Em meio a cobras - Um jogo p/ Tremere

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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 03, 2019 10:39 pm

Mark se preparava para levar o carro, mas o mortal se oferecia para levá-lo em seu lugar. Leblanc então arremessa a chave para o homem no ar. Quando este perguntava seu nome, ele dava um falso (preocupado caso viessem procurá-lo por seu nome).

- Jack Lacroix!

      Eles seguem e novamente se encontram com o problema. A balconista lhes pedia 500 dólares e documentos. Droga, 500 dólares? Por isso sempre se hospedava em albergues e hotéis de terceira, ele gastaria a maior parte de suas cédulas, mas o pior era a parte dos documentos, dessa vez não haveria como mentir e ele mostrava sua carteira.

      Dentro do apartamento, ele prontamente tomava conta de detalhes como cerrar completamente janelas e cortinas, trancar a porta, enquanto perguntava à Kate se ela conhecia algum ritual pertinente para a ocasião (algo como indicar que alguém se aproxima, acordá-los quando alguém entra, etc...).

      Por fim, Mark opta por ficar acordado nas primeiras 6 horas. Mais tarde ele percebe como isso era tedioso e as horas passavam devagar quando não se tem o que fazer. Nisso ele sacava o diário rosa e começava a folheá-lo.

      Logo na primeira página dava de cara com uma escrita estranha, provavelmente hieroglifos. Ele aproveita para novamente usar seus dons sensoriais para ver se conseguia perceber mais alguma coisa.

(Auspícius 3: Toque Espiritual na página).

      Na próxima página, um relato que mais parecia um desabafo. Então a garota foi para Paris, hein?! Calbul seria seu Sire? Talvez seu criador nutrisse algum tipo de paixão pervertida por ela. Seria ela a Sire de Sebastian? Perguntas, perguntas. Mais uma vez ele optava por usar seus dons.

(Auspícius 3: Toque Espiritual na página).
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Mensagem por Samuka em Qui Jan 03, 2019 11:00 pm

Leblanc

Leblanc dividia a atenção com diário e a fala de Kate antes dela se trancar no banheiro, que sua cabeça ficava repetindo na busca de encontrar razão para tanta prepotencia. ”Relaxa, Mark”. Relaxa? Depois de toda essa merda, Leblanc cogitava retirar essa palavra do seu dicionário. Ele, então, para não se estressar mais, voltava-se para o diário.

”Contra-capa”:

”Teste”:

Dados:8, 8, 9, 7, 1
LEBLANC rolou 5 dado(s) com dificuldade 7 para Toque do Espírito e obteve 3 sucesso(s)
Re-rolar 10: sim
Ignorar 1: não
Link: https://warleiramos.com/rolador/?q=50397

Leblanc deslizava seus dedos por aquelas inscrições incompreensíveis. Ele sentia a arranhura da caneta no papelão da contra-capa. Então, uma forte dor na cabeça e Marie surgia. Parece que ela escrevia nos seus olhos, ou seus olhos se tornaram a folha? Bem, o que importa é que via ela no que parecia ser um quarto. Então, de repente, Leblanc se via atrás dela. E Mary estava ali há poucos centímetros dele, sentada numa escrivaninha estudando algo. Ouvia sons de inúmeras buzinas. Sentia calor como nunca sentira antes. Ouvia alguém falando algo como se estivesse cantando num microfone altíssimo. Então, ele via um clarão iluminar a parede. Leblanc virava e via, além de um céu azul e palmeiras, o sol. Quanto tempo Leblanc não via a luz do dia? Era magnífico vê-lo agora e também apavorante. O seu sangue fervia. Uma dor no peito. A morte? Leblanc gritava contra o sol e revelava suas presas. Ele se descontrolava. A besta o dominava. Leblanc desperta num sobressalto da poltrona. Foi apenas uma viagem.

”Página 1”:

”Teste”:

Dados:10, 6, 6, 8, 3
Dados Extras:7
LEBLANC rolou 5 dado(s) com dificuldade 7 para Toque do Espírito e obteve 3 sucesso(s)
Re-rolar 10: sim
Ignorar 1: não
Link: https://warleiramos.com/rolador/?q=50399

Ele, então, voltava-se para a poltrona. Parava sua mão poucos milímetros da primeira folha do diário. Leblanc parecia meio receoso, ainda estava se recuperando psicologicamente. Então, ele toca a ponta dos seus dedos e seus olhos turvam-se seguido daquela forte dor na cabeça. Ele coça seus olhos e quando os abre, Leblanc está numa cafeteria.



Pessoas indo e vindo com malas. Uns apressados vestidos elegantemente, outras turistando. Quando, então, se dá conta que está numa cafeteria de um grande aeroporto. Das enormes janelas se via vários aviões. Autofalantes faziam anúncios. Então, ele via Marie sentando numa mesa após mexer numa jukeboxes. Num piscar de olhos, Leblanc estava sentado junto com ela na mesa. Marie chorava enquanto escrivia e a música tocava. Ele a via se debruçar sobre o diário escondendo seu choro das pessoas ao redor, mas dele ela não podia. As lágrimas caiam sobre a folha e isso explicava o porquê dela ser enrugada. Então, um autofalante fazia um anúncio em francês e Marie, aparentemente, ao ouví-lo enxugava seu rosto com a camisa guardando o diário, como também pegando uma sacola plástica.. Ela se retirava da mesa caminhando rapidamente. Leblanc contemplava a cena sentado. Edith Piaf ainda cantava na sua cabeça quando seus olhos abriram dessa outra viagem.

E lá estava Leblanc sentado na poltrona. Que porra foi essa? Coisas que ele passou a ter depois de morrer. Que loucura. Leblanc, então, se levantava da poltrona. O seu corpo parecia ter uma tonelada e mal conseguia mover seus membros. Ele se sentia letárgico. Que porra é essa agora? Ele olhava para a janela e logo podia deduzir. Um clarão era refletido no chão rente ao rodapé da parede pelas cortinas pesadas.

”Teste Humanidade”:

Sucesso(s): 1
[10, 7, 7, 1, 5, 8]

”Off”:

Leblanc tem um único turno para fazer algo antes ceder ao sono. Decida o que ele faz. Por exemplo: Vou até porta conferir se está trancada (somente isso, não poderá fazer mais outra coisa).

Considere que após fazê-lo, Leblanc simplesmente apagou.

Pontchartrain Hotel, Room 413, Garden District, New Orleans
7h pm

”Off 2”:

-1 PS p/ despertar.

Leblanc levantava-se do ponto onde apagou. Ele olhava ao redor. Tudo tranquilo. As cortinas não mais refletiam a luz do sol no rodapé da parede, elas agora refletiam as luzes de neon da rua num pisca-pisca psicodélico. Leblanc deduz que já anoiteceu. Anoiteceu? Porra, ele não ficou de reversar com Kate numa vigília pela segurança de seus rabos? Pois é, Leblanc dormiu.

”Off 3”:

Livre para decidir o que Leblanc fará
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Mensagem por Heathcliff em Sab Jan 05, 2019 9:51 am

Mark tocava a contra-capa e mergulhava na cena. Realmente havia sido a tal Marry quem escreveu os hieroglifos, mas... ela estava escrevendo durante o dia?! Leblanc se deixa dominar pela curiosidade e novamente vê seu amado sol mais uma vez. Era magnífico, e ao mesmo tempo aterrorizante. Tão aterrorizante que ele perdia o controle e acabava voltando a si.

      A experiência foi de certa forma frustrante. Da próxima vez esperava ter mais força de vontade. Ele nunca imaginou que poderia sentir novamente os raios do sol em sua direção sem ser transformado em cinzas. Aquilo era mágico.

      Novamente o Tremere usa seu dom na primeira página do livro, e sua mente viajava. Agora ele estava... em uma cafeteria?! Sim, uma cafeteria em um aeroporto, Marie estava sentada ao seu lado escrevendo e ela estava chorando? Lágrimas humanas?! Não pareciam ser lágrimas de sangue, então ela ainda era uma humana quando escreveu isso?! Ou ao menos uma carniçal?! Ele lia novamente enquanto ela escrevia. Quando ela mencionava "seu pai" estaria mencionando seu pai biológico? Isso mudava um pouco as coisas, ele havia imaginado que ela estava fugindo de seu sire. E Mark percebia que estava na França, a terra natal de seus antepassados. Era curioso como ele, um legítimo Cajun nunca tenha viajado até a França, mas agora podia interagir com o país sob os olhos de outra pessoa. Porém, assim como a anterior, a visão dura pouco...

      Mark percebia que o sono ocasionado pelo dia estava vencendo-o, então ele se levanta e caminha até onde Kate estivesse, tentando acorda-la.

- Kate, vou ter que trocar com você antes da hora...- Antes de desabar na cama (ou em qualquer outro lugar).



***



      Leblanc acordava confuso, mas satisfeito por nada de ruim ter acontecido enquanto ele havia apagado. Eram 7h pm. Mark então procura por Kate e pergunta se tudo foi tranquilo em seu turno, aproveitando para pedir desculpas por não ter aguentado. Caso a encontre, ele também descreve o que viu ao tocar as páginas do livro e suas descobertas.

      Enquanto fala, ele olha furtivamente pelas janelas, certificando-se de que não há ninguém suspeito os vigiando. Então pergunta:

- E aí, alguma ideia do que fazer agora? Poderia ir me explicando como foi que Calbul te meteu nessa? Você sabe de mais alguma coisa que eu não sei?


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Mensagem por Samuka em Sab Jan 05, 2019 7:02 pm

Leblanc

Cena 1:
Leblanc com muito esforço se levantava da poltrona e se arrastava até a cama. Ele não aguentava ir até Kate no banheiro, até porque tinha que andar mais um pouco e virar num corredor. Então, resolvia chamá-la. O problema é que gritar por um cainita em torpor, mesmo que aquele de todas as noites, dificilmente o acordará. Precisa-se mais do que isso. Mas, vai que ela tá acordada e escuta.

Leblanc fala:
- Kate, vou ter que trocar com você antes da hora…

Se ela estava, então não ouviu. Kate não respondeu. Seus olhos foram fechando e Leblanc dormiu.

*

Cena 2:
Recorda-se que o último lugar em que ela estava era o banheiro. Leblanc vai até ele e vê, além da porta entre-aberta, muita água no corredor. Pode ver, também, cinzas na água. Ele abre a porta. Seus sapatos pisam na poça com cinzas. Ele entra. A água vinha da pia. Ele fecha a torneira e puxa o tampão ouvindo o característico som do ralo sugando a água. No basculhante do banheiro, ele vê um pentagrama desenhado com sangue. Mas, nenhum sinal de Kate. Leblanc sai do banheiro e torna procurar. É. Kate não está no quarto, também. Contudo, ao por a mão na maçaneta da porta para sair, Leblanc tem uma visão: vê Kate a fechando e apertando o botão do elevador para descer.

Considerando que faça o mesmo, ou vá de escadas, não há motivo para ir no terceiro, segundo e nem no primeiro. O que que tem nesses andares? Nada, só mais quartos. No térreo? Com certeza, até porque se ela desceu para onde mais iria? Então, Leblanc chega e vê a recepção. A moça que lhe atendeu não estava mais, era uma morena agora. O bellboy estava e havia mais dois com ele. Alguns turistas chineses entravam no hotel e ele via o restaurante do Pontchartrain. Porra, ela só podia estar ali.

Novamente considerando que vá até lá, Leblanc adentra o espaço. Seu interior é envolto em uma penumbra. Muitas mesas vazias. E via Kate sentada no balcão do open bar. Ao sentar no banco ao lado dela, um barman perguntou: ”Boa noite, gostariam de beber algo?”. ”Por enquanto acho que não”, dizia Kate se pausando e olhando para Leblanc, então completava, ”mas te chamamos se mudarmos de idéia, okay?”. O homem responde, ”Alright”, e sai limpando um copo com uma toalha. Um monitor sobre os dois interrompia a tentativa de Leblanc de começar um diálogo. Um anúncio de breaking news era exibido na CNN: Trump fala pela primeira vez após o ataque terrorista na Catedral de St Louis em Nova Orleães.



”Meus sinceros sentimentos aos familiares e amigos que tiveram alguém envolvido nessa barbaridade. Eu como POTUS quero dizer que: todos os suspeitos estão sendo incansalvemente procurados, e o acharemos”, dizia o Presidente que logo a TV começou a exibir a imagem de vários caras com aparência árabe. ”Porra, Mark”, disse Kate virando-se para Leblanc e completando, ”A Camarilla. Pega o carro. Temos que voltar lá, now!”. Ela, então, se levantava e corria eufórica para recepção. ”Tá com a porra daquele papel aí?”, perguntava ela correndo ao seu lado. A recepcionista olhava assustada para os dois.

De novo considere isso, que após entregar o papel para a recepcionista, a moça muito assustada pega o papel e diz: ”Sir Jack Lacroix, desculpe-me, mas há um erro”, e completava após respirar um pouco, ”A sua identificação está como Mark Leblanc”. Kate se intrometia dizendo num tom imperativo, o qual Mark não recordava de ter conhecido, ”Sua vadia, EN-TRE-GA logo a porra da chave pra ele!”. Os dois, então, corriam em direção ao estacionamento subterrâneo do hotel. A porta bate com Kate batendo no painel lhe apressando, ”Anda, Mark, liga logo essa porra. Temos que ir lá eliminar qualquer pista nossa”. E lá vão os dois, de novo.

Leblanc, então, pergunta:
Poderia ir me explicando como foi que Calbul te meteu nessa? Você sabe de mais alguma coisa que eu não sei?

”Off”:

Vou considerar tambén que é neste ponto que Leblanc comenta sobre as visões, blz?

”Porra, Mark, da mesma forma que você. Cê viu essas coisas? Eu não sabia que ela veio fugida do pai pra cá. Calbul nunca me disse isso. Nas poucas vezes que estive com ela percebi que era meia estranha, não duvido que ela saiba ler ideogramas ou essas coisas aí”, dizia ela apontando para os desenhos da contra-capa. Mark acelerava o carro pelas ruas do Centro de Nova Orleães. Pegavam a 90. Estavam indo para East. Voltando para French Quarter, para Pirate Alley. ”Tudo o que sei sobre ele foi através do que ouvi e de algumas vezes que conversamos. Não o conheci por Reiss. Acho que Calbullarshi é um cara odiado por todos os Regentes. O conheci na rua em uma missão. Ele simpatizou comigo e eu com ele. Me ensinou umas coisas. Ele sempre se mostrou um cara sincero comigo. Calbul é um Autarkis não porque quis. Ele me disse que todos os Tremeres que andam fora da pirâmide acabam sendo quando não vão para o Sabá, comprados pelo falso discurso de liberdade. Calbul me disse que tudo o que ele quer é paz. Ah…”, disse ela levando a mão no rosto e completando, ”Sebastian é cria de Nigel, que é cria de Calbullarshi. Nigel também é considerado um Anátema, como Calbul”.
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Mensagem por Heathcliff em Dom Jan 06, 2019 4:48 pm

Leblanc acordava sobressaltado. Ele havia adormecido no piso do hotel, entre a sala de entrada e o banheiro mesmo. Ao que tudo indicava, não conseguiu acordar Kate. Ele se levantava e a procurava, não a encontrando em lugar nenhum do apartamento.

      Inconformado, mark desce e acaba encontrando-a no restaurante do hotel. Ele conta a ela sobre suas visões ao tocar o livro, bem como suas teorias. Enquanto isso, na TV passava um anúncio do presidente Trump falando sobre um possível atentado terrorista... na igreja onde eles haviam estado na noite anterior.

      Kate se apavora com a notícia e diz que ambos precisavam voltar lá para apagarem suas pistas. Mark tenta convencê-la de que se existe alguma pista deles por lá, é provável que já tenham sido encontradas, e voltar lá apenas pioraria as coisas.

OFF: Caso não consiga convencê-la, a cena continua normalmente:

      Ao sair, a recepcionista aponta para a incongruência de sua identidade com a inventada por ele.

- Jack Lacroix? Não, eu nunca disse isso, meu nome é Mark Leblanc! Deve ter ocorrido alguma confusão.

      Enquanto Mark dirigia, Kate lhe respondia sobre Calbul. Mark então respondia:

- Putz, como você foi acabar se envolvendo com um cara como ele? Você sabe a qual clã pertencemos. Sou um novato, mas sei o que acontece com quem sai da pirâmide, o mesmo que dizem ter acontecido com os Antitribu do Sabbat. Quer dar uma de anarch ou viver como uma autarca?! Sua não-vida será curta. Acha que ainda existe alguma chance de nos perdoarem caso nos descubram? Podemos alegar que Calbul nos meteu nessa enrascada sem que soubessemos de nada, o que não deixa de ser verdade. Pensando bem, acho melhor nos atirarmos da última janela de um arranha céu durante o meio-dia, talvez haja mais chance de sobrevivermos...
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Mensagem por Samuka em Dom Jan 06, 2019 6:29 pm

Leblanc

”Teste”:

Leblanc obteve 2 sucesso(s) p/ Tagarelar:
[9, 3, 10, 10, 2, 1]
Kate obteve 3 sucesso(s) p/ Resistir:
[4, 7, 9, 2, 8]

Leblanc dirigia pela 90 ouvindo Kate falar, enquanto que interiormente ainda remoía seu insucesso em convencê-la de não voltar para lá. ”Cê tá maluco, Mark? E ficar aqui de braços cruzados dando uma de turista? Vão bora, porra”, foi o que ela disse quebrando-o. Aquilo ainda ficava repetindo na sua cabeça. Que merda, mulheres; e, Kate não era exceção. No fundo, no fundo, Leblanc tinha razão. Ora, se conseguiram manipular a mídia a fim de preservar a máscara, então provavelmente alguém já sabia de algo e estava movendo os pauzinhos. Contudo, entre um simples Camy e o Príncipe existe uma grande escada hierárquica. E tem outra, aquilo deveria estar um formigueiro de jornalistas e policiais. Mas nada disso mudou a cabeça dela. Kate estava resoluta.

”Off”:

Krauzer, não quero ser um narrador chato, mas isto:
Sou um novato, mas sei o que acontece com quem sai da pirâmide, o mesmo que dizem ter acontecido com os Antitribu do Sabbat. Quer dar uma de anarch ou viver como uma autarca?! Sua não-vida será curta.
Vai um pouco além dos Conhecimentos de Leblanc quanto ao Lore da Camarilla e do Clã, os quais ele é um recém-introduzido, como do Sabá, o qual ele - pelo o que tudo indica - ainda não teve contato. Ao menos que aponte, no Prelúdio, a experiência dele quanto a isso; caso contrário. Mas sei que você, como jogador, saiba de tudo isso, mas Leblanc, como seu personagem, não. É uma Livre, mas peço, gentilmente, que considere isso ao interpretá-lo. Desculpa por qualquer coisa, meu camarada. Vamos seguir o jogo!

Leblanc pergunta:
Acha que ainda existe alguma chance de nos perdoarem caso nos descubram?

”Acha que fizemos algo de errado, Mark? E se Calbul for inocente? Todos merecem um julgamento imparcial no Tribunal, Mark”, respondeu Kate com um tom firme.

Leblanc diz:
Podemos alegar que Calbul nos meteu nessa enrascada sem que soubessemos de nada

”O quê?”, interrompe Kate atônita.

Leblanc completa:
O que não deixa de ser verdade.

”Cê só pode tá de brincadeira”, repetia Kate baixamente quase que falando com ela mesma.

Leblanc, então, finaliza:
Pensando bem, acho melhor nos atirarmos da última janela de um arranha céu durante o meio-dia, talvez haja mais chance de sobrevivermos…

”Enough!”, disse Kate furiosa puxando o freio de mão.

O carro pára bruscamente na rodovia. Ele chega quase rodopiar. Muita fumaça e cheiro de borracha queimada. Um carro ao desviar, perdeu o controle e capotou. Outros que viam logo atrás foram engavetados. Leblanc podia ouvir buzinas, gritos de ”motherfucker” etc. Kate, por sua vez, tirava o cinto e abria a porta. Com parte do corpo para fora, ela diz: ”Não sabia que cê fosse tão mesquinho e egoísta…”, finalizando com uma pergunta: ”Entre livrar your fuck ass, você prefere deixar ele a mercê da sorte?”.
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Mensagem por Heathcliff em Seg Jan 07, 2019 9:04 am

Kate não se deixa convencer e Mark precisa levá-los até o local. No meio do caminho, o Tremere decide desabafar sobre o que estava sentindo diante de tudo aquilo, e a reação de Kate era ainda pior que a esperada. Ela subitamente puxava o freio de mão, quase capotando o carro em pleno movimento e gerando um acidente na pista, em seguida tirava o cinto e abria a porta para sair do carro, não sem antes ofendê-lo para defender Calbul.

      A situação era tensa e pessoas xingavam na rua, o que era bem compreensível após a ação dessa doida. Um novo sentimento tomava conta de Leblanc, a raiva. Raiva por sempre ter sido leal à mulher que o enganou e o levou à uma cilada que acabou introduzindo-o ao mundo dos vampiros, sem que nem mesmo lhe tivesse sido dada uma escolha. Sim, ela deve ter sido obrigada pelo Regente da capela, mas ainda assim ela foi cúmplice enquanto Mark apenas desejava ajudar, e ainda assim nunca extravasou sua frustração. Raiva por ter sentimentos por uma cainita que não ligava para ele. Raiva por seguido-a sem contestar durante todo o caminho, mesmo sendo evidente que ela os estava conduzindo para uma morte certa, e principalmente, raiva por ela não dar valor a isso e preferir deixa-lo para seguir adiante com sabe-se lá o que Calbul esteja planejando.

      Ele não iria implorar para que ela entrasse no carro de volta, embora isso cortasse seu coração não-vivo. Não, ele já estava cansado de ser sempre conduzido por ela para o abismo. Ele tentava se controlar e manter uma expressão séria quando se dirigia a ela.

- A escolha é sua, se realmente deseja colocar a si mesma e a outros em perigo por algo que você nem mesmo sabe o que é, a partir de agora, esse é um problema seu. Lamento que tenha chegado a esse ponto... mas não posso continuar seguindo com uma pessoa imprevisível e volátil a ponto de quase nos matar por não gostar do que eu disse. Foi muito bom lhe conhecer, Kate!



OFF:
Caso Kate não volte atrás e entre no carro, topando seguir ao invés de conduzir, Mark liga o carro e a deixa sem olhar para trás. Ele não sabia o que seria dele a partir de agora, mas ao menos ele estava com o diário, o que significa que quem quer que os esteja procurando, viriam atrás dele e não de Kate e se sentia satisfeito em estar protegendo-a mesmo longe dela.





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Mensagem por Samuka em Seg Jan 07, 2019 5:00 pm

Leblanc

”Foi um desprazer! Espero que não seja tarde demais quando, e se, mudar de idéia, asshole”, foi o que Leblanc ouviu Kate falar ao fechar a porta, passar pelo acostamento e sumir numa mata escura. Ele sentia um misto de sentimentos, raiva e tristeza. Muitos questionamentos ainda brotavam no âmago da sua escuridão interna, os quais alimentavam mais essa vitamina de sentimentos. Para um neófito, Leblanc se mostrava bem seguro. Quem era Calbul e Reiss para ele? Não importa. Aliás, o diabo não vem com chifres e uma capa vermelha. Mas, enfim, suas escolhas, o legislador de seu próprio destino. Foi assim na sua vida antes e seria depois em sua pós-morte. Fuck you, Kate, and fuck you, Calbul.

Cena:
Leblanc estava sentado no banco do motorista com as mãos no volante. O carro ligado. O diário no banco do carona. Uns 20m à sua direita, um carro capotado no acostamento. Uns curiosos assistiam e outros ajudavam o motorista sair do carro. Um bizinaço, alguns motoristas o observava e um, Leblanc observou se aproximar do seu carro pelo retrovisor lateral, gritando: ”Sai pra fora do seu carro, motherfucker”. Ele parecia nervoso. Na frente de Leblanc e para além do capô do seu chevy, o farol iluminava a 90 livre como o próprio sinônimo da liberdade.
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Mensagem por Heathcliff em Qua Jan 09, 2019 4:58 pm

Como ele imaginava, Kate não voltaria, e desaparecia em em meio às árvores no meio da noite. Motoristas atrás dele gritavam e havia um acidente logo à sua frente, mas ele não sei importava, apenas pisava no acelerador e seguia em frente.

      Por alguma razão ele até se sentia aliviado, embora soubesse que provavelmente seria caçado por seu clã. Mark não pensava em voltar ao seu apartamento, não havia nada de muito importante lá que valesse o risco. Seus documentos e pertences mais importantes já estavam com ele.

      O que Leblanc pretendia no momento era deixar a cidade, comprar mais munição para seu revólver (e se possível uma arma de fogo mais eficaz), e em seguida um hotel barato onde pudesse passar o dia até pensar no que faria a seguir.
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Mensagem por Samuka em Qua Jan 09, 2019 7:31 pm

Neil



Valerius estava sentado com os olhos vidrados em Neil. Ele colocava um livro sobre a mesa, um pesado livro por sinal. ”O que pode me dizer sobre este livro?”, perguntava Valerius com um ar curioso e um sorriso no rosto, enquanto que brincava com o brinco na orelha. Considerando que o abra, este livro está completamente em latim. Ele aparenta ser muito antigo, até algumas folhas se soltam ou rasgam ao passá-las. Além disso, parece se tratar de um manuscrito muito bem escrito, que bela caligrafia. ”Eu não sei latim, mas você sabe…”, dizia Valerius que se pausava e caminhava até perto de Neil o abraçando, como completando ao pé de seu ouvido, ”Traduza-o para mim, Neil”. O quarto era escuro e velas o iluminava. Desenhos. Figuras estranhas. Por toda a parede. Pelo vidro da janela, se via as luzes da cidade. Um outro mundo fora do mundo de Valerius e Neil.
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Mensagem por Samuka em Qua Jan 09, 2019 11:54 pm

Leblanc

Leblanc pisa no acelerador do seu chevy e o pneu canta no asfalto. Ele avança pela 90. O acidente se tornava um pequeno ponto no retrovisor. O farol ilumina a pista, as faixas e os retrorrefletores, os quais brilhavam como olho de gato na escuridão. Leblanc se sentia aliviado, mas de quê? Então, um nome lhe vem na cabeça de repente: Reiss. Consequentemente: missão. Mesmo assim, porém, ele avançava decidido parar em algum lugar para descansar o peso da sua não-vida e fazer algumas compras. Entretanto, Leblanc sentiu o carro mais leve, como se o próprio até flutuasse pela pista. A direção suave. Que porra é essa? Então, ele viu os carros na pista contrária diminuir, assim como as faixas e tudo mais. O chevy, literalmente, estava voando. Ele escutou aquele som de asa bater parecido com daquela coisa e viu o teto do carro amassar pelas garras que o atravessaram.

”Off”:

Considere que está numa altural entre 100-200m
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Mensagem por Heathcliff em Sex Jan 11, 2019 9:43 am

Marc deixava o acidente de trânsito e os demais problemas para trás enquanto rumava para fora da cidade. Por alguma razão, o nome Reiss vinha em sua mente. Apenas coincidência ou algo mais? Seja como for, ele continuava dirigindo... Até que algo estranho acontecia.

      Inicialmente ele sentia a direção mais leve, então percebia que não tinha mais o controle do carro... que estava subindo no ar. Ele já havia visto companheiros de clã movendo objetos com a mente, mas levantar um carro?! O carro continuava subindo indiscriminadamente no ar (adeus máscara), e novamente ele se lembrava do nome do Regente da Capela (ou seria antigo Regente?), e procurava pelas janelas a origem desta bruxaria. Seja lá quem fosse, Leblanc não teria muito o que fazer, e se sentia de mãos atadas nesta situação.


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Mensagem por Guest em Qua Jan 16, 2019 10:37 am

Valerius era um cara estranho, mas quem não é? Não acho vampiros normais. É normal alguém pular no pescoço de um para chupar sangue? Eu acho que não. Mas não foi nisso que me tornei? Um tipo Drácula de Bram Stoker.

A minha vida depois daquela fatídica noite nunca mais foi a mesma. Tudo por culpa desse filho da puta arrombado. Porra, ele me tornou nisso para me usar como seu Google tradutor.

Paz não faz mais parte do meu dicionário. Desde que esse filho da puta me tornou nisto vivo igual um rato, ou já era um antes? Não importa. O que importa é que tem gente atrás de nós igual gatos. Eles nos perseguem. Eles estouram nossos refúgios. Então, nós fugimos e procuramos por outro. Aí eles estouram e fugimos de novo, é tipo um ciclo. Não sabe o que é isso? Espero que não seja um idiota. Foda-se, se for. O mundo não sentirá falta de gente como você, comida de vermes.

”Que porra de livro.”:
-Qual é desse livro agora?

Eu tinha que perguntar. Não sei se o índice do livro poderia responder objetivamente isso. Preciso saber com o que que ele está se metendo agora, senão me fodo junto. Mas sem essa de querer me agarrar.
”Viadagem desnecessária, eu me afasto.”:
-Hey, hey, qual é? Já não acha isso demais?

Porra, já fudeu com minha vida e com minha não-vida. Ele quer fuder mais o quê? Corta essa, viadinho do caralho. Tá pensando que vai...
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Mensagem por Samuka em Qui Jan 17, 2019 12:55 am

Neil

Valerius afastava-se erguendo as mãos e caindo numa gargalhada debochada. ”Okay, okay”, ele disse completando em seguida rispidamente, ”Você faz muitas perguntas, Neil. Se soubesse não teria pedido sua ajuda, não acha?”. No fundo, no fundo fazia um pouco de sentido o que Valerius dizia, mas sabe como são as coisas hoje em dia: quem confia na cloaca da galinha?

Neil passava seus olhos rapidamente pelo livro. Ele precisará de mais tempo para lê-lo melhor e saciar a curiosidade de Valerius. Mas por hora o que conseguiu traduzir pelas primeiras páginas é que se trata de um poema em vários atos, mas com único título: elogio a primeira legião.

Enquanto Neil tomava nota disso, alguém batia na porta chamando por Valerius, que pedia para entrar. O sujeito entrava. Um cara tão belo que era difícil dizer se era homem ou mulher. Supõe-se que seja um cara, porque não tem peitinho. Cabelo preto grande, liso e sedoso. Sem camisa e de calça de couro. Ele dizia, ”Valerius, vim te avisar que os olheiros do bando viram vampys estranhos. Acho que deve ser camys”.

Neil observava que Valerius ficou um pouco nervoso com a notícia. Então, ouve-se um estrondo e gritaria. O sujeito sai do quarto e grita, ”São camys, fuck”.

Valerius vira para Neil e diz claramente assombrado, ”Neil pegue o livro e suma daqui. Vá par a lage do prédio. Lá tem uma saída de emergência. Rápido!”

Valerius sai com o sujeito. Neil viu os dois descendo os lances das escadas. Estavam todos no quinto andar, uma placa informava. Havia outros quartos no corredor. Uns arrombados e outros intactos. O prédio provavelmente era antigo, pois não havia elevadores. Neil se debruçava na escada. Olhando para baixo via muita movimentação, clarões, flashs e ouvia tiros como explosões. Olhando para cima via mais lances de escadas em meio a andares completamente escuros, talvez por falta de energia.

A saída, segundo Valerius, estava em cima, ou melhor, na lage.

”Teste”:

Dados:4, 3, 8, 3, 4
NEIL rolou 5 dado(s) com dificuldade 6 para Ler e obteve 1 sucesso(s)
Re-rolar 10: sim
Ignorar 1: não
Link: https://warleiramos.com/rolador/?q=57538
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Mensagem por Guest em Sab Jan 19, 2019 6:40 pm

Fugir? Sim, mais uma vez. Esse tem sido o meu fardo após Valerius ter me tornado nisto. Dessa vez, porém, ele estava decidido em enfrentar o problema. Talvez no meio de todos aqueles V doidos, ele se sentisse confiante de finalmente dar fim nisso. O que também poderia dar fim na sua infeliz não-vida. É uma solução. Radical? Talvez. Mas por que fugir do problema quando sua solução é justamente SEU fim? Entrega-se logo de uma vez. Era o que Valerius fazia. Ele descia a escada como o caixão desce à sepultura. Vai e descanse em paz, mas só não me leve junto para o buraco.

Neil, então, subia as escadas, em direção a lage do prédio, curioso de como sair por cima. Ele só espera que não tenha que descer para baixo depois.
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Mensagem por Samuka em Sab Jan 19, 2019 10:48 pm

Off desculpa a demora


Leblanc

As garras atravessavam o teto do carro. Leblanc se apavorava com aquilo. A besta urgia dentro dele em meio aquela situação de estar, praticamente, preso no veículo. Ele via do para-brisa a rodovia e alguns poucos carros que eram abordados nas duas mãos por uma blitz há algumas milhas de distância. Leblanc ouvia o bater de asas, como ouviu na noite anterior na Catedral St Louis. Ele, então, decidiu fazer nada, o que não deixa de fazer algo - ainda que insignificante.

A 90 é uma extensa rodovia que corta Nova Orleães até outros pontos importantes, economicamente, para Louisiana. É uma via de escoamento. O ponto em Leblanc estava quando tudo aquilo aconteceu já era distante do Centro de Nova Orleães e bem próximo de Baton Rouge, mais precisamente na sua parte rural.

Leblanc ouvia o carro batendo nos galhos de pinheiros. O carro sobrevoava sobre muitas árvores até, de repente, cair e bater com força contra o chão. O para-brisa estourou. Leblanc bateu contra o painel e simplesmente apagou.

Ele, então, abre os olhos e está deitado no chão de uma espécie de gruta. O que aconteceu? Que horas são? Que dia é hoje? Eram algumas perguntas que Leblanc se fazia. Então, uma pequena fogueira na entrada da gruta projetava a sombra de alguém se aproximando pelas paredes. Surge um homem vestido completamente de preto com uma roupa que lembra plumagem de uma ave. O seu rosto havia uma pintura, na verdade uma listra preta que passava por toda a região dos olhos. Ele vinha recitando algo estranho e incompreensível, mas quando o viu acordado parou lhe encarando em silêncio.

”Vitalidade”:

Ferido (-1)
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Mensagem por Samuka em Seg Jan 21, 2019 8:43 pm

Neil

Neil subia rapidamente segurando o obscuro livro. Penetrava os andares superiores do prédio em completo breu. O som da batalha no térreo ecoava pelas escadas. Pequenas lâmpadas de emergência iluminavam pobremente os degraus, que com aquela fraca iluminação era difícil observar direito os corredores dos andares. Neil, porém, se preocupava em chegar na lage. Ele via a porta que levava à ela no final da última carreira de escadas. Abria porta e ao fechá-la, Neil viu várias criaturas hominídeas subindo a escada também. Pareciam zumbis dos filmes hollywoodianos. Gemiam e estavam completamente desfigurados e ensaguentados. Ele, então, fechava a porta rapidamente. Neil virava-se e via a lage. Uma caixa d'água, algumas antenas de rádio e nada mais. As criaturas batiam na porta do lado de dentro. Neil caminhava apressadamente pela lage procurando a tal saída. Ele procurava, mas o que ele está procurando? Uma porta com os dizeres EXIT: salve seu rabo?

A porta de metal cedia as porradas das criaturas e caia no chão. Uma multidão vinha para fora onde exatamente Neil estava. No desespero, então, ele subia no para-peito. À sua frente, a lage e as criaturas. À sua traseira, o fim e supostamente uma grande queda. No aproximar das criaturas, Neil percebe que na verdade havia um andaime do que uma grande queda. Neil pula e cai no andaime. E agora? Em seguida via, então, uma grande guindaste. O terreno ao lado parecia estar em construção e alguém deixou o guindaste ali. Algumas criaturas simplesmente despencaram da lage e outras tentavam se segurar no andaime balançando-o. Havia um vão até o cabo de aço de cerca 3m. Neil precisaria salta e se segurar no cabo, uma manobra arriscada na qual precisará das duas mãos. Ou seja, Neil terá que lançar o livro para o terreno ao lado e, então, saltar. Algumas criaturas conseguiam trepar no andaime, o qual parecia ranger com o peso, e se Neil demorar muito terá mais outros problemas. E aí, vamos dar um pulinho ou não?
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Mensagem por Guest em Ter Jan 22, 2019 9:44 pm

Há quem diga que nunca será livre quem fugir dos problemas. Talvez. Mas também não podem dizer que nunca será pego por eles quem não correr. O xis da questão agora é o que se acha por livre. Poder ir para onde quiser e quando der na telha me faz sentir livre. Ou isso não é ser livre?

“Ó, querida. Montros são reais e parecem com pessoas…” deformadas criadas pelo Sabá que estavam sobre minha cabeça e que agora querem a minha cabeça.

A saída às vezes aparece de uma forma que jamais imaginávamos, como agora.

Neil lançará o livro para bem próximo do guindaste e rapidamente saltará se agarrando na corda de aço. Caso alguma criatura atrapalhe, Neil o empurrará do andaime. Ao se segurar no cabo, ele tentará subir até o topo e buscará um meio de descer, seja escalando a plataforma ou pelo braço móvel. Caso não tenha sucesso ao segurar o cabo e venha cair, Neil tentará projetar o corpo de maneira que proteja a cabeça (Off: Queria gastar 2 pontos de sangue para aumentar Vigor). Seja como for, ao chegar no chão ele buscará pelo livro de maneira que não seja visto por algum Camarilla. Com livro em mãos e a barra limpa, Neil procurará por uma saída rápida e segura. Tipo que dê para pular, ou passar, par rua.
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Mensagem por Heathcliff em Qua Jan 23, 2019 5:23 pm


Garras atravessavam o teto, Mark sentia que esse seria seu fim. Se ao menos tivesse munição em seu revolver, mas na altura que estava, mesmo abatendo seja lá o que fosse, a queda poderia ser brutal. Ele ouvia aquele bater de asas pesado que ouviu, a gárgula? Lá se vai a máscara, seja lá quem enviou essa criatura atrás dele, não parece se preocupar muito em se esconder da humanidade, ou está realmente desesperado.

O carro batia em galhos de árvores, deixando-o ainda mais desesperado. A besta ameaçava tomar conta dele, até que sentia o carro caindo...


***



Mark abria os olhos. Sua cabeça doía e ele não se lembrava com muita clareza o que aconteceu na noite anterior... exceto o carro atingindo o chão. Ele se levantava em um salto e não reconhecia o lugar, parecia uma gruta. Havia uma pequena fogueira na entrada e lá podia ver um homem entrando. Ele parecia vestido como um xamã ou algo do tipo, ele cantava algo e parava quando o via acordado.

Leblanc se pega fazendo as clássicas perguntas:

- Quem é você? Onde estou?


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Mensagem por Samuka em Qui Jan 24, 2019 10:46 am

Leblanc

Pelas TVs de tubo espalhadas por várias casas americanas, um casal de jornalistas âncoras noticiavam: -”Em mais um capítulo do filme De Volta Para O Futuro, a highway 90 em New Orleans tornou-se os estúdios de Hollywood para a gravação do célebre filme. A polícia local precisou interditá-la para que cenas fossem gravadas (No canto inferior direito da TV, de repente, apareceu um box com cenas de uma repórter entrevistando os motoristas abordados após a blitz da polícia na 90, um deles dizia com um semblante inexpressivo e o olhar perdido: -”Eu adoro esse filme. Quando lançar no cinema vou levar toda minha família”).

Em uma gruta em algum lugar de Baton Rouge,
Leblanc pergunta:
- Quem é você? Onde estou?

O sujeito que parecia ser um índio, ou alguém se passando por um, continuava em silêncio apenas lhe observando. Ele, então, responde: - ”Me ser Crow e você cara pálida? Você estar numa gruta, onde mais cara pálida poderia estar?”.

Leblanc percebe que o diário e a estaca não estavam mais com ele. A garrafa parecia estar em migalhas no seu bolso, mas tocava o pé de coelho. Pelo jeito, somente o revólver estava intacto, mas sem balas. Além disso, Leblanc sente uma forte dor no peito.

O sujeito, então, se virava caminhando para fora da gruta cantando algo que Leblanc entendia como:
-”Wen de ya ho,
Wen de ya,
Ho ho ho ho,
He ya ho,
He ya ho,
Ya ya ya…”


”Off”:

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Mensagem por Heathcliff em Qui Jan 24, 2019 5:48 pm

A situação poderia ser cômica se ocorresse em um momento mais oportuno. O aparente nativo americano sabia falar um inglês rudimentar, mas o que era tudo isso? Mark sente uma pontada em suas costelas e percebe que ainda está ferido, então, sua primeira atitude era se recuperar.

(Gasto de 3 PS)

      Em seguida, ele observa o índio que lhe dava as costas, tentando ler sua aura.

(Auspícios 2)

      Antes que o índio saísse da gruta, Mark o chama novamente.

- Espere, eu ainda tenho perguntas! Como eu vim parar aqui? A última coisa que me lembro é de meu carro ter sido interceptado por um gárgula.


      Mark tateava seus bolsos e como imaginava, a maior parte de seus pertences não estava mais com ele ou havia sido danificado. Ele observa os arredores da gruta onde estava com seus sentidos aguçados na esperança de captar qualquer sinal que possa indicar onde ele se encontrava.


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FV: 5/5
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Mensagem por Samuka em Sab Jan 26, 2019 2:41 pm

Kalton


Kalton estava sentado num banco de frente para o Paradise Theater no Bronx. A rua estava escura e praticamente deserta. Ele já ouviu que Bernie Williams e Charlie Wilson tocaram ali. Porra, quem são esses dois? O primeiro é um ex jogador de baseball que, na ociosidade de sua aposentadoria ganhando milhões por ter dado umas tacadas pelos Yankees, resolveu criar uma banda e agora dá uma de músico. O segundo é um rapper, mais conhecido como Uncle Charlie, não muito famoso internacionalmente e com uma biografia resumida em constantes internações em clínicas de limpeza toxicológicas; as letras de suas músicas se resumem em desilusões amorosas e violência. Fazia todo sentido para Kalton aquele lugar não ter ido para frente e ter acabado se tornando numa igreja. Igreja dá dinheiro. Aliás, olha que engraçado, sabe qual é o nome do reverendo, um mulato de bigodinho e sorriso largo no rosto, que estampa o letreiro na fachada do icônico prédio? Rev. Creflo Dollar. Parece piada, mas não é.

Como disse, Kalton estava sentado num banco. Ele checkava o dinheiro que havia trago, um empréstimo para ajudar, de novo, Boris limpar seu nome das merdas que fizera no passado. Quanto vale uma bucet… Quer dizer, quanto vale o amor? Se tratando de Lisa, vale muito para Kalton. Agora ele checkava o celular e as horas. Já fazia cerca de uma hora que Kalton estava ali por causa da mensagem que recebeu de Boris, dizendo:

WHAT'S UP, MEU GENRO AMADO. ME ENCONTRE LÁ NO PARADISE COM AQUELA PARADA QUE COMBINAMOS. ESTOU INDO PRA LÁ, FILHO.

Filho? Boris estimava muito seu futuro genro. Kalton se pegava pensando se seria boa idéia ficar andando com cerca de mil dólares pelas ruas paulistanas à noite. Não devia ser, como não devia ser em nenhuma outra pseudo metrópole brasileira. New York é diferente, essa sim merece ser chamada assim. Kalton só lastimava pela sua família, eles estão tão longe. Que loucura foi sua vinda para os EUA. Ahn, Kalton? Uma graduação sanduiche na Fordham, onde estudou Donald Trump, e uma filiação na sociedade cainita. Seus pais ficarão orgulhosos, com certeza. Kalton, então, sente um tapinha nas costas. Era Boris, o coroa problemático. Sua voz tipo do Pernalonga rompia o silêncio da rua. Ele se sentava ao seu lado.

-”Então, filho, trouxe o dinheiro?” - perguntava ele com os olhos vermelhos, vidrados e inspirando pelo nariz um catarro que talvez não tivesse fim. Boris estava com uma bermuda, um tênis surrado e uma camisa dos Yankees. Ele mal se sentou e um tique nervoso tomou suas pernas, que não parava de balançar para cima e para baixo.

-”Não se preocupa que vai ser exatamente aquilo que combinamos. Vou te pagando todo mês e até o final do ano os 1200 estará de volta na sua conta” - afirmava ele com aquela certeza típica de desempregados. É sempre assim, parcelam o que podem e vão arranjando bico pra pagarem as contas, só aquelas que podem impedir de arranjarem outros bicos, isto é, as letais.

-”Marquei com Campbell aqui. Ah, esqueci que cê não sabe quem é. É um tira barra-pesada. Muleque novo, acredita? Deve ter uns trinta e blau quase quarenta. Ele deve estar chegando, também” - dizia ele olhando para os lados procurando talvez esse tal Campbell.

Por dinheiro quem não viria numa rua deserta à noite? É óbvio que virá. Kalton sentia no bolso da sua jacketa o envelope com os 1200, que retirou da sua conta poupança que seus pais abriram quando ele resolveu da noite para o dia se mudar para os EUA.

Uma viatura dobrava a esquina e parava. A porta do carona abria e, mesmo um pouco distante, os dois viam um policial sair. Ele acenava e entrava num beco escuro.

-”Cê vem comigo?” - pergunta Boria dando uma cutucada com o cotovelo sem antes dar aquela inspirada no nariz.
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Mensagem por Rian em Sab Jan 26, 2019 4:13 pm

Em meio a cobras - Um jogo p/ Tremere - Página 2 290px-Cedric_Diggory


“- Nova Iorque, hein? Quem diria?!”
O moleque refletia enquanto observava as luzes das arranhas céus na cidade que nunca dorme. Lembrava de sua trajetória até ali. Uma carreira de sucesso! Ou, talvez quem sabe, uma grade furada, esse negócio de se meter com vampiros e tal... Anyway, logo Boris chegava. A imagem do pior exemplo de pai que alguém poderia ter, mas... o único parente próximo que Lisa tinha. Uma espécie de ônus que vinha junto com o bônus. Ossos do ofício! Talvez ele pensava.
-”Então, filho, trouxe o dinheiro?”
- Sim, claro! Está aqui! Dizia Kalton apontando para um bolso da jaqueta, mas sem mostrá-lo, ainda.
-”Não se preocupa que vai ser exatamente aquilo que combinamos. Vou te pagando todo mês e até o final do ano os 1200 estará de volta na sua conta”
- Ah sim, claro! Kalton praticamente repetia a primeira frase ironizando a certeza com que Kalton acreditava em Boris, mas ele sabia que nunca mais veria a cor daquele dinheiro. Uma pena, já que apesar de Kalton ter uma boa estabilidade financeira, 1200 dólares não era algo que brotava como água.
-”Marquei com Campbell aqui. Ah, esqueci que cê não sabe quem é. É um tira barra-pesada. Muleque novo, acredita? Deve ter uns trinta e blau quase quarenta. Ele deve estar chegando, também”
Finalmente, kalton saía das respostas padrão e entrava nos assuntos do velho Boris.
- Os mais jovens são os piores... Eles ainda estão empolgados, sofrem mais descarga de adrenalina e acham que podem mudar o mundo. Veja a mim, por exemplo. kalton ria.
Kalton fitava Boris sem preocupar-se de que lado Campbell chegaria e indaga: - Por que deve dinheiro a esse tira?
Assim que a viatura da polícia surgia, Kalton sentia o cheiro de problema se aproximando. Policial corrupto e barra pesada com certeza era sinônimo de problema.
“- Não acredito que eu deixei o Brasil pra entrar nesse tipo de situação...” Kalton dava um sorrisinho sem graça, apenas um leve definir dos lábios. Ele se sentia confortável, afinal sua habilidade se resumia a computadores, não àquilo...
-”Cê vem comigo?”
- Ah, mas é claro! Quero ver de qual que é a desse cara! Por fim, kalton se animava e levantava empolgado. Por pior que fosse a situação não era de sua personalidade reclamar. Ele sempre tentava ver o melhor, ou o mais engraçado em cada situação. Enquanto se dirigia ao beco ele, enquanto passava pelo veículo ele memorizava a placa ou o número da viatura ao mesmo tempo em que concentrava sua audição no motorista do carro para vigiá-lo enquanto estivesse de costas para o mesmo naquele beco. Tentava captar o nível de adrenalina e os batimentos cardiácos de Campbell, amplificando sua sensibilidade à sua capacidade muito além do normal. (Auspícius – Olfato + audição).

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Mensagem por Samuka em Sab Jan 26, 2019 7:08 pm

Leblanc

”Off”:

Gasto de -3PS anotado

Mark utilizava a capacidade sobrenatural do sangue vampírico para regenerar seu corpo. Algumas feridas cicatrizavam-se. Algumas costelas voltavam para o lugar. Mas, a sensação estranha permanecia. Leblanc sentia que estava e, ao mesmo tempo, não estava ali. Ele já sentiu isso, mas se a queimação no peito não lhe incomodasse tanto de pensar.

Leblanc, então, pergunta:
- Espere, eu ainda tenho perguntas!

E o índio ao lhe dar as costas, Leblanc usa seus dons de sangue para ajudar encontrar alguma resposta que tenha feito quanto a real natureza do sujeito.

”Teste”:
Dados:1, 10, 3, 8, 8
LEBLANC rolou 5 dado(s) com dificuldade 8 para Perceber Aura e obteve 2 sucesso(s)
Re-rolar 10: sim
Ignorar 1: não
Link: https://warleiramos.com/rolador/?q=60239

Leblanc via uma luz branca que emavana do corpo do sujeito, então de repente aquela luz tomou toda gruta e uma mancha escura na forma de uma ave surgiu. Ela batia as asas vindo em sua direção. Era um grande corvo. Aquilo era desesperador e claustrofóbico. O corvo lhe envolvia e abria seu enorme bico, o qual era imerso numa profunda escuridão com milhares de pontinhos brancos e jóias brilhosas de todas as cores. Parecia o universo.

”Teste 2”:
Dados:4, 4, 7
LEBLANC rolou 3 dado(s) com dificuldade 7 para Autocontrole e obteve 1 sucesso(s)
Re-rolar 10: não
Ignorar 1: não
Link: https://warleiramos.com/rolador/?q=60240

Mas apesar de tudo, Leblanc conseguiu controlar sua besta. O corvo diminuía junto com o clarão de luz que voltava a se restringir no corpo do indivíduo. Isso foi demais, será que Leblanc suportaria uma segunda vez?

Leblanc pergunta novamente:
- Como eu vim parar aqui? A última coisa que me lembro é de meu carro ter sido interceptado por um gárgula.

Leblanc percebe que ele faz uma careta ao ouvir carro e enruga a fronte ao ouvir gárgula. -”Cara pálida pergunta muito. Me não ter todas respostas” - responde o sujeito. -”Me ver cara pálida vagando como outras adanatas, então me pegar cara pálida e me botar cara pálida n’ustagalayi - diz ele se pausando e agachando próximo a fogueira. -”Me não saber o que é carro, cara pálida. Ale gárgula, o que ser cara pálida?” - agora pergunta ele no que parece ser uma brecha para conversar. O índio pegava um graveto e parecia desenhar algo na terra.
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Mensagem por Samuka em Sab Jan 26, 2019 10:54 pm

Neil

Neil lançava primeiro o livro, que voava em direção à base do guindaste abrindo-se e algumas folhas soltando-se ao ar. Naquele momento umas folhas a mais ou a menos é o menor dos problemas. Neil olhava par atrás e via duas criaturas se aproximando e outras tentando subir, ou se lançando sobre o andaime. Não havia muito tempo, aquilo logo iria ceder ao peso. Neil, então, pula.

”Teste”:

Sucesso(s): 2+1FV
[3, 8]

À sua frente o cabo de aço vai se aproximando. Neil estica sua mão, o cabo está próximo de seus dedos e é só agarrar.

”Teste 1”:

Sucesso(s): 1
[8, 6, 1]

Neil conseguia segurar o cabo por pouco. E lá estava ele pendurado a uma altura considerável. Abaixo dos seus pés, ele via o terreno em construção separado por um muro do prédio utilizado como refúgio Sabá. Ele podia ver o combate lá embaixo e as criaturas simplesmente se espatifando no chão. Ele olhava para cima, era preciso de umas braçadas para subir ao topo. E lá vai Neil.

”Teste 2”:

Sucesso(s): 3
[9, 6, 7]

Ele chegava ao topo e rapidamente descia o guindaste. Ao chegar no chão, pegava o livro que, devido já seu desgaste pelo tempo, o miolo se desprendeu e as folhas agora estavam soltas fora de ordem. Não havia ninguém ali além dele, mas foi só terminar de apanhar o livro que viu uma camionete se aproximar velozmente. Ela derrapa bem próximo de Neil levantando poeira. Dentro vários Sabá que Neil reconhecia ter visto uma ou duas vezes apenas. Um, então, no bagageiro da pick up estende a mão para Neil, perguntando:
-”E aí, irmãozinho, quer uma carona?” - os olhos dele brilhavam como um rubi e sorria exibindo suas presas.

”Status”:

PS: 6/15
FV: 4/5
Vitalidade: Ok
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