O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Sex Jun 29, 2018 5:10 pm

Tão rápido ? Será assim ? Não consigo imaginar se eles estão se fingindo de ingênuos ou eles possuem tamanha confiança em acreditarem ser superiores a mim. Ambos espelham seus segredos, transparentes feito a água de outrora, não parecem preocupados comigo ou com Alessa, uma mortal como ela deveria ser poupada de tantas informações, contudo eles não parecem preocupados se ela revelar essas informações que eles conseguiram esconder por tantos séculos. É evidente que eles possuem um plano, Mael citou a alteração de minha memória, ele seria capaz manipular a mente de um malkaviano desta maneira sem que fosse envolvido pela loucura que cerca a minha mente ? Somente quando isso acontecer saberemos.

Resolvi segui-lo então, a rota que ele nos conduziu mais uma vez revelava segredos, Alessa estava cada vez mais envolvida com isso, mas ela mantinha a discrição suficiente para mal ser notada naquele cenário Romeno e barulhento.

Beaumont (Giovanna) : - Quem é o convidado de quem vocês falaram anteriormente ? Estamos reunindo entidades significantes aqui pelo visto. Tenho interesse em conhecer Victor sim e seus novos convidados, posso dizer com certeza que estou me sentindo incrivelmente contente com tudo o que vejo.

Minha vontade era de conhecer Victor e os outros convidados, poderia assim descobrir mais sobre os outros e tentar entender um padrão na mente peculiar desse magnifico ser chamado Mael. Posso dizer que eu consigo entender superficialmente as vontades e ambições de Erwin mas Mael é uma completa incógnita para mim. Porem se eu perceber que Mael realmente quer que eu veja a central de controle eu o sigo, pois quem sabe assim posso entender um pouco mais sobre meu curioso anfitrião.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Seg Jul 02, 2018 2:28 pm

O homem parecia procurar algo na fonte, ele parecia convicto de que havia algo lá. Enquanto isto eu pensava em como abordá-lo....

“- Uma aproximação amistosa? Inventando uma conversa fiada... Ou de imediato uma intervenção agressiva tentando intimidá-lo? Bom... de qualquer forma a abordagem agressiva sempre estará disponível, enquanto a amigável deixará de existir à partir do momento que eu utilizar a segunda.”

Optava por tentar descobrir algo de forma amigável. Mergulhava em um vôo só de ida para o chão, desfazendo as asas e assumindo a forma humana enquanto deixava o manto da ofuscação se desfazer. Enquanto me aproximava pelas costas do sujeito, ainda antes de me fazer ser notado, pensava na minha irmã:

“- O que é que eu estou fazendo aqui? Eu deveria estar protegendo minha irmã neste momento! Mas olha só onde eu vim parar... As coisas tomaram um curso completamente inesperado. Mas eu não tive escolha... há pouco tempo estava ao lado de Roden e as circunstâncias me trouxeram para este grupo... é até engraçado escutar Daniel me falando que eu tinha a opção de recusar entrar para os Badb, que o demônio iria apenas apagar a minha mente e me deixar ir embora... ah, fala sério! Isso é uma piada! É lógico que eu não teria esta opção, ou eu aceitava ou eu seria morto! Não tenho dúvidas nenhuma disso. Agora estou aqui tentando fazer um trabalho sujo para limpar minha barra, sendo que eu nem pedi por esta situação! Que droga! Preciso largar tudo isso e ir embora, ficar ao lado da minha irmã!”

Pensamentos que passavam rápido em minha mente e então eu fazia a abordagem.
- Olá! Eu sei o que você está procurando... Dava um sorrisinho maroto. – Ah, não se assuste com minha cara feia, esse machucado no rosto foi causado em parte por isto que você procura e que eu também estou procurando.
Me aproximava enquanto notava a reação dele e eu me dirigia à fonte, tocando-a com a palma da minha mão como se também quisesse investigá-la, tentando passar a impressão de que eu não era uma ameaça. Em seguida ficava de frente para ele e dizia:
- Prazer, meu nome é Rian, e o seu?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jul 04, 2018 1:39 pm

Luthero Borgia/Beaumont:





Beaumont fica desconfiado com a velocidade com que Mael o "aceita" entre os filhos de Badb. Mesmo assim, o Malkaviano o segue o outro, bem como Erwin, até uma área mais reservada da casa, um ponto de encontro dos Filhos. Erwin é o primeiro a descer as escadas, sendo seguido por Mael. Enquanto descem, o último se põe a responder o questionamento de Beaumon.

- Ah! Nosso convidado... - Mael mostra um sorriso de satisfação. De frente par o Ancião, ele segue descendo as escadas. Certamente ele já fez isso tantas vezes que os degraus são um só com ele. - Vamos dizer que é um como vocês... - Ele faz um leve movimento com a cabeça indicando Beaumont e Erwin. - Assim que ele começou a se aproximar desta cidade nós tivemos a percepção do que ele estava atrás e isso entrou em consonância com algo que nós precisamos. Victor o levou agora para saber se ele ou o outro que estava ao seu lado é mais digno de receber essa missão.

A escada termina e os quatro caminham em direção a uma das mesas. Todos sentam. Alguns minutos se passam. Muitos dos jovens começam a sair para algumas das salas laterais ou sobem as escadas em direção à casa e, certamente, para a rua. Alguns poucos continuam no lugar, bebendo algo.. líquidos com as cores mais diversas. O tal de Victor sai da sala e caminha calmamente em direção aos demais, sem os dois que entraram na sala junto com ele.

- Boa noite senhores. Está chegando a minha hora. - Diz Erwin já se levantando. - Teremos muito o que conversar durante a noite, meu caro. - Diz ele olhando para Beaumont. Victor chega à mesa e Erwin aperta sua mão. - Finalmente estou de volta meu caro. Cuide bem de nosso colega. - O Mago mostra um leve sorriso enquanto olha para o ancião. Em nenhum momento os olhos do Cainita e do Mago se cruzaram.

- Pode deixar, teremos muito o que conversar... - Diz Victor enquanto assume a cadeira onde Erwin estava sentado. Este segue para uma das salas, àquela mais distante do centro do salão. A porta se fecha às suas costas. - Somos todos irmãos aqui. Se lhe trouxeram para nosso salão é porque as conversas estão bastante avançadas. Em que posso ser útil? Ao mesmo tempo... Desculpe-me estou sendo rude. Por favor, faça seus questionamentos antes que eu exponha os meus... ou você prefere um lugar onde possamos conversar à sós?


Imagem - Victor:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jul 04, 2018 3:20 pm

Rian:



Rian desfaz sua transformação enquanto se aproxima do chão. Ainda distante do Alvo, o Gangrel se perde em pensamentos sobre sua irmã, deixada para trás. Aos poucos o Cainita caminha silenciosamente até o homem.

Ao não mais de dois metros do alvo, este olha para trás, na direção do Gangrel, completamente desconfiado. Ele levanta-se e limpa as pernas da calça já se preparando para ir embora, quando Rian começa a falar.

- Eu não sei do que você está falando. - Ele diz já se preparando para seguir na direção do centro da cidade, mas de repente ele para e olha novamente para o Cainita. - Eu já lhe vi antes. Você está me seguindo? - Ele leva a mão direita às costas.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Qua Jul 04, 2018 4:56 pm

Todos pareciam me tratar como uma parte integrante do grupo, acredito que isto seja uma das diretrizes formais dos Filhos de Badb, um sentimento estranho para criaturas tão milenares... Isso certamente serve para inspirar confiança da mesma forma como um laço afetivo familiar, o termo irmão é muito utilizado. Irmão....

Aproveitei para manter a minha postura feminina e madura como performance do papel de Geovanna Felinni. Como eu disse, experimentar a mente e matéria destes corpos por tanto tempo apenas me ajudaram a entender e me familiarizar com a nuanças de ser um ator. Também sorriu para Victor, diferente de Erwin tento fechar a minha visão no olhar de Victor para tentar entender o que ele esconde por trás do espelho de sua alma. As vezes os olhos nos contam seus segredos (Empatia, com o objetivo de tentar entender um pouco a personalidade do novo personagem Victor)

Beaumont (Geovanni) : - Os termos "Coro Celestial" e "Sociedade Leopoldo" possuem algum significado para você ? Sou A Abadessa Geovana Felinni mas como Mael pode saber, esta casca é apenas uma peça de um quebra cabeças maior que define a minha real personalidade. 

Permito abrir espaço para que ele possa pensar e quem sabe até o próprio Mael possa pensar em minhas palavras. Retorno ao dialogo com outro questionamento. 

Beaumont (Geovanni) : - Como pode perceber, sou a representante de Ferrara em nome de Deus e designada pelo Vaticano, sou progênie de Lady do Luar e sim, sou uma criatura das trevas amaldiçoada a vagar pela eternidade nas noites que se seguem. Infelizmente, meu propósito como enviada de Deus para transformar a igreja está sendo interferido pelos alto intitulados "Cavaleiros Templários da nova Era" como eu costumo chama-los particularmente, falar sobre eles seria imensamente interessante para mim. 

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Qua Jul 04, 2018 5:45 pm

- Eu não sei do que você está falando.
"- Ah qual é cara... não dificulta as coisas!"
- Eu já lhe vi antes. Você está me seguindo?
"- Merda!" - Calma! Faço um sinal de pare com a palma da mão esquerda e uma pausa na fala antes de continuar para forçar uma freada em nossos impulsos.
Olho para um lado e para outro como quem observa os arredores antes de contar um segredo para se certificar de que não havia observadores, embora eu acreditava que meus novos "irmãos" estariam nos observando.
- Meu nome é Rian e eu sou um vampiro, que está a serviço de Edimburgo. Os últimos atentados que aconteceram naquela cidade me levou a um certo grupo terrorista e a este local. Bom... Eu achei que cruzando as informações que eu tenho com as suas informações, talvez pudéssemos descobrir algo útil e obtermos algum progresso...Observava a reação do homem..
- Então me diga... Estou certo ou errado sobre isso? "- Por favor me diga que eu esteja certo, senão terei que mudar completamente minha abordagem..."

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Alanmut em Sab Jul 07, 2018 11:02 pm

Concentrado em meu trabalho avalio a possibilidade de aproximação, apuro meus ouvidos para ouvir melhor sobre o que se passa no carro de meu alvo na esperança de ouvir alguma informação útil, seguro o cabo de minha adaga...há conforto e segurança ao fazê lo mesmo que não a use para este momento, tal ato é mais um mantra antes de entrar em ação, aperto firme, sinto como se a sensação de adrenalina percorresse meu corpo, como um ato reflexo sinto minha respiração acelerar...mas recordo que a anos já não preciso de tais ..."costumes" mortais, mas é inevitável, então faço uma rápida prece a Haqin e me esgueiro para frente...silêncio...e dou um leve sorriso de triunfo, não ouço o estalar do graveto que piso...sinto paz na calmaria ao meu redor, e me recordo das diversas reações de vitimas que compartilhei do meu silêncio, alguns mortais levavam as mãos a garganta achando que estavam sufocando...sorrio mais uma vez...e penso, a mente humana realmente nos prega peças, as crias de Kayin...? Entravam em desespero ao perceber que seus pedidos de socorros não seriam atendidos...patéticos, acham que estão no controle da situação, vivem engajados em seus joguinhos de conquistas e manipulações, mas não sabem de nada...volto a minha mente para o que estou fazendo, me concentro, me aproximo mais um pouco e me certifico das condições de meu alvo...

Fuuma Monou escreveu:Andrew Hadd:


Características:

- PS: 13
- FdV: 7
- Vitalidade: Normal


Escondido nas sombras, dentro de uma caverna com uma árvore protegendo a entrada de observadores desavisados, Andrew observa a aproximação de seu alvo. Um outro Cainita, mais um americano atraído pelo Arcebispo Arthur para terras escocesas com a promessa de invasão da capital Edimburgo e controle total do país pelo Sabá. O Assamita havia sido avisado disso ainda nos EUA, quando seu contratante fez a proposta: O outro Cainita com uma estaca fincada no coração, sabendo o que está acontecendo ao seu redor, mas sem conseguir se mover... O carro vai se aproximando, agora ele está a pouco mais de 1 quilometro. Andrew rememora os últimos acontecimentos, desde que ele pisou em solo escocês até aquele momento final. Houve outra possibilidade? Ele deixou o alvo escapar em algum outro momento? Certamente que não. Seria impossível capturá-lo em Glasgow com a enorme quantidade de Vampiros do Sabá da Europa e América na cidade... Mas algo aconteceu... Depois de muito tempo juntando os Cainitas ao seu redor, Arthur finalmente liberou seu exército. Isso foi perfeito para o Assamita, que pôde avaliar seu alvo sem problemas durante alguns dias. Ele certamente estaria sozinho, essa era a forma como ele agia, com confiança excessiva em sua própria força e desconfiando de todos.

O carro está a 500 metros e o lugar onde Andrew se escondeu está a 100 metros da estrada por onde o carro vai passar.
OFF: Fique a vontade para interpretar a situação.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jul 11, 2018 8:03 pm

Luthero Borgia/Beaumont:




Rolagem de dados:

Beaumont: Empatia - 4 sucesso(s)


Com toda a sua percepção sobre o comportamento humano e dos seres com quem conviveu durante os séculos, é fácil para Beaumont perceber alguns detalhes sobre o tal de Victor. Primeiramente, que algo aconteceu na sala e que o deixou com um ar de euforia. Seus olhos brilhavam com uma força aterradora enquanto o Mago se aproximava, fato que ele tentou com bastante sucesso ocultar ao sentar-se na mesa. Misturada a essa euforia havia certa ira em seus olhos, mas que foi se apagando com a aproximação. Contudo, o ponto principal da observação se deu pela percepção de que o Mago tentou olhar para os profundos olhos verdes de Erwin em duas rápidas ocasiões, mas foi o Vampiro quem evitou o contato visual.

Com todos em seus lugares, o Ancião fala sobre seus maiores obstáculos na dominação completa da igreja. Durante as duas pausas, Mael parecia levemente distante, com os olhos fechados e posição relaxada do corpo como um todo. Victor, no entanto, fixava seus olhos nos da Abadessa. Era uma sensação estranha, aqueles olhos presos ao seu, como se ele estivesse tentando retirar a alma do corpo e lê-la por inteiro. Da mesma forma, o Mago não demonstrou nenhum tipo de surpresa ao ouvir que a mulher à sua frente é somente um receptáculo, e somente deixou claro, em palavras diretas e sem dar muita importância:

- Conheço o truque. É bastante útil.

Agora chegava a hora de Victor e Mael falarem. Beaumont havia colocado seu ponto, então uma resposta precisava ser dada pelo outro lado.

- A Sociedade é uma pedra no sapato de todos nós a séculos... - Começa o Mago. - Eles ficaram mais contundentes, mas isso só prova que estão se tornando fracos. Um daqueles que está sob minha tutela conhece um deles... eles foram como pai e filho antes desse garoto ter seus olhos abertos para a realidade e enxergar o mundo como ele realmente é. Isso os afastou um pouco, mas podemos pensar em mandar um grupo capturar o homem e, com o meio certo, arrancamos dele onde encontrar os demais. - Ele olha para Mael que, sorrindo, acena com a cabeça de forma positiva. - Sobre o segundo nome...Ah! Conheço o Coro como qualquer parte de mim mesmo - Victor retira o casaco e desabotoa as mangas da camisa, puxando o tecido para cima e mostrando uma tatuagem. No pulso direito há uma cruz desenhada com um entrelaçado em seu centro, como aqueles encontrados na cruz celta, esferas vão surgindo, seguindo uma linha em direção ao seu peito. No outro braço, há uma medalha, sendo seguida por mais esferas negras até a altura do peito. Ao unir os braços ficou fácil para Beaumont perceber que aquela tatuagem no corpo do homem forma um rosário que se fecha quando Victor sobrepõe seus pulsos. - Na mesma fileira, mas ideia diferentes sobre o mundo me fizeram abandonar o mundo dos Coristas.

- Me diga, meu caro... conseguimos mostrar que estarás bem servido do nosso lado? - Mael pergunta.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jul 11, 2018 11:44 pm

Rian:



Rolagem de dados:

Rian: Percepção - 2 Sucesso(s)

Homem: Fé - 1 Sucesso(s)


Parado a alguns passos de seu alvo, Rian tenta falar com o homem antes que algo mais aconteça. A mão para trás ṕde indicar a presença de uma arma, mas o Gangrel prefere conversar a partir para cima.

O homem escuta sem nada dizer. Contudo, assim que Rian fala sobre sua não-vida a face do homem muda completamente. De desconfiado, o alvo mostra uma ira absurda. Sem deixar que o Cainita termine seu discurso, o homem retira a mão das costas trazendo uma cruz de madeira e apontando diretamente para Rian.

- Criatura das trevas, sinta a presença do Senhor Todo Poderoso. - Aos olhos de Rian o objeto começa a emitir uma luz branca forte. - Os filhos de Deus não serão subjugados pelos filhos do Demônio. Caia diante desta cruz, que representa a nossa salvação, e peça perdão por seus pecados antes que eu lhe envie para os confins do inferno.

Cada vez mais a luz do objeto tornava-se potente. As pernas de Rian não aguentam sua presença. Os olhos queimam. Quando consegue perceber, o Gangrel está correndo desesperadamente de encontro ao bosque que contorna a cidade.


Última edição por Fuuma Monou em Sab Jul 14, 2018 9:58 am, editado 2 vez(es)
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Simon Black em Qui Jul 12, 2018 7:46 pm

Suas forças esvaíam-se a medida em que o combate se intensificava. Teve a certeza de que seria derrotado no instante em que o lobo esquivou-se de seu ataque e se preparou para o bote. Naqueles curtíssimos segundos, viu sua não-vida passar diante de seus olhos. Todas as suas provações, toda sua retidão no cumprimento do dever, toda sua devoção. Era um sobrevivente, mas tinha a certeza de que seu momento havia chegado.

O uivo estridente do lobo maior fez sua atenção e a de seu oponente voltarem-se para ele. De alguma maneira, Leo parecia ter conseguido arrancar-lhe uma das partes do corpo e isso dera um novo alento aos cainitas, ao passo que os lupinos urraram em desespero.

Um sorriso satisfeito e animalesco surgiu em seu rosto ao mesmo tempo em que a esperança retornou. Não era o momento de desânimo nem de abaixar a cabeça. Aquele era o momento de refletir a melhor maneira de escaparem... e, também, de saírem vitoriosos, cumprindo a missão.

Ergueu as garras e encarou o lobo. Enquanto aguardava para ver seus movimentos, usou a potência de seu sangue para tentar curar parte de seus ferimentos.

OFF: Vou gastar 1 PS para curar 1 nível de vitalidade. Se puder, deixarei também ação preparada para contra-atacar o lobo caso ele salte para me dar um novo bote (não sei se é possível fazer isso ao mesmo tempo em que uso o PS para cura).

OFF 2: É possível curar dano agravado com PS? Se for, curarei primeiramente o agravado com a ação acima.

OFF 3: Desculpe a demora. Fiquei sem acesso a internet nas últimas semanas.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jul 15, 2018 12:24 am

Andrew Hadd:


Vendo que o carro de seu alvo se aproxima da armadilha, Andrew utiliza da presença das árvores à sua frente para cada vez mais estar próximo do veículo na hora em que este passar. Aproveitando a cobertura da vegetação, o Assamita se aproxima da estrada sem chamar a atenção de seu alvo. Dez metros são facilmente sobrepujados pelo Cainita, que está constantemente observando o outro. O carro para a não mais de 300 metros. O Vampiro que sai do veículo é alto e musculoso, claramente um fisioculturista durant a vida mortal. Nesse momento, as palavras de seu contratante voltam a mente de Andrew:

- Ele sempre verifica todo seu equipamento pouco antes de chegar no destino. - Os olhos azuis do Contratante se fixam nos de Andrew. Há algo de estranho com eles... parece que ele não tem mais vontade, sua mente e corpo somente continuam a existir, mas sem um motivo. - Ele é um caçador de recompensas, e já matou muitos antes. - Ele se arruma na cadeira. O barulho do couro genuíno é fácil de reconhecer e ecoa pela grande sala onde estão os dois. A casa do Contratante é grande, mas a escuridão e silêncio do lugar mostram uma perda recente. - Ele está indo para a Escócia, preciso que você o traga para mim.

Como o Contratante disse, o alvo está caminhando para o porta-malas, onde ele guardou suas armas antes de partir de Glasgow.

Apesar de possuir uma audição invejável, a distância ainda não permite que Andrew saiba o que está dizendo.

Imagem - Alvo:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jul 22, 2018 8:22 pm

Simon Black:



Características:

- PS: 4
- FdV: 6
- Vitalidade: -2 agravado
- Garras da Besta

Rolagem de dados:

Simon: Coragem - 2 Sucesso(s)

Percebendo que o lobo está com a atenção completamente voltada para o maior animal, Simon concentra-se na potência de seu sangue para restruturar algumas das feridas do seu corpo. Ele tem a sensação dos danos ao seu corpo em recuperação enquanto uma sensação de alívio se espalha pelo seu corpo. Infelizmente, a marca dos dentes do animal serão difíceis de sumir, e o Cainia tem essa noção, contudo, ele precisa voltar para a ação.

Com mente e corpo voltados no processo de cura, o Gangrel não havia percebido que o Lobo havia sumido de seu lado. Ao olhar ao redor, Simon percebe que todos os companheiros prestam atenção no centro da caverna, onde o maior Animal está. Ao olhar para este, o Forasteiro percebe que a pata perdida havia sido restaurada e que os outros animais menores haviam sumido.

A fera uiva e o som é de amedrontar a todos que o escutar, o que pode ter avisado aqueles dentro do castelo. Apesar disso, o Caintia se mantém com a mente focada. Por outro lado, Lunacid se joga no chão com as mãos nos ouvidos e tremendo.

- Ele virá com tudo para cima de nós. - Diz Denver para que todos escutem. - Estejam preparados, nós já vimos como cuidar das crias dele. Se agirmos juntos poderemos continuar com nossa missão.

- Quem ainda está em pé... precisamos atacar e encontrar as partes do corpo dele com estrutura física e evitar as partes de constituição mágica. - Diz Leo.

Imagem - lobo:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Seg Jul 23, 2018 4:53 pm


Com o ingresso de Victor a nossa conversa, o rumo da mesma tomou uma conjectura favorável para mim. Estávamos falando sobre o poder que a humanidade ainda possuía em manter a mente fechada, devido a influencia da temida sociedade que Victor também conhecia como O Coro Celestial, então esse nome não era apenas um desatino para nossa espécie mas sim para Victor, humm... O modo como ele atravessou o espelho da minha alma explica porque Erwin recuou o seu olhar. Me nego a permitir que Victor saiba mais sobre a minha existência do que ao contrário, recuo meu olhar para o centro da mesa, nossa conversa continuará, mas ele não mais terá acesso a minha alma de maneira tão audaz. 

Beaumont (Geovanna) : - Existe uma forma de identifica-los ? Essa tatuagem e obtida por todos eles ?! Minhas visitas ao Vaticano são sempre breves por causa disso. Quero ter um como meu fantoche para espalhar a semente da corrupção entre os cavaleiros da nova era, tenho ânsia por isso. Mas não posso mover minha peça para o ataque antes de conhecer o inimigo. Quero saber como eles se identificam, como posso identifica-los se eu vir um, quero saber se o poder da minha manipulação mental pode afunilar a mente de um membro do Coro Celestial, quero ter um como o meu prisioneiro ! 

Talvez eu tenha me empolgado demais em uma reunião de homens centenários que eu mal conheço, mas Victor era uma peça importante em meu objetivo de aprender com o tal Coro que protege a igreja dos homens. Nunca imaginei que pudesse estar conversando em uma mesma sala com um ex membro do Infame Coro que me impediu por todo esse tempo de trafegar pelos corredores do Vaticano livremente. Olho para Mael com um devido ar de satisfação. 

Beaumont (Geovanna) : - "Até o mais incrédulo dos homens pode desenvolver uma fé irracional" Não seria eu que poderia negar tamanha bondade da parte dos Filhos de Badb. Me invoque sempre que eu for útil a vossas causas. 

Ergo-me em saudação a Mael, um gesto de respeito com uma pitada velada de cinismo já que Mael de fato não é mais próximo de outro senhor da Jyhad em uma diferente visão, mesmo assim Mael conseguiu minha atenção e quem sabe minha devoção. Estamos a um passo do controle total de uma nova era minha querida Lady. Meu próximo passo é capturar um membro da sociedade e do Coro, mas para isso vou precisar indescritivelmente da ajuda de Victor, Mael e Erwin. 

Beaumont (Geovanna) : - Me fale mais sobre o Coro e a Sociedade e como faremos para capturar um representante deles ?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Sex Jul 27, 2018 9:10 am

- Os filhos de Deus não serão subjugados pelos filhos do Demônio. Caia diante desta cruz, que representa a nossa salvação, e peça perdão por seus pecados antes que eu lhe envie para os confins do inferno.
- O que é isso? Aaaaaaaaah!!
Uma luz branca me cegava e quando eu me dava conta já estava correndo para longe dali. Aproveito o momento e de fato pulo para dentro das árvores do bosque, parando atrás de alguma árvore e tentando observar o alvo de longe.
- Mas o que é isso? Eu nunca havia sentido isso antes! Primeiro um anjo caído que diz ter assistido de perto a criação do mundo e agora isso! Um homem que se afirma filho de Deus...
Coçava a cabeça incrédulo no que estava acontecendo.
- Mas que droga, então Deus e o Diabo realmente existem! Aaaaaah! E agora?! Preciso fazer alguma coisa... Melhor observar o alvo de longe e tentar segui-lo sem ser percebido...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Jul 31, 2018 8:46 am

Luthero Borgia/Beaumont:




As emoções de Beaumont começam a transparecer ao ouvir que seu objetivo estava cada vez mais próximo. Ele estava na frente de um ex Corista, assim como havia alguém próximo da Sociedade que possui uma ligação com o Mago. Dois de seus maiores opositores estavam ligados a uma única criatura, e esta parecia estar disposta a colaborar com o Ancião. Isso só vem mostrar a força dos Filhos de Babd e sua influência na sociedade mortal e sobrenatural.

Assim que o Malkaviano consegue deixar os sentimentos abrandarem, ele vê que ambos, Mael e Victor estavam sorrindo, como se os dois estivessem compartilhando a euforia de Beaumont. O Mago volta-se para Alessa, que até aquele momento parecia ter sido completamente esquecida.

- Vá ao bar e nos traga algumas bebidas. Precisamos comemorar esse momento. - Ele volta-se para Beaumont. - E tenho certeza que seu mestre irá querer experimentar essa sensação em seu ápice.

A guarda-costas do Vampiro olha para a Freira esperando a ordem da mulher. Sendo liberada, ela segue até o local. Enquanto esperam pela volta da mesma, Victor fala.

- Uma vez que estamos deixando as emoções falarem mais alto... Preciso dela por um dia. Não mais que isso... - Sua voz está carregada de emoção. - Você me daria esse prazer?

- Senhores.. Senhora... vejo que estão se entendendo. - Ao seguir o olhar de Mael, Beaumont vê que alguém está chamando pelo ser no alto da escada. - Como podem ver, estou sendo requisitado em outros lugares. Assim, precisarei me ausentar por algum tempo. Mas deixe-me lhe perguntar. - Ele volta-se completamente para o Ancião. - O que você fará quando esta casca não mais suportar o peso de estar aqui?

Com a resposta em mãos, Mael sobe a escadaria em caracol e some ao atravessar a porta secreta dentro do guarda-roupas. Assim, ficam na mesa somente Beaumont e Victor, que espera sua resposta. No bar, Alessa recebe as bebidas e, em taças de cristal, leva um líquido azul para a mesa.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Jul 31, 2018 10:06 am

Rian:




Rian não percebia quão longe ele havia corrido até conseguir parar, se esconder atrás da árvores e tentar observar o alvo novamente. Ao prestar atenção, o Gangrel percebe que nem mesmo a fonte está visível daquele lugar. O Cainita se vê em uma parte diferente da pequena cidade, em um local onde não há lojas, somente casas, o bairro residencial.

Rian se perde em seus pensamentos enquanto tenta retornar para o local onde viu seu alvo pela última vez. Cada vez mais o Cainita se vê enfiado em um mundo que não é o seu. Até pouco tempo atrás, o Imortal só conhecia a presença de Vampiros no mundo, agora ele está cercado por Demônios, Lobisomens, seres que conseguem invocar poderes divinos... o que mais há no mundo?

Um som chama a atenção de Rian, que para sua caminhada. Seu alvo não mais está no mesmo lugar. Naquele exato momento, o homem caminha em direção ao outro lado da cidade, em direção às árvores que cobrem aquele lado, portando um celular e fazendo sons estranhos com a boca... como se enviasse um sinal... talvez código morse... Em pouco tempo o Gangrel o perderia de vista novamente, pois falta pouco para o alvo entrar na cobertura das árvores, assim como o Cainita está.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Qua Ago 01, 2018 2:19 pm

Eu estava cada vez mais dentro de uma teia de aranha da qual ficava difícil sair. Tantas coisas já tinham acontecido desde que eu havia chegado àquela parte da Europa... havia descoberto que os vampiros e os lobisomens não eram os únicos seres da noite. E geralmente eu sempre descobria da pior forma possível...

O alvo, por sua vez estava escapando. Antes de entrar nas árvores ele parecia dizer alguma coisa. Numa tentativa desesperada de tentar capturar alguma informação aguçava a audição, somente para tentar compreender o que ele dizia. Em seguida tentava me aproximar o mais rápido possível, sem perdê-lo de vista, ao mesmo tempo em que tentava não ser visto, utilizando os dons da sombra (ofuscação 2).

Tentaria seguir o alvo sem perdê-lo de vista, mas com todo o cuidado que a circunstância permitia. Antes de entrar nas árvores onde ele havia entrado, faço uso dos sentidos aguçados (olfato, audição visão) para tentar perceber se ele não notou minha presença e me espera escondido atrás de algum tronco.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Ago 03, 2018 3:44 pm

Rian:



rolagem de dados:

Rian: Furtividade - 4 Sucesso(s)

Rian: Percepção - 5 Sucesso(s)


Rian vê seu alvo escapando e tenta seguí-lo. O Gangrel faz uso de seus dons para maximizar o poder de seus sentidos e embarca nas trevas da Ofuscação, na esperança de não ser detectado enquanto se move. O som dos passos do homem estão a alguns metros  à frente e não parecem ter percebido a presença de Rian, que continua a perseguição. Por outro lado, nenhum outro som foi em itido pelo Alvo após este ter se enfiado no meio da mata.

Os dois andam por algum tempo. A cidade vai ficando para trás... Rian não consegue ver o Homem com clareza, mas sabe que ele mantém a mesma distância entre os dois. De repente, o som dos passos do cara ficam estranhos, como se ele tivesse entrado em um lugar onde cada pisada no chão ecoasse por paredes grossas e profundas.

Se aproximando com a máxima cautela, Rian percebe que o som dos passos de seu alvo vem de uma caverna com entrada quase invisível... uma pequena rachadura com 1 metro e meio de altura e 40 centímetros de largura em uma área elevada no relevo do lugar. Para que o Gangrel conseguisse passar, ele precisaria ficar de lado e levemente abaixado.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Simon Black em Sex Ago 03, 2018 6:58 pm

- Concordo, Denver... - murmura Simon ante a sugestão dele.

Minutos antes, durante o processo de cura, o cainita ficara por alguns instantes alheio ao que se passava a sua volta. Ao voltar sua atenção para o ambiente em geral, percebera, com um susto, que o lobo próximo a si, assim como os demais, haviam sumido.

Mas restara o maior. E era a ele que agora encarava. Após concordar com as palavras do companheiro, encarou as próprias garras.

- Parece que ele virá nos atacar. Sugiro que esperemos até ele se aproximar para que possamos acertar os pontos não mágicos!

Essa é sua intenção. Aguardaria que ele viesse. Caso essa seja a ação do lobo, irá tentar atacar diretamente com suas garras a parte que via com maior constituição física: o pescoço do lobo.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Sex Ago 03, 2018 10:19 pm


Permiti que Alessa fizesse o que o homem pedia, eu estava sendo educado, afinal eles também me receberam relativamente bem. Em toda essa vida, Lady e eu sempre fomos um tanto paranoicos quando o assunto se refere a alianças com aqueles que não seguem a nossa linhagem, nossos irmãos são conectados todos pela rede mental, mas em contra partida todos os outros filhos de Caim ou não podem ser uma ameaça. 

Porem eu permitir o beneficio de minha confiança com Alessa. Tenho a impressão de que o pedido para que Alessa se afastasse era para que ela não ouvisse o que o homem tem a dizer, mas considerando que os efeitos auspiciosos quase sempre estão ativa, ela poderá ouvir de alguma forma. Ela foi treinada o suficiente para que a guarda nunca seja desprotegida. Foi quando o xeque-mate foi lançado por parte do Magi, é claro que ele queria algo em troca, todos querem. 

Victor:
- Uma vez que estamos deixando as emoções falarem mais alto... Preciso dela por um dia. Não mais que isso... - Você me daria esse prazer?

Aquela pergunta foi capciosa e por mais que me induzisse a dizer diretamente que aceitasse procurei demonstrar o quão valiosa Alessa poderia ser. 

Beaumont(Geovanna) : - Se precisa de uma assassina treinada, forjada pelo exercito de Mussolini com conhecimento tático nas armas contemporâneas e que não sabe nada menos do que a perfeição, poderei sim cede-la, mas saiba que ela é uma das várias faces que eu possuo, certifique-se de não enxertar a mente dela com informações que você não gostaria que eu soubesse, isso poderia ser embaraçoso. 

Sorrio logo após o comentário, um sorriso de deboche, é claro Alessa era muito versátil, se ele prejudica-la terá de arrumar outra incrivelmente competente para me manter atualizado sobre este mundo chamado "século XXI". E foi assim que nossa conversa tomou um novo rumo, Mael parecia que iria nos deixar, primeiro Erwin e agora Mael. Enfim, eu já estava me sentindo íntimo desses nomes de qualquer maneira. Reverenciei o nobre anfitrião arqueando o vestido como uma gentil e educada senhora. 

Mael:
- O que você fará quando esta casca não mais suportar o peso de estar aqui?

Fitei o admirável Mael, aquela criatura parecia ainda ter interesses inacabados a tratar comigo, mas porque ele não disse antes ? Talvez quisesse trata-los comigo sozinho. 

Beaumont(Geovanna) : - Receio que sabe onde me encontrar sr. Mael, vossa senhoria e todos os Filhos de Badb serão bem vindos em minhas terras, tanto em Ferrara quanto as do longo das redondezas de Florença. Peço que use meus "olhos e ouvidos ambulantes" para me manter a par das informações,  Ambos as duas ficarão algum tempo aqui acredito eu. 

Olhei para Victor que demonstrara interesse nas habilidades de Alessa. Sorri, pois essa era a única forma de aparentar que havia terminado de responder a pergunta de Mael, talvez não tenha agradado-o mas a verdade é viajar usando o corpo de Giovanna ou qualquer outro servo sempre me permite estar em mais lugares do que o normal, os olhos são a maior arma que qualquer um pode ter. Dessa forma após reverenciar a saída de Mael, voltei a atenção para Victor, acomodei Alessa desta vez ao meu lado enquanto ela servia como "garçonete" para nós, apesar da bebida ser incrivelmente atrativa com seus tons de azul, não quis tomar. Meu fascínio estava mesmo em descobrir para que proposito Victor desejava Alessa.

Beaumont(Geovanna) : - Então...Você possuí um plano, certo ? Meus ouvidos estão ávidos por saber porque precisa de Alessa. Isso tem algo haver com desvender os segredos do Coro Celestial ? 

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Sex Ago 10, 2018 9:23 am

Rian segue seu alvo de perto, mesmo sem poder vê-lo, guiado pelo som de seus passos. Por sorte, os anos de treinamento de caratê davam a destreza necessária para as passadas na medida certa, sem que ele pudesse ser detectado. A cidade ficava cada vez mais longe e o vampiro agora estava sozinho com seu alvo, pelo menos era o que ele acreditava. Os pensamentos de sua irmã vinham em sua cabeça hora ou outra, a saudade apertava, até que enfim ele nota que os passos do alvo ecoavam de forma bem diferente, então o vampiro se deparava com uma caverna.

"- Uma caverna? Avançar aqui dentro sem ser detectado vai ser muito mais difícil... O que eu devo fazer, minha irmã?"

Sabendo da complicação no interior da caverna, onde qualquer passo em falso poderia revelar sua presença, Rian transforma seu corpo em vapor de névoa, tentando ainda assim manter-se oculto nas sombras da ofuscação. Ele acreditava que seria a melhor forma de infiltrar ali sem ser notado e ao mesmo tempo que não deixaria seu corpo exposto, afinal quem poderia garantir que o alvo não tinha notado o vampiro e entrara na caverna justamente para armar uma cilada?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Ago 12, 2018 11:52 pm

Simon Black:




Logo ao reabrir os olhos, o Cainita percebe que os lobos que atacavam o grupo haviam sumido. De forma impressionante, aquele que parecia ter recebido o maior dano vindo do ataque das feras fora o próprio Simon, com o tórax rasgado pelo animal, um ferimento que certamente demoraria muito para se curar.

Àquele que está mais para um líder do grupo, Denver, pede aos demais que se prontifiquem em atacar o Lobo maior, para onde os outros animais se dirigiram e, magicamente, formaram novamente sua pata perdida.

Com um dos companheiros no chão, o pequeno grupo de Imortais se prepara para o ataque do Animal. Ao ver que um dos Vampiros se joga no chão com o temor causado pelo som potente de seu uivo, o Lobo se joga em um ataque violento contra Lunacid.

Leo e Denver são os primeiros a agir. Com a percepção de que as patas do animal são provavelmente feitas por magia, os dois Cainitas atacam diretamente o focinho do animal assim que este finca as presas no Vampiro caido. Dois sons bem característicos puderam ser percebidos por Simon. A dor do companheiro ao ter seu corpo transpassado pelos dentes da Besta, e o som do próprio animal ao ter recebido os golpes dos dois companheiros de Simon.

Sangue escorre da boca do lobo, o sangue de um companheiro de missão. Ao mesmo tempo, o Gangrel conseguia precisar os ferimentos no rosto do animal causados pelo ataque combinado dos outros Cainitas. Com ódio pelo ataque contra seu companheiro, o vampiro do Hell's Fire salta o mais alto que conseguiu, montando no dorso do animal e socando com toda a força as costas do ser, que sente cada pancada enquanto a força dos golpes joga seu corpo para baixo

Aos poucos as pernas do Animal vão cedendo à força dos golpes. Tudo isso ocorre em poucos instantes, só o tempo de Simon aproximar-se do animal atacar o pescoço do lobo com suas garras. Em um primeiro momento, sua mão atravessa o corpo etéreo do animal, mas ao retornar o braço, suas garras penetram o músculo e ossos que formam a parte inferior da cabeça da fera, que solta um urro de dor e cai no chão pela força do último golpe em suas costas.

Com a cabeça do lobo sangrando, a língua para fora e sem mais se mover, Simon olha para onde está o companheiro de assalto e ainda consegue ver seu corpo se desfazendo em pó.

Ao retornar os olhos ao lobo, o Gangrel vê que somente a cabeça se manétm no chão, enquanto o resto do corpo se desfaz em chamas púrpuras.

Somente o silêncio toma conta da caverna subterrânea por algum tempo...

- Parece que terminamos aqui... - Começa Denver. - Perdemos um companheiro importante em nossa missão, mas temos de continuar. Não sabemos se àqueles que vivem no castelo foram avisados... então precisamos correr.


Última edição por Fuuma Monou em Seg Ago 13, 2018 12:58 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Ago 13, 2018 1:02 am

Luthero Borgia/Beaumont:




Após tanto tempo de entrega, oferecendo soluções para os problemas de Beaumont, pela primeira vez alguém daquele grupo misterioso pede algo. Victor pede que Alessa se afaste e, assim que a humana chega ao bar, ele solta seu pedido, a mulher. Nesse momento Mael deixa claro que ele precisará se afastar dos colegas, mas não sem antes obter a resposta do Ancião.

- Muito bem. Não deixe de me procurar quando estiverem com algo estruturado ou, se não for possível deixar tudo pronto, quando esse corpo não mais aguentar o peso dos séculos armazenado pelo espírito que o possui. - Com essas palavras o ser começa a se afastar. - Acredito que nossos negócios em Edimburgo devem ter chegado ao fim.. então precisarei recepcionar nossos irmãos que se sacrificaram pelo bem dos Filhos. - Antes de ficar de costas para Beaumont e seguir para a escadaria, os olhos de Mael assumem uma coloração vermelho-sangue. A mente de Beaumont não capta nada de diferente, mas o corpo de Geovanna sente algo diferente, uma emoção que o Malkaviano não presenciava a tempos, principalmente em sua escrava do Sangue. Medo.

Apesar de nada de diferente ter ocorrido com o corpo ou a mente da Abadessa, pelo menos nada que o Cainita pudesse perceber, algo ficou diferente, mesmo que só por alguns instantes. Talvez um efeito relacionado à presença da religiosa na frente daquela criatura. Assim que Mael chega às escadas e sobe correndo, sumindo de vista, a sensação se desfaz por completo.

Mas realmente, enquanto Erwin e Victor haviam deixado bem claro o que são dentro do mundo das Trevas, Mael é uma incógnita completa. Nada que o Imortal tentou surtil efeito no ser que chama a si mesmo de Mael. Erwin falara anteriormente que Mael viu o nascer da humanidade...

Alessa se aproxima e Victor espera pela resposta do Caintia.

- Não se preocupe, nada ocorrerá com sua boneca. Não preciso lhe dizer que nunca faria nada contra um de nossos irmãos. E se ela faz parte de algo importante para você, então é sagrada para mim. - Seu sorriso é cativante. Por não estar a olhar pra os olhos do Mago, o Cainita não sabe onde está seu olhar. - Na verdade, o motivo tem e não tem relação com o plano de captura ao mesmo tempo. Ao sondar meu discípulo, percebi que uma das fraquezas do homem que queremos capturar combina perfeitamente com ela... mas ao mesmo tempo preciso dela para algo mais pessoal. Como disse, é algo que não fará nenhuma diferença para ela ou para você, pelo menos a parte que me diz respeito diretamente.

O Magi espera pelas palavras de Beaumont e volta a falar.

- Consigo ter meu discípulo aqui em algumas horas. Quantos você poderia dispor para que possamos capturar o homem?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Ago 13, 2018 2:42 am

Rian:




Do lado de fora da caverna, Rian prepara seu corpo para entrar no lugar sem ser notado. Seu primeiro pensamento se volta para a irmã, que está a milhares que quilômetros, em outro continente. O cainita percebe que a melhor forma de invadir o local é transmutar seu corpo e entrar na surdina. Assim, o Gangrel utiliza os dons do sangue para modificar seu corpo para a forma de núvem.

Aos poucos o som dos passos de seu alvo começam a desaparecer, mas seu corpo modifica-se completamente. Dessa forma, ele entra cada vez mais profundamente na caverna, que torna-se mais e mais escura. Em determinado momento, Rian começa a ver luzes no interior da caverna, além de voltar a escutar sons. Por outro lado, o Gangrel começa a sentir um terror que só havia experimentado com o homem. Apesar de pequena no início, quanto mais o Gangrel segue para interior da caverna, mais a sensação se torna forte, como se uma mão potente o estivesse empurrando para o caminho contrário.

Àquela sensação somava-se o som de gritos de dor. Certamente alguém estava sendo torturado mais à frente.

Sabendo que estava oculto e que precisava descobrir o que estava acontecendo, Rian persiste em seu caminho. Algum tempo se passa, alguns poucos minutos, mas é como se já tivessem passado horas. A força que o Cainita precisava fazer para seguir em linha reta era surpreendente. Os gritos continuavam, um... dois... três... haviam pelo menos quatro pessoas sendo torturadas naquele lugar.

Os gritos tornam-se cada vez mais próximos, até que a poucos metros Rian consegue precisar uma área um pouco mais aberta que o corredor que ele vinha seguindo. Neste lugar, várias cruzes estavam penduradas nas paredes, enquanto homens se aproximavam com chaves philips e furadeiras para enfiar nos olhos de outros que estavam amarrador em quatro cadeiras, todas de costas uma para a outra. de seus olhos, sangue escorria largamente

Observando tudo, estava o seu alvo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Ago 13, 2018 2:44 am

CONTINUA



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