Chace Lyon - Gangrel Urbano - Independente

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Mensagem por Convidado em Ter Jun 25, 2019 8:41 pm

Nome: Chace Lyon
Personagem: Chace Lyon
Clã: Gangrel Urbano
Natureza: Sobrevivente
Comportamento: Competidor
Geração: 13º
Refúgio:
Conceito: Cobrador de dividas
Saldo de XP: 0/0

Atributos

Físicos (7)
- Força: 4 (braços fortes)
- Destreza: 4 (reflexos rápidos)
- Vigor: 3

Sociais (3)
- Carisma: 2
- Manipulação: 1
- Aparência: 3

Mentais (5)
- Percepção: 4 (atento)
- Inteligência: 1
- Raciocínio: 4 (ganhar a dianteira)

Habilidades

Talentos (13)
- Prontidão: 3
- Esportes: 1
- Briga: 3
- Esquiva: 3
- Empatia: 0
- Expressão:0
- Intimidação: 0
- Liderança: 0
- Manha: 2
- Lábia: 2

Perícias (9)
- Empatia c/ Animais: 0
- Ofícios: 0
- Condução: 1
- Etiqueta: 0
- Armas de Fogo: 3
- Armas Brancas: 1
- Performance: 0
- Segurança:
- Furtividade: 2
- Sobrevivência: 2

Conhecimentos (5)
- Acadêmicos: 0
- Computador: 1
- Finanças: 0
- Investigação: 2
- Direito: 1
- Linguística: 0
- Medicina: 0
- Ocultismo: 1
- Política: 0
- Ciências: 0

Antecedentes (0)

Disciplinas (4)
- Metamorfose: 2
- Ofuscação: 1
- Rapidez: 1

Virtudes (5)
- Consciência: 2
- Autocontrole: 2
- Coragem: 4

Humanidade: 4
Força de Vontade: 5

Qualidades
. Sentido Aguçado Audição +1
. Sentido Aguçado Olfato +1
. Sentido Aguçado Visão +1
. Equilíbrio Perfeito +1
. Tolerância a dor +2
. Concentração +1
. Ambidestro +1
. Frieza Lógica +1

Defeitos
. Aperto dos Amaldiçoados - 4
. Vício - 3 (adrenalina)

Observações
5 pontos bônus em força
5 pontos bônus em raciocínio
2 pontos bônus em lábia
2 pontos bônus em qualidades
1 ponto bônus em Força de Vontade

Informações do personagem
- Data de nascimento: 20/01/1989
- Idade antes do abraço: 30
- Idade total: 32
- Personalidade: Cautelosa
- Aparência:
Spoiler:
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Prelúdio

Nasci em 1989, pelo menos o que eu hoje em dia chamo de 'surgimento'. Sou inglês, nasci na cidade de York, Inglaterra mas vim pra América muito cedo. Me considero Inglês de nascença e Americano por escolha. Como muitos, meu pai veio atrás do sonho americano. ele era um boxeador semi profissional que aspirava o sucesso mas era burro feito uma porta. Havia sido passado pra trás tantas vezes que poderia ser chamado de retardatário. Meu pai era bom, podia ser campeão se pessoas certas investissem nele. Tinha uma canhota fulminante, era conhecido como 'YorkBull'. Infestado de dividas até o pescoço decidiu fugir de York e vir para a América rezando para que arranjasse algo melhor. Conseguiu. Foi instrutor de boxe em uma academia onde por muito tempo foi nosso lar. Depois começou a trabalhar como cobrador de dividas para uns merdas ai que hoje já não existem mais. Com o dinheiro entrando conseguimos sair da academia e alugamos uma casa caindo ao pedaços, pelo menos agora eu não tinha que dividir o banheiro com quinze atletas suados, que comiam carboidrato o tempo inteiro e que fediam a gente morta.  Disse pai porque minha mãe faleceu quando me pôs no mundo. Meu pai quando estava bêbado me jogava a culpa da morte dela em mim, ele falava que ela tinha dada a vida para colocar um saco de merda como eu no mundo... Talvez ele tenha razão mas quem se importa, os dois estão mortos e eu vivo, vivo para sempre. As duas únicas heranças que eu possuo da minha mãe era a cor dos olhos e da maldita bendita doença chamada : Síndrome de Riley-Day. Essa porra é uma desordem do sistema nervoso autônomo que afeta o desenvolvimento e a sobrevivência dos neurônios sensoriais, simpáticos e parassimpático no sistema nervoso autônomo sensorial, resultando variáveis sintomas incluindo: insensibilidade à dor, incapacidade de produzir lágrimas, fraco crescimento, e pressão arterial lábil (hipertensão episódica e hipotensão postural)... Eu sei, pareci médico agora não foi? Essa merda é genética e por sorte a doença veio mais leve em mim, eu não produzo lagrimas e quando estava vivo andava sempre com um potinho de colírio para pingar nos olhos e também não sentia dor. Que benção né? Nunca sentia as porradas que meu pai me dava... Muito menos no ringue, quando eu lutava. A outra benção, essa sim, foram os olhos azuis claros que ela tinha... Como me ajudam a conquistar as princesas... Obrigado mamãe.

Como não podia ser muito diferente eu cai pro lado da porrada também. Morava em uma academia, não conhecia ninguém da minha idade, era filho de um pugilista... A fruta não caia longe do pé. Comecei a lutar com dez anos de idade em lutas clandestinas somente pro meu velho ganhar um trocado, não rolava sempre, era de vez em quando e quando meu pai viu que eu levava jeito pra coisa, ele começou a me treinar, a contar seus segredos e a imaginar um futuro. No inicio da adolescência ele me colocou em um colégio publico para que no futuro eu virasse um atleta universitário, o velho não era tão burro, sabia que assim seria mais fácil de chegar onde o dinheiro alto rolava, eu só tinha que ir para uma faculdade. Moleza! No colégio, pelo o que eu lembro eu não era tão idiota, mantinha as notas bem na média mas passava, nunca reprovei... Por notas. Por faltas foram duas vezes. Tente me entender, eu preferia ir namorar do que assistir aula de história com um velho chato e fedorento dizendo nomes escrotos e datas antigas. Esses olhos azuis de mamãe, com esse corpinho escultural conquistado com árduo treinamento no boxe e mais essa carinha de neném, eu fazia sucesso na escola... E olha que eu não precisava nem chegar mandando aquela conversinha boa, era um 'vamos?', ela respondia 'partiu' e segundos depois a gente se pegava gostoso... E eu não tinha frescura, o meu lema era: Quanto mais, melhor. Então podia ser a nerd feia até a líder de torcida, eu entrava de cabeça e fazia um belo trabalho modéstia parte. Isso infelizmente alertava aos pela saco que se sentiam incomodados e isso resultava em uma briga ou outra fora do colégio, nada que eu não conseguisse resolver. Era até divertido, sempre depois de uma briga minha fama crescia e mais princesas caiam na fita do papai... As vezes alguns pelas sacos ficavam com mais raiva ainda por terem apanhado que faziam covardia, me pegavam em grupo e ai as vezes não tinha como sair dessa como vencedor. Era bom também que eu sempre ligava para alguma princesa dizendo que o papai precisava de cuidados...
Minha rotina era exaustiva, acordava as seis da manhã e corria todo o quarteirão, ia para a academia e fazia musculação, depois ia para o colégio, quando ia... E a noite eu era treinado pelo meu velho, isso quando ele não estava no outro trabalho... Eu jamais reclamava, eu adorava sentir aquela sensação, de ver meu corpo crescendo, se desenvolvendo... Essa rotina durou quase todo o colegial. Sabe como fiz para entrar em uma faculdade e ser um atleta universitário ? Papai! Ele intimidou alguns professores e o diretor do colégio para que eu passasse de ano e depois chegou pro cara da faculdade e disse que se ele não me aceitasse ele iria quebrar suas pernas e adivinha só, o cara nunca usou muleta e nem cadeira de rodas em toda a sua vida.

A gente era muito pobre, tinha vezes que chegávamos a passar fome...  Nem meu pai e nem a minha mãe tinham tido a oportunidade de cursarem uma faculdade, hoje eu digo que eles não perderam nada mas na época, eu levava essa responsabilidade nas costas. Eu queria realizar o sonho do meu pai, eu queria fazer aquilo que ele não havia conseguido, eu queria ser melhor que ele. Nessa época meu pai já tinha parado de dar aula e só trabalhava como cobrador de dividas. A saúde do velho já não estava lá essas coisas, seu vicio na bebida tinha lhe dado uma bela cirrose. Já não batia com tanta força, estava fraco e isso para os negócios não era nada bom. Eu lembro que em um determinado dia eu estava chegando em casa e achava estranho o tanto de carro importado fazia em frente de casa, quando abri a porta meu pai estava deitado no sofá todo fodido. Alguém havia surrado ele. Dom, o chefe do meu pai , que não passava de um pau mandado, havia o encontrado assim duas ruas atrás. Tinha sido uma retaliação de gangues e meu pai foi pego. Meu velho morreu no sofá, minutos depois. Envolto por uma raiva eu quis vingança, eu queria retaliar a morte do meu pai, eu queria saber quem havia batido no meu velho. Dom se aproveitou disso e fez uma substituição. Saia o velho, entrava o novo. Eu poderia ser mais novo, mais forte mas não tinha a experiência de rua que meu pai tinha e isso não se arrumava de um dia para o outro. Por mais que eu quisesse resolver as coisas de imediato, eles conseguiram me enrolar de uma tal maneira que até hoje eu me pergunto como eu não percebi nada. Primeiro eu sai da faculdade, depois comecei a andar com um pessoal barra pesada e fui aprendendo a lidar com as pessoas, vendo que todo o jogo sujo que rolava por de trás. Colocaram uma glock 9mm na minha mão, um pente cheio de bala e falaram 'Se vira.'. Eu com vinte anos nunca havia encostado em armas e do nada tinha uma pistola na minha cintura. Aquilo me fazia tremer na base, eu mal sabia tirar o botão de segurança... Só que eu já havia pensando em uma solução, eu já sabia como aprender e aprender do jeito correto. Eu só precisava de dinheiro... E como eu conseguiria? Lutando! O plano de me tornar um pugilista profissional havia acabado mas eu ainda podia usar o que eu sabia, o meu talento, pra ganhar grana, foi quando eu comecei a lutar em uns clubes de luta por dinheiro. Dinheiro o suficiente pra entrar em um curso de tiro... Você deve estar pensando, que porra de bandido é esse que faz cursinho? Pois é o trouxa, eu não era banido, me botaram nessa... E eu gostava de aprender com os melhores para me tornar o melhor. Fiz um curso caro pra caralho, toda a grana que eu conseguia eu jogava nesse maldito curso, foram anos e anos para aprender como utilizar cada arma e não é só saber atirar ou mirar, é se posicionar, é ter a manha de entender a situação... Como a luta havia me trazido uma concentração não foi tão difícil.

Desculpa se eu estou me estendendo muito na história mas a parte legal vem agora. Demorou pra eu vingar meu pai, demorou anos pra falar e verdade. Dez anos para ser o mais correto, eu já estava com trinta, meu pai havia falecido quando eu estava com dez. Durante todo esse tempo eu fui servindo a gangue, tomei o lugar do meu pai. Matei, bati, apanhei, fugi da policia, vendi drogas, comi umas putas, bati, apanhei, fugi da policia... Fodi umas putas... Eu fiz de tudo um pouco. Eu já sabia o nome do filho da puta desde que meu pai havia morrido no sofá, só que a oportunidade só tinha aparecido depois e foi ai que a minha vida mudou. Os caras que bateram no meu pai tinham sumido depois que fizeram isso e eles deram o mole de aparecer, todos juntos em uma casa afastada da cidade. Obviamente íamos pega-los. O plano era invadir essa casa e tortura-los pra saber quem mandou fazer isso, não antes de tomarem uns socos, isso era certeza. A gente chegou, nos espalhamos, cercamos a casa... Haviam quatro pessoas lá, a gente invadiria todos juntos e por todos os cantos. Quando terminou a contagem regressiva a gente entrou, geral gritando, palavrão comendo e eu quando vi um deles, sai jogando soco pra tudo quanto é lado... Como a gente não sabia se poderia aparecer mais gente, decidíamos tira-los de lá e leva-los para algum lugar mais tranquilo e calmo e um sujeito qualquer falou 'Tem um armazém abandonado, tombado perto daqui, podíamos ir pra lá.' A ideia era perfeita mas infelizmente não sabíamos que naquela porra de lugar era o refugio de minha futura mentora. Não precisávamos de todos vivos, então levamos somente um, o resto a gente matou. Chegamos nesse armazém a noite, entramos com o carro, deixamos os faróis acesos para termos algumas luz e colocamos o cara ajoelhado em frente... Bem coisa de filme mesmo... Com a gritaria, os gemidos e o choro do cara ecoaram pelo lugar e chegaram até os ouvidos de uma certa pessoinha. Não demorou muito para que o cheiro de sangue despertasse a curiosidade e a fome. Em menos de dois minutos, os tiros ecoavam pelo ares tentando acertar aquela coisa rápida feito um troço. Ela rasgava as carnes como se fossem manteiga, era possível ouvir uns grunhidos a cada golpe dado... Nessa hora eu já estava no carro pronto pra sair de lá mas a filha da mãe era rápida, estourava os pneus e o carro capotava, eu saia debaixo do carro e corria para fora, aquilo tempos depois soube que a impressionou pois eu estava com uma fratura exposta e ainda estava correndo, bendita doença.

Eu hoje sei o que rolou mas na época eu lembro de ter acordado amarrado em um outro ponto do armazém.Havia corpos no chão e ela estava sugando um dos meus companheiros. A visão estava um pouco embaçada e eu ia recobrando com o tempo, só via vultos. Quando recobrei a consciência a primeira coisa que eu fiz foi tentar me soltar, já tinha ficado amarrado antes e sabia uma ou duas técnicas para sair. Infelizmente aquele nós estava dado de uma maneira que eu até então não conhecia. A mulher se aproximava, tinha um corpo esbelto, seios pequenos, coxas grossas, cabelos ondulados, uma cor morena, lábios grossos e um olhar penetrante... A primeira coisa que ela fazia era lamber meu rosto, saboreava o meu sangue e logo me encarava. Sentia meu cheiro, me rodeava, era um animal feroz rondeando sua presa, rondeando o desconhecido. Eu pra ela era um total ser estranho, alguém que gerava duvidas, se mantinha vivo ou se matava. Ao ver a minha fratura ela questionava - Isso não doí... Humano? - Dava pra sentir o desprezar dela na ultima palavra. Eu balançava a cabeça negativamente. Ela se afastava. Se movimentava de uma forma sensual, remexia todo o corpo enquanto andava... Era um charme só dela. Ela então me mostrava pela primeira vez o que eu usaria sempre. Suas unhas se transformavam em garras e ela vinha em minha direção. Fincava um delas na minha perna, eu permanecia imóvel e sem lagrimas, aquilo a surpreendia ainda mais. A noite foi passando, ela me torturava em forma de curiosidade. Depois eu descobri que ela havia me transformado só pra ver se aquilo se estenderia para a não vida. Eu fui abraçado não por causa da minha coragem, da minha força e sim para um teste, você acredita? Ai você já deve saber, eu fui mordido, morri, voltei, bebi sangue... Ella me ensinou tudo o que eu sei hoje, que não é lá grandes coisas mas com essa transformação eu ganhei algumas coisinhas... Nós eramos conhecidos como caçadores e existiam outros como nós, outros vampiros e uma outra classe. Eu deveria ter cuidado com o que fazia, apesar dos bônus que ganhei na transformação como sentidos aguçados e um equilíbrio de um felino eu também não podia sair por ai mostrando as presas. Na verdade eu podia e era isso que o resto todo fazia, eu apenas me mantinha quieto. Eu era diferente, eu agia diferente, eu pensava diferente. Confesso que toda essa baboseira de grupinho me deixava puto por estar preso a vontades de terceiros. Eu fazia aquilo que tinha que fazer, tentava me manter o mais na minha possível e aproveitar a não vida da forma como eu achava melhor. O Sabá era o grupo da galera do fundão entende? O pessoal só queria saber de ser feliz, zoar a porra toda, aproveitar essa nova condição e tocar o terror. A Camarilla eram os inspetores que ficavam no corredor falando pra você não correr, que se continuasse ia tomar advertência.. As duas viviam em pés de guerra. Eu, com novato não cheguei a presenciar muitas coisas bizarras. Eu junto com Ella e demais jovens vampiros fizemos um ritual de aceitação que é como você jurar a bandeira, você promete ajudar seus novos irmãos e é isso... Pelo menos foi o que eu entendi. Já presenciei, nunca participei de alguns jogos do bando... O Futebol Americano, corrida de automóveis e um deles foi até a Ella que fez... Essa se consiste em você desafiar um outro vampiro para um duelo. Não chega até a morte mas rola um esculacho para quem perde. Um dia que sabe eu não seja forte o suficiente para fazer  tal loucura.

E hoje eu estou aqui, dois anos se passaram, eu vi algumas coisas que vocês não acreditariam. Aprendi a sobreviver, a caçar, a me esconder. Já me envolvi em uma briga ou outra nessa minha nova fase e devo dizer que as coisas são bem diferentes - fazia uma pausa, ascendia um cigarro e olhava para o relógio - Olha só, esta quase amanhecendo e eu tenho que ir... Como acabei de contar para vocês, eu meio que me tornei um vampiro sabe, luz solar não rola... Fico torradinho - um sorriso de canto de boca enquanto tragava seu cigarro - Então, prontos para morrerem? Consigo sentir a adrenalina correndo em suas veias, o medo libera essa substancia e deixa o sangue com um gosto tão agradável. Uma curiosidade sobre mim antes de vocês morrerem, eu só consigo me alimentar quando sinto que essa substancia correndo nas veias, sei lá, deixa tudo mais gostoso. - saia andando, virava de costas enquanto aqueles três homens amordaçados permaneciam pendurados por correntes. Puxava mais uma tragada bem forte e jogava o cigarro no chão. O fogo encostava no combustível, que ia se alastrando até onde aqueles três homens estavam, churrasco avista. Saia daquela hangar em sua velocidade sobrenatural para o esconderijo mais próximo. Precisava descansar já que estava de saída para a cidade. Seus problemas antigos já tinham sido resolvidos, sua mentora já tinha metido o pé para sei lá onde, nada mais o prendia. Bem vindo cidade nova!


Última edição por Chace Lyon em Ter Jun 25, 2019 11:25 pm, editado 1 vez(es)

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Chace Lyon - Gangrel Urbano - Independente  Empty Re: Chace Lyon - Gangrel Urbano - Independente

Mensagem por Padre Judas em Ter Jun 25, 2019 10:19 pm

Boa noite, Chace! Seja muito bem-vindo ao Fórum! Bom prelúdio você tem aí. Tudo muito bem explicado e a leitura correu fácil. O personagem também consegue ter identidade, apesar de estar dentro do estereótipo e estar safadamente combado. Sobre ele tenho poucas ressalvas que serão pontuadas a seguir:

- Gangrel Urbano - Inicialmente cumpre ressaltar que essa Linhagem é exclusiva do Sabá e não é permitido começar um personagem Gangrel Urbano fora da seita.

- Carisma e Inteligência: 1 - Obviamente não é contra as regras ter Atributos em nível 1, mas tenha em mente que isso deixa o personagem quase que deficiente nesta área. Não é simplesmente um "ok", é realmente deixar bastante a desejar. Um nível 2 seria o considerado normalzinho, mas alguém com 1 em Inteligência é burro. Não tem como suavizar isso e isso deverá ser interpretado. Tenha certeza que é mesmo isso que você quer para o personagem.

- Social - O prelúdio deixa claro que Chace faz sucesso com o mulheril. Tudo por conta da sua fama de brigão e seus olhos azuis. Perceba, em que pese ter Aparência: 3, que é considerado um nível bom em um Atributo, todas as outras características sociais deixam bastante a desejar. Sua personalidade (Carisma) não é nem um pouco cativante, pelo contrário, estar perto de Chace, deveria ser algo desagradável. Empatia, Lábia e Performance 0 cravam o último prego no caixão da vida amorosa do personagem. Aparência: 3 não seria nem de longe suficiente para um "Vamos?/Partiu!".

- Vitae Infértil - Esse Defeito foi idealizado para o Sabá. É uma grande desonra para um vampiro da seita ter Vitae Infértil, principalmente por ser incapaz de participar do ritual dos cabeças de pá. Isso é motivo de zombaria e o personagem com esse defeito é tido como um pária. Não há real ônus trago pelo Defeito ao personagem, portanto está vetado.

- Modelo de Ficha - Você utilizou o modelo de ficha do Sabá, que espelha o modo de não-vida da seita. Desprezo pela sociedade mortal (nenhum Antecedente), maior apreço em desenvolver os dons de Caim (mais Disciplina) e rápida degeneração (menos Virtudes). Contudo o personagem não é Sabá e não segue esse modo de não-vida. Utilize o modelo convencional.

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