O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Fev 21, 2018 9:02 pm

Simon Black:

Rolagem de Dados:

Simon: Percepção - 0 Sucesso(s)


Antes de saírem pela mata, os homens do Hell's fire, juntamente com Camille e John, seguem para os carros. Abrindo a mala, um conjunto de armas surge por todo o interior do veículo. Os companheiros de Simon pegam alguns armamentos e munição, caminhando posteriormente até onde Denver os espera.

A caminhada é rápida e silenciosa. Em alguns instantes eles estão próximos do castelo. O Gangrel se aproxima de Denver ao ver uma pessoa dentro do carro e pergunta ao Cainita se este conhece o homem.

- Pelo que vi, este cara trouxe o outro vampiro que está dentro do castelo, junto com nosso alvo.
- É a resposta.

- Sim, é fácil pular por cima do muro. - A voz de um homem surge de trás das árvores às costas dos 7. Simon nem percebe a aproximação do outro. - Contudo não seria prudente. Pelo que soube, você já fez uma invasão a um covil de Feiticeiros. Gostaria de ouvir sua opinião, uma vez que nunca havia o visto. Qual você acha que deve ser o caminho que devemos fazer? - O homem tem uma aparência nova. Assim como Denver, este parece ter sido transformado cedo. - Permita-me uma apresentação. Meu nome é Leo, também membro do Moon's song. - Aquele novo cainita estende a mão para Simon. Em seu rosto há um sorriso.

OFF: Pode escolher os armamentos que deseja levar da lista abaixo:

Lista de Armamentos:

Heckler & Koch G3
M-14
AK-74
Heckler & Koch MP-5
M1911
Granada de Fragmentação

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Qui Fev 22, 2018 11:55 am

Olhar vago. Mesmo que ninguem tenha a ousadia de chamar o xerife de jovem, o mesmo não levou para o lado pessoal, como uma ofensiva. Jack começava a tecer o tipo de membro com quem estava lidando. Difente de muitos Brujahs que viu na America, aquele ali tinha um comportamente  um tanto quanto peculiar. Isso talvez pudesse vir a ser um problema mais tarde, mas no momento era favoravel a sua propria causa. Roden propoe um jogo, Jack fica intrigado com aquilo ouvindo o que ele tinha a dizer. Roden então promete um segredo, mesmo que junto com uma ameaça, aquilo significava alguma coisa. Jack sabe que aos pouco esta conseguindo penetrar mais e mais na mente de Roden e logo estaria dando as cartas. Só precisava se sair bem naquele jogo.

- Tem minha palavra, prossiga. - Diz Jack deixando que o homem conte seu segredo.

Jack era um rato. Um nosferato sujo e podre. Como todos os outros. Seus negocios não eram as informações. Mas ela era uma arma na qual não podia subestimar. Chegou na cidade caçando Muslin, talvez aquela nova informação pode ser util como moeda de troca. Jack Absorve cada palavra do Brujah a sua frente, analisando cuidadosamente todos os pontos. Eles realmente tinham feito um bom serviço, mas se esqueceram do primordial. Jack fica levemente desapontado com Roden. Como poderia ser tão ingenuo ?

- Simplesmente não defenderia. - Dizia Jack calmamente, mas convicto. Com a certeza no olhar - Realmente não consegue enxergar Roden? - Pergunta Jack olhando seriamente nos olhos do imortal aguardando uma resposta. Saboreava a duvida do xerife. Suspense. Ansiedade - ninguem defenderia aquele lugar, simplesmente porque sabiam de todas as defesas. Localização. Vocês tem um espião pelo que percebo. Quem mais sabia dessa encontro?

Jack devolve a pergunta sem responder nada ao imortal. Apenas revelando algo que podia ou não desconfiar. Eles provavelmente tem um espião. Um rato passando todas as informações paras esses grupo terrorista. Metamorfos. Vampiros? "A cidade esta pior do que eu imaginava" reflete Jack sobre as informações que recebeu "Talvez tenha sido uma péssima escolha investir numa cidade moribunda" Jack começa a repensar se era favorável ou não permanecer ali. Expulsar os sabás era uma coisas. Mas Jack não se metia com os Lobisomens. Existia limite de risco. E esse era alto demais com poucas chances de se sair vencedor. Ainda mais com vampiros passando a eles todas as suas estruturas.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Fev 22, 2018 11:55 pm

Jack Hunter:



O rosto de Roden é uma máscara feita de mármore, não demonstra nada. Seus olhos estão vazios, só esperando pela resposta de Jack. Enquanto o Nosferatus fala, o Xerife em nada muda sua expressão, respondendo ao questionamento do Cainita com um "o que?" vazio, sem nenhuma emoção. O Imortal está perdendo a atenção do Xerife, isso é certo. Talvez aquilo tudo tenha sido um jogo, como fora dito por Roden, onde o Líder atual da Camarilla simplesmente criou fatos para ver até onde Jack iria, ou os fatos realmente haviam ocorrido daquela forma e Roden está ficando impaciente...

Assim que o Rato fala sobre a probabilidade de um traidor, nenhum som é emitido pelos dois cainitas. Um silêncio torturante que dura talvez algo próximo de um minuto...

- Estou me cansando de suas evasivas, meu jovem. - As duas últimas palavras são ditas com um leve tom de irritação. - Tenho muito o que fazer, e você parece estar somente querendo ganhar informações gratuitas para trocar por ai. Respondendo a sua pergunta, somente os membros da Primigênie sabiam do encontro. - Ele levanta-se, arruma o paletó e vira-se para Jack, olhando-o de cima. - Essa será a última etapa de nosso jogo, e vou lhe perguntar mais uma vez... onde posso lhe usar?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Sex Fev 23, 2018 9:35 am

O silencio incomoda o imortal tanto quando a falta de expressão na face do Xerife. Aquilo não era bom. Jack sentia no tique taque do relógio enquanto era observado. Talvez suas jogadas não tenham dado certo. Realmente Jack não tinha nada de especial, pelo menos não que quisesse utilizar para ajudar aquela cidade, ele queria simplesmente comandar os vampiros, a defesa, o ataque. Coordenar. Sabia que os reis são sempre os últimos a cair, depois que os peões se dilaceram no campo de batalha. Jack não seria um peão em Edimburgo, não quando havia lobisomens por ai caçando os vampiros como ovelhas no pasto. Não enquanto Roden estivesse com o rabo seguro dentro do elísio. Jack estava cansado de fazer os jogos sujos de algum burgues atrás da mesa. Estava na hora de ser o burgues.

O xerife acusa Jack sem qualquer decoro. A impaciência do Brujah era revelada. Será que ele viraria a mesa e espremeria Jack atrás de respostas ? Não. Jack é que foi até ele, e o mesmo lhe deu as informações sem qualquer esforço. Tempo era uma mercadoria de valor naquele momento e Roden estava desperdiçando tentando entender que Jack não seria apenas seu peão. " Por um momento achei que seria facil"Pensa Jack mantendo a face seria e olhar compenetrado.

- Pode me usar no comando. Simples assim. Comandar uma cidade sozinho requer muita responsabilidade e vai precisar de amigos, aliados fortes para lhe aconselhar. - Diz Jack tentando parecer confiante - Mas se não me acha competente para função, peço perdão por tomar seu tempo. - Diz Jack fazendo uma pequena reverencia - Mesmo que muito de meus irmãos morram por qualquer migalha de informação, este não são meu tipo de negócio, disso posso lhe assegurar. - Jack rodeia o Vampiro a sua frente - Bem... Se só vocês sabiam onde seria a reunião, como eles encontraram vocês na hora e no momento tão oportuno. Um ataque nessa escala não é coisa pequena. Precisa manter os olhos abertos Sr. Roden. - Diz Jack já preparado para ir embora. Sua mão era boa, mas o jogador as vezes é melhor que você, insistir seria apenas perda de tempo ou o preludio para aceitar algo menos digno do que merecia. Custo e beneficio não estava do agrado de Jack. Sua não-vida era valiosa demais. A imortalidade era a dadiva dos sábios.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Sab Fev 24, 2018 8:27 am

O salto era dado, o bote, foi evasivo de forma fenomenal e extremamente efetivo. Meus olhos ainda dominados pela besta interior apenas vislumbraram aquele magnifico ser pairar no céu de maneira majestosa. Por acaso Alessa não iria abate-lo ? Eu não fiquei para saber. Da mesma forma como ataquei com o ímpeto uníssomo do vento, eu avancei em direção a primeira porta que achei, um refugio do que estava por vir, uma forma de me defender de um provável contra ataque de Erwin, mas não foi ele que me surpreendeu, a imagem que invadiu a minha mente atravessou as barreiras da minha alma e me irritou. Eu queria gritar do fundo da minha alma, encolhi meu corpo na escuridão, em um lugar onde ninguem pudesse me ver (Ofuscação 1) preferi ficar sozinho enquanto recebia as mensagens que repudiavam a minha mente de maneira não convidativa. Mael só precisou descobrir onde eu estava para invadir a minha cerne e me inflar com suas informações. Cada uma delas parecia ainda mais imperativa do que outra. O que eram os "Filhos de Babd" ? Seria outro nome para a Camarilla? Eles queriam mais uma vez tentar por amarras em minha mente ? Nãooo isso não iria acontecer. Me ergui como a criatura soberana milenar que sou, Ainda sob a face da freira , mas minha personalidade eu não precisava mais esconder, meus olhos não tinham o brilho da vida, mas tinham o âmago de uma criatura de 400 anos. Não havia mais por que esconder minhas presas das quais eu tanto me orgulho, voltei ao jardim em passos rasos e silenciosos, para me encontrar outra vez com Ervin e desta vez por um ponto final em toda esta história. 

Beaumont (Freira) : - Nós não experimentamos o medo de fato. mas nós sabemos como esse sentimento não afetou você desde de que chegou aqui. - Eu disse enquanto caminhava majestosamente com os braços abertos em puro sinal de que estava preparado para enfrenta-lo. Não havia medo, havia uma conexão mística entre mim e Erwin eramos das criaturas da noite e não tinhamos por que nos esconder um do outro. 

 Beaumont (Freira) : - Nós somos Beaumont ! -  Minha face revelou em meu sorriso minhas presas a mostra, eu queria que ele soubesse quem somos -  Aquele ser com um rifle com a mira contra a sua cabeça é Beaumont, eu a todo tempo avaliando suas ações sou Beaumont, a Abadessa deste lugar que neste exato momento saboreia a oferenda que você nos presenteou é Beaumont, nós somos ele e ele pode se conectar a nós como um só. Sua mente pode ser tão avançada a ponto de entender o que eu estou dizendo ou você ainda tentará encontrar Beaumont como uma forma física e tangivel como a sua ? Beaumont não tem um rosto, talvez ele nem mesmo exista da forma como você está tentando encontra-lo

Eu caminho sem medo na direção de Erwin, acenava para Alessa também vir, era esse o meu sinal de trégua. Agora que eu obtive as informações que queria, eu poderia ser um pouco mais flexivel. 

Beaumont (Freira) :- Por que não conta um pouco mais sobre os filhos de Badb ? O que difere o seu discurso dos anciões controladores da Camarilla ? Qual é o seu propósito e o de Mael sobre nossos mortais ? Controle ? Destruíção ? Vingança ? 

As informações que tive começam dar uma nova perspectiva ao enigma criado por Erwin, Bianca não era sua filha, nunca foi, ela era a oferenda. Uma humana como oferenda, além do mais eles se referem aos humanos como ovelhas perdidas em rumo a decadência. O que eles planejam ? Se eles me querem, provavelmente eles já sabem do meu controle e o de Lady do Luar sobre a Igreja...Até onde eles querem manipular o rebanho mortal ?...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 01, 2018 9:52 am

Jack Hunter:


Rolagem de Dados:

Roden: Manipulação - 3 Sucesso(s)
Jack: FdV - 2 Sucesso(s)

Jack está de pé, pronto para sair da sala, quando um homem aparece do lado de fora da sala e começa a olhar para um quadro pendurado na parede próximo do arco que marca a entrada da área onde Roden e o Nosferatus estão. Embora não o esteja vendo, segundos após a chegada do homem, que possui aparência jovem e veste um terno preto, o Xerife vira-se para este com um olhar de raiva, o que logo é trocado por um sorriso de satisfação...

- Meu jovem.. nós começamos com o pé esquerdo. Não gosto de enrolação. Sou um Cainita prático acima de tudo. - Ele faz um gesto com a mão indicando para Jack voltar a sentar-se. - Conte-me mais sobre você... o que você fazia antes de vir ao Velho mundo e o que lhe trouxe para cá. - De alguma forma, Jack se sente compelido a contar sua história.

Roden ouve tudo o que o Rato tem a dizer, sempre com um sorriso no rosto. Assim que Jack termina, o Xerife volta a falar:

- Vá para a parte norte da cidade e procure pela cidade subterrânea. Tenho certeza que será fácil encontrar. Lá o meu chefe de segurança terá algo para você.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 01, 2018 10:10 pm

Luthero Borgia/Beaumont:


Ao ver a coruja sobre sua cabeça, o Malkaviano tenta escapar para uma das salas do convento, onde poderia se manter oculto aos olhos do Invasor. Contudo, imagens surgem na mente de Beaumont e alguém, que se apresenta como Mael, fala abertamente sobre os Filhos de Badb e seu plano em retornar o rebanho humano para o bom caminho.

O encontro entre os dois imortais chegava em um momento definitivo. Embora Beaumont continuasse a não mostar sua forma real, os pontos haviam sido postos à mesa e era a hora de cortar as arestas geradas pelas conversas quebradas que surgiram durante a noite e compreender o motivo pelo qual Erwin entrou nos domínios do Ancião. Agora, Beaumont começava a receber as informações. O jogo havia sido parcialmente posto de lado e ambos estão "de braços" abertos em uma conversa franca.

Ao retornar à área aberta, Beaumont vê que a coruja está no mesmo lugar, olhando diretamente para Millano. Com um movimento, o Cainita indica à sua segurança que esta deve aparecer para os demais. Ouvindo o barulho nas telhas, o Imortal sabe que a mulher virá ao seu encontro. Do outro lado, Erwin, ainda na forma de coruja, observa o movimento de ambos, Beaumont e Alessa. Assim que a Segurança some das vistas o Cainita retorna à forma humana, ainda sentado no telhado. Ele salta para o chão, retirando uma bala do ombro.

- Eu queria surgir ao lado dela, mas isso aqui me impediu. - Ele está sorrindo de forma descontraída. - Estou gostando cada vez mais de você meu amigo. E isso é difícil. Mas você não disse como eu poderia chamá-lo.. Luthero está bom? - Ele estende a mão para apertar à do Ancião.

Ambos estão prontos para conversar. Alessa aparece no pátio, colocando a arma encostada na parede. Erwin senta-se na grama, bastante confortável com a situação.

- Vamos às apresentações novamente. Meu nome é Erwin, sou escocês e, nos últimos séculos, tenho trabalhado na busca por criaturas sobrenaturais que dominaram o mundo antigo, em especial àqueles que alguns de nós nomeiam como antediluvianos. - Seus olhos estão fixados nos de Beaumont. A face do vampiro torna-se séria, mais uma vez, ao falar de seu trabalho. - Agora sobre os Filhos. Não temos nada com seitas... isso é idiotice. Somos um grupo bastante heterogêneo, onde você encontrará não só membros do Sabá e Camarilla, mas também Magos, Lobos e outras criaturas sobrenaturais que possuem o mesmo pensamento sobre a humanidade, ela está decadente... podre. Nós nos unimos sob o estandarte do Corvo negro, a senhora dos campos de batalha e mãe devotada, Badb, para trazer a razão de volta ao mundo. Estamos reunindo pessoas que tenham uma forma semelhante de pensar para colocar nosso plano para frente. E Mael disse que você seria alguém assim... por isso aqui estou eu. Pode fazer qualquer pergunta, meu amigo. - Erwin chega ao extremo de auto-confiança. Sob o teto de um Ancião, o Cainita mantem-se calmo, vendo Beaumont como um igual.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Outis em Sex Mar 02, 2018 8:44 am

Ainda surpreso e desapontado por ter falhado em utilizar um dos níveis básicos da Trilha do Sangue, sigo para dentro do castelo, cujo a porta principal também se encontra aberta. "Estranho. Devo ter chego tarde demais." - Vou percorrendo o salão enquanto observo as pinturas sem dá-las muita atenção. Os Degenerados perderiam horas só nessas pinturas, mas talvez iriam descobrir algo que eu não vá.

Quando finalmente chego ao final do tapete amarelo que preenche o enorme salão, noto a porta lateral na escada. Um odor extremamente conhecido chama minha atenção, sangue. "Será que consigo utilizar ao menos o mais básico dos níveis?" - O sentimento de decepção e angústia toma conta de mim, uma falha tão básica como aquela irá atormentar meus pensamentos por algum tempo.

Pego o necessário para utilizar o primeiro nível da Trilha do Sangue, afim de adquirir informações sobre o dono do sangue. Em seguida, com cautela, abro a porta lateral para ver o que tem dentro.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Sex Mar 02, 2018 10:23 am

Beaumont (Freira) :- Luthero está morto a mais de 300 anos, ele é parte da história desse lugar e nada mais. Você pode me chamar da maneira como preferir, Beaumont ,o artista de Florença; Legion, o demonios de vários em um; Luthero, o legado profano dos Borgia; um nome é apenas um nome para quem não busca por fama. Erwin não é um nome genuínamente antigo, pelo o que eu me lembro a descendência pode ser Inglêsa ou até mesmo germânica, isso com certeza mostra que esse nunca foi o seu primeiro nome, de qualquer forma, conforme o tempo passa, ganhamos nomes, títulos dos mais variados, não me apego a nenhum deles, fique a vontade para me chamar como quiser, quando precisar da minha presença, certamente eu saberei...

Nossa rivalidade e jogo foi de fato posta de lado, ele estava jogando as cartas na mesa e eu resolvir lhe dar um crédito por sua confiança. Alessa certamente estava tão interrogativa naquele momento quanto eu estaria, em seus olhos eu poderia ver que ela estava estudando cada posição do ilustre visitante, seus gestos, seus pontos fracos, sua auto confiança poderia ser um deles, todos tem um ponto fraco mas ele certamente acredita não ter nenhum, vou deixar que Alessa se preocupe em descobrir isso sozinha por enquanto.

Beaumont (Freira) :- Temos, Mael, a pessoa a qual fala comigo e agora a mãe devotada Badb. Quantos compõem esse grupo ? Temos um seleto grupo de pessoas capazes de se contar nos dedos ou esse número foge do seu controle sr. Erwin ? Além do mais não respondera a minha ultima pergunta então reformularei. Qual seria o nosso pápel neste grupo ao qual chama "filhos de Badb" ?

De fato eles possuem uma ideia incrivelmente organizada e promissa, possuír monitores em todas as seitas,todas as criaturas da noite das mais variadas. Penso no conhecimento, na inteligência que este grupo pode possuir, isso explica bastante o motivo pelo qual Erwin procura tão intesamente pelos ante deluvianos. Eles buscam informações e qual seria o melhor lugar para buscar informações sobre os anti deluvianos se não com anciões e matusalens. Me lembro dos vampiros Inconnus com seu objetivo de observar a Jyhad de longe exatamente como Lady do Luar e eu fizemos a nossa vida inteira. Esses...Seres, os Filhos de Badb. Estão em um passo adiante ao meu. Eles não observam de longe, eles observam de perto as ações de todos os outros e isso me impressiona de sua tamanha ousadia e confiança.







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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Mar 02, 2018 8:17 pm

Outis:


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Outis: O Gosto por Sangue - 7 Sucesso(s)


Receosos em apresentar mais uma falha na utilização dos dons básicos da Taumaturgia, Outis se vê na necessidade de empregar mais uma vez daquilo que é conhecido por todos como o maior poder dos Tremere. Contudo, desta vez o Feiticeiro sente em todo o seu corpo os efeitos da Magia fazendo efeito. Ao provar o sangue encontrado embaixo da porta, Outis tem a certeza de que o dono é um vampiro com algum tempo no mundo das trevas, provavelmente de oitava geração e com uma baixa reserva de sangue no corpo.

Após obter algumas informações, o Cainita abre a porta de se depara com uma escada de pedra que desce em caracol, formando o contorno de uma das bases do castelo. Thoreau não consegue ver onde a escada termina, mas consegue ver que há iluminação no final da escadaria.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Mar 02, 2018 10:00 pm

Luthero Borgia/Beaumont:


- Como alguém que viu a passagem das eras, as transições na forma de pensar da humanidade, tenho de concordar que um nome não é nada mais que um símbolo... embora eu tenha a crença de que ele mostre mais sobre nós mesmos do que aquilo que demonstramos na frente dos outros. Contudo, como pesquisador, tenho que demonstrar meu descontentamento sobre não ter uma forma de chamá-lo. Uma forma escolhida por você... Nós temos o mau costume de nomear e classificar tudo. - Ele mostra um olhar avaliador para Beaumont. O silêncio toma conta do lugar por algum tempo enquanto Erwin espera que o Ancião apresente um nome, mas se ele não o fizer, o outro continua. - No meu caso, Erwin é um nome que parece ter surgido entre os Anglo-Saxões por volta do século V ou VI, com menções desde a Alemanha até o Reino Unido e Irlanda, e é aquele que uso desde o meu nascimento como humano, pelo menos para aqueles próximos a mim. Eu gosto dele, acredito que me representa em essência. Na época em que nasci havia um ritual onde um poderoso feiticeiro, no caso um Druida, invocava as divindades em busca da palavra que melhor mostrasse as características da criança e, a partir disso, a criança recebia seu nome.

O Cainita está completamente aberto, conversando com Beaumont e contando histórias de seu passado. Mas ele para, olha para Alessa, que acabou de chegar, e desta novamente para Beaumont. O sorriso característico do Imortal se mostra novamente. Ele é encantador, e parece estar sempre bem... muito diferente daqueles que tentaram dominar o Malkaviano e sua Senhora no passado. - Mas estou enrolando muito e em pouco nosso carrasco, o sol, irá surgir no horizonte e atrapalhar nossa conversa.

Beaumont retornar seu questionamento e Erwin se põe a responder calmamente.

- Vou responder suas perguntas aos poucos. Primeiramente Badb. Esta é uma das divindades de minha terra. Escolhemos este nome para nós pelo que ela representa. Já Mael, ele não é como nós. É um imortal, mas uma espécie diferente. Ele viu o nascer do universo... e recebeu sua punição por amar demais os humanos. Mas acredito que vocês terão muito o que conversar quando se conhecerem pessoalmente. Quanto aos nossos números... bem, o que posso lhe dizer é que já temos uma quantidade surpreendente de colegas, nas mais diversas classes da sociedade. De qualquer tipo de sociedade que você puder imaginar. Começamos a nos expandir a partir do Reino Unido. Estamos centrados na Escócia, cultivando amigos por toda a Europa. Mael é muito melhor do que qualquer Cainita em descobrir o que se passa na mente daqueles ao seu redor, e assim ele encontra aqueles que iremos convidar. Assim como estou fazendo contigo.

Ele para de falar um pouco, esperando que o Ancião absorva tudo o que está sendo dito.

- O que nós queremos de você? Que você nos ajude. Embora sejamos um grupo que busca o mesmo fim, essa reformulação global, cada um de nós tem seu objetivo próprio. Minha busca não tem relação direta com o objetivo dos Filhos, embora tenha uma relação indireta. Assim como a sua pode não ter, também... então devolvo a você a mesma pergunta.. o que você gostaria de realizar ou obter acima de qualquer coisa?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Simon Black em Sab Mar 03, 2018 9:04 am

Simon abriu um sorriso maldoso ao ver as armas que haviam na mala do carro. Sua Heckler & Koch P7M10 estava escondida dentro do casaco, presa no coldre. Suas mãos imediatamente foram até as granadas de fragmentação, guardando duas em seus bolsos internos do casaco assim que foram autorizados a pegá-las.

Em silêncio, seus olhos percorreram cada uma daquelas armas enquanto ele se decidia qual pegaria, pensando em como cada uma delas funcionava. Decidiu-se por fim pegar a famigerada AK-74. Fechou seus olhos por alguns instantes e lapsos de sua vida como mortal e as batalhas que travara na guerra do Vietnã lhe vieram imediatamente de assalto.

Muitos de seus companheiros pereceram ante aquele monstruoso rifle de assalto. Em parte, fora ele também o responsável pelo seu ombro nunca ter sarado, mesmo depois de ter se tornado um cainita. Agora usaria aquele equipamento para levar fim a seus inimigos.

Abriu os olhos e seguiu os novos companheiros do bando. Estava em silêncio, concentrando-se na missão em si. Viu homens chegando e logo foi informado de quem eram eles. E então uma voz, vindo de trás deles e um homem chegando, o último membro dos bandos, Leo.

Estendeu a mão e apertou a dele de volta.

- E eu sou Simon...

Ficou em silêncio avaliando a altura do muro, que poderiam pular como ele dissera, mas aparentemente não teriam utilidade.

- Não sei se o que usamos lá caberia aqui, pois lá destruímos o lugar usando explosivos... aqui, precisamos capturar alguém e não matá-lo... - respondeu encarando-o - Usamos inicialmente um chamariz para atrair a atenção. Depois, pouco de contra-mágica. Além do bando lá possuir feitiçaria assamita, um Giovanni inimigo da capela nos apoiou...

Ficou em silêncio por um tempo analisando o que poderiam fazer naquele caso específico. Antes de responder e encarando cada um deles, murmurou:

- Não perguntei o que cada um de vocês consegue fazer... - olhou novamente para o castelo e completou por fim - Eu poderia me transformar em um morcego para tentar acessar internamente por uma janela...
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Qua Mar 07, 2018 2:39 pm

Certamente esta divindade "Badb" irá povoar meus estudos no futuro...Talvez eu encontre algo nos ínumeros livros empoerados nas catacumbas de meu refugio.  

Beaumont (Freira) : - Se nossos objetivos são semelhantes "nós" - Apontando para Alessa que esta discretamente encostada na parede sendo apenas uma receptora na conversa - Ajudaremos, se sua busca pessoal é por saber masi sobre os antigos nós poderiamos passar horas conversando sobre os antigos Matusalens que viveram por quase a mesma idade de Cristo. Conheci um em particular que possuía o poder sobre a mente alheia de forma a controlar cidades inteiras a loucura, é uma pena que eu tenha visto ele perecer ao sol com meus próprios olhos. 

Neste momento eu suspiro, de fato perder Addemar, o senhor de Lady, um vampiro de quinta geração foi uma perda lastimável, eu poderia ter aprendido tanto com ele. Mas parece que ele aprendeu mas conosco do que ao contrário. 

Por enquanto eu estava disposto a partilhar de minhas experiências com Erwin, ofereci a ele a chance de voltar outra vez ao convento antes que tivessemos a ilustre presença do nosso algoz assassino de Addemar, o sol a nós dilacerar, já estava certo que Erwin era um como eu mas ao me admirar com sua habilidade de se metamorfosear cogito a possibilidade de ser um filho de Ennoia, um de suas muitas linhagens da qual a maioria eu desconheço. Eu abro a porta oferecendo a chance de ambos, Alessa e Erwin voltarem para dentro enquanto continuamos a nossa conversa. Alessa usa roupas semelhantes a de um monge justamente para que não seja barrada ao transitar pelos pavilhões de Corpus Domini. Se Erwin permitir nós voltamos pelos jardins do local onde já é um pouco mais coberto por uma aboboda para nossa própria proteção. Ainda com a voz frágil, mas com movimentos mais obscuros ainda mantendo a face da Freira eu continuo a conversa :

 Beaumont (Freira) : - Como o senhor disse Sr. Erwin, a humanidade foi acorrentada a grilhões da elite clerical, desde o inicio desta essa existência que vos fala que a humanidade está cega, tudo o que fazemos como fieis seguidores da trilha Cátaros é dar a liberdade, este mundo é lugar para o prazer e não para a restrinção. Como poderiamos viver em um mundo como este sem aproveita-lo, tudo o que queremos é dar a liberdade a esse pobre rebanho, a igreja é um problema com todos os seus Dogmas e diretrizes, meu controle sobre a Igreja foi um produto de séculos para ser modulado, e eu ainda sinto dificuldades com um grupo que se chama "O Coro Celestial" esse grupo de homens fervorosos possuem a capacidade de detectar a nossa presença discreta na igreja e isso dificulta o meu controle total sobre ela. O quanto puderem me ajudar a minar o desempenho do Coro Celestial, já seria de extrema ajuda ! 

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Mar 10, 2018 3:32 pm

OFF: Desculpem-me... tenho estado doente e isso tem me impossibilitado de postar. Mas vamos voltar a história normalmente.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 11, 2018 12:59 pm

Simon Black:


- Você pode fazer isso, mas toda a área já foi mapeada. - Diz Denver. - O que você conseguiu daquela pista que estávamos seguindo, Leo?

- Bem.. era exatamente o que pensamos... . - Leo se vira para os demais. Um círculo se forma a partir dele, de forma a todos conseguirem enxergá-lo. Ele volta a falar assim que todos estão prestando atenção. - Como todo bom castelo antigo possui inúmeras passagens secretas para o lado de fora, para permitir que os nobres pudessem fugir perante uma invasão, pensamos que este não seria diferente. Assim, estivemos mapeando todo o lugar a procura de possíveis passagens comunicando o "mundo externo" com o interior do castelo.

- Exatamente. E quando fui ao encontro de vocês, Leo ficou vasculhando um local onde pensamos estar uma das mais "seguras", por se tratar de um ponto com pouca possibilidade de vigilância por aqueles dentro do castelo. - Denver volta a falar.

- E parece que encontrei. - Diz Leo com um sorriso no rosto. - Um túnel que aparentemente passa por baixo do terreno até chegar às câmaras subterrâneas do castelo. Chegaremos de surpresa, invadiremos o interior do prédio. Eles não terão chance.

- Podemos dividir-nos em dois grupos. - Fala o membro do Hells' fire com cabelo trançado. - Eles podem tentar fugir. Precisamos de alguém aqui em cima para prendê-los.

- Certo. - Diz Denver. - Do nosso grupo, acredito que Camille e John devem ficar. Camille conseguirá colocar o Terror em seus corações antes que consigam passar pela porta, então eles voltarão correndo para nós. John é o melhor para atacá-los de surpresa, eles não conseguirão fugir de suas armas. - Ambos Cainitas confirmam, e na jovem alívio surge em seu rosto. - E você Simon, seguirá conosco ou ficará?

- De nossa parte, eu ficarei. - Diz Raphael. - Sou de mais valia aqui do que embaixo da terra. Vou montar um perímetro de segurança ao redor do castelo e deixar algumas câmeras de vigilância, caso eles passem por nós.

Assim definido, ambos grupos se separam, seguindo para seus postos.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 11, 2018 5:40 pm

Luthero Borgia/Beaumont:

Os dois cainitas chegaram a um momento de calmaria na conversa. Beaumont tenta entender o que levou Erwin a invadir seu território, enquanto o outro responde abertamente aos questionamentos do Imortal. Alessa mantém-se ao lado, ouvindo tudo enquanto avalia Ewrin, e a qualquer movimento estranho do escocês ela está pronta para ir de encontro ao seu oponente.

- Um Matusalém... Conheci poucos tão antigos. É sempre interessante conversar com eles, pena que sempre tentam se esconder ou destruir qualquer um que tente se aproximar. Há um grupo de Cainitas vivendo no oriente médio, onde tenho trabalhado, que diz viver sobre a proteção de um destes. Venho conversando com eles aos poucos, e sinto que estou perto de me encontrar com ele... - É algo impressionante o como a feição de Erwin muda ao falar de seu trabalho. Durante todo o tempo o Cainita mostra-se confiante, sorridente, mas quando o assunto muda para o seu "trabalho" Erwin torna-se sonhador, seu olhar mostra-se vago, como se estivesse em outro lugar.

Ao ouvir o convite de Beaumont para voltar ao interior do convento, Erwin levanta-se e segue o mais próximo possível ao lado de Beaumont. Os três caminham pelos corredores enquanto o Malkaviano expõe seus pensamentos sobre o caminhar da humanidade e o quanto a igreja tem sido fator decisivo para o perder-se neste caminho.

- Se estes são os seus inimigos, se este é o seu sonho, então é nosso também... terei de me afastar por agora. Como você sabe, nosso maior inimigo está a menos de duas horas de surgir no horizonte, mas amanhã poderei retornar para continuarmos a conversar. - Ele faz uma reverência. - Mais uma coisa. Tenho certeza de que você deve querer conversar com Mael. Posso anunciar sua ida à Escócia para conhecer nossas fundações e finalizar nossa aliança? Ou ainda estamos negociando nossa irmandade? - Seu olhar é inquisidor, mas forte. Ele realmente espera uma resposta de Beaumont para seguir.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Dom Mar 11, 2018 11:23 pm

Beau escreveu:OFF:  Não se preocupe Fumma, espero que esteja melhor. Sua história está muito enigmática. Wink  

Beaumont (Freira) : - Estaremos pronto logo no inicio da próxima noite,minha resposta é sim mas guarde um lugar para dois e providencie umas dessas formas rápidas de viagem , o fragmento de nossas mentes não cabe em um único corpo... Meu convite ainda está de Pé, procure a Abadessa e ela concederá um quarto para passar o dia se preferir, nos vemos amanhã e obrigado pela gentil oferta e agradeço enormemente pela oferenda, aceitaria outra de muito bom agrado. 

Espero que ele tenha tenha intendido, eu não iria repetir. Reverenciei o admirável Erwin, ele temia o Hélios o que realmente tornava genuína suas palavras sobre ele ser um filho de Caim. Se ele passará o dia nos domínios de Ferrara ou no Convento do Corpus Dominí não me importa, Alessa sabía que deveria vigia-lo assim que partisse, ela seria meus olhos para manter minha mente saciada com a localização de Erwin, por esse motivo eu apenas a encarei por um momento. 

A noite acabou de uma maneira bastante curiosa, Filhos de Badb, Erwin e Mael. Muitos nomes, todos eles com uma história diferente a ser contada, eu caminho pelo jardim em passos largos e rapidos, a uma hora dessas a verdadeira freira já deve ter saído do quarto então eu preciso me apressar, passei pela sala da Abadessa e a chamei depressa para que ela levasse Bianca até as catacumbas. Estava na hora de terminar o dia, mas antes eu precisava me saciar depois de todo o esforço que tive na noite de hoje. 

Como toda noite me aproximei do malsuleu onde jaz os restos mortais de Lucrecia Borgia, divina mulher, de luxuria incrivel e corpo perfeito, eu poderia te-la transformado em uma imortal e ter me aproveitado daquele corpo eternamente e me arrependo amargamente todas as noites da minha vida por isso. Não é hora para lamentar um passado perdido, eu desço as catacumbas e fecho a passagem pois sei que Giovanna possuí potencia suficiente para erguer a lapide de Lucrecia e abrir a passagem, aguardo por Bianca e Geovanna enquanto uso o poder do sangue para alimentar a minha força mais uma vez (Se já tiver passado uma cena gasto 3pds para ficar com força 5)

Aguardo as duas na escuridão das catacumbas, espero anciosamente encontrar Bianca mais uma vez...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Qui Mar 15, 2018 8:06 am

Jack não se senta, aguardava em pé. Não que ele fizesse o tipo de pessoa birrenta, mas aquela mudança de atitude do Xerife o deixou desconfiado. Logo o mesmo parece se tornar mais gentil e interessado em Jack. O imortal revisava suas proprias palavras na mente para tentar encontrar o gatilho que ativou essa mudança de comportamento "As coisas seriam tão mais simples desse jeito". O orgulho de Jack infla ao ser perguntado sobre o Novo mundo, suas conquistas, suas façanhas. Sua vida estava repleta de historia, bastava escolher as corretas.

- Eu fazia tudo um pouco - Diz Jack sorrindo ao se lembrar de seu império de drogas - Ganhei muito dinheiro dominando o trafico de drogas, o porto. Viajava para todas as cidade fazendo negocios. Me tornei tão conhecido que até mesmo fui chamado para ser xerife, mas devido a uma emboscada de James Holland - Jack balança a cabeça negativamente - O desgraçado fodeu de verdade com qualquer chance que eu pudesse vir a ter. Infelizmente ele foi bem sucedido. Por isso estou aqui no Velho mundo, busco vingança contra ele. Mas ao ouvir os boatos sobre sua cidade, decide ajudar. Quem sabe nós não nos ajudemos futuramente.

Jack Termina de falar e ouve atentamente as dicas de Roden

- Tem como adianta o que me aguarda nessa cidade subterrânea? - Pergunta Jack desconfiado

Não que Jack fosse tolo o bastante para achar que Roden não o usaria como bucha de canhão, mas insistir mais seria tolice. Jack agradece com um gesto de cabeça e uma reverencia e então se retira do lugar. Ir a uma cidade subterranea totalmente no escuro não era uma opção que lhe agradava muito. Por isso, Jack vai para os esgotos. Estava na hora de encontrar seus irmãos novamente, verificar as novidades sobre a cidade e talvez vender alguma informação.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 15, 2018 11:21 am

Luthero Borgia/Beaumont:


Características:

- PS: 11
- FdV: 6
- Vitalidade: Normal
- Força: +3

Um acordo havia sido firmado entre os dois cainitas e, após séculos, Beaumont finalmente deixaria as catacumbas do convento e veria o mundo exterior. Erwin agradece o convite para passa o dia no prédio, mas o rejeita alegando ainda ter algumas coisas para resolver antes do nascer do sol, sendo uma dessas coisas o tratar com Mael sobre o transporte de mais uma pessoa além do Ancião.

Os dois trocam reverências e o Invasor segue para fora do prédio pela mesma porta por onde ele entrara no convento. Alessa rapidamente compreende o olhar de Beaumont e prepara-se para seguir o outro. Tendo a noção de que este possui os sentidos bastante aguçados, uma vez que percebeu sua presença no telhado, ela aguarda um momento, o observando com um binóculos de visão noturna. Sem perdê-lo de vista, a segurança deixa o prédio em direção à cidade.

A noite chegava ia chegando ao fim e, com isso, a hora das freiras acordarem estava se aproximando. O Malkaviano segue para seu esconderijo, não sem antes avisar a Abadessa que esta deveria levar sua oferenda. Enquanto segue os vários acontecimentos da noite enchem a mente do Ancião. Facilmente ele entra em sua catacumba, fechando-se na escuridão tão costumeira. Havia muito no que pensar...

O tempo passa lentamente na mente do Imortal, que potencializa sua força com o poder do sangue. Aos poucos ele ouve um chiado, um arrastar. Uma luz invade o covil de Beaumont, juntamente com uma voz calma e doce: é Bianca que vem sendo conduzida por Geovanna.

- Madre, para onde estamos indo? A irmã não havia me mostrado este lugar... é tão escuro...

- Não se preocupe minha criança, você será purificada neste lugar. - Era a voz de Geovanna.

Àquele que um dia fora conhecido como membro da família Borgia ouve o som das duas mulheres descendo até chegar ao chão do túnel.

- Aguarde aqui, criança. - Diz a Abadessa enquanto deixa o lugar.

- Sim, Madre. - A voz de Bianca estava levemente assustada, mas não perdia o brilho.


No dia seguinte, próximo à meia noite, lá estava Erwin novamente...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 15, 2018 11:54 am

Jack Hunter:


Agora é o Xerife que se levanta. O Cainita é o que muitos chamariam de 'armário', e Jack precisa levantar um pouco a cabeça para olhar nos olhos de Roden.

- Ah! Isso você verá, mas em resumo.. é onde fica nossa inteligência. Sobre esse tal de James, me fale um pouco sobre ele, quem sabe eu não consigo algo para você. -
O Xerife escuta as palavras do Nosferatus e agradece pela presença do Imortal. Aquela é a deixa para Jack seguir seu caminho, mas este resolve fazer uma parada e vai direto aos esgotos da cidade à procura de seus parentes de Clã.

Não é necessário um longo caminhar para o Nosferatus encontrar um canal que corta toda a capital escocesa. Ao observar mais de perto, Jack vê algumas entradas que leva ao antigo sistema de esgotamento da cidade, mas todos parecem ter sua entrada impedida por grandes e grossas grades de fero. Contudo, seguindo o curso do rio, o Cainita vê uma porta. Ao aproximar-se, ele vê que um grande cadeado enferrujado tranca o ferrolho que permitirá sua ida aos esgotos. Certamente ele não será difícil de arrombar, além disso, poucas pessoas passavam pelo lugar àquele momento. O que certamente é um efeito dos ataques recentes.


Última edição por Fuuma Monou em Qui Mar 15, 2018 11:40 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Qui Mar 15, 2018 6:42 pm

Eu me permitia ficar no aguardo da minha presa, nas sombras. Alimentei a luz de uma única tocha para que o breu o não fosse pérpetuo logo na entrada das grandes catacumbas do Corpus Domini. Aquelas catacumbas foram criadas a pedido da Lady do Luar a mais de 200 anos logo após a morte do matusalém Addemar, Lady do Luar diz que é para a nossa segurança este complexo subiterraneo com dezenas de caminhos, entradas e saídas que levam a um labirinto onde jamais alguém poderia encontrar nossos caixões... Eu então pudi permanecer ali na entrada sorrateiramente com a minha verdadeira aparência revelada, não havia mortivos para que eu tivesse de ocultar a minha face. Ali eu poderia ser eu mesmo. 


Quando Bianca e Geovanna chegaram eu pudi sentir o misto ignorância e curiosidade nos olhos de Bianca, uma vítima perfeita para alimentar o meu desejo e eu deveria muito agradecer Erwin e Mael pelo presente, não poderia deixar de externar a minha felicidade com um sorriso demonstrando minhas presas ainda no escuro e discretamente, usei minhas presas para fazer um rasgo singular na palma da minha mão . Antes que a Abadessa pudesse sair pelas escadas que levariam até lá em cima, a saída das catacumbas, eu a impedi me postando a sua frente e entreguei a palma da minha mão coberta pelo sangue que manchava a minha pele alva. 

Beaumont : - Não ! não, não vá ! Aceite o sangue do anjo salvador para que esteja um pouco mais próxima da salvação.  - Geovanna realmente acreditava que eu era um anjo capaz de livrar as pessoas de seu tormento, de certa maneira eu era mas não da mesma forma como ela acreditva, o sangue de malkav já estava pulsante em suas veias de tal forma que ela havia conseguido a iluminação a sua maneira. (Concedo 1 pds para alimentar a carniçal) 

Evidentemente que Bianca deva ter visto toda a cena, se ela ficou apavorada  e gritou não fez diferença, aquelas catacubas eram localizadas no subsolo, longe demais para que as freiras pudessem ouvir os gritos de pavor de qualquer vítima. Se ela corresse eu certamente a alcançaria. Este lugar é meu refugio pessoal, conheço este lugar muito mais e ainda possuo os sentidos aguçados necessarios para dominar este lugar com a precisão de um predador. Pobre Bianca, admirei seu olhar observando eu alimentar profanamente Geovanna enquanto a enganava de que eu era a salvação. Caminhei então em direção a Bianca já excitado com o futuro. 

Beaumont : - Lady Fellini, esta criatura a qual chamamos de Bianca, é uma pagã sua mente é desprovida de alma, ela veio com o olhar do pecado em uma tentativa parca de corromper a nossa tão estimada fraternidade. Bianca é um demonio que percisa ser purgado e eu sabia disto desde a primeira vez que eu a vi. O que tem a dizer em sua defesa, criatura víl ? A única coisa que lhe resta é servir de alimento para mim... Agora pode partir e volte aqui no ínicio da próxima noite sozinha, preciso de você ! 

Deixei que Geovanna partisse enquanto me aproximava de Bianca, ela iria ficando sem escolha, eu estava encurralando minha presa com toda a certeza de que ela não tinha escolha, isso me deixava muito empolgado. 

Encurralada tudo o que ela podia fazer era gritar enquanto eu com toda a brutalidade possível (Força + Potencia) rasgava o seu pescoço com meus dentes e meapossando do máximo de vitae possível, em seguida eu afundei minhas presas em seu torax e barriga respectivamente me aproveitando do sangue que havia no coração, mas apenas o sangue de seu coração não era o suficiente, eu queria sentir o gosto do seu próprio coração que pulsava cada vez menos gradativamente. Bianca parou de gritar no memento em que ela sentiu o prazer de ter inhas presas em seu pescoço e segundamente quando minha spresas arrancaram se coração de maneira brutal e demoniaca, eu queria que ela tivesse vivido mais, mas alguma criaturas acabam morrendo para servir de alimento para mim, o que é uma pena de fato. 

Eu me alimentei o máximo possivel de seu corpo (todos os 10 pds que uma pessoa possuí ou o máximo possivel) eu queria aproveitar o maximo possivel de tudo que ela pudesse me proporcionar, depois do coração me alimentei dos rins e do esponjoso pulmão. Fui para meu sono diurno completamente manchado pelo sangue de Bianca em minha face e minhas roupas, os restos mortais de Bianca eu deixe apodrecer próximo ao meu tumulo, serviria de estudos para im sobre anatomia em um futuro próximo...

No ínicio da noite seguinte eu tentei acordar logo no inicio da noite, o quanto antes. ou até mesmo um pouco mais antes se possível ( Gasto 1 FDV se possivel ) estava de certa maneira empolgado com a minha saída do Corpus Domini para conhecer a Escócia, se tudo correce bem eu viajaria naquele enorme passaro metálico, o jato comercial. Quando se tem muito tempo de sobra, acaba se sobrando muito tempo para estudar e ler. Não gosto de ficar preso no passado apesar de admirar as belezas que Florença possuía. Assim que Geovanna chegou, me certifiquei de que ela estava sozinha, fechei a porta das catacumbas e levei Geovanna um pouco mais para dentro usando uma tocha para iluminar o nosso caminho. Meu objetivo era simples, para um melhor aproveitamento da viagem e maior uso seguro de minhas habilidades eu iria usar o poder da possessão em Geovanna. 

Beaumont : - Preciso de você Geovanna como jamais precisei, se concentre em meus olhos e apenas confie e mim, você viajará para o mundo espiritual, concentrece ! 

Finquei a tocha em um estandarte e iniciei o processo de migração da minha mente para o corpo dela. Um trabalho delicado mas do qual eu já havia elaborado e intensificado com Lady do Luar. Minha mente se acomodaria junto com a consciência de Geovanna em seu corpo, ela sentiria os mesmos prazeres que eu, mas com a diferença de que eu estava no controle, para ela nada passaria de um longo sonho diferente. (Dominação 5 Possessão - 9 dados em ambos os testes. ) Era só uma questão de tempo até que a mente de Geovanna fosse subjulgada e eu pudesse agir sob o corpo de Geovanna Fellini assim que eu me tomasse conta de seu corpo, usaria a potencia do corpo de Geovanna para carregar meu corpo em torpor até o meu caixão de ouro e o deiraria em seu transe fechado. Levaria comigo no novo corpo as estacas, e o colete a prova de balas e os colocaria por baixo do grande Habito que Geovanna usa em seu corpo. levando a tocha comigo eu sentia o prazer outra vez de controlae um corpo humano com a vantagem de possuír um mínimo de potencia e por sorte, algumas de minhas habilidades vampiricas... 


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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Ter Mar 20, 2018 10:20 am

O mundo das trevas era um palco macabro de peças bem elaboradas, e diversas vezes, fatais. Jack gostava do jogo, e ainda mais dos jogadores. Roden era um enigma ainda. Se tratando de lealdade... Jack não acreditava nessa palavra. Talvez o xerife pudesse ter uma moeda de troca, e isso anima o nosferatu. Aquela parte mesquinha e fajuta adorava conseguir algo sem qualquer esforço, fazendo aliados temporários por onde quer que fosse. Não importava onde, não importava quem. Todos eram uteis, só o que mudava era o tempo de validade. E Roden acabava de estender seu tempo naquele momento. Talvez ele fosse um aliado mais valioso do que havia julgado.

- James, do Clã de Sangue Azul - Diz Jack com o brilho de ódio no olhar. Talvez conseguisse transmitir um pouco de raiva para o Brujah, e Brujahs são famosos por não gostarem daquele Clã, seja lá qual for o motivo, talvez Jack conseguisse utilizar aquilo - do Novo Mundo. Esta fazendo negócios com um Giovanni chamado Muslin. Ambos vieram ao velho mundo para satisfazer suas ambições. - Jack balança a cabeça negativamente - Cretinos! Eu não conseguir obter muito sobre seus passos. Mas sei que estou perto.

Após toda aquela ladainha subalterna da despedida. Jack se colocava em direção aos esgotos. Não era difícil, é claro, localizar uma entrada. Não pra ele, Jack hunter. Utilizando de seus dons, Jack adentrava ao subterrâneo ofuscado. Seguindo as sombras e se tornando imperceptível a olhares alheios. (Ofuscação 2).

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 22, 2018 1:20 pm

Luthero Borgia/Beaumont:


Rolagem de dados:

*Para acelerar um pouco, fiz todas as rolagens de resistência de uma só vez.
Beaumont: carisma+intimidação - 4 Sucesso(s)
Abadessa: FdV - 2 Sucesso(s)

Beaumont: carisma+intimidação - 4 Sucesso(s)
Abadessa: FdV - 1 Sucesso(s)


Beaumont: possessão - 4 Sucesso(s)

Características:

- PS: 20
- FdV: 5
- Vitalidade: Normal


Após a saída de Erwin e seu retorno ao subterrâneo, Beaumont livra-se da forma da freira e retorna a sua identidade real. Uma pequena fonte de luz preenche a entrada para os incontáveis túneis, onde o Ancião espera pela "oferenda" enviada pelos Filhos de Badb como prova de sua boa vontade. Não demora muito até que Geovanna chega com a garota. Bianca parece levemente assustada, é o que indica seu tom de voz, mas seu olhar e expressão facial não levam neste caminho, ainda mostrando a doce garota que conversara com a Freira ilusória pouco tempo antes.

Com a entrada da Abadessa no covil, Luthero corta com as presas a palma de sua mão e deixa o sangue escorrer para dentro da boca de sua Lacaio. Em um primeiro momento Bianca não pareceu entender o que estava acontecendo, mas quando viu a mão de Beaumont com a mesma mancha vermelha que surgiu próximo da boca de Geovanna a garota compreendeu o que ocorria. Seu rosto, tão puro e belo, se contorceu com o medo. Antes de sair das catacumbas, a Lacaio fala com a garota, mas o medo já está lá... suplantado na mente de Bianca.

As palavras de Beaumont para sua serva sobre Bianca fazem com que os olhos da jovem se arregalem, sua respiração torna-se ofegante, o odor do medo está por todos os lados. Todo o seu corpo move-se de forma ritmada convergindo com a respiração rápida. Quando Geovanna passa por ela, Bianca ainda tenta tocar no hábito da religiosa, que afasta-se facilmente das mãos da garota. O poder do sangue está pulsando nas veias antigas de Geovanna, consumindo sua mente com a loucura, e esta segue para o dia que está próximo do raiar.

Dentro do túnel estão somente Bianca e Beaumont, que se aproxima da jovem. Quando so dois estão a alguns poucos passos um do outro, Bianca cai no chão desmaiada, não sem antes deixar um grito escapar por sua garganta junto com suas últimas forças. Com a sede que somente um morto-vivo com séculos e séculos possui, Beaumont rasga a garganta da garota com ferocidade. Um jorro de sangue é expulso para a boca do Malkaviano. Doce, como a personalidade mostrada pela garota, esse é o gosto do sangue que desce por sua garganta. Com o prazer sentido pelas presas do Lunático, a garota acordava gemendo. Não satisfeito, Beaumont rasga o tórax à procura do coração de Bianca. Lá está ele, ainda pulsante, mesmo que lentamente. Em um único movimento o músculo está nas mãos de Beaumont, pronto para ser consumido. O Ancião ainda se aproveita de outros órgãos antes de sentir o peso do Sol.

Ao final Beaumont deixa o corpo despedaçado na entrada do túnel e segue para seu sono enebriado pelo odor de sangue que se espalhou por sua roupa e que se espalha pelos corredores abaixo do mosteiro.

A noite vai surgindo quando o Cainita acorda. O odor do sangue de Bianca ainda impregna o covil de Beaumont. Pouco depois a Abadessa abria a entrada para as catacumbas e o Ancião a leva para o interior do lugar. Com os olhos presos nos de Beaumont, a freira vê-se a cada momento mais fraca, sua mente está cansada. Uma batalha está sendo travada em seu cérebro e a religiosa nem tem noção do que ocorre. Os anos de dominação sobre a mulher rendem seus frutos e sua força de vontade é facilmente suplantada. Em instantes o Malkaviano vê seu corpo caindo no chão, sem vida. Ele havia conseguido tomar para si o corpo de Geovanna com uma facilidade surpreendente.

Do lado de fora Alessa esperava. Ela conta que seguiu o outro Cainita até as proximidades de um bosque, onde ele acabou sumindo. Ela fez o possível para encontrá-lo, mas não conseguiu, então retornou assim que o meio dia chegou.

Erwin chegou no mosteiro pro volta das 21:00

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Sex Mar 23, 2018 8:19 am


Sentir o poder de ser mortal sempre me era prazeroso. Os sentimentos em sincronia com as batidas ríticas do coração, as dores da idade de Giovanna me faziam sentir vivo novamente, eu não era aquele corpo morto e com cheiro de poeira antiga, eu estava vivo o suficiente para me deleitar do prazer de ser mortal apenas o tempo necessario e depois voltar a segurança de minha existência.
 
Eu organizei minhas vestes apenas para ter certeza, me despi ainda no meu refugio diante de um espelho para apreciar a beleza de ser humano, mesmo neste corpo murcho de Giovanna. Vesti a primeira seda leve e alva, segundamente o colete dado a Alessa a mim para minha própria proteção, já que este corpo não tinha a mesma constituição que o meu corpo original além das estacas para qualquer eventualidade. Por fim eu vesti um longo manto purpura com ornamentos de ouro nas pontas, digno dos antigos clericais do século XVI. Agora eu estava pronto ! E assim lacrei a passagem para as catacumbas com a potencia possuída pelo corpo da Abadessa. 

Me encontrei com Alessa e a reverenciei enquanto ela me contava tudo o que havia acontecido. 

Beaumont (Geovanna) : - Está tudo bem Alessa, se prepare pois em pouco tempo estaremos partindo, fique sempre ao meu lado, este corpo é frágil então precisarei muito de você daqui para frente. Avise as outras que farei uma viagem de urgência mas voltarei logo. Enquanto isso me encontrarei com o Senhor Erwin ! 

E assim eu faria, encontrar-me com ele sem dúvidas me seria eternamente aprasível, eu realmente queria ver a cara de surpresa de Erwin eu ver esta minha forma. Quanto mais ele se conformar com o fato de que eu não sou apenas um, mais formidável será para mim. 
Assim que nos encontramos eu disparei o poder do fáscinio unicamente para saber se estava funcional (Presença 1 - Fáscinio - 4 dados do novo corpo). Eu precisava saber o quão adapitado eu estava naquele corpo e se eu era capaz de usar todas as minhas disciplinas sociais com ele. 

Beaumont (Geovanna) : - Estou pronta ara me encontrar com Mael, como acha que estou ? Preferi ir de alguém mais importante, afinal a casca realmente importa em certos lugares. A Abadessa Geovanna Fellini de Ferrara terá a honra de se unir aos Filhos de Badb e compartilhar o seu conhecimento sobre os matusaléns com todo o prazer. 

_________________
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Mar 24, 2018 9:03 pm

Jack Hunter:


Rolagem de dados:

Jack: fazer ruidos - 0 Sucesso(s)

Jack: percepção - 2 Sucesso(s)


Com sua força superior, foi fácil para Jack quebrar o cadeado que fecha a porta para os esgotos. Com um barulho quase imperceptível para um humano comum, a tranca se desfaz nas mãos do Nosferatus e libera sua entrada. O Imortal põe o ferrolho para o lado e empurra a porta com facilidade, abrindo o caminho para um odor forte, mas bem conhecido para o Nosferatus. Antes de seguir caminho, Hunter procura esconder sua presença sob o manto da Ofuscação, embora não seja fácil manter-se oculto nas sombras quando a cada passo um novo obstáculo surge a frente. O túnel, grande o suficiente para duas pessoas andarem lado a lado sem esbarrar, e um pouco mais alto que uma pessoa, segue em linha reta por alguns metros, até chegar a uma bifurcação. Durante o percurso, sacos plásticos estavam posicionados no meio do caminho, e dentro desses havia um grande volume que liberava um odor de carniça. Ademais, poças d'água surgiam em pontos diferentes do terreno, e Jack pisou em algumas delas devido a baixa luminosidade do lugar.

Logo ao chegar na bifurcação, Jack ouve um som que chama sua atenção. Aparentemente algo está se movendo no túnel que segue pelo lado esquerdo do Ancillae.

_________________
Sigo em frente... vivo numa noite eterna... as trevas me preenchem, me alimentam... sombras estão ao meu redor... elas falam comigo, me entendem... eu as entendo e compartilho de meu ser, minha alma... nós nos completamos e assim viveremos para todo o sempre.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

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