MOST - "Ponte"

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Mensagem por Amadeo Giovanni em Sex Out 12, 2012 1:52 pm



MOST
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Geografia


Most é uma cidade e a capital do distrito de mesmo nome, na República Tcheca. Ela está situada entre os Planaltos da Boêmia Central e os Montes Metalíferos, a cerca de 77 km a noroeste de Praga, ao longo do rio Bílina e a sudoeste da cidade de Ústí nad Labem. O seu nome significa “ponte” em tcheco, e ela foi assim batizada devido ao sistema de pontes sobre os pântanos que foram construídas nesta região durante o século X.



História recente facilmente obtida sobre a cidade


Atualmente, Most conta com um território de 86,94 km² e uma população de 67.189 habitantes. Durante os anos 1960, a maioria do centro histórico da cidade foi completamente destruída para dar espaço para a expansão de minas de carvão lignito, um processo que durou até 1970. Este processo envolveu a destruição de muitos monumentos históricos de Most.


Locais Importantes:


Castelo de Hněvín


MOST - "Ponte" Mosteiromost





O castelo original foi construído durante o século XII, porém, por motivos bélicos ele foi destruído em 1651. Em 1896, um grupo de pessoas empenhou-se em sua reconstrução, finalizada em setembro de 1900.


Igreja da Assunção da Virgem Maria

MOST - "Ponte" Igrejamost




A construção da igreja começou em 20 de agosto de 1517, quando a pedra fundamental foi lançada. De estilo gótico, ela possui uma torre e seu interior forma um grande salão, dividido em três naves por sete pares de colunas octaédricas. Entre os contrafortes estão dezesseis capelas com abóbadas próprias, dois vestíbulos laterais e uma sacristia. A igreja foi um dos poucos edifícios preservados durante a destruição do centro histórico, ela foi removida do seu local de construção para ficar longe das minas e carvão.



Hotel Cascade


Pode acolher até 46 pessoas e oferece especialidades da cozinha internacional e tcheca, peixes e pratos feitos com carne de cervo, bem como um cardápio vegetariano.


Hotel Pohadka


Possui a temática de conto de fadas e serve pratos da cozinha típica tcheca. A área de jantar é grande e possui uma pequena fonte, uma árvore e fadas esculpidas. O jardim tem grande terraço e um pequeno castelo de madeira para entreter as crianças. pode acolher até 60 pessoas.


Hotel Špejchar


Possui pratos da culinária tcheca e internacional, que podem ser servidos em um charmoso terraço. Pode acolher até 65 pessoas.


Transporte Público

MOST - "Ponte" Bondeeletricomost




O transporte público na cidade é feito por bondes elétricos, que fazem a ligação entre diversas regiões de Most. Dentro da cidade, para aproveitar a viagem com mais conforto e tranquilidade, é possível utilizar também o serviço de táxis.


Minas de Carvão


As pessoas não costumam ir lá de noite e uma vez ou outra surge a história de alguém desaparecendo próximo a elas.


Floresta


A cidade é cercada por ela e faz parte do foclore da cidade histórias sobre lobisomens, a grande maioria das pessoas acha graça dessas lendas.


Parque Central

Uma bela e grande Praça em seus jardins uma fonte com gargulas, ao redor dela tem cafés, Câmara municipal, Museu, Teatro e Biblioteca Pública.
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MOST - "Ponte" Empty Post de Narração nº 1 - Ainda na cidade de Praga

Mensagem por Amadeo Giovanni em Sex Out 26, 2012 12:52 pm

Para Todos


Praga é uma antiga cidade do leste europeu, muitas lendas giram sobre este lugar, uma das mais famosas é sobre o rabino Judá Loew ben Betzalel, que teria criado um golem para defender o gueto de Josefov contra ataques anti-semitas.


Na história cainita existem lendas, que este local teria sido um entre vários locais onde Tremere e Tzimices teriam combatido.


O príncipe da cidade é um Toreador de origem Grega chamado Makarius, dizem que ele seria da linhagem do ledário Príncipe de Costantinopla.


No reinado que já perdura um século, varias investidas bélicas do sabbath, que ele soube habilmente resolver.


Informação só para o Personagem Henry Crow: O Primogenito Nosferatu de New York o recomendou procurar no antigo bairro dos judeus; Um Nosferatu chamado Josef numa breve conversa ele teria te contato, que o príncipe de Praga não havia sido derrubado por dois motivos:
1- Uma suposta aliança com uma antiga Brujah;
2- Um conflito pela liderança dos Tzimices tem ocorrido no Cárpatos.



A festa ia bem apenas a presença de vocês foi permitida, carros enviados pelo príncipe foi enviado para busca-los. Um local bonito e muito bem vigiado transmitindo a segurança para um evento, que tinha o intuito de celebrar o 1 (um) século de principado de Makarius e também a virada do milênio.

Durante a festa tais informações teriam sido passadas para alguns personagens:


Informação só para o Personagem Henry Crow: No salão de festas você conheceu YanicK Israel Maurer, um judeu ventrue natural da Baviera, Bisneto de Hadestadt e Neto de Jurgër e filho de Guilherme Palatinno: - Eu vim aqui para investigar sobre a história cainita da cidade, sabia que já na idade das trevas o príncipe dessa cidade era um ventrue? Todavia, não consegui descobrir nada além disso.-


( Informação só para O personagem Thorsten Schneider/Johnatan Willians : Durante a festa uma Toreador Francesa chamada Emanuella lhe disse, que essa ascedência teria sido inventada para "justificar" um direito hereditário sobre esse território. Mas um Tzimice chamado "Sasha" ou "Sacha" já teria mandado mais de uma vez bandos nômades nessa direção.)

Informação só para a Personagem Milla Brunwick: Você estava no evento e caminhou no meio daqueles vampiros e carniçais, nesse momento um voz vem até sua mente dizendo: - Vou te mostrar um segredo.- Seu lado criança se manifesta e dotada de uma curiosidade tipica das mesmas, você começa a seguir os conselhos da voz na sua mente e deixa "Ele" para trás.

Enfim, você passou despercebido por todos e fi até uma sala, lá haviam quadros, vasos e mobilia antiga, a voz te manda abrir a gaveta da esquerda.

Você encontra uma pequena caixa e tinha um anel dentro, quando você põe a mão sobre o mesmo o mundo ao seu redor muda.

" Você se vê correndo por dentro de um antiga catedral com arfrescos, em um determinado momento se esconde atrás de uma pilastra.

Fica então a observar um homem em estado de êxtase na nave falando palavras em uma lingua desconhecida, uma mulher com roupa sacerdotal se aproxima dele e crava seus dentes no pescoço.

Por fim, o homem se desfaz em pó suas roupas e objetos caem, a mulher vai embora e você se aproxima da nave e tudo apaga.

Você volta ao mundo real, esta desnorteada, barulhos de objetos quebrando e gritaria veem do andar de baixo, o anel esta caído no chão.


Um passaro preto que lembra um corvo, entrada rapidamente pela janela e o pega; você pensa em agir, mas seu corpo ainda não obdece seus pensamentos, aparenta um grande cansaço. Finalmente você se sente melhor e começa a se mover.




OFF: Qualqer tentativa de o personagem da Painkiller tentar seguir os passos da personagem de Argo seram frustados, pois o mesmo esta com sua atenção fixada na conversa que esta tendo com a Toreador.


Aos que continuaram no salão da festa ( Henry Crow e Thorsten Schneider)

Barulhos são ouvidos do lado de fora, gritos e edxplosões, a porta é praticamente arrombada, dois criaturas deformadas entram desmembrando a todos que estão por perto.

Vozhd

MOST - "Ponte" Vozhd




Nenhum de vocês já tinha visto ou ouvido falar de algo deste tipo e muito provavelmente se fossem mortais já teriam tido um ataque cardiaco diante de tal criatura nem os bravos conseguem ser indiferentes.

Após essa entrada apoteótica outras criaturas "belicas" menores, que foram já tinham visto antes resolveram dar o ar de sua graça são os conhecidos " Carniçais de Guerra dos Tzimices".

Carniçal de Guerra

MOST - "Ponte" Warghoul




Vocês dessa vez tem total certeza, que há mais de um bando Sabbath lá fora!


OFF: No post de Vocês deveram colocar o motivo que os trouxeram para Praga e poderam dar início a fulga de vocês para Most, essa fuga será solitária, pois todos vocês estaram preoculpados em livrar o próprio pescoço. O celular de vocês no momento está dando fora de sinal.
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Mensagem por painkiller em Sex Out 26, 2012 2:58 pm

Praga, viajar, era só pra conhecer alguns membros do clã, retomar velhos e novos contatos, quem sabe criar uma nova zona de influência dos seguidores dentro da própria camarilla, conseguir ser convidado não foi algo difícil, afinal um membro amigo da harpia nunca fica de fora de eventos, eu e minha "cria", ARgos, fomos apresentados formalmente ao príncipe, ambos sob a insígnea do clã da rosa, como de costume.

A noite está fria, umidade do ar baixa, meu olhar cruzava todo o salão, o perfume tudo completamente agradável, inclusive a conversa com a belíssima Emanuella, como já suspeitara essa baboseira de hereditariedade era apenas um modo de conformar os súditos ao seu domínio, mas até aí acho que a maioria estava à par da situação, pelo menos a maioria que tem capacidade de pensar, minha conversa era interrompida bruscamente, pela entrada triunfal de um bolo de carne gigantesco.

-- Parece que o amigo do príncipe chegou para lhe dar os parabéns. -- digo friamente, tentando sair do alcance das criaturas, ainda há muito para se fazer.

Sun Tzu, sim, Sun Tzu, o velho chinês certa vez falou que uma vez cercado, faz-se necessário agrupar a todos como em um círculo, de forma a tentar barrar o avanço do inimigo, a divisão é para os fracos, olhava para os demais membros, enquanto afrouxava a minha gravata, esperava alguém cair em cima, enquanto me afastava e segurava o pulso de Emanuella firmemente, adoraria poder falar uma ou duas palavras em francês, mas está na hora de bailar e deixar os fracos caírem.

-- Madame, deixe a dianteira para os fortes, onde encontramos armas? -- "Milla onde você se enfiou?" era o pensamento que tive ao fazer meu olhar de cobra girar a sala, preciso de um revólver, um rifle, qualquer coisa, mas por hora iria me esconder, deixar que os demais tomassem a dianteira.

Esperava Emanuella me responder enquanto rapidamente bombava meu sangue para a aumentar minha velocidade, esperava os dons de Set fazerem seus efeitos (@ 3pds Destreza) precisava agir rápido, sabia que Milla não ia partir para o confronto direto, sabia também que não poderia utilizar de meus dons de serpente ali, deveria contar com a hipótese da Camarilla vencer aquele embate, mesmo que os grotescos ali estejam com o fator surpresa a seu favor.

Procuro, uma brecha, um canto escuro, ao lado de uma cortina, a sombra de um pilar, a parte de trás de uma mesa, e ativo a minha "presença invisível", que os malditos não me notem, o destino foi lançado, caso consiga chegar até um lugar mais alto, que é a minha preferência, vou tentar encontrar Milla no salão, vendo de longe, "onde está o príncipe?" mais um pensamento que corta minha mente enquanto observo a situação e traço um plano para escapar daquele cheque-mate, tentava analisar o terreno, disposição dos móveis, quantidade de membros,carniçais e o que estaria por vir ainda.
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Mensagem por Argo em Sab Out 27, 2012 2:50 pm

A viagem para Praga junto com meu ´pai´ devido aos negócios dele era a primeira em meu “grande” primeiro ano de existência e, admito que dentro do que era possível para nossa “espécie” eu estava bastante empolgada desde que havíamos chegado. A cidade, suas construções e detalhes milenares transpiravam uma historia antiga e secreta que preenchia os meus sentidos com curiosidade. E o local onde estava sendo dada a festa pelo príncipe não era diferente. Enquanto caminhava lentamente entre os convidados observava cada detalhe do salão sentindo que se encostasse o ouvido nas paredes ou nas esculturas ali elas me contariam uma longa historia de tudo que já havia ocorrido naquele local – Será que eu deveria tentar?

Deixando-me vencer por esse impulso comecei a caminhar em direção a uma escultura que parecia particularmente antiga e nesse momento que ouvi “a voz”; aguçando ainda mais minha curiosidade ao falar que iria me mostrar um segredo. Sorri. Talvez a minha expressão agora me entregasse, mas ninguém deu bola e simplesmente comecei a seguir a direção que a voz me indicava afastando-me assim dos demais convidados inclusive do meu pai. Sem demora cheguei a uma sala com quadros, vasos e todo tipo de quinquilharia antiga. Parei observando o local um instante e sempre guiada pela voz abri uma das gavetas ali achando um anel de aparência antiga. Sem medir qualquer consequência imediatamente o coloquei no dedo anelar.

Antes que pudesse ver como o anel havia ficado em minha mão fui “transportada” para um local completamente diferente-- uma espécie de catedral antiga. Um pouco assustada corri me escondendo atrás de uma pilastra ao ver um homem mais a frente. Ele não parecia estar bem, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa assisti impotente uma mulher com vestes estranhas aproximar-se dele e após cravar seus dentes nele o transformar em pó. Sem qualquer tipo de cerimonia feito isso a mulher se retirou de lá e eu deixando minha curiosidade prevalecer mais uma vez comecei a caminhar em direção ao que restara do homem só que antes que fizesse qualquer coisa a imagem se desfez e eu estava de volta na sala que havia pego o anel.

Sentia-me perdida, fraca... e a barulheira que vinha do andar de baixo me deixava ainda mais desnorteada – Será que eu havia realmente voltado para o local da festa? Observei melhor o local, sim era a sala que eu tinha entrado antes, até o anel estava ali, só que no chão provavelmente caído da minha quando vi aquelas coisas. Fiz menção de me mover, mas meu corpo ainda não me obedecia bem e antes que conseguisse pegar o pequeno adorno um pássaro negro apareceu levando consigo o objeto. Fiquei o olhando se distanciar finalmente conseguindo me mover, mas minha atenção voltou para ali já que o barulho do andar de baixo parecia de uma guerra.

Com um estalo pensei – Pai – Será que ele estava bem em meio aquilo? Tinha que o encontrar, eu havia falhado, pela minha curiosidade não tinha ficado perto dele para prever que um ataque ocorreria lá. Levantei quase em um pulo e usando minhas habilidades herdadas pelo sangue amaldiçoado deixei o poder para não ser percebida agir, assim como também expandi meus sentidos para que conseguisse achar meu pai mais rapidamente. Cautelosa comecei a voltar, tinha que o achar de qualquer modo.

- x - x - x - x -

Ativado: Ofuscação 2 - E ela tem Auspícios 3.

Obs.: Sei que o objetivo era já começar a fuga, mas devido historia e relação dela com o personagem do Pain, não teria lógica simplesmente sair correndo sem tentar o achar pelo menos. =x

Roupa Milla:
Spoiler:
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Música: https://www.youtube.com/watch?v=2UeA9Nus9Eg
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MOST - "Ponte" Empty Post de Narração nº 2 - Pelo Sangue ; Só pelo Sangue.

Mensagem por Amadeo Giovanni em Sab Out 27, 2012 9:03 pm



"Aqueles que amam demasiado perdem tudo. Aqueles que amam com ironia perduram." ( Ditado Persa)


Thorsten Schneider




O Setita não se deixou abalar com o que viu, algo internamente lhe dizia, que não poderia se dar ao luxo de abalar-se emocionalmente.

Observa ao seu redor 30 vampiros, entre eles o príncipe da cidade, uns desaparecem, outros puxam garras, outros ficam em estado de choque.

Os que estão em estado de choque são os primeiros a cair diante das duas bestas de vários braços e várias bocas, que os cortam com um facilidade só comparável aos das garras dos gangrels.


Um vampiro de ar pomposo chega diante de uma das crituaras e diz: - Curve-se carniçal diante de minha vontade.-, entretanto , essa critura que foi forjada no fogo da fornalha de um Demônio; Não se dobra a vontade de nenhum outro, além dá de seu mestre.


Vampiro infeliz, maldito seja o nome dele, pois foi tolo o suficiente para tentar dobrar, a vil critura e descobriu, que não era capaz de fazê-lo. Termina agarrado, tenta inutilmente se soltar, grita, clama por ajuda, mas seu martírio termina no momento que sua cabeça é separada de seu corpo.


- Não há orgulho ou ossos que se mantenham firmes diante de um Vozhd.- , que diz essas palavras era aquele que deveria ter mantido a segurança do local, o xerife da cidade mostra sua verdadeira face e entra no salão dando gargalhas acompanhado de um bando "bichos" ( Nosferatos Antitribus).


Seu nome é Clito, membro da Casa dos Brujah, uma noite estará escrito na lista vermelha dos caçados, mas nessa, ele entra triunfante diante de um príncipe perplexo e inseguro.


O príncipe pode ter se entregado, mas ainda há aqueles que lutam, não por ele, mas pelo desejo de viver entre eles estão dois gangreis, dignos membros da Casa das feras, dois representantes de um clã conhecido por sua ferocidade em combate.


Eles mostram suas garras como dois bons beserker de outrora se jogam num combate sangrento contra os "Carniçais de Guerra".


O salão se transforma de marmore branco e amarelo em vermelho sangue os "bichos" fazem algumas vítimas e partem para a parte superior da casa, tombando tudo ou qualquer um que se meta diante de seu caminho. Será esse um pesado dos Degenerados e um sonho sadico dos Ratos de Esgoto? Enfim, o sangue das "Rosas de Praga" escorre pelo Chão. Por falta de adjetivo melhor reduziremos tudo a palavra "Carnificina".


Thorsten Schneider consegue um ponto "seguro" atrás de uma mesa onde consegue usar o dom advindo do sangue do "deus da escuridão", mas não há chance de conseguir ir para os andares superiores sem entrar em confronto físico com os pelo menos oito nosferatu.


Mas uma coisa o inquieta, cadê a mente por trás deste ataque? cadê os tzimisces? cadê aqueles que realmente governarão essa terra à partir dessa noite? Nesse momento só um tolo acreditaria numa vitória da camarilla.


Emanuella esta escondida, espremida no chão atrás dessa mesa, que você usou como uma "proteção", quantos segundos restam a ela? Isso só dependerá de ti.


Quanto ao Exaltado Príncipe, pois bem, você voltou a procura-lo, mas este deves ser um fã do mestre da escapologia conhecido como Houdini, pois ele não mais esta lá. Mas e você? Perto tens uma porta fechada que leva para um lugar não sabido, atrás um janela que levas para um gramado esverdeado e quiça "seguro"?


Um coisa é certa a jovem Milla Brunwick não esta naquele salão, o que demonstra, que aparentemente é mais inteligente que você ou sortuda.


OFF: Painkiller utilizou 3 pontos de sangue em Destreza e utilizou a disciplina Ofuscação nível 2.


Milla Brunwick


A bela menina sai da sala e se depara com que dá para duas pessoas passarem lado à lado, duas portas aparentemente fechadas de cada lado e no final uma curva em L, seus sentidos aguçados permitem perceber, que há movimentação em uma das salas, principalmente quando ocorre um barulho de vidros sendo quebrados.


Mas imediatamente um cheiro nauseante vindo do corredor, dá a sensação de que a tampa de um bueiro ou da caixa de gordura teria sido deixada aberta, realmente é algo que a pequena não estava acostumada. Dois barulhos são audíveis o primeiro do bater de pequenas asas aceleradas que lembram a de insetos e posteriormente passadas rápidas.


Uma porta próximo se abre e uma mulher de aparência oriental entra no corredor, ela aparenta está assustada, mal sabia que o pior esta por vir. Os insetos chegam na parte do corredor, que esta na sua capacidade de visão; eles a cercam e começam a pica-la.


A oriental tenta se desvincular deles, mas o pior estava por vir e seis criaturas deformadas, que mais parecem terem saídos de algum pesadelo ou de um filme de terror avançam.


Com animais sedentos por sangue lançam seus dedos longos e suas presas sobre a pele palida e macia da jovem, ela tenta gritar, mas o som é abafado com a mão de um deles, a lagrima de sangue corre por sua face e como um animal abatido suas pernas sedem, mas seu corpo não chega a tocar no chão, pois antes disto ela é desmembrada.


O caminho a frente esta "praticamente" obstruído pelos Nosferatu, a impedindo de voltar ao salão, a porta da sala que a jovem saiu esta aberta, tem a outra sala onde ele ouviu o barulho de vidros que se quebraram, tem outras duas salas aparentemente fechadas e por fim, tem o escritório de onde ela veio. Enfim, que rumo ela tomará?

OFF: Argo utilizou a disciplina Ofuscação nível 2 e ativou Auspex. Deverá no próximo post levar em consideração o cheiro nauseante, que tomou conta do corredor.

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Mensagem por Argo em Seg Out 29, 2012 2:42 pm

Mesmo com a necessidade de encontrar o meu pai eu agia com cautela, afinal aquele barulho todo só podia significar um ataque e, dos grandes já que era feito ao local que com certeza tinha a melhor proteção na cidade de Praga naquela noite -- Lentamente comecei a me esgueirar pelo corredor ouvindo que havia movimentação na sala próxima, estaquei e após um segundo tive que levar as mãos aos ouvidos devido as janelas que pareciam explodir em uma profusão de tilintar de vidros. Continuei parada, analisando minhas opções já que para seguir ao salão eu precisar continuar pelo corredor. O problema que naquele momento um cheiro terrível começou a se precipitar de lá, como se o próprio esgoto houvesse vazado naquela direção.

Sem a necessidade de respirar, parei de sorver o ar assim evitando continuar sentindo aquele cheiro terrível. Agora me guiando somente pela visão e audição, percebi o som de assas acompanhados seguidamente de passos rápidos – Umas das portas se abria revelando uma garota oriental sendo perseguida por uma bando de insetos que a picavam. Porém o fim dela que estava tão próximo seria muito pior que somente insetos; como vindos do inferno um bando de cainitas deformados avançaram para cima dela sem qualquer misericórdia a despedaçando sem qualquer chance de conversa – O pior que eles barravam o meu caminho até o meu pai e se eu me revelasse tinha certeza que encontraria o mesmo fim da oriental.

Comecei a analisar novamente as minhas opções, a sala da onde a oriental tinha saído não parecia ser a melhor já que por lá se tivesse saída ela teria utilizado. A sala que eu havia vindo estava cheia de coisas, acabar esbarrando em algo, ou ser cercada lá por eles teria pouco espaço para fugir. Continuar pelo corredor era impossível, me sobrava a sala em que as janelas haviam sido quebradas, quem sabe por lá eu conseguisse sair me livrando assim daquele local que a cada segundo se tornava mais perigoso – Me esgueirando o máximo silenciosa e mantendo os efeitos do sangue amaldiçoado comecei a mover com intuito de chegar no melhor momento que eles não percebessem na sala com os vidros quebrados para de lá tentar sair da casa e do encalço daquelas criaturas.
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Mensagem por painkiller em Seg Out 29, 2012 8:45 pm

Não há mais muito que fazer, as peças no tabuleiro desmoronam, o inimigo logo tomará de conta de todo o campo desse tabuleiro, só me resta torcer para que Milla retorne ao nosso refúgio intacta, com alguma sorte eu salvo a vida dessa vadia trêmula que se viva fosse estaria toda lambuzada em suas próprias fezes, que lamentável clã, esse onde eu fui me infiltrar, olhava para os lados, procurava o momento mais oportuno e pulava longe, gostaria de ter uma granada ali comigo, iria ser fdivertido incendiar aquele lugar, porém o fogo jogaria todos para fora, na mesma direção que eu estou saindo, o que não me ajudaria em absolutamente nada, coçava suavemente o anel, enquanto sussurrava para Emanuella:

-- Señorita, vamos bailar à luz do luar, -- dizia enquanto olhava de maneira maliciosa para a janela

Esperava o momento mais oportuno e pulava, do lado de fora, tentaria sentir o ambiente, poderia morrer, mas não ali, não daquele modo, procuraria mais um lugar seguro, porém, dessa vez tentaria localizar um meio de sair da área externa e tentar visualizar de onde a leva de atacantes vinha, era necessário ser esperto e tirar proveito das derrotas para antever os possíveis ataques do oponente, além, é claro de ainda tentar numa última esperança minha, tentar ver a pequena Milla, olhava novamente para o celular, para ver como estava a área e o horário.
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MOST - "Ponte" Empty Post de Narração nº 3 Caminhos Incautos

Mensagem por Amadeo Giovanni em Qua Out 31, 2012 3:27 pm

"O acaso vai me proteger enquanto eu andar ..." ( Titans)



Milla Brunwick




A pequena demonstra austúcia e busca pela sala de onde veio o barulho de vidros sendo quebrados, ele sorrateiramente se esgueira, abrindo sutilmente a porta.



Os bichos aparentam estarem muito dedicados a devorar o corpo da vampira oriental e ignoraram o barulho da prota se abrindo.



Ela entra numa saleta, com algumas cadeiras e uma mesinha, muito provavelmente deveria ser utilizada como sala de espera, à frente tem um porta, que esta aberta sons de uma conversa são audíveis.


Um voz femina: - Meu senhor a tomada do Elysium foi um sucesso, fui informada que os refúgios também estão sendo atacados, é possível obsevar de onde estou alguns focos de fumaça pela cidade.-


Você observa a sala, um criatura ala, que lembra vagamente um morcego no tamanho de aproximadamente 1.80m, seus dedos longos seguram um celular, além dela a duas criaturas menores, que lembram diabretes alados, que deve ter aproximadamente 1.20m.



Uma grande janela esta quebrada, não há mais nada quebrado, é possível ter uma vista da cidade, e você repara na fumaça subindo de vários pontos. Qualquer pessoal diante de uma visão desta imaginaria, que uma guerra está ocorrendo diante de tantos pontos de fogo. O barulho de cirenes são ouvidos. O caos se estabeleceu em Praga.


Mas sua situação aqui dentro não é das mais confortáveis, a final atrás tem um grupo de bichos sanguinários e a frente um enorme morcego com diabretes, entretanto, até agora a sorte sorriu para ti, a final você não faz parte da estatística de mortos. Será que seu pai teve a mesma sorte? Provavelmente sim, mas como encontra-lo? Será que ainda existe um local seguro em Praga? Dúvidas...dúvidas..dúvidas.O que fazer... depois... não se sabe... mas agora... sair daqui.


OFF: Ainda em Construção... Aguardem, pois o Ignus deve postar amanhã.


Thorsten Schneider

O setita sem grandes dificuldades ganha a janela na companhia da toreador, o cenário que esta no seu ponto cego, não é dos melhores cães deformados, que parecem terem sido virados ao contrário, pois suas veias encontram-se espostas atacam sem dó aqueles que tentam evadir-se. Ao olhar para o céu é possível avistar duas criaturas aladas, que mais parecem grandes morcegos estão a sobrevuar longe do alcance de seus dons de presença, o cenário que se forma diante dos seus olhos não são dos melhores.


Movido pelo instinto de sobrevivencia, corre para uma região escarpada que dá numa casa de barcos, cães vem atrás de vocês, eles são rapidos um deles chega a lançar um ataaque na direção de sua mão mas acaba enfiando os caninos no seu celular, a toreador não tem a mesma sorte e sua mão acaba sendo arranca.



( OFF: Infelizmente a mordida do cão danificou o aparelho o deixando incomunicável e sem saber as horas.)

A sensação de dor a faz parar de correr, isso faz com que os cães que estavam atrás de vocês focem seu ataque nela, ela grita por sua ajuda, enquanto os três animais tentam abate-la.


(OFF: Agora fica a seu critério tentar ajuda-la ou fugir para dentro da casa de barcos.)


Ao longe você avista, que um dos morcegos gigantes voou na direção de um dos aposentos do segundo andar do casarão e facilmente quebrou a janela, realmente estes tzimices são demônios encarnados, fazem justiça a alcunha que lhes é imputada.


Tomará que a pequna Milla tenha tido melhor sorte e não fique perto de uma dessas criaturas amaldiçõadas pelos deuses, caso contrário a morte será um alento diante das torturas impostas pelos demônios em seus experimentos bizarros.



Cães Carniçal Tzimices


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Crow
Post de Narração Nº 2 deste Personagem



O Ventrue não se deixou abalar com o que viu, algo internamente lhe dizia, que não poderia se dar ao luxo de abalar-se emocionalmente.

Observa ao seu redor 30 vampiros, entre eles o príncipe da cidade, uns desaparecem, outros puxam garras, outros ficam em estado de choque.

Os que estão em estado de choque são os primeiros a cair diante das duas bestas de vários braços e várias bocas, que os cortam com um facilidade só comparável aos das garras dos gangrels.


O membro do seu clã, que estava conversando contigo, chega diante de uma das crituaras e diz: - Curve-se carniçal diante de minha vontade.-, entretanto , essa critura que foi forjada no fogo da fornalha de um Demônio; Não se dobra a vontade de nenhum outro, além dá de seu mestre.


Vampiro infeliz, maldito seja o nome dele, pois foi tolo e na "Casa dos Reis" não há espaço para fracassados. Os Ventrues possuem um método de ensino chamado Agoge, ele teria sido desenvolvido na época da antiga esparta e tinha como proposito "separar" aqueles que realmente eram dignos de continuar como ventrues, mas infelizmente alguns "não merecedores" acabam passando dessa fase.


O infeliz termina agarrado, tenta inutilmente se soltar, grita, clama por ajuda, mas seu martírio termina no momento que sua cabeça é separada de seu corpo. Você sente um pouco de vergonha por aquele sujeito um dia ter feito parte de seu clã.


Esse momento é interrompido com uma frase: - Não há orgulho ou ossos que se mantenham firmes diante de um Vozhd.- , quem as diz era aquele que deveria ter mantido a segurança do local, o xerife da cidade mostra sua verdadeira face e entra no salão dando gargalhas acompanhado de um bando "bichos" ( Nosferatos Antitribus).


Seu nome é Clito, membro da Casa dos Brujah, uma noite estará escrito na lista vermelha dos caçados, mas nessa, ele entra triunfante diante de um príncipe perplexo e inseguro.


O príncipe pode ter se entregado, mas ainda há aqueles que lutam, não por ele, mas pelo desejo de viver entre eles estão dois gangreis, dignos membros da Casa das feras, dois representantes de um clã conhecido por sua ferocidade em combate.


Eles mostram suas garras como dois bons beserker de outrora se jogam num combate sangrento contra os "Carniçais de Guerra".


O salão se transforma de marmore branco e amarelo em vermelho sangue os "bichos" fazem algumas vítimas e partem para a parte superior da casa, tombando tudo ou qualquer um que se meta diante de seu caminho. Será esse um pesado dos Degenerados e um sonho sadico dos Ratos de Esgoto? Enfim, o sangue das "Rosas de Praga" escorre pelo Chão. Por falta de adjetivo melhor reduziremos tudo a palavra "Carnificina".


Você busca um ponto "seguro", mas estava muito próximo das criaturas, um dos Vozhd, o agarra, mas ao invés de morde-lo o arremessa longe, você sente seu corpo atravessar uma das janelas.


Seu corpo esta caído sobre a grama, sua mente desnorteada, vampiros passam por onde você esta mas são abatidos por cães, que mais parecem terem sido virados ao contrário, pois estão em carne viva e suas veias espostas. Aos poucos você busca se localizar, tem um gramado, que leva até o portão principal, mas há pelo menos seis vampiros finalizando aqueles que estão ao chão clamando por misericordia.


[/center][/font]

(OFF: Seu personagem no momento encontra-se no nível de vitalide de ferido e o dano foi letal podendo ser recuperado com o gasto de sangue.)


Última edição por Amadeo Giovanni em Dom Nov 11, 2012 12:18 am, editado 4 vez(es)
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Mensagem por Ignus em Qui Nov 01, 2012 4:31 pm

Henry viajara para a negócios. Ele fora contratado por um toreador neófito local que gostaria de tentar conseguir anistia do Príncipe porém preferia estar longe de seu alcance quando o pedido fosse feito para não correr o risco de enfrentar uma sumária Morte Final.

Ao chegar no local Crow obteve os detalhes do caso que lhe faltavam. O toreador exagerara na hora de levar uma mortal com quem fornicava na época em que respirava ao delírio com o Beijo e secara demais as reservas sanguíneas da dama. Isso por si só não seria algo tão grave, afinal desde que escondesse o corpo da mulher não se criaria alarde a respeito, mas o Artista desesperado teve a brilhante ideia de salvar a vida da moça (condenando-a a uma existência amaldiçoada como uma morta-viva no processo), procedendo ao Abraço sem autorização para tanto.

Decidindo a não perturbar o Príncipe local logo antes da comemoração de seu centenário no poder por considerar que seria melhor estratégia formular seu pleito depois das comemorações, quando imaginava que o soberano estaria mais maleável Henry passou alguns dias na cidade aguardando pela festividade e procurando estabelecer contatos e descobrir algo que pudesse ser útil em sua iminente postulação junto a Makarius.

Nesses dias que antecederam a festa Henry estabeleceu contato com um Nosferatu local. Sem dúvida nenhuma sua relação com o Primógeno de NY ajudou o feioso a ser mais receptivo, mas Henry tinha para si que talvez mesmo sem patrono conseguisse alguma informação dele. Crow tinha a política de tratar os Nosferatus com dignidade, fingindo que suas deformidades não eram relevantes para ele por pensar que esse tipo de tratamento digno lhe fazia fazer nas boas graças dos membros desse clã, tão acostumados a receberem um mal disfarçado desprezo dos demais cainitas por sua aparência.

Ao chegar na festa propriamente dita Henry não pôde deixar de parabenizar mentalmente seu anfitrião pela organização do evento. Seu transporte foi bem providenciado, o local parecia adequadamente preparado e, de um modo geral tudo parecia estar como deveria estar.

Ávido por ampliar seu network Crow interagiu com os Membros que conseguiu, engatando uma conversa agradável com o seu companheiro de clã Yanick Israel Maurer oriundo da Baviera. Dele ele ficara sabendo que os Sangue Azul já detiveram o controle da cidade no passado e Henry sugeriu que era uma pena que o clã não mais detivesse o Principado "mais pelo bem da seita do que do clã, é claro".

Interrompendo sua conversa barulhos que jamais deveriam ser ouvidos no Elísio chegam aos ouvidos de Crow, o que faz com que ele volte seus olhos para a direção de onde eles vem a tempo de ver uma, na falta de palavra melhor, coisa assustadora e hostil adentrar o recinto.

Ao ver aquela monstruosidade Crow se lembra das palavras do Nosferatu local que lhe falou sobre o conflito pela liderança dos Tzimices que tem ocorrido no Cárpatos impedir a derrubada do Príncipe e se pergunta se teriam os Demônios finalmente posto suas diferenças de lado - ou um deles dado cabo de seus rivais - e se unido o suficiente para dar um golpe de verdade na Camarilla?

O advogado, contudo, deixa suas ponderações para outro momento ao ver mais criaturas adentrando no recinto. Com a impressão de que havia mais membros do Sabá do lado de fora e que, embora não gostar nem um pouco da ideia de colocar seu pescoço em risco talvez ele não tivesse alternativa a não ser lutar por sua vida Henry lamenta profundamente não estar armado (arma de fogo), porém, num primeiro momento, se acalma com a ideia de que o Xerife e seus algozes devem estar a postos para combater a ameaça.

Não obstante, como sempre acreditou em estar precavido Henry passa seus olhos pelo salão buscando reconhecer todos os pontos por onde seria possível entrar ou sair dele com o propósito tanto de não ser surpreendido pela chegada de novos agressores por onde ele não esperaria como bater em retirada se fosse preciso. Ainda, Crow procura avistar algum lugar onde poderia, ainda que por poucos segundos, ficar fora do campo de visão de todos (talvez embaixo de uma mesa, atrás de uma tapeçaria ou coisa assim) onde poderia usar os dons do sangue que aprendera para se ocultar.
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Mensagem por Argo em Sab Nov 03, 2012 12:00 pm

Sem saber a oriental, que era devorada por aqueles monstros saídos da parte mais mal cheirosa do inferno, salvava a minha existência -- pelo menos por enquanto. Talvez em uma situação normal eu estaria estática pelo temor devido aquela cena de brutalidade, mas meu instinto de sobrevivência, o mais básico de todos, mandava eu fugir dali imediatamente. E assim sem ser percebida conseguia chegar em um novo ambiente, uma pequena sala com aparência de sala de espera. O local estava intacto sem qualquer sinal de luta, porém antes que eu desse mais algum passo para chegar a janela quebrada que me daria a “liberdade” ouvi uma voz feminina próxima.

Parei como uma estatua de mármore, apreensiva. Procurando a fonte do som me deparo com uma criatura bastante bizarra, uma mistura entre humano e morcego conversando ao telefone, para minha sorte ainda alheia sobre eu estar ali próxima. Distraída ela informava alguém sobre o sucesso do ataque no Elisio e no restante da cidade, olhando pela janela quebrada que eu queria usar como fuga realmente era possível ver os sinais que estava praticamente ocorrendo uma guerra em Praga – O que fazer? Eu não sabia. Precisava do meu pai urgentemente.

Enfim, só que para encontrá-lo tinha que me manter viva por hora. No momento minha situação era critica, o circulo estava se fechando e logo não teria mais para onde correr. Atrás as criaturas impiedosas, a frente três criaturas bizarras com a mulher-morcego parecendo ser a no comando para o mentor do ataque. Com ela parecia haver mais conversa do que com os monstros que ficaram para trás....e ela ainda estava distraída quanto a minha presença ali. Voltar era um risco, aquela altura eles já deviam ter terminado de vez com a oriental e estariam a procura de outros para devorar – Olhei a mesa na sala e sem pensar duas vezes silenciosamente me movi escondendo embaixo dela. Com sorte a mulher-morcego e seus amiguinhos saíssem dali e eu finalmente pudesse fugir pela janela. Essa era minha esperança....
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MOST - "Ponte" Empty Post de Narração nº 4 A um passo da Liberdade

Mensagem por Amadeo Giovanni em Ter Nov 06, 2012 8:06 pm

Milla Brunwick





A pequena demonstra austúcia e busca pela segurança atrás da mesa, ela percebe a movimentação no local, apesar de agora não mais ser possível vê-los, aqueles passos de um lado para o outro já a estavam deixando ansiosa. Os grunidos dos Nosferatus que atacaram a oriental aproximam-se.


Uma voz masculina e rouca é ouvida seguida de pequeno chiados: - Minha Senhora, Eu acredito que matamos a todos que estavam neste andar, tem alguma nova tarefa para nós?- A mulher se mantém em silêncio.


Perto de onde está há um planta decorativa, e atrás dela existe um duto de ventilação, ele é pequeno para uma pessoa adulta, mas é possível que consiga passar por ele, entretanto, chegar nele pode expor sua localização.


A impressão que você tem é que o restante da casa deve está totalmente tomada pelos agressores, por um breve instante um pensamento negativo passa por sua cabeça de que seu pai poderia ter sido vitimado nessa invasão. Por um ou dois segundos isso chega a te abalar.


Mas aquele fedor insuportável e o desejo de viver, que ainda lhe é forte, a trazem de volta e racionamente, busca convencer-se de que seu pai é um homem astuto e provavelmente deve ter conseguido fugir e está a sua procura. Isso temporariamente te dá ânimo. Mas a realidade é que sua opções a cada segundo diminui mais e será questão de tempo até que alguém perceba a sua presença no local.


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Mensagem por Ignus em Dom Nov 11, 2012 2:06 am

Esse momento é interrompido com uma frase: - Não há orgulho ou ossos que se mantenham firmes diante de um Vozhd.- , quem as diz era aquele que deveria ter mantido a segurança do local, o xerife da cidade mostra sua verdadeira face e entra no salão dando gargalhas acompanhado de um bando "bichos" ( Nosferatos Antitribus).


Henry em circunstâncias normais provavelmente teria uma perspicaz resposta (no mínimo mental) às palavras do sujeito, mas sua chegada em conjunto com os bestiais e horrendos Bichos faz Crow se dar conta de que não haveria um resgate a caminho e, assim sendo, a certeza de que caberia a ele próprio dar um jeito de sair dali inteiro o acerta com todo o peso da percepção desse fato que se possa esperar.

Crow observa atentamente o traidor enquanto ele adentra o recinto. Tendo um lampejo de plano de formando em sua mente o Sangue Azul se esforça por guardar na memoria a fisionomia e seu jeito de caminhar do Xerife e de algum dos Bichos que o acompanhava (de preferência um que não aparente ser o líder do séquito de nosferatus) para o caso de vir precisar a se passar por ele durante a fuga iminente.


"O cerco foi bem feito e nossa segurança mudou de lado e agora reforça as hostes inimigas. O momento não é adequado para lutar. Uma queda heróica é despropositada e inútil. A melhor linha de ação é desaparecer daqui."

Em a suas considerações sobre a tolice de lutar no momento Henry tem a oportunidade de notar os gangreis partindo para o combate. Crow se sente satisfeito por saber que aqueles dois provavelmente chamariam a atenção dos atacantes mais belicosos. Ele agradeceu mentalmente pela bravura, e tolice, dos membros do clã da Besta, enquanto pensava que a atuação deles era uma medida diversiva que aumentaria suas chances de encontrar um ponto seguro para usar Ofuscação.

Você busca um ponto "seguro", mas estava muito próximo das criaturas, um dos Vozhd, o agarra, mas ao invés de morde-lo o arremessa longe, você sente seu corpo atravessar uma das janelas.


Seu corpo esta caído sobre a grama, sua mente desnorteada, vampiros passam por onde você esta mas são abatidos por cães, que mais parecem terem sido virados ao contrário, pois estão em carne viva e suas veias espostas. Aos poucos você busca se localizar, tem um gramado, que leva até o portão principal, mas há pelo menos seis vampiros finalizando aqueles que estão ao chão clamando por misericordia.

Abençoando sua sorte por ter sido lançado para fora da frigideira que o interior do predio estava se tornando Crow em pouco tempo nota como a situação não era muito melhor do lado de fora.

Henry sacode a cabeça depois de tocar o solo, esforçando-se para se recuperar o mais rápido possível - Ele sabia que desejasse sobreviver teria de ser sagaz e, portanto, fazer alguma estupidez porque ainda estava tonto da queda não era uma boa ideia. - Rapidamente ele analisa o terreno ao seu redor enquanto clama pelo sangue {2pds para se curar, 1pds em destreza} objetivando aumentar suas chances de fuga.

"Se eu simplesmente sair correndo serei atacado por um desses cães malditos, exatamente como os infelizes que estão correndo. Isso não parece uma boa ideia. A saída até o portão principal seria o caminho mais lógico para sair daqui, mas há meia dúzia de vampiros atacando os membros da Camarilla que estão pedindo clemência. Eu simplesmente correr naquela direção também apenas servirá para atrair atenção deles. Preciso ser realista, não sou um atleta nato e dificilmente seria mais rápido que esses desgraçados. Bem, pelo menos não sem a ajuda do sangue, mas eu precisaria de algum tempo para canalizar vitae suficiente para ter alguma chance de superar as proezas físicas de um eventual perseguidor. Preciso ganhar tempo, seja para me ocultar, seja para me preparar fisicamente"

Henry hesita por meio segundo antes de decidir que adotaria uma estrategia ousada para sair dali.

"O único modo de eu não ser visto como um alvo imediato é não parecer um membro da Camarilla. Com alguma sorte talvez eu conseguisse enganá-los com uma aparência diferente, mas contar com a sorte nunca é o ideal. Num momento como esse a atitude conta mais do que o rosto. Lamento muito pela atrocidade que terei de fazer, mas a única forma de eu conseguir simular que não sou da Camarilla será se eu me portar como um Sabá."

Henry então usa os dons que aprendera com os Ratos para mudar sua aparência. Ele se esforça para adotar a aparência de um dos Bichos que entraram no salão acompanhando o Xerife {gasto de 1fdv}.

A seguir ele avança até algum de seus companheiros de camarilla que esteja clamando por misericórdia, de preferência um que esteja relativamente longe dos Sabás. Assim que possível ele olha nos olhos do cainita {Dominação 1} e diz "corra".

Dando tudo certo e não recebendo nenhum ataque, ele passará a perseguir o sujeito, queimando vitae sempre que possível {2pds em força e 1 em destreza, seguido de 2pds em destreza e 1 em força e, finalmente, 2pds em força e 1pds em destreza novamente se der tempo}. Caso se aproxime o bastante ele pulará nas costas dele e cravará suas presas em seu pescoço e tentará cravar-lhe as presas e a sorver sua vitae até secá-lo. Se fizer isso ele então morderá para destruir o cainita (ele não pretende cometer diablerie).

Caso isso também dê certo e o engodo aparente ter funcionado Henry irá dar uma risada maníaca e olhará ao redor como quem procura mais um inimigo, mas com o verdadeiro desejo de encontrar uma rota de fuga ou um lugar onde possa se esconder para usar Ofuscação.



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MOST - "Ponte" Empty Post de Narração nº 3 - Para Crow

Mensagem por Amadeo Giovanni em Ter Nov 13, 2012 6:36 am

Crow

O membro da "Casa dos Reis" seja por sorte ou por fatos além de sua compreensão foi jogado para fora do salão, o gramado onde caiu poderia ser defenido com um campo de sangue, pois ao seu lado só havia morte.

Utilizando de sua sagacidade, ele passa por cima de tudo que sempre acreditou em busca de manter por mais algum tempo a sua "não-vida", tomando a forma esteriotipada de um membro da seita adversa e ataca um dos membros da festa.

O desafortunado vampiro corre sem rumo impulsionado pelo poder do ventrue e acaba caindo diante de suas presas, neste momento dois bichos (nosferatus antitribu) se aproximam.

Um deles começa a rir diante da cena e o outro se contém, mas de maneira zombeteira começa a falar: - Muito bem "Nobre" Sr. Crow, estas a realizar uma das mais antigas tradições de seu clã, a arte da traição. Ninguém nunca poderá acusar os ventrue de não fazerem "tudo" para manter sua própria existência.-

O outro que estava rindo, interrompe e começa a falar: - Estanislau não conte nada a ele, a final que graça teria se ele descobrisse sobre a verdadeira face de seus anciões.-

Estanislau pigarreia e diz: - Não contarei deixarei que ele se desaponte sozinho com seus anciões. Enfim, Caro Sr. Crow devo dizer que não somos uma turba de "orcs", que viemos destruir colheitas e causar desordem, nossos lideres fizerem questão que fosse guardado quem iria participar e aonde.-

O outro interrompe mais uma vez Estanislau e diz: - O senhor possui amigos de grande respeito perante aqueles que andam a margem da sociedade vampírica e a pedido dele foste poupado.-

Estanislau volta a falar: - Isso que dá quando você exclui um clã de sua cidade.-

Agora as ideias começam a tomar um rumo inesperado e uma suposta clareza dos fatos lhe veem: "Aqueles que estão ali não são apenas Nosferatu Antitribu, mas houve uma "união" da "clã" contra o príncipe."

Estanislau diz: - Caro Sr. Crow podes ir embora, as cidades da Camarilla ficam na Austria, creio que não terá dificuldade de conseguir um transporte. Creio que compreende, a impossibilidade de não termos como te levar até lá.- * ele dá um sorriso sarcastico e aguardam você tomar o seu rumo, antes de voltarem para a "festa".*

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Mensagem por painkiller em Ter Nov 13, 2012 9:53 pm

Correr é a única saída, merda, corra como se não houvesse amanhã seu maldito, por Set, acreidito que Apep tenha reservado algo mais interessante para mim, seria uma grandiosa chance para saquear não fosse os malditos invasores, pensava isso enquanto saltava a janela, sendo seguido pela a minha amiga toreadora, merda, olhava para o lado, três figuras caninas monstruosas vindo na minha direção, desesperador, parecia que quanto mais fugia mais a escuridão tentava me engolir, olhava para cima, talvez buscando alento à uma situação desesperadora, mas não tinha o que fazer, via dois enormes morcegos "alto demais, longe demais", não poderia influênciá-los, talvez aqueles sejam os malditos responsáveis por isso, talvez não tão malditos, inteligentes deveras.

Num instinto louco por sobrevivência, minhas pernas tremiam e corriam, batiam rápido, sentia o som da grama bem cuidada ser derrubada sob a sola dos meus sapatos em passadas rápidas e desesperadas, Set, por que me abandonas-te, pensava enquanto sentia a respiração ofegante de um dos monstros que corria em minha direção, caçado por monstros nos confins do mundo, porém minha fé se renovava ao escutar um estalado e um puxavante, não o suficiente para cair, mas para ver o meu celular ser tomado de minha mão e destroçado na boca de um monstro, eis uma resposta da serpente do rio negro, eis uma resposta ao meu instante de descrença.

Um grito também era ouvido, um grito forte e agudo, aquela era a minha pobre companhia de festa, o único indivíduo com quem poderia contar, não me agradava deixá-la ali para a morte, em meu íntimo alimentava a esperança de salvá-la para depois cobrar o favor, mas os cães já estavam a estraçalhá-la, apenas me atrasaria aquela maldita prostituta, nem todos são abençoados por set.

Olhava para trás, via um dos morcegos entrarem no andar superior, Milla, onde está você sua infeliz, já esperava a morte deve nos buscar de todos os lados, mas não assim, aproveitava-me da morte da toreadora e fugia, buscava me esconder dos cães de qualquer forma, mas agora a batalha torna-se mais justa, iniciava a minha transformação, utilizava os dons de set [off] Faço uso da disciplina Serpentis 3 [/off]
Agora, sem testemunhas, posso escapar, posso fugir desses malditos cães.

[off] caso um deles se aproxime uso presença 2 [/off]
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Mensagem por Ignus em Ter Nov 13, 2012 10:35 pm

Um deles começa a rir diante da cena e o outro se contém, mas de maneira zombeteira começa a falar: - Muito bem "Nobre" Sr. Crow, estas a realizar uma das mais antigas tradições de seu clã, a arte da traição. Ninguém nunca poderá acusar os ventrue de não fazerem "tudo" para manter sua própria existência.-

O outro que estava rindo, interrompe e começa a falar: - Estanislau não conte nada a ele, a final que graça teria se ele descobrisse sobre a verdadeira face de seus anciões.-

"Maldição. Fui descoberto. O assassinato a sangue frio que cometi não foi de valia nenhuma em auxiliar no meu disfarce. Acho que minha única chance de sobrevivência agora é atacar primeiro. Talvez o elemento surpresa me permita tirar um deles de combate rapidamente. Acho improvável que eu consiga enfrentar os dois."

Estanislau pigarreia e diz: - Não contarei deixarei que ele se desaponte sozinho com seus anciões. Enfim, Caro Sr. Crow devo dizer que não somos uma turba de "orcs", que viemos destruir colheitas e causar desordem, nossos lideres fizerem questão que fosse guardado quem iria participar e aonde.-

Tentando não aparentar que se preparava para o combate Henry levanta-se, limpando seus lábios com as costas da mão direita numa atitude propositalmente desleixada enquanto se ergue. Henry queria reduzir ao máximo sua desvantagem e com isso em mente considerou que seria desejável estar em pé para poder dar o bote de forma mais eficiente e, portanto, queria ganhar mais alguns segundos.

O outro interrompe mais uma vez Estanislau e diz: - O senhor possui amigos de grande respeito perante aqueles que andam a margem da sociedade vampírica e a pedido dele foste poupado.-

Se Henry não tivesse se acostumado a não deixar sua expressão facial se alterar em anos de advocacia (e, claro, não estivesse ostentando aquela horrenda carranca cuja leitura devia ser difícil) ele provavelmente revelaria claramente seu espanto com a súbita clemência oferecida. Seria aquilo um embuste ou realmente ele tinha um patrono que intercedera a seu favor?

"Será que a influência de meu mentor poderia ter salvo minha não-vida? Mas o Primógeno é da Camarilla, então dificilmente teria influência junto aos Nosferatus do Sabá. A menos que..."


Estanislau volta a falar: - Isso que dá quando você exclui um clã de sua cidade.-

Agora as ideias começam a tomar um rumo inesperado e uma suposta clareza dos fatos lhe veem: "Aqueles que estão ali não são apenas Nosferatu Antitribu, mas houve uma "união" da "clã" contra o príncipe."

"O clã Nosferatu como um todo estivesse apoiando o ataque!"

Esforçando-se para manter a compostura em vez de correr como um cão sarnento assim que a oportunidade surge Henry decide trocar algumas palavras com Estanislau.

"Sempre trate os Nosferatus com respeito ao lidar com eles. Eles estão suficientemente acostumados com o desprezo de todos para fingirem não se importar, mas ninguém gosta de ser humilhado e, quando todos o olham como desdém, aquele que não o faz tende a causar uma excelente impressão. Quem sabe não estabeleço um novo contato a partir dessa carnificina? Crises costumam trazer suas oportunidades, afinal."

-Lamento que o Príncipe de minha seita responsável pelas coisas aqui tenha, do alto de sua arrogância negligenciado o respeito que deveria ter prestado a seu clã.

Estanislau diz: - Caro Sr. Crow podes ir embora, as cidades da Camarilla ficam na Austria, creio que não terá dificuldade de conseguir um transporte. Creio que compreende, a impossibilidade de não termos como te levar até lá.- * ele dá um sorriso sarcastico e aguardam você tomar o seu rumo, antes de voltarem para a "festa".

Fazendo um esforço para que o rosto desfigurado que usava no momento aparentasse sorrir Henry diz:

-Espero que caso o destino nos reserve novos encontros eles se deem em circunstâncias menos... atribuladas. Agora, Srs., com sua licença. - Henry dá um passo em direção à saída - Ah sim, - ele olha ara o Nosferatu cujo nome não sabe e então para Estanislau -Não me esquecerei da misericórdia que me foi dispensada hoje. arremata o advogado enquanto faz um meneio com a cabeça antes de se virar novamente para o portão e caminhar em sua direção.

Só para garantir, depois de dar 3 passos em direção à saída Henry ativa Ofuscação 2 e se mantém sob sua ocultação até estar bem longe dali. Dando tudo certo ele irá para a cidade, onde procurará algum local que fale sua língua e usará Presença 3 nele para saber qual a forma mais rápida de chegar na Áustria.
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Mensagem por Argo em Qui Nov 15, 2012 12:41 am

Eu sabia que me esconder embaixo de uma mesa não era exatamente umas das coisas mais brilhantes a se fazer, porém justamente por ser algo não esperado de um membro que eu tivesse alguma chance daquilo funcionar, com pouco de sorte quem sabe... Abracei meus joelhos esperando; logo pude ouvir o barulho dos monstros fedorentos chegando na sala. Fiquei tensa, mas procurei não mover um musculo. O bom que eles não estavam ali para procurar mais alguém e sim pedir novas ordens para a garota-morcego.

Aquilo indicava que o restante da casa provavelmente já estava dominado...sendo assim – Será que meu pai havia conseguido escapar? – Fiquei extremamente preocupada com isso, afinal mesmo se eu conseguisse sair dali como iria sobreviver sem ele? Além que eu não tinha previsto esse ataque, ele confiava em mim e eu tinha falhado, se qualquer coisa de mal houvesse ocorrido no fim a culpa teria sido minha. Baixei os olhos abalada com esses pensamentos...mas logo procurei mudar o rumo dos meus pensamentos, afinal ainda precisava garantir minha própria sobrevivência e sabia que meu pai era extremamente astuto, quem sabe mesmo pego de surpresa houvesse conseguido fugir daquilo.

Da onde estava comecei a observar a sala já que as únicas saídas obvias estavam inviáveis agora. Após alguns segundos que finalmente vi atrás de uma planta um duto de ar que dava espaço para eu passar, quem sabe era a minha única chance de sair dali. Engatinhando o máximo silenciosa aproveitei que a morcega ainda conversava com os monstros para tentar chegar aos duto sem chamar a atenção ainda com a habilidade herdada pelo sangue amaldiçoado para me manter oculta ativado.
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Mensagem por Amadeo Giovanni em Seg Nov 19, 2012 8:21 pm

Milla Brunwick

A mulher em forma de mocergo começa a falar: - Vamos vasculhem todo o prédio, ouvi boatos de tesouros guardados neste local.- Ela aparenta abrir um sorriso maligno enquanto as asquerosas criaturas estão a mexer nas pequenas coisas que estão ao alcance de suas mãos.

A menina chega até o dulto, os demais na sala parecem esta mais preoculpados com a pilhagem após a vitória do que com sua simplória presença, sem grande dificuldade consegue tira-lo, entra sem chamar atenção, a sensação de esta conseguindo mais alguns minutos de sobre vida realmente te anima, pois esteve muito próxima de ter o destino da mulher oriental.


MOST - "Ponte" Dutodeventilao




O local é apertado e ela se locomove engatinhando, passa por duas salas com as luzes apagadas, não há sinais de confronto ou cheiro de sangue, e no final da trilha só é possível descer, mas não há local para se segurar. Chama-lhe atenção a profundidade do buraco da tubulação, que ultrapassa o que seria o andar térreo em pelo menos três andares.

Agora cabe a jovem tentar a sorte em um das duas com as luzes apagadas ou a queda pelo duto.



Thorsten Schneider


A serpente corre como se sua vida depende-se disto e para ser franco realmente depende, ele chega numa escadaria de pedra, que leva até uma casa de barco, é possível ver a iluminação de luz de fogo, tochas talvez? É impossível dizer quantas pessoas estariam por lá, mas é possível ver na porta da casa de barcos um daqueles carniçais guerreiros, entretanto ao olhar para ao redor a situação não é melhor em nenhuma das outras possíbilidades.


MOST - "Ponte" Arteconceitualcasadebar




De onde você está é possível ainda ouvir os gritos vindos do jardim que percorreu até chega nas escadarias, o pavor e os plantos tornam fáceis a compreensão de que os membros da camarilla neste momento devem está servindo de "jarras de sangue" jogadas ao chão com membros do Sabbath se "deliciando" do banquete.

Mas sua atenção é atraida para a outra margem do rio, que você pode tentar atravessar com um barco, mas que para isto terá que enfrentar os riscos da casa de barcos ou a nado, entetanto é possível avistara a confusão que atinge a cidade principalmente nessas ruas próximas ao Elysium, pessoas correndo e carros pegando fogo. Enfim, um verdadeiro estado caótico.


Última edição por Amadeo Giovanni em Ter Nov 27, 2012 12:26 am, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Argo em Qua Nov 21, 2012 10:09 am

Em meus primeiros meses de existência havia passado por uma situação que quase me trouxera a destruição final, porém eu era pouco consciente do que isso representava realmente. Por conta a urgência em sobreviver fora puramente de instinto proveniente da besta; agora a situação era completamente diferente... eu estava bem cônscia e, sabia pelo que havia visto que eles estavam ali para um massacre sem prisioneiros. Se fosse pega não teria a mínima chance e sim isso me amedrontava terrivelmente -- sabe aquele tipo de medo a tal ponto que te faz preferir se jogar contra o que te persegue do que continuar fugindo? Pois é... talvez ser despedaçada não doesse tanto assim.

Mesmo assim eu prosseguia tentando... talvez a besta mais uma vez exigindo que “nós” sobrevivêssemos ou pela responsabilidade que eu sentia com o meu o “pai”. Cautelosa engatinhava pela tubulação de ar com esperança que me levasse para fora daquele castelo mortal. Porém havia mais uma vez escolhas difíceis a minha frente – Descer pelo tubo com risco de uma queda extremamente perigosa, ou ir em algumas das salas inexploradas? Bem, pelo que tinha ouvido da morcega eles justamente estariam vasculhando o restante de locais em busca de tesouros. Logo parecia ser uma opção ruim descer em algumas das salas...teria que arriscar e descer pelo tubo mesmo.

Concentrei-me usando do sangue amaldiçoado para aumentar a minha força física e assim utilizando minhas pernas e braços contra a tubulação para me espremer contra as paredes para conseguir descer vagarosamente pelo tubo com meu corpo de freio. Se daria certo eu não sabia, mas precisava tentar...precisava sobreviver...

(Espero tempo suficiente para utilizar 2 pds para aumentar 1 em força e uso 1 FdV para o teste da descida.)
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Mensagem por Amadeo Giovanni em Seg Nov 26, 2012 11:59 pm

Crow


Crow fala com os Nosferatus, que o escutam atentamente, fazem-lhe uma saudação de despedida, não que esperem que ele cumpra o que disse, mas a postura respeitosa demonstrada por aquela figura de um clã aristocratico os agradou.


O ventrue agradece aos seus pela boa formação que teve, muitos jovens de seu clã acabam se deixando levar pela soberba até acabarem sendo vitimados por algum punho brujah ou algumas das "brincadeiras" malkavianas até perceberem a dar valor as demais casas.


Ganhando as ruas é possível ver pontos de fogo pela cidade, você vê pessoas pelas ruas a maioria está em estado de choque tentando compreender o que esta ocorrendo, a sensação de confusão entre os mortais e de preocupação com suas vidas e de seus entes queridos tornam difícil ao advogado conseguir alguma atenção.


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O fogo incomoda o vampiro, carros pegam fogo pelas ruas e de dentro de um deles um sujeitos simplesmente "voa", como uma bola de fogo ele corre pelas ruas, seus berros aparentemente estão a lançar "amaldições" dentre as palavras ouvidas as intelegíveis é "Sabá" e o nome do príncipe dessa cidade. Não há dúvidas a Máscara foi quebrada essa noite nesta cidade. Por fim, o vampiro se desfaz ficando suas roupas pegando fogo e as cinzas.

OFF: O fogo o esta incomodando, caso resolva ficar nesta rua para colher informações ou algo do gênero testarei seu autocontrole.
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MOST - "Ponte" Empty Post de Narração nº 6 - Milla Brunwick

Mensagem por Amadeo Giovanni em Ter Nov 27, 2012 1:12 am

Milla Brunwick

A jovem vampira vai descendo de vagar, mas num determinado momento ela acaba escorregando, seu corpo desce com força bate numa grade, que se abre a fazendo cair dentro de uma sala.


Ela sente dor em várias partes do corpo, mas principalmente no pé esquerdo, ao seu redor tem uma estante de vinhos, uma mesa com quatro cadeiras, uma poltrona, uma lareira e uma porta que deve levar para o interior da casa.


A lareira esta "aberta" revelando um outro ambiente, você vai até a "sala secreta", vasos, estatutas, roupas, capas, livros, quadros, telas, objetos variados quebrados, espalhados e deixados para trás no que parece ter sido uma atitude desesperada de tentar levar o máximo possível.


Perto de um grande quadro com uma foto do príncipe, tem uma nova passagem, o local é iluminado por uma luz tenue, é possível escutar ao longe o som de água corrente, mas será que é o rio ou os esgotos? Seria terrível se ver "perdida" dentro do território dos bichos fedorentos e asquerosos.


Infelizmente não há qualquer notícias do seu pai, porém o barulho de sua queda muito provavelmente chamou a atenção e não tardará até que os nosferatus ou qualquer outra coisa aterradora surja atrás de ti ou dos despojos do combate. O que não deve faltar é inimigos nessa noite.


Última edição por Amadeo Giovanni em Qua Nov 28, 2012 4:27 pm, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Ignus em Qua Nov 28, 2012 3:56 pm

Ganhando as ruas é possível ver pontos de fogo pela cidade, você vê pessoas pelas ruas a maioria está em estado de choque tentando compreender o que esta ocorrendo, a sensação de confusão entre os mortais e de preocupação com suas vidas e de seus entes queridos tornam difícil ao advogado conseguir alguma atenção.

Henry olha ao redor sentindo uma mal disfarçada frustração.

Ao deixar o Elísio Crow achava que alcançaria imediata segurança, mas sua suposição se revelou inverídica. A destruição do Sabá não se restringira à sede de poder do Príncipe, estendendo-se ao mundo mortal também.

"Os membros do Sabá não se contentaram em barbarizar apenas o Elísio. Aparentemente toda a cidade foi mergulhada num caldeirão infernal. Preciso encontrar uma forma de dar o fora daqui o quanto antes."


O fogo incomoda o vampiro, carros pegam fogo pelas ruas e de dentro de um deles um sujeitos simplesmente "voa", como uma bola de fogo ele corre pelas ruas, seus berros aparentemente estão a lançar "amaldições" dentre as palavras ouvidas as intelegíveis é "Sabá" e o nome do príncipe dessa cidade. Não há dúvidas a Máscara foi quebrada essa noite nesta cidade. Por fim, o vampiro se desfaz ficando suas roupas pegando fogo e as cinzas.

Ao ver o fim do vampiro que corria enquanto pegava fogo Henry reflete.

"Mas que maravilha. Além da pura e simples destruição do local temos também uma severa quebra da Máscara em curso. Será que os animais do Sabá não percebem que esse tipo de coisa põe em risco a existência de todos nós? Bem, com a balbúrdia em que estamos metidos acho que pelo menos é improvável que algum garoto tenha filmado a transformação do corpo daquele vampiro em cinzas."


Não obstante o lado racional e analítico de Crow continue se esforçando para encontrar a melhor solução possível cada vez mais as chamas parecem obnubilar o julgamento de Henry. A Besta não gosta de fogo e estava trabalhando para afastar o advogado das labaredas.

Percebendo que estava se encolhendo em direção oposta a das chamas que via Henry se esforça para se controlar.

"Por mais que eu deseje simplesmente me afastar das chamas não posso me dar a esse luxo agora. É arriscado demais me esconder na cidade quando o Sabá está por toda parte. Esperar a poeira baixar em Praga seria irracional. Preciso ir embora imediatamente."


{Requeiro teste de autocontrole para continuar agindo nas ruas. se bem sucedido prosseguirei como descrito abaixo.}

Clamando pelo domínio sobre si mesmo Henry procura ignorar o receio que as chamas naturalmente lhe provocam com o objetivo de conseguir um veículo. Ele procurará alguém que esteja entrando ou dirigindo (porém com o veículo parado), se possível uma mulher jovem e bonita. Caso ache alguém que se enquadre no perfil ele usará os dons do sangue {Presença 3} no motorista e dirá: Me ajude - enquanto entra no veículo no lugar do passageiro. Dando tudo certo ele pedirá que eles se afastem dali.
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Mensagem por Amadeo Giovanni em Qua Nov 28, 2012 5:35 pm

Crow


O ventrue consegue com dificuldade seu autocontrole, diante do caos que reina na cidade, manter-se nela seria no mínimo designado como um ato tolo. Todavia, você acaba se afastando do local onde estava as fogueiras e se aproxima da margem do rio.

Falando em Tolos...

Você busca novamente ao seu redor por alguém que possa te ajudar, instantes depois é possível ouvir um grito, não tarda para que em seguida pessoas com o medo estampado em suas faces passem por ti.

Neste momento você vislumbra o autor do grito:

Spoiler:
MOST - "Ponte" Malkaviandementationbyf


Perto dele haviam corpos espalhados ao chão e três outros sujeitos com os rostos pintados, em silêncio e fazendo passos de "Jig", uma dança irlandesa, que lhe foi possível reconhecer, pois fora levada pelos imigrantes para New York e uma vez ao ano tem um festival irlandês na grande maçã, entretanto chega ser estranho ver aqueles passos, sem a música ao fundo.


O todo da cena se torna intrigante, não há como você dizer comcem por cento de certeza, que eles são malkavianos, principalmente quando recorda-se que lhe foi dito que não havia membros deste Clã em Praga.





Os três Malkavians silenciosos

Spoiler:
MOST - "Ponte" Malakvianossilenciosos




Diante de um ataque sabbath onde foi possível perceber a presença de Nosferatus da Camarilla, não seria mais surpresa, que mais um clã "negligenciado" pelo príncipe resolveu participar da festa, mas a priori eles parecem com legítimos membros do Sabbath e não há qualquer certeza de que terá ajuda dos Nosferatus para superar essa adversidade.
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Mensagem por Ignus em Qua Nov 28, 2012 5:47 pm

A aparição da figura que grita e dos prováveis malkavianos dançantes seria um show bizarro digno de atenção em outras circunstâncias. Mas nas circuntâncias atuais um pensamento rápido cruza a ente do advogado, pensamento que poderia se resumir a uma palavra: fugir.

"Maldição! Mais membros potencialmente hostis. Preciso sumir daqui."

Tentando se misturar à multidão de mortais como se fosse um deles Henry também assume uma expressão facial de quem está aterrorizado e sai correndo, em direção oposta à dos prováveis Sabás e juntando-se à turba que fugia.

Sendo possível, assim que encontrar algum objeto que possa bloquear a linha de visão dos vampiros da seita adversária Crow usará os dons do sangue para passar a ostentar outra aparência com o intuito de não ser reconhecido na eventualidade de alguém conhecer seu verdadeiro rosto.
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Mensagem por Amadeo Giovanni em Seg Dez 03, 2012 11:39 am

Crow





Narração


O astuto advogado ao perceber a presença de possíveis inimigos, tenta usar de subterfúgio e de dons, num determinado momento os quatro somem do campo de visão do ventrue, dando lhe uma sensação de sucesso na sua empreitada em despista-los. Realmente esse membro da casa dos nobres está se saindo melhor do que poderia esperar, pois não apenas fugiu de um Elysium sobre ataque, como agora conseguiu se sair melhor que os membros da casa da lua no uso de uma disciplina que lhes é comum.


Enfim, o perigo parece ter ficado para trás, as pessoas começam a a se dissipar seguir por vias secundárias, até que só resta o ventrue e mais três pessoas, que aparentam assustadas e temerosas. Nenhuma delas demonstra falar sua língua.

À frente a rua chega ao seu fim lhevando-te a um belo bosque, com um pouco de neve, que dificulta a locomoção, as pessoas se olham e fica uma sensação no ar de estarem esperando alguém tomar a iniciativa.

As pessoas

Um rapaz, que deve ter uns 20 e poucos anos, caucasiano, cabelos castanhos claros, olhos castanhos e esta de casaco de lá, calça jeans e tênis.

Uma mulher na casa dos 50 anos, cabelos loiros maltratados, com rugas na face demonstrando ter tido uma vida muito cheia de provações, olhos azuis, está dentro de um grande casaco e sapatos baixos. A imagem faz ela parecer muito mais velha do que realmente é.

O último tem pernas curtas, a face embrutecida, a pele e os cabelos negros, olhos castanhos escuros, usa óculos espalhafatosos, é gordinho e esta vestido num terno rosa. Não é difícil compreender que se trata de um "anão veado".

Voltando a narração


Você não esta acompanhado de pessoas que realmenteestariam preparadas para entrarem num bosque e pelo andar da carruagem não serviram de companhia nem mesmo na cidade, mas neste local você está se sentindo muito melhor do que perto daquelas labaredas de fogo. Todavia, a pé não deverás chegar a lugar algum e não há casas próximas pelos menos nenhuma no seu ampo de visão.


A mulher levanta as mãos e de maneira afoita tenta por meio delas gesticular palavras no alfabeto dos "surdo-mudos", mas nenhum de vocês aparentemente consegue compreende-las, ela começa ficar agitada e afoita, mas naquelas tentativas de comunicar-se, ela pega em sua mão e num sinal bem simples transmite a ideia de vocês a seguirem.

O anão,veado, cegueta e gordo fala: - Será que ela é louca ou realmente sabe onde podemos encontrar ajuda?-


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MOST - "Ponte" Empty Re: MOST - "Ponte"

Mensagem por Argo em Ter Dez 04, 2012 11:49 am

Nesses poucos meses que estava com meu “pai” eu havia me acostumado a ser a bibelot dele, somente precisando ser educada com os “amigos” que ele tinha e vez ou outra falando o que via em meus delírios. Logo não estava preparada para uma situação de batalha como a que estava ocorrendo no castelo e nem para a de fuga que estava executando no momento. Logo o medo me oprimia como tenazes apertando meu amago...eu não queria fugir sozinha, eu precisava que alguém me guiasse... queria gritar por ajuda sem poder....porém não pude evitar o barulho quando senti meu corpo escorregar pela tubulação caindo sobre uma grade e finalmente o chão com um baque.

Meu corpo doía em algumas partes, mas principalmente o pé. Fiz uma careta me levantando, ajeitando minha roupa que havia se rasgado em alguns pontos com a queda. Apesar de estar bem abaixo do nível que havia visto os outros cainitas pela última vez provavelmente haviam escutado o barulho da minha queda, o que desfazia a ilusão da invisibilidade que havia me coberto até então. Desesperada fiz uma analise rápida vendo uma espécie de corredor de fuga secreto aberto, pelo visto alguém já tinha passado por ali levando tudo que podia...Seria o próprio príncipe? Não importava, o que importava que devia levar a uma saída dali...era uma esperança.

Mancando comecei a dirigir ao local, não havia mais tempo para pudor tinha que sair o mais rápido possível e conseguir chegar à superfície na rua onde seria bem mais difícil me atacarem. Mas para isso ainda tinha que achar o caminho certo e na ânsia disso pedi em tom suplicante a qualquer espirito que tivesse ali: -- Por favor me guie para fora daqui...—Era um local antigo, talvez houvesse algum deles...o problema se estariam dispostos a ajudar...claro e estava ciente que se isso ocorresse ficaria devendo, mas melhor isso do que estraçalhada.
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