Procurem o Pé Grande

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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Zed em Sab Jan 12, 2019 3:44 am

Lázarus Morales
PS: 06/10
FV: 07/07
OBS: Dedo Quebrado (????)

Após ouvir tudo o que o engravatado tinha a dizer. O Malkaviano se atentava bastante as propostas feitas nas meias palavras e no conhecimento que o estranho alegava ter sobre sua Sire. – Eu nunca tive a chance de falar com Lady Catrina pessoalmente, mas já ouvi ótimas historias a seu respeito... – Ele parava um pouco imaginando se a próxima pergunta era apropriada, e por ali decidiu ficar.

O que realmente importava no momento ao Malkaviano eram os negócios, e o motivo de toda aquela situação. – Eu desejo alguém que não seja apenas um brutamontes. Eu quero alguém que tenha tanto potencial quanto a Lady Catrina. E quem melhor do que a cria da própria? – De fato Lázarus era familiarizado com aquele dom, ele tinha um domínio que nem mesmo ele era capaz de compreender. Ainda que vez ou outra houvessem manifestações mais intensas, ele não era capaz de controla-las.

- Existe uma situação nesse exato momento, onde um usuário de Auspícios pode ajudar no julgamento. Se você concordar, eu gostaria de leva-lo e testá-lo. Tudo que você precisa fazer é olhar alguns suspeitos e dizer qual deles é o culpado. – O carro ia aos poucos diminuindo sua velocidade, até que finalmente parava por completo. – Chegamos, senhor. – Dizia o motorista, ao virar-se para trás.

Pela janela, Lázarus se veria em frente de um club noturno. Onde a música escapava mesmo com o local completamente vedado. Um eletrônico, psicodélico e extremamente barulhento, cheio de distorção e batidas pesadas. – Você vem? – Perguntava Andrew, já abrindo a porta ao seu lado para sair do veículo.
Crowley
PS: 05/15
FV: 07/08
OBS: Corpo de Sombras

Perdido em um limbo onde não havia nada além de escuridão. O sombrio resolve abandonar sua posição e se desloca no espaço de forma que ele não é capaz de compreender. A única informação capaz de assimilar, era a distância existente entre ele e a luz que se alterava ao longo do tempo.

Inicialmente ele é capaz de suavemente se mover, como se estivesse indo devagar, mas logo a aceleração aumenta e a pressão em cima da consciência do vampiro também. Era como se ele estivesse amarrado a um foguete entrando em orbita. Cada vez mais rápido, até que finalmente começava a desacelerar a medida que chegava próximo da luz, mas quanto tempo havia passado? Horas? Dias? Meses?

A luz vermelha se tornava forte o bastante para exibir uma forma, uma forma já vista anteriormente. A adaga de ossos encontrada em suas últimas aventuras estava diante de seus olhos, flutuando em um espaço negro onde não havia nada. Dela, inscrições antigas em um padrão que lembrava a escrita do livro negro, brilhavam na cor de sangue. Ao “tocar” na adaga, a parede de negritude em sua frente se rompe.

Crowley cortava alguma coisa, talvez a própria escuridão. Do vão aberto no espaço ele é puxado. Se vendo em sua forma sombria(Tenebrosidade 5, - 3 PdS), o Lasombra inicia uma queda livre em direção ao chão? Tudo em sua volta era escuro, porém agora haviam detalhes a serem observados.

Uma larga planície escura servia como solo. Dela, erguiam-se montanhas enormes no fim da linha do horizonte. Algumas mais próximas, porém, para onde o sombrio estava caindo, haviam apenas fendas e buraco ainda mais profundos, que nem mesmo era possível ver além.

A escuridão era quase absoluta, mas o Lasombra ainda era capaz de enxergar e discernir contornos. Porém havia a fonte de iluminação a sua disposição, a adaga de ossos brilhante, que estava, como ele, caindo rapidamente em direção ao chão.

A queda era feia, mas o corpo de Crowley já não existe mais. Ele é capaz de sentir a dor resultante do impacto, mas não tem nenhum dano a ser reparado. A adaga de ossos foi um tanto mais infeliz e caiu a beira de um penhasco, e após quicar duas vezes foi para o fim de uma cratera. A luz ainda brilhava e o caminho até a adaga não aparentava nenhuma irregularidade. Seria seguro?
Jim Jacóbson
PS: 07/10
FV: 07/08
OBS: + 2 Destreza, + 1 Vigor

Uma vez que os convidados terminavam de ser evacuados, o Ventrue já se via tendo cumprido com a missão. Porém de nada adiantaria aquela vitória sem um príncipe para lhe entregar os méritos. Com isto em mente, ele se colocava a caminho do segundo andar, entrando na linha de tiro dos Brujahs ao mesmo tempo que suprimia o fogo inimigo ao disparar contra cada um dos inimigos uma única vez, nenhum deles atingia o alvo, ainda que o primeiro passasse muito próximo de atingir a cabeça de um deles.

Seus colegas auxiliavam no tiroteio e permitiam que Jacobson chegasse ao segundo piso em segurança. O problema de balas voando já era coisa do passado. Agora o real desafio seria lidar com o fogo. As chamas disparadas por Theo Bell consumiam a mobília, cortinas e madeira. A quanto tempo aquele combate estava acontecendo no piso superior? Pela quantidade de chamas podia-se imaginar que muito mais do que a realidade.

Não havia ninguém a vista, apenas chamas, a escadaria para voltar ao andar inferior. Fumaça e algumas portas a serem seguidas. Por mais idiota que pudesse parecer, o caminho para encontrar os inimigos provavelmente seria seguir a trilha de fogo. Os sons da batalha ainda eram audíveis alguns cômodos a direita, principalmente o Arconte Brujah que estava mais escandaloso do que nunca.

A besta se agitava no interior do Ventrue diante daquela paisagem. O medo de ser queimado vivo berrava para que ele voltasse pelo caminho seguro, mas a responsabilidade dos Sangue Azul também era forte em empurrá-lo para o confronto. Ele encontrava-se em um completo impasse naquele momento.
Stanislav Nottinghan
PS: 07/14
FV: 08/08
OBS:

O sol timidamente ia se escondendo, e os vampiros aos poucos acordando. O feiticeiro paranoico sai de sua banheira, cheia de lençóis e cobertas, devolvendo tudo ao quarto antes de sair deixando o local uma bagunça. Uma bagunça mortal, mas uma bagunça. No caminho ele notava que o dia da camareira de 60 anos que passava por ele seria ruim. Principalmente quando ela já resmungava de um outro quarto sujo.

A um tempo atrás Stanislav já tivera o prazer (ou desprazer) em conhecer Charlotte. Ele ainda estava atordoado com a troca de cenário, mas era capaz de recordar vagamente de alguns aspectos da cidade ao longo do caminho até a capela. Algumas horas de caminhada que podiam ser encurtadas com uma corrida de táxi até uma biblioteca próxima.

A biblioteca, ainda que não fizesse parte da capela Tremere, também era controlada pelo clã. Mas o real edifício chave era um prédio de 13 andares (incluindo o térreo). Este era a muito tempo atrás um complexo de apartamentos que foi comprado e reformado para comportar a capela da cidade, e a segunda maior da região.

Logo na entrada, os seguranças do prédio identificavam e então liberavam a passagem de Stanislav. Pelo elevador ele se dirigia até o quinto andar, abrindo as portas encontrava-se em um enorme salão. Este parecia também com o hall de uma biblioteca. Alguns livros estavam a amostra pelos cantos, expostos em prateleiras. Eram poucas naquela sala especifica, e de nenhum assunto que valesse apena guardar segredo ou mesmos proteger. Filosofia, psicologia, religiões diversas. Etc.

Vários outros feiticeiros encontravam-se presentes, organizados em pequenas rodinhas e panelinhas. Os ânimos não pareciam dos melhores, tensão e aflição era palpável no ar. – Stanislav? – Perguntou uma voz ao fundo, que saia do meio de um grupo vindo de encontro ao Tremere. – Você ainda não conseguiu morrer? – Perguntava em tom sarcástico o conhecido bibliotecário niilista. – Quando foi que chegou na cidade? Não notei sua presença... De qualquer forma, o que faz por aqui? Fazem anos que não te vejo. – Ele se referia ao clássico ritual de apresentação que não havia sido usado, ou sequer era conhecido. Mas os dizeres não vinham como crítica, o tom era amistoso e havia um sutil sorriso na face do bibliotecário.
Amanda
PS: 08/10
FV: 05/05
OBS:

A Gangrel seguia seu companheiro com objetivo de se unir ao restante do grupo, que agora tinha todos os seus integrantes revelados. Ela se sentia mais confortável tendo de lidar com os que partilhavam de sua linhagem do que os integrantes de sua seita. Era uma situação agradável para ambos os lados pelo visto.

Uma vez que as introduções eram feitas, o grupo se acomodava pelo ônibus. Haviam camas e assentos disponíveis para todos. Próximos de uma porta lateral que dava visão para os lobos que ficavam do lado de fora. – Não fazemos muito por aqui. Esse lugar é justamente como um retiro longe da sociedade para nós. – Explicava o mais velho dos Gangrel.

- A gente evita lidar com a Camarilla ou com o Sabá na maioria das vezes. Ninguém aqui gosta daquele jogo político, só queremos vidas tranquilas longe da confusão das cidades grandes. Mas agora com esse bando de caçadores pela região anda complicado. – Lamentava Jake, jogado em um sofá brincando com uma bolinha de borracha. Arremessando contra a parede repetidamente.

- Cada um de nós tem seu motivo para se afastar dos outros Cainitas. Muitos Gangrel costumam aparecer por aqui, mas os que realmente moram fixamente na região são apenas três. – O que levava também ao ponto dos caçadores antes citados. – [b]Nosso maior problema é lidar com caçadores que vão muito profundamente na floresta e acham nosso acampamento. Infelizmente, o problema vem ficando mais frequente, com toda a confusão acontecendo em Murphy. – A situação em si não era conhecida. Mas o problema com caçadores era familiar, ainda que Amaya estivesse lidando com um tipo diferente.
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Zed

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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Reverendo em Sab Jan 12, 2019 1:33 pm

El Diablo


Zed escreveu:
O que realmente importava no momento ao Malkaviano eram os negócios, e o motivo de toda aquela situação. – Eu desejo alguém que não seja apenas um brutamontes. Eu quero alguém que tenha tanto potencial quanto a Lady Catrina. E quem melhor do que a cria da própria? – De fato Lázarus era familiarizado com aquele dom, ele tinha um domínio que nem mesmo ele era capaz de compreender. Ainda que vez ou outra houvessem manifestações mais intensas, ele não era capaz de controla-las.

Após escutar o nome de sua senhora Catrina, ele tem certeza de que as histórias que ela contava são verdadeiras e a família na qual ele pertence é importante sendo o nome Malkaviano tão forte quanto o seu sobrenome Morales e Lazarus sente um orgulho inexplicável esboçando um largo sorriso em seu rosto tatuado enquanto seus olhos revelam que está entretido em seus pensamentos.

- Soy el Diablo, hijo de Cecilia Morales. Bendito por la Dama de la Muerte y en mi segunda vida renacen así como Lazarus en la biblia.
Tradução do pensamento:
Sou El Diablo, filho de Cecília Morales. Abençoado pela Dama da Morte e na minha segunda vida renasci assim como Lazarus na biblia .

Zed escreveu:
- Existe uma situação nesse exato momento, onde um usuário de Auspícios pode ajudar no julgamento. Se você concordar, eu gostaria de leva-lo e testá-lo. Tudo que você precisa fazer é olhar alguns suspeitos e dizer qual deles é o culpado. – O carro ia aos poucos diminuindo sua velocidade, até que finalmente parava por completo. – Chegamos, senhor. – Dizia o motorista, ao virar-se para trás.
Os ouvidos de Lazarus captavam uma batida frenética e psicodélica, um vocal agressivo e guitarras distorcidas, ele desvia o olhar de "Andy" por alguns instantes tentando identificar a origem do som quando o motorista se manifesta dizendo que chegaram no destino. É obvio que Lazarus está interessado e que ele se esforçaria o máximo para poder passar no teste e não desapontar sua Senhora e manchar o nome de sua Família.

Som do club Noturno [Banda Ministry]:
Recomendo dar o play e começar a leitura abaixo

Zed escreveu:
Pela janela, Lázarus se veria em frente de um club noturno. Onde a música escapava mesmo com o local completamente vedado. Um eletrônico, psicodélico e extremamente barulhento, cheio de distorção e batidas pesadas. – Você vem? – Perguntava Andrew, já abrindo a porta ao seu lado para sair do veículo.

O som aumenta chegando a uma proporção que Lazarus leva a mão aos ouvidos instintivamente, seus olhos captavam uma fila formada na frente do Club Noturno e por alguns isntantes ele fica encarando os portões do Club assim como um devoto admira os portões de uma igreja, enquanto o cheiro de nicotina e álcool adentram na limousine. Com a expressão séria  acompanhado de um olhar pertubador, El Diablo se apoia  fazendo um "X"" com os braços saindo do veiculo para acompanhar seu anfitrião disposto a provar seu valor e mostrar para o neto do Príncipe que sua senhora disse sobre ele é a mais pura verdade.

- É óbvio que vou "Andy" e não vou decepciona-lo.
El Diablo saindo do carro:
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Samuka em Sab Jan 12, 2019 11:08 pm

Jim subia rapidamente as escadas receoso de levar um tiro pelas costas. ”É só uma mísera bala”, pensava ele que concluía, ”De fato, o problema é fazer furos no terno, pois um bom soldado entra na lama e sai com seus coturnos impecáveis”. Apesar de ser algo impossível, este imbecil tinha isso como algum lema de vida. Que idiota.

Ao pisar no último degrau, Jim vê as chamas. O andar está tomado por fumaça. Ele pode ouvir a voz de Theo pelo corredor. ”Que merda”, pensava ele olhando para o corredor em chamas e a escada. Jim dava um passo à frente. A Besta urgia dentro dele. Outro passo. Ela parecia uma fera encurralada mostrando os dentes. Na verdade, era Jim com as presas expostas. Ele, então, tirava o paletó e se cobria com o mesmo, antes de sair correndo* pelo corredor adentro em chamas. Jim não pode perder tempo nem foco e é por isso que chutará portas, ou se lançará sobre elas, em busca do cômodo onde estão Marciel e Theo Bell. Inevitavelmente que, Jim agindo assim, não conseguirá chegar furtivamente até eles. Se assim acontecer, ele não poderá fazer nada do que saudá-los e assistir o combate, ou então dá meia-volta dizendo: ”Desculpa, podem continuar”. Ele é idiota, mas não bobo. Jim não fará isso. Ele rapidamente pensará em uma maneira de ferrar com Theo Bell, o Arconte Brujah. Que a sorte esteja do seu lado, Jim.

”*”:

Gasto 1 de FV, se precisar
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Amaya Takenouchi em Dom Jan 13, 2019 11:33 pm

A ideia de retiro que o velho Peter dava para aquela pequena comunidade me agradava muito. Provavelmente, era daquilo que eu precisava. Ficar longe de tudo. Fingir-me de morta e depois conviver de uma maneira mais saudável com minha condição cainita. Seria algo muito bom. E eu confiava que o líder do bando Gangrel tinha experiência de sobra para fugir das seitas da Jyhad. Poderia aprender uma ou duas coisas com ele.

Entretanto, nem mesmo Peter estava imune da busca dos caçadores, como o próprio Jake salientou. Mesmo sem precisar fazer isso, eu suspirei, de forma pesada e mecânica. - Eu posso compreender, meus caros. Não é muito bom andar por aí sabendo que tem um alvo desenhado em nossas costas. No meu caso, eu só quis ajudar.... acabei arranjando problemas para mim mesma e para outros. Eu queria poder dizer que eles parariam de me caçar, se soubessem minhas reais motivações, porém muitos deles são fanáticos demais para aceitar ouvir cainitas antes de partir para mata-los. - Disse, dando de ombros. Aproveitava para acariciar levemente os pelos de Hera, sentando-me por ali em algum lugar.

Eu ouvia atentamente o Peter continuando a explicar sobre os Gangrel da região e sobre este acampamento. Era de fato, bem interessante ouvir sobre tudo aquilo. Mas logo, atentei-me para um acontecimento que não tinha conhecimento, até agora. - Confusão em Murphy? Poderia me explicar melhor sobre isso? - Falei, um tanto interessada no assunto. Eu precisava saber no que exatamente eu estava me metendo. - Poderia ajudar de alguma forma? Desde que não envolva matar. Não faz parte da minha política. - Falei, olhando para Peter, e depois para Jake que estava brincando com a sua bolinha.
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por @nonimous em Seg Jan 14, 2019 12:45 am

Stanislav Nottinghan era um tipo de Tremere bem peculiar, enquanto a maioria parecia de um culto narcisistas, misógino ( Ei você, já viu o símbolo de nosso clã?), tradicionalistas e altamente organizados. Stanislav era um nômade, um pouco rude, impulsivo, via a pirâmide com uma lente niilista e sem muita admiração como a maioria, Stanislav facilmente poderia ser confundido como algum Anarquista itinerante, mas ninguém cometeria esse erro, não sem ser reduzido a uma poça de sangue aquecida ou explodir em uma bola de fogo.

Isso não era uma divergência de imagem, era uma miríade, ele nasceu e foi abraçado na era vitoriana, e absorveu muito da contra cultura underground dos vampiros.

Embora recentemente ele passou a usar ternos bem cortados e pentear o cabelo, ele pensa como será invadir algum templo Setita ou fugir de coquetel molotv de bandos Sabá usando um maldito terno, isso sem dizer que gastou quase todo o seu dinheiro para comprar três ternos.



Sua postura pouco ortodoxa não é algo raro nas fileiras do clã, isso inclui do venerável e eterno Justicar Karl Schereck, aparência descuidada, pouco trato social, e nenhuma paciência para lidar com bajuladores internos. Parece ser uma liberação dos instintos mais primitivos dos Tremere.



Ele sai do hotel olhando as câmeras e saídas de emergência, nunca se sabe que vai ser emboscado, ele não costuma fazer muitos amigos, especialmente os mais sensíveis, e não podemos esquecer a longa lista de inimigos que fez nos seus trabalhos oficiais.

Certifica se que o terno está bem passado, sente a brisa do ar noturno ao sair na rua, caso esteja frio ele veste o sobretudo, caso não, o segura dobrado em um braço enquanto no outro braço carrega com segurança sua bengala espada mágica.



- Obrigado. Diz ele pagando o motorista.



Entra na Capela ainda admirado a estrutura daquele prédio, dava para acomodar uma dezena de Capelas, e até onde ele se lembra Charlote nem era tão grande assim, menos de um milhão de habitantes, " O ninho das Vespas" como era conhecida a cidade, ou a cidade rainha também era em parte um pouco da identidade da Capela local, regentes poderosos controlam as coisas por aqui, e nenhum deles está disposto a tolerar a petulância de um jovem ancila arrogante e poderoso demais para seu próprio bem, enquanto ele apertava a mão do Regente, provavelmente era alvo de assassinos enviados por ele, devido a uma ofensa na frente de seus subordinados, ou o estilo de não vida de Stanislav irritava a maioria dos anciões afetados, embora "afetamento' era uma característica odiada não só por Stanislav, mas pelo alto escalão do clã, eram bem parecidos com os Giovanni ( se alguém ouvir isso, Stanisalv seria uma pilha de cinzas na próxima noite) uma imagem bem cultivada e um interior terrivelmente macabro, com boas doses de necromancia, necrofilia, incesto, doenças purulentas e dinheiro do crime, atributos esses não compartilhados, mas a ideia geral sim.

Quando avista seu velho "amigo" ele imediatamente vai na direção dele, indo contra todo o protocolo lhe dá um abraço apertado, colocando a mão livre no ombro deste.



- Não por falta de tentativas, provavelmente devo morrer de tédio, se as coisas continuarem assim. Replica ele enquanto exibe um sorriso e pensa do porque ele ainda não reparou no novo estilo de Stansilav, que imediatamente interrompe sua linha de pensamento, !" Isso soa tão narcisista e fútil"



- Não quis ofender sua hospitalidade, mas como deve saber, o mundo é minha casa, e não preciso avisar que cheguei, mas é claro que nem o regente e muito menos o príncipe deve pensar assim, espero não ferir os sentimentos de ninguém dessa vez, falando nisso, soube que o pontifex está por aqui. Diz ele de forma descompromissada, mas com um interesse genuíno.

_________________
Status 01 Ancillae em ascensão
Líder Nato


" Seu tolo, entregou sua lealdade para mestres profanos, agora sinta a dor da traição, não precisar implorar por perdão, eu sou o arauto da morte, nosso clã já te julgou culpado, e pouco me importo, tudo o que sei é que você é uma ameaça, e será expurgada da pirâmide."
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Zed em Ter Jan 15, 2019 1:25 am

Lázarus Morales
PS: 06/10
FV: 07/07
OBS: Dedo Quebrado (????)

O Malkaviano começava a ficar cada vez mais tranquilo a medida que o nome de sua senhora, Catrina aparecia na conversa. Ao sair do veículo na frente do Club, Andrew esperava por um momento enquanto o tatuado saia de forma teatral. De alguma forma aquilo parecia entre-lo.

Eles adentravam o local pela porta da frente, os seguranças simplesmente ignoravam a passada dos dois, porém o local estava recheado de mortais. A maioria deles espremidos em uma pequena pista de dança, se locomover era difícil independente de que ponto do club estivesse. Mesmo Andy ia empurrando as pessoas, sutilmente. O Malkaviano não tinha a mesma discrição, próximo de uma porta mais aos fundos, um brutamontes que estava no meio de uma roda punk trombava em Lázarus.

A cabeça era totalmente raspada e lustrosa. Ele tinha um cavanhaque bem fechado e aparado. Vestia calças de couro apertadas, uma camisa branca sem mangas apertadinha e tinha músculos tão grandes quanto o tronco de uma pessoa normal. – Qual o seu problema? Aberração! – Ele perguntava empurrando o Vampiro para trás, tentando intimidá-lo. Estava alterado visivelmente, bêbado, e talvez com outras drogas mais pesadas. Os olhos mal piscavam, provavelmente cocaína. Logo ao lado da porta, Andy observava sem mover um musculo. Haviam outros seguranças no local que também não pareciam ligar para a confusão, mas os civis mais próximos já começavam a abrir espaço.



Jim Jacóbson
PS: 07/10
FV: 06/08
OBS: + 2 Destreza, + 1 Vigor

O Ventrue, determinado a não deixar aquela historia se desenrolar sem sua presença. Retirava o paletó e corria para dentro das chamas, usando toda a vontade que tinha pra isso. Ainda que não precisasse diretamente ficar nas chamas, correr por um caminho recheado delas já era o bastante para abalar e apressar o soldado, que chegava chutando a porta ao fim do corredor, chegando ao que parecia ser um quarto/sala de descanso. Havia uma cama na extrema esquerda do cômodo, alguns sofás, estantes de livros, três janelas grandes com pesadas cortinas negras. Porém a maior parte da mobília já estava sendo incendiada.

Logo ao chutar e abrir a porta, a cena vista era de Theo disparando uma rajada de fogo contra Marcel, que se tornava uma enorme bola incandescente que corria contra a janela se arremessando do segundo andar. Nisto, Lucinde dotada de uma rapidez sobrenatural se aproximava do Brujah, tentado um chute contra a cabeça, que era bloqueado, erguendo os braços e a arma.

O chute arremessava a arma pelo cômodo, quicando até que ela caísse a menos de cinco metros de Jim. Antes que ele pudesse reagir para pegar a arma, Theo que era ainda mais rápido do que Lucinde, esquivava de um segundo chute da mulher, e então golpeava com o braço arremessando ela contra a parede. A Justicar ainda se levantava após a queda, mas parecia abalada pelo golpe, mesmo que não demonstrasse nenhuma ferida aparente.

- Merda... – Ouviam do Brujah ao notar a arma nas proximidades do recém-chegado. Mas antes que pudesse acontecer qualquer outra coisa, o relógio de pulso digital começava a disparar um bip e a expressão dele mudou por um breve momento.



Amanda
PS: 08/10
FV: 05/05
OBS:

Amaya sentava-se na porta lateral do ônibus, próxima a Hera que descansava tranquilamente em seu colo, recebendo caricias. Ela lamentava o fanatismo humano e a falta de compreensão e tentativa de diálogo entre Cainitas e caçadores. – Infelizmente temo que eles estejam certos. Há muitos de nós, mas apenas uma parcela mínima é realmente capaz de prezar pelos humanos. – O velho parecia partilhar de ao menos parte da visão da jovem. Porém um pensamento mais maturado e objetivo pelo tempo. Sem idealismos, a realidade nua e crua.

- É justamente por isso que é mais fácil só matar eles assim que surgir qualquer um no seu rasto. – Respondia Jake com menos sensibilidade aos mortais. – E não é como se os humanos fossem puros, a grande maioria dele é tão hipócrita quanto a gente. – O velho não concordava com a forma de pensar, do rapaz, era evidente em sua expressão, mas ele não lamentava em voz alta.

Seguindo ao tópico de Murphy, novamente Peter tomava a oratória. – Mais e mais caçadores vem se reunindo em Murphy. São na maioria ignorantes quanto a nós. Eles estão procurando pelo Pé-Grande, mas alguns saem demais da trilha e acabam parando em nosso acampamento. – Explicava resumidamente, mas deixando o companheiro mais jovem inquieto.

- Além de caçar o Willy, eles também matam vários animais da floresta a troco de nada. É por isso que eu digo que não da pra defender os mortais! O mundo seria melhor se só sobrassem animais. – Emburrado em seu canto, ele continuava a arremessar a bolinha contra a lataria, batendo cada vez mais pesadamente.

- Precisamos de toda ajuda necessária para manter os caçadores longe de nosso acampamento. Matar não é o único método, é apenas o que os jovens e imprudentes escolhem. – Aquele comentário atingia como uma farpa. – É assim que você trata a única pessoa que te alimenta? – O Gangrel mais jovem seguia com aquela expressão incomodada encarando o mais velho do grupo. Amaya apenas ficava observando as faíscas sendo emitidas dos olhares, podendo ou não acalmar os ânimos.



Stanislav Nottinghan
PS: 07/14
FV: 08/08
OBS:

Chegando na capela enorme de Charlotte, o feiticeiro por um momento esquecia o potencial de crescimento da cidade. De fato, Charlotte não era tão grande, porém a cidade desde sua fundação, possuía uma enorme taxa de crescimento, talvez a maior da região. Apenas uma década e milhares de novos mortais chegavam naquele enorme abatedouro invisível.

Muito parecia ter mudado desde sua última visita, os conhecimentos do Tremere estavam desatualizados, mas a capela permanecia no mesmo local, ainda que reformada. Com o acréscimo de dois novos andares. Na verdade, o prédio inteiro parecia ter sido derrubado para isso, já que até mesmo a faixada estava diferente.

Cercado por seus colegas de Clã, as atenções de Stanislav se dirigiam apenas ao velho amigo, que retribuía o abraço e também recebia alguns comentários presunçosos. Mas quase que em tentativa de redenção, ele pedia desculpas por qualquer ofensa a falta de hospitalidade. – Não se preocupe com isso, as coisas andam tão caóticas pro aqui que ninguém vai se preocupar com a chegada de mais um dos nossos na cidade. – Olhando em volta, apenas naquela sala deveriam ter outros 30 taumaturgos, nenhum deles parecia realmente famoso ou digno de ser reconhecido. Provavelmente alguns aprendizes, ou outros como Stanislav, que ainda não detinham grandes títulos dentro da Seita ou Clã.

- Nesse exato momento o Pontífice está reunido com o Alto-Regente da capela e outros seis convidados de títulos equivalentes. Ainda não deram nenhuma informação sobre o motivo da reunião e por isso alguns vem ficando inquietos... – Não era o caso daqueles dois. Mas um encapuzado mais ao canto por exemplo batia o pé no chão compulsivamente enquanto esporadicamente olhava em direção a porta onde o conselho se reunia.

Mas como de costume tinham outros que simplesmente não davam a mínima, o trio de aprendizes que parecia ter recém abraçado talvez nem entendesse a importância do evento. Ainda assim estavam sentados sorridentes em uma mesa, conversando sobre futilidades de suas vidas como mortais.
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Amaya Takenouchi em Ter Jan 15, 2019 3:38 am

Por um certo momento, ouvir o Jake falar dos humanos me deixou um tanto quanto... desapontada. Sim, ele continuava sendo um cara que parecia legal, mas parecia que algo havia acontecido, para ele pensar assim. Ou simplesmente, a chamada descendente, que todos diziam que era inevitável, contra a Besta.

Eu gostava de lidar com minha Besta de uma forma diferente. Eu olhava para o velho Peter, com a mesma expressão de incômodo que ele. Mas logo, concentrava-me no que o Gangrel mais experiente falava sobre a questão de Murphy.

Outra coisa me chamava a atenção. Algo que eu pensava nem existir de verdade. "Pé Grande"? Isso era uma surpresa e tanto. Eu tentava ouvir mais, porém eu ouvia Jake reclamar de maneira mais constante. Eu suspirava e logo via algo que parecia ser um início de discussão. Isso era ruim.

A relação entre os Gangrel do grupo não parecia ser assim, tão pacífica. Eu senti que deveria intervir, e logo que via os dois se encarando, eu disse, levantando-me para ir em direção a Jake:

- Parem, por favor! - Eu olhava, de um para o outro, e tentava tocar no ombro de Jake. - Jake, eu sei que eu não tenho nada a ver com isso, e também não sei da história de vocês. Mas deveria confiar mais no líder do seu bando. Se estão vivos e longe da Camarilla, provavelmente foi pela união de todos vocês, que teve o Peter como liderança. - Eu falava, olhando para o rapaz. (Tentar utilizar Carisma + Lábia ou Carisma + Empatia, com 1 FDV).

Depois disso, se afastava, e olhava para ambos: - Sim, eu me sinto triste quando a vida é ameaçada, e quando humanos matam desenfreadamente. Mas vampiros também matam. E mesmo entre nós, condenados a ser tomados pela Besta, há histórias sobre alguns que conseguem evoluir como pessoas. Eu estou em busca disso, e a minha caminhada é grande. Mas para isso, nós precisamos parar de agir como se quiséssemos nos apunhalar, mentir e matar uns aos outros. - Falava e me virava para o vampiro mais jovem. - Dois errados não fazem um certo, Jake. Se os humanos que aqui vêm, não tem apreço pela vida, temos de dar o exemplo. Podemos amedronta-los, desarmá-los, fazê-los ficarem perdidos. Mas eu não irei matá-los. Não farei nada que atente contra a minha consciência. Protejo a vida como um todo. Inclusive as deles.

Eu tentava falar, com uma expressão calma, porém segura, e logo me voltava ao Peter. - Peter, peço que compreenda também o lado do Jake. Certamente ele deve ter visto coisas muito ruins se passando pela floresta. Assim como todos os Gangrel daqui devem ter visto. Ver uma vida morrer à toa é algo que me entristece. Entretanto, não resolveremos nada pela raiva. Nem você, nem ele.

E logo, eu cruzava os braços e refletia em algo que o Peter tinha falado. - Honestamente, eu acho que essa coisa de "Pé Grande" é uma grande lenda. Mas se existir mesmo, acredito que devemos acha-lo antes que os humanos o achem. Para que ele se vá para um local mais protegido. E assim, este acampamento ficará um pouco mais seguro, pois o principal objeto de desejo dos caçadores iria partir.
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Amaya Takenouchi

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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Reverendo em Ter Jan 15, 2019 12:24 pm

El Diablo


Felizmente Lazarus sabe que deve "desligar" seus sentidos aguçados para que não venha a ter problemas que ele nem gosta de lembrar. de alguma forma o engravatado sabe conversar e agir como um "Mano" e estar com Andy faz com que o marginal tenha boas recordações de sua vida não tão antiga, ele está se sentindo o maioral neste ambiente que para ele é familiar. Lazarus relaxa e se envolve com o ambiente e a situação, ele enxerga como a oportunidade que estava aguardando e segue Andy por dentro do club noturno.
Zed escreveu:
EEles adentravam o local pela porta da frente, os seguranças simplesmente ignoravam a passada dos dois, porém o local estava recheado de mortais. A maioria deles espremidos em uma pequena pista de dança, se locomover era difícil independente de que ponto do club estivesse. Mesmo Andy ia empurrando as pessoas, sutilmente. O Malkaviano não tinha a mesma discrição, próximo de uma porta mais aos fundos, um brutamontes que estava no meio de uma roda punk trombava em Lázarus.

Lazarus para após ser esbarrado de forma mais abrupta, ele inclina a cabeça lentamente olhando com cara de poucos amigos para o sujeito que acidentalmente esbarrou nele.

Olhando pelos ombros:



Zed escreveu:
A cabeça era totalmente raspada e lustrosa. Ele tinha um cavanhaque bem fechado e aparado. Vestia calças de couro apertadas, uma camisa branca sem mangas apertadinha e tinha músculos tão grandes quanto o tronco de uma pessoa normal. – Qual o seu problema? Aberração! – Ele perguntava empurrando o Vampiro para trás, tentando intimidá-lo. Estava alterado visivelmente, bêbado, e talvez com outras drogas mais pesadas. Os olhos mal piscavam, provavelmente cocaína. .

Sua experiência nas ruas e na prisão já dizem que a situação é problemática e recuar não é uma opção. Respeitando o protocolo, Lazarus fita o olhar para seu novo amigo Andy como se aguardasse por alguma represaria ou autorização para poder agir. A musica muda de faixa instantes depois do ocorrido . . .


Zed escreveu:
Logo ao lado da porta, Andy observava sem mover um musculo. Haviam outros seguranças no local que também não pareciam ligar para a confusão, mas os civis mais próximos já começavam a abrir espaço

. . . As luzes (Strobo) iniciam um frenético show a parte piscando constantemente destacando Lazarus e o Homem alterado na sua frente enquanto as pessoas se afastam rapidamente dos dois sabendo que a confusão era certa. Lazarus havia pressentido que esta noite seria atipica mas não fazia idéia o quão satisfatório poderia vir a ficar, então o Malkaviano ergue os braços abrindo completamente sua guarda e com um sorriso irônico ele responde ao Marombado brigão:

- Meu plroblema ? MEU PROBLEMA  ? Cabrón . . .será que não percebeu o quão sozinho está ?

- Yo soy El Diablo, y no voy a dejar que una gilipollas sacarme de mí. Pensa Lazarus enquanto encara o sujeito de forma debochada.
Tradução.:
Eu sou El Diablo, e não vou deixar um imbecil tirar sarro de mim

Ações em OFF::
Lazarus não está preocupado com a autopreservação, na verdade ele nunca está. Estarei focando em uma jogada de Intimidação (Manipulação+Intimidação) ameaçando o sujeito que é a especialidade da Intimidação 04 de Lazarus e com a postura despreucupada de braços abertos. Considere a Iniciativa do oponente caso ele venha a atacar
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Crowley em Qua Jan 16, 2019 11:03 pm

"E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas."

Gênesis 1:1-4

O Abismo!!
Muitos perguntavam o que era e outros queriam saber onde fica, muitas perguntas nenhuma resposta e foi por isso que o sombrio em seus primeiros anos de não vida foi buscar. Não sendo completamente falho e sua missão adquiriu conhecimento abstrato sobre o assunto, muitos lasombras gostavam de conversar com Crowley sobre o Abismos, já que somente os anciões tinha conhecimento parcial sobre o assunto. Mas essa noite tudo mudou o sombrio esta da teoria e indo para pratica sobre seu conhecimento pelo o que assim acredita ele ser o Abismos.
O cenário como descrito na própria bíblia era um enorme vazia onde sombras faziam contornos em volta ao nada, o sombrio tentava ir até uma luz vermelha que chamava sua atenção, tentava “nadar” para sair do local já que a gravidade não parecia fazer efeito, ele por hora consegue, mas a coisa sai do controle, ele atinge uma velocidade assustadora até que sua velocidade vai reduzindo à medida que vai se aproximando da luz vermelha.
O sombrio perdia completamente a noção do tempo nesse local, não sabendo se isso tudo durou minutos ou dias, mas algo chama sua atenção a Adaga de ossos, mas dessa vez era ela emanava essa luz vermelha e com escritas antigas como as do livro.

“Como não vi essas escritas antes, será que somente aqui seja possível ver? ”

Mediante a Isso o sombrio tentava transformasse usado metamorfose sombria, mas ao usar seu poder algo estranho acontece, o nível mais poderoso de seu poder é usado, como se não tivesse controle sobre suas ações ou que seus podres fica mais potentes quando no abismos, mas durante sua transformação ao tentar pegar a adaga uma parede de sombras se rompe, o mesmo sentia seu corpo sendo drenado para baixo como se a gravidade tivesse voltado, seu corpo agora transformava por completo e o cenário a sua volta mudava.

“Fico imaginando como foi o primeiro contato do nosso progenitor lasombra com o Abismo, como ele conseguiu moldar uma habilidade de sangue tão poderosa desse lugar? ”

O sombrio ficava imaginando como teria sido o primeiro contato do primeiro Lasombra com o abismo, imaginando os podres que ele teria e o conhecimento sobre o lugar que tanto lhe atrai.
O sombrio novamente via mais mudanças agora era possível identificar o contorno de várias coisas, como se estives na tão falada forma astral onde as coisas e vista com distorção nesse caso as sombras.
O sombrio finalmente atinge o “chão”.

“PQP que dor dos infernos! ”

Mas não sofria nenhum dando, o mesmo procurava ferimentos pelo corpo mas o que sentia era somente a dor.

“Mas como assim, nessa forma fico imune a ferimentos? ”

O sombrio não entedia muito da sua nova forma e nem a extensão do seu poder atual.

“Preciso sair desse lugar e encontrar aquele cara. ”

O sombrio queria logo resolver as coisas, seus “aliados” poderiam realmente estar contando com isso, mas precisava de algo para lhe proteger, estava vulnerável nesse lugar, mas havia uma fonte de luz e proteção, a Adaga que que por muito azar foi parar perto do que parece ser um penhasco.

“Preciso me concentrar e voltar a flutuar como antes, assim não vou correr risco de cair junto com a adaga”

O sombrio sentava no que acreditava ser o chão, e de penas cruzadas em posição de lótus ele meditava na tentativa de usar o poder da mente sobre o corpo, se é que podemos chamar de corpo, após esse ato ele tenta pegar a adaga e em seguida partia e busca do ser que lhe espera!
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Samuka Ontem à(s) 1:45 am

Jim corria pelo corredor, o qual havia uma porta no final. ”Porta do inferno”, pensava ele. As chamas dançavam sobre seus olhos. Ele corria e ao se aproximar a chutava. Jim arrombava a porta. Entrava no quarto e via perplexo Marciel virar homem-tocha, que se atirava pela janela do quarto. Lucinde atacava Theo e em um de seus ataques conseguiu desarmá-lo. Para o azar de Jim, que já imaginava o que fazer com ela, a arma caía próximo dele. Azar porque provavelmente será infeliz. ”Opa, agora eu fodo ele”, pensava Jim que corria para apanhar o lanças chamas. Logo que pegasse, Jim correria em direção de Theo cuspindo fogo numa mão, atirando com sua magnum na outra e quando se aproximasse daria um pisão bem no peito do desgraçado. Se fosse difícil usar as duas, Jim correria apenas cuspindo chamas e manteria o pisão assim que chegasse perto de Theo. ”Quem vai ter fuder vai ser eu, grave esse nome: Jim”, vociferaria ele que estava cagando para o beep, que sabe-se de lá de onde beepava.
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Zed Hoje à(s) 8:16 am

Amanda
PS: 08/10
FV: 04/05
OBS:

Amaya era capaz de notar a tensão entre seus parentes, e antes que pudessem começar a discutir, ela já intervinha com todo seu discurso repleto de moralidades mortais que muitos membros simplesmente ignorariam. Mas não aqueles dois. Jake ficou em silencio por algum tempo, refletindo sozinho sem suspirar. – Eu confio nele. Eu só gostaria de um pouco mais de gratidão... Eu sou mais velho que o Bryan, ele faz muito mais merda. Eu sou o único que realmente é produtivo por aqui, e eu sou tachado de imprudente... Tá bom... – Ele debochava em tom sarcástico de tudo que era dito. Mas realmente estava calmo e sem nenhum sinal de agressividade, então não parecia preocupante.

- São ótimas opções, é o que eu preferia que eles fizessem. Mas as vezes os rapazes ficavam empolgados. – Ainda que ele parecesse pregar pelo rebanho, da mesma forma ele não demonstrava nenhum pesar pelas ações de seus companheiros. – Esse tipo de conversa em tom mais elevado é normal por aqui. Peço desculpas pela surpresa. Mas não há motivo para preocupações. – Completava ele com um sorriso discreto.

Saindo do tópico das discussões internas e voltando ao Pé-Grande. Era compreensível as dúvidas da bióloga, ao menos para o mais velho. Já Jake parecia até desacreditado com a descrença. – Como assim uma grande lenda? O Willy é real, muito meu amigo inclusive. Por isso que eu fico puto com esses caçadores indo atrás dele. Agora... Sobre ele se mudar, eu não acho que vai acontecer. Pra onde a gente levaria ele? Alaska? – O tom de voz no final ficava visivelmente mais agudo, voltando a soar de forma crítica e sarcástica.

- De qualquer forma, por melhor que ele se cuide por aqui. Cedo ou tarde ele terá problemas. Os caçadores não desistem fácil, principalmente quando estão convencido que ele é o culpado pelos desaparecimentos. – Voltando o olhar para a Amaya, já começava a explicar antes que ela precisasse perguntar. – Como você não é da região não deve saber, mas em Murphy a cada dez anos, cinco pessoas costumam desaparecer sem deixar rastos. Um evento que vem se repetindo por décadas, e ocorre sempre em uma noite de lua cheia.

- E o que isso tem a ver com o Willy? Por que ele iria sequestrar pessoas? – Perguntava o rapaz com os braços cruzados e cara de deboche sentado no braço do sofá.



Lázarus Morales
PS: 06/10
FV: 07/07
OBS: Dedo Quebrado (????)

O Malkaviano estava cada vez mais confortável com a presença de Andy, mas ele era realmente uma boa companhia? Não movia um único musculo para ajudar Lázarus com o brutamontes, a única coisa que fez foi gesticular discretamente com a cabeça, de forma a dizer “vai lá”.

O rebanho em volta balburdiava a respeito da dupla que se destacava nas luzes brilhantes que piscavam do globo giratório. O insano abre os braços esperando por qualquer reação do careca enquanto tenta intimidá-lo. Não pareceu funcionar como esperado, ainda que ele ficasse abalado, a reação era apenas de raiva.

O careca trincava os dentes e fechava o punho. Girava o braço e então atingia o rosto do Malkaviano. Lázarus mal sente a dor, por reflexo ele se inclina na direção sutilmente e então para. Sem ferimento algum, sem nenhuma grande reação a demonstrar. Neste momento o careca parece hesitar, como se tivesse intendido que tinha feito uma escolha ruim. Agora provavelmente seria muito mais simples de intimidá-lo, ele provavelmente correria se tivesse a oportunidade. Mas como havia dado o primeiro soco, tinha de ficar e apanhar.

Haviam alguns frequentadores do clube que tinham uma reação diferente da maioria. Enquanto boa parte se afastava, alguns poucos se aproximavam para ver o circo pegar fogo, alguns até vibravam ao ver o soco ser simplesmente ignorado como se fosse nada. Em geral eram garotos mais jovens que faziam tanto alarde a respeito, mas os ânimos estavam elevados.



Crowley
PS: 05/15
FV: 07/08
OBS: Corpo de Sombras

O corpo do Lasombra agora era feito inteiramente por sombras, ele era incapaz de entender exatamente como havia acessado aquele nível de controle sobre os poderes de Tenebrosidade. Mas ao que tudo indicava ele continuava mantendo seu contorno humanoide, com dois braços, duas pernas e uma cabeça. Seu corpo conseguia interagir com a matéria que compunha o abismo, para bem e para mal. Estava afetado pela “gravidade”. Não conseguia voar e estava limitado a caminhar pela escuridão muito se assemelhava a um precipício.

Colocando as ideias em ordem, Crowley descia ainda mais na escuridão seguindo a única luz que realmente se fazia visível. Talvez pelos dons de clã ou pelo controle das sombras, ele ainda era capaz de enxergar no abismo, ainda que fossem apenas vultos, formas e escuridão em diferentes tons de negritude. Mas a luz proporcionada pela adaga parecia dar ainda mais “cor” ao escuro abismo. As pedras negras quase pareciam como o solo rochoso, mas era apenas uma ilusão de ótica causada pelas propriedades magicas distintas da adaga.

O caminho era a princípio seguro e vazio. Nada parava o sombrio em sua caminhada até a arma, porém assim que tocou o objeto com o punho, sentiu uma sensação semelhante agarrando sua perna.

Do chão, mãos negras começavam a brotar do chão, revirando as sombras. Se erguendo dali, sombras de aspecto humanoides deformados nasciam. Rastejando lentamente do chão e vindo em direção de Crowley. Ao todo eram três sombras que estavam afastadas, e uma já agarrando a perna e ainda terminando de brotar do chão. A memória do Lasombra de alguma forma era capaz de associar aquela imagem ao levantar de zumbis dos filmes.

A adaga na mão pareceu brilhar ainda mais forte. Não havia nenhuma voz ou comando, mas de alguma forma ele se sentia tentando a usá-la, e podia parecer loucura de sua cabeça, mas ele sentia que a adaga queria o mesmo.





Jim Jacóbson
PS: 07/10
FV: 07/08
OBS: + 2 Destreza, + 1 Vigor

Os olhos mortos do Ventrue brilhavam ao ver a arma rolando em sua direção. Em sua cabeça somente era o momento de atacar com tudo que tinha, era a chance de derrubar o Arconte Brujah e se esbanjar nos méritos. Mas ao mesmo tempo ele sabia que as coisas não aconteceriam como o planejado. Era um sexto sentido apurado ou apenas um péssimo realista?

De qualquer forma ele agia, apanhando a arma e com a canhota disparando com a Magnum. Um fogo duplo contra o Brujah que já estava em movimento, ao notar-se em uma pequena desvantagem o instinto normal seria correr, mas aquele não era um sujeito qualquer. Lutar contra dois Ventrues não era impossível, ele provavelmente seria capaz, se tivesse tempo o bastante.

O bipe do relógio de pulso tinha um significado, simbolizava o fim do tempo. Claro, a Camarilla não sabia disso. Ativando os dons da velocidade sobrenatural, Theo Bell dava de costas para o Neófito que o perseguia com as armas e disparava. Tanto as chamas quanto as balas atingiam as costas do Brujah. Mas ele agia de forma semelhante a Marcel e corria para a janela se lançando do segundo andar com o casaco em chamas e alguns furos extras.

Era imaginável que o inimigo não estava morto, mas ao menos ele tinha fugido. O motivo? – Se abaixe! – Lucinde saltava em direção a Jim, o se jogando no chão junto a ele enquanto um forte estrondo era ouvido. Uma explosão que destruía a maior parte do Elísio, ateando fogo no que ainda não estava em chamas e espalhando escombros e detritos para todo o lado.

A consciência de Jim estava nublada. Estava debaixo de uma pilha de concreto abraçado com Lucinde que começava a reacordar aos poucos. Não estavam mais no segundo andar. Haviam caído no primeiro após o colapso do chão. Não havia mais ninguém em volta, ao menos não que Jim pudesse ver naquele momento. A saída principal estava bloqueada pela destruição, a saída dos fundos que se dirigia ao subsolo ainda parecia estar em bom estado. E por fim, haviam janelas em voltas, algumas destruídas e bloqueadas, mas outras ainda podiam ser quebradas para que atravessassem.
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Re: Procurem o Pé Grande

Mensagem por Reverendo Hoje à(s) 12:36 pm

El Diablo


Zed escreveu:
O careca trincava os dentes e fechava o punho. Girava o braço e então atingia o rosto do Malkaviano. Lázarus mal sente a dor, por reflexo ele se inclina na direção sutilmente e então para. Sem ferimento algum, sem nenhuma grande reação a demonstrar.

Apesar de ter levado um soco que derrubaria um homem, Lazarus mal sentiu o contato do pesado punho em sua face, mas chegou perto de ter uma sensação e isto foi revigorante e ele queria mais . . . Muito MAIS.  Sentindo o leve formigamento no rosto, vendo a aglomeração de alguns  vibrando com a cena como se estivessem clamando em uma arena romana e mesmo a a música alta não é capaz de abafar os gritos de satisfação dos sádicos expectadores que assim como Lazarus desejam mais . . . Muito MAIS.
Zed escreveu:Neste momento o careca parece hesitar, como se tivesse entendido que tinha feito uma escolha ruim. Agora provavelmente seria muito mais simples de intimidá-lo, ele provavelmente correria se tivesse a oportunidade. Mas como havia dado o primeiro soco, tinha de ficar e apanhar.

O Malkaviano retorna a encarar o brutamontes com um debochado sorriso e um olhar insano volta a substimar seu oponente.
- Como eu disse Cabrón . . . será que não percebeu que está sozinho ? Para sua sorte hoje estou benevolente e assim como Jesus ensinou: Lhe ofereço a outra face. Após terminar sua frase,  Lazarus abaixa os braços e oferece a face para receber outro soco.


Ações::
Como jogador estou abdicando do meu turno para poder literalmente levar outro soco do oponente, porém mantenho a pose de Valentão tentando se possivel outra jogada de Intimidação. Gostaria de estar mais preparado no outro Turno para poder revidar considere que Lazarus gastou 01 Ponto de Sangue para poder ter a sensação mais forte de estar vivo e deixo o bom senso do narrador escolher se o Ponto foi gasto para aumentar um atributo físico (Força, Destreza ou vigor), ou consertar o dedo quebrado considerando que foi algo instintivo de Lazarus ou algum dano maior que o Malkaviano possa a nem ter percebido.

OBSERVAÇÂO I:
Por ser de 14º Geração Lazarus possui uma desvantagem em relação a Pontos de Sangue e mesmo que tenha um "estoque" de 10 Pontos apenas 08 deles podem ser utilizados para aumento de atributos, Disciplinas ou cura

OBSERVAÇÃO II:
Lazarus possuí um total de 05 Pontos de força de Vontade, e não 07 como tenho observado nos status, mas não achei a ficha para poder postar o Link  Neutral  
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