O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel em Sab Fev 09, 2019 1:03 pm

Nota: PlayList Atualizada.

Deseja rever a ordem delas? Segue:

Letra_1: Link

Letra_2: Link

Letra_3: Link

Letra_4: Link

Letra_5: Link

Letra_6: Link

Letra_7: Link

Letra_8: Link

Letra_9: Link

Letra_10: Link

Letra_11: Link

Att,
Samuel.

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Radamantys07 em Sab Fev 09, 2019 9:04 pm

Nathan Campbell & Dario Bernardo Pavan
 
25 de Novembro de 1998, 23 horas 56 minutos. Zona Nobre de Nova York – Lexington (Interior do Prédio).

Assim que entro no prédio vejo o quão pequeno ainda sou, vejo que ainda tenho muito a crescer em certos aspectos, continuei seguindo meu caminho vislumbrando todas as obras que via, mas ao mesmo tempo pensando "pra que isso tudo?"... Então me lembro bem de perguntar ao Dário aquela noite: -O que você acha que vamos encontrar lá em cima, confesso que estou ansioso para descobrir algo grande...    

Eu batia o pé com a demora do elevador - Essas coisas sempre demoram nesses condomínios de luxo - Resmungava para Nathan.
-Pra ser sincero não gosto muito de elevadores, são fáceis de se fazer uma emboscada...

- Hey, viu isso? Creio que tem algo mexendo com os aparelhos eletrônicos, por isso o rádio do carro deu defeito... - Talvez tenha alguém aqui, melhor estar preparado
Sim, eu percebi, muito estranho isso... claro, sempre estou de prontidão, missões de investigação temos que ficar atentos a tudo meu amigo*olhar de positividade e preocupação ao mesmo tempo*

Chegando no apartamento e me deparo com todas aquelas descrições penso se pode ser um tipo de seita *começo a investigar pelo salão principal a procura de detalhes para nossa investigação*

- Nathan, por favor, encoste a porta pra ninguém nos interromper
automaticamente meu corpo vendo tudo aquilo foi encostando a porta percebendo que não poderíamos ser incomodados...

- Você já viu inscrições assim? pergunto a Dario pra ouvir sua opinião...*continuo andando pelo apartamento até me aproximar do lustre e a TV, observo as inscrições feitas*...
"-não acho que a anciã estava bem... que loucura..."
* naquele momento me aproximo da janela que batia um vento forte pra verificar se foi quebrado de dentro pra fora ou de fora pra dentro...*
-Veja está parte do diário*estico a mão para mostrar a Dario* -Não acho que ela estava bem, o que você está achando disto tudo Dario?

- Não se mexa, Nathan, por favor, vou fazer algo e preciso me concentrar, mas não antes de juntar todas as pistas.
-Tudo bem... não sei quem está mais impressionado, se é eu ou você!!!.........

Paro por um momento e vejo a propaganda de natal..."-Que coisa mais inútil... mas as cantoras são gostosas... isso eu não posso negar!!!"
Assim que ouço o livro caindo no chão, olho no reflexo e procuro com o olhar nos cantos escuros <metamorfose 1> pra ver se vejo algo...

- Hey, Nathan, venha ver isso.... - Por favor, pegue esses livros sobre deuses.... - Coloque no sofá, só pra não esquecermos de levar ou traga junto, vamos olhar os outros cômodos...
neste momento ja estava perdido pela sala vendo tanta loucura.... -claro, vou ajudado com isto, estou tão curioso quanto você.... -se o salão principal está assim, imagina os quartos*risada de espanto*
Me aproximo então do aparelho de gravação pra ver se acho algo*procuro por fitas de gravação*

(Obs: Continuarei o restante do post amanhã).
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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Dylan Dog em Dom Fev 10, 2019 3:27 pm

OFF: Considere que eu guardei o frasco de sangue do meu mentor comigo.

ON: Nathan me pergunta se eu já havia visto inscrições daquele tipo - Bem, já vi em refúgios de malkavianos e de alguns vampiros recém criados. Sabe, conhecimento pode te fazer enlouquecer temporariamente até você assimilar, ou pra sempre se você não conseguir assimilar - Eu digo isso anotando TUDO que encontro pelo apartamento, inclusive as inscrições que aparecem quando eu acendo a luz do abajur.

Carregando a câmera e o diário eu continuo andando pelo apartamento - Ela descobriu algo sobre os primórdios da nossa criação, se ela for uma matusalém como diz no vídeo, quer dizer que a nossa maldição seja mesmo algo bíblico, quer dizer que… - Eu me perdia nos meus próprios pensamentos enquanto processava tudo - É difícil explicar, na verdade é até difícil entender - Se Nathan encontrar mais fitas vamos colocá-las pra assistir na câmera.

Diante do espelho, aquela visão era aterradora. Era como uma pintura viva que tentava me alcançar, seria efeito de alguma disciplina? De qualquer forma, eu queria encontrar com "Rosa". Definitivamente ela possui as informações que busco. O vidro estilhaça e eu voltava a respirar, era assustador e aquilo ma fazia mais próximo do humano que eu costumava ser. Anoto as inscrições.

Vou para os outros cômodos, quartos, cozinha, banheiros, procuro malas para poder colocar os livros dentro, tiro móveis de lugar em busca de inscrições.

- Preciso juntar as provas primeiro, depois penso na charada dela, sabe-se lá ao que a próxima pista vai nos levar - Digo isso guardando os livros em uma das muitas malas encontradas no apartamento.

Uma coisa não saia da minha cabeça. Definitivamente ela é Rosa, a cantora. A pergunta é, como ela está andando durante o dia? E o que ela tanto sabe que a fez ter tanto ódio da condição vampírica? Tudo bem que é uma maldição e faz jus ao nome, mas os poderes que possuímos… O que a faz entender isso como tão errado? O que nos primórdios da humanidade responde isso tudo? O que é esse projeto que ela citou no vídeo?

Minha expressão era de profunda preocupação e consternação. Era instigante saber o que ela havia descoberto, mas ao mesmo tempo era extremamente preocupante.

- Seja como for, isso aqui não pode cair nas mãos da cria dela, mesmo que tenha sido endereçada a ela - Digo a Nathan - Sabe-se lá o que pode acontecer se alguém descobrir o que houve aqui - Uma coisa era certa, um sentimento nascia no coração morto de Dario, um sentimento de… Redenção?
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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel em Ter Fev 12, 2019 4:44 pm

Nota: Marcação de registro.
Vou esperar os jogadores (Dylan Dog) e (Radamantys07), concluirem as postagens assim como previamente avisaram que iriam fazer uma postagem mais longa.

Att,
Samuel.

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Dylan Dog em Ter Fev 12, 2019 5:11 pm

Decifrando o código:
O código escondido indicava números e relacionava com letras de músicas e o diário.
Os números correspondem às linhas das letras das músicas, enquanto que no caso do diário correspondem aos dias e nesses dias se extrai as partes grifadas. Tudo isso formou uma mensagem na qual a Anciã conta uma história semelhante ao que ela disse no vídeo, mas com mais detalhes.

Pensamentos sobre os escritos:
A senha do cofre estava no coração dela. No neon, o coração de uma dama é uma alusão ao diário da anciã. Não custou muito para, ao folheá-lo, descobrir que apenas uma das passagens bíblicas conter 4 dígitos. Provérbios 18:22. Essa passagem possuía uma única parte grifada, mas esta parte não compunha o código revelado pelo abajur. Ela age como uma mulher, uma esposa, uma mulher apaixonada, então.  Então só poderia ser 1822 a senha. Pagina 50 do Diário
Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do Senhor.

A anciã podia ter enlouquecido e atingido tal conhecimento que passou a agir como um ser milenar, talvez tenha usado auspícios em algum objeto antigo e descoberto coisas que nós nem imaginamos, no entanto, ela estaria desacordada por muito tempo e não desaparecida. Pode ser que ela seja uma matusalém realmente, mas isso, por hora, é só uma hipótese.

Depois de coletar todas as provas pelo apartamento…

Enquanto meus dedos folheavam o diário eu olhei pra cima, olhei para o código que o abajur revelou. Eu não podia sair de lá sem antes tentar a senha do cofre. Era uma senha de quatro dígitos, números pra ser exato.

Se o que a Anciã diz for verdade, então o vampirismo é só uma maldição e pode ser quebrada. Afinal ela mesma está andando por aí durante o dia.

Quando eu fui abraçado eu não fazia ideia do que existia no mundo, eu era um jovem normal, com desejos, com ambições, nada inumano, apenas mais uma pessoa que queria uma vida confortável, mas então ela me transformou, eu cruzei o caminho da pessoa errada. Passei os últimos quase cem anos apenas fazendo o que minha natureza mandava, um misto de autopreservação e depravação. Conquistei muito poder, mas também fiz muitas coisas horríveis. Sei que em algum lugar na bíblia, Jesus diz: “De que adianta um homem ganhar o mundo se perder sua alma?”. De que adiantava todo o poder que eu tinha agora se eu não o usava pro bem, na verdade nem uso ele pro meu prazer, uso pelo prazer dos outros, para assegurar que outros, mais antigos, se mantenham fortes.

Caminhei até o cofre e passei os dedos suavemente sobre suas teclas. A música ainda tocava no fundo repetidamente.

- Provérbios… - Eu começava a digitar quase que instintivamente - 18… 22 - Apertava para destravar. Dentro do cofre haveria a benção do senhor? Eu queria saber, pois eu sentia que talvez eu ainda pudesse ser salvo.
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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Radamantys07 em Qua Fev 13, 2019 3:15 pm

Nathan Campbell & Dario Bernardo Pavan

25 de Dezenbro de 1998, 00 hora 11 minutos. Zona Nobre de Nova York, Lexington, Apartamentos.

Ao ver Dario empurrando o sofá me surpreendo com o cofre, nunca pensaria em esconder um cofre assim... *me aproximo e vejo as mensagens deixadas* ao ouvir a música fico um pouco encantado com a voz da anciã... -Até que ela tem uma voz bonita...*falo sozinho*
Quando vejo Dario acendendo o abajur <desativo Metamorfose 1> olho ao redor pra tentar entender a mensagem que ali estava oculta...
-Dario, que loucura é essa...*dou uma risada seca* ha  ha... naquele momento tento entender o que se passava na cabeça da anciã..."-O que essa mulher estava fazendo? Não tem logica essas coisas...*investigo pra ver se consigo encaixar as pistas encontradas até o momento*
Vendo Dario mexer no espelho em seguida vejo aquela imagem imaginando que aquilo nunca poderia ser real mas volto a realidade, se eu existo porque aquela coisa não?*arrepio na pele*
-uauuuu... o que aconteceu Dario? pergunto sobre a imagem que se mexeu e se quebrou em seguida...
Começo a Pesquisar o diário junto a Dario pra tentar descobrir algo *teste de investigação se for preciso*"com certeza a anciã estava andando com algum malkaviano..."
Naquele momento Dario me chama pra ver o que tinha encontrado... -estou indo!!!
Vejo como é bela a anciã, poderia fazer qualquer homem beijar os seus pés... "-é uma pena essa loucura ter acabado com sua sanidade..."
Ao ver aquele vídeo não sei se acreditava ou se era pura encenação... -Dario, ate onde você acha que vai essa verdade dita por ela?... acho que tem muitas coisas fantasiosas, o que você pensa?
No tempo que ficamos lá aproveitei pra ler as paginas do diário pra ver se descobria algo...
- Seja como for, isso aqui não pode cair nas mãos da cria dela, mesmo que tenha sido endereçada a ela - Digo a Nathan - Sabe-se lá o que pode acontecer se alguém descobrir o que houve aqui - Uma coisa era certa, um sentimento nascia no coração morto de Dario, um sentimento de… Redenção?
-Você está certo, temos que tomar muito cuidado daqui pra frente...
Ao acabar de ver a fita sigo junto ao Dario para juntar informações que ali conseguimos... -Dario, é melhor a gente trancar bem este apartamento com certeza ainda vamos voltar pra descobrir mais coisas...
*Quando sairmos do apartamento coloco um pedado de papel escondido na porta pra que de modo quando abrir ele caia*
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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel em Qua Fev 13, 2019 3:59 pm

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O Vale das Cinzas – Canon of the Eye
 
Eventos:
1 – Introdução novo Jogador (R. Gato): Sua cena começa algumas semanas antes dos eventos atuais uma breve ação rápida antes de cenário mudar.
2 – Continuação da narrativa e interpretações.
   
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Madeleine Burnier
   
Nota: Essa postagem é sua introdução interpretativa. Eu personagem também sabe: O Saba recentemente havia expulsado a Camarilla e dominado a cidade, porém a cidade foi tomada de volta.
   
Nova York, 1998, 10 de Novembro.
 
Eventos estranhos estavam tomando conta de Nova York nos últimos dias os jornais estavam se enchendo de notícias uma atrás da outra falando sobre uma possível grande descoberta capaz de abalar os pilares da história, uma revelação, um achado, porém eram apenas especulações causadas pelo transporte vindo do outro lado do mundo. Enquanto a mídia se enchia de perguntas os museus e gabinetes das universidades e arqueólogos não respondiam nenhuma a chama inquietante era alimentada por respostas como: ‘fascinante’, ‘histórico’, ‘sem precedentes’, ‘único’, ‘algo que vai reescrever a história’. A mídia sensacionalista especulava sobre os possíveis achados, muitas vezes de maneira jocosa tecendo piadas sobre o assunto, enquanto outros especulavam poder não passar de um grande fiasco; mediante isso não era nada revelado. Porém um fato era inexorável. O mundo voltava os olhos para o possível achado histórico aponto de apagar completamente das mídias e redes sociais a crescente e endêmica violência urbana de Nova York naqueles dias.
 
Nova York, 1998, 18 de Novembro
   
Madeleine despertava em seu apartamento ouvindo o cantarolar de Gael tecendo músicas de maneira quase cativante enquanto assobiava ao barulho composto pelo som de óleo fervente das chamas do fugão de seu apartamento. O som da TV ligada de fundo audível aparentemente noticiava algo inédito acontecendo, explicações até agora não dadas . Gael alimentava mais uma vez o fogão com algo que fazia o trepidar do oleo se espalhar atiçando fervilhava. Ele então aumentava consideravelmente o som da Televisão a ponto de ser ouvido mais claramente.
 
O Reporter noticiava em seguida falando um conjunto de palavras enquanto estava lendo um documento em mãos.
– Em nota oficial, O Instituto Metropolitano de Pesquisa de Estudos em Nova York em conjunto com o Gabinete de Arqueologia e pesquisa chefiado por Ivan Falk anuncia que;
   
O repórter fazia uma pausa prolongada, conseguinte as palavras fluíam de seus lábios enquanto ele colocava o documento de lado e apoiava as mãos na mesa olhando diretamente para a câmera enquanto comprimia as palmas – Na luz de uma das recentes descobertas mais fantásticas da história da humanidade a comunidade científica clamou direitos de uso de pesquisa e descoberta para o pesquisador, arqueólogo e historiador Ivan Falk. Outra múmia foi descoberta entre as montanhas do Cazaquistão e da Rússia. Ao contrário do 'homem do gelo'. A múmia recebeu o título de 'A mais velha', foi encontrada enterrada e perfeitamente conservada, aparentemente a datação e análises revelaram que a múmia possui aproximadamente 12 mil anos, deixando estupefata a comunidade, acompanhe agora com mais detalhes a entrevista exclusiva feita ao nosso jornal.
   
Ele falava girando a cadeira e virando em direção ao grande tela onde uma imagem começava a ser ampliada em seguida sobrepondo a tela original. Era possível ver um gabinete de pesquisas ao fundo onde um homem estava sentado em conjunto com o repórter em duas cadeiras separadas. Alguns copos permaneciam dispostos sobre a mesa enquanto eles articulavam. O Reporter então colocava o dedo no ouvido por alguns instantes conferindo alguma informação e em seguida virava a face em direção a camera.
   
– Muito prazer senhor, Ivan – *Ele dizia estendendo a mão e cumprimentando* – Eu sou Adam Miller do New York Times.
 
Ele a respondia com a mão em cumprimento. – Muito prazer senhor Miller.
   
– Bem, eu tenho uma série de perguntas e gostaríamos que responda – *Ele falava consultando a papelada por alguns instantes* – Bem, podemos começar então?
   
– Claro, sinta-se à vontade. – *Ele dizia pegando um copo de água e tomando um gole*
   
– Bem o que você poderia nos contar um pouco sobre essa descoberta? – Adam Miller, Reporter.
 
– Estamos diante de uma das descobertas mais fascinantes da humanidade, simplesmente sem precedentes. – dizia Ivan Falk depositando o copo sobre a mesa.
 
– O que você acha que essa nova descoberta pode influenciar a sociedade? – Adam Miller, questionando-o insistentemente.
 
– Os estudos do túmulo e do sarcófago indicam uma cultura muito mais antiga e talvez a mais antiga já registrada na humanidade. – Ivan cruzava as pernas e juntava os dedos entrelaçando-o pensativamente.
 
– Entendo que queria deixar um pouco o ar de mistério já que essa pode ser a maior descoberta de sua carreira, mas… Poderia nos contar um pouco mais sobre essa descoberta? – Adam Miller ele insistia levando o microfone a frente.
 
– As inscrições na tumba e no sarcófago indicam que eles possuíam linguagem própria, muito mais avançada que a escrita cuneiforme e hieroglífica, redefinindo completamente o que nos conhecemos da nossa história. Estudiosos tem trabalho dia e noite para decifrar o padrão linguístico comparável a complexidade fonética atual da nossa sociedade, chamamos de A Primeira Linguá. – Ivan respondia prontificadamente.
   
O repórter ficava em silêncio durante um pequeno tempo e consultava em seguida a planinha em mãos… levantando os olhos e descartando o guia de lado sobre a mesa.
   
– Imagino que isso, com certeza, redefine o conceito de história. Vocês conseguiram identificar algo mais? – Adam Miller, Repórter.

– Sim, as descobertas não param, o que faz parecer Tales de Mileto um jovem aprendiz de filosofo, acho que logo ele pode acabar perdendo o título de primeiro filosofo. Eles parecem ter uma estrutura complexa sobre a filosofia, embora ainda seja muito cedo para ter certeza. Além de que claro, a mumificação em si significa que eles acreditam em vida após a morte, assim como mensagens póstumas. Uma parte decifrada da linguagem, o que significaria que eles teriam estrutura própria politica e filosófica, o que é de fato em si uma surpresa atrás de outra. – Ivan Falk.
 
– E o que estaria escrito no túmulo? – O repórter perguntava bastante curioso agora.

– A verdadeira vitória, no final de seu caminho, minha filha, não está em seu poder, mas sim, em mudar o coração do seu povo. – Ele colocava mais um pouco de água no copo bebendo novamente.
   
– O que você acha sobre tudo isso? – Adam Miller, Repórter.
   
– Nos estamos redefinindo o conceito de história da humanidade, quer dizer, a primeira vertente filosófica é datada de 625 a.c, agora nos descobrimos registros filosóficos culturais de quase 12 mil anos, uma língua avançada e complexa escrita. Uma cultura vasta e rica aparentemente, baseado em suas obras artesanais. A região que demonstra e sintetiza grande e avançado conhecimento matemático que rivaliza com a cultura egípcia. Sua matemática parece ser extremamente avançada, Pitágoras estudava e demonstraram várias propriedades dos números figurados, eles trabalhavam com números perfeitos e complexos. Isso não tem precedente na história da humanidade, esqueça tudo que sabemos do mundo e da humanidade. – Ele respondia.
 
Adam Miller virava em direção a câmera com microfone e dizia – Diretamente do escritório do Chefe de Pesquisas, Ivan Falk Arqueólogo, Historiador no Instituto Metropolitano de Pesquisa de Estudos da Múmia em Nova York, Estados Unidos em entrevista ao New York Times.
 
...
 
Em seguida a noticia voltava, o apresentador falava mais algumas palavras e então a mulher do tempo aparecia na tela, mostrando todos os pontos do clima para os proximos dias nos Estados Unidos, nesse momento em que ele abaixava novamente o som da televisão quando percebia que você estava parada no interior da sala. Ele fritava um jantar extremamente gorduroso para si, enquanto alguns sacos de compras estavam espalhados e deixados em cima da mesa da cozinha que começava a recolher um a um organizando a mesa.
   
– Own, – *Ele olhava-a de canto, girando a frigideira e pegando ovos no ar habilidosamente* – Hey, Boss. – *Ele falava dizendo em um tom jocoso* – Você tem acompanhando as notícias? Elas não param o dia todo, manha, tarde e noite. – *Ele se inclinava de canto e pegava um jornal colocando sobre a mesa* – Eles ate reconstruíram a face dela, dizem, olha, não sou necrófilo, mas Deus do céu, a garota é um pedaço de mal caminho, – *Empurrava o jornal um pouco para frente*.
 
A Notifica: 'Múmia mais velha do mundo encontrada: Imagem reconstruída – Alta Sacerdotisa e Rainha, Nastra Ak'ra.'
   
_______ 
Imagem Reconstruída:

   
Conseguinte a notifica se fragmentava como capa principal do jornal contendo em partes várias das informações ja prestadas pela rede de notícias.  

Na luz de uma das recentes descobertas mais fantásticas da história da humanidade a comunidade científica brigou por uma nova descoberta, clamando direitos de uso de pesquisa e descoberta para o pesquisador, arqueólogo e historiador Ivan Falk, onde atualmente a Múmia “Mais velha”, reside temporariamente; Estados Unidos - The Metropolitan Museum e Centro de Pesquisa Metropolitano dos Estados Unidos.

Em 1998, o mundo se recogita por uma das descobertas mais fascinantes da história feita em apenas 7 anos após encontrar “A Múmia do Gelo”.

Outra múmia foi descoberta entre as montanhas do Cazaquistão e da Rússia. Ao contrário do “homem do gelo” que havia sido descoberto enterrado em várias camadas gélidas que haviam conservado perfeitamente seu corpo. A múmia vulgarmente chamada de “A mais velha”, foi encontrada enterrada e perfeitamente conservada, aparentemente por técnicas superiores as conhecidas das Civilizações Egípcias, Astecas e Maias. A datação e análises revelaram que a múmia possui aproximadamente 12 mil anos, recebendo o título “A mais velha” e deixando estupefata a comunidade científica mundial devido as técnicas de mumificação, preservação e a Estrutura do Tumulo.

Uma múmia extremamente antiga foi encontrada e anunciada recentemente, muitos dos textos traduzidos oficialmente podem ser encontrados atualmente no departamento do Museu onde encontra-se em exposição, tais com a seguinte inscrição; que seriam seus respectivos títulos;

'A Mais Bela Chegou'; 'Rainha Hereditária'; 'Grande de Louvores'; 'Senhora das Graças'; 'Doce do Amor'; 'Senhora de Todas as Terras'; 'Grande Amada'; 'Senhora de Todas as Mulheres'; ‘A Caçadora de Feras’; ‘Ruína dos Caídos’; ‘Destruidora das Serpentes Aladas’; ‘Senhora dos Dez Segredos’; ‘Mãe dos Segredos da Terra’; ‘Mãe da Carne e da Vida’; ‘Portadora das Estrelas e dos Céus’; ‘Mão do Vento e da Tempestade’; ‘Providência do Metal e da Forja’; ‘Senhora dos Sinais e Presságios’; ‘Senhora da Lua e de Seu Amante’; ‘Senhora dos Frutos Bons e Ruins’; ‘Rainha Abençoada do Olho Implacável de Deus’; ‘Senhora da Linguagem e da Sabedoria’; 'Governante do Povo das Cinzas’.

Segundo a tradução oficial feita pelos arqueologos e historiadores, acredita-se que o nome Nastra Ak’ra também seja um titulo secundario ou propriamente seu nome que significaria segundos estudos arqueológicos, ‘Guardiã da Verdade’, ou ‘Portadora da Verdade’.
 
… (Restante da notícia seguia sem novidades).
 
_______
 
– Bem, – *Gael dizia rindo* – Imagino alguém chegando para fazer uma apresentação, meia hora depois metade do povo dela deveria dormir antes do discurso começar. Porém, eu provavelmente teria uma ereção durante todo o discurso. – *Ele falava rindo. Enquanto ele lhe estendia um cartão.* – Mudando de assunto, um homem entrou em contato, ele disse que dentro de alguns dias chegará em Nova York a trabalho e precisa de serviços como os seus, ele não deu detalhes, nem deixou um número para retornar. – *Gael falava balançando o cartão branco no ar com a mensagem.*

'Cara senhorita, Madeleine venho enviar-lhe minhas saudações em representação a minha senhora, Astrid. Dentro de alguns dias estarei chegando em Nova York mediante a um breve período de viagem, durante o intercalar de tempo em que se faz necessária minha estadia eu irei precisar de serviços de uma detetive de seu calibre, tão logo quanto possível lhe visitarei pessoalmente para que possamos ajustar os detalhes da investigação e de seu pagamento'
Atenciosamente,
William.'
   
Gael coçava o queixo pensativo enquanto você lia o conteúdo da mensagem deixada. – Eu fui verificar a procedência desse recado, falar com zelador daquele lugar. É zelador o nome? Sei lá. Enfim, demorou um tempo e fiquei metade do dia inteiro esperando, cara realmente foi um saco. Um pé no saco... – *Ele perguntava coçando a cabeça pensativamente dando de ombros* – Aparentemente Astrid é uma Anciã Ganggrau da Itália, algo assim. – *Ele falava um pouco errado* – Parece que era nórdica, pelo que ele disse e com cara que ele fez, não parecia boa coisa não.
 
Ele ria um pouco de canto sem jeito começava a fazer um prato para comer.
 
_______
Madeleine: (Reserva de Sangue 15/14; Níveis de Vitalidade 7)
Rolagem de Dado:

Nenhuma
 
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Última edição por Samuel em Qui Fev 14, 2019 2:49 am, editado 2 vez(es)

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel em Qua Fev 13, 2019 4:15 pm

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O Vale das Cinzas – Canon of the Eye
 
Eventos:
1 – Continuação da narrativa e interpretações.
2 – Postagem adicional aos dois no fim da página.
   
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Nathan Campbell
 
Nota: Para ficar mais claro as cenas, post está separado, porém vocês estão no mesmo ambiente e eventualmente ao cruzar o corredor ver um ao outro, assim como ouvir.
Nota: Você encontrou uma nova fita gravada e fotos, pessoais. A inscrição no quarto de pintura parece ser uma pista.
Nota: No primeiro post, você disse que iria procurar novas gravações, considerei todo o apartemento. No segundo post, você passou a interagir com Dario e ler o Diário de Ellena, então considero que retornou ao centro.
   
_______
 
25 de Dezembro de 1998, 00 hora 22 minutos. Zona Nobre de Nova York, Lexington, Apartamentos.
   
Paro por um momento e vejo a propaganda de natal…" –  Que coisa mais inútil… mas as cantoras são gostosas… isso eu não posso negar!!!"
Assim que ouço o livro caindo no chão, olho no reflexo e procuro com o olhar nos cantos escuros (metamorfose 1) pra ver se vejo algo…
   
Nathan terminava de guardar os livros em cima da cômoda do sofá e em seguida aguçava sua visão procurando ressaltar na escuridão parcial do ambiente, seus sentidos sobrenaturais. Seus olhos tornavam-se vermelhos rubros e incandescentes fazendo com que a sala se tornava-se completamente clara, afastando parte da escuridão da penumbra que se fazia sobre o ambiente. Era possível ver cada detalhe mais claro; Os demais moveis da sala anteriormente já vistos tornavam-se mais nítidos e visíveis. A Casa estava suja e mal organizada, demonstrando seu uso ao passar dos anos, porém também demonstrando a falta de interesse do proprietário de cuidá-la.
   
Não existia mais nada na sala. O Cenário se compunha por completo: A cozinha suja e mal organizada, demonstrando seu pouco uso, a lixeira com alguns jornais dentro, a geladeira ligada, o sofá verde com vários livros empilhados em cima, a estante de livros, o abajur neon ligado, um segundo abajur postado ao lado deste, no canto aceso, uma cortina com estampa de estrelas amarelas, a janela quebrada, a estante de livros agora vazia, uma televisão ligada chuviscando constantemente. Os textos anteriormente vistos na parede que surgiam quando o abajur neon havia sido ligado por Dario, as várias escrituras dispersas pela parede com mensagens bíblicas e a escritura em oração a Hades ao lado da estante. Era perceptível em meio a penumbra agora, clara, também ver uma sequência de quadros bastante belos e muito bem desenhados.
   
Quadros:









      

Nathan: Neste momento já estava perdido pela sala vendo tanta loucura.... – Claro, vou ajudado com isto, estou tão curioso quanto você.... – Se o salão principal está assim, imagina os quartos – *risada de espanto*.
Me aproximo então do aparelho de gravação pra ver se acho algo.. Então procuro por fitas de gravação. – O que aconteceu Dario? – Pergunto sobre a imagem que se mexeu e se quebrou em seguida...

Dario:
– Preciso juntar as provas primeiro, depois penso na charada dela, sabe-se lá ao que a próxima pista vai nos levar.
 
Dario parecia completamente absorto em pensamentos, anotando cada palavra, cada texto, como se estivesse trabalhando duplamente naquele exato instante tentando entender as coisas estranhas e confusas. Nathan caminhava pelo interior do cômodo observando todo o ambiente enquanto Dario permanecia na sala analisando as paredes e fazendo várias anotações em seu bloco de notas. Era um processo lento e investigativo ao qual Dario copiava cada inscrição nas paredes, cada inscrição da oração, as inscrições no espelho assim como as inscrições que surgiam quando o abajur neon era ligado. Deixando Dario no interior do cômodo fazendo suas anotações você caminhava até o interior do apartamento, avançando na investigação atrás de novas gravações e novas pistas, deixando o cômodo por breves momentos.
   
As portas estavam abertas, existia apenas dois quartos, a primeira vista pareciam ser cômodos completamente distintos enquanto adentrava no primeiro, revelava-se que de fato era: um deles parecia ser uma sala alocada de pintura contendo cavaletes e vários tipos de materiais de tintas diferentes, um ambiente isolado e forrado onde não existia mais nada além de um quadro inacabado, pinceis espalhados por todo o lugar, tinta respingada no chão. As paredes brancas laterais pareciam ter sido violadas em algum tipo de acesso de fúria onde um balde grande de tinta estava jogado contra ele amassado no chão. A pinta se espalhava por todo o chão e por parte da parede.
   
Quadro no Cavalete:
   
Uma mensagem escrita em tinta preta no chão marcava o ambiente com pincel grosso dizendo: ‘O caminho para a verdade começa nas Ruas Lotadas. Continue até ver um navio baleeiro ancorado. De lá, encontre o matadouro e a verdade será revelada a você na quinta casa.’ O cômodo em si era perturbador mostrando a natureza irritada, frustrada da artista e enquanto o quadro permanecia silenciosamente quieto como se um dia estivesse esperando que ela retornasse para finalizá-lo. Nathan continuava caminhando atrás de uma possível gravação...
   
Adentrando no último como da casa, acabava-se revelando um verdadeiro quarto de luxo digo do Royal Emplaza, decoração moderna e aconchegante com um ambiente espaçoso que permitia grande liberdade de movimentos, uma cama King Size enorme dando possibilidade para, pelo menos, três pessoas deitarem em um colchão de alta classe. Os lençóis decorados artisticamente demonstravam uma atenção extra-dedicada ao ambiente. A agravável iluminação no interior do quarto tornava o ambiente suave com o bom posicionamento das lâmpadas, tornando o ambiente mais leve favorecido pelas cores naturais para relaxar. Haviam algumas cadeiras de descanso viradas em direção a uma grande televisão plana embutida na parede. Uma grande escrivaninha com lâmpadas ao canto. Alguns pequenos enfeites e jarros estavam espalhados por todo ambiente tornando agradável e elegante.
 
Vasculhando todo o cômodo eventualmente Nathan encontrava exatamente o que desejava. Uma fita gravada escondida, embutida dentro do interior da escrivaninha, a abertura era quase imperceptível ao olho. Pegando-a Nathan seguia para a ligação do quarto e do banheiro em anexo, havia chuveiro, banheira de hidromassagem e wc (toalete), tolhas feitas de seda fina combinavam completamente no ambiente.
   
A visão enquanto Nathan caminhava pelo quarto era como se tivesse entrando em outro mundo completamente oposto aos ambientes conturbados e perturbados anteriormente. Por fim um anexo do banheiro revelava um closet longo com uma centena de roupas e peças femininas, algumas recatadas, outras elegantes, outras sensuais, sandálias, sapatos, roupas de grife, lingerie femininas extremamente sexys e enquanto outras eram demasiadamente eróticas. Era então que Nahan percebia que começava a adentrar num universo inexplorado daquele ambiente, começando a vislumbrar brinquedos sexuais femininos assim como dos mais variados tipos; algemas, correntes, amarras, chicotes, vendas, mordaça, vibradores, analbrands, fantasias de couro, empregada, coelhinha, enfermeira, policial assim como também uma pequena pilha de fotos, algumas ela havia pintado o cabelo, outras se maquiado, ficando extremamente atraente.
   
Fotos Conteúdo +16:














   
Era dificilmente não olhar as imagens espalhadas, não diretamente por alguns instantes sequer. Era definitivamente conseguiria fazer o sangue dos homens ferver e ‘até mesmo os mortos levantarem’, em uma piada singular poderia ser muito bem aplicada. Enquanto Nathan terminava de vasculhar o Closet dela procurando se não existia mais nada escondido dentro de seu interior ou alguma possivel pista, Dario passava andando pela casa e adentrando no closet, recolhendo uma das malas e voltando para o centro do apartamento. Dario recolhia a maleta sem dar muita atenção ao ambiente, naquele momento, parecia muito pensativo.
 
Vejo como é bela... " – É uma pena essa loucura ter acabado com sua sanidade..."
 
Nota: Você encontrou uma nova fita gravada e fotos pessoais. No primeiro post, você disse que iria procurar novas gravações, considerei todo o apartemento. No segundo post, você passou a interagir com Dario e ler o Diário de Ellena, então considero que retornou ao centro.
 
_______
Nathan: (Reserva de Sangue 13/13: Níveis de Vitalidade 7)
Rolagem de Dado:

Dados: 5 (Percepção + Investigação)
Nathan rolou 5 dado(s) com dificuldade 6 para (Percepção + Investigação) e obteve 4 sucesso(s): {(6, 5, 7, 9, 9)}
Re-rolar 10: não
Ignorar 1: não

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Dario Bernardo Pavan
 
Nota: No fim, existe um post em conjunto aos dois.
Nota: Você descobriu um segundo cofre interno dentro do cofre. No cofre externo existe uma gravação e um texto.

 
_______
25 de Dezembro de 1998, 00 hora 22 minutos. Zona Nobre de Nova York, Lexington, Apartamentos.
   

Nathan: Neste momento já estava perdido pela sala vendo tanta loucura.... – Claro, vou ajudado com isto, estou tão curioso quanto você.... – se o salão principal está assim, imagina os quartos – *risada de espanto*.
Me aproximo então do aparelho de gravação pra ver se acho algo.. Então procuro por fitas de gravação. – O que aconteceu Dario? – Pergunto sobre a imagem que se mexeu e se quebrou em seguida...

Dario:
– Preciso juntar as provas primeiro, depois penso na charada dela, sabe-se lá ao que a próxima pista vai nos levar.

Nathan se distanciava por algum tempo indo em direção ao interior do apartamento, caminhando através dos cômodos, com seus sentidos aguçados era possível acompanhar os passos ecoando através do lugar agora, porém era difícil acompanhar os sons devido a música constante ainda tocando no aparelho eletrônico.
 
Dario finalmente terminava de fazer anotação de todas as inscrições do ambiente, sua mente estava sobrecarregada e você sentia que quando tudo aquilo terminasse precisava sentar e pensar um pouco a despeito do que estavam vendo, sobre o que estavam ouvindo. As palavras eram quase atordoantes em sua mente: ‘Eu sei a verdade. Eu sei a verdade. Sobre Jerusalém, sobre Egito, sobre as Terras dos Mortos, sobre Roma, sobre a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial.’ Por maior que fosse a insanidade ou não dela, as coisas se tornavam fatos claros e você conseguia perceber, A Rosa andando durante o dia era de fato a Anciã, ou Matusalém do Clã Toreador, Ellean, sua voz era idêntica. Como ela fez isso? Porque fala tanto de Fé? Porque falava tanto de Anjos da Morte, Terras Ocultas e Segredos perdidos? Que lenda era essa que ela havia encontrado? O que ela havia encontrado?

Você precisava de uma mala, então levantava-se e dirigia ao interior do apartamento buscando o quarto e seus respectivos cômodos, eventualmente avistando Nathan que caminhava pelo lugar. O cômodo parecia outro mundo, luxo digo do Royal Emplaza, decoração moderna e aconchegante com um ambiente espaçoso, uma cama King Size enorme e um colchão de alta classe. Os lençóis decorados artisticamente demonstravam uma atenção extra-dedicada ao ambiente. A agravável iluminação no interior do quarto tornava o ambiente suave com o bom posicionamento das lâmpadas, tornando o ambiente mais leve favorecido pelas cores naturais para relaxar. Haviam algumas cadeiras de descanso viradas em direção a uma grande televisão plana embutida na parede. Alguns pequenos enfeites e jarros estavam espalhados por todo ambiente tornando agradável e elegante.

Completamente oposto aos ambientes conturbados e perturbados anteriormente. Por fim um anexo do banheiro revelava um closet longo com uma centena de roupas e peças femininas, algumas recatadas, outras elegantes, outras sensuais, sandálias, sapatos, roupas de grife, lingerie femininas extremamente sexys e enquanto outras eram demasiadamente eróticas. Era então que Dario percebia que começava a adentrar num universo inexplorado daquele ambiente, começando a vislumbrar brinquedos sexuais femininos assim como dos mais variados tipos; algemas, correntes, amarras, chicotes, vendas, mordaça, vibradores, analbrands, fantasias de couro, empregada, coelhinha, enfermeira, policial assim como também uma pequena pilha de fotos, algumas ela havia pintado o cabelo, outras se maquiado, ficando extremamente atraente. Dario passava por Nathan que envestigava o interior do Closet, procurando se existia alguma pista escondida, então você recolhia a maleta sem dar muita atenção ao ambiente, naquele momento, retornando ao como anterior e terminando de guardar os livros dentro da mala enquanto refletia sobre qual seria a possível senha do cofre.
   
A sensação era sufocante você havia terminado cada uma de suas anotações e guardado os livros no interior da mala, porém encontrava milhares de perguntas diante de meias respostas. Enquanto refletia os pensamento lhe vinham a mente, extremamente notórios e complexos, ficando por fim contraditoriamente simples, exatamente como ela havia dito indiretamente no final do vídeo: ‘Não são apenas as respostas porque matariam. Muitos matariam para saber fazer as perguntas certas.’ Diante de você era possível perceber o abismo da ignorância, e aqueles que não sabem de nada e buscam tudo, destruiriam, caçariam, procurariam ou forçariam seu poder sobre aqueles que buscam ou sabem de algo, apenas para poder saber quais as perguntas corretas deveriam seguir, quais rastros verdadeiros, que direção devem rumar, com esse pensamento você ia em direção ao cofre.
 
Caminhei até o cofre e passei os dedos suavemente sobre suas teclas. A música ainda tocava no fundo repetidamente.
       
Esse era o instante em que Dario se diria ao cofre parando diante dele que conseguia sentir o peso pleno e completo enquanto ele começava a digitar a senha. Esse eram os motivos de tanto segredo? Segredos sufocados pelos desejos das ambições dos outros, escravos eternos de brigas individuais? Presos por correntes sem fios enquanto eram feitos como marionete? ‘Eles estavam rindo agora? Puxando os fios e vendo-os dançar?’ Era uma sensação de frustração predominante crescente em conjunto com uma irritação desagradável. Ser feito de marionete, o tempo todo, sua não-vida inteira, enganado, iludido, quantas mentiras começaria a descobrir? Quantas verdades? As palavras músicas das letras na sua mente recentemente pregavam peças em sua cabeça, era quase como se pudesse ouvi-la, não, não era possível, fato, você estava lembrando partes das letras: A grande divisão que nunca iria cair e tijolo por tijolo nós o construímos tão espesso. Estávamos fazendo balas para uma arma quebrada. Se és capaz de esperar sem ser enganado? Em armadilhas é capaz de buscar a verdade ? Se encontrá-las refazê-las com o bem pouco que te reste? Você vai segurar a barra. Nesta minha casa nada vem sem uma consequência ou custo, me diga.
 
Frustração interior. Frustração crescente, curiosidade, ansiedade. Era frustrante pensar nas palavras dela, como se o mundo tivesse sido feito de brinquedo. Como se muitas mentiras tivessem sido tecidas para lhe vendar os olhos, lhe enganando, lhe subjugado, mentindo, lhe tornando um peão que giravam entre a ponta dos dedos usando seu poder, você, para seus próprios fins e nunca em sua não-vida, você havia vivo para si. Era o momento em que você começava a digitar a senha no cofre e a porta do cofre se abria vagarosamente, porta automática, ‘O que eu quero? O que eu queria ter feito? Onde eu iria? Com quem eu iria? Quem eu seria?’ Infernalmente eram perguntas que vinham a sua mente em tonalidade de frustração, jogado em guerras e massacres pelas mãos de outros em noites sem fim, sem descanso, perdendo tudo ou usando tudo, pelos outros, como um brinquedo, uma marionete e isso era irritante.
 
A porta do cofre se abria revelando um detonador interno, pronto para explodir a qualquer segundo, anexado a porta. Seus olhos se arregalavam um instante imaginado se ele explodiria… A Senha… estava certa e o detonador permanecia zerado…
 
Sua face se dirigia ao interior, existia um pequeno cofre, menor, outro segredo? Mais segredos? Mais senhas? Eram mais senhas e mais charadas. Existia porém também uma fita de vídeo colocada ao lado do pequeno cofre interior com a inscrição, ‘Continuação – Parte 2’. A fita talvez revelasse a próxima pista, talvez ela dissesse o que tem no cofre interno… O Cofre interno também poderia ter um detonador… talvez fosse melhor recolher novas pistas, ainda existiam outros cômodos do apartamento...

Havia também um pequeno texto escrito a mão em um papel segregado e rasgado, despojado e atirado de qualquer forma no interior do cofre, ao recolher o papel era possível ler o que estava escrito: ‘E como se fosse um ruído de um trovão, assim diz: ‘Enviarei a guerra, a fome, a peste e a morte contra eles; lidarei com eles como se lida com figos ruins, absolutamente desagradáveis ao paladar. Pois seus pés correm para a morte; seus passos conduzem diretamente ao inferno.’
   
Nota: Você descobriu um segundo cofre interno dentro do cofre. No cofre externo existe uma gravação e um texto.
_______
Dario: (Reserva de Sangue 12/11; Níveis de Vitalidade 7)
Rolagem de Dado:

Dados: 7 (Inteligencia + Consciência)
Dario rolou 7 dado(s) com dificuldade 6 para (Percepção + Investigação) e obteve 4 sucesso(s): {(6, 5, 6, 2, 2, 8, 10)}
Re-rolar 10: não
Ignorar 1: não
Nota: Esse teste de Inteligência + Consciência representa um conjunto de pensamentos chaves e a interpretação do personagem até então, percebendo que existe uma grande manipulação onde são feitos de joguete e frustração relacionada a ela.
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Última edição por Samuel em Qui Fev 14, 2019 2:36 pm, editado 9 vez(es)

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel em Qua Fev 13, 2019 4:40 pm

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O Vale das Cinzas – Canon of the Eye
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Informações:
Nathan
1 – Encontrou algum tipo de charada escrita no quarto de pintura.
2 – Encontrou fotos pessoais da 'Anciã ou Matusalém'?
3 – Encontrou uma fita de vídeo sem título.
4 – Nathan, sobre o diário. Parece ser algum tipo de charada numerica, relacionada ao diário e a música dela, você terá que resolver sozinho.
5 – Nathan, no primeiro post, você disse que iria procurar novas gravações, considerei todo o apartemento. No segundo post, você passou a interagir com Dario e ler o Diário de Ellena, então considero que retornou ao centro.

Dario
1 – Anotações completar Terminadas.
2 – Livros realocados em uma mala.
5 – Encontrou uma nova gravação.
4 – Encontrou um novo cofre, dentro do cofre, um menor.
5 – Encontrou um texto Biblíco.
 
_______
IMPORTANTE: Gostaria de no proximo post, uma resolução completa dos pensamentos dos seus personagens, isso afetara diretamente a XP de vocês. Respondendo as seguintes perguntas:
1 – O que esta sentindo? Esta preocupado? Está nervoso? Ele esta com medo? O que esta pensando sobre os acontecimentos sobrenaturais?
2 – O que esta pensando sobre a Matusalém? 'Ele acredita nela? Ele duvida dela? Porque?'
3 –  Como você vê quem esta com você investigando? Acha confiavel? Incerto? Estão do mesmo lado?
4 – Ações.
5 Quando vocês terminarem a interpretação das postagens abaixo e acima, na proxima cena, irei mostrar o conteudo dos videos gravados.
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Nathan Campbell & Dario Bernardo Pavan

25 de Dezembro de 1998, 00 hora 23 minutos. Zona Nobre de Nova York, Lexington, Apartamentos.

Nathan:
Naquele momento Dario me chama pra ver o que tinha encontrado... – Estou indo!!!
–  O que essa mulher estava fazendo? Não tem logica essas coisas...*Refletindo se consigo encaixar as pistas encontradas até o momento*

Dario:
Nathan me pergunta –  Bem, já vi em refúgios de malkavianos e de alguns vampiros recém criados. Sabe, conhecimento pode te fazer enlouquecer temporariamente até você assimilar, ou pra sempre se você não conseguir assimilar.

Nathan:
Ao ver aquele vídeo não sei se acreditava ou se era pura encenação... – Dario, ate onde você acha que vai essa verdade dita por ela?... Acho que tem muitas coisas fantasiosas, o que você pensa?

Dario:
Carregando a câmera e o diário eu continuo andando pelo apartamento – Ela descobriu algo sobre os primórdios da nossa criação, se ela for uma matusalém como diz no vídeo, quer dizer que a nossa maldição seja mesmo algo bíblico, quer dizer que… –  Eu me perdia nos meus próprios pensamentos enquanto processava tudo –  É difícil explicar, na verdade é até difícil entender.

Nathan retornava com uma gravação em mãos e algumas fotos, um tanto quanto confuso ou excitado? Era difícil dizer, talvez ambos, retornando até Dario, ambos podiam fitar-se: bastante confusos, encontravam-se nesse momento completamente absortos em pensamentos onde cada vez mais a disparidade da personalidade dela parecia não ter um sentido completo, porém se existia... Era preciso saber qual angulo seria necessário para que ela pudesse ser avaliada. Dario se levantava segurando um papel em mãos e uma nova gravação na outra, Dario encontrava-se tomado por uma frustração notória, inicialmente difícil de segregar, sua face refletia frustração enquanto parecia tomado por pensamentos profundos.  

Ambos pareciam encontrado novas informações sobre o que estava acontecendo... E era no ambiente mal iluminado do quarto que as coisas começavam a se tornar ainda mais confusas ou assustadoras. As luzes do cômodo inteiro se apagavam por completo. O Cdplayer parava de tocar subitamente quando vocês dois estavam reunidos novamente dentro do interior da sala, o local ficava silencioso. A televisão então começava a chiar consecutivamente de maneira estranha, vocês conseguiam ouvir várias estações e canais de televisão passando uma a uma, estações de notícia, programas, entrevistas, documentários. Consecutivamente, cortando frases.
 
Primeiro canal passava de notícias anunciando falava o repórter;
“Fenômeno inédito…”
Televisão chiava e mudava de canal em segundos.

Segundo canal passava anunciando a voz de policial;
“Cenas de tristeza e sofrimento….”
Televisão chiava e mudava de canal em segundos.
   
Terceiro canal de entrevistas, um diretor de palco falava;
“Humanidade é um elenco….”
Televisão chiava e mudava de canal em segundos.
   
Quarto canal a entrevista com professor de historia e filosofia;
“protagonistas dos grandes eventos…”
Televisão chiava e mudava de canal em segundos.

Canal de Noticias CNN o repórter, dizia;
"Milhares de pessoas de todo o mundo tem sido incentivada a participar dos programas de ajuda humanitária, fome e doenças tem se espalhado chegando a outros continentes. Um surto de uma chamada de Nipah tem crescido violentamente em conjunto com a genotipagem de outros vírus circulantes. A cada 20 milhões de casos por ano no mundo, cerca de 700 mil são fatais."
Televisão chiava e mudava de canal em segundos.
 
Canal Cientifico – Discovery Cannel;
“A ciência analisa e apresenta vários fatos científicos e teorias. Estamos falando de erupção solar no conflito de uma explosão, fazendo fragmentos voarem no espaço, na teoria um dia nos podemos ser o alvo de uma inevitável colisão.”
Televisão chiava e mudava de canal em segundos.

Canal de Ecologia – National Geographic;
“Estamos falando de superaquecimento com a fragmentação da camada de ozônio a camada de ozônio tem se partido todos os dias, poluição do ar constante, os micros poluentes, causando incêndio natural nas florestas, destruindo todo o verde, animais saindo da floresta, perdendo seus habitats e se tornando agressivos. O mundo tem piorado, o solo se quebrando, as placas tectônicas em desalinhamento causando maremotos, atividades vulcânicas. Se as coisas continuarem assim, nos podemos ver Tsunamis ainda piores e tornados ainda mais violentos.”
Televisão chiava e mudava de canal em segundos.
   
Canal religioso;
É o mal levando a morte pelo vento, é tudo culpa dessa tecnologia, inventando todo dia, armas, bombas nucleares mais potentes, é o universo inteiro assistindo essa trama onde o povo de Deus é elevado a sofrimento.
Televisão chiava e mudava de canal em segundos.
   
HBO Net Canal;
A televisão chiava e continuava silenciosa durante mais algum tempo, então… um canal de música, um videoclipe.
_______   
Música: Link

A televisão então desligava-se por completo. O Quarto permanecia escuro e mal iluminado, sendo vocês dois a únicas presenças silenciosas que se faziam em seu interior agora, enquanto o silêncio ocasionalmente era interrompido pelo som do vento na janela soprando....
....
...
 
_______
IMPORTANTE: Gostaria de no proximo post, uma resolução completa dos pensamentos dos seus personagens e ações, isso afetara diretamente a XP de vocês. Respondendo as seguintes perguntas:
1 – O que esta sentindo? Esta preocupado? Está nervoso? Ele esta com medo? O que esta pensando sobre os acontecimentos sobrenaturais?
2 – O que esta pensando sobre a Matusalém? 'Ele acredita nela? Ele duvida dela? Porque?'
3 –  Como você vê quem esta com você investigando? Acha confiavel? Incerto? Estão do mesmo lado?
4 – Ações.
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Nathan: (Reserva de Sangue 13/13: Níveis de Vitalidade 7)
Dario: (Reserva de Sangue 12/11; Níveis de Vitalidade 7)
Rolagem de Dado:

Dados: 4 (Intêligencia+ Investigação)
Nathan rolou 4 dado(s) com dificuldade 6 para (Intêligencia + Investigação) e obteve 1 sucesso(s): {(1, 6, 6, 5)}
Re-rolar 10: não
Ignorar 1: não
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Última edição por Samuel em Qui Fev 14, 2019 2:36 am, editado 6 vez(es)

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel em Qua Fev 13, 2019 5:52 pm

Nota: PlayList Atualizada. Deseja rever? Segue:

Letra_1: Link

Letra_2: Link

Letra_3: Link

Letra_4: Link

Letra_5: Link

Letra_6: Link

Letra_7: Link

Letra_8: Link

Letra_9: Link

Letra_10: Link

Letra_11: Link

Letra_12: Link

Att,
Samuel.

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por R.Gato em Sab Fev 16, 2019 1:34 pm

O Vale das Cinzas – Canon of the Eye
Madeleine Burnier

Mais uma noite chegava e com a mesma sensação de quando sonhamos com uma queda a consciência de Madeleine se reanima. A interrupção do descanso eterno já não causava tanta estranheza à senhora e em alguns poucos momentos a detetive até deleitava-se com as “vantagens” da maldição. Ao fundo era possível escutar Gael na cozinha e uma notícia interessante sendo transmitida na TV, interessante o suficiente para Madeleine aguçar sua audição com o dom de Caim para não perder nenhum detalhe enquanto se vestia.

White Raven:

Já devidamente vestida, White Raven vai à cozinha diminuindo gradualmente sua audição conforme se aproximava - muito interessante, tomara que não demorem para montar uma exposição sobre a descoberta – ávida por conhecimento, a descendente de Malkavian adorava visitar museus de arqueologia, talvez fosse um hobby em seu passado mortal que se perdera em sua mente conturbada (amnésia) mas sem duvida alguma, com o uso de seus dons vampíricos um passeio no museu era inúmeras vezes mais interessante e com muitos outros aspectos a serem observados.  

Parada apoiando seu corpo na esquadria da porta vendo o final da entrevista e preocupada com a quantidade de gordura na comida que seu companheiro preparava ela permanecia oculta à percepção de Gael - Isso não deve ser uma quantidade saudável de gordura nem mesmo para um urso.


Gael escreveu:– Own, – *Ele olhava-a de canto, girando a frigideira e pegando ovos no ar habilidosamente* – Hey, Boss. – *Ele falava dizendo em um tom jocoso* – Você tem acompanhando as notícias? Elas não param o dia todo, manha, tarde e noite. – *Ele se inclinava de canto e pegava um jornal colocando sobre a mesa* – Eles ate reconstruíram a face dela, dizem, olha, não sou necrófilo, mas Deus do céu, a garota é um pedaço de mal caminho, – *Empurrava o jornal um pouco para frente*.


_Santo deus Gael, ela está morta...e pode estar aqui te escutando – espirituosa ela brincava com seu acompanhante tentando deixa-lo desconfortável com a possibilidade da presença de um espirito.
Seu sorriso gradualmente se desfazia enquanto ela observava a imagem reconstituída da jovem impressa no jornal. Ela era misteriosa e cativante e parecia passar alguma mensagem; inconscientemente Madeleine passava as pontas de seus dedos sobre a imagem devido seu interesse subitamente despertado e rasga cuidadosamente toda a reportagem e guarda-a dobrada em um de seus bolsos.  


Gael escreveu:– Bem, – *Gael dizia rindo* – Imagino alguém chegando para fazer uma apresentação, meia hora depois metade do povo dela deveria dormir antes do discurso começar. Porém, eu provavelmente teria uma ereção durante todo o discurso. – *Ele falava rindo. Enquanto ele lhe estendia um cartão.* – Mudando de assunto, um homem entrou em contato, ele disse que dentro de alguns dias chegará em Nova York a trabalho e precisa de serviços como os seus, ele não deu detalhes, nem deixou um número para retornar. – *Gael falava balançando o cartão branco no ar com a mensagem.*


As gracinhas de Gael perdiam espaço para a curiosidade de saber o que estava naquela carta e sem a intenção de ser grosseira Madeleine as ignora para ler a carta.


Carta escreveu:'Cara senhorita, Madeleine venho enviar-lhe minhas saudações em representação a minha senhora, Astrid. Dentro de alguns dias estarei chegando em Nova York mediante a um breve período de viagem, durante o intercalar de tempo em que se faz necessária minha estadia eu irei precisar de serviços de uma detetive de seu calibre, tão logo quanto possível lhe visitarei pessoalmente para que possamos ajustar os detalhes da investigação e de seu pagamento'
Atenciosamente,
William.'


Quem será esse tal de ... - quase como um gênio realizando desejos Gael interrompe os pensamentos da detetive e explica sobre o autor da carta da maneira que ele havia entendido.

Gael escreveu:
– Eu fui verificar a procedência desse recado, falar com zelador daquele lugar. É zelador o nome? Sei lá. Enfim, demorou um tempo e fiquei metade do dia inteiro esperando, cara realmente foi um saco. Um pé no saco... – *Ele perguntava coçando a cabeça pensativamente dando de ombros* – Aparentemente Astrid é uma Anciã Ganggrau da Itália, algo assim. – *Ele falava um pouco errado* – Parece que era nórdica, pelo que ele disse e com cara que ele fez, não parecia boa coisa não.


Hunnf – Madeleine parecia um pouco decepcionada e o bufar entre os dentes confirmavam isso, aquilo não parecia nem um pouco relacionado à espíritos ou a Umbra, sua verdadeira obsessão, mas sim os jogos da Jihad que nunca sessavam - mas trabalho é trabalho e nenhum conhecimento é desperdiçado – a lunática tentava se animar enquanto iniciava seus preparativos para sua mais nova saga.
Com um toque delicado na carta depositada sobre a mesa ela se concentrava fechando os olhos e tentando encontrar que tipo de trama aquela mensagem envolvia e mascarava. Quais sentimentos foram envolvidos naquela mensagem? O que William não havia deixado escrito em palavras? O Vitae fervilhava por todo corpo enquanto os dons herdados de Malkavian eram usados em busca de respostas (demência 3).
Após os primeiros passos Madeleine pediria para que Gael se arrumasse e a acompanhasse. Ela sairia em busca de ferramentas que poderiam estar faltando em seu estoque como pá, corda, alicates e deixá-los-ia no porta-malas, além disso iria para o Elísio tentar pescar informações sobre o que estava acontecendo na cidade após a retomada da Camarilla e principalmente julgar se lá seria um lugar seguro para seu futuro encontro com William.

Legenda:
Fala
Pensamento

Sistema Demência 3:

Nível 3 – OLHOS DO CAOS
- Este peculiar poder permite que o vampiro tire vantagem da fragmentada sabedoria escondida na insanidade. Isso pode desvendar os "padrões" da alma de uma pessoa, a circunvolução cerebral da natureza interior de um vampiro ou até mesmo eventos aleatórios na própria natureza. Membros com este poder podem distinguir as mais profundas e ocultas psicoses ou revelar uma percepção da verdadeira natureza de uma pessoa. Malkavianos com este poder frequentemente têm (ou dizem ter) conhecimento das jogadas e retaliações da grande Jyhad.

Sistema: Entre outras coisas, este poder permite que um vampiro determine a verdadeira Natureza de uma pessoa. O vampiro se concentra por um turno, e então, o jogador testa Percepção + Ocultismo. A dificuldade depende da complexidade dos padrões. Discernir a Natureza de um estranho teria dificuldade 9, um conhecido casual seria 8 e um velho amigo seria 6. Um vampiro também pode ler uma mensagem contida em uma carta codificada (Dificuldade 7), ou até mesmo revelar os feitos de uma mão invisível em eventos tais como a disposição de folhas caindo (Dificuldade 6). Quase qualquer coisa pode conter revelações ocultas, não importa quão trivial ou sem sentido. Os padrões estão presentes em todas as coisas, mas frequentemente são tão complicados que poderiam manter um vampiro encantado por horas enquanto ele tenta entender suas "mensagens".
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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Radamantys07 Ontem à(s) 10:11 am

Nathan Campbell
 
25 de Dezembro de 1998, 00 hora 22 minutos. Zona Nobre de Nova York, Lexington, Apartamentos.

As portas estavam abertas, existia apenas dois quartos, a primeira vista pareciam ser cômodos completamente distintos enquanto adentrava no primeiro, revelava-se que de fato era: um deles parecia ser uma sala alocada de pintura contendo cavaletes e vários tipos de materiais de tintas diferentes, um ambiente isolado e forrado onde não existia mais nada além de um quadro inacabado, pinceis espalhados por todo o lugar, tinta respingada no chão. As paredes brancas laterais pareciam ter sido violadas em algum tipo de acesso de fúria onde um balde grande de tinta estava jogado contra ele amassado no chão. A pinta se espalhava por todo o chão e por parte da parede.
Entrando nos quartos vejo as pinturas e procuro por algo que possa ajudar nas nossas investigações... "-Devo admitir que se foi ela que pintou tudo isso ela é realmente boa..."
Naquele momento vi que tinha uma mensagem oculta deixada por ela...*começo a prestar atenção nos quadros e suas sequencias, tiro fotos para futuras investigações e continuo tentando decifrar as mensagens*

O caminho para a verdade começa nas Ruas Lotadas. Continue até ver um navio baleeiro ancorado. De lá, encontre o matadouro e a verdade será revelada a você na quinta casa.’
Através desta mensagem deixa por ela começo a pesquisar mais naquele ambiente"-Droga... a gente sem tempo tendo que descobrir charadas ainda... aff"*investigo pra ver até onde consigo chegar com as informações coletadas*

Ao entrar no quarto vejo como é magnifico...*Me deixo na cama por alguns instante pra sentir como é estar deitado nela, logo em seguida me levanto e vou até a escrivaninha onde achei a fita escondida e coloco no vídeo cassete para passar* -Ei Dario, venha ver isso..."-parece ser alguma coisa boa, estava escondido..."

Nahan percebia que começava a adentrar num universo inexplorado daquele ambiente, começando a vislumbrar brinquedos sexuais femininos assim como dos mais variados tipos; algemas, correntes, amarras, chicotes, vendas, mordaça, vibradores, analbrands, fantasias de couro, empregada, coelhinha, enfermeira, policial assim como também uma pequena pilha de fotos, algumas ela havia pintado o cabelo, outras se maquiado, ficando extremamente atraente.
"-uooouuu, não pensava que ela era assim... kkkk acho que ela gostava de ser dominada... querendo ou não isso ajuda a descobrir um pouco da personalidade dela... além de louca é claro kkkkk"* Sinto um pouco de excitação naquele momento*

Nathan Campbell & Dario Bernardo Pavan

25 de Dezembro de 1998, 00 hora 23 minutos. Zona Nobre de Nova York, Lexington, Apartamentos.


-Dario, encontrei algumas coisas que podem nos ajudar na investigação...*falo isso me sentindo levemente eufórico com as descobertas*

continuo a nossa conversa -Algumas coisas ainda não estão fazendo sentido pra mim, temos que juntar as nossas pistas pra melhor entendimento...*fico olhando e analisando as coisas que juntei*

- Eu não sei você, mas eu fiquei um pouco nervoso e desacreditado com tudo que vi naquela fita... não da pra acreditar 100% em tudo... é muita loucura...*faço um olhar de desacreditado no momento que falo*

Volto pra sala e junto todas as pistas que peguei até aquele momento... -Dario, acho que temos que resolver essas pistas antes de sairmos daqui, acho que não teremos outra chance pra voltar aqui...*olhar de preocupado com as descobertas*

Ambos pareciam encontrado novas informações sobre o que estava acontecendo... E era no ambiente mal iluminado do quarto que as coisas começavam a se tornar ainda mais confusas ou assustadoras. As luzes do cômodo inteiro se apagavam por completo. O Cdplayer parava de tocar subitamente quando vocês dois estavam reunidos novamente dentro do interior da sala, o local ficava silencioso. A televisão então começava a chiar consecutivamente de maneira estranha, vocês conseguiam ouvir várias estações e canais de televisão passando uma a uma, estações de notícia, programas, entrevistas, documentários. Consecutivamente, cortando frases.
- O que foi isso que acabou de acontecer... *falo assustado para Dario* "alguém está tentando passar uma mensagem pra nós?" - Que loucura!!! *falo espantado e ao mesmo tempo tentando entender*

Ao ver a banda tocando tento me lembrar se foi a mesma banda que vi quando cheguei na cidade, afinal tudo está louco nesta cidade..."Será que são os mesmos?"

"-Será que a anciã descobriu algo perturbador ou está alucinando? - A cada minuto que descubro alguma coisa começo acreditar que tudo isso possa ser verdade, ate onde essas informações vão nos levar?"


Última edição por Radamantys07 em Dom Fev 17, 2019 7:26 pm, editado 2 vez(es)
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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Dylan Dog Ontem à(s) 4:00 pm

O restante do apartamento parece normal. Ao menos parece o esperado para uma Toreadora.

Chegando no quarto, me deparei com quadros que continham números. Cada um representava uma cena. Talvez fosse a nova senha, talvez.

O closet continha uma infinidade de peças de roupa para todo o tipo de ocasião social ou íntima. Brinquedos sexuais denotavam que a Anciã era entregue aos prazeres mortais, como muitos de seu clã ela ainda era mais próxima dos mortais, no entanto, isso era o retrato de alguém que ela era. Definitivamente as descobertas apocalípticas dela a fizeram mudar.

Enquanto caminhava de um cômodo para outro notava que cada passo que dei nesse apartamento era motivado pelo pedido do meu mentor, alguém que eu respeito e que me ajudou, mas que no fim faz o que faz por respeito a uma hierarquia. Os do meu clã, creio que mais que qualquer outro, são muito apegados a hierarquia, aos estamentos da pirâmide.

Por ser um caitiff eu teria sido executado quando eu matei aquela prostituta. Eu nem tinha culpa de ser o que era, eu não havia escolhido, também não escolhi viver, Richard me salvou de um fim terrível com a esperança que eu fosse útil de outra forma para a Pirâmide.

Me tornei útil para sobreviver. décadas depois eu estava investigando, rastreando inimigos e sendo mandado as piores frentes de combate da Camarilla. Nunca era eu que escolhia, sinceramente não sei se um dia viria a escolher. Ajudei a matar muitos vampiros e poderia ser considerado um caçador da minha própria espécie, no entanto, eu estou aqui e posso escolher o que fazer, se existe redenção, eu a quero.

A música parava e a televisão enlouquecia novamente. Eu corria pra ver o que a televisão passava. Era uma mensagem bem clara de que a humanidade era o protagonista da história e que tudo o que estava acontecendo no mundo eram sinais do fim dos tempos.

- Nathan, não posso sair antes de saber tudo, acho que você pode levar minhas anotações para Richard junto com os livros que encontramos, isso pode agilizar as investigações - Entrego-lhe minhas anotações e a mala com os livros, exceto o diário da Anciã - Preciso da fita que você encontrou, ela pode conter outra pista do que pode ter acontecido com ela. Ah, pega - Entrego-lhe um papel com o número do meu celular - Caso precise me ligar.

Me voltei para o cofre aberto e peguei a segunda fita, antes de colocá-la no aparelho eu olhei pela janela para saber o quão avançada estava a noite e se estava perto do amanhecer.
Estando em horário razoável eu colocava a segunda fita e assistia. enquanto o aparelho ainda ajustava eu murmurei olhando pela janela - O que você quer de mim? Me mostre um sinal.
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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel Ontem à(s) 7:01 pm

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O Vale das Cinzas – Canon of the Eye
 
Eventos:
1 – O resultado da rolagem olhos do Caos está entre ‘aspas simples’.
2 – Continuação da narrativa e interpretações.
3 – Você ganhou um defeito, você só entenderá o porque do defeito se descobrir no fim da crônica, ou meio dela.
4 – Curiosidade matou o R.Gato (Brinks).
   
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Madeleine Burnier
   
Seus dedos passavam suavemente pela carta, enquanto tentava animar-se, fazer a inquietude retornar a si. A medida que seus sentidos eram aguçados levantando seus olhos ao desconhecido, você se via mergulhar em um turbilhão caótico, como estivesse submergindo em ondas turbulentas a medida que a profundidade e a escuridão se fazia. Você se sentia empurrada por forças desconhecidas para longe como uma violenta correnteza, forte, constante, robusta que envolvia seu corpo e sua mente e lhe jogava para dentro de um oceano profundo e escuro, porém, não antes de ter um ínfimo vislumbre.

‘Determinação era uma parte vital e assustadora nele que formava como uma parede indestrutível ganhando forma aos milhares de blocos que se formavam. Cada segundo de sua existência era consumido por instantes sonhando em despedaçar seus inimigos, como um monstro feroz saindo de uma jaula, um instrumento de violência que nascera de uma veia de determinação que é incorruptível, ver algo impossível de ser corrompido era surpreendente e assustador. Ele caminhava por cidades e elas se montavam em milhares de blocos de areia, passando, refazendo-se e desfazendo-se. Ele vem, ele vai, sem deixar nada para trás, além de angustia, desgraça e profunda tristeza, caminhando a até a vitória ser sua, um verdadeiro guerreiro por dentro, um guerreiro esplêndido, sua existência resumia-se a palavra Guerreiro, ele talvez fosse a definição da própria palavra. A visão era assustadora e magnífica, você tinha uma certeza plena em sua não-vida: Ele era o único e verdadeiro Guerreiro, nenhum humano ou cainita nunca representou a personificação tão profunda e existencial como ele, era sua natureza, sua essência, seu fundamento e não podia ser negada.’

Em meio a correnteza profunda a visão assustadora de um homem se formava como se estivesse pousando os pés sobre o abismo oceânico, sua face virava-se em direção a você e as palavras nunca foram tão claras, tão reais, tão audíveis em sua vida, como se estivesse ao seu lado. A visão era nauseante e você não sabia porque; porém sentia um forte sentimento de culpa naquele momento, a sensação de culpa era esmagadora e assustadora ao mesmo tempo, tomando ondas de arrependimento bruto enquanto sentia nojo de si mesma. A sensação de nojo se manifestava na forma também de arrependimento, mutuo como se tivesse abandonado algo importante, algo bonito, algo belo, uma sensação de perda se fixava logo em seguida relacionada a tristeza, como se tivesse perdido algo precioso, mais importante que sua vida, mais importante que todas as joias do mundo, mais importante que todos os segredos e todos os mistérios e a tristeza, desolação, perda e arrependimento vinham como uma onda veloz e brutal lhe atingindo diante da manifestação clara do homem a sua frente.
   
_______
Homem:


– Um aviso detetive. – *Você ouvia claramente a voz como se estivesse sendo falada em teu ouvido enquanto jurava ter sentido o toque dele em seu ombro. A sensação poderosa de ser agarrada pelos outros, livida, enquanto era sacudida fortemente por aquela existência espectral? Não podia ser, era algo maior, confuso, uma grandiosa aura brilhante. Ouro ardente misturado com os padrões brancos* – Corra detetive, corra.

E quando você olhava em direção as suas mãos a carta havia se desfeito em pequenos blocos, cinzas. Diante de Gael na sala você percebia sua face surpresa e em seguida um pouco preocupada enquanto ele retirava um lençol e começava a limpar os seus olhos.

– Meeeeeu Caralho, *Dizia Gael olhando pra você com a boca cheia. Enquanto fitava a carta se desfazendo em suas mãos. Ele engolia em seguida quase entalando e batendo forte a mão no peito para evitar entalar. Tossindo um pouco* – Onde você aprendeu a fazer isso? – *Ele dizia olhando para a carta se desfazendo em cinzas* – Eu vou conseguir um dia também?

A expressão de Gael rapidamente mudava um pouco e você percebia uma preocupação na face dele e em sua voz. – Você também? Madeleine?

Ele falava retirando um lençol e levando em direção ao seu rosto, sangue, limpava sangue que havia escorrido através de seus olhos, consideravelmente. Gael tomava cuidado ao limpar o sangue que escorria dos seus olhos bastante preocupado agora com o que estava vendo, com certo cuidado e certo carinho ele fazia isso pensativamente, quando então em seguida pegava a sua mão e olhava para a palma dela por alguns instantes. – O que tá acontecendo? Madeleine?

Ele falava segurando suas mãos enquanto olhava para elas assustado. Existiam chagas nas suas mãos e escorriam sangue delas. Sangue vertida, você sangrava das órbitas de seus olhos, as palmas das mãos. Você percebia isso aos poucos a medida que a sua visão tornava-se obscurecida pelo sangue vertente de seus olhos e o sangue escorria através das palmas de suas mãos. Diante do espelho da sala era possível vislumbrar seus olhos escorrendo sangue vertente como lágrimas, e suas palmas das mãos como chagas.

Não existia nenhuma explicação para o que estava acontecendo além da confusão inerente do momento. Confusão. Era o que se resumia a forma conturbada em que a sua visão havia se manifestado. Em seguida você ouvia fortes batidas na porta de seu apartamento, batida forte seguida três vezes, quase violentas, assustado Gael que olhava para porta.
 
_______
Madeleine: (Reserva de Sangue 15/13; Níveis de Vitalidade 7)
Rolagem de Dado:

     
_______
Dados: 9 (Olhos do Caos)
Madeleine rolou 2 dado(s) com dificuldade 8 para (Percepção + Ocultismo) e obteve 4 sucesso(s): {(4, 6, 5, 9, 9, 2, 7, 10, 10)}
Especialização: Experiente, Detalhista, Sinais
Re-rolar 10: sim
Ignorar 1: não

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Dados: 2 (Teste de Virtude)
Madeleine rolou 2 dado(s) com dificuldade 8 para (Consciência) e obteve 0 sucesso(s): {(1, 3)}
Re-rolar 10: não
Ignorar 1: não
   
_______
Estigmata (2 pontos) - Defeito
Você sangra constantemente de ferimentos fantasmas; apesar de sua pele ficar intacta, você sangue. O sangramento é fraco, mas constante, custando a você um Ponto de Sangue extra por noite (contado logo antes do amanhecer). Se você sangra de locais visíveis (como na palma da mão, um lugar comum de estigmatas), todos os seus testes Sociais tem a dificuldade aumentada em +1, apesar de alguns vampiros levarem mais a sério a sua reputação como vidente.
A versão de 4 pontos deste Defeito significa que você sangra das orbitas de seus olhos; isso obviamente faz com que seja quase impossível transitar entre os seres humanos normais sem ser notado e é incomodo para os outros Cainitas (a Dif. é aumentada em +2 ao invés de +1 nos testes Sociais). Alem disso, o sangramento constante interfere com sua visão, aumentando em +1 a dificuldade de todos os testes de Percepção Visual.
(Vampiro, a Máscara; Clanbook Malkaviano 3ªed, pág. 66)
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Última edição por Samuel em Dom Fev 17, 2019 7:08 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel Ontem à(s) 7:06 pm

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O Vale das Cinzas – Canon of the Eye
   
Eventos:
1 – Segue interpretações dos jogadores e vídeo da primeira fita.
2 – Leiam até o final, após o vídeo terminar.
2 – Apos vídeo, segue outra parte das interpretações.
   
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Nathan Campbell & Dario Bernardo Pavan: Parte – 1
   
25 de Dezembro de 1998. Zona Nobre de Nova York, Lexington, Apartamentos.
   
Nathan escreveu:
Ao entrar no quarto vejo como é magnífico… – *Me deixo na cama por alguns instantes pra sentir como é estar deitado nela, logo em seguida me levanto e vou até a escrivaninha onde achei a fita escondida e coloco no videocassete para passar*– Ei Dario, venha ver isso…" – *parece ser alguma coisa boa, estava escondido…*  – Dario, encontrei algumas coisas que podem nos ajudar na investigação… – *Falo isso me sentindo levemente eufórico com as descobertas*
   
O quarto permanecia silencioso durante algum tempo enquanto Dario se dirigia ao encontro de Nathan com passos apressados. O local permanecia silencioso durante mais algum tempo enquanto Nathan ligava a televisão e introduzia uma fita no videocassete. Era um local aconchegante e acolhedor. E durante o silêncio daquela noite e resposta vinham ganhando forma a medida que as cenas da fita passavam confusas inicialmente, a gravação inicialmente parecia ser pessoal e completamente acidental, porém logo, elas ganhavam forma a medida que o vídeo prosseguia.
   
E tão longo quanto era, assim quando terminasse, vocês perceberiam que o mundo era um lugar muito maior do que imaginavam.
   
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Vídeo
     
Quando a gravação iniciava vocês se deparavam com uma cena um tanto quanto surpreendente. Ellena, vestia uma lingerie negra com sutiã semitransparente adornando os seios, uma calcinha de renda apertada com uma cinta liga conectando uma meia-calça 7/8, seu rosto estava bem maquiado, dando uma tonalidade rosada, seus lábios tingidos de batton vermelho vivo e as unhas pintadas da mesma cor. Ela estava de joelhos no chão em frente a cama King Size, de quatro, bem ao lado da cama, permitia ver um par de algemas prendendo suas mãos, seus olhos estavam vendados. Seus cabelos caindo de lado ela com ruivo levemente desbotado, tingido recentemente.
   
Ivan caminhava até ela e começava a chicoteá-la nas costas e nas nádegas enquanto ela inclinava mais o corpo, quanto mais forte o chicote batia contra a sua pele, mais ela gemia e implorava pedindo por mais. A cena continuava por vários minutos em que ela continuava sendo açoitado. Os dedos dela se moviam contra as algemas excitada apertando enquanto as pernas se fechavam empinando ainda mais o quadril pare ser punida.
   

   
Ivan se sentava na cama colocando o chicote de lado. Ellena então se ajoelhava encolhendo-se um pouco e beija os pés dele, subindo lentamente em pequenos beijos carinhosos e esticando-se para beijá-lo no pescoço. Ele tirava as algemas devagar, colocando-a no colo e dando-lhe um pequeno beijo enquanto passava a mão por seus cabelos apertando-o. – Eu queria continuar nossa brincadeira, mas eu preciso sair querida. – *Ele dizia passando o dedo em seus lábios.*
   
Ellena levava o dedo ao lábio e mordia provocativamente passando dentre a boca, atiçando-o enquanto passava a mão entre as pernas dele – Você podia ficar mais um pouquinho, eu preparei tudo, câmera, a roupa. Eu fiquei perfeita e fiz tudo perfeito para hoje… e… eu ainda me sinto uma menina má que precisa ser disciplinada. Não fui punida o suficiente por você. – *Ela mordia os próprios lábios excitada e desejosa* – So um pouquinho mais, prometo ser boazinha e fazer tudo que você quiser, como quiser da forma que quiser, como uma boa putinha para você foder.
   
Ivan passava a mão no próprio pescoço apertando forte e tentando não olhar diretamente para ela enquanto engolia em seco, respirando fundo. – Você é um demônio em pele de mulher Ellena.
   
Ela abria um grande sorriso de canto olhando-o maliciosamente. Ela então se esticava pegando o chicote com a boca e ficando ajoelhada em frente a ele com as duas mãos juntinhas sobre os joelhos.
   
– Não. – *Ele falava se levantando e suspirando fundo enquanto comprimia os dedos sobre os olhos virando em direção ao nada* – Eu disse que hoje precisava sair cedo, eu tenho uma viagem importante com associados e não posso perder a hora.
   
Ela permanecia ajoelhada naquela posição, fazendo uma carinha estranhamente pidona enquanto ao mesmo tempo era perturbadoramente atraente, como se estivesse implorando para ele ficar. ‘Ela não tinha o menor controle sobre ele?’ Era uma impressão forte que esse momento passava. Ele se virava segura o queixo dela olhando-a fixamente nos olhos e lhe dizendo – Se comportar que será recompensada, eu voltarei logo. – *Ele retirava o chicote dos lábios dela e colocando em cima da cama.*
   
Ela fazia uma careta e mordia os lábios de canto desviando os olhos – Eu não deveria ter deixado você juntar aquela ordem de feiticeiros. Agora vive cheio de si, fazendo o que quer, dizendo o que quer na hora que quer, como quer. – *Ela resmungava reclamona*
   
Ele ria um pouco achando o momento engraçado em seguida tocava seu rosto, seu queixo, lentamente para virar o rosto dela em sua direção. Ela fazia algum esforço, um esforço fingindo e em fim suspirava virando para ele com ‘cara feia’. – E você não gosta disso? – *Ele dizia rindo.*
 
Ela mordia os lábios de canto abrindo um meio sorriso, mas não dizia nada por alguns instantes, apenas ajeitava os cabelos de canto e então complementava – Não posso dizer que não me deixa excitada sentir você no controle.
   
Ele ria um pouco enquanto ia em direção ao banheiro, provavelmente ao closet, voltando trazendo algumas peças de roupa masculinas e se vestindo enquanto ela observava em cima da cama deitada agora movendo as pernas no ar pensativamente.
 
– Quanto maior o extress, quanto maior a responsabilidade, quanto maior sua influência, poder ou controle extremo que tem sobre suas vidas, maiores são a vontade de perder o controle, mais relaxante é ser comandada. – *Ele falava colocando uma gravata e dando um nó enquanto a olhava.* – Não precisa se preocupar, eu voltarei logo, prometo.
 
– Oh, desde quando virou psicólogo? *Ela falava se virando na cama e se ajeitando no travesseiro.*
 
– Aprendi com Herbet J. Freudenberger, ou você esqueceu do meu velho amigo? Não se preocupe querida, logo eu volto, deixe-se sentir um pouco essa sensação de ansiosidade, desejo, um pouco dessa frustração, contando os segundos em que você é obediente e espera ansiosamente por minha vontade. – *Ele terminava de se arrumar se aproximava para dar um beijo em seus lábios que era bem retribuído.*
 

 
Ele em fim saia… a gravação continuava por quase mais cinco minutos com Ellena deitada na cama pensativa com a mão na testa enquanto observava as próprias unhas… Então ela levantava-se caminhando pelo quarto. Ellena tinha um andar elegante e sensual, um corpo bem treinado em cada gesto ou dicção, era como assistir ao desfile informal de uma modelo. Andando pelo quarto indo em direção ao banheiro, retornando com um roupão, um robe negro que cobria todo o corpo e fitinhas rosadas enquanto trazia em seus braços uma ‘pelúcia’, um boneco, um ursinho.
 
Ela pulava na cama abraçando e beijando várias vezes – amo, amo, amo, amo, amo, amo, amo, amo. – *Ela dizia apertando-o desesperadamente, era um amor um tanto quanto possessivo, e ao mesmo tempo puro, extremamente intenso, mas, ao mesmo tempo, de certa forma verdadeiro em cada detalhe apaixonado, invejável.*
 
– Você é tão mal comigo, adoro quando é malvado comigo, me dizendo o que fazer… eu queria mordê-lo, arrancar um pedaço, – *Ela falava sozinha passando os dedos levemente por cima ursinho, provavelmente fingindo que falava com ele, ou apenas consigo mesma.* – Quebrar seu joelho e arrastar você a força enquanto grita sabendo que não pode fugir de mim. Quebrar os seus dedos um por um, só de pensar que já se interessou por outra mulher… – *Ela falava lentamente passando os dedos pelo ursinho enquanto o fitava de canto pensativa.* – Amo tanto, tanto que você me deixa louca, obsessiva, possessiva, agressiva e insana. – Ela sorria de canto e dava um beijinho no boneco* – Ainda assim, me rende como correntes que me coloca aos seus pés para fazer todos os seus desejos, que faz quase meu coração frio se aquecer e voltar a bater mais uma vez, quente, livida, queimando como uma ferida ardente e exposta, todos os seus desejos, todos os seus caprichos, tudo que você quiser. – *Ela abraçava o ursinho fortemente apertando entre os braços*
 
– Meu, meu, meu, meu, meu. *Ela falava em tom baixo começando a ser tomada pela tristeza.*
 
E em seguida dava um pequeno beijo, colocando a mão em seu próprio rosto levemente pensativa enquanto suspirava e se ajeitava. A tristeza crescia em sua face, como se se sentisse sozinha, solitária, apertava-o mais forte ainda contra o corpo, passando a mão no ventre pensativa, observando a própria barriga… As lágrimas começavam a escorrer através de seus olhos, escorrendo em sangue, tomada por uma profunda tristeza enquanto passava a mão sobre seu ventre, vazio, morto, infértil. Em meio as lágrimas ela apertava mais ainda cantando começando a cantar baixinho*
   
_______
Música:Link
   
Letra:

Em primeiro lugar… Vou dizer algumas palavras que estão em minha cabeça…
Estou cansada e irritada com o jeito que as coisas têm acontecido, oh-ooh…
O jeito como as coisas têm acontecido, oh-ooh…
Em segundo lugar… Não me diga o que você acha que eu poderia ser…
Sou aquela que navega, eu sou a mestre do meu mar, oh-ooh… O mestre do meu mar, oh-ooh…
Eu estava quebrada desde muito jovem… Levando minha alma para as multidões…
Escrevendo meus poemas para os poucos… que me olharam, me levantaram, me sacudiram, me sentiram…
Cantando através do coração vindo da dor… pegando minhas mensagens através das minhas veias…
Falando minhas lições vindas do cérebro…. Vendo a beleza através da… Dor!…
Você me fez, você me fez um crente… Dor!… Crente. Dor!…
Você me quebra, você me constrói, crente, crente… Dor!…
Terceira coisa: Kre para aqueles que estão lá em cima… Todo o ódio que você sentiu…
Transformou seu espírito em um pombo, oh-ooh…
Seu espírito lá no céu…
Eu me engasgava na multidão… com meu cérebro nas nuvens… caindo como cinzas no chão…
Esperando que meus sentimentos se afogassem… Mas eles nunca se afogaram, sobreviveram, livres e soltos… Inibidos, limitados… Até que tudo foi destruído e a chuva caiu….
A chuva caiu como… Dor! Você me fez, você me fez um crente…  
Dor!…Você me destrói e me constrói, você me fez, você me fez um crente…
Dor!…  Oh, deixe as balas voarem, oh, faça-as chover…  Minha Sorte, meu amor, meu Deus, eles vieram da…
Dor!…  você me fez, você me fez um crente…
Última coisa… Pela graça do fogo e das chamas… Você é a face do futuro… O sangue em minhas veias, oh-ooh…
O sangue em minhas veias, oh-ooh… Mas eles nunca se afogaram, sobreviveram, livres e soltos… Inibidos, limitados… Até que tudo se abriu e a chuva caiu…
A chuva caiu como… Dor!… Você me fez, você me fez um crente…  
Dor!… Você me destrói e me constrói, você me fez, você me fez um crente…
Dor!.. Oh deixe as balas voarem, oh, faça-as chover…
Minha vida, meu amor, minha motivação, eles vieram da…
Dor!…  você me fez, você me fez um crente…
   
_______
Ela limpava os olhos vermelhos que escorriam em sangue tentando forçar um meio sorriso. – Queria ter um bebe, queria ter um bebe seu, bebe nosso –  *Ela dizia abraçando o urso várias vezes enquanto comprimia as pernas uma contra a outra;* –Qqueria um bebezinho dentro do meu ventre, chutando, sabendo que sua semente cresce quentinha dentro de mim. – *Ela murmurava tomada pela tristeza.*
 
Então ela parava, levantando-se um pouco e apoiando o corpo com as mãos sobre o colchão. Pensativamente, tomada por uma expressão triste e ao mesmo tempo contemplativa, colocando a mão sobre o peito como se estivesse sofrendo, sofrendo a muito tempo. Em seguida levava as costas da mão ao rosto e limpava as lágrimas vermelhas feitas de sangue.
   

 
Depois de um tempo quando finalmente se recomponha…
 
– … Talvez… – *Ela esticava a mão em direção ao telefone, tocava e tocava durante longo tempo, durante cada segundo que a ligação tocava ela mordia a unha insistentemente ansiosa, mordendo e mordendo enquanto começava a ficar apreensiva.*
   
– Eh… hey, querida, sou eu… Não, não… está tudo bem… apenas estou um pouco triste… – *Ela falava se deitando de costas e enrolando os dedos no fio telefônico.* – Tudo tem corrido bem. Eu e Ivan…. O de sempre, sempre correndo contra o tempo, como se fosse um carrasco para nos dois… – *Ela suspirava fundo olhando para o teto.* – Claro, graças a você e ao seu homem, – *Ela dizia rindo um pouco mais animada e se virando de costas para câmera, definitivamente ela tinha um corpo lindo e uma bunda perfeita, tão bem empinada em direção a câmera e marcada pelo roupão*.
 
– Bem, bem, querida, querida, como tem passado você e seu macho? – *Ela perguntava provocativa jogando os cabelos de lado enquanto se ajeitava na cama.* – Como assim macho? Simples, você é uma cadela e cadelas tem macho, au, au. – *Em seguida ela sorria de maneira bem sacana e começava a falar, imoral e sensual.* – Oh, mestre, fode a sua cadelinha, fode, me fode, isso, assim, sou sua cadela treinada, segura minha coleira e me fode de quatro. – *Ela falava de maneira implicante.*
 
Ela começava a rir bastante se virando e se espalhando na preguiçosamente cama…
   
– Que coisa feia, rosnando pra mim, parece que ainda não foi domesticada. – *Ela fica ainda mais implicante* – Ora, nossa…. Nossa… que deselegante, onde você aprendeu tanto palavrão? Pode ofender, não ligo, oh, sim, sou sim uma vagabunda de carteirinha registrada, uhum, definitivamente, eu devia ser empalada pelo rabo? Ah, queria já fui, mais vezes que você pode imaginar… Aham… aham, com certeza. Ah? Sim, uma puta enrustida?!
 
*Ela ria ainda mais* – Querida, você sabe que eu te provoco só porque eu te adoro; mas a única diferença entre nós é que eu não finjo ser puritana por fora, por trás de toda essa fachada seria e altiva, no fundo, nós duas sabemos, se ele estalar os dedos e sobiar você vem correndo, fica de quatro e ainda dá a patinha…
   
– Euuuuu? – *Ela fingia indignação e colocava a mão no peito, gesticulando* – Claro que sim. Eu faria isso e muito mais… E não adianta me ofender, eu sei muito bem o que eu sou, agora você por trás dessa sua fachada de santinha que adquiriu; toda altiva, nobre e recatada, nós duas sabemos em que altar você senta para rezar gritando amém. – *Ela ria um pouquinho tapando os lábios, para abafar a risada.*
 
– Claro que minha língua é venenosa como uma cobra, esqueceu em que meio eu ando? Logo eu. – *Ela sorria se divertindo.* – Querida, estamos velhas demais para sermos recatadas nessa altura do campeonato. Vamos parar de fingir que estamos em um baile de máscaras e conversar comigo amigas.
   
Ela ficava quieta um tempo em seguida enrolando o dedo no cabelo ouvindo. – Hum… eu sei, eu sei, eu sei. Aham, ele anda se livrando de putas iguais a mim? Nossa, pensei que ele só recolhesse cadelas iguais a você. – *Ela colocava a mão na boca e ria de canto bem maliciosa.* – Desculpa, desculpe, Ivan saiu e eu fico assim, você sabe, você também fica nervosinha quando acontece o mesmo contigo… É, eu sei, é. Um dia deveríamos combinar de amarrar eles e prender numa ilha… Onde ele foi? Ele foi resolver alguns assuntos importantes com aquele grupo, algum tipo de reunião.
   
– É, eu sei, eu sei… – *Ela suspirava se ajeitando na cama e se enrolando nos lençóis.* – Eeeh, deve ser difícil ser apaixonada por um caçador de vampiros. O relacionamento de vocês não é complicado? Como que vocês deram certo, me pergunto até hoje. Quer dizer, acho a historinha de vocês linda, a Fera e a Bela, bem, no caso A Fera e o Cavaleiro Branco, – *Ela dizia rindo um pouco* – … vocês são perfeitos, você queria morrer sozinha, tomada pelo ódio, amargura e pela selvageria, ele segurou sua mão, lindo, magnífico, o caçador de monstros e o monstro, apaixonados! – *Ela falava balançando as pernas no ar.* – E hoje em dia vocês vivem num castelo, é romântico, é perfeito, um casal lindo, exótico!
 
A conversa parecia seguir durante um bom tempo enquanto Ellena apenas ouvia rindo divertidamente, agora pareciam ter uma conversa amigável…
 
*Ela ficava quieta alguns instantes e em seguida começava a gargalhar.* – Você deve foder igual a uma cadelinha no cio falando assim dele. Você fica lambendo o sangue dele ou ele já colocou em uma vasilha para você se alimentar? Já foi bem domesticada assim? Ele não te deu uma coleira de noivado ou deu? – *Ela falava provocando muito e enquanto começava rir sem parar.*
 
– Calma, calma, calma, calma nervosinha, eu estou brincando, você sabe que eu não resisto a implicar com você… hum… eu sei sim… também te odeio… claro… deixa de ser boba… Hum? E o Ivan? Não, não, não mesmo, ele não fica atrás, eu o empurraria dentro do meu ventre até entalar pela garganta se fosse possível…
 
– Hum… sei… aham… claro que sexo é bom, mas quando eu o mordo e sugo seu sangue junto ao sexo, fica melhor ainda… O sangue do Ivan é especial? Nunca mordi um mortal assim, ele se cuida, não fuma, não bebe, malha, tem alimentação regrada, mas o que torna diferente é que é naturalmente delicioso, agonizante, eu tenho que me controlar para parar de beber, eu realmente tenho que me esforçar muito para conseguir parar. – *Ela falava esticando o dedo e enrolando mais um fio de cabelo em seus dedos.* – Huh, ele também? Com essa descrição ele parece uma cornucópia, então, com certeza. Cornucópias são raras demais, fala a verdade, você é viciada no sangue dele? –  *Ela começava a rir muito alto.*
   
Ela se espreguiçava se ajeitando confortavelmente na cama.
   
– Ahahahaha, claro ouvi tudo, tem pouca coisa que eu não saiba. Que homem, heim, sabia que classificaram ele agora como inimigo da espécie vampírica? – *Ela se esticava na cama preguiçosamente revirando e olhando para o teto…* – Se eu tenho alguma novidade do Circulo Interno da Camarilla? Passou novas diretrizes, ele consta na lista como um inimigo da espécie vampírica, e ninguém deve confrontá-lo em hipótese alguma, os mais antigos entre nos fecham as portas quando ele aparece na cidade e qualquer vampiro que de a mais leve pista sobre suas atividades, se torna alvo de uma caçada de sangue.
   
– É…  sim… com certeza… É um fato. – *Ela dizia se virando de lado e colocando a mão no quadril.* – Sim, eu sei, eles estão desesperados, agora: A Lei dita que todos devem deixá-lo agir a vontade, na esperança que acabe acreditando que todos os vampiros finalmente foram mortos. – *Ela se esticava na cama King Size se esparramando enquanto olhava as unhas pensativamente.* – Eles são muito burros, claro que alguns de nos e algumas de nos está com a Inquisição, até parece… Eles não vão esquecer tão cedo porque a Lei da Máscara foi criada, com todo respeito, foi pra proteger eles de monstrinhos como o seu marido.
   
Ela se sentava e se ajeitava cruzando as pernas se inclinando para trás e apoiando com a mão as costas. – Claro que não acho ele um monstro, não. Ele é um homem de bom coração, um exemplo para os outros mortais. É só jeitinho de falar. Não, não, não querida, estou falando além do fato obvio de você ser exatamente o que ele Caça e Mata… Para uma Gangrel você fica muito nervosinha com qualquer coisa, parece até a Ralé daqueles Brujah… – *Ela movia as pernas estrelando a ponta dos dedos.* – É… eu soube completamente, éhh… Ivan também me deixa mais tranquila. Você tem que tenta não entra em frenesi… sorte sua que ele estava la para te acalmar. É eu sei… Nossa… com um tapa? Isso explica porque é uma luta bem injusta, não tem como vencer aquele triturador de carne quando se perde todos os poderes. Eu não sabia que ele era tão forte… bem… dizem que tapa de amor não doí. – *Ela começava a rir bastante.* – Você gostou do tapinha? Fala se você gostou? Vai! Me diz? Sei que você anda atrás dele balançando o rabinho como uma cadela no cio. Quase como uma cachorrinha abandonada, vamos, fala logo, pode falar tudo, fala safada, eu sei!
   
Ela começava a rir bastante, deitando-se de frente em seguida. Se fosse humana provavelmente teria engasgado nesse momento diante da quantidade de risadas que havia dado. Ela ria bastante em seguia não conseguindo se conter, gargalhando alto até se recompor. – Oh, sem enrolação? Porque eu liguei?
   
– Bem, bem, eu liguei por outro motivo… eu queria te perguntar, você saberia alguma maneira, ou se existe a possibilidade de que os mortos engravidarem? Apenas por curiosidade, sabe… eu… bem… estive pensando sobre a minha condição… e a bastante tempo, isso tem me feito mal… Seu marido é um feiticeiro muito poderoso, a magia dele supera a daquela capelazinha fracassada dos Tremere, talvez ele saiba de algo, sabe?
 
Ela perguntava se levantando e sentando-se na cama de lado com joelhos dobrados enquanto se apoiava na mão direita. Definitivamente ela era uma obra de arte, uma musa, que subitamente de surpresa quase caia para o lado da cama enquanto se apoiava e se levantava parcialmente com os cabelos sobre o rosto.
 
– Porque você nunca me disse isso antes?! Como assim eu não perguntei?! Ora sua cadela do mato… porque você escondeu isso de mim e nunca me disse? Não, não, não, não, espera… espera, por favor… Como assim pode vir que eu te corto em pedaços? Querida, você pode ser tão velha quanto eu, mas ainda te encho de porrada só com o tamanco. Ah, é? Dúvida? Não, espera… espera… tudo bem… Tudo bem, me desculpa, me desculpa.
 
Ela ouvia silenciosamente durante algum tempo enquanto ficava com a unha na boca, extremamente absorta em pensamentos.
 
– É a gravidez? Onde você está agora? Eu estou indo para ai agora querida, você e eu precisamos ter uma longa conversa. Não, não, não eu explico quando chegar ai. – *Ela dizia pegando novas peças de roupa e se vestindo em um pé só enquanto quase tropeçava enrolada nos fios.* – Quantos partos você já fez? O que?! Como assim eu não sabia que ele era amigo das Múmias? Obviamente eu não sabia. O que Nefertiti tem a ver com isso? – *Ela quase caia atrás da cama enquanto se vestia apressada* – Querida eu vou pegar meu jato e estou indo agora pra ai, nesse exato segundo, não se mova, não se mexa, não ande, não saia um milímetro do lugar.
 
– O queeeee??? Não mesmo, dane-se qualquer compromisso, somos amigas não? Não ouse! Eu caio de jato em cima da sua casa se sonhar em colocar elas duas belezas que chama de pernas fora dela… Oh, graças a Deus, eu te adoro, te adoro mesmo, obrigada! Estou indo!
 
Tão apressada e extasiada ela tropeçava tentando colocar o salto alto enquanto arrumava um vestido longo, recompondo-se agarrando a bolsa apressada, em seguida virava-se em direção ao ‘ursinho’ e agarrava ele levando – Não posso esquecer, vamos! – *Ela falava rindo de pura alegria e saia do quarto*.
 
A gravação contínua por mais algum tempo com o cômodo do quarto vazio até que finalizava por falta de espaço de vídeo.
   
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Nathan Campbell & Dario Bernardo Pavan: Parte – 2
   

   
Se fosse verdade o que parecia passar na gravação que aparentemente foi esquecida e guardada, a revelação era fundamentalmente assustadora. Era um momento profundo onde o quarto apenas permanecia iluminado pela luz da Televisão ligada onde nada era transmitido. O que era A Inquisição? Vulgarmente, supostamente, eram humanos caçadores de bruxas ou servos do demônio? Pelo menos era o que dizia o senso comum e as aulas de história. A cabeça de vocês ficava apertada com aquele vídeo, vampiros trabalhando para caçadores de vampiros? Vampiros trabalhando com essa, suposta, Inquisição? A lei da Máscara havia sido criada para proteger os antigos mais velhos dos caçadores de vampiro? Humanos usavam magia? Algum tipo de feitiçaria? Um humano, caçador de vampiros derrubou segundo ela uma outra matusalém com um tapa? Uma vampira havia tido filhos? Como? Quantos?
   
Era inacreditável, era confuso, era assustador ao mesmo tempo pensar que o mundo podia ser milhares de vezes maior do que o que vocês imaginavam e existirem coisas que duvidariam cegamente de suas existências. Dario então, levantava-se caminhando pelos corredores e seguindo em direção ao cofre para recolher a fita final e o bilhete. Ainda existia um cofre interno, provavelmente guarnecido por outro detonador. O que mais esse lugar poderia revelar? O que era verdade o que era mentira, o que existia diante de tudo isso a frente de seus olhos? As questões pareciam vir sem fim, uma atrás da outra.
   
Nathan escreveu:
Continuo a nossa conversa – Algumas coisas ainda não estão fazendo sentido pra mim, temos que juntar as nossas pistas pra melhor entendimento… – *Fico olhando e analisando as coisas que juntei.* – Eu não sei você, mas eu fiquei um pouco nervoso e desacreditado com tudo que vi naquela fita… não dá pra acreditar em tudo… é muita loucura… – *Faço um olhar de desacreditado no momento que falo.* – Acho melhor irmos agora, essas informações não podem cair em mãos erradas… acho que isto é só o começo… – *Falo isso um pouco preocupado.*

   
Dario escreveu:
– Nathan, não posso sair antes de saber tudo, acho que você pode levar minhas anotações para Richard junto com os livros que encontramos, isso pode agilizar as investigações – Entrego-lhe minhas anotações e a mala com os livros, exceto o diário da Anciã  – Preciso da fita que você encontrou, ela pode conter outra pista do que pode ter acontecido com ela. Ah, pega – Entrego-lhe um papel com o número do meu celular – Caso precise me ligar. *Me voltei para o cofre aberto e peguei a segunda fita, antes de colocá-la no aparelho eu olhei pela janela para saber o quão avançada estava a noite e se estava perto do amanhecer. Estando em horário razoável eu colocava a segunda fita e assistia. Enquanto o aparelho ainda ajustava eu murmurei olhando pela janela.
   
Dario virava-se em direção a janela. Era noite, tarde ainda, existiam longas horas ainda antes do amanhecer, porém a noite passava voando, o tempo era uma coisa valiosa, a noite havia começado e vocês agora assistiam-na voar como o pêndulo de um relógio. Assista a contagem regressiva até o fim da noite e início do dia. Era tão irreal observar o tempo passar através da janela. O relógio parecia sugar toda a vida do mundo regressivamente, era tão surreal. Uma sensação confusa, sensação preocupante.
   
Dario escreveu:
– O que você quer de mim? Me mostre um sinal.  – *Dario dizia olhando pela janela.*
   
O olhar pela janela era petrificante. Nathan percebia Dario congelar como se tivesse parado no tempo, mais apático, mais letárgico e mais morto que qualquer vampiro que você havia visto em toda sua vida, se estivesse um pouco mais pálido definitivamente poderia ser confundido com uma estátua adornando o ambiente.
   
A visão clara da janela era possível ver um parque escuro em meio a noite, completamente mal iluminado a essa hora. Existiam algumas árvores encobrindo completamente a região. Olhando atentamente não era fundamentalmente um parque, era uma praça demasiadamente longa e grande, alguns bancos muito bem colocados estavam espalhados por todo ambiente, alguns locais ao qual poderiam servir para alocar bicicletas e um pequeno estacionamento para carros e motos lateral, lixeiras espalhadas ocasionalmente pelo local com logotipos, provavelmente de lixo para ser separado, coleta reciclável.
     
25 de Dezembro de 1998. 00 hora 45 minutos. Zona Nobre de Nova York, Lexington, Apartamentos.
 
A visão então era perturbadora, deixando Dario pasmo, uma pequena árvore entrava em combustão instantânea, ficando em chamas e pegando fogo, porém ela não era engolida pelas chamas nem mesmo queimada e frente a árvore uma das várias mesas colocadas la. Uma mesa, um tabuleiro de xadrez, estava alguém, sentado, com a mão posicionada ao queixo de costas a árvore, como se fosse algo completamente natural. A mulher levantava os olhos em direção a janela, exatamente por onde vocês olhavam para ela e permanecia em silêncio, com a mão no queixo, pensativa. Olhando fixamente para vocês. 'O que você quer de mim? Me mostre um sinal.' Isso definitivamente parecia um.
   
Os olhos de Nathan e Dario piscava por um instantes completamente abismados com aquela cena, quando percebiam estavam no centro do pequeno parte, frente ao banco onde a mulher estava sentada, vocês dois estavam sentados um ao lado do outro, na cadeira a direita Dario, na cadeira a esquerda Nathan, frente a vocês do outro lado do tabuleiro de Xadrez estava a mulher olhando para vocês dois fixamente nos olhos. Ela era extremamente linda, perfeita, sua expressão, seu sorriso, sua face, sua existência exalava o significado da perfeição e divinação absoluta. Era difícil não olhar para ela. E atrás dela uma pequena árvore em chamas.

–  Ignorem a árvore em chamas, – *Ela fazia referencia a árvore em que as chamas se dispersavam* – Se bem que vocês precisavam ter visto Moisés, e dizem que eu não tenho sendo de humor.
   
Ela era... Fascinante, capaz de fazer qualquer indivíduo entrar num transe hipnótico apenas em direcionar o olhar a ela e isso apertava o coração de vocês ao encara-la... Ela era... cativante, cada um dos seus gestos por menores que fossem eram quase hipnóticos e vocês acompanhavam observando a perfeição em cada um dos seus detalhes enquanto eram tomados por uma sensação arrebatadora e talvez, pelo resto de suas vidas e da eternidade fosse difícil esquecer aquela visão e sua influência... Ela exalava uma aura, Impressionante, uma essência, uma postura, irreverente em que faria os mortais se curvam, admirados, onde um simples gesto poderia fazer com que eles fugissem em pânico, dependendo de suas ações e de situação, podendo até mesmo serem vítimas de um episódio psicótico ou extático, simplesmente de observa-la, nações inteiras se curvariam diante Dela. Era difícil descrever sua Presença Imperiosa, relaciona-la um rei? Não, um rei não era digno o suficiente ser comparada a ela, ninguém o era. Ela era, incrível e vocês nunca sentiram tanto medo inerente as suas existências profanas, pavor, terror e ao mesmo tempo, um amor imensurável, um amor intenso e acolhedor, milhares de vezes mais aconchegante que o de uma mãe. Ela exalava uma Aura Intensa, fervilhante que ofuscava sua aparência que era fundamentalmente etérea. Seus encantos tinham uma qualidade intrínseca que faz com que vocês a enxerguem através dos próprios ideais, podendo discordar quanto à sua aparência exata. Ela era encantadora, vocês se sentiam estupor, êxtase, tomados por uma sensação mesmerizante, capaz de atordoadar as mentes daqueles que a observassem. Divina, a pessoa mais bela que poderia existir, mesmo que fugissem, ainda assim não podem esquecer da sua imagem, como se estivesse desenhada no fundo de suas mentes.
 
Aos poucos quando a confusão parcialmente passava e vocês entendiam exatamente onde estavam, ambos, percebiam então, três copos de café fumegantes sobre a mesa de Xadrez. Ela então estendia a mão para um deles e tomava um gole, abrindo um sorriso de canto enquanto os olhava serenamente, transmitia calma e tranquilidade e vocês, sentiam-se calmos, apesar de tudo.
 
– Bebam, eu mesma fiz. Café é algo divino, se cada grão for semeado e preparado com dedicação e amor. – *Ela tomava um gole de café lentamente, pensativa e abria os lábios para falar, abaixando a xicara. Olhar era era direcionado a Nathan e ela falava observando por um breve momento.* – Sinto muito pelo que aconteceu meu querido. – *Ela dizia colocando a mão sobre sua palma. E você sentia uma sensação acolhedora, ao mesmo tempo, quente, fria, paradoxal, sensação era aconchegante, porém ao mesmo tempo, ausente, como se ela sequer estivesse ali. – Quanto seu seu pai é uma pena muito grande o que tenha acontecido, principalmente pelo que sua mãe teve que passar. Deve ter sido duro para você, imagino que isso justifique todos os seus atos.  – *Ela dava dois patinhas na palma da sua mão e você percebia que sua mão não parava de tremer. Era medo e vergonha.*

Um momento profundo de silêncio se fazia naquele instante, sua voz era cativante, perfeita, linda e digna de ser admirada tocando e acalentando o coração daqueles que ouviam, fazendo-os aquecer, era como uma música, uma sinfonia que poderia ser ouvida eternamente, cada palavra, cada gesto era a expressão da perfeição.

Ela então voltava a face em direção a Dario, empurrando a xicara de café enquanto dizia. – Bem, eu estou aqui. Estou ouvindo, Dario... – *Ela colocava o dedo no lábio pensativa um instante fechando os olhos e depois abrindo-os novamente, fitando-os.* – Imagino que estejam tentando entender porque eu pareço humana demais para vocês? Em verdade, vocês deveriam dizer que parecem divinos demais. – *Ela ria como se achasse graça.* – Gênesis, imagem e semelhança. Vocês sabem que eu sou. – *Ela erguia a sobrancelha esperando que vocês eventualmente se recuperassem e falassem algo.* – Me invocará, e eu lhe responderei, porém normalmente vocês não prestam atenção as respostas.
   
_______
Mulher:

      
_______
Nathan: (Reserva de Sangue 13/13: Níveis de Vitalidade 7)
Dario: (Reserva de Sangue 12/11; Níveis de Vitalidade 7)
Rolagem de Dado:

Nenhuma.

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Última edição por Samuel em Seg Fev 18, 2019 4:20 am, editado 21 vez(es)

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Re: O Vale das Cinzas – Canon of the Eye

Mensagem por Samuel Ontem à(s) 7:12 pm

Nota: PlayList Atualizada. Deseja rever? Segue:

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Att,
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