The Red Race

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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Seg Jul 09, 2018 2:18 pm

Crowley

ps 09/11
fv 05/05
v   ok

Crowley se levantava de seu leito para mais uma vez jogar o jogo sujo dos anciões como uma peça no tabuleiro. Como de praxe, aquela noite ele teria que procurar Lúcius para reportar o progresso do plano, porém, ele não tinha muito o que falar, e Lúcius estava ficando impaciente com a lentidão do plano, e mal podia conter o resto do bando. Crowley tinha um papel fundamental no acordo entre Lucius e Mackenzie. Ele acompanhava de perto cada passo do senescal, em contrapartida, exercia sua diplomacia para controlar o ímpeto de seu ductus, que arriscava por tudo por água a baixo com sua falta de paciência.

Já faziam três dias desde a ultima vez em que esteve com Mackenzie, talvez fosse uma boa ideia procura-lo. Quem sabe ele não teria novidades e assim, Lúcius ficaria mais satisfeito. Crowley ainda estava limpando a cagada do seu bando em relação ao ataque ao haras. aquele episódio tinha abalado a frágil confiança estabelecida sobre uma aliança improvável, mas Crowley se esforçava para que o roteiro fosse seguido, pois sua experiência militar lhe ensinou que tomar um domínio sem confronto direto sempre foi a melhor escolha, e era isso que o acordo com Mackenzie proporcionaria, claro, se aquele ventrue engomadinho cumprisse sua parte no tratado, mas Crowley estava lá para garantir isso.
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Seg Jul 09, 2018 9:56 pm

Bryan

ps 06/10
fv 05/05
v   ok

  — "Boa noite minha querida, preciso de você e de Jon aqui, o mais rápido possível. As coisas desandaram, e vou precisar da assistência de vocês!"

Holly - Boa noite mestre, pode deixar comigo, avisarei Jon imediatamente, e o quanto antes estaremos aí...

A ligação era breve e objetiva. Bryan se encontrava numa situação delicada, e não poderia procrastinar essa história. Enquanto o vampiro aguardava ansiosamente a chegada de suas carniçais, o interfone de seu refúgio era disparado. O refúgio de Bryan era fortemente protegido e vigiado, ele contava com um sistema de câmeras que o permitia ver antecipadamente quem estava chamando. Ao olhar a tela de um monitor, ele se deparava com um rosto desconhecido.

Spoiler:

O homem era atipicamente grande, e vestia um sobretudo marrom escuro. Ele olhava diretamente para a câmera, o que dava a impressão de estar encarando Bryan nos olhos através do monitor... Instintivamente, Bryan corria os olhos nas outras telas para detectar sua equipe de segurança, ele se perguntava como um homem daquele tamanho passou pela segurança sem ser visto. O mais estranho, é que todos os homens de Bryan estavam apostos em seus respectivos lugares, mas mesmo assim, pareciam não ver aquele homem misterioso.
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Re: The Red Race

Mensagem por Crowley em Seg Jul 09, 2018 10:17 pm

O lasombra acordava em seu novo refúgio, já fazia tempo que estava instalado na cidade, mas ainda não se sentia seguro em pode ter um refúgio mais moderno, mas para um soldado o refúgio tem que ser funcional, seguro e a extensão do seu corpo contra invasores, o local tinha lâmpadas amareladas, de baixa potência o que deixar todo o apartamento por assim dizer mais sombrio.

Antony, agora Mortis se desperta em sua cama, e se arrastando ele pega seu relógio na cabeceira para olha  as horas, mas como de costume começava a sentir sua dor infernal de uma ferida que não sarava nunca.

“ Caralho!!
Mas que dor filha da puta, para toda a eternidade vou ter que acordar assim, o maldição”


O sombrio preguejava mentalmente de suas chagas, então ele bombeia seu sangue para lhe curar (01 PDS), então ainda como de costume de quando era mortal ia para o banho, após sair do precário banheiro ele desliga as luzes deixando apenas os monitores das câmaras ligada, vai até sua cama apenas de sunga, então senta no centro da mesmo, se concentra buscando a conexão com as sombras ali presente. Como o conhecimento que vem buscando sobe sua maldição vampirica e de como ser um lasombra ele bombeio seu sangue (01PDS) e conjura tentáculos das trevas das sombras localizadas em seu peito e costas, Antony entendi que os  tencáculos são muito mais que apenas tubo cilindro​, Antony aprendeu como molda-los conforme sua imaginação e sendo assim ele vai usar para sua proteção mas que também possa vir a ser uma arma oculta, os tentáculos o envolve por completo como uma segunda pele exceto as mãos e ficam baixo do pescoço, essa maestria lhe garantia proteção extra e uma surpresa para seus inimigos.

“ Espero não precisar, mas as cosias estão estranhas desde o ataque no haras, aqueles idiotas estão prestes a por tudo a perder e minha cabeça que vai a prêmio por isso”

O sombrio agora vestia seu traje ( imagem abaixo), passava um bom perfume e sentava a mesa, olhava suas câmeras pelo monitor, então pegava o Notebook dentro de um cofre oculto atrás da estante de livros, ligava o mesmo, espetava o celular que estáva encima da mesa e descarregava as gravações feitas por ele mesmo e as fotos que seu Lacaio Ivan teria tirado de todos os encontros com Lucius e Mackenzie, assim como os demais contratos. O sombrio também mantinha provas e dados de todos os serviços prestados para os membros dessa cidade, era seu seguro de não-vida​, como soldado sabia que informação era primordial para chantagem e até mesmo para uma caçada.

Após descarregar fazia um becakp em um pendrive que era disfarçado como um Dog Tag (placa de identificação militar) com escrito “Gohst”. Mas a placa ficava agora oculta dentro de sua segunda pele de sombras, após todo esse ritual ele guarda tudo, pega seu celular e liga para o Ivan!

-- Ivan, aqui é o Mortis!
-- Manteve o olho nele esses dias?
-- Estou indo para a funerária me encontre lá em 30min,  quero saber tudo que você tem.


O sombrio desligava o telefone, Antony mantinha seu lacaio fiel e de redias curtas e de olho Mackenzie, seu Lacaio era esperto e com dinheiro consegui garantir muito das vontades de seu senhor.

Mortis pegava sua pistola e o silenciador e colacava em seu coldre por baixo do terno, e em seguida sua bengala especial e as chaves do Carro.
“ Agora preciso trancar tudo, ativar os sistemas e pegar o meu carro”

Antony saia de seu refúgio e ia em direção a funerária, lá chegando a primeira coisa ser feita era se alimentar de um dos seus rebanhos um pouco de cada um (04 PDS)[/i] e vai para o escritório, atrás do Ivan!

Dog Tag Driver:

Traje + pele das trevas:



livro do clã 3° Ed:

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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Qua Jul 11, 2018 9:48 pm

Crowley/Mortis
 
ps 11/11
fv 05/05
v   ok
 
O lasombra ficava furioso com aquela dor perpetua que insistia na existência do vampiro como um castigo sobrenatural, ele praguejava mas suas palavras não tinham efeito para resolver se problema, apenas o gasto de sua preciosa vitae resolvia aquele problema, pelo menos aquela noite.
 
Livre da dor, ele se levantava e se dirigia para o banheiro de seu refúgio para se banhar, ele ainda mantinha hábitos de quando era mortal. Após o banho, se sentava em sua cama e meditava buscando uma conexão mais íntima com as trevas em seu redor, e com um esforço e o gasto de mais uma pequena fração de sua vitae, ele conseguia invocar um total de três braços do abismo que emergiam das sombras do seu corpo, propiciadas pela escuridão ambiente de seu quarto.
 
Após essa manobra, o vampiro vestia seu traje especial e de um esconderijo retirava seu notebook. Ele verificava suas câmeras de segurança, mas nada de alarmante naquele momento, então, passava a se dedicar a outras atividades. Crowley descarregava suas provas construídas para a memória do computador, e fazia vários backups de segurança. O vampiro ligava para seu carniçal, que pouco tinha a compartilhar, apenas algumas fotos que logo tratava de enviar no celular de Crowley que por conseguinte, incrementava as mídias aos backups. Feito isso, o lasombra saía do ambiente virtual e voltava a sua atenção para a realidade. Pegava suas armas, guardava seu notebook no mesmo local e trancava tudo ao sair com as chaves do carro em mãos.
 
Após alguns minutos no trânsito de Detroit, Crowley chegava a funerária. Ele estacionava o carro na vaga do edifício e trancava o veículo com o sensor da chave enquanto caminhava para dentro do prédio. Lá dentro, ele cumpria as formalidades da boa educação mortal, e depois se dedicava a preencher o vazio que existia em suas veias, se alimentando um pouco de cada um dos componentes de seu rebanho.
 
Crowley atualizava-se sobre alguns assuntos junto a Ivan, mas a conversa era interrompida pelo tocar do telefone. Ele olhava na tela e identificava o numero de Lúcius. Ivan não sabia sobre a existência, muito menos da importância de cada nome na vida de Crowley, na verdade ele era bastante leigo sobre a política imortal de Detroit, conhecendo apenas seu sire, e mantendo uma noção ingênua sobre Mackenzie. Crowley atendia ao telefonema de forma discreta, a não chamar a atenção de Ivan, até mesmo para a segurança do mortal.

Lúcius - Crowley? Essa semana eu preciso antecipar o horário de nosso encontro, estou de esperando no beco de sempre. Espero que tenha boas novas, o bando já esta impaciente. Não demore.....

Seu ductus encerrava a ligação sem aviso prévio, na verdade ele nem mesmo deixava o lasombra falar alguma coisa, bastou escutar por um segundo a voz de Crowley, apenas para se certificar de estar falando com o mesmo. A arrogância de Lúcius era no mínimo irritante.
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Re: The Red Race

Mensagem por Lipe em Qui Jul 12, 2018 11:45 am

Bryan Mills


    'A perda de minha segurança, e do meu cavalo, na mesma noite, é demais para mim. Estou ficando encurralado, e ainda nem comuniquei a destruição da Nosferatu e a existência de uma besta solta.'

    Acendo um cigarro, vou abrir a porta, e recebo o desconhecido, pessoalmente, e com o cigarro na boca.

  — "Boa noite, à que devo sua visita, senhor?" digo enquanto volto para dentro da sala, e faço sinal para que o homem entre.
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Qui Jul 12, 2018 12:58 pm

Bryan

ps 06/10
fv 05/05
v   ok

Bryan refletia sobre a sua atual situação e constatava estar em um turbilhão de problemas, que aparentemente seria bastante difícil de se resolver. Ele ascende seu cigarro e então cainha até a porta do seu refúgio militar para atender de forma mais natural possível o visitante inesperado. Ele abria a porta e se deparava com um homem extremamente grande, maior até do que ele teria deduzido pela perspectiva dos monitores das câmeras de segurança. 

— "Boa noite, à que devo sua visita, senhor?"

Em silêncio, o homem apenas entrava em seu refúgio antes mesmo do gangrel o convidar formalmente, o gangrel apenas confirmava de forma redundante o convite para aquele visitante misterioso. 


? - Feche a porta. - Pedia o tal homem ainda de costas para Bryan, num tom de ordem. Sua voz era grave e imponente, e transmitia uma forte personalidade sombria.

O homem analisava cada detalhe do cômodo em que estavam, porém, sem sair do lugar, apenas movimentando a cabeça. Por alguns segundos, um silêncio pairava no ar até que o grande homem interrompesse falando:

? - Você tem um minuto para me dizer tudo o que está acontecendo, e quando eu digo tudo, é tudo mesmo. Quero saber tudo o que você fez desde o momento em que colocou seus pés em Detroit. Não seja tolo de tentar me enganar, ou omitir algum acontecimento. Caso tente isso, eu posso simplesmente seguir a ordem do principado e dar fim a sua existência agora mesmo... - O homem olhava dentro dos olhos de Bryan, que podia perceber sinceridade em suas palavras - Pode começar a falar.
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Re: The Red Race

Mensagem por Lipe em Sex Jul 13, 2018 11:30 am

Bryan Mills


    'As habilidades desse homem demonstram que ele realmente é um vampiro, ou outro ser sobrenatural. Creio que estou à perigo de encontrar a morte final de qualquer jeito. Ele pode ser um Xerife, um Algoz, no melhor dos casos. Se for alguém fingindo ser da Camarilla, estarei morto no final da conversa. De qualquer forma, melhor colaborar.'

    — "Sente-se, fique à vontade, e creio que vou demorar mais do que apenas um minuto para contar tudo:

    Fico de pé, apago meu cigarro em um cinzeiro, e acendo outro cigarro com um acendedor elétrico, e fico andando pela sala enquanto falo. Começo narrando minha chegada, o que fiz, e outras coisas importantes para um Xerife saber. E então continuo narrando os acontecimentos da noite anterior, explicando o que aconteceu no haras após a ligação, minhas descobertas, o grupo que me interceptou e roubou meu cavalo, e a besta no cemitério, além do assassinato de minha carniçal. Não oculto nada dele... exceto sobre o homem que fugiu após eu o Beijar, não menciono nada sobre isso, nem que passei por aquela rua, mas deixo claro que a besta do cemitério assassinou a Nosferatu e foi embora após se alimentar da minha carniçal. Para de falar por aí.
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Sex Jul 13, 2018 8:59 pm

Bryan

ps 06/10
fv 05/05
v   ok

Bryan educadamente pedia para o grande homem se sentar, ele nem ao menos procurou saber quem era, apenas se apegou as suas deduções. O mais engraçado, é que mesmo sem saber ele resolvia dizer tudo o que o homem lhe pedia, exceto pelo fato do desastroso "lanchinho" da noite anterior. Com cara de quem estava com pouca paciência, o homem se sentava para ouvir o relato de Bryan, e no fim ele finalmente dizia:

Foster - Bom, só esqueceu de falar da lambança de ontem a noite não é mesmo? Corajoso você, mesmo com minha ressalva, ainda insistiu em esconder algo. Sorte sua que isso é irrelevante para mim, bom, pelo menos por essas noites. Em outros tempos, eu acabaria com sua carcaça imediatamente. - O homem abria um sorriso discreto e inesperado e então prosseguia. - Você tem costas quentes Bryan, e além disso é sortudo também. Dois fatores que manterá sua cabeça em cima do pescoço. - Mais uma olhada desconfiada para os lados antes de continuar a falar - Tenho uma dívida de gratidão para com o seu mentor, e ele me pediu que cuidasse de você. Mas devo te avisar que sua cabeça está a prêmio. Por isso, preste muita atenção nas minhas próximas palavras, elas salvarão sua vida. - O tom de voz era muito mais amigável agora. - Você está "oficialmente" exterminado, você não existe mais, aliás, você encontrou a morte final a 5 minutos atrás quando eu atravessei aquela porta, entendeu? Você irá abandonar este refúgio, e irá ficar sob os meus cuidados. Em outra ocasião eu apenas salvaria a sua vida e te mandaria ir embora da cidade, porém, você se envolveu, mesmo que de maneira indireta, nos assuntos da cidade. Por isso quero que você seja meus olhos na cidade, justo não acha? - Foster se levantava e em passos lentos se movia aleatoriamente pelo local onde estavam. Ele mantinha a cabeça baixada e as mãos para trás, como quem estivesse se concentrando para elaboração de um plano. - Você precisará de uma nova identidade, tem algo em mente? Enquanto absorve essas informações, eu irei tratar de criar evidências de sua morte. Te espero a duas milhas daqui, em frente a fazenda abandonada Rock Fellers, Não demore, se não eu posso mudar de ideia.

O homem passava por Bryan e abria a porta sozinho, ele parava na porta e sem se virar completamente dizia para o gangrel: - A propósito, eu sou Eliot Foster, o xerife dessa merda. Após essas palavras, ele fechava a porta, deixando Bryan a sós com seus pensamentos, até que seus devaneios eram interrompidos pelo vibrar do seu aparelho celular. Ao verificar, Bryan percebia que se tratava da mensagem de seu funcionário que tinha como missão identificar o esconderijo dos ladrões de sua égua. Ao dar play no áudio, o vampiro ouvia a seguinte mensagem:

Mensagem - Mestre Bryan, acho que encontrei o esconderijo dos ladrões... quer dizer... Lipe encontrou. Ele farejou Epona até encontrar seu cativeiro. Como o senhor me pediu, eu não alarmei os bandidos. Estou no centro da cidade aguardando novas ordens, eu e Lipe....


Última edição por Blackwood em Sab Jul 14, 2018 7:38 pm, editado 1 vez(es)
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Re: The Red Race

Mensagem por Crowley em Sab Jul 14, 2018 12:57 am

Sr.Mortis finalmente chegava até “sua” funerária, como de costume para reforçar seu disfarçe comprimentava as pessoas até chegar em seu estabelecimento, lá também como​ de costume ia visitar seu rebanho e se alimentar, após esse ritual ele se sentava com Ivan, o mesmo o deixava aparte das finanças afinal esse negócio é de fachada mas precisava ser acompanhado de perto para manter em ordem, durante esse bate- papo com Ivan ambos são interrompidos, era Lucius o impaciente, o sombrio atendia e se mantinha sereno ao celular, sem responder nada já que Lucius foi direito em seu recado, o sombrio tirar o celular do ouvi e guardava em seu bolso sem dizer uma palavra enquanto olhava para Ivan, parecia pensativo

“Esses caras são muito cabeça dura, como fui entrar para esse bando que não aproveitar o melhor da imortalidade, “não existe pressa”, o tempo é nossa aliada”

Ivan concerteza não entendi nada mas antes mesmo que pudesse dizer algo o sombrio se levantava calmamente e indo em direção ao pequeno bar em sua sala dizia…

-- Ivan, a sorte sorriu para todos nós, ou melhor dizendo, a morte!- Mortis sorria enquanto falava, se servia de uma bebida e prosseguia -- Devido aos próximos acontecimentos na cidade vamos precisar de pessoas leais ao que fazemos, e mais que nunca vou precisar que você seja meus olhos e ouvidos, sei que já fez muito isso e que é bom, afinal quase me pegou (risos), vamos ter a oportunidade de expandir nosso negócio então queria que você fosse buscar agora rapidamente Carlos, Katy e Serena…- o sombrio parava de falar olhando para seu Lacaio e acena com a cabeça mandando buscar os funcionários…

“ Uma guerra está prestes a começar, uma caçada de sangue resulta em corpos, isso vai demandar muito trabalho e vou precisar de pessoas de muita confiança para obedecer sem questionar”

Mortis tinha um plano básico para manter seus disfarçe e começava a mexer seus pauzinhos, o mesmo pegava 05 copos e servia cada um com bebida e um pouco de seu próprio sangue…

“ As vezes é preciso jogar sujo para ganhar”

Quando Ivan retorna com todos, Mortis faz um gesto com as mãos para Ivan fechar a porta e então olhava para todos presente e soltava a voz...

-- Acomodem-se por favor!- acenava com a mão e continuar, -- Bom, vocês devem estar se perguntando por qual motivo estão aqui- Mortis dava uma pausa, e colacava os 05 copos em sua mesa e dava a volta para se sentar de frente para todos e prosseguia-- Tenho boas notícias, fechei um acordo com uma empresa de grande porte, e devido ao seu plano vamos ter uma aumento considerável de trabalho, mas calma isso representa mais dinheiro no bolso de todos vocês, então futuramente estamos abrindo outras filiais e vou precisar de pessoas de confiança, e quem mais eu pensaria a não ser  vocês, então primeiramente​ gostaria de fazer um brinde ao aumento que todos iremos receber e que venham as novas filias!!

Mortis esticava a mão com um dos copos que estava em sua mesa para brindar com seus funcionários, ele fazia um gesto com as mãos dizendo para todos se servirem e após toda esses encenação ele diz!

-- Estão todos dispensados por hoje, tirem a noite de folga, por minha conta!

Mortis os ludibria, mas assim que os mesmos começavam a sair ele pedia para Ivan ficar na sala, e fazia gesto para que fechasse a porta e sentasse a cadeira a sua frente!

-- Ivan, infelizmente você não tem folga essa noite, tenho uma missão especial para você- então ele abria sua gaveta e puxava um envelope -- Abra pro favor.- dentro continha um breve dossier sobre o xerife da cidade
Sr. Foster -- Preciso que levante o máximo de informações sobre esse homem, Eliot Foster, mas mantenha muito a distância e seja discreto, ele pode lhe matar e você vai levar um tempo para descobrir que morreu!- Mortis sabia da insatisfação de Foster sobre a situação atual da cidade, queria saber o que mais lhe irritava para tal insatisfação!

-- Assim que descobrir​ algo relevante me ligue, tenho que dar uma saída agora, mais tarde estou de volta e lembre-se, esse cara não é de brincadeira!

O sombrio deixa seu Lacaio em sua mesa com o envelope e o computador do estabelecimento e ia ao encontro com Lucius, já que o mesmo queria lhe encontrar o mais cedo que de costume!
O sombrio sai mancando com sua bengala até seu carro e dela seguia rumo ao encontro.
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Sab Jul 14, 2018 8:12 pm

Crowley/Mortis

ps 11/11
fv 05/05
v   ok

O lasombra desligava o telefone e refletia sobre a atitude de seu ductus. Apesar de ter suas críticas, o vampiro obedecia sem questionar o seu superior, até porque nem tempo teve para isso. Além disso, outra coisa martelava a cabeça de Crowley. O vampiro pensava em expandir o numero de lacaios e aventurava-se por missões fora das pré determinadas pelo acordo do seu ductus com o senescal. O vampiro não fugia ao esteriótipo sedento de poder de seu clã. 

-- Ivan, a sorte sorriu para todos nós, ou melhor dizendo, a morte! Devido aos próximos acontecimentos na cidade vamos precisar de pessoas leais ao que fazemos, e mais que nunca vou precisar que você seja meus olhos e ouvidos, sei que já fez muito isso e que é bom, afinal quase me pegou (risos), vamos ter a oportunidade de expandir nosso negócio então queria que você fosse buscar agora rapidamente Carlos, Katy e Serena…

Ivan - certamente senhor.

O lacaio saía do escritório para cumprir o desejo de seu sire e reunir todos os funcionários ali. enquanto isso, Crowley preparava um "drink maligno" para brindar a suposta conquista que iria aumentar a lucratividade de todos ali. Ele derramava um pouco de seu sangue em cada taça e esperava Ivan chagar com o pessoal, o que não demorava muito.


-- Acomodem-se por favor! Bom, vocês devem estar se perguntando por qual motivo estão aqui. Tenho boas notícias, fechei um acordo com uma empresa de grande porte, e devido ao seu plano vamos ter uma aumento considerável de trabalho, mas calma isso representa mais dinheiro no bolso de todos vocês, então futuramente estamos abrindo outras filiais e vou precisar de pessoas de confiança, e quem mais eu pensaria a não ser  vocês, então primeiramente​ gostaria de fazer um brinde ao aumento que todos iremos receber e que venham as novas filias!!

Todos ficavam bastante empolgados com as boas novas e de pé erguiam seus braços e batiam o vidro dos copos como manda o ritual. Porém, Serena não bebia, e apesar participar do brinde, ela não ingeria a bebida contida no copo. Ela ficava ligeiramente constrangida, pois tinha medo de ser mal interpretada e acharem que era desfeita(...)

O vampiro dispensava o pessoal, com exceção de Ivan, pois tinha uma missão especial para seu lacaio.

-- Ivan, infelizmente você não tem folga essa noite, tenho uma missão especial para você
O vampiro entregava um envelope para o carniçal antes de prossgeuir.
- Abra por favor.
Ivan abria com cuidado, evitando rasgar o envelope ao máximo.
-- Preciso que levante o máximo de informações sobre esse homem, Eliot Foster, mas mantenha muito a distância e seja discreto, ele pode lhe matar e você vai levar um tempo para descobrir que morreu!
Ivan acenava positivamente com a cabeça.
-- Assim que descobrir​ algo relevante me ligue, tenho que dar uma saída agora, mais tarde estou de volta e lembre-se, esse cara não é de brincadeira!

Ivan - Deixe comigo senhor, irei me cuidar. E assim que tiver informações uteis irei o contatar. 

Crowley deixava o escritório e se dirigia para o beco onde eram os encontros com o ductus. Não ficava muito longe dali, e logo Crowley chegava ao local.  O beco era estreito, e separava dois prédios bem altos. Um, era residencial. Dava para perceber pelos varais de roupas atravessados entre as duas edificações. O outro era um prédio comercial abandonado. O chão era asfaltado e de um bueiro, subia uma fumaça sabe-se lá do que. O vampiro percebia de longe uma silhueta de duas pessoas bastante próximas. Ao se aproximar, o vampiro podia perceber que se tratava de Lúcius, o tzimisce ductus de seu bando, que estava se alimentando de um pobre diabo que passava pelo beco. Após se saciar, ele simplesmente jogava a carcaça atrás de uma lixeira. Lúcius percebia a presença de Crowley, e enquanto o lasombra se aproximava, ele limpava o sangue que escorria no canto de sua boca.

Lúcius - Olá Crowley, o que me trás de novo? - A voz de Lúcius era grave e ligeiramente rouca, sua face era inumana, deixando transparecer toda a sua monstruosidade a flor da pele. Ele vestia uma espécie de manto com um capuz para cobrir o seu corpo e não chamar tanta atenção, mas por debaixo do manto, Crowley podia notar que Lúcius vestia roupas finas, porém antiquadas.
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Re: The Red Race

Mensagem por Crowley em Seg Jul 16, 2018 1:40 am

Sr.Mortis dirigia rumo ao encontro com Lucius, no caminho ficava se perguntando por qual motivo serena se negou a beber durante ao brinde…

 “ Preciso me certificar se ela realmente estava se sentindo constrangida por medo de ser mal interpretada, nesse ramo temos que ficar de olha até nas fileiras mais baixa da sociedade”

O sombrio queria ter certeza que não está apenas um fruto de sua imaginação, não queira supresas, por esse motivo pediu para seu servo leal juntar informa sobre Foster, final ele deixava bem claro sua posição sobre a situação atual da cidade, e que não estava nada satisfeito, talvez precisava apenas da motivação correta para que pudesse se aliar de alguma forma ao sombrio, afinal se todo esse plano vinher por água abaixo apenas sobreviverá aquele que estava do lado vencedor e Antony queira garantir sua vaga na primeira fileira todas as opções.

Mortis passava pela cidade, para despistar qualquer chereteiro, parava o carro em uma vaga quartas a trás do local entrava e saía de alguns becos pelo caminho até desaparecer pelas sombras, pois sua silhueta já não está mais a mesmo becos atrás ele entrava e não sairia apenas um homem com um sobre tudo com capuz sem bengalas, o sobrinho tinha que matar sua identidade oculta e assim segue para o beco certo seguindo pelas sombras, mais frete duas silhueta deram vistas, sombrio seguia pela sombras até identicar do que se tratava, ao se aproximar via Lucius se alimentando de um miserável que passava pelo local na hora errada, o sombrio se mantinha em silêncio e sai das sombras ficando visível para seu ductos que nota sua presença é o endaga:

-- Olá Crowley, o que me trás de novo?

Antony reverenciava com a cabeça em sinal de respeito e então se pronunciava…

--Sr., Tenho boas notícias, a primeira e a mais importante é que o caos agora domina a cidade, uma caçada de sangue foi anunciada ao  ngelo num irmão de sangue que está na cidade aterrorizando a todos, meu trabalho de acobertar a besteira do haras ficará bem mais fácil assim como também dos corpos que forem aparecendo pela cidade, e sobre o plano, estamos em andamento. Mackenzie está mexendo os pauzinhos para por a culpa em Crowford sobre o incêndio na capela.
Sei que não gosta muito desses jogos políticos mas a vezes podemos ganhar a guerra sem nenhuma batalha, mas eu prefiro as batalhas, afinal só assim podemos dizer que no final fomos os vencedores, o que o senhor acha?
Se que se nada dê certo temos plano Básico, correto?
Invadir e matar o príncipe?


O sombrio quer saber dos planos se Deus ductos para caso as cosias não acabe bem, assim ele poderia segurar a execução dos outros planos mediante a cenário de guerra na cidade, isso bem trazia mais patrulhamento​ na rua devido a caçada.
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Ter Jul 17, 2018 10:55 pm

Crowley/Mortis
 
ps 11/11
fv 05/05
v   ok
 
Crowley esperava Lúcius acabar de se alimentar e logo após iniciava a conversa com o Ductus.
 
--Sr., Tenho boas notícias, a primeira e a mais importante é que o caos agora domina a cidade, uma caçada de sangue foi anunciada ao  ngelo num irmão de sangue que está na cidade aterrorizando a todos, meu trabalho de acobertar a besteira do haras ficará bem mais fácil assim como também dos corpos que forem aparecendo pela cidade, e sobre o plano, estamos em andamento. Mackenzie está mexendo os pauzinhos para por a culpa em Crowford sobre o incêndio na capela.
 
Lúcius - Não Crowley, pelo visto Mackenzie não está abrindo o jogo todo para você. Ângelo é apenas uma distração para deixar Crowford ocupado enquanto nós avançamos bem debaixo do seu nariz. Enquanto ao ataque no haras, eu já puni o restante de nossos irmãos. Eles estão impaciente com a lentidão das coisas, e as vezes fica difícil segurar o ímpeto deles. Você precisa pressionar e estar mais perto de Mackenzie. Esse era o combinado, não sei por que aquele engomadinho está agindo diferente, ele deve está querendo nos provocar. - Apesar do plano, Crowley notava um ódio na voz de Lúcius ao se referir a Mackenzie. - Pelo menos parado as coisas não estão. Acho bom que derrubem Crowford o mais rápido possível, peço que você seja um "acelerador" desse projeto.
 
Por um momento, Lúcius desviava o olhar da face de Crowley e olhava para a paisagem atrás do lasombra. Ele acenava positivamente com a cabeça e passos eram ouvidos atrás do vampiro. Instintivamente, Crowley se virava para ver quem vinha, e ao se virar, constatava que se tratava de Quaresma. Quaresma era membro do bando de de Crowley, um toreador anti-tribu arrogante e difícil de se conviver... Quaresma se aproximava de Crowley com um sorriso debochado no canto da boca e estendia a mão para o cumprimentar.


 
Lúcius - A partir de hoje, Quaresma vai te acompanhar de perto Crowley! Assim o pessoal verá que não se trata apenas de mim. Por um lado eu até os entendo, todos nós estamos cansados de viver as margens da Camarila... - Nessa hora Quaresma completava a frase de Lúcius. - Exceto Crowley, não é mesmo? Ele vive no conforto de um refúgio seguro no coração da cidade. Isso me faz pensar do porque as coisas estão lentas. - Quaresma arqueava as sobrancelhas, fazendo cara de quem concluía uma ideia óbvia. 
 
A língua de Quaresma era afiada e incisiva. Ele não escondia o que pensava e pior, não se preocupava em propagar seus pensamentos que acidentalmente (ou não) poderia influenciar os outros.
 
Lúcius - Como você tem mais tempo de campo Crowley, Quaresma será seu subordinado. - Crowley percebia outro sorriso debochado escapando dos lábios de Quaresma. - Peço que trabalhem juntos, e não um contra o outro. Já temos problemas demais para resolver.- A falta de liderança em Lúcius era gritante, mas mesmo assim ele conseguiu se manter no cargo até hoje, sabe-se lá como. - E mais uma coisa, o bando não está satisfeito com o refúgio que Mackenzie generosamente nos ofereceu. - A parte do generosamente era acompanhada de um tom de voz explicitamente irônico. - Agilize um melhor o mais rápido possível, caso contrário eu não me responsabilizo pelo o que pode acontecer nessa merda de cidade, o ataque ao haras poderá parecer brincadeira de criança.
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Re: The Red Race

Mensagem por Crowley em Qua Jul 18, 2018 1:25 am

Antony ouvia seu ductos com muita atenção, e  agora entendia que  Ângelo era apenas uma distração para o príncipe para que ambos pudessem executar seus planos, Crowley entende que já estava na hora de dar um aperto em Mackenzie, mas sua ductos novamente reclamava da lentidão do plano e deixava bem evidente que não tinha mão firma sobre seus subordinados, Antony por ter sido militar entendia que as vezes esses merdas só precisam de uma comida de rabo para entender quem realmente estava no poder, coisa que jamais acontecia meio ao militares.

Logo após as reclamações ele chama um membro do Bando, o Quaresma, um Toreador de merda conhecido por sua língua afiada e venenosa. Quaresma se aproximar dos imortais. Lucius informava que ambos iriam trabalho junto, mas na verdade essa horas seu ductos cuzão estáva apenas enviando alguem com medo das ações involuntárias do seu bando do qual parecia ter nenhum poder…

“ A merda no haras só pode ter vindo através desse verme arrogante que os infectou com seu veneno, conheço muito bem esse tipo”

O sombrio ouvia tudo atentamente, até às merdas que saí da boca de Quaresma, nessa hora as chamas internas do sombrio inflamam seu corpo por inteiro internamente, mas o sombrio de contém e continuar a ouvir tudo aquilo, durante todo esse tempo o sombrio estáva com as mãos para atrás, e após a chegada de Quaresma ele se aproximou mais da dupla, então os 03 tentaculos escorreram sorrateiramente entre suas sombras, então após seu ductos encerrar ele responde.

--Ok senhor, entendi todos os pontos, vou dar um aperto naquele engomadinho sobre todos os pontos levantados, mas antes espero que não me interprete mal - as sombras então sorrateiramente agarram e imobilizam o Quaresma, o sombrio o deita sobre o chão colocando a face do falastrão naquele chão sujo e então diz;

--Seu verme insolente, da próxima vez que ousar questionár minha lealdade ou meu trabalho para nosso ductos, para o banso ou para nossa seita, por Caim, lhe arranco essa sua língua afiada e enfiou no seu rabo, está claro?

Antony deixar bem evidente que não admitia intromissão em sua missão e nem questionamentos sobre sua lealdade com todos, então o intimida a força, e incita o respesto  através do  medo…

-- E já vou lhe avisando, se voce com essa sua língua grande comprometer a missão ou o disfarce só o que voltará para o nosso ductos será sua cabeça seu verme!


Então, em seguida ele virá para lucius juntas as palmas das mãos no centro do seu peito como se estivesse prestes a orar e diz;

-- Perdão senhor pelas maneiras, mas voltando ao assunto, estive fazendo uma análise de toda a situação, percebi que Foster anda bem insatisfeito com a situação atual da cidade, talvez até mesmo com o principezinho, vejo uma oportunidade nele talvez com uma motivação certa podemos usá-lo ou até mesmo como Bode expiatório, estou Junto informações sobre o mesmo para tal feito, o Sr. teria alguma informação que poderia ser útil?

(Off: vou dar uma acelerada na cena,  considerando que ele tenha dito algo importante ou não)

--Obrigado Sr.

Então Antony soltava o Quaresma, as sombras o colocava de pé e os soltavam voltando para o corpo do sombrio, então Antony estendia a mão para o mesmo com dinheiro que acabava de retirar do bolso...

-- Tome, se vai ser meu subordinado infelizmente vai ter que vestir algo melhor, compre um terno enquanto é cedo, assim que já estiver apresentável vá para a funerária estaria lhe esperando lá, e você tem 40min pra isso, melhor correr!

Então após orientar o Quaresma ele se volta pra Lucius…

-- Sr.  assim que tivermos mais informações marcamos outro encontro, fui!

O sombrio se despedia do seu ductos com um aperto de mão, voltava para o carro e ia para a funerária e no caminho ligava para o infeliz do Mackenzie.
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Re: The Red Race

Mensagem por Titojam em Qua Jul 18, 2018 1:59 pm

A noite iniciou tempestuosa em Detroit. O toreador se agasalhava com roupas escuras e de couro para evitar ficar molhado. Com guarda chuva foi ao orelhao onde conversou com Mckenzie.

Percebendo redundancia no assunto, Saron nao gostava de se sentir em segundo plano do ventrue e respondeu

_Alguma vez ja tenho entrado em contato com voce? Nao me recordo. Se tens interesse ou saciar sua ansiedade, talvez dialogarmos casonao seja frutífero a vossa excelencia, convido lhe para encontrar me no café X as 20 horas. Entenderei caso nao puderes ir. No mais fica meu agradecimento pelas informaçoes._

Em seguida Saron desliga o telefone, prossegue ate o metrô e segue ao cafe no centro. O toreador estava prestando favor a camarilla e entendia que nao havia obrigaçao em investigar o caso. No mínimoMckenzie como senescal é quem deveria cumprir com sua funçao no cargo de servir, ouvir e cumprir a funçao. Esses foram os motivos do comportamento direto com autoridades, sempre com boa conduta, porem sem bajular.

Na cafeteria, procura um local reservado e dois copo de agua, ja servindo para si e o senescal, caso o venha. Enquanto aguarda, aprecia o ambiente e as pessoas proximas.

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Re: The Red Race

Mensagem por Lipe em Qui Jul 19, 2018 11:53 am

Bryan Mills


  Ligo para o segurança, e lhe digo pra mandar a localização do esconderijo, levar Lipe para o canil e tirar dois dias de folga. E que depois deve retomar o trabalho normalmente.

  Ligo para meu Mentor, e lhe conto que um tal de Eliot se diz Xerife da cidade, lhe dou a descrição física do homem, e que ele pede que eu o siga se não quiser que me mate! Faço um breve resumo dos acontecimentos que me levaram até essa situação, mas nada tedioso ou demorado, e aguardo ele falar algo.

  Por fim, ligo para Holly e digo para ela empacotar tudo, esconder minhas coisas, e destruir todas as evidencias de que existo. Digo que ficarei fora por alguns dias, mas vou voltar para explicar melhoro que está acontecendo. Que nesse meio tempo ela deve arrumar um casa mais discreta, e que não haja nenhuma ligação comigo. Que prepare tudo, com meu bunker e sistemas de segurança adequados. E que contrate uma nova equipe de seguranças, a antiga deve ser dispensada.

  Vou até a fazenda Rockfeller à pé.
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Qui Jul 19, 2018 9:56 pm

Mortis

ps 11/11
fv 05/05
v   ok

Mortis não tinha gostado da ideia de fazer dupla com Quaresma. A fama de seu novo "parceiro" o precedia e se tinha uma coisa que o lasombra repudiava era esse tipo de postura seja ela de quem for. O sombrio escutava cada palavra que saía da boca venenosa do toreador e num esforço "hérculo" se contia para não dar cabo da existência de Quaresma ali mesmo. Mas de graça com certeza aquilo não iria sair totalmente. O vampiro manipulava as sombras para criar três tentáculos que agarravam Quaresma. O primeiro lhe agarrava o braço esquerdo e num arranque já afetava o equilíbrio do toreador, o segundo se enrolava no outro braço e não fazia tanta força como o primeiro, mas era difícil para Quaresma se manter de pé. Mas quando o terceiro tentáculo surgia e enrolava o pescoço do toreador ele perdia suas forças e era puxado bruscamente para o chão onde sua face batia com violência em uma poça de água.

--Seu verme insolente, da próxima vez que ousar questionár minha lealdade ou meu trabalho para nosso ductos, para o bando ou para nossa seita, por Caim, lhe arranco essa sua língua afiada e enfiou no seu rabo, está claro?

Sem muita reação, Quaresma tentava conter o seu ódio por estar sendo humilhado por um igual perante o seu superior. Ele simplesmente fechava seus olhos e optava pelo silêncio. Mas Mortis insistia na demonstração de superioridade, e continuava a se impor de maneira intimidadora para o toreador.

-- E já vou lhe avisando, se você com essa sua língua grande comprometer a missão ou o disfarce só o que voltará para o nosso ductos será sua cabeça seu verme!

Naquele momento Lúcio intervia pelo toreador e pelo "bem" do bando e do plano...

Lúcio - Solte-o, eu já disse que não quero desavenças interna. Estou pouco me lixando para suas diferenças, mas não admitirei que vocês coloquem o sucesso do plano em risco só para mostrar quem tem o pau maior. Parem já com isso e se recomponham imediatamente.

Os tentáculos desapareciam de acordo com a vontade de Mortis, ou seja de maneira lenta, pois o seu desejo verdadeiro era arrancar a cabeça de Quaresma ali mesmo naquele momento. O toreador se levantava, passava as mãos no rosto e olhava para Mortis com um olhar diferente daquele debochado de outrora. Desta vez, seu olhar era tão frio quanto aquela noite e mesmo que Mortis não pudesse admitir, mas ele sentia o peso do olhar de Quaresma sobre si. Porém, Quaresma não disse nada, logo não poderia ser acusado de nada, e Mortis sabia que uma reação adversa seria redundante e arriscada a perda de credibilidade.

-- Perdão senhor pelas maneiras, mas voltando ao assunto, estive fazendo uma análise de toda a situação, percebi que Foster anda bem insatisfeito com a situação atual da cidade, talvez até mesmo com o principezinho, vejo uma oportunidade nele talvez com uma motivação certa podemos usá-lo ou até mesmo como Bode expiatório, estou Junto informações sobre o mesmo para tal feito, o Sr. teria alguma informação que poderia ser útil?

Mortis mudava totalmente o assunto, e essa nova informção agradava o Ductus a um ponto de brotar um sorriso em sua face.
a
Lúcio - Excelente! Veja Quaresma, nosso guerreiro infiltrado não está apenas coçando o saco como vaga a ideia pelas cabeças do bando. Isso não é ótimo? - Quaresma apenas confirmava com a cabeça, seu olhar estava distante. - Infelizmente eu não sei muita coisa sobre o Xerife, só sei que seria uma ótima aquisição para o nosso bando. Porém, tenha cuidado Crowley, sabe que está se metendo com gente poderosa, não vacile. Mas se o bicho pegar, não esqueça que você tem um bando, e não hesite em nos chamar. - Crowley, mesmo que relutante, percebia sinceridade nas palavras do seu ductus.

O encontro era encerrado e Lúcio sem muita cerimônia partia do local com a ressalva irônica para que os dois não se matassem ali mesmo. Mortis tirava um dinheiro da carteira e oferecia a Quaresma para que ele comprasse roupas mais apropriadas. Sem esboçar reações adversa, o toreador pegava o dinheiro e escutava as observações e orientações calado. Assim que Mortis se retirava do local, Quaresma amassava as notas e as deixava cair no chão...

No caminho para a funerária, Mortis ligava para Mackenzie, que sem demora o atendia:

Mackenzie - Fala Mortis...
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Qui Jul 19, 2018 10:13 pm

Saron

ps 14/15
fv 05/05
v   ok

Saron se sentia puto com a resistência do senescal, e movido por esse sentimento ele não poupava palavras e rasgava o verbo com Mackenzie. Um silêncio tomava conta da ligação por alguns segundos, quando surpreendentemente o senescal confirmava com um "ok" seco e deligava o telefone logo depois. Saron caminhava até a cafeteria sugerida por ele mesmo e se sentava em uma mesa de canto com assentos vermelhos na forma de L, bastante confortáveis. Uma garçonete vem até a mesa e anota o pedido do imortal, duas bebidas... O local não era muito grande. Um balcão extenso perpendicular a porta de entrada, que era de vidro e sustentava uma singela plaquinha de aberto. O movimento era razoável e as conversas dos mortais se misturavam nos ouvidos de Saron. Pessoas felizes, acompanhadas ou sozinhas compunham aquele cenário acolhedor. Enormes janelas permitiam a visão entre quem estava fora e dentro do café.

Enquanto apreciava o local sem saber se Mackenzie viria ou não, o sino da porta alertava um novo cliente entrando. Saron olhava e constatava que se tratava do senescal. Mackenzie atravessava o corredor até a mesa e estranhamente as pessoas se afastavam dele, mas não implicitamente, elas se moviam de forma inconsciente.

O figurão chegava até a mesa e se sentava a frente de Saron...

Mackenzie - Aqui estou Saron, diga-me, o que tem de tão importante para compartilhar conosco? - Antes que a conversa pudesse começar, a garçonete voltava a mesa com dois drinks sobre uma bandeja metálica. Ela desejava boa noite para o senescal, que retribuía a gentileza. Então ela colocava os dois copos sobre a mesa e saía com um belo sorriso no rosto voltado para Saron. - Pode falar agora! - Dizia o senescal, mas não de forma autoritária, pelo contrário, Saron podia sentir até uma pitada de carisma no tom de voz do senescal.
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Re: The Red Race

Mensagem por Crowley em Qui Jul 19, 2018 11:04 pm

Antony jogava o infeliz do Toreador contra o chão e o som de seu rosto chocando contrato aquela poça imunda era músicas para o ouvido do lasombra, mas o mesmo era repreendido por seu ductos, mas Antony já sabia que isso iria acontecer mas tinha um A’s na manga, ele pedia perdão a seu ductos e lhe dava informações substâncias sobre um possível alistamento breve do xerife e nesse momento Lucius solta um pequeno sorriso de felicidade, então lucius dava uma trava no Quaresma, e quase dizendo ao mesmo para aprender com o guardião.

“ Agora o recado foi dado pra esse Toreador arrogante, se está achando que todos são obrigados a aceitar o veneno que expele”

Então lucius prossegue e ele orienta o sombrio sobre os perigos já que esses membros são realmente poderosos, e diz para o sombrio se lembra que ele têm um bando e que não hesite em contatar caso desse merda.
Mesmo o sombrio sentido seriedade em tais palavras sabia que essa era uma mensagem subliminar, fazendo o sombrio lembra de que lado ele estava e de que seita pertencia…

Então lucius se retirava, o sombrio lembrava que Quaresma havia pego o dinheiro mas assim que o ductos saiu ele amassava o mesmo e Antony se lembra do olhar que o “Toreca” lhe lansava após ter saido humilhado

“ É melhor que me odei do que achar que pode vir falar suas merdas sobre minha pessoa”

O Guardião sabia que o caminho que tomava momento atrás era uma faca de dois gumes, mas acredidava que assim fosse melhor já que não corria o risco desse infeliz expelir seu veneno  momentos que poderiam comprometer toda a empreitada.

Após entrar no Carro ele ligava para Mackenzie o mesmo atendia rapidamente…

-- Boa noite SR.!
Precisamos nos falar, onde podemos nos encontrar em 1hs?


O sombrio não queira tratar sobre esses assuntos por telefone, não sabia até aonde essas linhas eram seguras, então ao chegar na funerária ele ia para seu escritório onde tinha deixado seu Lacaio.

--Então Ivan, temos algo?
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Sex Jul 20, 2018 8:42 pm

Bryan

ps 06/10
fv 05/05
v   ok

Bryan ligava para seu segurança encarregado com a missão de descobrir a localização do esconderijo dos bandidos que roubaram Epona de suas mãos. Ao atender, o rapaz era orientado a passar a localização via aplicativo e depois para deixar o cão no canil e tirar uma folga. Assim que Bryan desligava o telefone, o aparelho vibrava com a localização solicitada pelo gangrel. resolvido isso, Bryan se dedicava a outra preocupação que tomava conta de seus pensamentos naquele momento.

O ganrel digitava o numero de seu mentor e colocava para chamar, o mesmo atendia e o gangrel contava sobre Eliot e tudo o que estava acontecendo. Seu mentor escutava atentamente toda a história e depois confortava a alma do gangrel dizendo que Eliot é um velho amigo a quem ele estava cobrando um favor, mas que não abusasse pois Eliot não era conhecido por ser paciente, e que ele seria de confiança. Seu mentor também o orientava para que o gangrel fosse mais cuidadoso em suas ações.

Ainda tinha uma ultima ligação naquele momento a ser feita. Bryan ligava para Holly, e assim como fez com o segurança, ele passava uma série de orientações para que a mesma cumprisse. Holly sabia que o momento era delicado e sabia também que Bryan era um homem bastante inteligente e com certeza sabia o que estava fazendo. Holly não questionava em momento algum o seu sire em relação ao seu plano, mas Holly era uma carniçal, e a unica preocupação dela era quando ela teria mais uma porção da vitae do gangrel. Ela pedia para que ele não desaparecesse e além disso, não demorasse para procura-la. Esse era o único pedido dela...

Pronto, todas as ligações foram realizadas, agora era hora de deixar a atual vida para trás e seguir rumo a uma segunda chance. O medo da incerteza foi totalmente sanado pelas palavras de seu mentor, e assim Bryan seguia a pé até o local de encontro marcado por Eliot Foster. Demorava um pouco, mas ao longe, Bryan podia ver um carro parado embaixo de uma árvore com as luzes acesas. ao se aproximar, Bryan constatava ser Eliot. Assim que avistava o gangrel, Foster dizia com sua voz grave como um trovão em meio a uma tempestade.

Foster - Vamos até o local onde você viu o tal ser matar a primigênie do clã nosferatu. Quero que me mostre a cena do crime.
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Cafeteria - Mckenzie

Mensagem por Titojam em Sex Jul 20, 2018 10:26 pm

Tudo caminhava bem e tranquilo, lembrava o velho tempo de paz quando ainda mortal. O cheiro e o aroma do café conquistava qualquer um apaixonado por cafe e esse era o preço pago por tornar se imortal. Saron sentia falta desses momentos, mas nao mergulhava em sofrimentos, abia que tudo na vida era passageiro e inclusive o mau humor.

Falando em mau humor, parecia energia negativa e logo surge o adorado senescal e prepotente por si só. Sem perder a elegancia, Saron lhe cumprimenta e sem bajulaçoes, ignorando o mau humor e postura.

_Saron: aconteceu alguma coisa com voce? Pareça que algo lhe aflingiu ou alguem te aborreceu. Se precisar de ajuda senhor..._

Saron demonstrou que estava a disposiçao, mas no fundo sabia que o senescal nao era sujeito de desabafar e muito menos com o jovem neofito toreador. Em seguida, nao testando os limites e a paciencia da autoridade, entra no assunto

_Saron: tenho informaçoes importantes referente a capela tremere e custaria minha cabeça penso eu, mas ja assegurei uma carta muito bem elaborada e escrita para ser entregue a uma pessoa da minha confiança_

Nesse momento o toreador busca analisar e analisar e comportamento do senenscal. Qualquer sinal estranho ou suspeito, era motivo de cuidar com o mesmo. Prosseguindo a conversa..

_Saron: irei compartilhar com voce, nao precisa julgar perda de tempo vir a mim, mas gostaria sinceramente de ouvir sua opiniao sobre o ocorrido. Sua resposta é importante, lembre se disso_

Saron sabia lidar socialmente, era toreador, destinado lidar com as situaçoes sociais, mas sabia que o ventrue tinha autoridade e poder na camarilla, somente! Saron pensava: o poder dele é na camarilla e nao nele (Saron)

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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Dom Jul 22, 2018 10:23 am

Crowley

ps 11/11
fv 05/05
v   ok

Crowley acreditava ter realizado um bom encontro. Mesmo com a surpresa de agora ter que aturar um parceiro arrogante, o lasombra com certeza se impunha e mostrava quem mandava ali, se sobre saindo a adversidade imposta por seu ductus. Crowley deixava o local e entre um beco e outro, ele matava a sua identidade original, vestindo o seu novo personagem, Mortis. Agora sim ele poderia transitar tranquilamente sobre as ruas de Detrtoit.

Caminhava até o seu carro que tinha deixado estacionado a poucos metros do ponto de encontro. Dois garotos provavelmente de rua admiravam o veículo do imortal, Aquele carrão não era comum de estar na periferia de Detroit. Um deles estava ate mesmo com as duas mãos formando uma espécie de aba sobre a testa e encostado no vidro. Estratégia muito utilizada de dia, para inibir a claridade do sol. Mas logo os dois eram espantados pelo barulho que o carro fazia ao destravado pela chave de Crowley.

-- Boa noite SR.!
Precisamos nos falar, onde podemos nos encontrar em 1hs?

- Dizia Crowley ao telefone com o senescal, enquanto dirigia para a funerária.

Mackenzie - Boa noite. Pode me encontrar em minha cobertura, estou resolvendo um assunto, mas creio não demandar muito tempo... - Crowley era privilegiado, pois não era qualquer um que o senescal recebia em seu refúgio.

Chegando a funerária, o lasombra se dirigia direto para o escritório. Lá ele encontrava Ivan, que parecia estar ocupado em um computador.

--Então Ivan, temos algo?

Ivan - Nossa.. eu nem percebi a sua entrada. Estava tão concentrado aqui... (risos) - Dizia o carniçal ao ser surpreendido pelo lasombra. - Na verdade senhor, em uma busca superficial feita pela internet, eu não consegui encontrar nada sobre Eliot Foster. Terei que fazer serviço de campo, e isso demanda tempo, o senhor bem sabe. Mas diferente disso, chegou um homem aqui a pouco, dizendo ser seu parceiro. Pedi para que ele esperasse no hall, mas parece que ele está bem a vontade, veja o senhor mesmo. - Ivan virava a tela do monitor num ângulo de visualização do lasombra.

A tela estava mostrando as filmagens em tempo real do circuito de segurança. Nas filmagens, Crowley via Quaresma em uma sala que tinha atrás do balcão com Katy e Serena. O toreador estava sentado sobre a mesa, as duas mulheres estava a sua frente, uma do lado da outra. Todos riam e trocavam carícias...

Ivan - Confesso que fiquei bastante perplexo senhor, mas não consegui fazer nada. De alguma maneira ele me inibiu... sinto-me envergonhado por isso senhor, peço desculpas.
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Dom Jul 22, 2018 10:45 am

Saron

ps 14/15
fv 05/05
v   ok

aconteceu alguma coisa com voce? Pareça que algo lhe aflingiu ou alguem te aborreceu. Se precisar de ajuda senhor...

Mackenzie - De maneira alguma. Pelo contrário, está tudo bem, mas agradeço a sua preocupação.

tenho informações importantes referente a capela tremere e custaria minha cabeça penso eu, mas já assegurei uma carta muito bem elaborada e escrita para ser entregue a uma pessoa da minha confiança

Mackenzie - Se a carta ainda estar por ser entregue, e se o senhor não confia totalmente em minha pessoa a ponto de fazer essa ressalva de segurança. Não entendo o por que me chamaste aqui Saron. - Mackenzie pegava a xícara e cheirava o conteúdo antes de beber. Saron era relativamente jovem, e ficava pouco perplexo com o fato de um vampiro ingerir bebidas de humano.

irei compartilhar com voce, nao precisa julgar perda de tempo vir a mim, mas gostaria sinceramente de ouvir sua opiniao sobre o ocorrido. Sua resposta é importante, lembre se disso

Mackenzie - Bom... apenas poderei opinar depois que ouvir o que tem a dizer, como poderei falar do que não sei? - Nesse momento uma risada entre alta e discreta escapava do senescal. - Mas confesso que estou ansioso para ouvir o que tem a dizer, pode começar quando quiser! - Agora, apenas um sorriso mudo e mais um gole no café... - Humm não sabia que o café daqui era tão saboroso... deveria experimentar Saron...

Antes que Saron pudesse prosseguir, o telefone do senescal tocava, o mesmo pedia licença para atender a ligação...

Mackenzie - Boa noite. Pode me encontrar em minha cobertura, estou resolvendo um assunto, mas creio não demandar muito tempo...

A ligação era breve, e então Mackenzie voltava sua atenção para o toreador a sua frente, e com o olhar e arquear das sombracelhas ele pedia em gestos como quem tem pressa, para que Saron prosseguisse enquanto levava novamente a xícara a sua boca. Mas tomava cuidado para não parecer indelicado com Saron.
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Re: The Red Race

Mensagem por Titojam em Seg Jul 23, 2018 10:59 pm

Se Mckenzie procurava irritar ou criar inimizades, chegou a tal ponto e o toreador percebeu nos detalhes.

Mackenzie - Se a carta ainda estar por ser entregue, e se o senhor não confia totalmente em minha pessoa a ponto de fazer essa ressalva de segurança. Não entendo o por que me chamaste aqui Saron.

Nada falou e muito menos demonstrou, somente olhou e pensou: como és um senescal? Politica aposto.

Mackenzie - Bom... apenas poderei opinar depois que ouvir o que tem a dizer, como poderei falar do que não sei?

Num tom deboche, logo Saron respondeu seco

_Saron: confiar? Desde quando se voce nao se mostra capaz de me conquistar para seu lado?_

Levantando da mesa, sem falar alto porem firme e olhando nos olhos

_Saron: "Meu amigo" dessa mente e corpo, so arranca minhas informaçoes se de outra maneira. Gostaria de colaborar, mas esse trabalho é seu, mas para nao dizer que perdesse tempo.. So digo uma coisa: o local nao esta totalmente limpo e debaixo desse tapete muitas coisas se descobre, é so procurar_

Saindo da cadeira e mesa

_Saron: como disse "meu amigo", em breve saberemos o que houve e espero soluçoes ou sabemos o que sera. Por favor, sou jovem e nao sou tolo em te ameaçar, mas sei muito bem ate onde posso ir e vir. Um abraço e obrigado pelo café. Foi um bom motivo para me deixar de mau humor!_

Essa ultima frase foi a jogada do toreador em expor o descontentamento e desconfiança no senescal. Saron queria que o mesmo explodisse, ralasse e que a verdade viesse a tona. Os argumentos pioraram quando o ventrue debochou com sua sombrancelha.

No balcao Saron paga, segue a rua num ritmo apressado para pegar um onibus, pois sabia que o ventrue nao sairia contente e o toreador nao queria pensar em besteiras.

Andar sem rumo era o objetivo para esfriar a cabeça

Titojam

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Re: The Red Race

Mensagem por Crowley em Qua Jul 25, 2018 6:31 pm

Antony voltava a “vestir” seu novo eu, o Sr. Mortis, no caminho para o carro pode ver ao chegar  dois garotos de provavelmente de rua, mas os garotos se assustam no momento que Mortis destrava o alarme e se preparavam para corre mais Antony os chamam…

-- Ei garotos!
Não tenham medo, voltem aqui, querem ganhar um trocado?


O sombrio tentava atiçar o interesse dos dois garotos falando de grana, afinal nesse local quem não gostaria??

Off: caso os garotos não voltem favor desconsiderar essa pequena parte e continuar até o momento que ligo para Mackenzie!

Opcional:
Assim que os garotos retornam ele diz;
-- Me diga,vocês estão afinal de ganhar um trocado?
--Mas antes quero saber o nome de vocês e onde moram e com quem moram?


“ As vezes é bom ter uns passarinhos espalhados pela cidade”

Então caso os meninos não fossem  a moradores  de rua Mortis iria entrar no carro mas caso os garotos fossem moradores de rua iria prosseguir, e iria reperia a pergunta, então metia a mão no bolso interno do seu palitor e retirava duas notas de $20,00 e estendia a cada um e dizia…

-- De onde vem essa grana poderia vir mais, caso tenham interesse.
Não se preocupem vocês vão apenas destruir folhetos, amanhã às 19hs aparecam na funerária do senhor Mortis que darei mais detalhes. -
então o sombrio entrava no carro…

Antony falava com Mackenzie, como sempre muito bem receptivo então ambos combinavam o encontro que seria em seu próprio refúgio, Mortis chegava até a funerária e entrava sem fazer barulho e  acabava dando um pequeno susto em seu Lacaio que não percebeu sua entrada e ficava sem graça quanto a isso!

-- Relaxa Ivan, mas isso é algo que não deveria acontecer amigo, acho que está ficando enferrujado com as tarefas que tenho lhe arranjado meu amigo- um pequeno riso sai da face do Mortis, sua relação com seu cervo não era apenas de uma submissão e sim uma parceria, afinal seu carniçal já mostrou ser bem leal ( cosia que o lanço de sangue faz com eficiência).

Então Ivan continua, dizendo que não encontrou nada pela sua pesquisa superficial pela internet e que teria que fazer esse trabalho no campo, mas logo em seguida ele também o informa de uma vista, e não final era o infelizmente do Quaresma, o filho da puta estava enfeitiçado seu gado conforme pode ver pelo vídeo só circuito interno que Ivan lhe mostrava…

--Bom, vamos lher dar com um problema de cada vez, vamos lá!
--1° você-
dizia ele apontando para o Ivan.
--Você não vai ao campo despreparado, Foster é o xerife cidade, concerteza deve ser um cara muito perigoso, então é melhor ir de barriga cheia… - Mortis desenbanha sua katana de sua bengala o suficiente para fazer um pequeno côrte nas cotas de sua mão e a estende para seu cervo e diz…
-- Vamos, beba!- (01 ponto de sangue)
Após alentar seu carniçal ele continua;

--Preciso que fique bem atento e não tente nada a não ser fugir e me ligar caso aconteça alguma merda, ou claro me ligar se tiver algo muito importante, mas cuidado, não sei até onde essas linhas são confidenciais…

Então enquanto falava o sombrio ia até às suas bebidas, e falando ele começava a guardar suas garrafas deixando apenas a mais precisos de todas, e e segida ele fazia um pequeno corte eu seu dedo e pingava algumas gosta gostas dentro da garganta, assim em seguida ele lambia suas duas férias da mão para a sacatrizar e balançava a garrafa em um movemos rotatória para misturar seu sangue a bebida e a limpava para não ter qualquer evidência e continuava a falar;

Opcional :
--2°, amanhã, talvez dois meninos de rua venha até aqui, não os espartem, leveos para para a entrada dos fundos, então caso não esteja aqui lhe deem alguns planfetos que estão lá dentro e useos na sua empreitada para vigiar Foster, é sempre bom ter uns pardais pela cidade…

Ele deixava bem claro suas intenções e prosseguia…

-- E por último e não menos importante, não precisa se preocupar a respeito desse homem que chegou, mas preciso de um favor antes de ir fazer o que planejou, arrume um terno que caiba mais ou menos nesse nesse meu amigo que chegou, mas as deixei encima do capul do meu carro que está lá na garagem, agora pode ir!

Mortis liberava seu carniçal, e em seguida ia até o cômodo que estava Quaresma, chegado lá!!

--Boa noite meninas!
Me desculpem estraga a conversa de vocês, mas vou precisar roubar rapidinho o meu amigo de vocês, ele já volta, com licença e continuem se divertindo…


Mortis com as mãos no bolso acenava com a cabeça chamado Quaresma para que o siga. Então Antony o leva para sua sala, os dois entram e ele fecha a porta, e em seguida ele retira a mão do bolso e com educação apontava para a poltrona frete a mesa e dizia

-- Por favor, sente-se!

Então ele dava a volta a mesa e se sentava frente ao Quaresma, então com os cotovelos apoiando sobre a mesa e com as mãos juntas próximas ao queixo ele dizia…

-- Bom, vejo que começamos com o pé esquerdo essa noite, por isso gostaria de lhe pedir sinceras desculpas pela minha reação perante suas palavras, sabe como é ex-militar, muitas faz vezes somos pavio curto- Antony tentava apaisaguar as coisas com Quaresma…
-- Mas agora vamos direto ao assunto, quando lhe pedi para vestir outras roupas não era um insulto ao seu estilo, mas como esse trabalho é de disfarçe preciso que apenas interprete um papel, assim vamos poder está nos locais juntos sem chamar atenção e com poucas perguntas sobre, já que esse povo é muito fofoqueiro.

O sombrio estava sendo sinceros em suas palavras, não havia mentiras saindo, apenas usavam suas especialidades de argumentor com questões bem convincente (manipulação), para convencer seu aliado de bando a colaborar.

Então em seguida ele se levanta e estende sua mão direto para comprimentar e diz -- Estamos entendidos?

Off;Caso a resposta seja negativa favor considerar a pequena ação abaixo.

Opcional :
-- Calma, precisamos pensar, na seita e no bando antes de tudo,  isso é muito maior do que eu e você- o sombrio diza tais palavras enquanto ia até a mesa de bebidas, pegava dois copos, então se sentava na mesa, colocava os dois copos sobre a mesma e cervia uma pequena dose para ambos e dizia estendendo um copo para o Quaresma e então estava prestes a beber o seu é dizia…

-- Tome, esfriemos nossas ânimos e realizaremos essa parceria em nome da seita e do bando!

Após o bate papo Mortis levava  Quaresma até a garagem, lá pegava a roupa que seu Lacaio tinha separado e dava para Quaresma vestir e logo em seguida sem muda demora ambos partiam para o encontro com Mackenzie.

No caminho o sombrio explicava um pouco sobre a dupla identidade…

-- Então tem um nome em mente?
Vamos precisar de algo, Mackenzie não fará muita perguntas mas, precisamos ter algo superficialmente em mente pra caso de outros membros curiosos…


O sombrio queria se preparar e ajudar seu alido de bando a montar um pequeno papel com poucas falas antes de chegarem até Mackenzie.
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Re: The Red Race

Mensagem por Han em Qui Jul 26, 2018 8:45 pm

Saron

ps 14/15
fv 05/05
v   ok

Saron ficava bastante chateado com o aparente descaso do senescal, talvez o toreador tenha esperado uma atitude diferente do ventrue. Por outro lado, Mackenzie não foi desinteressado propriamente dito, uma conclusão para aquele início seria dizer que apenas começaram com o "pé esquerdo". Após duras respostas derivadas de uma interpretação equívoca de Saron, o mesmo se levantava sem perder a elegância e se despedia do senescal se dirigindo até o balcão. Mackenzie não esboçava nenhuma reação, nem mesmo adversa a atitude do toreador.

Saron pagava a menina do balcão e logo depois se dirigia até a porta da cafeteria para sair do estabelecimento, porém, o vampiro era impedido por dois prováveis seguranças pessoais de Charlie Mackenzie. Mas não de maneira rude, os dois apenas bloqueavam a passagem impedindo Saron de prosseguir em seu caminho. Naquele momento, Mackenzie se levantava e num tom de voz firme ele falava em alto e bom som para que todos ali presente saíssem do local imediatamente. Surpreendentemente, todos ali se levantavam e saiam sem protestar. Os clientes, que naquela hora eram bem poucos, iam para fora. Os funcionários, entravam em uma porta atrás do balcão e a fechava. Agora restava apenas Mackenzie, Saron e os seguranças.

O senescal caminhava sem pressa até Saron, e serenamente dizia para o toreador:

Mackenzie - Talvez você tenha me interpretado errado Saron. Nunca foi minha intenção menosprezar sua pessoa. Peço desculpas se de alguma maneira eu lhe ofendi. Talvez as atividades noturnas em que me empenho, tenham me deixado aparentemente antipáticos. Você tem razão quando disse que tenho outros meios de arrancar suas informações, mas não preciso usar isso em você, estamos do mesmo lado, deixemos estes artifícios para os inimigos não é mesmo? - Mackenzie dizia as palavras com um sorriso acolhedor em sua face. - Gostaria que me desse uma segunda chance, sente-se comigo novamente, tenho um enorme interesse no que tem a dizer. Somos poucos aqui em Detroit Saron, temos que ser unidos. Não é mesmo?
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Han

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