Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Ter Ago 07, 2018 1:58 pm

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok

O malandro desviava o olhar rapidamente conferindo o carro e via que a janela do lado do motorista estava realmente quebrada, enquanto ainda mantinha o canivete em punho.
-Tranquilo, parceiro. Está todo mundo na mesma função aqui. Pode ficar calmo. Eu mesmo roubei esse carro pra mim hoje mais cedo. Repara só como ainda tem caco do vidro da janela que quebrei pra abrir ele aqui embaixo.
- Não importa! Dizia ele de modo grosso. – Entra aí e liga o carro, Bradd! Dizia ele ao comparsa quando o vampiro captava seu olhar e fazia uso de seus dons.
-Conta pra mim o que você pretende fazer com o carro depois que pegar ele.
- A gente vai trocar essa lata velha por uma pilha de pó. Respondia o marginal sem saber porque dava satisfação à vítima do assalto.
- Você ficou maluco? Retrucava o tal Brad já dentro do carro caçando a chave para ligar a ignição. – Cadê a porra da chave?
Boris acenava com a chave na mão rindo malandramente para o assaltante que já levantava furioso do carro: - Me dá isso aí, mané! Tu quer morrer?
Boris olhava para seu ductus...


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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Ignus em Ter Ago 07, 2018 2:19 pm

"Eles não devem integrar a estrutura do crime organizado. São dois viciados apenas. A única coisa que eles tem que me interessa é o conhecimento de onde se pode comprar cocaína. Lá sim vou encontrar alguém vinculado ao crime organizado local. E eu não preciso dos dois para obter essa informação."

Ainda com as mãos à vista, em aparente postura de vítima rendida Troy começa a falar, com toda a tranquilidade.

-Calma, gente. Não há motivo pra derramar sangue e sujar o carro. Isso seria ruim pra todo mundo. Por que não ficamos todos tranquilos enquanto eu digo o que vai acontecer a seguir? {Dominação 2 no ladrão com quem falei antes}-Você vai ficar em silêncio e entrar no carro, no banco do passageiro. Depois vai ficar sentado sem se mover e apenas produzirá sons para responder as perguntas que eu lhe fizer {Fim da Dominação}. Quanto ao Brad, o meu amigo aqui irá quebrar o pescoço dele antes que ele possa fazer qualquer coisa estúpida ou barulhenta. Agora mesmo.

Troy deixa que Boris se encarregue do outro ladrão. Caso ele tenha dificuldades o Ductus irá intervir, mas ele aposta que não será o caso. Ele confia em seus homens para esse tipo de trabalho.

Tudo dando certo Troy jogará o corpo inerte no banco de trás, voltará ao volante do carro e pedirá ao ladrão sob Dominação que lhe dê as direções para a boca de fumo onde ele pretendia levar o carro enquanto dirige para lá.
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Ter Ago 07, 2018 2:33 pm

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok

-Você vai ficar em silêncio e entrar no carro, no banco do passageiro. Depois vai ficar sentado sem se mover e apenas produzirá sons para responder as perguntas que eu lhe fizer. Quanto ao Brad, o meu amigo aqui irá quebrar o pescoço dele antes que ele possa fazer qualquer coisa estúpida ou barulhenta. Agora mesmo.

O ladrão entrava em silêncio dentro do carro. Bradd tentava entender o que estava acontecendo: - Mas, o qu... No entanto era tarde demais para ele, antes que terminasse a frase Boris fazia o rosto de Brad ficar de frente para Troy, enquanto o corpo estava de costas. Os três entravam no carro e seguindo as instruções do viciado, Troy e Boris chegavam a um Pub com uma fachada desgastada a apenas 3 ruas dali. O lugar se chamava "Sweet Poison".
- É aqui. Encerrava o ladrão.

Havia algumas motos e alguns carros parados na porta, o interior parecia um pouco movimento e havia gritaria. Um sujeito com um chapéu fumava um charuto do lado de fora, encostado em um poste. Era possível apenas ver a brasa vermelha enquanto ele sugava o charuto.

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Han em Ter Ago 07, 2018 4:37 pm

- Acredito que isso depende de que tipo de informação estamos falando... Dependendo do que seja basta agradar algum jornalista do Denver News e ele lhe porá à par dos últimos acontecimentos da cidade, até mesmo daquelas notícias que não vão para o jornal, não concorda?

- Sim, claro, porém de primeiro momento eu preferi vir buscar informações aqui. Ainda não sei se o assunto que tenho a tratar ultrapassa a frágil linha imposta pela máscara, por isso é melhor procurar por aqui primeiro. - Assim como Vanessa, eu mantinha o meu olhar no restante das pessoas ali, fazendo parecer uma conversa bem casual, quase acidental... - Não que eu venha enfrentando grandes problemas para deixar a cidade limpa de malfeitores, mas noite passada eu me deparei com uma situação intrigante... Um ex-combatente chamado David lhe é familiar? Para facilitar, ele tinha uma espécie de relacionamento com uma mulher chamada Lúcia, que mora no endereço X. - Dessa vez eu olho para o rosto de Vanessa tentando ler qualquer possível reação de surpresa que por ventura ela possa esboçar. [off: caso ela não saiba nada a respeito] - Neste caso, quem você acha que poderia me ajudar na busca por informações? Se possível um nome seria bastante útil.
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Ter Ago 07, 2018 6:01 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 06/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok


- Não que eu venha enfrentando grandes problemas para deixar a cidade limpa de malfeitores, mas noite passada eu me deparei com uma situação intrigante...
- Hmmm... mesmo? Me conte... Ela parecia um pouco mais interessada na conversa agora.
Um ex-combatente chamado David lhe é familiar?
- Nunca ouvi falar... Mas, continue...
Para facilitar, ele tinha uma espécie de relacionamento com uma mulher chamada Lúcia, que mora no endereço X
-Um-rum! Ela não parecia surpresa, mas sim, talvez, curiosa.
Neste caso, quem você acha que poderia me ajudar na busca por informações? Se possível um nome seria bastante útil.
- Você quer virar a vida desse casal de cabeça para baixo, não é isso? Ela dava um sorrisinho e então continuava: - Vem aqui comigo...

Gerrard e Vanessa saem da área comum do Elísio. Blackwood nota que alguns vampiros seguiam com os olhos o casal saindo do local. Eles iam por um corredor escuro e estreito com algumas molduras religiosas fixadas nas paredes e então a vampira destrancava uma porta de uma sala convidando o Gangrel para entrar. Assim que ela fechava a porta, o Algoz deixava de escutar todo o som exterior. Aquela sala certamente tinha um excelente isolamento acústico. Era uma sala pequena, parecia um escritório. Havia duas estantes de livros, uma a esquerda e outra a direita de Gerrard. A porta estava em suas costas e à sua frente ele via uma mesa, com uma cadeira central atrás da mesa e duas cadeiras para visitas, todas de madeira com molduras e almofadas na cor vermelha. Atrás ao fundo uma janela que estava coberta por uma cortina cor vermelho sangue, combinando com o carpete, também rubro, que abafava o som das botas do vampiro. A sala estava à meia luz, com as iluminárias apagadas. A única fonte de luz era um pequeno abajour em cima da mesa de escritório, onde havia alguns livros e um globo terrestre. Ela então convidava Gerrard para se sentar enquanto rodeava por detrás da mesa e se abaixava abrindo algum compartimento por debaixo da mesa. Era uma espécie de garrafa, parecia bem antiga, talvez um item raro de colecionador. Havia muito tempo que Gerrard não via uma daquelas, cuja produção tinha sido encerrada ainda nos anos 40 do século XX. Ela então pegava duas taças de cálice numa cor prateada orneada com pedras de esmeralda e as punha em cima da mesa.

- Apesar de parecem prata, na verdade é ouro branco. Eu vou te confessar um segredo, Gerrard... mas me prometa que não contará a ninguém!
Ela olhava para Gerrard com um sorriso bonito e após a confirmação do vampiro continuava: - Eu tenho alergia a prata, sabe! Por isso encomendei essas peças especialmente em ouro branco, assim quem me vê bebendo nessas taças jamais saberia dessa minha fraqueza.
Ela então abria o recipiente da garrafa e despejava em cada taça o maravilhoso líquido vermelho. O cheiro exalava pela sala e Gerrard, quase faminto, quase sentia o gosto maravilhoso do sangue em sua língua. Por um instante ele sentia a Besta estremecer, mas o Gangrel estava em um ambiente tranquilo e sua mente concentrada conseguia frear o frenesi.

-Saúde! Dizia ela pegando uma das taças e empurrando a outra para Gerrard esperando que o Gangrel pegasse a sua para que eles brindassem.
- Acho que agora podemos conversar melhor... O que você gostaria de saber sobre esse tal David e sua mulher? Agora ela parecia especialmente interessada na conversa. Será que não queria demonstrar o interesse na presença dos outros vampiros? Ou não?


Gerrard rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 4 para autocontrole que resultou 6, 7, 7, 3 - Total: 3 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Han em Ter Ago 07, 2018 9:09 pm

- Hmmm... mesmo? Me conte...

- Noite passada, quando fazia minha ronda, me deparei com uma cena de assassinato. O máximo que pude fazer foi assistir até o ato se completar, pois eu estava de longe. Foi tudo muito rápido e quando consegui chegar até o local, os assassinos já haviam fugido... A vítima foi golpeada várias vezes por uma faca, mas mesmo assim ainda estava viva quando me aproximei... suas últimas palavras, foram dedicadas a um pedido... Ele me pediu para que protegesse Lúcia, provavelmente sua mulher ele me falou o endereço e então eu fui até lá... sabe Vanessa, pode estranhar o interesse por problemas mortais, mas gosto de saber tudo que se passa em nossa cidade, você não? Chegando no endereço, eu abordei Lúcia, e a informei sobre o ocorrido, tive uma conversa breve com ela, e não consegui extrair muita coisa, só que o nome dele era David, e ele era um ex-combatente.

- Nunca ouvi falar... Mas, continue...

- Ela também falou que nos últimos dias ele estava bastante misterioso. Dizia que estava fazendo um trabalho grande e que logo ele a levaria para longe dali, eles tinha planos juntos, apesar dela não saber quase nada sobre ele... estranho não acha? Minha investigação foi interrompida quando ela resolveu chamar a polícia, era de se esperar.

- Você quer virar a vida desse casal de cabeça para baixo, não é isso?

- Não é pelo casal, mas no que eles estão envolvidos. Sei que Lúcia esconde algo, e quero saber o que é. Eu sinto cheiro de merda nessa história Vanessa, merda das grandes...

Vanessa parecia se interessar no assunto, e me chamava para um local mais reservado. Eu acompanho a harpia até uma espécie de escritório pequeno mas de muito bom gosto. A deficiente iluminação, dava o local uma sensação mais aconchegante, não que eu seja expert no assunto, mas foi o que aquele ambiente me passou. Vanessa pegava uma garrafa a muito não vista por meus olhos, aquele objeto me causou uma sensação nostálgica. Junto a garrafa, duas taças que pareciam de prata, mas logo Vanessa revelava a verdade sobre os artefatos.

- Apesar de parecem prata, na verdade é ouro branco. Eu vou te confessar um segredo, Gerrard... mas me prometa que não contará a ninguém! Eu tenho alergia a prata, sabe! Por isso encomendei essas peças especialmente em ouro branco, assim quem me vê bebendo nessas taças jamais saberia dessa minha fraqueza.

Porra, agora me passou até um frio na espinha. Estou vagando por essas noites a muito tempo, e sei bem que um membro jamais revelaria sua fraqueza para outro dessa maneira. Vanessa e eu não somos exatamente melhores amigos, e aquele "ato de confiança" me fazia desconfiar muito mais agora. Fico de prontidão.

- Não vejo vantagem em compartilhar nossas fraquezas Vanessa, mas de qualquer maneira, pode ficar tranquila, seu segredo está muito bem guardado comigo. - Resolvo entrar no jogo dela, vamos ver até onde isso vai dar... Mas que eu aposto que ela não tem alergia a prata isso eu aposto! Só não sei do por que daquela encenação.

Eu pego a taça e brindo com a harpia, mesmo desconfiando de suas palavras, eu não acredito que este sangue esteja imaculado com a vitae dela, estou em um elísio, as regras aqui são subsidio de uma segurança inabalável e inquestionável. Isso pode soar bastante ingênuo, mas é no que acredito nesse momento. Então, bebo do sangue oferecido por Vanessa.

- Acho que agora podemos conversar melhor... O que você gostaria de saber sobre esse tal David e sua mulher?

"nunca ouvi falar" dizia ela, mas agora o suas palavras e seu tom de voz sugeria totalmente o oposto. Sinto que estou falando com a pessoa certa...

- Quero saber quem são eles, e no que estavam metidos. - Pauso minhas palavras para dar mais um gole na taça de ouro branco. - Também quero saber quem matou David e porque.
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Ignus em Qua Ago 08, 2018 9:40 am

O ladrão entrava em silêncio dentro do carro. Bradd tentava entender o que estava acontecendo: - Mas, o qu... No entanto era tarde demais para ele, antes que terminasse a frase Boris fazia o rosto de Brad ficar de frente para Troy, enquanto o corpo estava de costas.


Troy se sente satisfeito ao ver seu soldado desempenhando bem e prontamente as ordens. Ele merecia um elogio por isso. Um elogio discreto, afinal eles deviam ser concedidos aos subordinados com parcimônia de acordo com sua nova forma de enxergar o mundo.

-Muito bem, Boris. Agora, por favor, reviste o corpo dele para ver se tem algo de útil enquanto eu  dirijo. Creio que ele não irá precisar de seus bens mais. Passe o dinheiro que ele tiver para mim, por favor. E depois que tirar o dinheiro da carteira por favor jogue-a pela janela. Tudo será mais simples se a polícia tiver o pretexto de um roubo seguido de morte para classificar o caso na hipótese de localizar o cadáver.


Os três entravam no carro e seguindo as instruções do viciado, Troy e Boris chegavam a um Pub com uma fachada desgastada a apenas 3 ruas dali. O lugar se chamava "Sweet Poison".
- É aqui. Encerrava o ladrão.


Antes de seguir para seu destino Troy decide extrair um pouco mais de informações do ladrãozinho a seu lado. Nunca se podia estar bem preparado demais.


-Como funciona para que eu compre drogas ali?

-Qual o nome do traficante que deve me atender? Como é sua fisionomia?

-Você sabe qual o nome de quem manda no tráfico por aqui? Eu me refiro a gente mais graúda do que o infeliz que lida diretamente com os viciados.

-Eles devem desconfiar de um estranho interessado em cocaína ou é normal que gente desconhecida venha comprar entorpecente aqui?

-Quanto de cocaína você iria pedir por esse carro?

-Você consumiu álcool ou drogas hoje? E seu comparsa?

-Você é membro de alguma gangue?

-A essa altura você já deve ter percebido a seriedade de sua situação. Existe algo que você possa me oferecer em troca de sua vida miserável que possa me interessar?
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Dom Ago 12, 2018 10:17 am

Gerrard Blackwood; PdS: 06/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok

- Não é pelo casal, mas no que eles estão envolvidos. Sei que Lúcia esconde algo, e quero saber o que é. Eu sinto cheiro de merda nessa história Vanessa, merda das grandes...
- Compreendo... é o seu dever como algoz, não é mesmo? Uma motivação nada mais que justa...

Depois, que já estavam na sala da hárpia, o gangrel decidia entrar no joguinho da Toreador.
- Não vejo vantagem em compartilhar nossas fraquezas Vanessa, mas de qualquer maneira, pode ficar tranquila, seu segredo está muito bem guardado comigo.
Vanessa sorria enquanto ficava de pé. Ela caminhava até a janela olhando para a cidade a fora. Seu rosto voltava então ao vampiro que estava sentado atrás dela.
- Você não vê vantagem porque você é como todos os outros. Eu achava que você fosse diferente, mas parece que me enganei ao seu respeito. Você já parou para pensar porque até hoje a Camarilla não conseguiu destruir o Sabá, Gerrard? Consegue responder a esta pergunta?
Ela dava um tempo para o Gangrel pensar enquanto olhava pela janela novamente, mas antes que ele pudesse abrir a boca ela retomava.
- É justamente porque somos individualistas. A Camarilla nada mais é do que um amontoado de vampiros individualistas que estão mais preocupados em sabotarem uns aos outros do que em combater o inimigo em comum. O Sabá, não sei se você sabe, mas compartilham suas vidas em tudo, suas forças, seus poderes e, principalmente... Ela vinha sorrindo de volta sentando em sua cadeira novamente. - Compartilham também suas fraquezas, assim eles se protegem contra o inimigo em comum. Ou seja, nós!
Ela então recolhia sua taça e sua garrafa trancando-a dentro do armário e caminhava na direção da porta deixando o Gangrel sozinho enquanto dizia.
- Passe aqui amanhã à noite, vou ver se posso responder suas perguntas. Dizia ela com uma voz aparentemente desinteressada.

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Dom Ago 12, 2018 10:29 am

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok

Havia 30 dólares na carteira do sujeito que Boris colocava um fim. Enquanto isso o vampiro interrogava o viciado.
-Como funciona para que eu compre drogas ali?
- É só dizer que quer o especial da casa.
-Qual o nome do traficante que deve me atender? Como é sua fisionomia?
- Todos o chamam apenas de Ted, igual o filme do Ted. Ele é um cara gordo e bem alto.
-Você sabe qual o nome de quem manda no tráfico por aqui? Eu me refiro a gente mais graúda do que o infeliz que lida diretamente com os viciados.
- não cara, não sei dessas coisas...
-Eles devem desconfiar de um estranho interessado em cocaína ou é normal que gente desconhecida venha comprar entorpecente aqui?
- Não sei, eu só queria comprar meu pó...
-Quanto de cocaína você iria pedir por esse carro?
- 200 gramas, esse carro é velho...
-Você consumiu álcool ou drogas hoje? E seu comparsa?
- A gente tava dando uma cheiradinha e aí acabou... foi só isso.
-Você é membro de alguma gangue?
- Não, é só eu e o Bradd. Ele era meu colado!
-A essa altura você já deve ter percebido a seriedade de sua situação. Existe algo que você possa me oferecer em troca de sua vida miserável que possa me interessar?
- Qual é cara, eu não vou chamar a polícia... ninguém quer a polícia aqui, só me deixa ir embora, eu só queria meu pó, mas que porra!
O viciado começava a choramingar.

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Ignus em Seg Ago 13, 2018 3:38 pm

"Parece que  a única utilidade desse Barril foi dizer onde encontrar um traficante. Nem de alimento para seu Bando ele serviria agora, já que seu sangue ainda deve ter drogas. Bem, talvez mais tarde, quando ele já tiver metabolizado a cocaína, ele possa ter alguma serventia alimentar. Acho que vou tranquiliza-lo. A Dominação impede ele de se mover ou gritar, mas não vejo motivo para ser desnecessariamente cruel com ele. Que ele tenha esperanças de sair daqui com vida."

-Muito bem. Você vai ficar mais um tempinho conosco para o caso de eu precisar de mais alguma informação sobre a cidade antes de eu te liberar. Agora eu vou sair para dar bater um papinho com o Ted.

-Boris, acho melhor eu entrar sozinho no clube. Fique de olho na porta do local. Caso eu saia acompanhado por alguém e entremos em um carro nos siga discretamente. E fique de olho no celular. A depender posso ter de te transmitir instruções por mensagem. Caso alguém repare no corpo aí atrás diga que ele bebeu demais e está dormindo. Tente não fazer nada que chame atenção para você, ainda estamos em missão de reconhecimento apenas. No mais, confio em seu bom julgamento caso algo inesperado ocorra.

Troy então sai do carro e segue em direção ao bar, se permitindo gastar alguns segundos para analisar o sujeito fumando do lado de fora.

Nada de incomum acontecendo ele vai se dirigir ao balcão e comprar uma dose de alguma bebida barata para ter um copo na mão. Quando for servido ele irá {Presença 3} dizer que está procurando pelo Ted pois quer comprar um especial da casa e perguntará se o barman pode ajudá-lo.
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Seg Ago 13, 2018 6:37 pm

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok

-Boris, acho melhor eu entrar sozinho no clube (...) No mais, confio em seu bom julgamento caso algo inesperado ocorra.
- Sim senhor!
O Vampiro concordava com Troy e então o ductus rumava para o interior do pub. O sujeito escorado do lado de fora dava uma tragada fazendo a brasa vermelha surgir no escuro e depois soltava uma fumaça azul enquanto o vampiro passava. Apesar de uma encarada ele não fazia nenhum movimento e continuava fumando.

No interior o vampiro se deparava com um ambiente comum, que estava relativamente cheio, abafado e música alta. Um grupo de homens jogava sinuca em um canto, havia gritaria, bebida, cigarro e duas putas. Ao que parece tinham apostado o destino do mundo naquele jogo. Outros bebiam sentado perto do galpão, uns assitiam TV, ao jogo de sinuca e outro grupo parecia jogar baralho em uma mesa.

Troy rapidamente procurava pelo tal Ted usando uma de suas disciplinas. O bartender apontava a uma porta em um canto do bar, disfarçada por uma cortina de seda vermelha.
- O especial da casa é servido somente no outro ambiente, senhor.
O vampiro agradecia, disfarçando e seguia para o ambiente. Assim que ele passava pela cortina vermelha se via em um pequeno corredor de 5metros, onde no final havia outra porta, mas agora de madeira e que estava fechada com uma placa acima dizendo "Restrito".
Dois "armários" que estavam sentados em taburetes no final do pequeno corredor paravam de mexer no celular imediatamente e se colocavam de pé. Um deles já colocava a mão direita por dentro do paletó enquanto o outro dizia:
- Esse ambiente é só para clientes vips, meu senhor. A área comum é daí para trás...



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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Ignus em Seg Ago 13, 2018 6:46 pm

Assim que ele passava pela cortina vermelha se via em um pequeno corredor de 5metros, onde no final havia outra porta, mas agora de madeira e que estava fechada com uma placa acima dizendo "Restrito".
Dois "armários" que estavam sentados em taburetes no final do pequeno corredor paravam de mexer no celular imediatamente e se colocavam de pé. Um deles já colocava a mão direita por dentro do paletó enquanto o outro dizia:
- Esse ambiente é só para clientes vips, meu senhor. A área comum é daí para trás...

A simples presença de seguranças faz com que Troy sinta que estava no local certo.

{Presença 3}

-Ah, mas nesse caso acho que estou no lugar certo. Eu estou procurando pelo Ted. Ou se ele estiver de folga por quem está vendendo o especial da casa no lugar dele.



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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Seg Ago 13, 2018 11:05 pm

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok

O sujeito que tinha falado com o cainita logo respondia a indagação do vampiro de modo cordial.
- Então você veio ao lugar certo, e para sua sorte ele está aqui... Mas antes precisamos te revistar.
- Regras da casa... Dizia ele como se não quisesse contrariar o vampiro mas precisava fazer aquilo.

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Ignus em Ter Ago 14, 2018 2:32 pm

O sujeito que tinha falado com o cainita logo respondia a indagação do vampiro de modo cordial.
- Então você veio ao lugar certo, e para sua sorte ele está aqui... Mas antes precisamos te revistar.


-Maravilha! Hoje está dando tudo certo no meu dia. - Troy diz um um sorriso simpático nos lábios, procurando parecer um cara muito legal - Meu horoscopo deve estar ajudando.


- Regras da casa... Dizia ele como se não quisesse contrariar o vampiro mas precisava fazer aquilo.


Embora o Ventrue estivesse desarmado - afinal aquela era um missão de reconhecimento, não de combate -, razão pela qual poderia passar pela revista tranquilamente ele decide tentar um pequeno expediente para ver o quão efetiva sua Presença havia sido. E também para, possivlemente, estabelecer um contato amigável com um dos soldados da estrutura do crime desde logo.

-Sério mesmo que isso é necessário? Eu posso garantir ao Sr. que não vim armado. Você tem minha palavra. Por sinal, nem me apresentei. Meu nome é Heitor. Qual o de vocês?


(Caso eles insistam Troy irá permitir que eles o revistem. Dizendo algo "regras da casa, eu entendo. Tranquilo" Caso dê certo depois de ouvir os nomes deles ele irá dizer que é um prazer encontrar gente boa naquela noite e seguirá adiante com um "até logo")
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Ter Ago 14, 2018 7:37 pm

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok

-Sério mesmo que isso é necessário? Eu posso garantir ao Sr. que não vim armado. Você tem minha palavra. Por sinal, nem me apresentei. Meu nome é Heitor. Qual o de vocês?

- O senhor tem razão, Heitor! Imagina! Qualquer coisa a gente se explica depois, uma pessoa como o senhor tem toda a credibilidade para passar sem a revista, por favor não nos leve a mal, era apenas o nosso trabalho... O segurança respondia com um pesar grande nas palavras temendo ter contrariado a vontade do vampiro.
- Ele é Fred e eu sou Paul. Dizia o outro.

Repentinamente algo chama a atenção do vampiro. Ele sente um desejo de olhar para trás, e assim que o faz, ele vê, no canto superior direito do ambiente, uma luzinha vermelha que piscava discretamente em um objeto cúbico. Era uma câmera.

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Ignus em Ter Ago 14, 2018 7:49 pm

"Sistema de vigilância fechado. Não é de se estranhar. O sujeito do lado de dentro certamente vai querer saber de antemão quem está entrando. Me pergunto, contudo, se ele mantém registro das gravações. Seria um prato cheio para a polícia usar contra ele em um processo criminal. De toda forma, não importa. Não fiz nada que gravado em vídeo poderia me trazer um gravame."

-Beleza então. Vou ali dentro bater um papinho com o Ted. Foi um prazer conhecer vocês, Fred e Paul. Qualquer coisa a gente bebe uma qualquer dia desses quando vocês não estiverem trabalhando.
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Ter Ago 14, 2018 8:13 pm

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok

O Ventrue passava direto pela dupla enquanto um deles abria a porta dando passagem ao vampiro. Alex então se via em um ambiente completamente diferente do anterior, em alguns pontos, mas ainda era um pub. Havia um segundo balcão, mesa de bilhar, cadeiras e sofás, garotas de programa. Um ambiente mais requintado e bem mais vazio que o primeiro. A maioria dos presentes pareciam nem ver que o vampiro tinham entrado. Muitos estavam drogados, fumavam maconha e outros cheiravam cocaína abertamente. O cheiro da marihuana estava no ar e o vampiro podia senti-la pelo seu olfato.

O ambiente ainda tinha um segundo andar, que era acessado por uma escada de madeira no final daquele recinto. A parte de cima, aparentemente era um escritório. Uma mulher razoavelmente bonita chegava alisando os ombros do vampiro.
- Oi gatão! Me diga o que você deseja e eu tornarei realidade...

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Ignus em Ter Ago 14, 2018 8:32 pm

O Ventrue passava direto pela dupla enquanto um deles abria a porta dando passagem ao vampiro. Alex então se via em um ambiente completamente diferente do anterior, em alguns pontos, mas ainda era um pub. Havia um segundo balcão, mesa de bilhar, cadeiras e sofás, garotas de programa. Um ambiente mais requintado e bem mais vazio que o primeiro. A maioria dos presentes pareciam nem ver que o vampiro tinham entrado. Muitos estavam drogados, fumavam maconha e outros cheiravam cocaína abertamente. O cheiro da marihuana estava no ar e o vampiro podia senti-la pelo seu olfato.


"Eu esperava encontrar apenas um sujeito vendendo drogas, mas parece que temos um negócio mais promissor do que isso aqui. Esse lugar não se destina apenas à venda, mas também ao uso de drogas e ao oferecimento de garotas de programa. Certamente quem manda aqui cobra uma fatia de todas as atividades lucrativas, de álcool a sexo. Isso é bom, diversifica a fonte de renda. Além disso, tem uma outra coisa. Um lugar desses não passaria desapercebido pela polícia. Decerto há algum acordo com os tiras. Isso não garante nada, mas reforça minha ideia de que há um cainita controlando as coisas por aqui. E um que também controla a polícia local, ou que pelo menos tem um bom entendimento com o vampiro que controla."

Os pensamentos de Troy são interrompidos pela aproximação da garota que ele supõe ser uma das trabalhadoras do local.


Uma mulher razoavelmente bonita chegava alisando os ombros do vampiro.
- Oi gatão! Me diga o que você deseja e eu tornarei realidade...


{Presença 3}

-Oi, meu amor. Eu estava procurando o Ted. Me disseram que é com ele que eu devo falar para comprar um pó do bom. Sabe onde posso encontrá-lo?
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Ter Ago 14, 2018 8:50 pm

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok


-Oi, meu amor. Eu estava procurando o Ted. Me disseram que é com ele que eu devo falar para comprar um pó do bom. Sabe onde posso encontrá-lo?
A mulher sorria, ficava um pouco sem graça e então dizia...
- Eu sou o Ted meu amor...
Após dar um 1 segundo para o seu cliente pensar ela continuava:
- Todos aqui somos o Ted, este lugar é o Ted... Ela olhava para o vampiro com um olhar enigmático então continuava:
- Você é novo aqui não é? Eu nunca te vi aqui... Dizia com um sorriso malandro.
- Me fala... o que você quer? Whisky, cigarro, maconha, coca, lsd? Qual onda você curte?

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Han em Ter Ago 14, 2018 9:04 pm

Vanessa sem dúvidas era uma vampira bastante intrigante. Talvez fosse parte de um charme fabricado, mas suas palavras não eram vazias, bom, principalmente para mim que já enfrentei e destruí um bando sabá, e já fui alvo de recrutamento de outro bando sabá. Eu sei muito bem o que ela estava pretendendo com aquelas filosofias da não-vida. Mas também sei que Vanessa estava se aventurando em áreas perigosas. Dependendo de quem for o seu interlocutor, ela poderia ser interpretada como uma traidora em potêncial e ficar na mira de vampiros poderosos que facilmente se livrariam dela. Mas por outro lado, Vanessa pode muito bem está jogando verde para colher maduro de mim, e o melhor a fazer nesse momento é fingir de desentendido e continuar a conversa...

Eu achava que você fosse diferente, mas parece que me enganei ao seu respeito.

- É? E o que fez você ter esse pensamento tão nobre sobre mim? - Não que o julgamento dela tivesse algum efeito sobre mim, mas queria pelo menos tentar conhecer melhor aquela mulher, queria saber o que a motiva, apesar de ainda estar longe disso naquele ponto da conversa.


O Sabá, não sei se você sabe, mas compartilham suas vidas em tudo, suas forças, seus poderes e, principalmente... Compartilham também suas fraquezas, assim eles se protegem contra o inimigo em comum. Ou seja, nós!

Ela me perguntava sobre a razão de ainda enfrentarmos um problema antigo, mas antes que eu pudesse me manifestar ela mesmo se respondia com uma reflexão que parecia estar sendo amadurecida naquela cabecinha a muito tempo. Confesso que a Camarilla muitas vezes é podre, mas o motivo que a sustenta é nobre... diria até que vital para a nossa espécie. Se é bom ou ruim, depende da perspectiva de quem observa. O sabá são um bando de arruaceiros, percursores do caos e da tragédia anunciada, e isso é simplesmente inadmissível para mim.

- Sim eu sei Vanessa, pois já enfrentei eles algumas vezes nessa mina existência, e sabe o que aconteceu? Mesmo a "união" deles, não foi capaz de parar minhas garras, e essas mesmas garras, junto com outros que tomam conta das ruas de Denver, garantem que você possa tomar sua safra nobre, na sua taça de ouro branco em segurança. - Tento fazer com que minha resposta não pareça um sermão, falo como quem tenta à convencer de algo maior. Mas não insisto no assunto.

Vanessa recolhia seus artefatos nobres e antes de entregar a taça que estava comigo, eu acabava com o seu conteúdo. Ela os guardava novamente no mesmo local em que havia os retirado, sem se despedir ou ao menos anunciar sua partida, ela caminhava em direção a porta e num tom desinteressado me falava:

- Passe aqui amanhã à noite, vou ver se posso responder suas perguntas.

- Ok, até amanhã. Agradeço pelo seu esforço. - Mesmo sabendo que não teria.

Também me levanto e saio junto com ela, me despeço formalmente e atravesso o local até a saída, não tinha mais nada a fazer ali. Faço todo o caminho de volta até a rua. De primeira, eu penso em assumir minha forma de voo e voar até a casa de  Lúcia para sondar o Rottweiler que deixei de sentinela, mas minha reserva de sangue está baixa, e gasta-la na transformação seria um luxo que não poderia me dar naquela momento. O bom que minha moto estava ali, e eu poderia me deslocar rapidamente com ela. Caminho até o local em que a deixei e com ela sigo até o endereço de Lúcia. Apesar de ter bebido o sangue oferecido por Vanessa, eu ainda sentia fome, e antes que minha besta tome o controle sobre mim, eu opto por realizar outra caçada.

Durante o caminho, reflito sobre uma forma mais efetiva de saciar minha sede, e numa maneira mais limpa também, por questão de praticidade é claro. Meus pensamentos me levam à um banco de sangue. Sem dúvidas seria bastante útil ter acesso a um desses locais. Decido desviar minha rota e passar em um hospital ou centro de doação de sangue mais próximo. Claro que dou preferência para a segunda opção, menos trabalho.
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Ter Ago 14, 2018 9:23 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 10/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok


É? E o que fez você ter esse pensamento tão nobre sobre mim?
- Apenas uma sensação, uma impressão...
O Gangrel acreditava que a Toreador estava querendo arrastar Gerrard para um joguinho e escolhia sair da conversa de modo mais imparcial possível.

- Sim eu sei Vanessa, pois já enfrentei eles algumas vezes nessa mina existência, e sabe o que aconteceu? Mesmo a "união" deles, não foi capaz de parar minhas garras, e essas mesmas garras, junto com outros que tomam conta das ruas de Denver, garantem que você possa tomar sua safra nobre, na sua taça de ouro branco em segurança.

Ela arregalava os olhos por um instante e então permanecia em silêncio, apenas se retirando.

Por fim Gerrard também deixava o local, com a sensação de que a hárpia não faria muito esforço para ajudá-lo após o desfecho daquela conversa. Então o vampiro pega sua moto e sai para uma caçada. Com sucesso ele conseguia atrair uma vítima e em seguida pensa em ir novamente até a casa da humana quando lhe vem na mente a ideia de ir até um banco de doação de sangue. Como um algoz ele conhecia bem a cidade e após alguns minutos chegava a um deles. No entanto, para o desgosto do vampiro um letreiro eletrônico com os dizeres "fechado" estava aceso acima da porta.

Gerrard rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para caçada que resultou 2, 10, 6, 8 - Total: 3 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Han em Ter Ago 14, 2018 10:02 pm

Enquanto pilotava minha Harley, eu observava atentamente as pessoas e os locais mais apropriados da cidade. Passava por ruas mais afastadas para aumentar as chances de sucessos em minha caçada. Não demora muito e consigo arrastar uma vítima discretamente para saciar minha besta. Claro que sigo todo o protocolo de proteção a máscara antes de deixar a vítima em um local seguro para que ela acorde e continue sua vida normalmente como se nada tivesse acontecido, apenas uma lembrança confusa daquele momento fatídico.

Sigo em direção ao banco de sangue que por azar (ou não) estava fechado. Faço um reconhecimento rápido do local observando se há presença de câmeras antes de tentar qualquer coisa, caso não tenha, bato na porta do local na esperança de que um segurança venha me atender nem que seja para me mandar vazar dali. Caso tenha câmeras, terei que ser mais cuidadoso, e uma abordagem de cara limpa seria arriscado demais. Neste caso, eu voltaria noutro dia para completar essa missão pessoal.

[off: no caso de haver câmeras]

Deixo o banco de sangue e sigo em direção ao endereço de Lúcia, bom, não exatamente para a casa dela, mas sim até a casa de seu vizinho onde morava o Rottweiler que eu não consigo me lembrar o nome agora.... merda... aahh! Thor, como pude me esquecer?! Pois bem, vou até meu sentinela para alimenta-lo com mais um pouco do meu sangue e tentar conseguir informações úteis.

Chegando no endereço, eu observo de longe se está viável uma aproximação e se sim eu me aproximo da casa de Thor, mas de forma discreta e furtiva. Tento avista-lo para poder chama-lo sem ter que usar o chamado. Não quero correr o risco de atrair mais animais, mas caso não o aviste eu usarei o chamado para atrai-lo.

[off: considerando que o chamei]

Assim que estiver frente a frente com Thor eu logo vou puxando assunto com ele e me abaixo para mantermos o mesmo nível, olho no olho. Apesar de acreditar que hoje ele estará mais receptível a minha pessoa por causa do efeito da minha vitae em seu organismo.

- Oi garotão! Como tem passado? - Digo enquanto acaricio a sua cabeça em sinal de afeto e amizade. - Você quer um pouco do que te dei na noite passada? - Furo o meu dedo com o meu canino e deixo gotejar na boca do animal para que o laço de sangue se fortaleça, deixo ele beber mais do que na noite anterior. - Vá com calma para não me machucar, seus dentes são fortes. - Depois retiro o meu dedo de sua boca e finalmente pergunto sobre o que me interessa. - Você fez o que lhe pedi? vigiou nossa amiga Lúcia? me conte tudo o que viu por favor!
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Ignus em Qua Ago 15, 2018 11:42 am

A mulher sorria, ficava um pouco sem graça e então dizia...
- Eu sou o Ted meu amor...


Troy fica sem entender muito bem o que estava acontecendo. Seria "Ted" um codinome para o traficante da noite"?

O cainita não tenta disfarçar sua confusão em sua expressão facial, já que ela na verdade poderia lhe ser socialmente útil naquele contexto.


- Todos aqui somos o Ted, este lugar é o Ted... Ela olhava para o vampiro com um olhar enigmático então continuava:
- Você é novo aqui não é? Eu nunca te vi aqui... Dizia com um sorriso malandro.
- Me fala... o que você quer? Whisky, cigarro, maconha, coca, lsd? Qual onda você curte?


-Primeira vez aqui mesmo. Vim recomendado por um amigo. Perdoe-me por minha confusão, mas meu amigo que me contou sobre vocês havia me falado que Ted era um sujeito alto e gordo. Essa definição definitivamente não casa com uma gata como você. Com todo o respeito.

Troy dá uma olhada ao redor, propositalmente parecendo meio confuso enquanto confiar que sua Presença estaria afetando sua interlocutora.

-Eu acho que não entendi nada. Como assim esse lugar é o Ted? Como assim todos somos o Ted? Eu virei o Ted quando entrei aqui também? - risos - Explica pra mim melhor?
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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Qui Ago 16, 2018 11:15 am

Gerrard Blackwood; PdS: 10/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok


O Vampiro chegava até o banco de sangue mais próximo. Com sua moto parada na porta ele observava o local e percebia que, pelo menos na fachada externa não havia câmeras. Ele bate na porta que era de vidro e era possível ver ali dentro, a recepção. Estava tudo vazio e as luzes apagadas. Passava um minuto e ele percebia que alguém se aproximava e lá de dentro acendia uma lanterna bem na cara do vampiro fazendo Gerrard perder as vistas por um instante. Os vampiros são muito sensíveis à luz. Ele fazia um gesto com a mão, lá de dentro, mandando o vampiro ir embora, que o local estava fechado.

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Re: Sangue Ruim - Cicatrizes Que Ficaram

Mensagem por Rian em Qui Ago 16, 2018 11:20 am

Alex Troy; PdS.: 15/15; FdV: 10/10; Vitalidade: ok

A perua sorria e apontava para um atendente que estava em balcão discreto no ambiente. Batia com as descrições que Troy tinha recebido.
- Deve ser ele que atendeu seu amigo... Talvez eles já se conhecem, mas aqui todos nós somos Ted, é o nosso nome de guerra, amor. Eu também sou Ted. Ela sorria. - Quando alguém chega aqui procurando pelo Ted, já sabemos o que ele procura... concluía.- Mas se quiser posso ser o que você quiser! Você é diferente... não sei porque, mas estou encantada com você! O que você tem, hein!

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