Nathalie Lisier Ardene (Pablo Luna ) - Tremere

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Mensagem por Beaumont em Qua Mar 17, 2010 3:09 pm

Nome: Pablo Luna
Personagem: Nathalie Lisier Ardène
Clã: Tremere
Natureza: Autocrata
Comportamento: Galante
Geração: 8ª
Refugio: Casa próxima à Capela Tremere da Cidade
Conceito: Alpinista Social


Experiência:


ATRIBUTOS

Físicos
- Força: 2
- Destreza: 2
- Vigor: 2

Sociais
- Carisma: 2
- Manipulação: 2
- Aparência: 4 (Aparência Estonteante)

Mentais
- Percepção: 3
- Inteligência: 4 (Resolvedora de problemas)
- Raciocínio: 3


HABILIDADES

Talentos
- Prontidão:
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva: 1
- Empatia: 1
- Expressão: 1
- Intimidação: 1
- Liderança: 3
- Manha:
- Lábia: 2

Perícias
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução:
- Etiqueta: 1
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas: 1
- Performance: 1
- Segurança:
- Furtividade: 1
- Sobrevivência: 1

Conhecimentos
- Acadêmicos: 3
- Computador:
- Finanças:
- Investigação: 1
- Direito:
- Lingüística: 2 (Inglês, Lituano - Francês é Língua Materna)
- Medicina: 1
- Ocultismo: 3
- Política: 2
- Ciências: 1


VANTAGENS

Antecedentes

- Geração: 5
- Recursos: 2
- Aliado: 3 (Jack Miwall, Malkaviano AT, ex-Sabbat, Ancião. Atualmente, não se sabe se ele é Independente ou se ele está rumo a algo maior) (+ 3 PB)
- Status: 2
---------------


DISCIPLINAS

- Taumaturgia - Linha Primaria (Sedução das Chamas): 2
- Dominação: 1

-------------



Virtudes
- Convicção: 1

- Instinto: 2

- Coragem: 5


TRILHA DO PODER E DA VOZ INTERIOR: 3

FORÇA DE VONTADE: 9


QUALIDADES e DEFEITOS

- Abraçada sem a Taça
- Imunidade ao Laço de Sangue
- Vontade de Ferro
- Biblioteca de Ocultismo
- Líder Nato

- Perturbação (Megalomania)
- Segredo Sombrio
- Excesso de Confiança
- Objetivo Condutor (Adquirir toda e qualquer forma de poder possível)



OBS:

1) ITEM - Espada Sabre
2) Imunidade ao laço pelo fato de pertencer a uma linhagem independente da Lituânia. Sim, existem exceções Tremere para imunidade ao laço.


PRELÚDIO

Nathalie Lisier Ardène nasceu na periferia da cidade de Marseille, na França. Nascida de um senegalês, cujos antepassados faziam parte de uma linhagem antiga de curandeiros, e que cujas habilidades especiais se perderam com o tempo e a distância, e de uma mãe que sempre reclamava de sua vida, e de que sempre sonhara por algo muito melhor do que aquilo, ela desenvolveu-se. Eram marcas que ficavam muito gravadas em seu ser. Coisas que moldaram a sua personalidade.

Desde jovem, ela sabia que os livros, o estudo, poderiam levá-la a ser muito melhor do que era. Mesmo entrando na escola, um tanto tarde - sendo de escola pública - ela aproveitara bem a sua oportunidade. Por trás daquela determinação de menina estudiosa, a ambição que herdou da mãe esteve sempre lá na menina.... bem como sua beleza fascinante, que atraía alguns olhares da cidade. Por vezes, em sua adolescência, namorou meninos de situação bem melhor que a dela.

Porém, toda a sua adolescência agitada, ajudou-lhe a esquecer sua família, quando o pai ficara alcóolatra e violento. E a mulher era o bode expiatório, por várias vezes. Um certo dia, aos 16 anos, Nathalie não queria ver mais aquela situação. Não, por amor à sua mãe, afinal de contas, ela contribuía para aquele inferno por reclamar da vida e nunca fazer nada de concreto além de ser uma verdadeira sanguessuga, mas para ter um pouco de paz de espírito. Em um certo dia, Nathalie, ao ver seu pai agindo contra sua mãe, mais uma vez, pegava uma cadeira de madeira e a quebrava nas costas do pai, fazendo com que ela e a mãe corressem dali. Se mudaram para outro alojamento, e graças ao apoio da comunidade, mãe e filha puderam ficar seguras.

Aos poucos, o tempo passava, e Nathalie entrara na Universidade, aos 20 anos, para fazer Engenharia Química. Algo que ela apreciava bastante. Mas não era só pela questão de gostar. Ela queria ser um destaque naquele ramo.

Em certa ocasião, ela recolheu suas coisas, e suas posses, já que estava perto de se formar, aos 25 anos, para a Lituânia, trabalhar em uma empresa dali. Estabelecera-se em Vilnius, capital do país, para trabalhar, duramente. Eis que o chefe da organização, Ivan Hasselhoff, soube de Nathalie, e de seu potencial, informado pelo seu subordinado, que tomava conta da empresa. Quando Nathalie soube que estava agradando o misterioso chefe, ela fazia alguns planos.

Ivan chamara Nathalie para a sua casa, por telefone. E a garota pensou que esse poderia ser um grande momento para ela, envolver-se com seu chefe. Não, Nathalie não tinha vergonha nenhuma disso. Afinal, algum preço tem de ser pago para se conseguir dinheiro, status... toda forma de poder. Mas não imaginava que, em seu quarto, numa conversa aparentemente inofensiva, onde o homem em questão parecia ser galanteador, suave, sensível, ela receberia seu Abraço...

"- Srta. Ardène... você é uma mulher fascinante. Uma das minhas funcionárias mais esforçadas, sem dúvida.

- Agradeço seus elogios, Sr. Hasselhoff. - disse, com um belo sorriso - Mas... chame apenas de Nathalie... se estiver à vontade de fazê-lo.

- Claro, Nathalie... muito melhor assim, sem formalidades desnecessárias. Gostaria de te dar um prêmio pelo seu bom trabalho.

- Estou esperando por ele... - disse a garota, com um sorriso de canto."

E assim, Ivan se aproximou de Ardène, com um sugestivo beijo no pescoço. Nathalie sorria, maliciosa. Ela pensava que sabia o que ele queria, com suas mãos deslizando, arranhando-lhe a nuca e as costas. Mas logo, seus movimentos pararam subitamente, e sentira-se fraca. Sendo tomada por uma sensação incomum, muito boa... talvez algo que superasse até o próprio sexo.

Nathalie se tornou uma cainita. Do clã Tremere. Depois de uns dias, acordou. E aquele homem, que inicialmente se mostrava solícito, gentil, galanteador, agora se mostrava dominador, arrogante. Era essa a verdadeira faceta de Hasselhoff. Uma faceta que Nathalie odiou. Não pediu para ser vampira. Ele lhe roubara a vida, mas, de certa forma, poderia aprender algo com isso. Aprendera uma das magias mais difundidas pelos Tremere, a Sedução das Chamas, que seu mestre dominava.

Deixou-se levar, por um tempo, pelos ensinamentos deturpados de Hasselhoff. Por sorte, ela convivia com os outros Tremere, o que fez com que ela tivesse uma real idéia do que significava o clã e o sentido de ser cainita. Aprendeu algumas das tradições Tremere, e estranhou a maneira pela qual fora abraçada. Perguntara isso ao seu senhor.

A resposta? Simples. A linhagem especial dele não precisava disso. Ele pertencia a uma certa linhagem, oriunda de Teliavel, uma linhagem altamente remota, que de início não se submetia às vontades das grandes seitas, eram independentes. E mesmo agora, Ivan só se unira à Camarilla, por comodidade. Mas que, agora que tinha um grande poder em mãos, e um grande número de neófitos, para lutar com ele, e tomar a capela de Vilnius. Para que ele governasse sobre os Tremere da Lituânia, e, em breve sobre todos os cainitas do país.

Nathalie não concordou com essa idéia, intimamente. Afinal de contas, se isso acontecesse, ela não poderia de maneira nenhuma, ascender socialmente, de nenhuma maneira, dentro da Camarilla, ou do clã ao qual ela pertencia. Logo, ela foi até a regência. Livna Naskètzkaya, a Regente Tremere daquela época, foi informada por Nathalie, sobre o plano de traição de seu mestre. A garota ganhou a gratidão de Livna, e um reconhecimento, pela sua fidelidade ao clã, acima de quaisquer pretensões individuais. Apesar disso ser uma grande besteira para Nathalie, já que cada movimento de seu corpo, cada olhar dócil, escondia sua sede desenfreada pelo poder, que as vezes, se mostrava, mas de forma maquiada num discurso "pelo bem de Tremere e da Camarilla".

Enfim, o primeiro ataque de Ivan à Livna e à capela fora esperado. Graças a uma emboscada, Livna o derrotara, e posteriormente o julgara, causando sua morte final. Claro, que este ataque causou perdas, de um lado e de outro. Mas, durante um certo tempo, Livna confiava alguns serviços pelo clã para a neófita. Assim, ela era considerada, depois do gesto de coragem que ela fizera.

Infelizmente, um ataque em massa dos Tzimisces, das cidades vizinhas, desestruturou a capela Tremere. Uma rebelião Sabbat causou muitos danos, com um grande contingente de Camarillas mortos. Nathalie lutou até onde deu. Matou alguns Sabás mais inexperientes do que ela, os buchas de canhão, até que Livna fosse morta por um ancião Tzimisce. O que obrigou uma retirada em massa da Camarilla, por ali.

Nathalie mais uma vez se mudou, sem tanto rumo, para algum lugar onde pudesse começar tudo de novo. Nem tudo pode dar certo. Nem tudo é bonito. Mas ela se penitenciava, por não ter dado. Aquela rebelião Sabá não estava em seus planos. Perdera uma grande chance de enveredar-se até a glória. Mas Seattle, nos Estados Unidos, era um bom lugar para reconstruir um prestígio.

Na América, ela descobrira novos ares. Pela cidade, ela andou, e conheceu novos clãs, novas pessoas... e mais embates entre a Camarilla e o Sabá. Em uma certa noite, depois de algumas explosões pela cidade, decidira esconder-se numa floresta. Por onde ela andou, por um longo tempo. Ela olhara para os lados, enquanto ouvia, aos poucos:

"Impura... maldita... suma daqui...".

Logo depois, ela foi jogada para longe, batendo em uma árvore. Levantara-se com dificuldade, enquanto via duas criaturas, com formas mistas de humanos e lobos. Nathalie rangia os dentes, pelo ódio de terem atacado-a, e lançara suas chamas contra eles, o que fez com que eles se ferissem um pouco, mas ficassem ainda mais irados. No entanto, um homem, com um sorriso insano nos lábios, inexplicavelmente, conseguira espantá-los, justamente por meio de sua insanidade. Mais tarde, Nathalie soube do poder da Demência, e da sua paixão.

"- Hihihihi! Você é nova por aqui, não é, garotinha? Estava tentando entregar os doces para a vovozinha?

- Mas que raios... quem é você? E como fez isso?"

Logo, a garota soube. Se tratava de Jack Miwall, um Malkaviano Independente. Ele nunca disse mais nada além disso, além de dizer que já pertenceu o Sabá. Aos poucos, Nathalie foi convivendo com ele, e viu o grande poder que tinha no homem. E ao mesmo tempo, o quanto ele tinha de poderoso, ele tinha de insano.

"- Aqueles bobocas dizem que deixam os vampiros em liberdade, e etc, etc, etc. E quando uma moça bonita como você ou um rapaz sagaz como eu acreditam nisso e se unem a eles, HÁÁÁAÁ, PEGADINHA! Não acredite nisso, principalmente você, Feiticeirinha, hihihi! Eu não posso te dizer por que eu realmente saí, mas fique com a consciência de que um dos motivos é que eu não tava mais gostando de brincar. Se eu te dissesse agora, eu teria que te matar, oute levar para o lindo mundo mágico antes da hora. Mas você vai saber. Você é das minhas, menina! E quer dominar o mundo, weeeee! Eu gosto disso!"

Tirando as insanidades da fala de Miwall, era isso mesmo que Ardène era. Uma dominadora. E ela queria saber mais sobre o universo de Miwall. Certamente, ele trocou o Sabá por algo melhor. O que poderia ser mais poderoso do que as Seitas? Não sabia dizer.

Mas Miwall ensinou-lhe tudo, para que "ela tomasse mais cuidado pelo caminho de paralelepípedos e pedrinhas brilhantes". Sobre quase tudo o que ele conhecia, sobre o mundo das trevas. E também, adquiriu, graças a ele, seus livros sobre maiores detalhes de ocultismo. E inclusive, teve a promessa de que, um dia, ele a levaria para a "luz da verdade", já que ela já tinha potencial para tal (vide Perturbação). Com os ensinamentos de Miwall, ela também aprendeu a ser mais fria, mais contida, e liberar sua vontade de dominar sobre tudo, de uma maneira ainda mais assertiva. Mas tinha um porém. Cada vez que ela agisse contra seus princípios de poder, e se fosse, por algum momento, altruísta, sua besta responderia, de maneira forte em seu corpo. Então, ela tinha que se dedicar aos seus ideais, a seu poder de dominação, com todo o seu fervor.

Enquanto se encontrava com este Malkaviano Independente, a neófita se apresentava à Camarilla de Seattle. Por sorte, já tinha boas referências do clã Tremere. Provavelmente, seus feitos favoráveis ao clã chegaram ao local, e não teve grande dificuldade de ser aceita, pela capela de Seattle. Desde então, ela serve, à Camarilla, e à Tremere, ambicionando postos de poder, em ambas as duas organizações. Já que diferente dos outros Tremere, ela não nega a importância da Camarilla. Mas também queria saber, o que Jack sabia... e isso levaria um bom tempo...



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