Sete Palmos

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Mensagem por HaSSaM em Qui Out 04, 2018 9:36 am

Seitas: Todas
Clã: Todos
Idade: Ancillae
Tema: Ação e Violência
Vagas: 3
-
-
- Crowley

Cenário  
Nova Iorque. Linda, brilhante... profana, seus arranha-céus escondem a sujeira das ruas de sua periferia, com seus prédios em ruínas, de janelas quebradas e com paredes cobertas por mensagens em grafites negros repletos de ódio e rebeldia, os Outdoors rasgados e pichados. A imundície e a pobreza é o traço típico de suas ruas fantasmagóricas. Moradores de rua perto dos latões em chamas, esperando sobreviver mais uma noite do frio de inverno, vivendo como selvagens em uma terra sem esperança, onde foram esquecidas e abandonadas pelo sistema. A cidade em si, mesmo em toda a sua beleza se encontra miserável. Nos Becos se encontram grupos de drogados compartilhando agulhas com doenças, alguns gritam em suas alucinações, outros tem convulsões e suam em agonia por não terem a sua preciosa Heroína. Jovens se entregam ao álcool e as drogas para fugirem da realidade opressora. A cidade envenenada cambaleia em uma dança insana. A noite, o individuo tranca-se por trás de barras, esperando sobreviver numa gaiola de ferro. O individuo se fecha em si mesmo procurando conservar a sanidade, e anda pelas ruas congestionadas olhando por cima do ombro, alerta para desviar do primeiro golpe com sua própria lamina lubrificada. Um clima de fatalismo pairava sobre a cidade. Se a bala tem o seu nome, não há onde se esconder. As ruas brilham com os anúncios de neon, na mesma rua onde as prostitutas se oferecem em cada esquinas a qualquer indivíduo que passe, para assim sustentar não só seu vicio do crack, mas uma existência sem qualquer esperança. Esse é o reflexo de uma cidade do primeiro mundo,uma cidade governada por governantes manipuláveis, corruptos e egocêntricos, uma sociedade exposta no seu traço mais intimo, com ferimentos sem cicatrização, mas essas feridas trazem mais vantagens que a cura, “para que mudar?” pensamento de todos os membros que compõem a elite do governo. A cidade pulsa num ritmo doentio, é uma cidade perdida, onde o valor e a moral foram a muito tempo esquecido. Seja bem vindo ao Mundo das Trevas.


Nas sombras...
Nova Iorque é um pavio de pólvora prestes a explodir. Após a retomada, Cainitas de todo o pais miraram seus olhos querendo um pedaço da grande maça. Por longos anos houve traições, sabotagem, e emboscadas para se conseguir cada vez mais espaço e influencia na cidade. As ruas mergulhadas em sangue, os salões fervilhando em intrigas. A cidade foi dividida em Feudos, sem qualquer nomeação formal, a força ditava as regras das ruas, aquele que conquistasse seu território tinha que ter pulsos firmes para mantê-lo. Um conclave foi realizado, nomeando  Blosson Petterson para o cargo de Príncipe da cidade, mas a corrupção e manobras politica por parte de uma força conjunta dos senhores dos Feudos tornou o Principado apenas um titulo vazio. A influencia dos outros membros já haviam se consolidado, a cidade continuava a mercê da violência, o conselho não ligava para o cenário atual, desde que mantivessem o domínio do lugar, longe das mãos do Sabá, e isso era trabalho do príncipe que se mantinha omisso nos reais problemas da cidade, preocupado demais com as excursões do sabá que traziam o caos, Anarquistas que se aglomeram nas ruas, Lupinos atacando Na Central Parque, e sempre outros problemas mais urgentes para tomar qualquer atitude sobre as disputas de Feudos. A criminalidade cresceu alarmantemente, ainda maior do que quando o sabá dominava a cidade. Um clima de perigo e desespero cerca a cidade.
Seja bem vindo a Sete Palmos!
Sete Palmos  Dae5b410

Considerações
A perigo da morte final é real e constante, assim como lutas sangrentas nos becos escuros, perseguições nos telhados dos prédios ou tiroteios e roubos pela cidade. Então, tomem cuidado.

- Peça vaga no tópico
- Me mandem a ficha por MP. (Pontuações de Ancillae)
- Aguarde as considerações sobre a ficha
- Se divirta.

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Mensagem por HaSSaM em Ter Dez 18, 2018 3:51 pm

Zachary
Sem rumo. Sem lei. Foi assim por toda a vida de Zack, e porque na imortalidade seria diferente? Após passar décadas vagando de cidade em cidade como um verdadeiro nômade levando sua musica para onde o vento soprasse mais forte, o imortal finalmente, no ultimo ano, se estabeleceu na cidade de Nova Iorque. Ali os contratos eram inúmeros, não que sua musica fosse tão boa assim, eles não eram nenhum Beatles, mas existia uma grande aglomeração de fãs naquele estilo musical na cidade, diferente de Minnesota ou no Texas onde não existia tantos fãs assim, algumas vezes sendo até mesmo vaiado no palco. Nem todas as noites eram agradáveis e Nova Iorque não foi diferente. A guerra da expulsão do sabá foi sentida nas ruas acobertadas por guerras de gangue, protestos, a sarjeta transbordou de sangue, prédios incendiados, o som dos disparos de armas de fogo nunca cessavam. Foi um ano agitado na cidade, o imortal se manteve isolado, longe de tudo aquilo afim de não se envolver. Quando tudo acalmou escolheu logo sua área de atuação, um pequeno bar e fez dali tanto sua moradia como o seu cocho particular.

- Não caga na conversa, Mercury mal conseguia cantar suas próprias musicas depois de encher o rabo de drogas.  
- Isso não impede ele de ter se tornado o melhor de sua geração
- Robert Plant, esse é o nome que vc deve respeitar, não que ele fosse o melhor, mas sem ele, toda sua listinha não existiria.
- Meu Deus. Já se esqueceu de 92 ? Aquele desastre no tributo ao Freddie Mercury?
- Robert deu identidade ao Gênero, é um ícone do Rock no mundo todo, vc só é um escroto que não quer enxergar!

Já passavam das 19:00 horas da noite, e mesmo pelo horário já era possível escutar dois clientes discutindo alguma coisa sobre o melhor vocalista do rock. O bar estava praticamente vazio, uma mulher acima do peso sentada nos fundos do local solitariamente, cabelos vermelhos com uma franja roxa jogada nos olhos. No balcão havia os dois homens discutindo, um deles vestia uma jaqueta preta surrada com uma blusa negra por baixo, ele tinha aspecto sombrio, nos outros parecia que havia passado rímel e o rosto repleto por piercing, o outro era um gordo com uma camisa branca de alguma banda desconhecida que ele mesmo tentava promover, nos braços diversas tatuagens na pela branca.

- Zack - Chamava o Barman limpando o balcão com um pano amarelado - Teve um homem ai te procurando na parte da tarde, não quis deixar recado, só informou que voltaria  - Ele diz calmamente.

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Mensagem por HaSSaM em Ter Dez 18, 2018 3:56 pm

Sam
Filho do Demônio. Foi assim que muitos o chamaram. Foi assim que sua mãe o chamou antes de abandona-lo numa lixeira. Seja lá o que a levou a fazer aquilo não fazia mais diferença. Sam já não se importava com o passado, mirava seus olhos para seu futuro. Já havia conquistado a influencia nas Docas, expulsando os últimos sabás remanescentes daquela área. O que de certa forma atraiu bons olhares do príncipe, como também se tornou alvo de diversos canalhas sanguessugas que já estavam de olho no local muito antes do cainita pisar naquelas terras, mas eram fracos, covardes. Por um tempo Sam vem conseguindo manter os parasitas que tentam enfraquece-lo longe de seus domínios. O local estava limpo da presença do Sabá, da anarquia e dos bajuladores. O trabalho por ali parecia terminado, fluindo de maneira segura e paciente. Transportando suas mercadorias ilegais. Fechando acordo com policias corruptos. Lavando dinheiro. Tudo sem qualquer transtorno. Mas como diziam por ali mares calmos nunca formou um bom marinheiro e dificilmente dura para sempre. O imortal conseguia enxergar a tempestade se aproximando, conforme as brigas entre gangues e membros se intensificava por controle de território e estava cada vez mais próximo.

O lunático demorou um tempo para entender o que estava acontecendo. Em uma de suas caminhadas noturnas por seu Deck, conseguiu perceber de longe um amontoado de pessoas espalhadas pelas docas, pareciam procurar alguma coisa enquanto outros fotografavam o lugar aleatoriamente e recolhiam objetos e materiais, Sam logo reconheceu como sendo oficiais da policia.  Já haviam cercado o perímetro com aquela faixa amarela, agora procuravam provas de alguma coisa. O cainita se aproximava quando Ivan o detinha segurando em seu braço.

- Melhor não se expor - Dizia ele de forma dura e inflexível -  Desovaram um corpo ali, mas pela maneira como foi feito essa bagunça, parece que queriam que o encontrassem.

E foi assim que Sam sentiu as primeiras gotas do que parecia ser a tempestade. Será que sua influencia com os policias corruptos abafariam o caso? Quanto dinheiro teria que ser gasto? O que estavam tramando por trás daquelas morte? o Imortal era velho o suficiente para saber que aquilo ali não se tratava apenas de uma simples coincidência. Haviam passado pela segurança diurna. depositado o corpo num ponto estratégico no meio das docas vetando o acesso de diversos barcos com a intromissão da policias. Os negócios seriam afetados não havia duvidas. Agora precisa limpar a bagunça.

- Vou fazer uma pesquisa e ver quem esta com o caso e o que eles tem.  - Ele dava as costas - Reúna o pessoal do dia, podem ter visto algo.

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Mensagem por HaSSaM em Ter Dez 18, 2018 4:00 pm

Amy
Em mais um dos inúmeros arranha-céus brilhantes e iluminados de Nova Iorque estava Amy, debruçada sobre a sacada do ultimo andar observando a cidade que pulsava ao ritmo do caos. Seus olhos azuis, frios e enigmáticos passeavam pela multidão anonima, presas inocentes que não tinha o menor conhecimento de que um predador sagaz os espreitava, iludidos sobre sua supremacia na cadeia alimentar, Ignorantes sobre o universo que os rodeava. Mas e a imortal, onde ela se encontrava em meio a Jyhad? O sono profundo que muitos anciões chamavam de Torpor havia chegado mais cedo para ela, e nisso, quantas décadas haviam sido desperdiçadas? Alguns de seus antigos rivais ainda estavam na ativa, a expulsão do sabá da cidade havia lhes dado mais força e poder, territórios poderosos, contatos, uma rede de influencia que a degenerada perdeu após se ausentar por tantos anos, meses reconstruindo o que havia perdido, seus lacaios, contatos, influencia e todo o resto, enquanto cada um dos sangue-sugas se estraçalhava por um pedaço maior da grande maça.

A brisa fria resvala em sua face, sacode seus cabelos, se transformando num vento úmido perturbando os devaneios da vampira que se refugia dentro do apartamento. Na cama, um homem completamente nu, com poucas partes do corpo cobertas com um lençol branco de seda. Ele permanecia desacordado, e quando acordasse se lembraria de poucas coisas, mas nunca esqueceria do prazer e da luxuria que aquela mulher havia proporcionado a ele. A porta do quarto era aberta por um de seus lacaios, vestido com um manto negro até os pés, o capuz jogado para trás deixando a cabeça branca descoberta.

- Perdoa a intromissão minha senhora - Ele diz solenemente inclinando a cabeça para frente, não tinha coragem de olha-la nos olhos. - mas trago noticias perturbadoras e quanto mais tempo aguardamos mais agravante pode ser tornar a situação.

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Mensagem por Samuka em Ter Dez 18, 2018 10:37 pm



(...) wake up, in a city that doesn't sleep”[/i]. Era a sensação que Amy tinha toda vez que despertava, desde seu retorno do temido sono dos cainitas, e contemplava a nostalgia da cidade através do alto de sua própria torre de marfim.

“These little town blues”. Azul misterioso que esconde os segredos da noite, como das criaturas da escuridão. O mesmo refletido dos seus olhos no vidro espelhado. Nova York não mudou muito, talvez nada. Amy mudou. Na verdade, poderia ela estar buscando encontrar com a Amy do passado. Isso não vai acontecer mais.

- Perdoa a intromissão minha senhora

A voz de um dos seus serviçais interrompia seus vagos e misteriosos pensamentos. Amy virava-se rapidamente ao interlocutor pela inconveniência da interrupção.

-”Diga” - respondeu ela com sua voz melodiosa, apesar de claramente insatisfeita, voltando-se* para o sujeito deitado na cama.

- mas trago noticias perturbadoras e quanto mais tempo aguardamos mais agravante pode ser tornar a situação.

Ela ía de encontro ao serviçal fazendo uso de seus poderes**, e simplesmente para intimidá-lo. A intimidação é uma ótima válvula de segurança para manter um certo número de escravos sobre seu controle. O medo reprime ações. Amy segurando-o pelo pescoço na mesma velocidade sobrenatural questionava-o:

-”Então, não gaste o tempo e fale logo”.

Além desse, há ainda a figura adormecida e desconhecida. Contudo, os que dormem aparentemente não são uma ameaça, não por hora. Então, pela ordem, ele vem depois.
----------------
Legenda
*: Apesar de não saber a quantidade de ps, faço uso de Auspícios 2 para, através da aura do sujeito, identificar sua natureza.
**: Uso de Rapidez na cena.
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Mensagem por Zed em Ter Dez 18, 2018 11:09 pm

Pontos de Sangue: ??/13
Força de Vontade: 5/5
Vitalidade: -
Efeitos ativos: -


Mesmo com as grandes mudanças do tempo, revoltas, chacinas, guerras intermináveis entre seitas ancestrais de vampiros, tentava me manter estático. Ou ao menos longe desse tipo de acontecimento. Poucas coisas me pareciam valiosas, mas liberdade e neutralidade faziam parte deste pequeno grupo, ao menos para que assim pudesse ter uma não-vida confortável para perseguir meus próprios hobbies e entretenimentos. Isso sim que era o que fazia valer a pena acordar noite após noite mesmo após um século existindo inalterado pelo tempo.

Era o início de uma noite aparentemente pacata. Onde pude me dar ao luxo de me espreguiçar vagarosamente antes de tão lentamente quanto me levantar e começar a me produzir, alisando e desarrumando o cabelo de forma metódica, e passando um número considerável de cosméticos “femininos”. Roupas escuras, justas e uma gravata vermelha para contraste. Me disfarçar em meio ao rebanho era a menor das minhas preocupações, por mais que não admitisse.

Enfim me dando ao trabalho de subir, deparava-me em um lugar semi-deserto, não era preocupante quando tinha outras fontes de renda, mas ainda assim era um tanto quanto desanimada minha caminhada de olhar melancólico até o balcão. – O quão tarde? – Perguntei casualmente, apesar de já ter pensamentos a respeito. “Não deve ser coisa boa. ” Principalmente quando o estranho diz que voltará sem nem mencionar o assunto em questão. – Esse cara, como ele era? – Uma discrição mesmo que preconceituosa e equivocada já podia ser de alguma ajuda.

De qualquer forma, se eu ficasse simplesmente esperando ele deveria aparecer para se pronunciar, quem quer que fosse ele ou qualquer que seja o assunto desejado. Tinha apenas de ficar sentado, despreocupado e relaxando até sua chegada. – Eu vou ficar por aqui de qualquer forma, me vê um whisky duplo... Coloca na conta. – Uma piada que nunca ficava velha. E enquanto aguardava a bebida, também aproveitava para tatear os bolsos a procura de seda, isqueiro e também maconha. “Eu deixei na outra jaqueta? ”

No caso de encontrar, iria preparar um baseado enquanto degustava da bebida e assistia a dupla debater quanto ao seu gosto musical, ao menos até que algo mais interessante aparecesse.
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Mensagem por HaSSaM em Qua Jan 02, 2019 12:49 pm

Amy

Os olhos duros e inflexíveis da vampira repousam em seu servo, este não possuía a força de vontade necessária para encara-la nos olhos, não era digino, seu olhar tremulo e desconfortável insinuavam uma desculpa, era um ser tão patético,  Era por isso que a adoravam, talvez em busca da iluminação divina ou apenas pelo sangue profano que corria em suas veias. Seja lá o que for, ele estava ali para servi-la e isso já era um mérito para se orgulhar. Naquela noite em especial, ele estava nervoso, inquieto, diferente do seu caráter sereno e quiescente. Será que a noticia realmente faria jus a tal preocupação ? Depois de tantas décadas nesse jogo, seria difícil abalar a imortal.

- Me perdoe - Ele balbucia uma desculpa abaixando ainda mais a cabeça.

A atenção da vampira já estavam no mortal na cama, lendo toda sua emanação astral, a energia daquele corpo desacordado, Cores faiscantes bailam a sua frente, vivas, pulsantes. Um estalar de dedos teria sido percebido, mas com graça e beleza, o corpo da vampira deslizou rapidamente para perto do servo sem que o mesmo a notasse, pegando-o desprevenido.

- Todo o dinheiro foi congelado, assim como os fundos de investimento - Ele dizia olhando para os próprios pés, a voz parecia não querer deixar sua garganta.

Dessa vez foi a vez de Amy ser pega desprevenida, sem dinheiro, recursos, como manteria sua influencia, ou pior, como se manteria naquele jogo? A noite só estava começando.

DADOS:
Dados:6, 3, 10, 10, 5
AMY rolou 5 dado(s) com dificuldade 8 para Auspicios e obteve 2 sucesso(s)

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Mensagem por HaSSaM em Qua Jan 02, 2019 3:26 pm

Zachary

- Eram umas 16:00 horas mais ou menos, tava começando abrir o bar - dizia ele enxugando alguns copos casualmente e os colocando embaixo do balcão - Um deles era um negro baixinho com um cordão de prata no pescoço. O outro ficou do lado de fora, não deu pra vê-lo direito, mas era preto tbm - Ele se debruça no balcão para se aproximar - Eu não sei quem eram, mas boa coisa não é chefe. - Ele confessava de modo preocupado olhando ao redor - É melhor tomar cuidado. Não sabemos a quem pertence essa área. - Ele volta para trás do balcão arrumando o restante das coisas. - Melhor ficar de olhos abertos.

Com uma pedra de fumo que se desfazia lentamente para dentro de um pedaço de papel. Estava pronto seu baseado apos algumas apertada e lambidas. Um copo de Wisky era servido como de costume. E então ficava observando todos os fregueses. A dupla já tinha mudado o assunto, já não falavam mais sobre os melhores cantores, mas discutiam sobre a performance da banda nirvana, protagonizando o movimento Grunge que no momento não havia muito publico mas que fazia a cada dia mais sucesso, eram no momento a grande sensação.

- É uma boa barulheira, vamos dizer assim ne ? - Dizia o gordo orgulhoso percebendo que seu amigo não havia curtido o comentário.

Foi quase imperceptível, talvez se não fosse o olhar do Barman para o próprio pulso, Zachary nunca teria ouvido o pequeno relógio apitando. Um som agudo que diminuía o espaço de tempo entre aquele apitar irritante. O copo das mãos do Barman caiam no chão em milhares de pedaços. Seu olhar ficava vago no próprio imortal, seus lábios temiam.

- 10 horas na Avenue D com a Kings Hwy - Ele puxa o ar para os pulmões, como se tivesse esquecido de respirar colocando a mão no balcão e se inclinando levemente voltando o olhar confuso para Zack - O que aconte... CUIDADO!! - Ele grita olhando para sua retaguarda.

- VADIA DO CARALHO- Os dois homens se levantam de suas cadeiras assutados.

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Mensagem por HaSSaM em Sex Jan 04, 2019 8:27 am

Willian Belmont D'Avolus
off: Como são muitas qualidade em determinadas cenas vc as descreve para me relembrar. E vc não possui fé, não vi nada que a justificasse.  


Havia algo errado. Estava tudo ali na sua frente jogado de qualquer maneira em cima da mesa, arquivos de  transações bancarias, extrato de contas ilegais diversos paraísos fiscais, fotografias de encontro secretos, desvio de verbas publicas, assinaturas de cheques e outros documentos incriminatórios, aquilo eram provas irrefutáveis que qualquer advogado pé de chinelo poderia levar ao tribunal e sair de lá com uma causa ganha. O problema estava nos nomes ali escrito, nas fotos, não era apenas o prefeito da cidade, eram todos os mais poderosos figurões da cidade, de filantropos intelectuais a socialight peruas de Nova Iorque interligados num esquema de corrupção de diversas areas da industria, produtos manufaturados, lavagem de dinheiro, estava tudo ali na sua frente.  Mas havia algo errado, como alguém conseguiu reunir tantas provas? Aquilo ia feder se por acaso viesse a publico. A cidade poderia desmoronar em revoltas e protestos. Merda. Era grande demais para eles. Mesmo que William fosse agora uma criatura da noite, existiam outros igual a ele e mais poderosos que poderiam estar lucrando com tudo aquilo.

- Entende agora com o que estamos lidando aqui? - Ela disse de forma assustada olhando a reação de Wiliam e de Eleonor.

Eleonor havia telefonado diversas vezes para o imortal durante o dia, infelizmente não foi possível atender. Mas lá estava ele após encontra-la na sede do FBI no centro de Manhattan. Ela havia explicado que receberá essas informações de um usuário anonimo dentro de um fórum de debates sobre conspirações governamentais, em busca e alerta para ataques terroristas depois do fracasso do atentado um mês atrás do World Trade Center. No fórum, o usuário Olock1992 lhe passou esses arquivos em troca de algumas fotos nuas. Como William demorou para responder suas ligações, ela havia chamado Trace Carter, uma agente do FBI que trabalhava na area de crimes financeiros. Passou a tarde analisando aqueles documentos e quando mais ela examinava mais desesperava ficava.

- Essa merda é grande demais para nós, William. - Ela dizia abraçando os próprios braços. - Olha a pagina 3. - Ela dizia olhando para uma das folhas mais amassadas - O próprio diretor da agencia esta envolvido nisso, sabe quantas pessoas tentarão nos matas? - Ela estava enlouquecendo com a ideia - Sabe o risco que nossa família estará correndo?

- Se acalme Trace - Diz Eleonor colocando uma das mãos em seu ombro.

Eleonor tinha umas tatuagens selvagens por todo o braço direito. Cabelos negros curtos. Maquiagem pesada que deixava seu olhar ainda mais predatório. Após explicar como conseguiu aquelas informações e como conheceu tal usuário, se manteve calada e atenda ao que os dois diziam, não parecia temer o que estava jogado sobre a mesa, parecia avaliar cuidadosamente seus próximos passos com base no que era falado.  Trace já era diferente dela, Era alta, loira, tinha algumas imperfeições no rosto da época de adolescente, estava acima do peso. Cabelos amarrados num coque desleixado. Era deixava claro que não queria ser envolvida com aquilo,mas que conseguiu analisar os documentos e todos pareciam verídicos.

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Mensagem por HaSSaM em Sex Jan 04, 2019 2:09 pm

O Especialista (Sebastian Jammel)

Ele já sabia. Diabos. Ele conseguiu planejar cuidadosamente cada detalhe, cada imprevisto possível na rede de incertezas e possibilidades de seu plano. Se não fosse o maldito ego daquele desgraçado carrancudo, Jammel teria conseguia criar sua mona lisa, mas o Bispo tinha um certo defeito e uma enorme arrogância em aceitar ajuda externa e de membros que ele julgava ser inferiores. Os dias passaram, fazendo o plano se tornar obsoleto. Resultado... A cidade queimou, mas o vento não soprou em favor deles. O imortal já sabia que isso iria acontecer. As invasões começaram pela manha. Prédios demolidos. Incêndios aleatórios. Tiroteios em locais estratégico. Foi o caos. Quando a noite chegou, metade dos lideres do sabá já haviam caído diante dos carniçais da torre de marfim. Alguns dos sobreviventes lutaram com unhas e dentes, não foi bonito, não tinha honra, nem mesmo qualquer tipo de beleza naquela matança desregrada, foi apenas a mais pura e completa selvageria por sobrevivência, era apenas isso, não havia qualquer tipo de organização, qualquer tipo de plano, só havia o pensamento vivo de manter aquela carcaça pútrida  de décadas e mais décadas entre os vivos sem sentir o toque suave do sol ou das chamas flamejantes que queimavam a cidade. Foi a ruína do sabá. Foi tbm o momento perfeito. Sebastian Jammel, o especialista, organizou os sobreviventes numa tentativa clara de salvar o próprio rabo. Mas aquilo deu mais certo do que o esperado, poucas baixas, muitas vitimas, sem rastro para serem seguidos, e além de tudo isso, conseguiu fazer jus ao próprio nome, ganhou não apenas mais algumas noites, mas o respeito de 5 cainitas sobreviventes que com o passar das noites se mostravam cada vez mais competentes, isso é claro, quando seguiam as ordens do especialista.

O pior não era o cheiro repugnante de urina e fezes, era o barulho ensurdecedor dos trilhos do trem que passavam logo acima de sua cabeça, fazendo estremecer toda a estrutura daquele cocho temporário, um abrigo para os renegados, sobreviventes... amaldiçoados. Um novo cheiro chegava ao ar, era sangue. Um velho funcionário ferroviário havia visto a luz do dia pela ultima vez, a empresa havia perdido um dos funcionários noturnos e não havia dado nenhuma importância até o momento. O corpo estava jogado no corredor daquele lugar de qualquer maneira. Os membros do bando reunidos precariamente dentro de uma saleta apertada. Pelo menos os que haviam acordado de seu sono diurno.

- Vou arrancar sua cabeça se pegar minha jaqueta novamente! - Brian vociferou irritado com os caninos expostos  para Joicy do outro lado da sala

- Relaxa ai grandão, quem mandou pegar o melhor lugar? Já tentou deitar naquele buraco? - Ela gritou sem se intimidar.

- Esta avisada! - Ele vestiu a jaqueta amarrotada e ficou andando de um lado pro outro antes de se aquietar numa das pilastras do lugar. - Preciso sair daqui.

- Precisa é calar essa sua boca antes que eu perca a paciente! - Disse Ronner entre os dentes sussurrando ameaçadoramente mas alto suficiente para que o mesmo ouvisse.

Brian não retrucou, apenas cruzou os braços e ficou ali olhando para Jammel que acabava de aparecer no local.

off: Duas coisas. Quero que descreva como conseguiu fugir da cidade, qual foi o plano e para onde foram. De acordo com a descrição que coloquei.

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Mensagem por Samuka em Sex Jan 04, 2019 4:50 pm

O tempo é um dos fatores da degeneração. Foi o que fez com Amy, tornou-a uma monstra. Ela já era ruinzinha, mas sempre pode ficar pior. E ficou. O medo do serviçal era notório. Na verdade, ela segurava o próprio medo pelo gogó. Mais uma força e seria possível sentir o cheiro ácido das fezes. Ainda bem que o suor bastava.

- Me perdoe

”For what?”, indagava ela soltando-o e dirigindo sua atenção para o outro mortal deitado em sua cama. Amy via cores faiscando da aura do dorminhoco. Enquanto que o serviçal lhe dava as péssimas novas, Amy se aproximava e, caso estivesse coberto, puxaria o cobertor dizendo: ”Só um instante, depois resolvemos isso. Hey você, acorde!”. Se não, o puxaria pelo pé para fora da cama. Na esperança que este gentil boa noite o acordasse, Amy perguntaria: ”Poderia me dizer, enquanto ainda pode, quem é você e o que está fazendo aqui?”. Amy fazia inúmeras coisas para conseguir o que queria, então havia a possibilidade dela simplesmente esquecer o que fez na noite anterior para conseguir algo. Ela esparava que o sujeito falasse. Caso o serviçal insistisse em prosseguir com aquela má notícia, ela pegaria um vaso jogando-o contra a parede de vidro da cobertura. Só por jogar e dizendo: ”Calado, resolvemos isso depois e mais uma palavra jogarei você ao invés do vaso”. Então, voltando-se para o sujeito com um sorriso dizia: ”Isso também serve para você, se não começar abrir o bico”.
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Mensagem por HaSSaM em Sex Jan 04, 2019 5:59 pm

Amy

- Ainda não sabemos por quem, Senhora. - Ele dizia dando um passo para trás em temor ao que viria a seguir.

O homem dormia tranquilamente, e aquele rosto sereno só fazia crescer a raiva no momento. O lençol descobria o corpo musculoso totalmente nu do rapaz, devia ter no máximo 25 anos, estava um pouco pálido após passar a noite passado e o dia inteiro dentro do quarto da vampira. Mesmo depois dos gritos, o homem permanecia desacordado, então Amy o puxava pelos pés, lentamente, seu corpo era atirado da cama para o chão gelado. Seus olhos sonolentos se abriam lentamente, um sorriso débil em seu rosto misturado com cansaço e exaustão. Uma brisa fria invadia o quarto, as cortinas inflavam com o vento. O homem colocava a mão na cabeça vagarosamente.

- Você me chamou benzinho - Ele dizia olhando para cima, ainda deitado no chão.

O servo permanecia longe dos dois, em silencio absoluto. Se sua mestre ordenou para aguardar, era isso que ele faria, não era de seu feitio desobedecer ordens. A tensão era quase palpável no ambiente, ele conhecia o temperamento de sua senhora, naquele momento, ele estava quase espremido na porta para não atrair atenção indesejável. O outro homem desconhecido voltava a fechar os olhos, parecia estar de ressaca ou apenas muito cansado para falar muitas coisas naquele momento.

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Sete Palmos  Empty Re: Sete Palmos

Mensagem por Willian em Seg Jan 07, 2019 11:36 pm

Pensamento: Realmente é muita sujeira! Uma reação esperada por alguém que tem muito a perder: emprego, família e a própria vida. Mas será que ela aguentará a pressão? Numa coisa ela está certa, é muita coisa só para nós.

Movimento: Willian solta seu sobretudo na cadeira, inclina-se na direção de Trace, sua face estava séria, quase sombria.

Diálogo: Pedir para que você se acalme nesse momento é pedir demais, peço apenas que mantenha a compostura. Aceita algo para beber: Água, Chá, Whisky?

Diálogo: Vou ser direto e objetivo, desejo que também seja assim comigo! O tempo é o nosso pior inimigo e é por isso que precisamos da sua ajuda! Quanto mais rápido confirmarmos essas provas, mais rápido tiramos os alvos de nossas costas.

Diálogo: O que vou fazer!? Vou literalmente jogar a merda no ventilador. Não quero ver um parente ou nossos amigos mortos, por isso você tem até as seis da manhã para oficializar tudo isso, pode começar!

Movimento: Willian gira o seu notebook para Trace.

Pensamento: Espero mais que desespero de você Trace, não me desaponte.

Movimento: Willian retira um celular e um chip ainda embalado, coloca na mesa.

Diálogo: A partir de agora nenhuma linha é segura! Elleonor estamos em código vermelho!
Diálogo: Trace liga para sua família e manda ela sair agora, para um lugar onde nunca foram, longe da cidade e não podem ligar para seu trabalho ou celular, tem um telefone público em uma cafeteria retro quatro quarteirões abaixo, o número é esse 2222-1456, amanhã 6:30PM eles devem ligar para você.

Dialógo: Elleonor prepara para enviar isso para corregedoria, escritório da promotoria, defesa nacional, CIA e qualquer outra agência que possa nos dar apoio e tirar os alvos das nossas costas, ao meu sinal. Preciso também que contate o juiz em outra linha segura e peça ele agora mesmo mandato e ordens judiciais para prisão, apreensão, bloqueios e outros.

Movimento: Caso Trace aceite e faça ligação, quando ela terminar retiro o chip do celular e faço ele em pedaços, pego um segundo é ligo para o bar, aviso o pessoal para fechar, porque é um código vermelho.

Off: Código vermelho é um aviso de possível ameaça a vida de seus amigos e companheiros, ao dizer aquilo pediu que Elleonor os alertassem. E para que a mesma se precavesse do pior.

Diálogo: A maioria está em casa dormindo Trace, por isso quero que valide tudo isso até o amanhecer, quero que se prepare para acompanhar os bloqueios das contas bancárias e outros bens, rastreio dos cartões e etc.

Diálogo: Em quem mais podemos confiar na agência que não conheça os envolvidos? Aqui você estará segura, no caso de sairmos, sairemos todos juntos. Biscoitos?

Movimento: Willian pega e coloca seu colete, carrega suas armas, uma das coisas que acontece desde que Willian se encontrou com Eny, é sempre está com as mãos em suas armas.

Off: Isso sempre chamou a atenção, de seus companheiros e outros agentes, suas piadas eram respondidas de forma séria e direta:

"Não confia em nós? Não!"
"Se preparando para um tiroteio calboy? Sim!"
"Você vai acabar matando alguém um dia desses, não vai? Sim! Com certeza!"

Um dos motivos que o mantém nos arquivos mortos, os casos não solucionados, sem explicação.
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Mensagem por HaSSaM em Ter Jan 22, 2019 3:04 pm

Willian Belmont D'Avolus
Off: Em minhas cronicas o ano se passa sempre em 1999, tecnologia da mesma época. off:
Willian tentava controlar a situação. Havia muito serviço para realizar por ali.

- Já confirmei essa porcaria toda, Willian. - Diz Trace nervosa - Enquanto você tava fazendo só Deus sabe a tarde toda! - Ela se levanta empurrando as mãos de Eleonor dos ombros. - Eu não vou envolver minha família nessa merda!! - Ela se inclina com as duas mãos sobre a mesa olhando nos olhos de William.

- Ligar pro Juiz ? - Pergunta Elleonor- Vai ser difícil encontrar um Juiz que encare isso aqui, quem vc tem em mente ?

- Eles não vão lhe dar mandato sem antes mostrar as provas.

Elleonor sentou na cadeira no canto de frente para o computador e começou a digitar numa velocidade impressionante, seus dedos se moviam velozmente enquanto seus olhos passavam por diversas interfaces e janelas de comandos. Ela não estava só enviando os arquivos, ela estava entrando no próprio servidor deles. Promotoria. CIA. FBI. defesa nacional. Todos eles invadidos em questão de segundos.

- Vou implantar os arquivos dentro do servidor. Assim eles vão demorar mais tempo para localizar de onde veio.

- Porque não jogamos isso na imprensa? - Diz Trace

- Olha a lista William, todos conhecem esses filhos da puta! - Falou Elleonor - Eu posso jogar na imprensa tbm!

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Mensagem por Willian em Sex Jan 25, 2019 10:34 pm

Pensamento: Ela tem fibra! Esta desorientada pelo que está em suas mãos, ainda não percebeu o que realmente é importante em tudo isso.

Dialogo: Minha cara, sei que está nervosa com tudo isso que está na sua frente, de modo algum gostaria de envolver a família de que fosse nisso, o que disse foi para que você a protege-se, enquanto ainda é tempo! Se quiser descontar sua raiva, medo, frustração,... mas não é em mim que tem que fazer isso!

Dialogo: Ainda não viu? Que não percebeu?

Diálogo: A resposta à sua pergunta Trace é Sim! Não disse que ia jogar a merda no ventilador!

Ação: Willian volta-se para Elleonor.

Diálogo: Se importa, tem que ser na primeira página.

Ação: Voltando-se para Trace antes que ela responda, caso inicie corto a fala dela levantando a mão.

Dialogo: Escute! Venha comigo.

Ação: Willian se levanta e vai até um quadro na parede (O que usa piloto), pega um bloquinho de lembretes (polshit), depois um piloto.

Dialogo: Desculpe não ter atendido seu telefonema, trabalho aqui a noite, até eu preciso dormir. Se importa de pegar uma xícara de café, na cafeteira ao lado do quadro?

Dialogo: Escute com atenção! O piloto é o que vê e sabe! O lembrete é o que: você não vê! Não sabe! Ou não compreende!

Ação: Com piloto Willian traça um organograma, desde a recepção da mensagem até trace analisa-las e nossas ações de divulgar a informação e prisão efetiva dos culpados. Levanta e balança o lembrete e começa a escrever e colar ao lado das caixas no organograma.

Descrição da Cena: Willian começa a colocar a escrever nos lembretes e colar:

Piloto: Recebida as provas por um hacker muito inteligente que não deixou rastros.
Lembrete: Quem é ele? Provavelmente um profissional muito caro do submundo!
Lembrete: Porque não divulgou com nós? Não quer Justiça, quer que dê merda, Caos!
Lembrete: Para quem fez o trabalho? Alguém muito poderoso que não sabemos.

Na linha:
Lembrete: Muitos a perder, cargos, posições, influência... o que ele ganha com isso? Tudo ou parte do que os que forem presos iram perder.
Lembrete: Quem ganha com isso? Pessoas aliadas a esse desconhecido poderoso.
Lembrete: Aquele que assumir irá beneficiar quem? Esse desconhecido poderoso.
Lembrete: Quem nessa agência poderia comprovar isso? Trace! Não lembro de mais ninguém.

Piloto: Análise das Provas, Comprovado.
Lembrete: Quem teria acesso a esse tipo de provas? Máfia, Trafico, Espiões, Outros Federais, Governo,...
Lembrete: Custo de esse material, pagariam fortunas por ele? Ele não vendeu! Deu! Foi ordenado a dar.

Piloto: Departamento de Casos Não Resolvidos, prende os culpados!
Lembrete: Porque esse departamento? Não sei, mas vou decobrir!
Lembrete: Quem quer poder? Alguém que desconhecemos!

Dialogo: Trace vou prender esse pessoal de manhã! As provas você já as atestou! Quero pegar o maldito que tá por trás disso!
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Mensagem por HaSSaM em Qui Fev 07, 2019 1:35 pm

Willian Belmont D'Avolus
off: Ótima postagem. Adorei o organograma. Desculpa a demora, vi só agora que havia postado off:

- Me desculpe - Diz Trace abaixando a cabeça e indo pegar o Café.

O imortal pegava os utensílios de que iria precisar e se acomodava de frente ao quadro e montava uma linha de raciocínio. Primeiro desconheciam o Hacker anonimo que lhes passou todas as informações de mão beijada. Mas provavelmente teria seus próprios interesses escuso. Além de todas as provas, que não eram poucas, nada mais era do conhecimento do trio em questão. Se conseguissem localizar o desgraçado que jogou isso em suas mãos, muitas coisas teriam respostas. Merda. Eles não tinham esse tempo. William queria que os culpados fossem presos na manha seguinte, sem qualquer tempo para uma ação em resposta ao seu vazamento. Sem qualquer chance para poderem requerer vingança ou utilizar de seus status para acabar com a carreira daqueles agentes.

- Prontinho. - Diz Eleonor sorrindo - Esta na base de dados de todos os jornais importantes. - Ela gira a cadeira para William e vagarosamente se levanta se aproximando fitando o quadro como se tivesse num transe bizarro. - Porque eu? - Ela joga a pergunta no ar para ela mesmo. - Desgraçado! - Ela fala em voz alta correndo de volta para o computador. - Já sei quem pode ter nos dado essas informações.  - Seus dedos digitavam agilmente sobre o teclado. Diversas janelas se abriam na tela do computador, reportagens, arquivos confidencias na qual ela tinha liberdade de acesso. Governos que receberam dinheiro dos EUA. Atentados do World Trade Center em 1993. Reportagens da Al-Qaeda. Investigações da vida de Ramzi Yousef e seu tio  Khalid Shaikh Mohammed Ali Fadden. Juiz que condenou alguns muçulmanos. Leis que foram sancionada pelo prefeito. Agentes que foram responsáveis por investigações do atentado. - E se for algum tipo de vingança! Pensa - Ela continua abrindo mais paginas em seu computador - Todos estão ligados a esse atentado, de alguma maneira. Seja em decreto de leis para dificultar a legalização dos muçulmanos, ou apenas em investigações criminas que comprovam a participação de Ramzi Yousef, ou doações ao fundo dos feridos. Tudo interligado metodicamente! - Ela parava de falar e observava o painel. - Claro que é apenas uma teoria. - Ela volta a olhar para o computador - Mas o único a ganhar com tudo isso de maneira global seria as vitimas desse atendado, não as que morreram, mas as que estão sofrendo perseguições nas ruas.

- É uma ideia, mas não nos ajuda a prende-los  - Diz Trace de forma cética.

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Mensagem por Crowley em Seg Fev 18, 2019 9:36 pm

Sam via toda aquela cena em silêncio, seu lacaio o acompanhava e o fazia pensar duas vezes para que não fosse mais comprometido com a situação, era bem evidente que isso era alguma retaliação para prejudicar seus negócios. Seu lacaio o sugeria reunir a equipe e interrogar, mas então o lunático dava uma risada e lembrava de toda sua existência até ali...

--Jovem, acho que tu estás invertendo os papeis ou está andando muito com o “outro” eu!
--Ouça-me com atenção...
--1° ligue para nossos clientes e suspenda todas as transações dessa semana até a segunda ordem
--2° reúna a equipe que estava a trabalho e leve para sala de reunião junto com todas as gravações que de todas as câmeras
--3° Chame todos os que estão na nossa folha de pagamento para reforçar a segurança e vamos pagar extra para esse pessoal
--Enquanto isso vou bater um papo com meu contato da secretaria de segurança e descobrir se quem está de frente na investigação está na nossa folha de pagamento, agora vá, lhe aguardo no meu escritório com a equipe e as gravações prontas na sala de reunião!

Sam sacava seu celular criptografado de seu bolso, e ligava para seu contato, o secretário de segurança enquanto caminhava para seu escritório...

“Esses FDP, se querem Paz, terá, mas se querem guerra, eu quero em dobro! ”
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