O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

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O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jan 09, 2019 4:31 pm

Durante o último ano a Escócia estava vivenciando tempos de forte pesar. Durante dezenas de anos, as duas capitais escocesas, Edimburgo e Glasgow (capital comercial), estavam sobre domínio da Camarilha e Sabbath, respectivamente. Este equilíbrio fora mantido mesmo após várias incursões de ambas as seitas para incorporar mais territórios ao seu domínio. Contudo, murmúrios foram se espalhando sobre uma forte aglomeração de bandos Sabbath em Glasgow sob a supervisão direta de Arthur Kingson, o Arcebispo. Dessa forma, Anthony Hotgan, Príncipe de Edimburgo, destaca um grupo de espiões que infiltram-se na capital comercial escocesa e retornam com provas sobre uma nova incursão Sabbath à Edimburgo sob as ordens de 5 Bispos, dentre eles estão Lugh, Anderson e Pietro, três dos mais cruéis membros da seita no Reino Unido e que estiveram ao lado de Arthur em sua última grande tentativa de tomar a capital escocesa.

Os rumores sobre a invasão percorrem toda a Escócia. Os residentes das cidades do interior, sendo estes membros ou não, começam a migrar para Edimburgo com o objetivo de fugir dos ataques que vem ocorrendo em suas propriedades. A presença de Hotgan é visto como um porto-seguro para os membros, pois o Príncipe já foi responsável por enviar um grande batalhão de Arthur com o rabo entre as pernas de volta à Glasgow. Além de ataques cainitas, outras criaturas vem sendo vistas pelas matas... e escuta-se o uivo de lobos cada vez mais próximo da capital.

Com um número cada vez maior de novos membros e cidadãos comuns na cidade, a Camarilla, junto com políticos, polícia e outros sistemas básicos, montam um plano para abrigar todas as pessoas. Apesar disso, ouve-se pelos pubs que o Príncipe sumiu, o que gera insatisfação entre os membros que vieram buscar proteção sob as "asas" de Hotgan. Roden, o Xerife, procura a todo o custo abafar esse murmurinho, mas não são todos que convencem-se por suas palavras. Soma-se a isso, o fato de alguns cainitas começarem a espalhar um rumor sobre uma aliança entre Roden com os Anarquistas para tomar o poder.

Nas ruas só se comenta sobre o sumiço de membros, e o surgimento de um novo ser que anda pela cidade em uma limousine preta conversando com alguns desses 'desaparecidos', só reforça o clima de instabilidade em Edimburgo. A única coisa já vista desse ser foi a sua mão contendo um anel em forma de serpente, semelhante ao que pode ser visto na mão de Roden, dentre outros membros da alta sociedade canita.

Enquanto isso, Glasgow reune o maior exercito Sabbath já visto. A inquietação dos bandos era palpável, todos querendo para si os espólios da guerra e tendo a certeza de que tudo já estava ganho. Mas Arthur esperava por algo, algum evento talvez.. ninguém sabia dizer, mas o Arcebispo se mantinha enterrado em sua base de operações no subterrâneo do cemitério Glasgow Necropolis. Em sua impaciência, os bandos começavam a atacar vilas próximas, o que estava levando ao êxodo em direção à Edimburgo.

Os meses passaram e nada do ataque massivo do Sabbath. Arthur se mantinha quieto. Ou era o que se acreditava, pois de repente incêndios e explosões se espalhavam pela capital escocesa alguns dias antes do Yule, a festa do solstício de inverno. Ninguém sabia muito bem o que havia ocorrido, pois espiões diziam que Arthur ainda se mantinha enclausurado... pelo menos até aquele momento...

E assim surge "Os Filhos de Badb". Pouco se sabe sobre o grupo 'terrorista', mas eles assumiram a responsabilidade sobre o atentado em Edimburgo, além de promover um segundo ataque diretamente no centro do poder da Camarilla, na mansão do Xerife Roden durante uma reunião com a Primigênie. No meio desta reunião, um bando de Lupinos e cainitas do Clã Gangrel invadiram o terreno de Roden enquanto um Corvo surgiu no centro da sala e deixou uma pena negra na mesa do Xerife antes de sumir completamente.

Dois dias se passaram e nenhuma informação foi encontrada. O que se conseguiu perceber foi que Os Filhos de Babd é composto por diferentes criaturas sobrenaturais. Contudo, as forças da Camarilla continuam a procurar por qualquer informação sobre o grupo....

Esses ataques, e a busca inssessante pelos Filhos de Badb, abriu portas para duas facções entrarem com força no seio da Camarilla, O Sabá, que saiu de Glasgow e chegou a Edimburgo sem que os membros da seita pudessem perceber, e Caçadores, que estão infestando várias cidades da Escócia.

Por fim, a guerra entre Camarilla e Sabá tem inicio. Vários pontos na cidade de Edimburgo estão em chamas. Hospitais e delegacias são incendiadas. O caos começa a reinar...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jan 09, 2019 5:01 pm

Rian:








Rian escreveu:- Engraçado... eu achava que a primeira mulher tinha sido Eva. E existe alguma relação entre Cain, Lilith e Ennoia?

- Na verdade isso é tudo suposição. Existem registros, achados bastante antigos... mas não da para ter certeza de nada. - É a resposta de Erwin ao questionamento de Rian. - A partir desses achados, sim, houve uma mulher antes de Eva e seu nome é Lilith. Sobre a relação entre eles, pode-se dizer que sim... toda a magia parece ter surgido de Lilith. Ela ensinou Cain, que criou seus filhos, os primeiros vampiros, esses filhos tiveram outros filhos.... e dessa sucessão de gerações nós surgimos.

A dupla finalmente chegava ao destino. O Gangrel parece surpreso em um primeiro momento, mas já começa a montar planos em relação ao pequeno grupo. Seria realmente interessante se eles fossem praticantes de artes marciais... mas de qualquer forma, só o tanto de informação que o Imortal recebeu em algumas horas foi mais do que havia visto em vários anos como vampiro.

Em meio a caminhada, Rian se vê pensando em Roden. Ele havia sido o primeiro Vampiro de Edimburgo que parecia simpatizar com o Gangrel, até mesmo dizendo que um dia Rian poderia vir a tomar seu lugar. Mas agora não havia tempo para isso. Havia um inimigo à frente e aquele pequeno bando de Gangrels estava unido para tentar desmontar o plano dos caçadores.

Rian escreveu:- Ótimo... pelo que eu presenciei o inimigo não é páreo para nós em termos de combate. No entanto, sua arma principal é uma espécie de crença, ou seja lá o que seja isso... existe uma força sobre natural neste lugar que impede que atuemos fisicamente. Se eliminarmos essa força sobrenatural poderemos agir com todo nosso potencial e eles serão aniquilados como patinhos. O grande problema da questão é... como anular essa força que atua como um imã extremamente poderoso?!

- Você nunca antes havia visto Caçadores agindo Rian? - Pergunta Hye passando o braço por trás do pescoço de Rian e alisando seu rosto com a outra mão. - Eles tem um dom, que poucos de nós realmente conseguimos ter... além disso, sem existem as armas. Eles acreditam tanto em algo que conseguem externar essa Fé e sobrepujar a vontade de alguns de nós. Alguns saem correndo desesperadamente, outros ficam loucos... outros correm para o sol. É uma coisa impressionante.

- Não só alguns de nós. - Continua Erwin. - Mas outras criaturas da Noite, ou mesmo outros humanos, caem perante este poder. Mas afugentar criaturas como nós não é seu único dom. Caçadores podem mover objetos, controlar fogo, descobrir quando um de nós está por perto, ou seja, utilizar poderes similares às nossas disciplinas. Então precisaremos agir com total cuidado. Eu os escolhi por saber do potencial de cada um de vocês em infiltrar-se nos locais mais difíceis, completar a missão e sair sem sofrer danos. Vocês todos são meus aprendizes, então botem em prática o que aprenderam. Entrem, dividam-se para obter a maior quantidade de informações do lugar. Quero dois circundando do lado de fora para saber se há outras entradas. Os outros quatro entrarão e procurarão câmaras no interior. Assim que revistarmos tudo, ou o máximo que for possível antes que o efeito descrito por Rian esteja forte demais, sairemos e nos encontraremos aqui para relatar o que vimos. - Diz Erwin enquanto olha para cada um de seus aprendizes e para Rian.

- Você acha que aqui já está bom para começarmos? - Certamente Erwin fala da transformação. Ele vai utilizar a base do conhecimento adquirido por Rian para montar seu plano de atuação. Ao que Rian lembra, o esconderijo dos Caçadores não está tão distante. O grupo da alguns paços para dentro da mata. O suficiente para esconderem-se dos olhos de algum transeunte. - Há algo mais para ser dito?

Características:

- PS: 12
- FdV: 3
- Vitalidade: -1 (Agravado)


Última edição por Fuuma Monou em Qua Jan 09, 2019 8:22 pm, editado 2 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jan 09, 2019 5:12 pm

Beaumont:






Rolagem de Dados:

Beaumont: Fascínio - 0 Sucesso(s)

Beaumont: Intimidação - 4 Sucesso(s)

Beaumont: Ordenar Esquecimento - 0 Sucesso(s) + 1 FdV

Vendo que o atendente começa a falar, mas logo em seguida corta suas palavras e oferece uma negativa, o ego de Beaumont já salta fora de seu corpo. Parece que todos os membros do Badb são imunes ao seu poder... Há algo muito forte unindo a mente desse grupo. O homem não fala em tom de ameaça com o Ancião, mas é assim que o Imortal recebe suas palavras, o que unido ao pouco efeito de seus dons, só fazem o Vampiro ficar mais intrigado.

Logo Beaumont da meia volta e aproxima-se do atendente usando de seu carisma, procurando aflorar no homem algum tipo de sentimento. Enquanto anda, o homem volta a falar.

- Nós somos irmãos. E, como tal, não há necessidade desse tipo de selvageria.

Beaumont devolve com uma intimidação ferrenha.

Beaumont escreveu:
- Ora, ora...Você pode saber tudo sobre mim, mas o inverso me parece que te ameaça ? Porque essa pergunta parece ter te ameaçado ? Não tenho direito de saber quais os nomes dos meus aliados ? Já conheço Mael, Victor...Erwin todos eles me ofereceram informações digníssimas sobre um possível futuro consistente entre nós e você me vem com arrogância ? Espero que sua importância aos filhos seja muito maior do que a minha...secular experiencia, pois se não for..

Com as palavras de resposta de Beaumont, o homem abaixa a cabeça. Sua voz sai baixa, quase como uma criança que responde a uma crítica severa dos pais.

- Como disse, minha intenção não foi ser desrespeitoso. Nós somos irmãos, e como tal não há o que esconder. Você pode falar em vez de me atormentar com seus dons. - Beaumont vê uma gota cair no balcão de madeira. Certamente uma lágrima. - Se você conhece a todos que citou, eu também os conheço. Somos todos irmãos, com o mesmo objetivo.

Beaumont escreveu:
- Ora, vamos, somos grandes amigos...Aliados o suficiente para que você não precise me ameaçar, esqueça o que houve, esqueça o seu rancor, sua vontade de falar e o que aconteceu, tudo o que tivemos foi uma conversa franca sobre informações que eu poderia utilizar no futuro, possíveis aliados, possíveis nomes com os quais eu poderia precisar de ajuda ou vice-versa...Está tudo bem...

- Claro, não há o que reportar. Mael sempre quer saber de tudo o que está acontecendo por aqui, e torna-se bastante enérgico quando esqueço de reportar alguma coisa... mesmo sendo a coisa mais insignificante. - Ele usa uma das mãos para limpar os olhos. - Tudo pela segurança dos Filhos. É o que ele sempre diz. Mas como disse, se houver alguma dúvida, pode perguntar. - Ele olha para o nada por um tempo... - Estou me sentindo cansado...
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jan 09, 2019 8:27 pm

Aleksey Aleksandrovitch Kuznetsov:





OFF:

Primeiramente, seja bem vindo Shi!!!!
Estou começando pelo ponto em que você parou na crônica do Beau e daqui entraremos e daremos sequência em minha crônica.
Então, fique a vontade para interpretar....


Aleksey se afastava cerca de 50 metros da mansão de Sergei Mihkas, também conhecido como Shalashaska, Príncipe de New York, quando uma mensagem chega em seu celular. Era um mapa de Newark contendo a marcação do último local onde Hal Seals havia sido visto, bem como alguns outros pontos importantes para o deslocamento do Brujah pela cidade. Aleksey reflete sobre tudo o que acabara de acontecer... o encontro com o Príncipe, a fala de seus companheiros Russos, mas o mais importante é, sem dúvidas, a missão que lhe foi apresentada. Praticamente não há chances de sucesso, mas se ocorrer deles conseguirem encontrar o Regente Tremere, o prêmio será muito acima do que o Cainita poderia imaginar. Afinal, quantas vezes o posto de Xerife poderia ser dado a ele?

Perdido em seus pensamentos enquanto olha a tela do celular, o Imortal quase não percebe a ligação de seu colega, Dimitri. A ligação está quase caindo quando Aleksey atende.

- Você ainda está ai? - O Cainita está irritado. Isso fica claro por seu tom de voz. Dimitri espera a resposta de Aleksey. - Eles só nos querem como bucha de canhão. Algo grande acontecerá, e eles nos querem lá para servir de isca. Todos são engomadinhos.. até mesmo Kevin. Me excedi um pouco. "Consegui" um carro por ai e estou dando uma volta. Você quer me acompanhar? Precisaremos conversar sobre o que fazer...

Aleksey olha para o céu. Uma grande lua azul ilumina o céu, embora as luzes da cidade diminuam o seu esplendor.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jan 09, 2019 9:14 pm

Enoch "Nook" McKinley:







OFF:

Seja muito bem vindo!!!
Espero que você possa se divertir nesta crônica. Qualquer dúvida pode enviar uma mp.
Fique a vontade para interpretar. O palco está ai  Very Happy  Very Happy  Very Happy

Era mais uma noite normal na não-vida de Nook. De seu apartamento o Malkaviano observa a movimentação daqueles que passam pela rua logo abaixo. Não há muitas pessoas àquela hora... alguns homens passam fumando seus cigarros e com garrafas de bebidas alcoólicas nas mãos, mulheres com roupas provocantes, certamente prostitutas que caminham voltando ao ponto após atender algum cliente, pequenos grupos de jovens que, com a vivacidade da idade, partem para um local mais distante, talvez para o píer... Depois que GTA foi lançado, todo mundo quer ir até aquele lugar em busca de uma foto com a roda gigante ou mesmo fazer algo sem sentido dentro do lugar...

O Lunático volta a olhar para dentro de seu apartamento. Há algo acontecendo ali. Um barulho estranho, mas baixo... talvez no vizinho.

Algo chama sua atenção. Uma luz na rua. Ao observar novamente, o Cainita vê um grupo de rapazes, eram cinco ao total, talvez com vinte anos. Eles estavam com tacos de basebol ou pedaços de ferro nas mãos. Eles caminhavam sem fazer barulho, indo em direção a um morador de rua, que encontrou um local com pouco vento para se abrigar da noite relativamente fria do começo do inverno. O homem estava embriagado e não percebeu quando os jovens se aproximaram e o espancaram... sangue jorrou do velho até que este não aguentou mais. Já perto do momento em que sua vida terminava de fluir em direção a calçada, um dos jovens retirou uma garrafa de álcool e jogou no velho, acendendo um isqueiro.

O velho morreu gritando enquanto os jovens corriam, retornando pelo caminho que haviam seguido. Eles conversavam entre si, fazendo brincadeiras um com os outros.

Para Enoch, algo mais surgiu daquela cena. A Fome... ele sabia que não havia se alimentado nos últimos dois dias e o sangue do velho esparramado pela calçada atiçou a Besta em seu interior.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Ghost em Sex Jan 11, 2019 2:14 am

OFF: Pode deixar. Obg xD
Assim que vejo a cena, abaixo a cabeça e desvio os olhos, busco em meus bolsos um cigarro, aproveitando para tatear se a foto está lá, fazendo o máximo para não olhar para a imagem nela contida e evitar que meus gatilhos fossem ativado. Levo o cigarro à boca, até me acalmar. Se for necessário um teste de Autocontrole, gasto 1 de FV. Checo se há alguma mensagem de meus aliados, e-mails encomendando meus serviços de Ghostwriter ou até mesmo alguma notícia que possa ser usada como pista para descobrir mais sobre a morte de minha filha ou então o paradeiro de meu progenitor (Me recuso a chamá-lo de Senhor)
.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Beaumont em Dom Jan 13, 2019 4:49 pm

Mael realmente parece ser o nome daquele que joga as cartas, mesmo que ele fosse um pseudo de algo maior, neste cenário o nome "Mael" é tão supremo quanto o nome Deus é para os mortais. Mael é Deus dos Filhos de Badb ou "Badb" é ainda pode ser uma figura presente em nossa realidade ? Eu sempre divago em meus próprios pensamentos por qualquer coisa...Erro solene este. Espero que o sentimento dele averso a mim tenha se apagado através do meu poder, mesmo assim, este local ainda é para mim a única fonte de informação mais próxima sobre os Filhos de Badb, mas eles são mais e estão em muitos lugares, como olhos a espreita, eu acabei me tornando mais um dos infinitos olhos de Mael. 

Geovanna (Beaumont) : - Então até breve, teremos outros encontros seja nesta conjuntura ou em outra. 

Dessa maneira eu me despedi depois de avisar o que precisava, ser os olhos de Mael poderia ser atrativo tanto para ele quanto para mim, quanto mais eu tiver acesso e controle a igreja, mais será útil a Mael, por isso ele me escolheu, mas e se ele estivesse atrás de Lady e por coincidência...Ora, ora o destino é o mais organizado dos tecelões, o acaso não existiria se até mesmo no caos não houvesse um padrão...

Mesmo envolto ao meus pensamentos desconexos me vejo seguindo em direção. Cocomaro di Cona, uma cidade de 500 habitantes apenas, reclusa e perfeita para o nosso objetivo. A face de Geovanna é extremamente útil em situações sociais então permaneço utilizado-a enquanto continuo a minha viagem com o objetivo de interagir com o Padre local.

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Agradecimento a todos os players que gostam da minha narrativa  cheers clown cheers
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jan 14, 2019 12:19 am

Enoch "Nook" McKinley:







Rolagem de dados:

Nook: Autocontrole - 2 sucesso(s) + 1 FdV

Ao ver a cena que ocorria na rua, Nook lembra-se do que ocorrera anos atrás. Um quarto cheio de sangue, uma criança... um homem, seu criador. Ele leva a mão ao bolso, na esperança de encontrar a foto da filha, algo que levaria sua mente à sanidade, ou o máximo de sanidade que um membro de seu clã poderia demonstrar. O Malkaviano retira do bolso um maço de cigarros e começa a fumar. Não há nenhum efeito, obviamente, o corpo de um vampiro não sofre efeito da nicotina, mas a resposta é mental.

O Imortal afasta-se da janela e segue em direção a mesa, onde está seu laptop. E-mails e mais e-mails de lojas, promoções e todo tipo de lixo eletrônico que enche a caixa de entrada. Já preparando-se para apagar tudo, uma voz em sua mente diz para prestar mais atenção e é quando surge o nome de Ophelia na lista de remetentes, com o assunto: Sensação forte, pode ser ele.

Abrindo a mensagem, há um link que leva a uma matéria de jornal. Ao ler foi impossível não recordar da noite fatídica, a cada passo relatado pelo pai ao jornal fazia com que o Jovem Cainita visse mais uma vez naquela noite a morte de sua filha. Além da matéria escrita, havia também um vídeo contendo um pedido do pai para que qualquer um ligasse para ele e para a polícia se soubesse do paradeiro do "animal que fez isso com seu anjinho". Lágrimas escorriam dos olhos do homem enquanto ele falava.

Ao final do e-mail há um texto escrito por Ophélia:

- Encontre-me na lanchonete de sempre. Parece haver algo concreto....
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jan 14, 2019 1:08 am

Beaumont:






O Ancião divaga sobre o papel de Mael para os Filhos de Badb, e sobre a própria divindade em si enquanto ele percebe que seu poder 'acalmou' o pobre mensageiro. Logo Beaumont sai da loja e segue em direção ao carro. Seu próximo destino é a aldeia Cocomaro di Cona. Faz muito tempo que o Imortal não se vê fora dos muros que cercam o Mosteiro de Ferrara. A cidade de Bolonha havia e modificado brutalmente. Luzes para todos os lados no centro, pessoas andando despreocupadamente, indo a bares e restaurantes, ou mesmo conversando em grupo nas praças. Homens e mulheres fardados faziam a vigilância do local. Em alguns locais mais isolados, pessoas claramente vindas do Oriente Médio e África vendem frutas ou outras mercadorias menores em bancas... Já perto da saída da cidade, uma dupla realiza um assalto contra uma moça jovem. A noite está bastante agitada.

A viagem segue por quase uma hora. No meio tempo, algumas pequenas aldeias surgem e somem como se nunca tivessem existido. Boa parte do que Beaumont vê faz parte do território dominado por Ferrara, em especial pela Igreja de Ferrara, ou seja, tudo isso é seu, mesmo que indiretamente, e não falta muito para que mais ainda esteja sobre seu poder... é só o plano com Victor dar certo.

Chegando a aldeia, não há muito para ver... ela toda baseia-se em uma rua principal. Todas as lojas, casas, hotéis e restaurantes estão divididos entre os dois lados dessa avenida. Algumas ruas desemborcam nessa avenida, principalmente vindas dos bairros residenciais. E é para essa região que segue o carro. Em pouco tempo Beaumont/Geovanna está de frente para a igreja escolhida pelo Malkaviano. Algumas pessoas estão saindo de seu interior com bíblias nas mãos e indo em direção às casas. Na porta há um senhor, claramente o pároco da igreja, por suas vestes que indicam que uma celebração acabara de ocorrer, e que saúda os fieis que seguem para suas casas.

Os documentos que Beaumont havia lido na Abadia diziam que o nome do pároco atual é Filippo.
Filippo:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Ghost em Seg Jan 14, 2019 10:20 am


Ao ler o e-mail, mando uma mensagem para Ophelia do celular mesmo:
Recebi e li seu e-mail, estou indo para a lanchonete
Visto então um  cardigan velho, calça, camisa, sapato sociais e uma gravata, tudo na cor preta. Levo comigo chaves da casa e carro, a foto, carteira, bloco de anotações com caneta, celular, meu notebook com a fonte (dentro da mochila), coloco a mochila debaixo do banco de passageiro da frente. e o resto deixo no bolso interno do cardigan. Embarco no meu carro, e me dirijo à lanchonete dentro da velocidade limite.


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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jan 16, 2019 10:14 pm

Enoch "Nook" McKinley:






Nook pega alguns objetos em seu apartamento e segue em direção à lanchonete indicada por Ophelia logo após enviar uma mensagem para a mulher. Não há resposta em seu celular, mas mesmo assim o Cainita segue para seu destino. O som da cidade não muda... mas diferente do local em que o Malkaviano mora, a vida mais para o centrão é bastante movimentada. Quanto mais se aproxima, mais pessoas surgem na rua. Em determinado momento, Nook viu o pequeno bando de jovens que matou o morador de rua indo na mesma direção que ele.

Chegando ao local, o Imortal para seu carro e logo vê o veículo de sua colega. Ele entra na lanchonete e dirige-se à mesa onde Ophélia já o espera. O local está pouco movimentado, outras seis pessoas estão dispersas entre as mesas e o balcão típico. A mulher está com um copo de café nas mãos, dando pequenas goladas no líquido que exala o odor por toda a mesa.

- Não consigo gostar dessa coisa que chamam de café nesse lugar. Parece uma água suja. - Ela está irritada com algo, da para perceber no tom da voz. - Pode sentar. Vai querer algo?

Em segundos uma atendente jovem, talvez com seus 18 anos, loira e com olhos cor de mel, aproxima-se de Nook.

- Posso anotar o seu pedido senhor? Nossas panquecas são as melhores. Ou posso lhe oferecer algo mais forte. - Ela entrega um cardápio para o Cainita. Em seu crachá está escrito Dafne logo abaixo da foto da garota.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Rian Ontem à(s) 1:58 pm

- Na verdade isso é tudo suposição. Existem registros, achados bastante antigos... mas não da para ter certeza de nada. - É a resposta de Erwin ao questionamento de Rian. - A partir desses achados, sim, houve uma mulher antes de Eva e seu nome é Lilith. Sobre a relação entre eles, pode-se dizer que sim... toda a magia parece ter surgido de Lilith. Ela ensinou Cain, que criou seus filhos, os primeiros vampiros, esses filhos tiveram outros filhos.... e dessa sucessão de gerações nós surgimos.

Era uma noite de aprendizado e tanto! – Então, no fim das contas, todos viemos de Lilith... Inclusive, nossos amigos lobos, como Daniel? Perguntava curioso o Gangrel ao seu novo mentor.

...

Finalmente Rian e seu novos companheiros estavam em frente à toca dos caçadores. Ele começava a se sentir ansioso e excitado. Embora fosse perigoso, o vampiro encontrava prazer na ação. Colocar sua arte marcial em prática era como uma volta ao passado, uma conexão com sua parte humana, com o jovem rapaz que um dia ele tinha sido, no distante dojô do velho mestre.

- Você nunca antes havia visto Caçadores agindo Rian? - Pergunta Hye passando o braço por trás do pescoço de Rian e alisando seu rosto com a outra mão. - Eles tem um dom, que poucos de nós realmente conseguimos ter... além disso, sem existem as armas. Eles acreditam tanto em algo que conseguem externar essa Fé e sobrepujar a vontade de alguns de nós. Alguns saem correndo desesperadamente, outros ficam loucos... outros correm para o sol. É uma coisa impressionante.

Hye alisava Rian de uma forma carinhosa. No entanto o vampiro sabia muito bem que aquelas mãos suaves que tocavam seu rosto certamente já havia ferido e destruído muitas criaturas. Por sorte naquele momento ela era sua aliada.– Nunca tinha visto.... Foi a primeira vez. E foi terrível. Rian ouvia Hye compartilhar um pouco sobre o que sabia de caçadores.

“-Então é  uma questão de fé?...” O vampiro ficava pensativo por um instante, até que Érwin continuava a explicação.

- Não só alguns de nós. - Continua Erwin. - Mas outras criaturas da Noite, ou mesmo outros humanos, caem perante este poder. Mas afugentar criaturas como nós não é seu único dom. Caçadores podem mover objetos, controlar fogo, descobrir quando um de nós está por perto, ou seja, utilizar poderes similares às nossas disciplinas. Então precisaremos agir com total cuidado. Eu os escolhi por saber do potencial de cada um de vocês em infiltrar-se nos locais mais difíceis, completar a missão e sair sem sofrer danos. Vocês todos são meus aprendizes, então botem em prática o que aprenderam. Entrem, dividam-se para obter a maior quantidade de informações do lugar. Quero dois circundando do lado de fora para saber se há outras entradas. Os outros quatro entrarão e procurarão câmaras no interior. Assim que revistarmos tudo, ou o máximo que for possível antes que o efeito descrito por Rian esteja forte demais, sairemos e nos encontraremos aqui para relatar o que vimos.

A medida que Erwin falava a excitação de Rian aumentava. Seus pensamentos ficavam rápidos como seu corpo quando usava a Rapidez, indo para um lado e outro. Pensava na missão e lembrava de sua irmã em um vai e vem sem fim.
- Você acha que aqui já está bom para começarmos? - Há algo mais para ser dito?
- Acho que podemos começar a partir daqui sim. Respondia Rian.
- Eu tenho uma pergunta: Afirmava Rian antes de iniciar a transformação. – Podemos confiar na forma de névoa até que ponto para realizar a missão? Digo... existe algum risco de sermos atacados ou presos nessa forma pelos caçadores?
Após a resposta de Erwin, Rian concentrava seu sangue e iniciava a mutação do corpo guiando os outros vampiros para a entrada que ele conhecia.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

Mensagem por Beaumont Hoje à(s) 2:20 am

E estranho e ao mesmo tempo normal que o mundo tenha mudado, a cultura muda porque os povos não são inertes, mudam-se os costumes, aos poucos a libertinagem humana se torna mais comum. A humanidade está cedendo aos vícios, a sensualidade das mulheres, a riqueza dos homens. Me lembro das palavras de Lady "O mundo material é um lugar para os prazeres da carne." Um trabalho difícil mas está funcionando, a igreja católica agora não é mais do que a detentora do poder como antes, isso torna o meu trabalho cada vez mais fácil, as defesas da igreja irão falhar...

A viagem por fim terminou e eu estava de frente com a igreja escolhida, era ali de fato, a minha personagem provavelmente poderia já ter pisado naquela igreja mas eu não. Preferi agir como se nada me fosse muito novo. A ultima coisa que eu queria era parecer surpreso com a mudança do cenário de uma Bolonha atual. Me aproximei do senhor e no tempo em que realizava a ação meus olhos atravessavam a camada mortal daquele senhor para valiar a sua alma. Sim, era sua alma que me interessava. O que será que ele estava sentindo naquele momento ? Identificar o estado emocional da minha vítima era o primeiro passo para manipular de forma mais efetiva aquele mortal.(Auspicios 2 - Percepção da Aura - 7 Dados)

 Assim que avaliei o estado emocional do velho senhor, eu poderia continuar a minha abordagem perante a ele. 

Beaumont (Geovanna) : - Boa noite Reverendo ! Trago um grande pedido para fazer. Preciso realizar um casamento em sua igreja. Foi um pedido especial dos noivos, meus amigos, prometi que iria trata pessoalmente dos acertos com o senhor e por isso estou aqui. Alias, sou a Abadessa Geovanna Fellini, do convento de Corpus Domini, caso não esteja lembrando de minha pessoa. 

Assim que me aproximei, o reverenciei de maneira adequada, demonstrar o respeito ao velho padre não é de mal algum, para conseguir o que eu quero...

_________________
Agradecimento a todos os players que gostam da minha narrativa  cheers clown cheers
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Abrem-se as portas

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