:

– Quem sabe um dia você tenha o prazer de descobrir, Kyle.

A garota soltou um leve sorriso e um piscar de olhos enquanto entrava. Naquele instante, o vampiro percebeu que as duas outras mulheres que estavam guardando a porta estavam de olhos fixos nele e com um sorriso jovial em seus rostos. Provavelmente elas estavam de bom humor ou haviam sido afetadas pelos poderes hipnóticos de Kyle. Quando uma delas ameaçou dar um passo a frente, a jovem de cabelos verdes apenas estalou os dedos e as duas ficaram vermelhas na hora, mas ainda sim abaixaram a cabeça e seguiram a mulher que parecia ser a “chefe” naquele instante.

Sozinho do lado de fora, o gangrel agora esperava pelas respostas. Caminhando em direção a entrada, Kyle sabia que algo importante havia acontecido, agora o que realmente havia acontecido era o X da questão. Apesar de o lado de fora ostentar o mesmo estilo de toda a cidade: luzes de neon, paredes de cor metálica e portas de metal, por dentro a casa era bem simples e antiga.

O vampiro acabava de entrar em uma sala grande com três poltronas de quatro lugares espalhadas no canto. As poltronas, de cor marrom antigo, estavam de frente para pequenas mesas de madeira entalhada e todo o local era iluminado por dois lustres que pendiam do teto. Duas moças estavam sentadas na poltrona. A garota de cabelos verdes e uma mais jovem. As duas conversavam e olhavam atentamente para um papel que a motoqueira trazia nas mãos.

Haviam duas saídas da sala. Uma a direita e uma a esquerda. Dali da entrada era perceptível que a saída da esquerda levava a uma cozinha, isso devido ao cheiro de frango que vinha do local e a uma geladeira prateada de duas portas que ficava visível dali mesmo. A direita havia um corredor cuja luz estava apagada. Kyle ficou levemente apreensivo ao escutar passos vindos da cozinha. Ele observou e então seu olhar cruzou com o de uma velha, e levemente diferente, amiga.
Spoiler:

– Então você realmente ainda está vivo. Ou melhor, morto mas ainda de pé.

A mulher trazia um olhar sedutor e experiente na face. Sua roupa branca (a mesma da figura) destoava, e muito, das roupas que as garotas estavam usando. Ela ficou parada observando o gangrel alguns segundos antes de tomar um próximo passo.

– Deixem-nos a sós um tempo.

As duas garotas não precisaram nem olhar para saber que o comando vinha por parte dela. Levantando-se, as duas seguiram para o corredor a direita. Quinn caminhou até a porta e a fechou. Com um gesto de mão ofereceu para que o vampiro sentasse num dos sofás, ela mesmo sentando logo em seguida em algum que fosse de frente para ele.

Ela ouviu a rápida descrição de Kyle e se levantou caminhando na direção do corredor. Sem dizer nenhuma palavra ficou cerca de um minuto do lado de dentro quando então voltou com uma caixa pequena na mão. Ela a entregou para o vampiro enquanto começava a falar.

– Sorte a sua ter apenas dormido e acordado, Kyle. Você não faz ideia do que aconteceu aqui fora, não é mesmo? Olhe dentro dessa caixa e tudo que eu falar você pode ver que não é loucura minha... Ela fez uma breve pausa, respirou e então começou. – Primeiramente tenho que dizer que você sumiu por mais de 100 anos. Mas nem pense que isso seja o maior de seus problemas. Muita coisa mudou desde então.... Muuuuita coisa.

A mulher fez uma pequena pausa esperando a reação do vampiro. Com um olhar melancólico ela olhou para ele e continuou contando a história.

– Há cerca de vinte anos toda a história de vampiros, lobisomens e criaturas mágicas e sobrenaturais foi revelada. A princípio todos acharam que era bobeira, mas aos poucos um grupo de pessoas começou a se reunir e difundir imagens e comprovações de que tudo era real. Bom, nesse tempo você deve imaginar o caos que isso originou na população. Veja bem, não foi o governo que descobriu mas sim pessoas comuns, logo isso não teve como ser abafado. Uma pequena guerra começou e acabou se tornando uma guerra de proporções desastrosas. Já estudou história? Pois então, pense em algo como a primeira e segunda guerras mundiais juntas. Foi caçada para cá, explosões para lá e por aí vai. No meio disso tudo humanos e vampiros começaram a travar batalhas que começaram a devastar cidades inteiras. Alguns humanos aderiam as causas vampíricas e alguns vampiros, infiltrados, tentavam derrubar outros. Como eu disse, caos.

Novamente uma pausa foi feita. Abrindo a caixa, Kyle percebia que havia dezenas de recortes de jornais e revistas, todas dizendo sobre a descoberta dos seres sobrenaturais, de pequenos conflitos e então a manchete sobre a Terceira Guerra Mundial.

– Claro que com uma guerra nessas proporções coisas boas e ruins acontecem. As boas foram os avanços tecnológicos. A humanidade conseguiu desenvolver sua tecnologia a um ponto que não seria possível sem uma catástrofe dessas. De um lado, vampiros bilionários investindo em novas armas de destruição e proteção, de outro, governos e entidades privadas investindo em armas de destruição em massa para vampiros (e mesmo humanos) com a desculpa de proteção para humanidade. Dá para acreditar? Claro que quem lucrou com tudo isso foram as indústrias bélicas e empresários bem sucedidos que aplicaram seu dinheiro na hora e locais corretos. Hoje duas ou três empresas controlam realmente a economia mundial.

– Hoje os vampiros são conhecidos. Alguns poucos são corajosos o suficiente para dar a cara a tapa e dizer que preferem paz à destruição mútua. Dentre esses poucos eu posso contar apenas um ou dois que pertenciam à extinta Camarilla.

Ela deu mais uma pausa e suspirou.

– Agora, existe um milhão de coisas que eu poderia contar mas que de nada adiantariam a não ser deixar você mais surpreendido. A pergunta chave agora é: como diachos você veio parar aqui? E o que é esse símbolo que me mostrou? Tenho quase certeza de já ter visto esse símbolo em algum lugar antes. Não lembro se era uma empresa ou...

A mulher parou de falar e pegou a caixa que estava com Kyle. Ela revirou alguns papéis e achou numa revista não muito velha o mesmo símbolo com a seguinte manchete:

Empresa HiTech Tecnological acaba de lançar uma pesquisa para trabalhar com viagens instantâneas. Será o teletransporte a nova invenção do século?

– Eu lembro disso. Na verdade eles não estavam pesquisando apenas sobre essa questão de teletransporte. Eles tinham muito mais pesquisas do que falavam. Duas grandes empresas particulares enfiavam uma grana bruta neles. Pelo que eu xeretei vampiros e humanos estão envolvidos nisso tudo...

Status:
PdS: 11
FdV: 7


Rolagem de dados da cena
1 -Kyle
Presença: Carisma + Performance = 6 / Dif 7
2, 8, 9, 3, 5, 5 = 2 Sucessos


Nota:
1) Pela quantidade a garrafa, você estimaria que recuperaria 2 PdS.
2) Parei a conversa por aqui para eventuais perguntas. Existe muito mais coisa a ser dita, dependo apenas das perguntas que fizer.

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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty POST Nº 3 – JASMINE

Mensagem por Steven Le'Blon Ter maio 15, 2012 10:39 am


@Jasmine
As escrituras intrigavam a vampire que sempre dedicou anos aos estudos. Naquela situação nada parecia fazer sentido. Observando mais atentamente ao chão, ela percebia que não haviam marcas a não ser as suas próprias. Guardando os itens consigo, a jovem se aproximou do lado esquerdo da parede. Durante poucos minutos ficou observando, tentando entender como ela conseguiria mover aquela parede¹. Tateando o local ela conseguiu ver um pequeno, e quase transparente botão. Pressionando-o, a porta se moveu ligeiramente, como se a tranca tivesse sido destravada. Agora ela estava livre... Mas livre de que?

Voltando para mesa ela pegava o pequeno diário e observava sua páginas já amarelas. Não havia nenhuma numeração mas ela estimava ser um diário de três centenas de página aproximadamente. Diante disso, ela foleava até uma página um pouco antes do meio do livro.

Dia 100 do ano estrelar de Septal
A situação está ficando crítica em nosso laboratório. Não houve nenhum avanço com esse espécime mas acreditamos ser ele a solução para nossos problemas. A empresa HiTech Tecnological está querendo nos afastar desses estudos. Por que? Talvez aquele vampiro queira manter tudo no anonimato. Teremos de nos mudar em breve. Estamos buscando locais.
Nota particular: Eu sempre desconfiei que aquele estranho ser tinha algo a ver com tudo isso. Ele parece querer o poder só para ele. De alguma forma, sei que ele nos enfraqueceu ao longo do século...

Mais uma página intrigante. E agora? Caminhando novamente para a porta, ela a empurrou cuidadosamente e abriu passagem. Diante dela um enorme corredor surgia. Pelo pouco que ela conhecia, ela sabia que estava em algum tipo de galeria abaixo da terra.

Jasmine caminhou cautelosamente pelo corredor. As paredes do local eram compostas por grossas pedras empilhadas lado a lado, dando sustentação àquele corredor. Lamparinas colocadas a uma certa distância faziam a iluminação do lugar. No corredor, o ar parecia estar sendo renovado. Uma leve brisa passava pela vampira naquele instante. Após caminhar cerca de duzentos metros o corredor terminava, dando lugar a uma escada em espiral. Novamente, o lugar continuava sem nenhuma marca aparente. Subindo os lances de escada a vampira chegava agora ao próximo andar da galeria que estava.

A cainita acabava de chegar em um grande salão. Ali, dezenas de aparatos tecnológicos estavam instalados. Máquinas grandes e pequenas, luzes coloridas e monitores estavam espalhados. Caminhando entre os equipamentos, Jasmine achava uma tela de computador que piscava constantemente um aviso. Aproximando-se, ela lia o seguinte aviso:

Segurança comprometida às 22:35! Segurança Comprometida às 22:35

No canto inferior da tela estava o relógio atual marcando 23:00 horas. Aproveitando o momento, ela levava o mouse até o relógio para ver qual a data que estava sendo marcada. O que viu surpreendeu a vampira que já havia visto de muita coisa nesse mundo.

23 de março de 2112

Cem anos desde a última vez que foi deitar... Como assim? Independente desse problema, ela percebia que descobrir a solução disso não estava no topo de prioridades. Um pouco mais para o lado ela via um conjunto de quatro monitores com várias imagens nele. Aquele era um sistema de monitoramento. Nesse instante ela se via numa das telas. Olhando para cima, ela viu uma das câmeras a observando. Analisando todas as telas ela percebia que o local que estava continha várias salas, mas o que mais chamou a atenção foi a câmera que ficava do lado de fora do complexo.

Spoiler:

Aparentemente ela estava num lugar literalmente isolado do mundo, assim como o pequeno diário dizia. Ainda olhando no laboratório, a cainita se aproximou de uma grande mesa. Sobre ela havia um grande aparelho e na borda o botão de “Ligar” e “Desligar”. Aparentemente a bugiganga estava desligada.

Deixando os equipamentos de lado, ela percebia que haviam três saídas daquela sala além das escadas que ela subiu. Todas as saídas levavam a um andar superior e, aproveitando seus sentidos apurados ela percebia que apenas uma delas possuía uma fina corrente de ar. Atenta ao caminho que seguiria, jasmine se assustou quando ouviu um alerta alto e único vindo do computador. Olhando novamente o monitor que havia a frase sobre quebra de segurança, a cainita via a seguinte frase:

Segurança comprometida às 23:10! Segurança Comprometida às 23:10
Setor 4 – Sala de vigilância da espécime

E agora?...


Rolagem de dados da cena
1 - Jasmine
Destreza + Segurança = 4/ Dif 7
10,2,10 = 2 Sucessos

Status:
PdS: 12
FdV: 8

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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por Jasmine Poslter Dom maio 20, 2012 8:59 pm

Não acreditando na data que via, ela foi para outra máquina para ver a data. Se não for mesmo erro de data, Jasmine demora digerir esta nova realidade. Enrola seu cabelo jogando pra traz e ver pelo histórico os últimos acontecimentos deste laboratório, caso seja possível. Olha para 22:35 e tenta associar se é o mesmo espaço de tempo que a própria tremere acordou.

Ainda no computador, ela procura cadastros sobre espécimes tudo que pudesse estar ao seu alcance. Depois olhava para 4 monitores que forneciam imagens de outros lugares. Ela procura um label que informe o nome do lugar, se não encontrasse, procuraria em alguma janela fornecida pelo monitor, caso fornecesse. Se fosse possível manipular as câmeras, ela ia direcioná-las para ter um apanhado geral dos lugares.

Quando ver uma estranha bugiganga desligada, procura algum manual sobre a mesa.

Quando escuta outra quebra de segurança, ela vai ao monitor para ver do que se trata, procurando histórico do mesmo para ver que espécime era. Depois ver se é possível fechar o lugar com trancas, se não fosse possível isolar esta sala de controle, ela sobe para o próximo andar superior seguindo a corrente de ar.
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Mensagem por Steven Le'Blon Sex Jun 01, 2012 10:36 pm

@Jasmine
Infelizmente não parecia haver erro algum. Ou aquele laboratório tinha seu fuso horário extremamente adiantado ou realmente aquela data era verídica. Tendo isso realmente acontecido, o que esperava Jasmine nesse futuro tão incerto?...

Olhando os monitores a cainita buscava respostas. O primeiro alerta parecia bater com a hora que ela acordara, ou então algo muito próximo isso. Pelo que ela calculava, havia demorado cerca de 20 minutos pelos corredores e escadas até chegar a essa sala e perder outros minutos assimilando tudo que via.

Ainda de pé, porém curvada sobre o computador ela buscava mais informações sobre tudo que essa nova realidade trazia. Apesar de estarem no futuro, pelo menos o computador não parecia muito diferente dos que a cainita estava acostumada. Digitando códigos e comandos e procurando por pastas, ela acaba por achar um diretório chamado “Espécimes” nele haviam dois arquivos.

Dociê 1
Spoiler:
Dociê 2
Spoiler:

Os dois dociês não eram completos mas contavam com a imagem das espécimes. A primeira era a foto de Jasmine, já o segundo era a de um homem que fez uma antiga lembrança surgir.

Flashback

Jasmine estava dentro de um galpão enorme. A sua frente, uma caixa de acrílico isolava três homens dela. O mais a esquerda estava vestido com um jaleco branco, lembrando um médico. O mais a direita era um sujeito que já havia aterrorizado a vampira algumas vezes no passado. Seu olhar era profundo e frio. No meio, um homem jovem e careca. Ele parecia estar exausto. A mão do homem a direita estava repousada sobre o ombro dele.
– Pode continuar...
A voz fria do homem era direcionada ao do meio, o jovem careca...en] Presente

A foto era exatamente a do homem que estava sentado no meio daqueles dois seres. Aquela lembrança era antiga, porém essencial para começar a se encaixar as peças, Jasmine só teria de ser criativa o suficiente para começar a ligar todos os pontos. Fuçando mais o computador ela não conseguia mover as câmeras, contudo era possível ver um símbolo e todos os monitores e ícones:

Imagem que está nos ícones
Spoiler:

Estranho símbolo. O que algo da mitologia egípcia fazia ali? Na grande mesa ela não encontrava nenhum tipo de manual ou qualquer informação parecida. Nem mesmo nos computadores ela achou algo que pudesse ter a ver com aquele estranho objeto. Ainda procurando, a vampira tinha sua atenção atraída para o alarme. Mais uma vez ele tocava. Olhando os monitores, ela demorou um pouco, mas achou um pequeno animal entrando onde ela estava há alguns minutos. Uma espécie de lobo farejava o chão onde Jasmine pisara assim que acordara. Como aquele lobo chegara ali? O que ela faria? Perguntas de mais para talvez pouco tempo...

Código:
Rolagem de dados:
Jasmine: Inteligência + Computador = 4 / Dif 8
9,2,9,10 = 3 Sucessos
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A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial) Empty Re: A Verdadeira Face - A última máscara, o princípio e o fim (Crônica Oficial)

Mensagem por Jasmine Poslter Seg Jun 11, 2012 9:51 pm

{Off}:

Legenda: ”Pensamentos“


{On}:

Os dois dociês não eram completos mas contavam com a imagem das espécimes. A primeira era a foto de Jasmine, já o segundo era a de um homem que fez uma antiga lembrança surgir.

“Giovanni? Dizer que tenho porcentagem de ser uma Giovanni? Que espécie de métodos eles utilizam? Isto é um absurdo, me comparar com aqueles lazarentos apreciadores de cadáveres. Nunca fui ofendida tanto em minha não-vida.“

“Vamos ver o restante...”

Ver a foto do outro espécime e fica surpresa. “Ele também está aqui? Não é possível, então isto quer dizer que... . Malditos.”

Ver as imagens dos ícones uma delas associada à mitologia egípcia. Ela já ouviu falar de certos vampiros familiarizados com tradições egípcias, o nome do clã era algo relacionado à serpente. ” Filhos da serpente? Não lembro do nome correto.“

Atenta para alarme que disparava, ela via um lobo seguindo seus rastros. “Que coisa mais estranha, este animal não deveria seguir meus rastros já que minha mácula afugenta qualquer animal. Só falta dizer que é um da minha espécie me caçando ou outro ser.” Ela olha para se a sala de controles tem mangueira de incêndio, caso tenha, ela vai quebrar o vidro com a cadeira para puxar a borracha e jogá-la com muita folga na escada caracol e após isto ligar. Pela força da água, a mangueira vai se debater na escada. Uma pancada deve machucar bem quem se aventurar a subir ou da pior das hipóteses retardá-lo. Caso não tenha mangueira, vai à procura de um extintor (de água de preferência) e o leva consigo.

Após fazer isto, Jasmine segue subindo para entrada que há corrente de ar mais forte. Verificando mais uma vez se aquelas peças dadas pelo seu mestre estão no bolso.

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