Marion Choiseul - Tremere - Camarilla

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Mensagem por Songette em Ter Maio 11, 2010 11:24 pm

Nome do Personagem: Marion Choiseul
Nome do Jogador: Jennie
Natureza: Intelectual
Comportamento: Frio
Clã: Tremere
Geração: 8ª
Refúgio: Minha casa em Londres
Conceito: Ancillae
Senhor: Charles Le Grann



Atributos – Físicos 3+3


Força: 1+1
Destreza: 1+1
Vigor: 1+1

Atributos – Sociais 3+5


Carisma: 1+1
Manipulação: 1+2
Aparência: 1+2

Atributos – Mentais 3+7


Percepção: 1+3 (perspicaz)
Inteligência: 1+2
Raciocínio: 1+2

Habilidades – Talentos 13


Prontidão: 2
Esportes: 1
Briga:
Esquiva: 2
Empatia: 3 + 1 ( +2 pbs add de defeitos) (Ganhar confiança)
Expressão:
Intimidação: 3
Liderança:1
Manha: 1
Lábia:

Habilidades – Perícias 5


Empatia com Animais:
Ofícios:
Condução:
Etiqueta:
Armas de Fogo:
Armas Brancas:
Performace: 1
Segurança:
Furtividade: 3 + 1 (2 pbs) ( mover-se em silêncio)
Sobrevivência: 1

Habilidades – Conhecimentos 9


Acadêmicos:
Computador:
Finanças:
Investigação: 2
Direito:
Lingüística: 2 ( Latim, Italiano e francês ( nativo))
Medicina:
Ocultismo: 3
Política:
Ciência: 2




Antecedentes 5


Aliados:
Contatos:
Fama:
Geração:5
Influência:
Influência em:
Lacaios:
Mentor: 2 =(+ 2 pbs add de defeitos)
Rebanho:
Recursos: 4 (venho de uma familia nobre meu pai um excelente advogado de renomado nome)
Status na Camarilla: 1
Status no Sabá:
Status de Ancião:
Prestígio de Clã:1
Idade:
Identidade Alternativa:
Arcanum:
Força Militar:

OBS: ( +6 pbs 4 em recursos, 1 em status e 1 em prestigio)

Disciplinas 3


Taumaturgia: 1 ( sedução das chamas )
Auspícios: 1
Dominação: 1


Virtudes 3+7


Consciência: 1+2
Autocontrole: 1+1
Coragem: 1+4



Humanidade: 5



Força de Vontade:5+2 (2pbs)




Fraqueza de Clã:

Laço de sangue com o Clã Tremere


Qualidades: (5pbs)

Noção de perigo: 2
Digestão Eficiente: 3

Defeitos:

Inimigos : -1 ( Fredy)
Anacronismo: -2
Excesso de confiança: -1

Preludio


Em uma época um tanto remota, creio que era século XIX meados de 1706, andava eu pelas ruas escuras de Londres, acabara de sair de um baile de máscaras oferecido pela côrte inglesa, um palácio lindo cheio de riquezas pratarias as mais belas, candelabros que pairavam ao centro do salão iluminava as mais sublimes fantasias da época, roupas de luxo feitas da mais pura seda com brilho único suas máscaras perfeitas que não tinha como identificar quem estava atrás delas, damas e cavalheiros a bailar, estava eu trajada em um belo e singelo vestido de cor rubra com tons atenuantes em detalhes, minha máscara apenas tapava meus olhos mas sim com detalhes estonteantes de brilhos e plumas, logo adiante ao norte do salão perto das escadarias revestidas de mármore branco com corrimãos podia se dizer que feitos em ouro , pairava um nobre cavalheiro trajando uma bela veste que ao longe percebia-se que era de extrema nobreza, vestia ele um fraque num tom acinzentado combinando com a calça, abaixo do fraque uma camisa branca com mangas sobressaindo como franjas, seus sapatos eram de um brilho só, em sua cabeça uma cartola, em sua mão direita segurava uma máscara negra um tanto singela em meio de tantas tão deslumbrantes; seu olhar era compenetrante, baixei minha cabeça disfarçando o fascínio que senti ao vê-lo, diriji-me de encontro aos meus pais, Duque Andrew Choiseul e Duquesa Amália Choiseul, que por ventura se encontravam próximos ao nobre cavalheiro que me fascinara, percebi que o mesmo ficou a me observar, por horas aquilo começou a me deixar um tanto constrangida, sentia que a cada passo meu estava sendo vigiada por aquele olhar compenetrante - Se estais a me fletar por que não viestes de encontro a minha pessoa? - pensamento este que não me saia da cabeça. - Com licença meu pai, minha mãe, irei-me retiar estou um tanto cansada - Não meu pai não usarei o coxe, caminharei um pouco para poder pegar um ar - não te preocupes meu pai são apenas três quadras para poder chegar em nossa moradia- sim papai tenho plena certeza.
Despedi-me do que ali se encontravam, mas meus olhos procuravam aquele misterioso nobre cavalheiro que sumira sem deixar vestígios como se nunca estivera ali. Ao sair do Palácio me diriji em direção as escuras ruas de Londres feitas de paralelepípedo, o silêncio tomava conta daquela madrugada e meus pensamentos me levava à aquele nobre cavalheiro tão misterioso, faltando uma quadra para chegar em minha morada avistei ao longe uma figura que pelas suas vestes não me era estranha. Sim era aquele nobre cavalheiro misterioso que em um piscar de olhos meu ele se encontrava bem a minha frente - Boa noite nobre cavalheiro, serdes gentil de vossa parte me chamar de bela dama - Meu nome é Marion Choiseul, e o vosso qual seria? - Hum, Charles Le Grann serdes um belo nome senhor - Mais uma vez agradeço vosso elogio, mas existem damas na côrte mais belas do que eu. Percebi que o mesmo estava a me cortejar, não conseguia desviar daqueles olhos penetrantes que estavam a me hipnotizar me deixando paralisada um tanto abobada, ao sentir sua aproximação, meu coração palpitava cada vez mais forte, até que senti suas mãos tocarem minha face, logo jogando meus cabelos para trás, não consegui esboçar qualquer reação, senti seus lábios gélidos tocando os meus - O que estais a fazer? Perguntei num breve sussurro, ele sem nada falar foi me envolvendo em seus braços, seus lábios percorreram minha face pairando sobre meu pescoço, senti suas presas sendo cravadas no mesmo, fechei meus olhos em estado de topor; tudo começou a ficar tão vago e distante. Ao abrir meus olhos me vi deitada no chão apenas minha cabeça amparada pelo abraço de Charles, comecei a sentir algo estranho uma dor seguida de sede incontrolável - O que estais a acontecer comigo? - Como pode fazer isso? - O que foi que eu lhe fiz? - Como assim me transformara em vampira?- Condenastes-me a isso? Mesmo em meio de tantas perguntas e ele com suas respostas evasivas o mesmo me conduzia a um lugar conhecido como Taberna, ali é onde se encontrava nobres cavalheiros que iam à busca de diversão, pois havia mulheres que vendiam seus corpos por meras moedas de ouro. Percebi que ali se encontrava cavalheiros de todos os níveis, do nobre ao reles camponês, um local um tanto obscuro, mesas de madeira já um tanto gastas, o local era iluminado por lampiões, um balcão onde havia cadeiras altas as mesmas feitas de madeira também, Charles ao me olhar volta o olhar dele para um cavalheiro acenado a cabeça como se tudo já estivera combinado, o mesmo seguiu em direção á escada - O que? - Queres que eu o siga?- Está bem.
A pedido de Charles quase uma ordem segui aquele reles (humano), ao começar subir as escadas percebi que as mesmas não chegavam aos pés em beleza das do palácio, ao final da escada havia um corredor comprido com varias portas (quartos), comecei a nadar e como uma forte intuição adentrei exatamente onde se encontrava a minha primeira presa (refeição ). Então eu o olhei fixadamente o mesmo ficou paralisado, me aproximei o abracei e rapidamente cravei minhas presas em seu pescoço, tomei até a última gota de seu sangue, deixei seu corpo ali caido sem sentir um pingo de remorso, limpei minha boca, sai do quarto tranqüilamente desci as escadas e fui de encontro a Charles (meu criador). Dei um breve sorriso e saímos da taberna, ele me levou até sua moradia que era um tanto distante da cidade, chegando em sua moradia meus olhos ficaram deslumbrados com estonteantes beleza daquela moradia que pertencia a Charles Le Grann (meu senhor), janelas e portas da mais pura madeira num tom mogno, antes de adentrar a bela casa passamos por uma varanda com pilastras estas pretas com detalhes em dourado formando um belíssimo abstrato, ao me deparar coma porta de entrada parei e fiquei a admira-la pois a mesma era talhada formando um desenho que logo eu descobrira que se tratava de um símbolo de um clã o qual meu senhor pertencia, “ Tremere “ , por de certo tudo aquilo era um tanto novo para minha pessoa – oh! Que leis e regras serdes essas? Hum, és interessante poder lidar com magias, pois isto sempre me atraiu quando mortal, sempre procurava ler livros de alquimia estes repugnados por meus pais. - Sim pode se dizer que tenho muita curiosidades em tudo que seja sobrenatural, estes nunca entendido por meus pais. Ao entrarmos na moradia de meu senhor se pairava três seres que ao meu ver já esperavam por minha presença, estes se encontravam na ante sala, os mesmos fizeram uma reverencia a meu senhor, este acenando com a cabeça, logo se voltaram para minha pessoa me desejando boas vindas me chamando de irmã de sangue se apresentando um a um, Samirah Carli, Fredy Gerard e Louiz Back. Meu mestre estendeu-me a mão para que pudéssemos adentrar a sala, olhei para ele dando um breve sorriso e o mesmo me conduziu, meus olhos se encheram de tamanha admiração pelo que via a minha frente detalhes minuciosos desde mesa aos quadros da parede, poderia se comparar a beleza dos detalhes do palácio, o que mais me chamara atenção foram os quadros com pinturas de extrema beleza a qualidade pintados a óleo, outra coisa que me chamara muita atenção fora que não havia janelas em parte alguma daquela moradia que as janelas vistas do lado de fora era meramente um detalhe de representação, Samirah dirigiu-se a mim me conduzindo até meu mais novo aposento, subimos uma escada da qual tinha detalhes em seus degraus bem ao centro, o mesmo símbolo que havia na porta de entrada, corrimãos no mesmo tom de mogno da porta e janelas vista do lado de fora com os mesmos detalhes em dourados estes em alto relevo, num corredor não muito longo mais quadros nas paredes estes com imagens de seres que ao canto havia o mesmo símbolo que pertencia aos Tremeres, paramos em frente a uma porta ao qual Samirah relatou ser meu aposento, ao abrir a porta não sei por que, mas me senti em casa pela primeira vez, era uma replica do meu aposento na morada de meus pais, mas este sem janelas, uma cama em madeira trabalhada, com um véu a encobrindo, uma penteadeira combinando com a cama em seus detalhes uma poltrona logo a esquerda este forrado com um tecido de ótima qualidade num tom rose tudo estava perfeito. Descemos de encontro aos demais. –Estou agradecida pela hospitalidade Samirah – Sim Louiz sou de Londres – Ora muito obrigada pelo elogio Louiz – Vejo que não serdes de muita prosa caro Fredy. O mesmo apenas me olhou com olhar penetrante, mas não o mesmo olhar que meu mestre terá para comigo, senti ódio em seus olhar, me silenciei por um momento e no mesmo instante percebi que os olhos de meu senhor mudara de cor ao fitar os de Fredy, o mesmo abaixou a cabeça no mesmo instante em um gesto de obediência, na hora não entendi o porquê daquela situação, mas com o passar dos dias,meses e anos, percebi que Fredy se julgava o preferido de nosso senhor e com minha chegada eu tomaria toda atenção, e me tinha como um rival, a diferença entre Fredy e minha pessoa era que ele não era tão aplicado aos ensinamentos de nosso senhor o quanto eu era, eu tinha a necessidade de saber e aprender, muito antes que o esperado pelo meu senhor eu havia total controle de meus dons assim dizendo, eu evoluía a cada dia que se passava, Fredy raramente se dirigia a palavra a minha pessoa me ignorando totalmente, eu por minha vez tentava de uma certa forma uma aproximação mas o mesmo não o queria, Samirah, Louiz e eu nos tornamos grandes amigos mesmo eu os superando em alguns feitos sendo eles mais antigos que eu, nosso senhor muito pouco ali permanecia, ele pertencia a uma setima geração de nosso clã, semanalmente íamos ao encontro de outros irmão de sangue em um casa chamada Capela Tremere era um lugar cujo tamanho era indescritível mas com os mesmo detalhes que deslumbrava os olhos de quem os visse em primeira mão.Conheci muitos seres conhecidos como irmão de sangue, logo adiante um me chamara muito atenção este era de tal fascínio quanto era meu senhor, fui procurar saber de quem se tratava com Samirah a mesma me logo me respondera que se tratava de Lucighor o conselheiro da Capela onde nos encontrávamos e meu senhor era o Regente da mesma, visto que muitos o rodeavam não conseguia entender o porque, logo uma irmã de sangue se aproximara de minha pessoa apresentando-se como Litimohê - Honrada estou eu em lhe conhecer Litimohê – por deveras que sim – Vejo que estou a me tornar popular- não sei qual a razão mas estou – Apenas me dedico aos meus estudos e ensinamentos de meu senhor. Dei um breve sorriso. – Mas me digas o porquê de tal aglomerado em torno do senhor Lucighor?- Não me digas que temos um inimigo infiltrado em nossos domínios? – Serdes um Sabat? Hum... Fiz-me silenciar por alguns instantes, e pus-me a pensar, meus sentidos estavam aguçados fiz uma viagem no tempo em meus pensamentos tudo estava tão claro como fora à luz do sol que um dia eu presenciara como mortal, mas nada falei. Ao voltarmos para nossa morada fui ter para com meu senhor e o coloquei a par de minhas desconfianças que em minha cabeça eram mais concretas do que abstratas... Meu senhor gargalhou, como se já sabia de tal fato e estava apenas a esperar por minha ação que mais uma vez o surpreendera- Vós já sabíeis de tal fato meu senhor? Apenas estavas aguardando a ação de um de nós? No caso Samirah, Louiz e eu, mas minhas intuições foram mais forte que as de Samirah e Louiz por serem mais antigos que eu. Começou minha caçada em juntar questões condizentes que incriminavam Fredy. .
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