O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Mar 24, 2018 9:05 pm

Luthero Borgia/Beaumont:

Rolagem de dados:

Beaumont: Fascínio - 0 Sucesso(s)



Assim que ouve suas ordens, Alessa afasta-se de Beaumont e segue para o interior do Mosteiro enquanto o Cainita volta-se para o pátio da entrada principal para esperar pela chegada de Erwin, que não deve tardar a chegar. O Malkaviano tem a certeza de que a Guarda seguirá completamente suas ordens, então não se preocupa em dar outras ordens. O tempo passa, e o Invasor da noite passada finalmente chega. Ele abre a porta e adentra no terreno. Seu cabelo fora lavado, ele veste um paletó diferente daquele usado no dia anterior, e em seu rosto há o sorriso de alguém que acabara de ouvir uma piada.

Logo ao se encontrar com o corpo de Geovanna, o Cainita estende a mão para apertar a de Beaumont e escuta o que este fala. Assim como ocorreu na noite anterior, os dons do Ancião não parecem ter efeito sobre o Vampiro.

- Uma mente em vários corpos.. não foi isso que disse? - Em meio a seu sorriso há uma ponta de ironia, facilmente perceptível para alguém que passou a maior parte de sua vida mortal entre nobres. - Contudo falta algo neste corpo que havia naquele da noite anterior... - Ele da dois passos para trás e contempla o corpo de Geovanna. - Mesmo ... a séculos ... livre demais ... receios. - Ele fala essas palavras quase como um sussurro, e assim faltam algumas partes. - Não sinto o cheiro de Bianca. - Ele olha para os lados, como procurando a garota. - Parece que o 'corpo' de ontem aproveitou bem o presente. - Ele volta a olhar para o Ancião. - Está tudo certo para partirmos.. conversei com Mael, ele providenciou passagens para nós. Chegaremos em solo escocês perto no meio da madrugada e um carro estará esperando por nós para levar-nos até o prédio onde nos reunimos. Partimos em uma hora e meia. Está tudo bem para você?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Simon Black em Dom Mar 25, 2018 10:10 pm

Simon ouve atentamente cada uma das palavras que era dita. Analisa qual o melhor caminho a seguir, onde suas habilidades poderiam ser melhor utilizadas. Com certeza, ele não era alguém que ficava para trás, era um sobrevivente, linha de frente. Um verdadeiro soldado de infantaria.

- Eu irei com vocês. Acredito que serei de mais valia na linha de frente... - murmurou encarando aquele que lhe fizera a pergunta.

Em seguida, ajeitou melhor as armas e se preparou para finalmente seguirem em frente.


OFF: Desculpe a demora, correria grande, tempo pouco. Post curto, para dar seguimento na história.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Seg Mar 26, 2018 8:45 am

OFF:
Fumma, cara está tudo bem mesmo, melhoras pra você não se preocupe com as suas postagens na minha cronica ! Very Happy Melhoras !

Manipular a mente de Erwin é como tentar dar murros em pontas de faca, você se machuca, se esforça, mas a que preço ? O vampiro é perfeitamente imune as minhas disciplinas de Presença e Dominação. Isso me faz imaginar que ele já me conhecia de alguma forma e já veio preparado. Eu era estudado, mas porque a mim e não a Lady do Luar ? 

Beaumont (Giovanna) : - "Está tudo bem em partirmos"

Repito suas palavras como um macaco de imitação, enquanto caminho avanço o percursso e ganhando a entrada do convento ao qual eu não deixava por pelo menos 1 século ou talvez mais, o mundo mudou. Depois da evolução industrial ao qual eu apenas vi nos livros a chegada de artefatos eletronicos com certeza ainda é muito complicado para mim, mesmo que Alessa venha me inteirando de tudo o que é novo, celulares, internet e viagens globais. A prática é sem dúvida muito mais assustadora do que a teoria. O Convento de Corpus Domini é longe de tudo que é civilização e fica a pelo menos 140 Km de Milão, um lugar perfeito para se manter discreto, mas isso me deixou longe da civilização e da evolução. Não tinha o costume de ver carros ou evolução das armas de fogo a menos que fosse pelas revistas, a televisão é proibida no convento assm como a internet então eu também nao tenho acesso ao que ocorre no mundo a não ser pelo o que Alessa me informa, sem dúvidas essa viagem eu me sinto muito mais seguro com Alessa ao meu lado...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Qui Mar 29, 2018 2:32 pm

Esgoto. Seu lar. Sua casa. Jack suspira. Era degradante ter que entrar ali para lidar com seus irmãos enquanto Ventrues e Toreadores se glamoriavam em Hotéis e Mansões. O imortal balança a cabeça e continua seu trajeto, depois de tantos anos, encontrar seus irmãos no meio do lixo se tornava algo facil. Quase rotineiro. O esgoto era como o gueto dos Estados Unidos, se você viu um, você viu todos. Jack pisa em algo e amaldiçoa-a a sí mesmo, faz uma prece silenciosa para que não tenha revelado sua presença, afinal de contas, não era todos seus irmãos que eram receptivos com estrangeiros. Alguns gostavam de mostrar poder outros com hábitos ainda mais questionáveis e turvos.

Jack se detém por um segundo. Passos. Barulho. Sons do outro lado do túnel. Jack sorrateiramente caminha para o segundo túnel para verificar do que se tratava. Sacava seu canivete apenas por precaução. As noites estava perigosas e ser atacado no esgoto era a ultima coisa que desejava aquela noite. Tinha um trabalho importante a cumprir.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Mar 30, 2018 7:15 pm

Simon Black:

Rolagem de Dados:

Simon: Percepção - 1 Sucesso(s)


O grupo se divide em dois e dispersa. Simon segue juntamente com a maior parte do bando Hell's fire para o interior da floresta enquanto Camille, John e Raphael continuam próximos da entrada. O Gangrel se vê contornando o castelo dentro do bosque, o que diminui as chances de alguém dentro do pŕedio os ver, mas pouco tempo depois nem mesmo o edifício pode ser visto com facilidade, uma vez que o caminho indicado por Denver e Leo segue por uma depressão que desce de forma a só permitir que o topo do castelo fique visível aos membros da Espada. Mesmo com a abertura entre as árvores, uma organização bem característica das florestas e bosques europeus, em pouco tempo de caminhada não foi mais possível enxergar àqueles que ficaram para trás. O som de água corrente é perceptível, mas em uma velocidade baixa, deixando claro que há uma fonte de água congelando nas proximidades.

- Estamos nos aproximando. - Diz Leo. - Eu vou na frente enquanto você segue logo atrás de mim. - Diz o Cainita para Simon quando os Imortais chegam em algo que parece um buraco no chão. - Pelo que vi por algum tempo só haverá espaço para andarmos em fila e, acredito que tenha sentidos melhores que alguns de nós. Logo após vai Daimon, - Diz ele para o Cainita de cabelos trançados. - seguido por Lunacid e Denver. - Assim era feito e cada um descia pelo buraco, dando espaço para o pŕoximo e entrando em posição.

O túnel tem tamanho suficiente para um homem normal caminhar apertado. O "teto" tem pouco mais de 2 metros, mas as paredes laterais não tem mais de oitenta centímetro entre elas. Raízes aparecem em alguns pontos, mostrando que o túnel foi aberto por mãos humanas e a pouco tempo. Os cinco andam por dois ou três metros quando um barulho chama a atenção do Gangrel, mas não parece chamar atenção dos demais. Embora não consiga distinguir o que está causando o barulho, Simon sabe que há algo poucos metros à frente.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Mar 31, 2018 4:07 pm

Luthero Borgia/Beaumont:


Logo à porta o Vampiro Ancião vê que um SUV de cor vermelho-metálico (um BMW X6) está parado na frente do mosteiro. Erwin caminha em direção a porta do motorista enquanto Alessa aproxima-se do corpo de Geovanna.

- Cumpri suas ordens. Todas estão sabendo de sua viagem, assim como as coloquei para rezar na capela enquanto partirmos. - Sua voz é baixa, para que somente Beaumont escute, embora Erwin já tenha mostrado sentidos extremamente apurados. - Há algo mais que você precisará levar, algo que Eu precise levar ou que não possa estar entre meus pertences? - Nesse momento, o Cainita que abria a porta do carona e esperava por qual das duas figuras entraria por ali fala:

- Seguiremos no meu próprio veículo aéreo, então não precisaremos passar pelas dores de cabeça do aeroporto. Contudo, não aconselho que armas pesadas sejam colocadas na mesa logo em nosso primeiro encontro, você não concorda? - Erwin foca um olhar penetrante nos olhos da Abadessa, ainda segurando a porta aberta do carro.

Assim que tudo fora finalizado e os três estão dentro do carro, o Invasor da partida e a viagem segue por 50 minutos até o aeroporto de Bolonha. O percurso todo é feito em uma linha reta, começando pela cidade de Ferrara, que, embora pequena, é o ponto onde as mãos humanas parecem ter tocado com maior intensidade até chegar ao destino, uma vez que somente algumas minúsculas vilas foram avistadas.

Alessa se manteve quieta, observando tudo o que estava acontecendo... os movimentos do Cainita, o cenário ao redor, nada passava pelos olhos da Guarda-costas sem ser anotado mentalmente. Em contrapartida, Beaumont observava tudo com certa curiosidade. Após tantos anos sem ver o mundo exterior, tudo parecia novidade. Pouco depois que saíram de Ferrara, é Erwin quem quebra o silêncio...

- Ontem você comentou sobre um Matusalém.. o que poderia me dizer sobre ele? Ele deixou algum tipo de conhecimento sobre as eras antigas? Onde está seu criador, talvez???
- Há nítida curiosidade nas perguntas de Erwin.

Assim que chegam no aeroporto, o Cainita deixa o carro próximo da área de pouso, paga os atendentes e tira uma dúvida rápida sobre a forma de chegar ao hangar onde ficam os aviões particulares. Assim que os três vão na direção indicada o Vampiro volta a falar.

- Minha memória sempre foi muito boa, mas sempre me faço de perdido na primeira vez que venho a um lugar.. evita problemas.

Chegando ao jato, o piloto já está com o veículo ligado e esperando, do lado de fora, pela chegada dos tripulantes. Com as portas fechadas, Erwin senta-se em uma das poltronas confortáveis.

- Teremos as próximas duas horas e meia para fazer o que for da vontade de vocês.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Mar 31, 2018 5:02 pm

Jack Hunter:

Rolagem de dados:

Jack: Furtividade - 3 Sucesso(s)


Silencioso como um caçador atrás de sua presa, o Nosferatus caminha sem dificuldades pelo túnel em que ouviu o som. As curvas pelo caminho ajudam Jack a se mover e ver o que está a sua frente sem ser visto com facilidade. Assim ele segue por alguns metros até ouvir o barulho bem mais alto. Com o canivete em sua mão, o Cainita, ainda meio escondido pelo terreno, olha para a fonte do som. Uma criatura com quase dois metros de altura retira um pequeno objeto negro de uma sacola no interior da capa que cobre todo o seu corpo e o coloca em uma rachadura na parede, sendo quase impossível de perceber o objeto. Assim que a criatura deixa a coisa, sua coluna cai um pouco para frente, como se ela estivesse aguentando um grande peso ao levantar-se, e anda um pouco mais à frente, onde repete o processo.
Imagem - Criatura:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Qua Abr 04, 2018 9:10 pm

Aparentemente estava tudo em ordem para a minha partida, deixar Ferrara depois de tanto tempo, séculos ali enclausurado ainda me parecia um tanto difícil. Eu segurei a mão de Alessa com a solidez de uma rocha por fora mas lá no fundo me surgiu uma dúvida se eu já estava pronto para voltar a desbravar o mundo como fiz a quase 200 anos atrás. Eu olhei para Alessa, aquele rosto jovem e enigmático com traços Italianos tão comuns. Com a cabeça eu maneei afirmando que não precisavamos de armas extravagantes, Alessa já usava aquele rifle gigantesco que mesmo em um estojo negro e sutil chamava muito a atenção, não era necessário mais nada, eu apenas levei as estacas comigo caso realmente precisasse diminuir os animos de algum filho de caim no caminho e aproveitei o momento para fitar Erwin que estava a espera de uma resposta.

Beaumont (Giovanna) : - Não usaremos nada do que seja extritamente necessário Sr. Erwin.

Me dirijo a porta dos fundos enquanto aponto para que Alessa vá na frente. Assim poderei ficar a sós com o tão enigmático Erwin respondendo a sua pergunta, com a minha voz rasgada de velha, aquelas cordas vocais já desgastadas pelo tempo mas que maravilhosamente me deixavam contente por vislumbrar momentaneamente o que era ser um velho mortal.

Beaumont (Giovanna) : - Addemar, o ermitão. Um dos primeiros a participar da Camarilla como é o que é hoje, minha participação na vida dele foi breve como o tempo em que este corpo teria se ele não se nutrisse do sangue de um imortal. A vida de Addemar foi uma incognita, estórias diziam que ele já era um iluminado antes mesmo de Lamdiel o encontrar. O ermitão então viajou por toda a Europa e teve apenas 2 proles desde então.

Neste instante eu me perco me lembrando de Lady do Luar me contanto esta história, que apenas ela e o grande estudioso das disciplinas Trimeggian que de fato poderiam dizer mais sobre o Ermitão, eu voltei dos meus pensamentos rapidamente voltando ao assunto.

Beaumont (Giovanna) : - Addemar obteve sua morte final, na França em 1793. Ele levou 48 segundos para queimar por inteiro, enquanto ele era tragado pelo Sol admitiu a Lady do Luar que ela estava certa, que o modo como Lady e eu vivemos nossa existência, longe das amarras da Camarilla era que dava a verdadeira iluminação em nossas mentes. Você vai encontrar mais sobre ele se pesquisar as paginas da história da frança nesta época. A revolução francesa foi tudo graças a ele e sua iluminação, dando aos pobres mortais a chance de abrirem os olhos ao menos uma vez. Sobre Lamdiel eu receio que não tenho muito o que dizer, só posso afirmar que ele foi responsável pelos mais inteligentes academicos da nossa linhagem malkaviana.  Dr. Douglas Netchurch, Dr. Nancy Reage...Entre outros.


Restava apenas aproveitar a conversa e usurfruir do tempo para admirar a viagem, tinhamos um longo caminho pela frente até meu encontro com Mael...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Qui Abr 05, 2018 9:46 am

Em seu habitat, Jack era Deus. Mesmo que outros pontos de vistas ele seja o demônio encarnado dentro do purgatório. Sob o manto das sombras, Jack caminhava lentamente com precaução a não denunciar sua presença novamente. Seus olhos avistam uma criatura enigmatística, distinta e surreal para os esgotos. Talvez comum nos templos antigos em Roma ou qualquer canto do mundo com dogma corrompido com mentiras. Jack não da a minima para a oração dele ou seja lá que voodo era aquilo, se preocupava mais no objeto em suas mãos. Alguma coisa dizia que era importante. Talvez valioso. Valeria a pena arrancar a cabeça da criatura por aquilo ? Jack fica confuso.

Jack se afasta da criatura lentamente. Por mais que quisesse acabar com ele ali e surripiar seu objeto. Jack se detém. A falta de informação o mantem por hora fora de problemas. Mas não deixaria aquilo passar desapercebido. Procuraria um dos ratos ali no esgoto e passando as informações a ele, mandaria vigia-lo. (Animalismo). Assim Jack teria algumas pistas antes de arrancar sua cabeça estupida.

Jack continua seu caminho a procura de algum nosferato no local.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Simon Black em Dom Abr 08, 2018 8:51 pm

A caminhada é longa, eles já não podem mais ver os companheiros que ficara para trás. Num bando de assalto, cada um tem que saber o que tem de bom a oferecer e seguir conforme o planejado para cada um.

Simon concorda com um aceno de cabeças sobre a melhor sequência na fila indiana que eles precisavam fazer e fica em silêncio, deixando seus sentidos se perderem naquele caminho, afinal ele deve ficar atento como um bom batedor seria.

Depois de caminharem mais um tempo num espaço reduzido, ele percebe algo mais a frente. Coloca a mão sobre o ombro de Leo e sussurra baixo, em seu ouvido:

- Ouvi um movimento a frente. Cuidado!

Em seguida, olhou pra trás e colocou um dedo indicador na frente dos lábios, pedindo silêncio e apontou para o caminho a frente, tentando fazer com que eles entendessem o que ouvira.

Por fim, seguiu atrás de Leo, respirando fundo ativando seus sentidos, buscando ficar ainda mais ágil.


OFF: Vou gastar 1 PS para aumentar Destreza para utilizar no instante em que chegar sairmos dali.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Abr 13, 2018 12:54 am

Luthero Borgia/Beaumont:


Erwin escuta atentamente cada palavra dita por Beaumont, assimilando cada nova informação e a registrando em sua mente. O tempo vai passando e os três chegam no aeroporto, onde seguem direto para o local onde a aeronave do Cainita estava os esperando para levá-los à presença de Mael. O Ancião parece sentir o prazer em cada nova sensação que surge ao utilizar o corpo da Abadessa. Dentro da aeronave, piloto segue para a cabine, onde um co-piloto preparava tudo para o voo. O avião é bastante confortável, com poltronas em todos os cantos, com o espaço entre elas sendo ocupada por mesas de madeira.

Ao olhar para o anfitrião, Beaumont percebe que este o estava observando atentamente. Logo que o Malkaviano o percebe, Erwin volta a falar:

- Conte-me um pouco de sua história, se não for incomodar... teremos algumas horas atravessando o mar pelas nuvens. Por que viver em um lugar tão remoto se você tem poder e experiência de vida o suficiente para ser o senhor de um mundo...?

A conversa entre os dois continua por um bom tempo. Afinal a aeronave mostra sinais de que é chegada a hora de descer em solo escocês. Pouco tempo depois, o avião toca o solo. Uma limousine os espera na lateral da pista de pouso e, assim que porta do avião é aberta, o veículo se aproxima. O motorista, um homem aparentando ter 30 anos, de pele morena e olhos cor de mel, desce do carro e abre a porta para os três. Erwin espera que Beaumont e Alessa entrem antes dele mesmo passar e sentar-se.

O caminho é relativamente longo, mas algumas horas separam os Cainitas do nascer do sol. O ambiente circundando o veículo é belo, lembrando um pouco o que o Ancião viu ao sair do Mosteiro. Em alguns pontos do percurso, só havia uma vegetação rasteira, mas que corria por todos os lados, como um pasto, em outros grandes árvores impediam a visão do que havia mais atrás. Assim como outros locais da Europa, aqui e ali surgiam ruínas de velhos castelos no horizonte.

O carro para em uma pequena cidade, talvez menor do que Ferrara. O motorista mais uma vez desce do carro e abre a porta. À frente, uma pequena casa branca, atrás o muro de uma catedral. Erwin para na porta da casa e bate com movimentos ritmados, provavelmente uma senha para alguém do lado de dentro. Alessa parece levemente inquieta, talvez o estar em um lugar desconhecido a esteja perturbando. A porta se abre e o homem que surgira na mente de Beaumont, o tal Mael, está do lado de dentro. Com um sorriso estampado no rosto, o ser caminha em direção à Beaumont/Abadessa com os braços estendidos, como para abraçá-lo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Abr 13, 2018 12:14 pm

Jack Hunter:

Rolagem de Dados:

Jack: sussurros selvagens - 4 sucesso(s)


Ao ver a criatura e descobrira fonte do som, Jack retorna o seu caminho até a entrada do túnel, onde dois caminhos surgem: um para frente (que leva a porta por onde o Nosferatus entrou), e outra do lado direito, ainda não explorada. Está complicado achar seus irmãos de clã naqueles túneis e a presença da criatura torna a ação ainda mais difícil. Durante o retorno, Jack encontra um rato. Ele captura o animal e, olhando diretamente em seus olhos, ordena que este vigie o ser que anda pelos corredores do esgoto. Com uma força mental descomunal vinda de seu atacante, o pequeno roedor se rende e move-se rapidamente para o local onde seu alvo está.

Jack já estava pronto para entrar no segundo túnel quando sua audição aguçada é atraída por gritos de um roedor vindos do interior do outro túnel. O som que inicialmente vinha distante, foi se tornando cada vez mais alto e próximo. Além deste, o som do farfalhar de um tecido pesado vem acompanhando o som do rato. Assim, o Imortal tem três opções: voltar para a entrada do esgoto, entrar no segundo túnel ou ver o que está acontecendo.

Neste momento um vulto surge no segundo túnel. Assim como a criatura, ele traja uma longa capa negra que lhe cobre todo o corpo.

- Quem é você e o que está fazendo aqui? - Sua voz é macia, mas firme... talvez uma mulher. De repente o rato sai do corredor onde Jack o deixara e esconde-se atrás do Imortal. Logo a sua frente está o primeiro ser.

- O que diabos é isso?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Abr 13, 2018 12:23 pm

Simon Black:



Características:

- PS: 6
- FdV: 6
- Vitalidade: -1 Contusão
- Destreza +1

Andando à frente, Leo reduz o passo e todos o seguem. Com a atenção máxima, o clima de tensão toma conta do ambiente, o ar parece estar pesado... os sons que Simon ouviu param pouco depois. Talvez tenha sido só impressão.. mas alguém treinado como o Gangrel não seria enganado dessa forma.

O grupo continua andando em fila indiana até ver o final do túnel. Nada mais de sons. Assim que Leo caminha para o lado, Simon e todos os demais se veem em uma caverna com teto muito alto, algo maior do que vinte metros. Contudo, durante a caminhada nenhum deles sentiu que estava descendo.. o caminho sempre pareceu uma linha reta. Essa caverna é profunda e escura, sendo impossível ver o fundo. do lugar onde eles estão. Um buraco no teto projeta um feixe de luz em um ponto específico no que parece ser o centro do lugar.

- Precisamos de um reconhecimento da área. Não consegui estar aqui durante minha vistoria. - Diz Leo.

Logo os olhos de Daimon tornam-se vermelhos como o sangue.

- Não parece haver na... - Sua voz falha. Ele leva a mão à boca pedindo silêncio. Com a outra mão ele indica um canto escuro. Àquele que conseguem ver sentem o terror de Daimon. A poucos metros do grupo, um lobo gigantesco está a espera, escondido na escuridão. Em sua boca, presas gigantescas. Seu corpo é levemente disforme, provavelmente o efeito de alguma transformação. Ele caminha lentamente na direção dos Cainitas.

Imagem:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Abr 17, 2018 2:15 pm

CONTINUA...



Chegamos ao final de mais um ciclo e, como sempre, espero que vocês possam ter chegado até aqui se divertindo, pois me diverti muito ao acompanhar a nossa trajetória. Como é de praxe, venho pedir que vocês me enviem uma MP comentando sobre os pontos positivos e negativos da crônica e confirmando se irão ou não participar de sua sequência no próximo ciclo, para reservar uma vaga.

Fiquem atentos à área dos avisos da narração, pois nos próximos dias colocarei um post com os ganhos e perdas desse ciclo para os seus personagens.

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