Procurem o Pé Grande

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Mensagem por Samuka em Dom Fev 03, 2019 1:10 pm

Lucinde diz:
– Se você arranhar esse carro, eu vou me arrepender de te salvar! –

À permissão dela, Jim entrava no veículo e ligava o carro dando umas estocadas no acelerador para ouvir o ronco do motor, afinal era aproximadamente 500 cavalos de potência. Ele, então, perguntava para onde iriam.

Lucinde responde:
– Meu refúgio pessoal, espero que não se importe se formos para lá primeiro

Então, a tela do Gps mostrava a rota após ela apertar uma tecla. -”Okay”- respondia Jim que acelerava o carro rumo ao destino.

Um tempo depois chegavam em um dos vários refúgios dela, provavelmente. Identificação. Segurança privada. Posição estratégica. Dispositivos avançados de defesa. Tudo apontava para sim. Os dois caminhavam pela sala quando:

Lucinde ordena:
- Você OBVIAMENTE vai dormir no sofá.

-Tudo bem, não importo com isso”- respondia o mané do Jim, que realmente não se importava. Num instante, a sua debil mente jorrou memórias dele dormindo o chão frio e duro, ou quando não sobre as roupas manchadas de sangue de algum companheiro ou de um inimigo. Só depois, já sentado e pensativo, que deu atenção para o que ela disse. Afinal, tão acostumado em dominar, será que foi dominado? E psicologia feminina é algo complexo, até mesmo para elas - ou irônica demais, porque às vezes realmente se toma no cu. Umas pulam fora e preferem a masculina: é só coçar o saco, peidar, arrotar e chamar o outro de viado.

Jim se levantava e caminhava pelo apartamento, como se procurasse algo que não fazia a minima idéia do que poderia ser. As roupas dela largadas eram de menos. Coisas que possam ajudar a responder: quem é Lucinde? Uma burguesinha blue blood que têm uma Mercedes e mora na cobertura de um condomínio não é a melhor das respostas, segundo Jim. E nem a Ventrue de rostinho bonito, mas de um poder fatal. E nem a Justicar, na verdade esta é a pior porque um cargo não define nada sobre alguém. Jim queria algo mais profundo, que pudesse renomeá-la. Em último caso, o quarto onde ela está pode ajudar. E Jim será indiscreto o suficiente para entrar.
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Mensagem por Taly em Seg Fev 04, 2019 12:16 am

Elizabeth caminhava pelo bairro pobre de Charlotte com a atenção ligada no máximo. A vizinhança sabia que sua gangue era criminosa, mas os crimes não eram cometidos ali, e nenhuma outra gangue ousava mexer no território deles, o que fazia a criminalidade quase zero por ali. Mas Liz ficava atenta a outros vampiros que poderiam vir caçar ali, tanto sangue quanto ela própria.

Hughes trazia seu clássico conversível preto e assumia o volante. – Eu vou na frente! – Perdia de imediato Louis, correndo para o banco do carona, deixando Liz com o bando de trás totalmente livre por enquanto. – Okay, eu levo a gente até lá, vocês entram e eu dou umas voltas pela quadra, o porta-malas do carro está cheio de armas. – As que seriam usadas no assalto. Teoricamente, a intenção não era matar ninguém, mas imprevistos podiam acontecer.

Eliza deu uma bronca no Hughes:

- Não seja idiota, nada de ficar circulando perto da delegacia! Acha um lugar fora de vista pra estacionar e espera lá! A gente vai tentar ser rápido...

O carniçal olhava para os lados rapidamente e por um milagre do destino via o carro de seu grupo esperando para o resgate, ele corria e tentava abrir a porta dos fundos ao lado de Elizabeth. – Abre logo! – Ele estava visivelmente em pânico, sua fuga não tinha sido silenciosa.

Liz abriu a porta do carro, dando espaço pro Zack sentar, ao mesmo tempo que gritava com ele:

- Imbecil! A gente tava indo te soltar, pagar a fiança pra você sair limpo! Cretino, você vai botar os tiras na nossa cola agora! Hughes, pisa fundo, vamos!
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Mensagem por Amaya Takenouchi em Ter Fev 05, 2019 2:19 am

De fato, eu ainda tinha certa familiaridade com cidades, visto que vivi boa parte de minha não-vida com a Camarilla de Las Vegas. Então, quando Peter falou sobre os riscos e Jake lhe respondeu, eu apenas acenei com a cabeça. - Não se preocupe. Na maioria das vezes, eu prefiro evitar qualquer tipo de confronto. Não vou fazer nada que nos arrisque a pele. - Falei, enquanto seguia Jake, até que vi que ele olhava para os lobos.

De fato, eu me sentia mais segura com os lobos perto de mim. Tinham uma proeza física que por vezes, faltava-me como Gangrel para minha própria proteção. Entretanto, ele estava certo. - Tudo bem, meus caros, fiquem aqui. É um lugar cinzento e estranho a vocês, para onde vamos. Protejam o acampamento. Se precisarem, irão saber me encontrar. - Falei enfim, afagando a cabeça de cada um de meus lobos carniçais, antes de deixá-los para finalmente seguir Jake.

Foi então que enquanto andávamos, Jake começou a falar sobre o confronto entre os Gangrel e os Malkavianos na região, enquanto ouvia atentamente. Dessa forma, depois que ele falou tudo, e afirmou que houve baixa em um dos lados, eu comecei a pensar e então, perguntei: - Eu entendo... mas, você sabe qual foi a origem de tudo isso? Digo, alguma coisa que aconteceu por aqui, para que os Gangrel da floresta e os Malkavianos se colocassem em pé de guerra? Geralmente essas guerras são feitas quando um grupo quer se vingar do outro, de alguma forma.

Se os Malkavianos eram nossos adversários, eu tinha que entender as motivações deles, primeiro, por mais Lunáticos que eles sejam. Assim, poderia pensar em um plano de ação interessante para poder parar com tudo aquilo.

- Poderia me dizer o que tem em Murphy, na parte da cidade? Para eu me familiarizar um pouco.
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Mensagem por Zed em Qua Fev 06, 2019 2:03 am

Stanislav Nottinghan
PS: 07/14
FV: 08/08
OBS:

Francis era um Tremere novato, como mortal não deveria ter completado 25 anos, e sua não-vida não devia ter metade disso. Diante dele, outro feiticeiro, muito mais experiente e maduro, fazia as perguntas sobre os evento em Murphy. – Eram Malkavianos, eu tenho certeza disso. – Novamente ele insistia.

- Nosso grupo, contava com mais três aprendizes. Estávamos na floresta investigando sobre os desaparecimentos. Estávamos na trilha de alguma criatura que tinha pegadas imensas, mas fomos atacados antes de descobrir o que era. Não sei quantos eram, eu vi uns quatro, mas tinham muito mais provavelmente.... – As lembras do eventos vinham como lampejos vividos, uma maldição do auspícios talvez? O jovem novamente se amedrontava, tremendo em calafrios.

- Eles tinham armas e estavam preparados pro ataque. Sabiam onde estávamos, eu não sei que poderes eles tem. Alguns eram rápidos, outros fortes. Eles estavam muito bem organizados e nos pegaram um a um. Eu fugi deixando meus companheiros para trás.... – Havia um tom de arrependimento na voz do rapaz, ele parecia estar sendo sincero, mas checar não faria mal algum. Utilizando os dons sobrenaturais, Stanislav dava uma boa olhada na aura do rapaz, tentando chegar a uma nova conclusão. – Magia? Não vi nada do tipo neles. – Concluiu.

Ele conseguia uma leitura razoavelmente boa, notava muito bem as cores alanjadas sendo emitidas pelo rapaz, poluindo a sala quase que completamente com aquela cor sozinho. Também haviam pigmentações em marrom que eram emitidas com menos frequência, mas ficavam mais evidentes quando ele falava sobre abandonar seus colegas. Além claro, do aspecto pálido padrão entre os vampiros. Não havia nenhuma mancha negra em suas auras, a possibilidade dele ter diablerizado os próprios companheiros era quase nula naquele ponto.

Durante a conversa, ainda que o interrogador agisse com calma e descrição, o interrogado não era tão furtivo. Sua voz era emitida em alto tom, principalmente quando relembrando do evento traumático, alguns Tremeres ficavam em silencio, escutando o que podiam. Já outros mais inocentes continuavam a ignorar o feiticeiro traumatizado. – Acho que você já fez perguntas o bastante. – Diz uma voz que se aproximar por trás, tocando o ombro de Stanis.

O estranho era um homem com média de 1,80 de altura. Vestia um terno preto, simples e de classe. A camisa interna era vermelha e a gravata xadrez que misturava branco preto e cinza. Como adicional ele também tinha um chapéu clássico preto com uma faixa branca. Nenhum pelo facial, nenhum detalhe muito chamativo. Mas era obviamente um Vampiro Tremere.





Lázarus Morales
PS: 03/08 / (+ 2)
FV: 04/05
OBS:

Lázarus segue o careca até o banheiro e interrompe a sessão de drogas, agredindo “gratuitamente” o estranho. O encrenqueiro caiu no primeiro golpe e o Malkaviano subiu preparando o segundo, quando foi impedido, primeiramente pela sua própria vontade, e em segundo lugar por sua senhora que surgia para lhe aconselhar naquele momento. Ninguém via Catrina além de Lázarus, que reagia a ela causando ainda mais estranheza para os observadores.

Desistindo de agredir o mortal, o Vampiro se levanta realizando seu característico gesto de acariciar a cabeça enquanto se coloca a caminhar pra fora. A dupla de cheiradores que acompanhava o careca só se afastava, espantada com a cena. Um dele, logo após a saída do vampiro ia ao auxílio do amigo caído, o outro, em choque apenas cheirava uma nova linha na esperança daquilo fazer sentido.

De volta ao centro do clube, alguns ainda lembravam do estranho tatuado encrenqueiro, outros apenas reagiam aqueles que abriam caminho para Lázarus. Ele podia ver Andy ainda no mesmo canto, mas notando que o Malkaviano se aproximava, ele adentrava a porta sendo seguido logo depois.

- Você chamou um bocado de atenção desnecessária. – Comentava o engravatado, no topo da escada, escorado na parede esperando pelo visitante. – Mas deve ficar tudo sobre controle nesse lugar. – Dito isto ele tomava a liderança na caminhada escada a baixo.

No fim da escada, uma nova porta, que ao ser aberta exibia uma espécie de cadeia. Um porão úmido e sujo, com ratos passando pelo chão. Haviam ao todo, quatro celas naquela sala, dos quais três estavam preenchidas, cada um com um prisioneiro. Além dos prisioneiros e da dupla, havia uma terceira figura servindo como guarda, um enorme brutamontes, quase dois metros de altura e com uns 200 quilos ou mais, a barriga dele era gigantesca, porém os músculos não ficavam tão atrás. – Andy. – O negro gordo tirava o chapéu e colocava sobre a mesa, de forma a cumprimentar o Ventrue. Ele se levantaria se não fosse tão grotescamente gordo.

- Quem é esse palhaço aí, Andy? – Perguntava um dos prisioneiros, se aproximando das grades para dar uma boa observada no Malkavian. – Eu trouxe ele para uma pequena avaliação. – O Ventrue respondia ao prisioneiro, se aproximando do gordo e sentando na cadeira livre à frente da escrivaninha. – Servido? – Perguntava o gordo, retirando da mesa uma garrafa e um par de copos, o liquido era ofuscado pela cor da garrafa, mas uma vez removida a tampa, o cheiro de sangue se proliferava no ar, atiçando principalmente os prisioneiros. – Eu tô morrendo de fome e vocês vão ficar bebendo na nossa frente!? Ta de sacanagem!? – Irritado, mais ao fundo, um dos prisioneiros esbravejava, chutando as grades e aos berros.

- Cala a boca! Pega um rato. – Respondia Andy aos berros. – Então, Lázarus, de uma boa olhada nesses três. Me diga o que vê. – Ele começava a falar, pegando um dos copos cheios de sangue e bebendo um gole. – Recentemente alguém foi diablerizado nessas áreas, qual deles é o culpado? – As informações eram escassas, mas ao que tudo indicava observar a aura dos prisioneiros era o que estava sendo pedido. Não era um don que o Malkavian realmente dominava, mas ele já havia utilizado anteriormente, ainda que sem controle.





Jim Jacóbson
PS: 07/10
FV: 07/08
OBS:

Tendo a permissão de Lucinde para dirigir o veiculo, o jovem Ventrue não deixava de se sentir empolgado com a sensação de controlar uma maquina de tamanha potencia, testava o ronco com aceleradas enquanto a dona do carro, logo ao lado apenas analisava a cena com um sorriso discreto que não era notado por Jim até que ela perguntava. – Gostou?

Eles seguiam rumo ao apartamento privado, onde a mulher seguia a um quarto separado deixando Jim a sós com seus pensamentos, ele questionava as instruções da anfitriã, se levantava do sofá e perambulava pela residência.
A mobília era nova, moderna e de ponta. O apartamento não devia ter um baixo custo, mas para os Ventrues isso não devia ser a maior preocupação. Havia pouca coisa realmente pessoal a vista. Os quadros expostos talvez, mas Jim não saberia diferenciar arte clássica e com significado de arte barata e padronizada. Havia uma escrivaninha com um computador ligado e bloqueado. Se vasculhasse as gavetas, também poderia encontrar cartas antigas, cuidadosamente dobradas e protegidas dentro de uma caixa. Estas pareciam coisas realmente pessoais, possivelmente o que ele procurava, mas era uma clara invasão de privacidade checar o conteúdo.

Finalmente, seguindo ao quarto de Lucinde. Considerando que Jim não seria cortes o bastante para bater à porta, entrando discretamente ele notaria o quarto impecavelmente arrumado e decorado, a única coisa que destoava-se um pouco era uma garrafa aberta e vazia em cima da mesa de canto. A vampira estaria na varanda observando a noite quando notaria a aproximação do jovem, agora seus ferimentos já estavam curados. – Eu achei que tinha mandado você ficar no sofá. – Desfilando até Jim, a vampira que ainda parecia uma adolescente vestida apenas a roupa intima e um robe aberto, semitransparente. Era difícil acreditar que aquilo não era uma provocação.

Colocando a mão no rosto do rapaz, ela forçava-o a olhar diretamente em seus olhos. – Talvez eu tenha que ser um pouco mais clara quanto a minhas ordens? – Ao mesmo tempo, com a outra mão ela alisava o paletó destruído. – Devo tirar essas roupas destruídas eu mesma? – Ela se perguntava em voz alta.

Imaginando que Jim prontamente aceitaria as insinuações, ela ainda daria um último aviso. – Diga-me uma coisa senhor Jacobson, você sabe que o que faremos é algo de certa forma cansativo e desgastante. Você realmente vai fazer valer a pena todo esse esforço? – Novamente, as perguntas eram feitas de forma que ela invadia o espaço pessoal do Ventrue, e ao mesmo tempo forçava-lhe a manter contato visual.






Elizabeth Bennett
PS: 07/13
FV: 06/06
OBS:

Subitamente o jogo mudava, de um resgate pacifico onde apenas pagariam a fiança de um bêbado baderneiro, agora estavam resgatando um fugitivo da lei. Eliza abria a porta para que o Carniçal entrasse o veículo, apressado mas com um sorriso enorme no rosto. – Que merda que você fez lá atrás? – Perguntou Louis após o discurso de Liz, enquanto o carro já acelerava e Hughes passava em frente a dupla de policiais, que notava o prisioneiro escapando, eles tentavam berrar, mas obviamente o carro não iria parar. Os policiais seguiam apressados para a viatura, mas o motorista Carniçal já tomava a primeira curva e os perdia temporariamente de vista.

- Eu fiquei agarrado nas grades, puxando elas só na força bruta, os policiais ficaram rindo achando que eu não ia arrancar aquela porcaria e demoraram a reagir quando eu consegui! Hahahaha! – O desgraçado, sem nenhuma noção apenas ria, mesmo após o esporro. Achando graça em suas façanhas chamativas que agora colocavam todos em risco. – Irado! – Louis levantava a palma e recebia um high five em resposta do colega.

- E agora chefe? – Perguntava Hughes entrando em uma segunda curva. – Seguimos com o plano, ou esperamos a poeira baixar? Eu acho que perdi eles de vista, pode dar certo. – O som da sirene policial estava soando, em algum lugar. Algumas ruas ao lado talvez, mas estava baixo e parecia estar se afastando. – Eles têm rádios, daqui a pouco já estão procurando nossa placa. – Sugeria o beta do grupo. – Placas clonadas. – Já respondia de imediato o esperto. – Qual é o plano galera? – Perguntava o brutamontes. – Minha mãe tem uma minivan, a gente pode pegar ela emprestada pra despistar eles. – Tentava novamente Louis dar uma sugestão. – Eu já disse, não vamos usar uma minivan para um roubo! – Hughes aumentava o tom, enquanto isso o idiota sorridente apenas continuava seus questionamentos. – A gente vai fazer um roubo? NICE! – O caos estava instaurado naquele carro, enquanto a dupla seguia discutindo na frente e o imbecil atrás não entendia nada.





Amanda
PS: 08/10
FV: 04/05
OBS:

Ainda no acampamento, tentando decidir o que fazer quanto aos lobos, Amaya chegava a conclusão de que Jake estava certo em deixar os animais para trás por hora. Enquanto ela se despedia dos animais, Peter se aproximava do rapaz. – Antes de você ir... Já fazem uns quatro dias desde que vocês saíram, então... – Acanhado ele pedia por algo de forma discreta. – Você é um velho guloso mesmo. – Reclamando, ele estendia o pulso ainda assim para que o velho Gangrel pudesse cravar as pesas e beber da vitae. – Já chega! Eu também preciso disso! – Respondia após algum tempo, afastado a cabeça do animalesco idoso. Amaya presenciava discretamente, mas deixava o assunto quieto por hora.

Seguindo apenas com Jake pela floresta, a conversa era sobre o confronto dos Gangrel contra os Malkavianos. – A origem disso foi justamente os ataques. Nós não queríamos confusão, eles podem ter a maldita cidade. Mas começaram a invadir nosso território, tentamos ignorar e só mandar eles embora, só que quando mataram o Kenny tivemos que reagir. Desde então se eles aparecem por perto, eu e Bryan fazemos questão de caçar e destruir qualquer um. – Novamente, Jacob demonstrava aquele lado mais extremista dele. Por mais que muitas vezes parecesse um cara legal, era evidente que não havia muita empatia pela vida alheia sobrando no morto vivo.

Mencionando a cidade em si, talvez houvesse certo desapontamento em saber de um detalhe. – Não tem muita coisa por lá. – Era uma resposta simples e direta, mas após algum silencio constrangedor ele elabora um pouco a ideia. – Cidade pequena, um bando de caipiras armados. Lembra um pouco o Texas. Tem uns dois ou três bares, poucos hotéis. A cidade tem bastante empresa de construções e cresceu pra caralho nas últimas décadas... Eu e o Bryan nascemos por lá. – Ele diz com certo pesar no fim. Lembranças desagradáveis talvez? – Ah sim, um último detalhe... Tome cuidado com os corvos. – Sem mais explicação, como um maluco ele começava a soar como um pássaro, berrando aos quatro ventos. Porém alguém com conhecimento em animalismo rapidamente assumiria que ele chamava por algum animal, que tão logo podia ser notado, sobrevoando a dupla, uma coruja.

- Pra onde vamos primeiro? Ver o Willy ou até a Murphy? O Willy mora em uma floreta que faz fronteira com a cidade. – Ambos os destinos ficavam na mesma direção. A casa de Willy era um tanto quanto mais próxima dado o ponto de partida. Mas caso Amaya tivesse curiosidade em ver a cidade primeiro não parecia fazer diferença para seu guia.

O caminho pela floresta era escuro e com arvores que iam se espaçando à medida que se afastavam do acampamento. Ainda assim, sem uma tocha ou ativar os dons de Metamorfose, poderiam haver problemas e tropeços, nas várias pedras e galhos que adentravam as trilhas ocultas caminhadas pelos Gangrel.
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Mensagem por Reverendo em Qui Fev 07, 2019 1:09 pm

El Diablo

Procurem o Pé Grande - Página 3 000_-_Avatar_El_Diablo

Zed escreveu:
No fim da escada, uma nova porta, que ao ser aberta exibia uma espécie de cadeia. Um porão úmido e sujo, com ratos passando pelo chão. Haviam ao todo, quatro celas naquela sala, dos quais três estavam preenchidas, cada um com um prisioneiro. Além dos prisioneiros e da dupla, havia uma terceira figura servindo como guarda, um enorme brutamontes, quase dois metros de altura e com uns 200 quilos ou mais, a barriga dele era gigantesca, porém os músculos não ficavam tão atrás. – Andy. – O negro gordo tirava o chapéu e colocava sobre a mesa, de forma a cumprimentar o Ventrue. Ele se levantaria se não fosse tão grotescamente gordo.

O Malkaviano segue seu anfitrião descendo as escadas em completo silêncio tendo o olhar atento a cada detalhe que possa chamar sua atenção. O fato de estar frente a frente com celas, Lazarus se recorda de seu tempo na prisão e o quanto ele aprendeu sobre, drogas, esquemas ilegais e agressões. Tendo consciência de que deve manter a postura de valentão e não ser intimidado, o marginal observa os prisioneiros atentamente e o formato da cela que os mantém preso, principalmente das fechaduras pois aquela cela vazia o incomodava, seria ele o proximo prisioneiro ?
Zed escreveu:- Quem é esse palhaço aí, Andy? – Perguntava um dos prisioneiros, se aproximando das grades para dar uma boa observada no Malkavian.

Lazarus apenas desvia o olhar na direção do prisioneiro que se aproximou da grade para poder observa-lo em silêncio apenas encara o sujeito.

Zed escreveu:Eu trouxe ele para uma pequena avaliação. – O Ventrue respondia ao prisioneiro, se aproximando do gordo e sentando na cadeira livre à frente da escrivaninha

Sem desviar o olhar do prisioneiro, Lazarus continua caminhando mantendo um silêncio pertubador. Este ambiente hostil porém familiar para o marginal que passou alguns anos de sua vida mortal em uma prisão e Lazarus tem consciência que não pode baixar a guarda.

Zed escreveu:. – Servido? – Perguntava o gordo, retirando da mesa uma garrafa e um par de copos, o liquido era ofuscado pela cor da garrafa, mas uma vez removida a tampa, o cheiro de sangue se proliferava no ar, atiçando principalmente os prisioneiros.

Sentindo o aroma do sangue invadindo o ambiente, o percipicaz Malkaviano entende que estão distantes do som ensurdecedor da pista de dança e da luzes piscantes, este é um bom momento de aguçar seus sentidos e começar a avaliar melhor o ambiente que acabou de entrar com seu anfitrião. A audição de Lazarus tomou proporções incriveis, era possivel escutar a musica abafada que está tocando do lado de fora, os passos apressdos dos ratos, o odor do sangue na garrafa inundando as narinas e a iluminação precária não é mais um problema para o Malkaviano.
Zed escreveu:Então, Lázarus, de uma boa olhada nesses três. Me diga o que vê. – Ele começava a falar, pegando um dos copos cheios de sangue e bebendo um gole. – Recentemente alguém foi diablerizado nessas áreas, qual deles é o culpado? – As informações eram escassas, mas ao que tudo indicava observar a aura dos prisioneiros era o que estava sendo pedido.

Não era um don que o Malkavian realmente dominava, mas ele já havia utilizado anteriormente, ainda que sem controle. . . Lazarus então caminha até a garrafa e se serve colocando parte do líquido no copo entregue pelo carcereiro enquanto permanece encarando o prisioneiro que de certa forma o desafiou. Adotando o silêncio como resposta para todas os questionamentos o Insano tatuado concentra-se nos presidiários e busca em suas memórias os precários  ensinamentos que obteve de sua senhora quando ainda estava com ela. Com o copo de sangue na mão e a intenção de desconcentra-los pois aparentam estar com fome, o Malkaviano vai se aproximando de cada cela usando a sede de sangue a seu favor e começa a tentar ver e identificar a aura de cada um deles.

Ações::
Lazarus está tentando intimidar os prisioneiros para que ele tenha certeza de que está visualizando a aura certa (Medo), ele vai se apoiar na Carisma+Intimidação  com intuito de fazer os prisioneiros desviarem o olhar de forma que eles não sejam capazes de encara-lo e identificar oque realmente ele deseja fazer.  

Ações II::
Se possivel ao pegar a garrafa gostaria de como jogador tentar jogar Toque do Espirito e assim obter mais informações sobre o liquido e as impressões deixadas no objeto, lembrando que Lazarus possuí apenas a Percepção 04 [Atento] e o Talento Empatia ZERO

Comentários em off::
Lazarus posui conhecimento intuitivo dos níveis 02  "Leitura da aura" e 03 "Toque do Espirito" e domínio apenas do nível 01 "Sentidos Aguçados", porém em aspectos de disputa contra ofuscação e Quimerismo o nível 03 está ativo. . . gostaria de ser avisado caso tenha alguem usando um destes dons em níveis menores do que o meu nível de auspicius
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Mensagem por Samuka em Qui Fev 07, 2019 8:34 pm

Jim entrava no quarto. A porta abria devagar. Ele apenas empurrava com as pontas dos dedos para não fazer muito barulho. Ele primeiramente colocava a cabecinha e via que estava tranquilo, podia entrar. A porta fecha e Jim caminha devagarmente. Seus olhos percorrem por todo espaço muito bem mobíliado. A cama vazia e uma garrafa também. Jim ficou muito curioso com aquela garrafa. Ele estava louco pra degustá-la, talvez assim pudesse conhecê-la mais. Seus olhos de peixe morto ficam namorando a garrafa. Jim, então, resolve ir até ela quando, de repente, a porta da varanda abre com Lucinde entrando. Ela o questiona e ele responde com: -”Ahn?”- enquanto Lucinde desfilava sua carcaça morta perante seus olhos, aquele corpo de menina fatal. Ela vinha em sua direção e os olhos de Jim a seguia, que tinha como pano de fundo a cidade e suas luzes. Os peitos dela roçavam nele, Jim via o vão dentre eles quando ela virou seu rosto dizendo:

Talvez eu tenha que ser um pouco mais clara quanto a minhas ordens?

-”Não sei se é essa palavra, talvez mais objetiva?”- respondia Jim observando ela meter a mão por dentro do paletó e deslizar pelo seu corpo.

Devo tirar essas roupas destruídas eu mesma?

-”Acho que a situação requer”- respondia Jim que animosamente ajudava-a retirar seu próprio paletó.

Enquanto ela lançava fora o paletó, Jim desabotoava a camisa e num movimento ela se colocava em suas costas, o abraçava e lhe ajudava desabotoar sua camisa perguntando:

Diga-me uma coisa senhor Jacobson, você sabe que o que faremos é algo de certa forma cansativo e desgastante. Você realmente vai fazer valer a pena todo esse esforço?

-”Se criou em você expectativa, então depois de morto ainda nos surpreendemos com certas, ou mesmas, coisas e, por isso, elas não valeriam a pena?”- replica Jim achando que fosse necessário convencê-la de algo, talvez trauma de na hora h a parceira em dúvida acabar com toda graça. Era uma oportunidade única, Lucinde, que ele não deixaria passar. Jim a erguia e a lançava na cama se debruçando sobre ela. Ele beijava seu seio e não se importava se isso o entregaria as mãos dela, afinal para ele era Lucinde. -”Eu sou seu”- dizia Jim esfregando sua cara na pequena quantidade de vitae que vertia dos seios de Lucinde e lambendo. Se for possível, para aumentar ainda mais a quantidade, Jim retirará a calcinha de Lucinde mordendo sua eterna juvenil vagina morta. Ele chupará e se esfregará nela, como na pequena vitae que verterá.
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Mensagem por @nonimous em Sex Fev 08, 2019 1:53 am

Stanislav ouve a história silenciosamente, observando a gesticulação do vampiro que lhe narrara todo aquele horror, Tremeres assassinados e deixam o neófito jogado por aí pelos cantos, a pergunta é, por que ainda não organizaram uma contra ofensiva, por que aquilo tudo.



- Desaparecidos? Indaga Stanislav ao final de toda a narrativa.



- Então vocês estavam por lá a mando de algum ancião?! Replica Stanislav já ciente da resposta, mas querendo ouvir um pouco mais, aquilo tudo começava a ficar interessante.

Ou melhor, ainda mais interessante.



Lutar contra ameaças externas era parte da essência de Stanislav, ele tem feito isso a mais de um século, n~~]ao é como uma revanche tola, uma vingança de uma briga de bar, é algo mais profundo, era como parte da identidade do clâ, era um valor a ser conservado, e parece que era compactuado por todos, era notório que quando ofensas eram impetradas contra os Feiticeiros a resposta vinha de forma rápida e cirúrgica, a questão toda era, quem aplicava essa justiça, oficialmente o Regente era responsável, mas muitos eram desleixados ou não tinham recursos necessários. O que um Regente com um ou dois aprendizes poderia fazer contra um bando Sabá, ou uma Coterie de Ventrues astuciosos ou um bando de lunáticos armados? A resposta parece bem óbvia, Nada.

Então tem a Ordem dos Astrores, misteriosos, sigilosos, cirúrgicos em suas ações e outros " Freelancers" que respondiam a alta hierarquia, que é o caso de Stanislav, quem vem cumprido as ordens do Pontifex, investigando transgressores internos e punindo os externos, nesse momento ele se lembra da Ancia Malkaviana que virou pó em suas mãos em Chicago, menos uma criminosa. A não vida segue.



Medo e amargura eram os sentimentos predominantes na Aura dele, faz sentido, o medo pelo ao menos, amargura talvez pelos ofensas ou insatisfação, mas a amargura, isso seria investigado.





Porém a linha de pensamento de Stanislav é interrompida, Stanislav imediatamente cessa o interrogatório , se voltando para seu interlocultor.



- Eu procurava o senhor. Diz ele olhando para o homem de terno preto.

_________________
Status 01 Ancillae em ascensão
Líder Nato


" Seu tolo, entregou sua lealdade para mestres profanos, agora sinta a dor da traição, não precisar implorar por perdão, eu sou o arauto da morte, nosso clã já te julgou culpado, e pouco me importo, tudo o que sei é que você é uma ameaça, e será expurgada da pirâmide."
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Mensagem por Amaya Takenouchi em Sex Fev 08, 2019 10:30 am

Eu observava Jake dando um pouco de sua vitae para o velho Peter. Era algo um tanto quanto estranho, mas nesse momento, nós tínhamos assuntos mais urgentes para tratar.

Ao comentar sobre a origem de toda a confusão, Jake defendeu que a morte de um dos Gangrel foi o que motivou ele e Bryan a agir. - Eu entendo. - Disse apenas, sem concordar. Talvez houvesse uma solução melhor para isso. Mas antes, deveríamos ver alguma coisa relacionada às vítimas.

Eu fiquei atenta quando ele descreveu a cidade, que era pequena e sem grandes destaques, mas que cresceu bastante nos últimos anos. Mas algo bem estranho me soou quando ele falou para ter cuidado nos corvos. Eu pensei em perguntar qual era a relação dos corvos com qualquer perigo que surgisse. Mas logo, ele realizava um Chamado de uma Coruja, enquanto via o animal sobrevoando sobre nossas cabeças.

Ele então, me deu uma escolha. Poderíamos ir até a cidade ou falar com o Pé Grande. Eu sorri, de forma simpática. - Eu não tenho tanta pressa. Acho que podemos passar pelo Willy para dar um "oi". Vou deixar você à frente, já que eu sou uma desconhecida para ele. Espero que goste de mim. - Eu disse, com meu jeitinho de ser. Algo que eu não tinha perdido, mesmo depois de ter me tornado uma cainita.

Eu usava um dos dons de Ennoia para me ajudar a andar por aquela escuridão (Ativar Metamorfose 1 - Olhos da Besta). O local era bem fechado e difícil de andar, por mais que estejamos nos aproximando da cidade. Aproveitava também para apreciar a vida noturna ao meu redor, e eu ficava um tanto quanto entretida com isso, quase como um Toreador ao ver uma obra de arte.
Amaya Takenouchi
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Mensagem por Taly em Sab Fev 09, 2019 5:05 pm

O cérebro de Elisabeth estava fervendo, pensando em tudo que aconteceu e ainda podia acontecer.

Aquela gangue era boa quando conseguia fazer alguma coisa certo, mas isso era raro de acontecer. Cabia a Liz botar ordem na casa e fazer eles se comportarem.

- Calem a boca todos vocês! Hughes tá certo, a gente ainda pode fazer o trabalho, mas não nesse carro! Se não der certo usar a van, se o Hughes acha que ela não serve, então a gente encosta esse carro e rouba outro!


Virou para Zack extremamente ameaçadora:


- E se você não criar juízo e fizer tudo direito, vai acertar as contas comigo!
Taly
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Mensagem por Zed em Seg Fev 11, 2019 2:22 am

Lázarus Morales
PS: 03/08 / (+ 2)
FV: 04/05
OBS:

O Malkaviano, logo na entrada, já mantém o olhar fixo em um dos prisioneiros que pareceu lhe desafiar em sua concepção. Lázarus segue sua caminhada, mantendo o olhar fixo no sujeito enquanto roubar o copo do negro que estava prestes a se servir. – Ei! – Ele dispara. Balançando a cabeça negativamente. Mexendo na gaveta e puxando um terceiro copo de vidro. Andy sorri com a cena, ainda mantendo o olhar analítico no insano que caminha até as selas com o copo meio cheio após repousar a garrafa na mesa já quase vazia. O negro terminava com o liquido restante. O toque na garrafa não trazia ao vampiro nenhuma informação, era uma completa perda de tempo no qual ele passava cerca de 30 segundos encarando distraidamente a garrafa em sua própria mão.

Lázarus aguça seus sentidos, o doce aroma do sangue impregna suas narinas. Os sons do clube são quase que completamente abafados, com exceção das batidas mais graves que continuavam a ressoar nas paredes discretamente, mas mesmo isso necessitava dos sentidos aguçados.

Caminhando pela frente do primeiro prisioneiro, o vampiro novamente tenta ativar seus dons. Depois de uma tentativa de intimidação, mas seus últimos segundos de total silencio havia quebrado qualquer expectativa que o trio de prisioneiros pudesse ter. nenhum deles parecia minimamente assustado com Lázaros e suas peculiaridades, eles apenas entendiam que ele era um Malkaviano afetado como muitos outros. O primeiro deles não demonstrava nenhuma estranheza, apenas emitia uma impressão mais pálida da própria pele. De forma a parecer um tanto fantasmagórico. Este era o prisioneiro que havia feito comentários sobre Lázarus.

Caminhando até a segunda sela, um sujeito encontrava-se calmamente sentado em sua cama, escorado na parede, e com a maior parte do corpo escondida por um manto. Seguindo a tentativa de analisar a aura, não haviam impressões a serem pegas. Os poderes falhavam uma vez mais, ou talvez o nível de ofuscação do alvo fosse tão grande que tornasse incapaz a leitura.

Finalmente, chegando a terceira e última sela, onde estava o sujeito nervoso que ficava gritando sobre estar com fome. Agora ele tentava se acalmar enquanto bebia o sangue de um dos ratos que rastejava pelo chão. – O que está olhando? – Ele perguntava agressivamente, se debruçando nas grades. Novamente, os dons falhavam e nenhuma impressão podia ser obtida.

- Conseguiu alguma coisa? – Perguntou Andy, sem saber ainda do fracasso de proporções épicas. – Acalme-se. – Lázarus ouviu soar delicadamente ao seu lado, era Catrina. – Não se preocupe com o fracasso. Tente novamente, acalme-se e analise com cuidado as nuances na aura. Tente pelo primeiro que você conseguiu uma leitura rasa. – A mentora aconselhava antes de se desfazer no nada. – Ei! Responda quando eu falar com você! – Insistia Andrew. Quanto tempo havia se passado naquela “alucinação”?


OFF: Esse copo ai vale 1 PS.





Jim Jacóbson
PS: 04/10
FV: 07/08
OBS:

Jim ignorava a escrivaninha e entrava no quarto sem sequer ver as cartas. Ele analisava o quarto no geral, mas seus olhos acabavam ficando fixados na garrafa, imaginando diferentes cenários e motivos para que ele mesmo pudesse tomar um pouco. Era realmente apenas vontade de conhecer os gostos de Lucinde? Ou apenas uma besta sedenta que não podia ver uma oportunidade de encher a barriga?

Seus pensamentos de provar o sangue são interrompidos quando a garota entra o cômodo iniciando seu interrogatório. Jim realmente era um idiota, ele respondia as perguntas diretamente com as primeiras respostas que pareciam lhe surgir a mente, sem questionar ou mesmo duvidar dos interesses de Lucinde. Ele mesmo dizia em suas palavras se entregar a ela. E prontamente a Ventrue aceitava, porém interrompendo o rapaz que já iam se abraçando e agarrando como queria. – Sim, você é meu! Mas não se engane quanto a sua posição, você não é muito mais do que um brinquedinho novo e bonitinho. – Ela novamente forçava Jim a troca de olhares. – Sente na cama! – As palavras eram ditas com enorme peso e poder, de forma que Jim era incapaz de recusar o pedido.

- Você vai ter sua chance de se divertir... – Ela dizia docemente enquanto rondava a cama, chegando pelas costas de Jacobson, colocando as presas próximas ao pescoço, mas sem mordiscar. – ... Mas sou eu quem dou as ordens por aqui. Entendido? – Era necessária uma confirmação, que ela não hesitaria em novamente usar dominação para obter. Novamente havendo uma troca de olhares, ela usava seus poderes abusivamente. – Fique de quatro! Lata! – Ela seguia com aquela brincadeira por mais um tempo, antes de pegar um acessório que se assemelhava a um cinto com uma protuberância. Eu prefiro parar as descrições por aqui, resumindo apenas com ambos os vampiros tiveram sua cota de diversão, Lucinde muito mais, mas Jim teve seus momentos. Durante o ato, atém de tudo houve um compartilhamento multou de sangue. (Laço lvl 1)

Na noite seguinte, ao despertar sentindo a fome, mas ela ainda é sutil o bastante para ser sobrepujada pelo autocontrole e razão, Jim ainda estava com um dos braços algemados a cama, um dos vários e vários brinquedos usados por Lucinde durante a noite. A chave estava ao alcance de seu braço livre, a garota parecia estar no banho. Havia o som constante de agua corrente vindo do cômodo anexado ao quarto. Provavelmente o banheiro.


OFF: – 1 PS pra dormir, - 2 pra fazer a pipa subir.





Stanislav Nottinghan
PS: 07/14
FV: 08/08
OBS:

Ouvindo calmamente a história contada por Francis, que ainda demonstrava claros sinais de abalo psicológico. – A região sempre tem um bando de desaparecimentos a cada década. Fomos tentar antecipar os desse ano ao mando do Alto-Regente Rodrick Silver. – O nome, ainda que não fosse dos mais famoso era conhecido pelo Feiticeiro. Rodrick por quase um século era o Alto-Regente de Charlotte, ele já estava no cargo na última passagem de Stanislav na cidade, apesar disso não vieram a trocar mais palavras do que o protocolo requeria.

O estranho chegava pelas costas de Stanislav interrompendo o interrogatório. De imediato já recebia uma resposta que não esperava ouvir. – Procurando por mim?... Sério que eles já falaram com você? – O estranho visivelmente parecia aborrecido. – Venha comigo! – Ele pedia, mas ao mesmo tempo soava como uma ordem, já que ia até mesmo colocando as mãos nas costas de Stanis e empurrando-o até o lado de fora da sala.

Caso o vampiro concordasse em acompanhar o desconhecido, apenas iriam sair da sala principal e se afastar de onde poderia haver qualquer tumulto, assim podiam ter uma conversa privada longe de olhos curiosos. Claro, a saída repentina também acabava por chamar atenção, mas Stanislav já estava fazendo isso por si só ao interrogar o rapaz abalado em um salão cheio.

- Antes de mais nada, eu ainda não aceitei você. – Ele diria no corredor, de forma ríspida apontando o dedo ao Feiticeiro. – E você ainda nem mesmo recebeu autorização pra sair fazendo perguntas por ai. Não torne meu trabalho ainda mais difícil novato. – O sotaque do homem claramente parecia de fora do continente, talvez Irlanda ou Inglaterra. – Afinal, quem falou com você? Rodrick? Ou John? – John Diamond? Qualquer que fosse o pensamento de Stanislav ao dizer tais palavras, de fato ele parecia estar certo, ele precisava falar com aquele homem. Até agora ele não havia se apresentado e ao mesmo tempo parecia ter conhecimento da identidade de Stanis, assumindo talvez que já estivessem familiarizados um com o outro. O que não era o caso.





Amanda
PS: 08/10
FV: 04/05
OBS:

A Gangrel parecia satisfeita por hora com as perguntas. E o destino estava decidido, antes de Murphy dariam uma passada para ver Willy, também conhecido como o Pé-grande. O Gangrel mais velho guiava o caminho, já estando mais familiarizado com a região. Amaya começava a se movimentar melhor, agora que ativava de seus olhos brilhantes capazes de enxergar no escuro. Nenhum tropeço indesejado, mesmo enquanto ela distraidamente aproveitava para observar a região. Como bióloga conseguia reconhecer os padrões da floresta, vegetação nativa e tudo mais, não havia nada fora do padrão ou chamativo na fauna ou flora.

- Ah... Talvez eu tenha esquecido de mencionar uma coisa.... Quando eu disse que a gente podia ir agora e tal. Eu não quis dizer que a gente ia chegar rápido lá... Se você conseguir se transformar em loba, umas noite deve ser o bastante. Agora caminhando a gente vai levar uns dias... ou três. – a viagem poderia ser drasticamente encurtada com um carro. Mas Jake não parecia do tipo que tinha dinheiro para coisas assim. – Podemos roubar um carro. – Sugeria em seguida. – A estrada é logo ali, só fazer uma armadilha e roubar o primeiro que passar. – O rapaz tentava alcançar o lado ruim da japonesa, que talvez nem mesmo existisse.

Assumindo que ela obviamente negaria a ideia de roubar um veículo, seguiriam a caminhada por mais algumas horas, até a necessidade de começar a procurar abrigo para o sol que viria a nascer nas próximas horas. Estando perambulando pelas floretas, seria fácil para Jake arrumar um esconderijo provisório para que dormissem, obviamente. Nada luxuoso, tipo um buraco embaixo de uma pedra que conseguia evitar a luz do sol no interior. Ou alguma arvore oca derrubada. Enquanto Amaya precisaria se esconder, o mais velho ficava mais à vontade se unindo com a terra. Aproximando-se de um grupo de arbustos antes de sumir na terra. A coruja pararia em uma arvore próxima para descansar, mas ao mesmo tempo servir de guarda para os vampiros. Ainda que a guarda passasse a maior parte do dia dormindo por seus próprios hábitos animalescos. E a viagem poderia seguir pelos próximos três dias sem maiores problemas ou necessidade de pausa para lanchar.





Elizabeth Bennett
PS: 07/13
FV: 06/06
OBS:

Controlar um trio de carniçais não era uma tarefa fácil, e Liz não era a pessoa mais apta para liderar. Ainda lhe faltava maturidade como líder, e habilidades sociais e mentais para comandar. Mas ainda assim, todos ficavam quietos quando a vampira mandava. Um silencio inquietante até que ela terminou de falar e a algazarrava voltou. – Olha, não é que eu ache que a Van não sirva, é que eu acho que a Van da mãe dele não vai servir, provavelmente tem algum esquema no meio. – Hughes cantava a jogada antes dela acontecer. – É uma ótima minivan! Ela é discreta, não é rosa como você deve estar imaginando. – Hughes encarava Louis seriamente por alguns segundos. – Qual é a armação? – Insistiu até receber a resposta. – Minha mãe pediu pra abastecer, mais vai ser rápido, tem um posto ali perto de casa, a gente pode usar o dinheiro da fiança do Zack, tudo dentro do combinado. – Louis seguia sorridente e animado enquanto tentava vender a ideia. – Eu sabia.... – Comentou o esperto antes de checar o relógio. – É... Temos tempo... – Resolveu concordar com o plano, se isso não fosse contra a decisão de Liz.

A vampira, focou menos na discussão e pegou apenas o fim da conversa. Pois estava ocupada dando uma bronca em Zack. Este realmente parecia se sentir culpado pelos atos, mas não estava minimante assustado com a chefe. – Foi mal, eu acabei me empolgado. Estávamos comemorando a vitória dos Panthers. – Louis, ouvindo de supetão interrompia com um grito. – GO PANTHERS! – A dupla vibrava e novamente trocava um high five era sabido que ambos eram torcedores quase fanáticos do time local de futebol americano, e costumavam sempre assistir os jogos juntos. Zack batia continência enquanto fitava a vampira tentando demonstrar seriedade e determinação. – Pode deixar chefe! Vou fazer o trabalho direitinho!

Considerando que Liz fosse concordar com a troca pela minivan. O carro pegaria mais algumas curvas, feitas em velocidade elevada até estacionar em frente a uma casa em uma região mais urbanizadas. Haviam várias casas residências em volta, pouquíssimas lojas, ruas bem cuidadas e com lixeiras espalhadas aos montes. Não era um bairro de luxo, mas ainda assim era bem melhor do que a pilha de lixo onde ficava a mansão abandonada. – Eu vou ali rapidinho pegar a chave. – Comentaria Louis saindo do carro. – Ei, sua mãe tem alguma coisa pra comer. Estou morrendo de fome, eles não tinham nada na cadeia. – Se ninguém(Liz) segurasse Zack, ele iria junto de Louis até a casa.

Pouco depois a minivan iria sair de ré da garagem e na passada ele daria o comando para Hughes. – Guarda seu carro na garagem. – Com certos protestos ele assentia. – Se você ou sua família arranhar meu carro você está morto. – Após alguma movimentação, os veículos seriam devidamente trocados. – Minha mãe não deixa você dirigir. – Louis se recusava a abandonar o volante. Teoricamente não era um grande problema para Hughes, mas Elizabeth sabia quem era mais capacitado para dirigir. – Filhinho da mamãe... – Se restringiria a apenas comentar, antes de subir nos fundos.

A minivan era quase como dita, discreta. Cor preta, sem muitos detalhes chamativos, exceto talvez pelo logo gigantesco de uma petshop local. O combustível estava também no fim e precisariam abastecer rapidamente antes de partirem ao destino final.
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Mensagem por Reverendo em Ter Fev 12, 2019 12:07 pm

El Diablo

Procurem o Pé Grande - Página 3 000_-_Avatar_El_Diablo

Zed escreveu: – Não se preocupe com o fracasso. Tente novamente, acalme-se e analise com cuidado as nuances na aura. Tente pelo primeiro que você conseguiu uma leitura rasa. – A mentora aconselhava antes de se desfazer no nada.

A visão de sua senhora é algo fascinante, sua mente simplesmente se desliga de todo mundo a sua volta, seu corpo que raramente sente algo reage a visão com um formigamento inexplicavel. Bruscamente a conversa é interrompida  pelo seu anfitrião. . .

Zed escreveu:Ei! Responda quando eu falar com você! – Insistia Andrew. Quanto tempo havia se passado naquela “alucinação”?

Sem perceber, Lazarus  leva a mão a sua cabeça acariciando-a em seu tradicional tique nervoso, onfiante no apoio de sua senhora o insano tatuado retorna lentamente a primeira cela, instintivamente ele vira o copo que está em sua mão como se fosse uma dose de tequila. O sangue desce pela sua garganta escorrendo um pouco em sue pescoço, provocando estimulos e alguns pequenos espasmos, o Malkaviano levanta a cabeça buscando ar em seus pulmões entrando em um estado de extase ficando com os olhos virados  assumindo uma sinistra aparência . . .  Em uma espécie de transe, Lazarus encara o prisioneiro com as pupilas completamente desaparecidas e se esforça para usar um Don avançado de sua Disciplina Auspicius: Leitura da Aura

Usando Leitura da Aura:

Procurem o Pé Grande - Página 3 El_Diablo_-_Usando_Auspicius


Zed escreveu:OFF: Esse copo ai vale 1 PS.

Ações::
Lazarus bebe o sangue para obter o acrescimo de 01 Ponto de Sangue e se esforça seguindo o conselho de sua senhora após falhar miseravelmente, considere a queima de 01 Ponto de Força de Vontade para poder obter sucesso na Leitura da Aura
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Mensagem por Taly em Qua Fev 13, 2019 2:25 pm

Elisabeth se esforçava de verdade para liderar aquela gangue sem tirar a liberdade de escolha de cada um, mas às vezes parecia que era babá de três crianças bagunceira.

Ela esperou até ver a van para tomar uma decisão. Mas quando viu, já falou logo:

- Se a gente vai usar essa van, esse adesivo tem que sair, senão vão achar a gente depois. Rápido, me ajudem a arrancar isso e vamos logo abastecer essa banheira!
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Mensagem por Amaya Takenouchi em Sex Fev 15, 2019 3:39 pm

Enquanto estávamos caminhando, Jake me chamou a atenção para o tempo que ia levar, enquanto eu olhava para ele. E logo, ele começava a propor uma ideia que era totalmente contra tudo o que eu acreditava. - Nem sonhe com isso. - Falei, de uma maneira firme. - Infelizmente eu sou neófita, então os dons de Ennoia ainda não estão fortes o suficiente em meu sangue. Mas eu não tenho nenhuma pressa para chegar, neste momento. Eventualmente, conseguiremos chegar ao nosso destino. Por favor, não dê mais esse tipo de ideia. - Disse, um tanto incomodada.

Dessa forma, voltei a caminhar, e aproveitando que tínhamos praticamente todo o tempo do mundo, em algum momento, depois de longas horas de trajeto, eu perguntava: - Bom, você poderia me distrair falando sobre os tais corvos. E o que mais você estiver escondendo. Eu não vou conseguir resolver problemas para vocês se me ocultarem informações. O Bryan não me aprecia muito e talvez você não esteja 100% confortável comigo. - Olhei, de forma sincera para ele. - Eu sei que sou forasteira aqui, e sou meio que uma "invasora" do domínio de vocês. Mas estou aqui para ajudar.
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Mensagem por Samuka em Sab Fev 16, 2019 3:46 am

Um misto de prazer e sadismo. Jim se entregava com certa desconfiança, ou seria relutância?

você não é muito mais do que um brinquedinho novo e bonitinho

Jim se imaginava como um fantoche. Aliás, qual Ventrue que não deveria se sentir como um? Para Jim, porém, seria melhor que o manipulador fosse uma menina de corpo fatal nos 20s, como Lucy.

Sente na cama!

Ele se sentava com os olhos vidrados de tesão por ela, que subia na cama e vinha por detrás abraçando suas costas.

- Você vai ter sua chance de se divertir... –

Enquanto ela “mordiscava”, as mãos de Jim acariciavam suas pernas. Então ela ordenava puxando ele pelos cabelos, de modo que pudesse ter contato com olhos:

Fique de quatro! Lata!

Todo dominado, ainda que subjulgado, possui sentimentos e estes não são dominados. Jim se sentia constrangido, um babaca fazendo aquilo, mas fazia. Manda quem pode. Depois ao vê-la com acessários, aquilo de certa forma era uma perversão da sua dignitas.

Jim desperta ouvindo barulho de água. Não demorou muito para associar com banho. Jim chuta os brinquedos da cama, pega a chave e tira algema.Era uma oportunidade então para ver as cartas.
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Mensagem por Crowley em Seg Fev 18, 2019 9:12 pm

Crowley estava mergulhado em uma noite sem fim, a fome fazia seu corpo arder e a abstinência desse liquido que não só saciava sua fome, mas também lhe dava prazer cobra o preço alto, como já não bastasse está cercado por sombras escravas das trevas, mas o sombrio tinha um item, um item que parecia ser mais poderoso do que imaginava, a mesma destruía uma das criaturas que a pouco tento lhe agarra com estrema facilidade, restavam ainda 03 delas, mas as sombras escravas  o atacava novamente e com maestria o sombrio rebatia aparando com a Adaga os taques, mas nesse  momento sentia sua mente sendo invadida, as vozes parecia vir da adaga em um processo telepático e uma sede de destruição lhe batia mais uma vez.

As sombras escravas pareciam surpreendidas ao ver as companheiras serem mortas, as reações eram lerdas, mas elas pareciam emitir gemidos e múrmuros incompreensíveis e assustados.

“Isso não deve ser nada Bom! ”

O sombrio suspeitava de que as sombras estivessem chamando mais delas para o confronto, dessa maneira passaria a eternidade lutando contra elas, porem contra sua vontade não via outra opção a não ser fugir do local e tentar encontra o maldito do qual veio para barganhar.

Em uma medida de não perde mais tempo nesse lugar o sombrio usava a seu favor a gravidade que parecia quase inexistente para dar grandes saltos se afastando do local e na medida em que caia tentava localizar seu objetivo.
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Mensagem por Zed em Ter Fev 19, 2019 6:05 pm

Lázarus Morales
PS: 04/08 / (+ 2)
FV: 03/05
OBS:

Uma vez falhando em observar a aura do trio de prisioneiros, a mentora de Lazarus vinha a seu auxilio. Porém a visão espectral de Catrina não durava muito tempo, assim que Andrew emitia sua voz a aparição já não mais estava presente, mas sua sabedoria tinha sido passada da mesma forma.

Bebendo do copo de sangue, o tatuado retorna até a primeira cela, ignorando as palavras do Ventrue e focando apenas em fazer seu trabalho da forma mais eficiente possível. Se concentrando no que estava a sua frente, tentando aguçar seus sentidos, fazer funcionar os dons sobrenaturais compartilhados por sua linhagem, nada parecia acontecer até então. – Alô? – Ouviu-se entorpecidamente, a audição aos poucos parecia sumir e se tornar distante podia-se ouvir apenas o canto discreto vindo anos luz dali, enquanto isso apenas a visão estava sendo concentrada.

Andrew se levantava, impaciente, e ia até Lazarus, puxando-lhe o ombro em busca de ganhar atenção. – Lunático maldito, acorda pra vida. – Reagindo ao puxão, a consciência de Lazarus voltava ao corpo, sua audição voltava ao normal, porém seus olhos formigavam desconfortavelmente, ao mesmo passo, as pessoas em volta começavam a emitir cores.

Andy emitia pelas narinas e boca uma pequena e discreta cortina de nuvem avermelhada, pelo corpo, como se fizesse parte de seu próprio cheiro, uma discreta cor azul clara que conflitava bastante com o vermelho.

O prisioneiro da sela ao lado, aquele que apenas tinha passado uma impressão pálida, bem como todos os outros prisioneiros, apresentavam tonalidades de verde claro e azul escuro, algumas manchas cinzas também pairavam o ar. Em geral, podia-se intender que os prisioneiros não estavam entendendo nada, ou mesmo pareciam acreditar na utilidade de Lazarus.

E em meio a tudo isso, o gordo mais ao fundo, apenas continuava calmo e tranquilo, como representado por sua aura. Enquanto bebia lentamente o copo de sangue, sem o mínimo de pressa em ver como aquilo se desenrolaria.

Sabendo ou não o que deveria procurar em sua busca para descobrir o culpado do crime, também era possível notar algo entre a aura dos presidiários. Veios negros que eram emitidos por um único prisioneiro, aquele que estava logo ao lado de Lazarus e Andrew.





Elizabeth Bennett
PS: 07/13
FV: 06/06
OBS:

Na residência de Louis, a Vampira notava de imediato o problema com o logo gigante da petshop, e concluía que aquilo seria o suficiente para que fossem identificados. Uma escolha prudente. – Isso não sai. – Porém era a resposta.

O adesivo era aqueles antigos, que já estava a tanto tempo no veículo que não sairia de jeito algum, cheio de pequenos buracos entre o desenho por qualquer que fosse o motivo. – Eu tenho uma ideia. – Sugeriu Hughes indo até o carro, pegando um spray de tinta de tonalidade semelhante a van, e espirrando em torno do logo de forma a deixa-lo disfarçado.

- Minha mãe vai me matar.... – Comentou o beta enquanto seus comparsas subiam a bordo e rumavam até o posto de gasolina mais próximo. – Se ela não te matar, a gente vai. Não se preocupe. – Respondia em tom cômico o mais esperto do grupo.

Não demorava muito para que chegassem até o local, enquanto Louis ia abastecer o veículo. Hughes aproveitava para assumir o volante e Zack sair do carro para esticar as pernas. – Alguém quer alguma coisa da loja? – Perguntava para todos. – Um maço de Derby Azul. – Hughes respondia após confirmar só ter dois cigarros sobrando. – Uma barra de chocolate e um refri. – Berrava Louis ao fundo. – Liz? – Zack esperaria uma resposta antes de seguir a loja rapidamente.

Terminando de abastecer o veículo, o valentão teria voltado com os pedidos. – Cigarro, chocolate e refrigerante. – Ele trazia consigo um maço de Chesterfield Vermelho, um único bombom e uma latinha pequena de refrigerante, fazendo a dupla se entreolhar em desgosto mais à frente. – Nem começa a chorar, só entra logo. – Hughes alertava a Louis antes que houvesse qualquer contestação sobre a troca de motoristas.

O carro seguia tranquilamente com rumo aos limites da cidade, pegando uma das vias principais e rodando um bom tempo para longe dos núcleos populacionais antes de finalmente estacionar fora da pista. – Okay... Eu acho que é por aqui... – Hughes checava o relógio de pulso. – Uns 15 minutos até eles passarem por aqui... ou 20... – Tentava estimar.





Amanda
PS: 08/10
FV: 04/05
OBS:

As ideias de Jake pareciam não ser muito do agrado de Amaya, esta era uma defensora da vida e dos direitos humanos como um todo, nunca que concordaria com tal barbara ideia, mas isso parecia algo difícil de ser entendido para o rapaz. – Credo, eu nem falei em matar eles nem nada do tipo. Era só roubar o carro mesmo... Moralistas... – Suas reclamações não eram sérias ou convincentes, ele não tinha nenhum problema em agir conforme o proposto pela garota. Mas da mesma forma, ele não teria nenhum problema em ter que agir contra os humanos.

- Eu não estou escondendo nada, se eu não disse alguma coisa é provavelmente por que eu esqueci. – Jake não parecia ser do tipo manipulativo, então aquela descrição parecia condizente. – Os Malkavianos daqui parecem ter dominado Animalismo, eles conseguem usar os animais como espiões, principalmente corvos. Se você ver algum grande e branco principalmente, me avisa. – Ele puxava um estilingue do bolso e então esticava a corda mirando no nada. – Eu derrubo ele em uma só. – Volta e meia, durante o caminho, ele até parava para catar algumas pedrinhas de formato ideal e guarda nos bolsos. – E não esquenta a cabeça com o Bryan, ele é assim com todo mundo. Desde sempre foi assim, e agora que ele virou um vampiro não mudou em nada. – Ao que parecia, Bryan provavelmente era um Neófito.

Longas três noites se passavam na estrada enquanto a dupla de Gangrel lentamente se aproximava de Murphy, usando as florestas como acampamento improvisado e partindo logo ao anoitecer. O ambiente não mudava muito uma vez que seguiam as trilhas mais selvagens, volta e meia as florestas se tornavam menos ou mais densas, mas em geral tudo seguia semelhante.

- Acho que estamos chegando. – Comentou o rapaz assim que atravessaram um pequeno rio. Seguindo por mais algum tempo eles se aproximavam de uma caverna aparentemente vazia. – Lua cheia? – Se perguntava olhando para o alto sem ter certeza se realmente estava totalmente preenchido. – Normalmente ele toma banho nas luas cheias... – Aquilo parecia um padrão um tanto complexo para um animal irracional. – Ele deve estar no lago, só seguir o rio... Mas não deve ser legal a gente ir ver ele tomando banho... O cara deve estar pelado, melhor a gente esperar... E também, eu to começando a ficar com fome.... O que você come? Animais? Ou nem isso? – Ele parecia muito disposto a ir correr atrás de comida, mas ao mesmo tempo também se preocupava com o que poderia ser considerado ofensivo de comer na frente da vampira que era mais humana que a maioria dos mortais.





Jim Jacóbson
PS: 04/10
FV: 07/08
OBS:

Depois de ter sua propriedade privada invadida, nada mais justo do que invadir a privacidade alheia. Ao acordar ainda algemado, Jim chuta os brinquedos para fora da cama, talvez ainda em negação pelo ocorrido. Ele solta a algema e então se vê livre para perambular pelo apartamento enquanto a dona parece não notar a movimentação.

A porta do banheiro estava fechada, e ele passa sem chamar atenção, voltando a sala e andando até a mesinha onde antes havia visto as cartas. Ler o conteúdo por outro lado não era uma tarefa tão simples. Evidentemente eram cartas antigas e desgastas pelo tempo, mas isso não atrapalhava a leitura, e sim o idioma que lhe era incompreensível. Latim talvez? A única coisa que pode entender era o remetente. “Michaelis”. Várias cartas enviadas pela mesma pessoa, normalmente escritas em latim, porém também haviam símbolos ou hieróglifos, códigos criptografados? Com uma olhada curta era impossível tirar todas as conclusões possíveis.

A agua corrente para, o som da porta do box correndo ecoa. Em breve Lucinde devia sair do banheiro, e não sabia-se dizer como ela reagiria ao ver Jim mexendo em suas correspondências antigas.





Crowley
PS: 05/15
FV: 06/08
OBS: Corpo de Sombras

Crowley combatia as sombras do abismo, duas delas vinham a ser derrotadas sem maiores problemas, fazendo com que as outras reagissem mais lerdamente. Isso criava hipóteses na mente do Lasombra, que imaginava um possível reforço a caminho. Deixando os oponentes sobressalentes para trás, Crowley tomava distancia, saltando pelas pedras em busca de voltar ao topo daquele pequeno abismo.

A gravidade realmente parecia funcionar de forma mais sutil naquele plano, mas ela ainda existia. Seus saltos eram de certa forma potencializados, conseguindo atingir uma altitude maior, ainda precisava contar com sua destreza para as acrobacias, mas não era nada muito trabalhoso.

Voltando ao ponto de partida, o Sombrio que agora recuperava a adaga partia em busca daquele que havia lhe trazido a aquele plano. Porém não havia nada ao alcance de seus olhos, nenhuma edificação ou pessoa a vista, apenas sombras e mais sombras. A única coisa que era capaz de fazer, era seguir a esmos pelo escuro abismo.

Haviam poucos sons naquele local, poucas criaturas que emitissem qualquer barulho, e a paisagem em si era no geral silenciosa. Mesmo os relâmpagos brancos que surgiam esporadicamente nos céus eram calados. Porém toda a quietude não duraria muito. Estrondos podem ser tanto ouvidos quanto sentidos ecoando pelo “solo”. Alguma criatura parece estar por perto, mas não necessariamente vindo na direção do vampiro.

Sem visão do que quer que esteja emitindo os sons, a única coisa presumível é que se trata de algo pesado. Pois a cada passo há um novo tremor, nada em volta parece ser capaz de emitir tal barulho, até que pode notar algo, mesmo sem se mover Crowley tem a sensação de estar se deslocando. Não havia vento ou brisa naquele lugar, mas ainda assim ele era capaz de sentir intuitivamente. A explicação? Simples, ele estava em cima de uma sombra animada.

A massa sombria devia ter por volta de uns 100 metros de altura e uns 1000 de cumprimento. Sua forma justamente se assemelhava a uma montanha irregular, mas com patas e uma cabeça.


OFF: Imagine algo próximo a isso:
Spoiler:
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Zed
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Mensagem por Samuka em Ter Fev 19, 2019 11:18 pm

Jim se pegava pensando na inevitabilidade do destino, ou seja lá a porra que for que controle “tudo”, de colocar-nos diante de situações que mais evitamos. Ele estava em meio há sádicos, mas blue bloods são por natureza.

Lucinde ainda estava no banho e tomara que demore, pensava ele. Jim caminhava e abria a porta do quarto cuidadosamente. Ele atravessava o corredor em direção à sala, à mesinha dos segredos. Jim abria a gaveta novamente e lá estavam elas, as cartas.

E com muito esforço, ele conseguiu extrair algo delas: nada, só a porra dum nome. Jim não se conformava em alguém escrever cartas em latim. Para ele, na confusão de sua mente, isso remetia a Latina, Comunismo, Venezuela etc.

Jim, então, percebia que provavelmente Lucinde já havia terminado o banho e colocava as cartas de volta; e tentando pô-las na mesma posição. E, merda, ele percebia que estava pelado. Qual a desculpa daria se pego assim? Sou nudista, engatilhava ele.

Mas, ele voltava para o quarto apressadamente. Ao chegar e caso Lucinde ainda esteja no banheiro, ele saltará até a cama. Senão, entrará e logo colocará um sorriso no rosto perguntando (off: em ambas situações): - E aí, baby, foi bom pra você? -.
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Mensagem por @nonimous em Qua Fev 20, 2019 12:56 am

Eu sabia que você viria, não sabia quando. Responde Stanisalv ignorando as demais perguntas que parecem pessoais demais, e claro, esse " estranho" pedir a fonte da informação ele força um pouco a barra.



- E quando vai acontecer isso? O que mais tenho que fazer, me parece que já provei que posso cuidar das coisas. Responde Stanislav enfrentando a afirmação que ele ainda não fora aceito, refletindo sob a sua aspiração a ordem de Astores, a polícia secreta que permeia a pirâmide caçando transgressores internos e em alguns casos externos, de fato Stanislav havia desidratado sua capacidade em lidar com Regentes, eles estavam sempre por aí reclamando e fazendo seus jogos, ser eleitor Astor faria dele um Juiz e promotor ao mesmo tempo e após montar o julgamento com provas ele poderia ser o executor também, no clã Tremere não importa seu tamanho, a pirâmide será sempre maior.



- Coincidentemente vim falar com o Pontífice sobre minha aceitação, acredito que seja hora dele oficialmente me elevar a ordem. Stanislav solta essas palavras fitando seu interlocutor.

Esperava alguma reação que permeasse suas ambições, embora estivesse de fato interessado no que aconteceu a Cabala que fora destruída, aquilo de fato lhe deixava consternado, mas não queria irritar nenhum Astor, afinal eles podem ser inimigos formidáveis e tem poder de ação elevados.

- Mas me diga, você não me procurou só para me dizer que está descontente por eu fazer perguntas por aí.


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" Seu tolo, entregou sua lealdade para mestres profanos, agora sinta a dor da traição, não precisar implorar por perdão, eu sou o arauto da morte, nosso clã já te julgou culpado, e pouco me importo, tudo o que sei é que você é uma ameaça, e será expurgada da pirâmide."
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Mensagem por Reverendo em Qua Fev 20, 2019 9:12 pm

El Diablo

Procurem o Pé Grande - Página 3 000_-_Avatar_El_Diablo

Zed escreveu:
Andrew se levantava, impaciente, e ia até Lazarus, puxando-lhe o ombro em busca de ganhar atenção. – Lunático maldito, acorda pra vida. – Reagindo ao puxão, a consciência de Lazarus voltava ao corpo, sua audição voltava ao normal, porém seus olhos formigavam desconfortavelmente, ao mesmo passo, as pessoas em volta começavam a emitir cores.

Esfregando os olhos devido ao formigamento Lazarus volta a si enquanto seu anfitrião bruscamente o pegava pelo braço. O marginal cerra o punho para reagir agressivamente quando seus olhos testemunham uma sutil manifestação da aura que Andy emitia pelas narinas e boca. A discreta cortina de nuvem avermelhada espalhada pelo corpo como se fizesse parte de próprio cheiro do anfitrião, era acompahado de  uma discreta cor azul clara que conflitava bastante com o vermelho. Lazarus sorri com cara de panaca literalmente viajando no que acaba de testemunhar, ele ergue o dedo indicador da mão esquerda desenhando no ar a pequena cortina de nuvem avermelhada
 -  Seja pronto para ouvir, tardio para falar pois não é um momento de ira. Fala  enquanto continua desenhando a nuvem avermelhada da aura de  Andrew.

Zed escreveu:
O prisioneiro da sela ao lado, aquele que apenas tinha passado uma impressão pálida, bem como todos os outros prisioneiros, apresentavam tonalidades de verde claro e azul escuro, algumas manchas cinzas também pairavam o ar.

Aproximando-se lentamente da grade com o olhar entristecido como se algo tivesse abatido seu espirito, Lazarus continua desenhando no ar com o dedo indicador e deslisa nas grades das celas, de alguma forma ele absorveu o sentimento de depressão dos cativos e se recordou dos momentos que foi um detento. Lazarus passa a mão direita na sua cabeça raspada e termina na nuca no seu tradicional Tique Nervoso e caminhando de um lado para outro com a mão atrás da nuca o insano tatuado percebe que estão desacreditados quanto sua capacidade e desconfiados quanto a sua real intenção quando algo chama sua atenção . . .
Zed escreveu:Veios negros que eram emitidos por um único prisioneiro, aquele que estava logo ao lado de Lazarus e Andrew.

- Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Começa  enquanto para de dedilhar a cela e do prisioneiro que está entre ele e Andrew indicando que encontrou quem procurava. O Malkaviano retorna a falar em parabólas enquanto seus olhos insanos acompanham os veios negros que pulsam da aura do Vampiro.- Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, após ser consumado, gera a morte. - Lazarus encerra sua fala levando as duas mãos uma a outra como se estivesse iniciando uma oração.
Procurem o Pé Grande - Página 3 00_-_El_diablo_rezando

Versiculos:
Tiago 1:14 - Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido.
Tiago 1:15 - Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, após ser consumado, gera a morte.
Tiago 1:19 - Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se,


Última edição por Reverendo em Qua Fev 20, 2019 11:10 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Acréscimo dos Spoilers: Versículos)
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Mensagem por Amaya Takenouchi em Qui Fev 21, 2019 9:36 pm

- Nada de matar, ou roubar, ou fazer qualquer coisa que infrinja a lei. - Disse, pela última vez, sem se importar de parecer moralista ou hipócrita na visão de outros Membros. Era assim que ela vivia e que pretendia viver por um bom tempo.

Assim, ele detalhou um pouco mais sobre os tais corvos, já que os Malkavianos aprenderam Animalismo. Isso era um problema. Se nos aproximássemos do raio de atuação deles, poderiam usar a vida animal contra nós. E também sobre Bryan, que aparentemente, parecia ser um cabeça quente de qualquer forma. - Tem certeza que ele não é um Brujah, ao invés de um Gangrel? - Disse brincando, obviamente, com um certo humor, sorrindo de canto, falando do estereótipo que eu tinha da chamada "Ralé".

Assim que chegávamos perto, depois de algum tempo, o outro olhava para a lua, então eu observava (Teste de percepção? Ciências, talvez? Talvez Amaya possa ter maior acurácia nisso.) Ele propôs que esperássemos o Pé Grande terminar seu banho para que pudéssemos nos alimentar. Dessa forma, respondi a pergunta dele. - Sim, eu me alimento apenas de animais. Mas não costumo drená-los e matá-los. Geralmente eu controlo um certo grupo de lebres selvagens para virem até a mim, de acordo com a minha fome. Sugo a metade do sangue de cada uma, e deixo elas irem com o que resta. - Falou, enquanto pensava. - Ainda posso aguentar bem, mas o fato é que devemos evitar ficar com muita fome. Tento evitar que a Besta domine meus pensamentos e ações. Devemos ser os guias da Besta, não os seus escravos. - Disse, enquanto tentava observar ao seu redor, e com seu pulmão morto, simulava uma inspiração para "farejar" algo. - É claro que, se existisse algo de maior porte aqui, como javalis ou cerdos, seria mais fácil de saciar a fome.

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Mensagem por Zed em Dom Fev 24, 2019 9:37 pm

Jim Jacóbson
PS: 04/10
FV: 07/08
OBS:

Livre de suas algemas, o Ventrue ia até a sala, analisando as antigas cartas escritas em um idioma morto. Ele, sem o conhecimento da língua, não era capaz de entender as escrituras, podia tentar recordar pequenos fragmentos do texto para traduzir depois. Porém a urgência lhe fazia guardar a correspondência devidamente na caixa e “apagar” os traços se sua passagem. Voltando ao quarto, ele tinha apenas o tempo para se jogar na cama e fazer uma pose antes da porta abrir e Lucy sair, enrolada em uma toalha e usando uma segunda para secar o cabelo.

Todo sorridente o Soldado disparava sua pergunta fazendo a mulher sorrir. – Já tive noites melhores. – Ela brincava, se aproximando e sentando a cama. – Mas considerando o quão novinho você é, eu diria que foi muito bem. Considere-me impressionada. – Lucinde não queria deixar o ego subir à cabeça do Neófito, mas ainda dava os merecidos créditos.

A conversa poderia ter prosseguido por mais algum tempo de forma descontraída, provavelmente ambos os vampiros estariam de acordo. Mas o celular de Lucinde vibrava na cômoda ao lado da cama e ela de imediato foi checar o que se tratava. – Marcel sobreviveu. – Ela comentou sem a menor animação. – E pelo visto ele está te procurando. – Com certo desapontamento, ela bloqueava o eletrônico e colocava-o sobre a mesinha, caminhando até o closet na terceira porta daquele quarto. O próprio closet era quase um quarto por si só, mas apenas com roupas, sapatos e etc.

- Acho que estes devem lhe servir, o seu não está mais apresentável. – Após alguns instantes, ela saia carregando um terno dentro de um estojo protetor. Aquela não era a única peça de roupa masculina na casa.... Ué... Suspeito o suficiente? A Arconte também começava a se aprontar, quase que ignorando a presença de Jim. O que fazia sentido, afinal não havia mais motivos para se esconder.
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Mensagem por Zed em Seg Fev 25, 2019 12:17 am

Stanislav Nottinghan
PS: 07/14
FV: 08/08
OBS:

O Feiticeiro de imediato conseguia notar que estava lidando com um dos Astores. Conseguindo interligar informações, assumia que estava concorrendo a uma vaga. Mas que pelas palavras do estranho, ainda não parecia certa. – Rodrick pediu que levasse você até a sala dele para uma conversa quando a reunião acabasse. Discutiríamos sua posição, mas como eu já disse, eu não preciso de nenhum novato como parceiro. – Ele aparentava ser aqueles clássico policias antigos na força, meio ranzinza que desgosta de novatos, e até o momento, Stanislav não estava lhe passando a melhor das impressões.

- Eu não vim aqui dizer que estou descontente, eu vim aqui pra te por um pouco de juízo, novato! – Sem o mínimo de cortesia ou aviso, o estranho estapeava as costas da cabeça de Stanis, sem força, como ele mesmo havia dito, apenas para lhe por um pouco de juízo. – Você acha que o Pontífice é confiável pra começo de conversa? – Havia clara ironia em suas palavras e no sorriso debochado. – Estamos aqui justamente pra ficar de olho nele... – As palavras se interrompiam conforme o sujeito ficava em alerta, olhando em direção a porta. – Vai acabar em breve. – Comentou sem desviar o olhar a princípio. – Por hora evite sair fazendo perguntas, ninguém aqui é confiável. Se for fazer, não faça em um salão cheio de testemunhas. Você precisa chamar o MÍNIMO de atenção enquanto estiver investigando. – Havia tempo para continuar fazendo perguntas caso fosse a vontade do aspirante a Astor. Mas seu veterano não parecia tão animado para responde-las. – Vamos voltar logo pra sala, depois conversamos sobre trabalho. – Se não houvesse questionamentos, ele rumaria novamente até a sala de espera.
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Mensagem por Taly em Ter Fev 26, 2019 3:06 am

Liz não queria nada do posto além do combustível. Uma das vantagens de ser uma vampira era não precisar comer nem beber nem fumar. Ela nunca teve vícios quando era mortal então não sentia falta de nada. As pequenas coisas que seus colegas de gangue gostavam não significavam nada para ela.

Quando finalmente chegaram ao local do ataque, ela ouviu a estimativa de tempo e concordou com um aceno de cabeça.

- Tá legal, mesmo que a gente tenha que usar essa banheira velha, vamos fazer isso direito! O importante é parar o carro deles, depois a gente faz todo mundo descer e ficar quietinho ali no acostamento. O Zack vigia eles enquanto o resto de nós checa a carga e vamos embora assim que der! Vamos fazer um caminho pra despistar antes de voltar pro casarão. Lembrem, nada de falar nossos nomes verdadeiros pra eles escutarem! Vamos ser rápidos e o mais silenciosos possível! Entenderam?
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Mensagem por Samuka em Ter Fev 26, 2019 7:28 pm

[size=35]Jim, após guardar as cartas, voltava ao quarto repetindo algumas palavras latinas na esperança de memorizá-las. ”Data venia, ergo omnes e fumus boni iuris”, repetia ele até terminar em, ”data venha? Não, ergo ovo e fumo um do bom”. Confuso, ele entrava no quarto e percebia a maçaneta da porta do banheiro girando. ”Shit”. Jim dava um salto até a cama e Lucinde saía envolta duma toalha; e enxugando os cabelos. Estava linda com suas belas coxas pálidas à amostra, com seus seios pressionados e com um sorriso no rosto após ouvir o disparate de Jim, que repetia a cena milhares de vezes contemplando a beleza de Lucy e se imaginando arrancando aquela toalha.[/size]

– Já tive noites melhores. – Ela brincava, se aproximando e sentando a cama


[size=35]Ele, então, se arrastava até Lucinde tomando a toalha e secando seus cabelos, enquanto que ela dizia:[/size]

– Mas considerando o quão novinho você é, eu diria que foi muito bem. Considere-me impressionada. –


[size=35]- Por aguentar seus fetiches? - perguntava Jim quando celular interrompeu o diálogo.[/size]

[size=35]Lucinde pegava o celular e checava-o. “O que que foi?”. Após uns segundos, ela dizia:[/size]

Marcel sobreviveu. – Ela comentou sem a menor animação. – E pelo visto ele está te procurando. –


[size=35]- O quê!? - perguntava ele atônito de que Marcel sobreviveu e, ainda, estava atrás dele, enquanto que Lucinde colocava muda o celular sobre a cômoda se dirigindo ao closet. De lá, ela dizia:[/size]

- Acho que estes devem lhe servir, o seu não está mais apresentável.


[size=35]O idiota do Jim não fazia idéia de que ela falava de suas roupas. Ele imaginou tudo, menos roupa. Imaginou que falasse de seu pau, numa paranóia masculina típica pós sexo. Enfim, tudo. Só se deu conta que era do seu terno, quando a viu voltar com um. Ao pegar o terno, Jim pergunta sorrindo:[/size]

[size=35]- Nasce chifre em vampiro também? -[/size]

[size=35]Lucinde ficava muda novamente. A toalha caía e a nudez de seu corpo de novo se revelava para Jim, que inevitavelmente a desejava mais uma vez. Ele se aproximava dela perguntando: [/size]

[size=35]- Posso te vestir? -[/size]

[size=35]Caso ela aceite, Jim a vestia peça por peça. Seus dedos tocavam sua carne fria, pálida e morta, mas ainda de textura de uma jovem-mulher. Ele se debruçava sobre o corpo dela, alisando-o e/ou o lambendo. Sua mão subia sobre suas pernas à sua coxa, do seu monte de Vênus às suas duas esferas rígidas e encantadoras que sobressaíam das mãos de Jim, das suas costas à sua nuca. Por fim, ele dava um beijo em seu pescoço, quer entregar mais uma vez à ela sua alma. Depois, então, ele se vestiria perguntando:[/size]

[size=35]- Suponho que vamos ao encontro dele, ahn? -[/size]
Samuka
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Mensagem por Zed em Qua Fev 27, 2019 11:04 pm

Lázarus Morales
PS: 04/08 / (+ 2)
FV: 03/05
OBS:

Não é de hoje que Malkavianos são taxados como insanos. Muitos deles realmente são, outros são apenas confusos e perturbados de forma que não fazem sentido aos outros. Talvez fosse o caso de Lazarus. Pois este começava a falar em parábolas, enigmas e maneira confusa que dificultava o entendimento dos ouvintes. – Que? – Andrew disparou no fim do discurso, sem entender absolutamente nada.

- Eu falei que Malkavianos não são uteis, não sei por que você insiste em tentar com esse pessoal. – Resmungou o gordo, mais ao fundo de forma que perturbava o Ventrue. – Cala a boca, e quem eu ia chamar? Os Toreadores? – Talvez não fossem os maiores aliados do clã da Rosa. Eles realmente pertenciam a Camarilla? – De qualquer forma, seja claro, quais deles tem as tais marcas negras? - Andrew tentava manter a pose e calma, enquanto ajeitava o terno e os óculos.

- Esse imbecil nem deve ser capaz disso, desiste dessa Andrew. – Tentou persuadir o engravado. O prisioneiro manchado de negro que se aproximava das grades. Ele era o que menos parecia ter fé em Lazarus, que agora não mais conseguia ver as auras, mas ainda era capaz de lembrar a informação.
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