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Mensagem por Zachary em Qua Ago 24, 2011 8:00 pm

Quando a musica cessar
e pararmos de dançar
Vamos nos tocar
estamos presos na eternidade.
-Michel Francisque


Você não é bem vindo aqui, o mundo lhe odeia; ele te engole apenas para vomita-lo. Por mais que você deseja que seja, o Mundo Das Trevas não é o seu mundo, ele não é feito para fracos, muito menos é um anime ou um filme merda de ação estrelado pelo Vin Diesel.
Sombras estupram seu psicológico, Gargolas encaram cada movimento e você se perde nas ruas sujas desse mundo.

A Rotina representa apenas um capitulo,apenas, o capitulo introdutório. Ao qual você desperta no mundo que não é seu e tenta conviver com ele, não importa o quão dificil seja, você desperta faz o que tem que fazer e volta pra caso vivo.
A Dificuldade em expressar aqui, o significado da Cronica Rotina, é que o Titulo é auto-explicativo, Trata-se da maldita rotina. A Mesma que se não for evitada com sabedoria, lhe mata... aos poucos.

Os jogadores são convidados a viver ou sobreviver neste fantastico mundo de merda, Seja como Humano, com suas relações familiares e amizades bém estabelecidas, a porra do seu trabalho que te mantem vivo, a porra da sua rotina. Carniçais, Lutando contra a porra do vicio, a porra do mundo e adorando a porra do seu senhor. Como Vampiros, levados ao seu ostracismo gótico que a merda da nova condição lhes impõe, Livrando-se do que ja foi, por que agora, o que foi não lhe traz nada de bom, apenas dor, dançando a dança da morte sabendo que em nenhuma noite vai despertar e encontrar algo melhor.

Jogadores, convido-lhes.

Cronica: A Rotina
Saga: NOLa
Narrador: Zachary
Jogadores:xxx
Sistema:NWoD, Adaptado.

[Em Construção]
Zachary
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Mensagem por Zachary em Sex Set 02, 2011 8:02 pm

ORLEANS

Nova Orleans é uma cidade suja, pútrida. Localizada abaixo do nivel do mar banhada pelo Delta do Rio Mississipi. O Grande rio trás Terras Férteis e Inundações a região, a cidade possuidora de um dos grandes portos do mundo também é marcada por suas caracteristicas culturais unicas, assim como a violencia e a pobreza desigual que afeta a região.

Nos ultimos anos, NOLa tem recebido investimentos pesados, graças a acordos do Prefeito da cidade, fazendo um Boom econômico na area metropolitana. Grandes prédios sendo feitos e negócios fechados, o porto e a infraestrutura recebem melhoras e acompanhando a escalada econômica da cidade, a violência.

Todos os dias o cidadão é capaz de espremer sangue das paginas do jornal. Mas isso não é importante... a economia vai bém, não é?

O REINO DOS CÉUS
[Para Jogadores Vampiros Apenas.]

Ao por do Sol, corre sangue pelos longos braços do Grande Rio, NOLa é tomada pelo clima da opressão quando seus parasitas despertam, Sob a benção do Cardeal Valéry, os Santificados mantém se no poder da "Big Easy" há séculos, Zelando por seus moradores amaldiçoados.

O Cardeal é tido como a criatura mais velha de toda Louisiana e pelo que dizem viu a cidade ser fundada.
Verdade ou Não, Ninguém lembra. Ninguém sabe. Valéry comandava ha cidade a séculos, Valéry comanda a cidade agora e é isso que importa, Não existe duvida em nenhum membro na cidade
sob a capacidade do Cardeal de manter NOLa, por mais que detestem isso, visto que o ser no poder é Ranziza, Chato e Pragmatico. Mas pelo visto, é disto que Orleans precisa, não é?

A Cidade é dividida por inúmeras Paróquias, Regencias e alguns Senhores, mas são exceções aqueles que implantam leis novas, Toda Nova Orleans é vitima das Tradições. Sejam elas postas no papel ou não.

Desrespeite o Território de um Senhor e talvez o próprio lhe dê um chamado.
Desrespeite uma paróquia, Alguns Inquisidores vão querer conversar com você.

Um Reinado tão longo traz marcas nos demais grupos, sejam de propósito ou não, as politicas de Valéry não são imutaveis. Mas pouco mudaram no ultimo século.

O Primeiro Estado detém muitos territórios, Participantes ativos da politica da cidade, influenciando a mesma com cargos importantes.

O Movimento Carthiano é livre para propagarem suas idéias sobre a Familia, Felizes com Territórios conquistados em areas afastadas do Centro, Locais habitados por Jovens e Vida Noturna intensa. Onde servem de grande valia para New Orleans, atuando sobre areas de Cocho.

A Ordem do Dragão se apresenta de maneira timida na cidade, Tomando um Status de Organização secreta. Valéry faz o possivel para mante-la sob cheque negociando com seus lideres, e usualmente a Ordo pode se encontrar em locais permitidos pelo Cardeal.
A Ordo tenta ignorar os problemas de Orleans e focar na sua busca, Os mais antigos reconhecem que o Acordo com Valéry é bom, Visto que o Ancião esta sempre disposto a negociar quando os Dragões pedem algo.

Proibido de se manifestar,se encontrar e participar de Rituais, O Circulo da Anciã fica a margem da Familia da grande Orleans. Membros vindo de outras regiões do Pais são proibidos de passar longas temporadas na região, e os raros encontros ao longo do ano para a pratica de seus Rituais tem data e local marcada pelos Santificados. O Que causa um descontentamento Abissal.em suas fileiras.

Tommy Windsor
Um zunido esporrento lhe deixa tonto e surdo, você se agacha buscando proteção no front de Batalha enquanto se recupera, você ouve os gritos mas não consegue deduzir nada, por instinto se levanta preparando para atirar e alveja a cabeça de um dos soldados, pronto para eliminar outro inimigo, antes que ele te privasse de sua mulher e filha, a arma emperra. Amaldiçoando a Deus, você buscava proteção novamente enquanto tentava resolver o problema do fuzil.



Não estava mais tonto, mas em guerra, o ouvido nunca esta 100%. Frustrado com a arma você a larga e sabia que teria de valer a pistola, Tão logo um dos lideres da Milicia Talibã, ao qual você tinha ordens para liderar e auxiliar na tomada de posições importantes para o Exército Vermelho, Avança rapidamente sem demonstrar medo. O Exercito inimigo estava abandonando a posição, Bastava empurra-los. Voce deixava a proteção e marchava disparando tiros com a Pistola de fabricação Russa.
Tinha muito para-se pensar, apesar da situação não ser hora para isso, Por mais que a Milicia fosse bucha de canhão e todos os soviéticos estivessem dispostos a sacrifica-los, Você lutava bravamente ao lado deles, por uma causa que não era sua, por um País que não era seu.

Você escutava gritos ameaçadores partindo de um homem ao seu lado, uma bazuca, e tão logo, mais alto que a morte, o som que o míssil fazia e sua explosão eram perfeitamente claros...

!!!

Você acordava assustado, jogando a cabeça para trás batendo no acento do carro, se não fosse militar talvez estivesse rindo, o Exército não só tomou sua vida como tomou seus sonhos.

Para seu susto, você voltava a si e se tocava que estava mais uma vez, espionando a casa de sua filha, O Carro estava estacionado na esquina, era possível ter visão clara da entrada e da cozinha, graças a uma grande janela.

Passou a tarde inteira dormindo, mas felizmente ninguém parece ter notado sua presença, Você estava ciente que a casa da sua filha de 24 anos havia sido um presente da Mãe e do Padastro, doía um pouco em você o fato de que nem para pedir uma força em algo importante ela havia lembrado do Pai.

As chaves já estavam na sua mão e prontas para dar ignição ao carro, até que sua filha aparecia na janela da cozinha lavando a louça, Tomava-se conta que havia ficado perdido no tempo a observando quando uma moto passava do seu lado em alta velocidade, fazendo um enorme estrondo e freava abruptamente na frente da casa da sua filha.

O Homem começava a gritar e bater na porta, ele entrava na casa furioso.

[off:Poeta, Tu que é a bichinha militar e tal depois diz a patente do personagem pra saber para futuras referencias. Assim como o nome da Filha e Ex-Mulher.
Sinta-se livre para descrever pertences e o carro.]


JASON GAY.

OK

JASON GRAY
14 Junho, 2004. Segunda-feira

Mesmo após tomar um banho e comer o café da manha, a puta dor de cabeça que você havia acordado ainda não tinha passado, Você sabia qual era o problema, acordar com dor de cabeça já esta até mesmo ficando rotineiro. Mas por alguma razão você nunca consegue cortar esse mal habito. Havia ficado acordado na ultima noite, lendo até tarde. Seria compreensível se estivesse lendo um livro importante para o Curso, ou até mesmo algum livro interessante. Não, não. Você leu 325 paginas de um livro puro lixo, e agora estava sendo punido por isso. Você sabia que merecia essa dor de cabeça.

Apesar de já estar arrumado a alguns minutos, você ficava fazendo hora, com razão, olhando algumas coisas de maneira rápida na internet. Não muito surpreendentemente, como você havia descoberto quando começara a trabalhar num jornal, o dia começava com mais corpos boiando no Mississippi.

O Inicio da sua semana era um lixo, já não aguentava mas a faculdade, sentia-se deslocado, Para piorar, as aulas eram mal distribuídas, Duas aulas chatas assim que entrasse na faculdade, alguns tempos livres para apenas então começar mais uma aula.
Também chata.
Depois teria o trabalho, e talvez o dia melhorasse. Não, Isso seria improvável.

Quase convencido de procurar o que fazer em vez de ir logo para a faculdade, Você tinha que começar logo o dia.
[off:a vontade pra descrever suas coisas, quitinete e etc.]


John Happy.
13 de Junho, 2004. Domingo.
[1d10 para pontos de sangue: {[10]}]
[off:Cagão]

Despertava nesse inicio da noite fazendo jus ao próprio nome, Feliz. Em noites assim era necessário lembrar que era uma criatura amaldiçoada, talvez das piores, mas que se foda. Matava quando era vivo não é difícil matar quando já atravessou para o outro lado. A Ultima noite havia sido boa para se lembrar das coisas boas da vida, Na ultima semana a família, A que chupa sangue, adiantaram boa parte de sua Aposentadoria, 8 caras em 5 dias, e um Membro que chupou o humano errado.

A Ultima noite não foi de guerra, só amor, Laurie fudia como uma coelha e o sangue dela era tão delirante quanto ao próprio corpo.
O que mais fazer? Você pode estar morto, mas nada que lhe impeça de viver.

Se arrumava de maneira lenta, com calma. Alguém que não queria começar a noite, por que como você puxava na cabeça. Essa noite seria longa, Você tinha um favor pra fazer pra outra família, um favor muito bém pago. Dois otários, Bala na cabeça, Corpo no Mississípi. Você adora aquela porra de Rio.
Já com tudo em ordem, era melhor começar logo a noite, Fazia um mês que você não visitava nenhum Bispo de New Orleans para participar da congregação. Se ignorasse os deveres impostos pelos Santificados, algum filho da puta estaria batendo na sua porta, e ninguém quer isso acontecendo não é?

A Congregação deveria começar daqui a duas horas. Dava tempo de despachar os filhos das putas. Ou era melhor aproveitar o tempo de outra maneira?

A Noite é longa, apenas o inicio da congregação que é breve.
[off:liberdade pra descrever a porra toda blablabla , tu já sabe.e pontos de sangue 9. -1 pra despertar né.]

Tits
OKAY

Nyx
13 de Junho, 2004. Domingo.
[1d10 para pontos de sangue: {[8]}]
[off:-1 pra despertar.]

Você sentia o sangue correndo por suas veias, lhe despertando assim que o Sol se escondia, há muito tempo que não acordava tão cedo, Mas isso não significava que havia sido uma experiencia agradavel, muito pelo ao contrário, você estava presa em um pesadelo, aparentemente, só aguardando a noite dar o ar da graça para despertar.
No pesadelo, Malcom, Crucificava seu Marido e Seu Filho e os deixava para queimar, numa casa incendiada. A Você só restava admirar a chamas, não tendo coragem, nem forças para fazer nada. Ainda agora, desperta. A Risada de seu Mentor ecoa na sua mente, Lhe deixando louca, com medo

A passos rápidos, abandonava esse lugar maldito, Você odeia esse subterrâneo aonde perdeu tanto tempo da sua vida, e caso ficasse sozinha por mais alguns minutos, ouvindo a maldita risada, Acabaria enlouquecendo.

Você deveria contatar Malcom, Talvez seu Genitor tivesse algum serviço dos Santificados. Talvez deveria ignorar o maldito por essa noite.
O Desgraçado não manda em você. Não é?

FABIN

BRINKS NEM TEM POST AGORA.
Depois =P
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Mensagem por Convidad em Seg Set 05, 2011 3:43 pm

Laurie, ainda atirada sobre a cama com os lençóis salpicados de sangue morno, parecia uma pintura bela e grotesca. Daquele tipo de quadro que o sujeito se sente inclinado a comprar e pendurar na parede da sala para os outros perguntarem "-Mas e então, Happy? Qual é a desse quadro horrendo?" Suas nádegas brancas voltadas para cima, meio cobertas pelo lençol, eram tão perfeitas que quase tinham brilho próprio. Merda, se não fosse esse serviço chato com o empregador e o convite-social-com-ares-de-obrigação feito pelos otários da lancea sanctum poderia passar a noite inteira aqui. Estava completamente satisfeito, é claro, mas Laurie era deliciosamente humana. Ela era diferente de Veronica, que embora fosse igualmente humana parecia mais morta que um ancillae.
Rangendo os dentes arrasto o lençol para longe deixando o corpo nu da garota exposto. Eu ouço ela soltar um grunhido bovino de reclamação e vejo seu rosto ainda sonolento ficar sério. Mais tarde usaria o lençol para embalar dois azarados com maior facilidade. Deculpe, querida, mas você não está pronta para conhecer a historia toda e eu não tenho tempo. Desapareço do apartamento deixando apenas as memórias de uma noite flamejante na cabeça de Laurie como evidência de minha presença. Vampiros precisam ser como fantasmas para viver, e este Deva sabia disso.

As calçadas estavam repletas de gente de todos os tipos e sabores. Esquivavam-se das enormes poças de agua turva deixadas pela tempestade da noite anterior e andavam pelos locais mais iluminados para evitar problemas. Eu podia jurar que a cidade estava a mesma depois do katrina, mas isso é porque caço em locais de primeira. Os otários do movimento carthiano deveriam estar tão fudidos nos limites da cidade que não acharia estranho que seus membros desenvolvessem guelras. Ainda pensava nos estragos do furacão quando dava partida no Javelin estacionado ao lado do apartamento de laurie e ouvia o ronco suave do motor e sentia o carro todo estremecer como um tigre ronronando. Dirigir era também um prazer dos mortos.
Saindo da vizinhança, meu primeiro destino da noite seriam os presuntos. Precisava terminar isso o mais rápido possível para poder atender ao chamado ridículo dos santificados e ter um pouco de sossego até o próximo mês, mesmo que, secretamente, desejasse perder a congregação. A igreja já era uma inutilidade em vida, após a morte ela era ainda mais boçal.
Já se aproximando do local onde os humanos estariam esperando, dou uma conferida nas ferramentas de trabalho. Embaixo do assento traseiro estava o fuzil AUG brilhando de tão novo, rodeado por algumas caixas de munição e uma notinha de compra: cortesia do mercado negro. Quase posso sentir o cheiro da polvora queimada e ouvir o som de dezenas de disparos por segundo ao tocar no gatilho ainda zerado. Hoje seria a estreia. Com o fuzil montado, o revolver de confiança descansando no coldre e o sobretudo porcamente cobrindo tudo eu saio em busca dos coelhos.

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Mensagem por Jasmine Poslter em Seg Set 05, 2011 8:47 pm

Grita de dor e de ódio, deitada empinando seu corpo até sua voz extinguir em lágrimas. Este seria o pior pesadelo para Yara de ter sua família destruída por Malcon. Sua audição refinada pelo dom que lhe foi concedido capta passos, ela precisava sair dali, porque sua alma estava por demais intoxicada por estas insanidades sobrenaturais. Ela própria perdeu parte de sua identidade nestes anos confinada e submetida à tortura e treinamentos que não combinam em nada de quando ela era mortal.

Malcon passa ser uma ameaça direta para os planos futuros da Sombra, que pensa com cuidado o que pretende fazer para os próximos passos. Ela sabe que não há como destruir seu senhor por ser um vampiro bem mais velho que ela. Soube que os vampiros ficam mais poderosos a medida que envelhecem, mas tempo não é o aliado dela, porque seu marido e filho envelhecem. Deve haver meios de burlar o tempo para que ela alcance o poder necessário para sair das garras de Malcon.

Decide sair do subterrâneo, para esfriar a cabeça, lava seu rosto para inibir a sujeira, pega outra roupa para vestir, uma menos suja possível, a qual roubou a pouco tempo. Calça sua velha bota, onde põe uma faca em cada bota e a terceira faca atrás e escondida por debaixo da roupa. Veste uma jaqueta marrom por cima da camisa, prende seus cabelos, pega 20 dólares e coloca no bolso da calça e sai para noite de Nova Orleans.

Esta cidade é suja, decadente e perigosa, conhece os lugares que não deve ir, porque ela não é a única ser sobrenatural vagando nas entranhas da cidade. Há outros vampiros de ideologias diferentes daquela que acolheu, ela não sabe direito quem e quantas ‘seitas’ são. Opta por rua mais tranquila, mas não a mais perigosa para pegar carona. Sinalizará apenas para carros com apenas o motorista e pedir para que a deixe mais próxima possível do seu destino. Precisa ir a sua antiga casa mais uma vez, que ficou abandonada 1 ano após sua morte e que até hoje não teve nenhum comprador.

Olha para os lados para ver se está sendo seguida, desconfia que os santificados a estejam observando. Põe a mão no pescoço e carecia seu cordão, onde na ponta tem crucifixo sujo, que pouco revela que um dia foi dourado. O estado dele se deve a precariedade da alma da Sombra que se desfaz lentamente em poeira na senda de sua não-vida. Aguarda com as mãos nos bolsos da jaqueta e sinaliza para os candidatos.
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Mensagem por Poeta em Ter Set 06, 2011 4:40 pm

Windsor acordara assustado tateando o lugar em busca do seu fuzil, procura também seus subordinados que deveriam estar ao seu lado, mas não os acha... nem os companheiros, nem o seu fuzil, apenas o banco de seu velho GM.

Perdera o carinho de sua esposa, o amor de sua filha, o conforto de seu lar, a segurança de seu país, a tranqüilidade do seu cotidiano, as cores dos seus sonhos... seus sonhos agora davam lugar a pesadelos, que nem seus eram, eram do Exército, da Guerra...

Mas Windsor não se arrependia de nada do que fizera pelo seu país, pela sua pátria... se hoje a democracia permitia a liberdade na América, era graças a ele, era graças ao seu trabalho e o de seus companheiros. Ele se orgulhava disso e não o faria mudar de idéia.

Lá estava ele novamente, numa tentativa desesperada de fazer parte da vida de sua filha... como? Perseguindo-a? Isso estava errado, ele não tinha esse direito... Basta, já tinha extrapolado...

Quando pensava em abandonar sua posição e regressar a sua casa uma moto cortava-lhe os ouvidos com seu som estrondoso.

Malditos jovens – pensava o velho Subtenente.

Para a surpresa de Windsor o motoqueiro parava em frente a casa da sua filha e praticamente a invadia a bases de socos e gritos.

Um frio lhe percorre toda a espinha, será que a violência de Dallas estaria lhe dando um golpe, justo na sua filha. Windsor sai do carro correndo em direção a porta que o homem acabara de entrar. Automaticamente em um ato reflexo ele retira sua pistola de dentro do seu coldre (coldre de peito). Antes de tomar qualquer atitude precipitada que poderia colocar a vida de sua filha em risco, ele analisaria a situação do lado de fora da porta, procurando ouvir o que estava acontecendo lá dentro...

ps:
Spoiler:
prelúdio escreveu:Pessoal:Casou-se com Ruthy Evelyn Newman no dia 27 de julho de 1974. Teve uma filha, Sophya Loren Windsor, em janeiro de 1977.

Carro:
[NOLa] A ROTINA Chevrolet-beretta-16

Pistola:
[NOLa] A ROTINA Glock-38

Coldre:
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_________________
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Mensagem por Zachary em Ter Set 06, 2011 7:36 pm

Off: Fabio e Curtis: Começo a cena de vocês amanha, to de saida, ai só continuei o jogo da galera que postou =)


John Happy
Obs:Tempestade Randomica, Lembre-se que o jogo é Pré-Katrina.

Você conhece o filme, Basta chover o equivalente a alguns dias em horas que a cidade enchia e poças deixavam sua marca por toda a cidade, não pensava muito, Dava a ignição no Javelin enquanto dizia pra si mesmo que carros assim não são mais feitos,

Enquanto pilotava todos os 315 Cavalos, um dos pontos altos da noite, sem duvida. Dizia para si mesmo que Beber Sangue e Viver a Noite era um bom negócio. Enquanto sentisse o prazer das coisas básicas, Diferente dos velhos Santificados que tanto zelam por sua alma.

Com calma, já alisava as armas, que serviam como ganha pão desde que se entende por gente. Era desnecessário até, mas queria por a prova o belo fuzil, assim como uma criança que deseja sempre usar seu brinquedo novo.

Parava com o carro já na esquina do prédio, Apartamento Sete, Descrição clara, um Gordo e um Negro. Você já se ligava no que tinham armado, Pela cara do Prédio, os otários deviam achar que podiam traficar a vontade, No aparente território do Africano....

É Por isso que você nunca crescera o olho. Eles pagavam e ficavam felizes. Que continuasse assim.

Nyx
A Maldição agora não era tão ruim, Ruim havia sido esse pesadelo, que ele não mais se repetisse.
Mas não bastava se lamentar e rastejar implorando perdão, alguma coisa tinha que ser feita... Mas o que? A Hierarquia dita claramente que o mais velho é mais poderoso, sendo assim, aonde você entra? Nunca teria lugar? Pode-se passar Milênios, Malcon continuaria sendo mais velho que você. Isto era óbvio.
O tão dito Poder que vem com o tempo, simplesmente não era opção.

Você ´pegava-se dizendo que já havia eliminado ameaças mais antigas que você, Seria capaz de se livrar de Malcon?

Arrumava-se com algumas roupas roubadas e tentava-se limpar, sem muito sucesso. Você não aguentaria mais alguns anos assim... Você ficaria louca... Se sentia um bicho não uma pessoa. Talvez o pouco dinheiro que tem deveria ser utilizado para tentar viver como um humano... Seria mais digno.

Andava pela ruas buscando uma carona que a deixasse perto da sua antiga casa, talvez apenas buscasse o conforto, Se a casa ainda esta la... você ainda esta ai dentro, em algum lugar. Atravessava vielas olhando cada sombra, temendo qualquer represália Santificada. Você se assusta quando percebe que existe um Negro te seguindo desde que começara a caminhar, e agora? Seriam os olhos de Malcon?


Tommy Windsor
Off:Beleza, Passei o olho no preludio rápido e não vi o nome delas ^^
Off²:Dallas é na cronica do Painkiller, aqui é New Orleans What a Face

Não podia continuar assim, sem condições. A Trinta anos atrás você ensinaria uma lição no doente que perseguisse a ex-mulher... ou a filha. E agora se pegava fazendo exatamente isto, Talvez devesse voltar... Pra você não havia vida civil, Sua vocação era Militar, Entrava dia após dia e isto ficava mais claro. O Seu único lugar era o Exército.
Se assustava um pouco com o sujeito, Veterano ou não. Não importava. Era com a sua filha, nada podia acontecer com ela, abria a porta do carro e a batia antes mesmo do sujeito entrar na casa. Corria para a porta com a pistola em mãos, Como se estivesse em guerra, Mas não havia sacado a arma pelo Estilo de Vida Americano ou pela Democracia. Foi pela sua Filha,

Revoltado, ficava a um passo de entrar na casa, Logo na entrada estava a sala e via um pequeno corredor que levaria até a cozinha, Era la que sua filha estava e de la que você ouvia gritos e choros. “Por favor”. “Vadia”.

Esse era o tipo de cara que sua filha estava andando?
Zachary
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Mensagem por Jasmine Poslter em Ter Set 06, 2011 10:29 pm

Pensava nas possibilidades de juntar dinheiro para ter uma não-vida mais digna, mas era pura ilusão, Malcon não a deixaria em paz se ela fugisse. Por uma década tentou fugir daquele lugar em vão, agora tendo a possibilidade de ser ‘livre’ ela repensa, analisa. Seus medos intensificaram, mas sua vontade de sobreviver também. Ela se engana idealizando que um dia pode voltar a viver como humana, quando a verdade cai ela nota que isto não é mais possível, viver como uma predadora pelo resto da não-vida? Este seria seu destino? Não... para ela, deve haver outra solução... ela se agarra a este sonho de um dia poder voltar a ser o que era.

Nota que não é apenas o som de sua bota que ecoa nas vielas, há mais alguém. Olha preocupada para os lados e para trás. A hipótese de ser seguida por um santificado era atormentadora, ela aperta mais seus passos indo para uma lojinha aberta e entra. Ela teria que afastar seus fantasmas (a lancea) de suas lembranças(casa).

{Off}: Se ela encontrar estabelecimento ou lojinha vai fingir que está vendo algum produto, mas de olho no movimento da rua. ^^/
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Mensagem por Convidad em Sex Set 09, 2011 11:24 am

Vampiros são predadores por excelência, e as duas presas da noite estariam condenadas não fosse os detalhes do trabalho. A descrição fornecida pelo Invictus era extremamente genérica e poderia trazer problemas. Provavelmente eles gostariam apenas de ve-los mortos sem se valer de discrição. Caso desejassem que APENAS o gordo e o negro morressem certamente haveriam mais detalhes. Achar um negro em uma área de territorio africano não deveria ser dificil, não?

Com todo aquele ferro esperando para ser cuspido nos malfeitores, e torcendo para que tudo isto acabasse de forma rapida e divertida, procuro uma entrada alternativa. Procurei nos becos sujos e mal iluminados alguma entrada alternativa, fosse uma porta dos fundos ou escadaria de incêndio. Merda, entrar pela porta da frente portando um fuzil de assalto era pedir pra morrer. Se não houvesse entrada alguma, um prédio vizinho poderia fornecer a plataforma perfeita para um salto espetacular apoiado pelos poderes que o sangue vampírico fornecia. Coisa de filme de ação. Ainda no ar, misturado entre a chuva de vidro partido, o anti-heroi disparava uma saraivada mortal de chumbo incandecente na cabeça dos malvados traficantes.

-Foda-se, só quero acabar logo com isso..

[off: podia ter mandado uma descrição marota do prédio, né? basicamente gasto alguns minutos pra analisar todas as possibilidades de entrar no lugar, sempre tomando cuidado pra ficar nas sombras e não chamar muita atenção.]

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Mensagem por Curtis Marshall em Sex Set 23, 2011 1:17 pm

Ei, essa crônica está oficialmente morta ou só muito devagar?
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Mensagem por Convidad em Sex Set 23, 2011 1:56 pm

A maldição do Requiem, nunca termina.

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Mensagem por Zachary em Sex Dez 02, 2011 12:05 am

Estou disposto a narrar.

Ainda querem?

O projeto era bom e tal rsrs
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